Associação Nacional do Ensino Particular
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- Lavínia Natal Barreto
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1 Saurimo, Associação Nacional do Ensino Particular
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3 Semear sonhos é acreditar no potencial do ser humano de construir um futuro melhor. E esse futuro fica mais próximo quando a escola ajuda na inovação e transformação da sociedade.
4 A sociedade do conhecimento lança cada vez mais e maiores desafios as organizações de ensino que deverão ser capazes de questionar- se, gerir novos saberes e novas praticas de acordo com as necessidades e expectativas do aluno, da família e da sociedade em geral.
5 Recorrendo a novos modelos de gestão escolar e com relativa autonomia financeira, o ensino particular tem desenvolvido um vasto leque de valências e de experiências i que lhe permitem prestar um serviço educacional de relativa qualidade, transformando-se assim na opção para milhares de famílias.
6 O ensino particular é hoje por mérito próprio o maior parceiro do Ministério da Educação
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8 De modo a criar sinergias entre empreendedores particulares e o governo foi institucionalizado o ensino particular em Angola pela Lei nº 18/91 de 18 de Maio acabando assim com a exclusividade do estado no sector da educação criando uma economia de custos e de recursos ao Governo.
9 Pelo decreto 21/91 de 22 Junho, surge o primeiro regulamento para abertura e funcionamento de estabelecimento de ensino particular não superior.
10 Pela dinâmica e pela dialéctica da sociedade o decreto 21/91 foi revogado e em sua substituição foi instituído em 3 de Setembro de 2002 o decreto 43 que aprova o estatuto do ensino particular até ao ensino secundário.
11 Em 2 de Agosto de 2011, fruto de uma revisão e comparticipação de vários parceiros do ministério da educação é revogada a legislação e em seu lugar surge o decreto presidencial nº 207/11 que actualmente regula a abertura e funcionamento dos estabelecimentos do ensino privado não superior
12 Esta legislação na óptica e perspectiva da associação do ensino particular ainda não satisfaz plenamente os intentos dos colégios pelo facto de após mais de 20 anos de ensino particular o estado não alterar o regime jurídico de tutela à que os colégios estão sujeitos para o regime de paralelismo pedagógico e ou de autonomia administrativa e pedagógica para aqueles que conferem maior idoneidade e credibilidade conquistada pelos anos de funcionamento.
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17 Em obediência a Lei 13/01 de 31 de Dezembro, lei de bases sistema de educação e conjugada com Lei 207/11, Lei que regula o funcionamento do ensino particular os colégios oferecem na oferta formativa desde o pré-escolar, ensino primário, 1º e 2º ciclo do ensino geral e ensino médio técnico profissional no segundo ciclo técnico profissional no segundo ciclo.
18 Porém, o plano curricular oficial tem sido reforçado por disciplinas e actividades extra curriculares com inovações de carácter científico, lúdico, cultural e desportivo o que permite criar um paradigma diferente ao das escolas públicas com surgimento dos externatos ou também chamados de ATL em que o aluno tem um horário de 7 horas diárias ao invés das tradicionais 4 horas.
19 Este modelo permite um desenvolvimento integral e consolida as habilidades tornando as aprendizagens mais significativas.
20 Distribuição geral dos colégios por províncias Total: 700
21 Ensino técnico profissional por províncias Total: 94 4
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23 A lei da oferta e da procura caracteriza economia de mercado neste contexto as propinas praticadas em Angola são determinadas por este princípio e agravadas em certos casos pela qualidade das infra-estruturas, qualidade dos recursos humanos e pela melhoria das condições salariais aos funcionários dando a estes dignidade pelo trabalho que realizam
24 Porém em regra geral o salário auferido no ensino privado a nível de professores e funcionários i licenciados i representa entre 45 à 50 % dos ordenados pagos pelo sector público, salienta-se que à média da propina a nível nacional e pela natureza do próprio mercado cifra-se na ordem dos Kz ,00.
25 Para regulamentação da propina aguardamos pelo estudo de viabilidade que vai determinar o custo do aluno quer nas escolas públicas como particulares recomendado por sua Excia Sr. Ministro da Educação Pinda Simão a quando do encontro técnico realizado em 2013 na cidade do Sumbe.
26 No que tange aos emolumentos, salienta-se que os mesmos estão determinados legalmente no decreto 2007/11, mais a realidade d factual mostra que as taxas são agravadas pelo facto de as escolas públicas que tutelam as privadas ao emitirem certificados cobram uma sobretaxa agravando desta forma os emolumentos.
27 No que diz respeito as multas, praticam-se exageros pois elas são agravadas semanalmente pelo que apelamos já ao instituto de defesa do consumidor que as mesmas não devem ultrapassar 50% do valor da propina.
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29 Durante anos alguns sectores da sociedade e mesmo alguns encarregados de educação colocaram em dúvida a credibilidade na avaliação dos alunos do ensino particular, porém o tempo encarregou-se de provar que a avaliação dos alunos do ensino particular é tão rigorosa tanto como no ensino público pelas competências adquiridas e provadas pelos mesmos.
30 O índice de reprovação cifra-se em geral na ordem dos 5 a 10% pelo facto de a rácio professor aluno cifrar-se na ordem de 1 professor para 25 alunos por sala o que facilita a personalização do ensino.
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33 No âmbito das actividades extra-curriculares e no quadro do associativismo os colégios assumem a responsabilidade de promover, preservar e cultivar a cultura Nacional desde a dança, canto, teatro e música com a realização de festivais internos aos festivais provinciais e desde 2013 a associação ensaia o festival de âmbito Nacional, reunindo numa só província alunos de várias cidades.
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35 Pela necessidade e exercício da relação interpessoal e no âmbito do intercâmbio entre os associados, à ANEP, promove anualmente actividades que entretenham e ocupem os alunos no período de férias com a realização de colónias à nível provincial, regional e internacional tendo como objectivo a união e o espírito de Nação nas nossas crianças e adolescentes.
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37 A promoção do desporto à nível dos colégios segue as orientações e programa emanados superiormente pelo MED e direcções provinciais que dentro de um processo de inclusão os alunos do ensino público e particular participam das mesmas actividades e competições, fortalecendo deste modo a parceria entre o ensino público e particular entre o ensino público e particular.
38 Realizam-se anualmente actividades internas, municipais, distritais, provinciais e nacionais nas várias modalidades desportivas.
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40 A qualidade de ensino constitui um imperativo e um compromisso com a sociedade, realizamos anualmente o programa de qualificação e refrescamento, denominado PQR no interior e no exterior do país e tem como objectivo a actualização, capacitação e refrescamento de proprietários, gestores e coordenadores em geral desenvolvendo nos mesmos competências e qualificação
41 Realizamos igualmente programas de superação para o corpo docente que vão desde seminário, workshop a congressos.
42 A nível dos discentes promovemos anualmente concursos à nível do saber científico nas várias disciplinas com carácter interno o que permite a participação com exito nos concursos de matemática promovidos pelo Ministério da educação, participamos igualmente nos concursos de redacção da SADC.
43 A associação promove com periodicidade bianual o Prémio Nacional do Ensino Particular nas categorias (Tradição, formação, empreendedorismo, expansão, tecnologia, inovação curricular, identidade cultural e desporto escolar) este prémio foi instituído como forma de reconhecer, valorizar e dignificar e promover a qualidade das instituições do ensino particular.
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45 1. Interferência significativa de alguns proprietários à nível da gestão dos colégios. 2. Carga tributária muito elevada cobrada pelo Ministério das Finanças. 3. Falta de fluidez na comunicação entre o Ministério da educação e os colégios.
46 4. 35% dos colégios não são associados o que dificulta o controlo, aconselhamento e o cumprimento das normas e orientações superiormente emanadas pelo Ministério, i i Direcções provinciais e ANEP. 5. Concorrência desleal das escolas estrangeiras.
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48 1. Generalização do projecto educativo nos colégios. 2. Alteração do actual regime jurídico de tutela para o regime de paralelismo pedagógico e de autonomia. 3. Surgimento do seguro escolar para casos de acidentes durante o horário escolar e actividades
49 4. Renovação dos alvarás no período de 5 anos incluindo a classificação dos colégios por grupos. 5. Generalização do associativismo
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