ADMINISTRAÇÃO ORTODONTISTA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ADMINISTRAÇÃO ORTODONTISTA"

Transcrição

1 ADMINISTRAÇÃO

2 CONHECIMENTOS GERAIS EM SAÚDE PÚBLICA QUESTÃO 01 A cárie ainda é a principal doença bucal que acomete a população brasileira. Em relação à cárie, pode-se observar que (A) sua prevalência tem diminuído entre os grupos populacionais de menor renda, mas sua incidência permanece inalterada desde a década de 1990, enquanto o oposto ocorre nos grupos de maior renda. (B) sua incidência tende sempre a aumentar, uma vez que sua prevalência está aumentando. (C) seu índice de incidência e prevalência não guardam relação entre si, pois esta é uma doença que não tem cura, apesar dos avanços tecnológicos da odontologia. (D) seu índice de incidência e prevalência tem sofrido um significativo decréscimo nos levantamentos epidemiológicos realizados no Brasil a partir da década de QUESTÃO 02 Um dos fundamentos da promoção da saúde que tem sido preconizado também como uma das bases teóricas da Estratégia de Saúde da Família é a ação intersetorial, que prevê a atuação de diferentes setores da sociedade nas ações promocionais. Nesse sentido, (A) embora seja dever do Estado, a saúde não deve ser vista como uma responsabilidade exclusivamente estatal. Assim sendo, os diferentes setores governamentais, as organizações não-governamentais (ONG), as empresas privadas e os grupos voluntários constituem parceiros desejáveis nos projetos de promoção da saúde, nos quais há algum tipo de a- ção das equipes de saúde da família. (B) no artigo que trata da saúde na Constituição Brasileira está garantido que saúde é direito de todos e dever do Estado, assim, os planejadores de saúde bucal devem estar atentos para este dever estatal e devem evitar em suas ações a parceria com ONG, empresas privadas e grupos voluntários. (C) nos projetos de promoção da saúde desenvolvidos na ESF devem ser estimuladas as ações conjuntas com outros segmentos sociais, porém o financiamento das ações deve ser feito pelo setor da saúde, até porque esta é a única maneira de se garantir um controle efetivo das ações. (D) embora a participação da comunidade seja um fundamento da ESF, essa deve ser limitada e regulada porque cabe ao profissional da área da saúde a responsabilidade pela condução das ações para que a participação comunitária não traga complicações à ação intersetorial. QUESTÃO 03 Ao planejar as ações, os profissionais da ESF devem respeitar os níveis de intervenção da atenção em saúde básica, média e alta complexidade, atendendo às necessidades de referência e contra-referência da rede. Esse princípio é conhecido por (A) descentralização. (B) eqüidade. (C) hierarquização. (D) universalidade. QUESTÃO 04 A epidemiologia é uma ciência que busca identificar a etiologia das doenças. Em 1985, Hill propôs nove critérios de causalidade para distinguir uma associação causal de outra não-causal. Entre os critérios propostos por Hill, qual deles é indispensável para se afirmar a causalidade de uma doença em estudo? (A) Plausibilidade biológica (B) Força da associação (C) Temporalidade (D) Evidência experimental QUESTÃO 05 Voltada a fornecer informações aos médicos, pacientes, financiadores, gestores de serviços e outros tomadores de decisão a Avaliação Tecnológica em Saúde (ATS) permite orientar decisões estratégicas sobre as formas de cuidado aos pacientes, da cobertura de procedimentos e da alocação de recursos. No campo da ATS destacam-se, nas tecnologias em saúde, os atributos referentes às propriedades técnicas de segurança, eficácia e efetividade. Nesse sentido, é correto afirmar que efetividade é: (A) A medida inversa da probabilidade de um resultado adverso e de sua severidade. (B) Uma característica de performance. (C) A medida da relação entre os custos e os benefícios da tecnologia na saúde dos pacientes. (D) A medida dos benefícios de se usar a tecnologia sob condições rotineiras. QUESTÃO 06 Entre as vacinas disponibilizadas pelo Programa Nacional de Imunização (PNI) quais devem ser indicadas para os profissionais da área de saúde? (A) Vacinas contra hepatite A, hepatite C e tétano em qualquer idade. (B) Vacinas contra hepatite C e BCG (tuberculose) em qualquer idade e contra o vírus da influenza (gripe) para os profissionais com idade superior a 59 anos. (C) Vacinas contra raiva e varicela em qualquer idade e vacina contra poliomielite oral para os profissionais com menos de 30 anos de idade. (D) Vacinas contra hepatite B, tétano e difteria (dupla tipo adulto) com reforços periódicos a cada 10 anos para as duas últimas. CONHECIMENTOS GERAIS EM SAÚDE PÚBLICA

3 QUESTÃO 07 Na dinâmica de transmissão de doenças infecciosas pressupõe-se que, se um microorganismo (A) tem alta infectividade e alta patogenicidade, ele tende a infectar um número relativamente grande de indivíduos susceptíveis que tenham sido expostos. Um exemplo dessa situação é a introdução do sarampo em populações não vacinadas e poupadas pela doença, durante muitos anos. (B) tem alta infectividade e baixa patogenicidade, ele tende a disseminar-se rapidamente entre os indivíduos expostos. Um exemplo dessa situação ocorre na hanseníase entre indivíduos que tenham contato social com pacientes paucibacilares. (C) tem baixa infectividade e baixa patogenicidade, ele tende a produzir surtos ou microepidemias em populações susceptíveis, com muitos casos clinicamente evidentes. Um exemplo dessa situação é a diarréia por Salmonella sp de fonte alimentar comum. (D) é passível de ser prevenido por imunização, a freqüência de casos da doença causada por ele está na dependência direta da sua infectividade e patogenicidade e não depende da cobertura vacinal dessa população. Um exemplo dessa situação é a raiva canina. QUESTÃO 08 A tabela abaixo apresenta resultados parciais de um estudo de vigilância sobre doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) em jovens do sexo masculino, em determinado município do Brasil. A população-alvo era constituída de recrutas de 17 a 19 anos que se alistaram em Variável de exposição DST Presente Ausente Total Uso de preservativo Sempre Ocasionalmente Nunca De acordo com os dados apresentados, o risco de DST (A) foi de 5% entre os jovens que referiam usar sempre preservativo nas relações sexuais. (B) foi 10 vezes maior entre os jovens que referiam nunca usar preservativo em comparação com o grupo que referiu usar sempre o preservativo. (C) foi semelhante nos três grupos em relação à freqüência do uso de preservativo. (D) foi 5 vezes maior entre os jovens que referiam usar ocasionalmente preservativo em comparação com o grupo que referiu usar sempre o preservativo. QUESTÃO 10 Segundo Paim (2003), modelos assistenciais, modelos de atenção ou modos de intervenção em saúde são estruturados em função dos problemas epidemiológicos de saúde e que expressam necessidades sociais de saúde historicamente definidas. Nesse sentido, sobre modelo de atenção é correto afirmar: (A) O modelo assistencial privatista é voltado predominantemente para os indivíduos e é centrado na oferta organizada a partir do SUS. (B) O modelo de atenção na perspectiva da vigilância da saúde tem como prioridade o sanitarista que sabe planejar campanhas sanitárias, com ênfase nas a- ções de vigilância epidemiológica e vigilância sanitária desarticuladas porque elas devem ter suas especificidades preservadas. (C) As políticas públicas saudáveis e as ações intersetoriais constituem estratégias a serem priorizadas pelo modelo de atenção que assume os pressupostos da promoção da saúde. (D) A Constituição de 1988 e a Lei n propõem a organização de redes regionalizadas e hierarquizadas de serviços de saúde. Isso implica que o modelo de atenção a ser construído deve priorizar a demanda espontânea. QUESTÃO 11 Antes da implantação do Sistema Único de Saúde (SUS), no Brasil, em 1988, havia um sistema de saúde extremamente excludente que atendia apenas aqueles que pertenciam a determinadas categorias profissionais ou que estavam oficialmente registrados no mercado formal de trabalho, portanto contribuintes da previdência social. Embora todos os princípios do SUS sejam complementares e inseparáveis, pode-se afirmar que, entre esses princípios, o que mais contribui para a superação do antigo modelo nesse aspecto é a (A) universalidade da atenção. (B) integralidade. (C) eqüidade. (D) regionalização e hierarquização. RASCUNHO QUESTÃO 09 No Brasil, uma campanha realizada de 1966 a 1973 foi reconhecida como marco da institucionalização das ações de vigilância no país e fomentou a organização de unidades de vigilância epidemiológica na estrutura das secretarias estaduais. A campanha referida é a de erradicação da (A) varíola. (C) malaria. (B) dengue. (D) poliomielite. CONHECIMENTOS GERAIS EM SAÚDE PÚBLICA

4 QUESTÃO 12 As informações sobre a situação de saúde das populações contribuem para a formulação de políticas públicas e a avaliação de intervenções. A esse respeito observe a tabela a seguir. Eventos de câncer de mama Número absoluto Óbitos/ano 14 Doentes/ano 200 Com base nos dados dessa tabela, é possível calcular o seguinte indicador de saúde: (A) Incidência (B) Prevalência (C) Letalidade (D) Mortalidade QUESTÃO 13 Analise o gráfico a seguir que mostra a mudança na estrutura de mortalidade ocorrida no país entre 1930 e % Ano Considerando o comportamento das doenças do aparelho circulatório, das doenças infecciosas e parasitárias (DIP) e das neoplasias expressas no gráfico, é correto afirmar (A) 1= neoplasias, 2= doenças do aparelho circulatório, 3= DIP (B) 1= DIP, 2 = neoplasias, 3 = doenças do aparelho circulatório (C) 1= doenças do aparelho circulatório, 2 = DIP, 3 = neoplasias (D) 1= DIP, 2 = doenças do aparelho circulatório, 3 = neoplasias QUESTÃO 14 Observe a fórmula apresentada abaixo. Número de óbitos de crianças de 28 a 364 dias no ano de 2006 em Goiânia X 1000 Total de nascidos vivos no ano de 2006 em Goiânia Essa fórmula é utilizada para o cálculo de qual indicador de saúde? (A) Mortalidade infantil (B) Mortalidade pós-neonatal (C) Mortalidade neonatal tardia (D) Mortalidade neonatal precoce CONHECIMENTOS GERAIS EM SAÚDE PÚBLICA

5 QUESTÃO 15 Observe a figura abaixo. tabagismo Hipertensão sobrepeso Colesterol Falta Consumo de frutas e legumes Alcool Sedentarismo Sexo não seguro Polução do ar Agua, Saneamento, e higiene Fonte: WHR, 2002 SVS/MS, baixo peso Deficiencia Ferro Drogas ilícitas Número de mortes (000s) O gráfico apresentado demonstra os vários fatores que levaram o Ministério da Saúde a adotar programas de vigilância em doenças (A) infecciosas. (B) transmitidas por vetores. (C) crônico-degenerativas. (D) sexualmente transmissíveis. RASCUNHO CONHECIMENTOS GERAIS EM SAÚDE PÚBLICA

6 CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS QUESTÃO 16 As variáveis cefalométricas empregadas na análise de Steiner são: (A) 1-NA, 1.NA, ANB, P-NB, 1-NB e 1.NB (B) 1-NA, 1-NB, P-NB, ANB, SND e 1.NB (C) 1-NA, 1-NB, ANB, NAP, SNB e P-NB (D) 1-NB, 1.NB, ANB, SND,P-NB e NAP QUESTÃO 17 A linha H de Holdaway é formada pelos pontos: (A) Pog e Sn (B) Prn e LS (C) Pog e LS (D) LS e Sn QUESTÃO 18 O ponto cefalométrico Ar (articular) representa (A) a parte mais superior da cabeça do côndilo. (B) a intersecção da borda posterior do ramo ascendente da mandíbula com a base do crânio. (C) a parte mais superior e posterior da cabeça do côndilo. (D) a bissetriz do ângulo formado pelas tangentes à borda posterior do ramo ascendente da mandíbula e à borda inferior do corpo da mandíbula. QUESTÃO 19 O plano oclusal mandibular compõem-se do ponto oclusal médio: (A) da superfície de intercuspidação dos primeiros molares e do ponto incisal médio entre as bordas dos incisivos superior e inferior. (B) dos molares e dos pré-molares ou molares decíduos, evitando-se o ponto representativo da borda incisal dos incisivos. (C) da superfície de intercuspidação dos primeiros molares e do ponto representativo da borda incisal do incisivo central inferior. (D) da superfície de intercuspidação dos primeiros molares e do ponto representativo da borda incisal do incisivo central superior. QUESTÃO 20 A fórmula da discrepância de modelo é: (A) espaço presente espaço requerido (B) espaço requerido espaço presente (C) (espaço presente espaço requerido) x 2 (D) espaço presente + espaço requerido QUESTÃO 21 Na análise de modelo, o espaço requerido é obtido por meio (A) do somatório do maior diâmetro mésio-distal dos dentes permanentes localizados de distal do primeiro molar permanente de um lado à distal do primeiro molar permanente do lado oposto. (B) de um fio de latão que deve contornar o arco, de mesial do primeiro molar permanente de um lado à mesial do primeiro molar permanente do lado oposto, passando sobre o maior número possíel de pomtos de contato. Em seguida, retifica-se o fio sobre a régua milimetrada e mede-se o valor. (C) do somatório do maior diâmetro mésio distal dos dentes permanentes localizados de mesial do primeiro molar permanente de um lado à mesial do primeiro molar permanente do lado oposto. (D) de um fio de latão que deve contornar o arco, de distal do primeiro molar permanente de um lado à distal do primeiro molar permanente do lado oposto, passando sobre o maior número possível de pontos de contato. Em seguida, retifica-se o fio sobre uma régua milimetrada e mede-se o valor. QUESTÃO 22 A análise de espaço de Moyers é realizada na dentadura: (A) decídua. (B) permanente. (C) decídua, mista e permanente. (D) mista. QUESTÃO 23 Os três ângulos formados pelo triângulo de Tweed são: (A) FMA, FMIA, SNA (B) FMA, FMIA, IMPA (C) FMIA, IMPA, SNB (D) SNA, SNB, ANB QUESTÃO 24 Na análise de McNamara Jr., são características do retrognatismo relativo: (A) Comprimento efetivo da maxila (CoA) e comprimento efetivo da mandíbula (CoGn) normais e altura facial ântero-inferior (AFAI) aumentada. (B) Comprimento efetivo da maxila (CoA) e comprimento efetivo da mandíbula (CoGn) normais e altura facial ântero-inferior diminuída. (C) Comprimento efetivo da maxila (CoA) normal, comprimento efetivo da mandíbula (CoGn) menor e altura facial ântero-inferior (AFAI) aumentada. (D) Comprimento efetivo da maxila (CoA) normal, comprimento efetivo da mandíbula (CoGn) menor e altura facial ântero-inferior (AFAI) normal.

7 QUESTÃO 25 O índice da análise de Bolton é obtido pela divisão do somatório mésio-distal (A) dos dentes inferiores pelo somatório mésio-distal dos superiores, e multiplicado por 100. (B) dos dentes superiores pelo somatório mésio-distal dos inferiores, e multiplicado por 100. (C) dos dentes inferiores pelo somatório mésio-distal dos superiores, e multiplicado por 2. (D) dos dentes superiores pelo somatório mésio-distal dos inferiores, e multiplicado por 2. QUESTÃO 26 São grandezas cefalométricas que verificam o padrão de crescimento: (A) SNA, SNB, ANB (B) SND, SN.Gn, SN.GoGn (C) FMA, SN.Gn, BaN.PtGn (D) BaN.PtGn, Sn.GoGn, FMIA QUESTÃO 30 O vetor de crescimento da maxila é: (A) para frente e para baixo, porém seu deslocamento se faz para cima e para trás. (B) para o mesmo sentido de seu deslocamento, para frente e para baixo. (C) para cima e para trás, porém seu deslocamento se faz para frente e para baixo. (D) para o mesmo sentido de seu deslocamento, para cima e para trás. QUESTÃO 31 As seis chaves da oclusão normal de Andrews (1972) são: (A) Chave I : Relação interarcos Chave II : Angulação das coroas Chave III : Inclinação das coroas Chave IV : Rotações ausentes Chave V : Curva de Spee Chave VI : Contatos justos QUESTÃO 27 O desenvolvimento da dentição no período pré-natal apresenta como características: (A) o apinhamento na região de incisivos e caninos, visto que o desenvolvimento dos dentes precede o da mandíbula e maxila. (B) o extenso crescimento transverso tanto na sutura palatina mediana quanto na sincondrose sinfisiana. (C) a mineralização da sincondrose sinfisiana e o potencial de crescimento intersticial transverso da mandíbula se extingue. (D) o desenvolvimento transverso dos arcos torna-se coordenado após o estabelecimento da oclusão. QUESTÃO 28 A discrepância cefalométrica corresponde: (A) à diferença entre a posição ideal do incisivo inferior e aquela apresentada pelo paciente. (B) à posição onde o incisivo inferior deve se situar quando avaliado em um cefalograma lateral. (C) à posição onde o incisivo inferior situa-se quando avaliado em um cefalograma lateral. (D) ao espaço requerido espaço presente. QUESTÃO 29 A reabsorção da mandíbula ocorre na seguinte região: (A) côndilo. (B) mento. (C) borda posterior do ramo ascendente. (D) borda anterior do ramo ascendente. (B) (C) (D) Chave I : Relação interarcos Chave II : Inclinação das coroas Chave III : Angulação das coroas Chave IV : Rotações ausentes Chave V : Contatos justos Chave VI : Curva de Spee Chave I : Relação interarcos Chave II : Angulação das coroas Chave III : Inclinação das coroas Chave IV : Rotações ausentes Chave V : Contatos justos Chave VI : Curva de Spee Chave I : Angulação das coroas Chave II : Inclinação das coroas Chave III : Relação interarcos Chave IV : Rotações ausentes Chave V : Curva de Spee Chave VI : Contatos justos

8 QUESTÃO 32 O Lee Way Space refere-se à diferença (A) entre o somatório mésio-distal dos caninos, primeiros e segundos pré-molares permanentes e o somatório mésio-distal dos caninos, primeiros e segundos molares decíduos, sendo maior o valor no arco inferior. (B) entre o somatório mésio-distal dos caninos, primeiros e segundos molares decíduos e o somatório mésio-distal dos caninos, primeiros e segundos prémolares permanentes, sendo maior o valor no arco inferior. (C) entre o somatório mésio-distal dos caninos, primeiros e segundos molares decíduos e o somatório dos caninos, primeiros e segundos pré-molares permanentes, sendo maior o valor no arco superior. (D) entre o somatório mésio-distal dos caninos, primeiros e segundos pré-molares permanentes e o somatório mésio-distal dos caninos, primeiros e segundos molares decíduos, sendo o mesmo valor tanto para o arco superior como inferior. QUESTÃO 33 Os espaços primatas na dentição decídua localizam-se no arco superior, (A) entre o canino e o primeiro molar, e no arco inferior, entre incisivo lateral e o canino. (B) e no arco inferior, entre caninos e primeiros molares. (C) entre o incisivo lateral e o canino, e no arco inferior entre primeiro molar e o segundo molar. (D) entre o incisivo lateral e o canino, e no arco inferior, entre o canino e o primeiro molar. QUESTÃO 34 São efeitos adversos da técnica de extração seriada: (A) inclinação vestibular dos incisivos, mordida aberta anterior e mesialização dos dentes posteriores. (B) inclinação lingual dos incisivos, sobremordida e mesialização dos dentes posteriores. (C) inclinação lingual dos incisivos, sobremordida e distalização dos dentes posteriores. (D) inclinação vestibular dos incisivos, sobremordida e mesialização dos dentes posteriores. QUESTÃO 35 A seqüência correta dos indicadores de maturação das vértebras cervicais de acordo com o método de Hassel e Farman (1995) é: (A) Iniciação, Aceleração, Desaceleração, Maturação, Finalização. (B) Iniciação, Transição, Aceleração, Desaceleração, Maturação, Finalização. (C) Iniciação, Aceleração, Transição, Desaceleração, Maturação, Finalização. (D) Iniciação, Transição, Aceleração, Maturação, Desaceleração, Finalização. QUESTÃO 36 Nem todas as crianças que praticam o hábito de sucção desenvolvem uma mordida aberta anterior. O desenvolvimento desta má oclusão depende (A) do padrão de crescimento e da intensidade, frequência e duração do hábito de sucção. (B) do padrão de crescimento e da posição dos incisivos superiores. (C) da intensidade, freqüência e duração do hábito de sucção e da posição dos incisivos superiores. (D) da intensidade, freqüência e duração do hábito de sucção e da posição dos incisivos superiores. QUESTÃO 37 Define-se binário de força como (A) duas forças paralelas não coincidentes, de igual magnitude e mesmo sentido. (B) duas forças paralelas não coincidentes, de igual magnitude e sentido oposto. (C) duas forças paralelas não coincidentes, de magnitude diferente e mesmo sentido. (D) duas forças perpendiculares e de igual magnitude. QUESTÃO 38 Os fios de aço inoxidável são muito utilizados durante os tratamentos ortodônticos. São características dos fios de aço inoxidável: (A) alta rigidez, baixa flexibilidade, baixa formabilidade e soldabilidade. (B) baixa rigidez, baixa flexibilidade, alta formabilidade e soldabilidade. (C) alta rigidez, alta flexibilidade, alta formabilidade e soldabilidade. (D) alta rigidez, baixa flexibilidade, alta formabilidade e soldabilidade. QUESTÃO 39 A ancoragem intrabucal pode ser classificada em: (A) ancoragem composta, ancoragem estacionária, ancoragem recíproca, ancoragem passiva e ancoragem ativa. (B) ancoragem simples, ancoragem estacionária, ancoragem recíproca, ancoragem passiva e ancoragem ativa. (C) ancoragem simples, ancoragem intermitente, ancoragem contínua, ancoragem passiva e ancoragem a- tiva. (D) ancoragem composta, ancoragem intermitente, ancoragem recíproca, ancoragem passiva e ancoragem ativa.

9 QUESTÃO 40 A acromegalia é uma enfermidade caracterizada por uma maior produção crônica do hormônio de crescimento, com sinais e sintomas na face. É uma característica da acromegalia: (A) prognatismo mandibular. (B) fissura labiopalatina. (C) retrognatismo mandibular. (D) mordida aberta anterior. QUESTÃO 41 Criada nos anos 60 por Willian Buehler, as ligas de níqueltitânio apresentam atualmente em sua composição 52% de níquel, 45% de titânio e 2% de cobalto. Sendo assim, são propriedades mecânicas dos fios de níquel-titânio: (A) alto módulo de elasticidade, baixo módulo de resiliência, baixa tenacidade. (B) baixo módulo de elasticidade, alto módulo de resiliência, baixa tenacidade. (C) alto módulo de elasticidade, alto módulo de resiliência, baixa tenacidade. (D) baixo módulo de elasticidade, alto módulo de resiliência, alta tenacidade. QUESTÃO 42 O protocolo para tratamento interceptivo do indivíduo padrão III mais utilizado é a expansão rápida da maxila seguida da protração maxilar. O objetivo dessa conduta de tratamento é (A) aumentar as discrepâncias esqueléticas. (B) melhorar a estética facial por causa do avanço mandibular. (C) reduzir a necessidade da cirurgia ortognática. (D) controlar o crescimento mandibular. QUESTÃO 43 Constitui característica do período intertransicional: (A) erupção dos incisivos permanentes. (B) esfoliação dos caninos decíduos. (C) ausência de trocas dentárias. (D) erupção dos segundos molares permanentes. QUESTÃO 44 Para diagnosticar uma deglutição atípica, tem-se que observar alguns aspectos no paciente durante o ato da deglutição, tais como: (A) Posicionamento atípico da língua, contração dos masseteres, tamanho e tonicidade da língua (B) Posicionamento atípico da língua, participação da musculatura perioral com presionamento do lábio, cuspir ou acumular saliva ao falar (C) Posicionamento típico da língua, não participação da musculatura perioral com presionamento do lábio, cuspir ou acumular saliva ao falar (D) Posicionamento atípico da língua, participação da musculatura perioral com presionamento do lábio, baba noturna QUESTÃO 45 A verticalização dos molares apresenta alguns efeitos colaterais, tais como: (A) extrusão, contatos prematuros e aumento da sobremordida (B) extrusão, contatos prematuros e mordida aberta (C) intrusão, vestibularização dos incisivos e aumento da mobilidade (D) intrusão, contatos prematuros e aumento da mobilidade QUESTÃO 46 Na expansão rápida da maxila além da sutura palatina mediana, quais outras suturas são afetadas? (A) Fronto-maxilar, zigomático-maxilar e têmporozigomática. (B) Fronto-nasal, zigomático-maxilar e naso-maxilar. (C) Fronto-nasal, zigomático-maxilar e têmporozigomática. (D) Zigomático-maxilar, naso-maxilar e têmporozigomática. QUESTÃO 47 Em um tratamento ortodôntico com extração de pré-molares acontece o denominado efeito cascata, no qual se tem: (A) vestibularização e extrusão dos incisivos, aumentando a sobremordida. (B) lingualização e intrusão dos incisivos, diminuindo a sobremordida. (C) vestibularização e intrusão dos incisivos, diminuindo a sobremordida. (D) lingualização e extrusão dos incisivos, aumentando a sobremordida. QUESTÃO 48 Como alterações morfológicas da interposição labial tem-se: (A) mordida cruzada posterior. (B) mordida aberta anterior ou lateral. (C) vestibularização dos incisivos superiores e inferiores. (D) vestibularização dos incisivos superiores e lingualização dos incisivos inferiores.

10 QUESTÃO 49 A expansão rápida da maxila é um procedimento muito usado nos tratamentos ortodônticos, porém tem-se efeitos indesejáveis nesse procedimento, que são: (A) rotação da maxila para baixo, vestibularização dos dentes posteriores e mordida aberta transitória. (B) rotação da maxila para cima, vestibularização dos dentes posteriores e mordida aberta transitória. (C) rotação da maxila para baixo, vestibularização dos dentes posteriores e mordida fechada (sobremordida) transitória. (D) rotação da maxila para cima, vestibularização dos dentes posteriores e mordida fechada (sobremordida) transitória. QUESTÃO 50 São conseqüências das inclinações e/ou impactações dos molares: (A) defeitos e bolsas infra-ósseas verticais. (B) intrusão dos molares antagonistas. (C) defeitos ósseos horizontais. (D) redução do espaço interradicular na mesial do molar inclinado. RASCUNHO

Molares Decíduos Decíduos

Molares Decíduos Decíduos Ô Ô Ô Ô Osso Frontal e Ossos Próprios do Nariz. Ô Osso Frontal e Ossos Próprios do Nariz. Ossos Esfenóide e Occipital. Ô Osso Frontal e Ossos Próprios do Nariz. Ossos Esfenóide e Occipital. Meato Acústico

Leia mais

Classificação das maloclusões

Classificação das maloclusões Classificação das maloclusões O que é maloclusão? Segundo Strang, maloclusão é algum desvio da oclusão normal dos dentes. Fundamentalmente, más posições dentárias são sintomas de erro de crescimento no

Leia mais

SISTEMAS AUTOLIGÁVEIS BIOMECÂNICA EFICIENTE

SISTEMAS AUTOLIGÁVEIS BIOMECÂNICA EFICIENTE SISTEMAS AUTOLIGÁVEIS BIOMECÂNICA EFICIENTE Fernando Pedrin Carvalho Ferreira Colaboradores: Renata Rodrigues de Almeida Pedrin Bolivar Pimenta Junior 01. Aparelho Ortodôntico Fixo 02. O Tratamento Ortodôntico

Leia mais

Bráquetesq. metálicos cerâmicos plásticos. corpo; base (superfície de contato). fio). aletas; fixação.

Bráquetesq. metálicos cerâmicos plásticos. corpo; base (superfície de contato). fio). aletas; fixação. Bráquetesq metálicos cerâmicos plásticos Composição i ã : corpo; encaixe ou slot (abriga o fio). aletas; fixação. base (superfície de contato). Bráquetes á t simples e duplo. Bráquetes á t para colagem

Leia mais

2ª PARTE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS ORTODONTIA

2ª PARTE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS ORTODONTIA 2ª PARTE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS ORTODONTIA Questão nº: 21 Assinale a alternativa incorreta em relação ao crescimento facial pré-natal, segundo MOYERS (1991): a) A diferenciação da face humana ocorre

Leia mais

UNIVERSIDADE PAULISTA FACULDADE DE ODONTOLOGIA DE

UNIVERSIDADE PAULISTA FACULDADE DE ODONTOLOGIA DE UNIVERSIDADE PAULISTA FACULDADE DE ODONTOLOGIA DE Brasilia UNIP Prof. Dr. Ricardo F. Paulin ANÁLISE FACIAL ð Interdependência Beleza Facial x Oclusão ð Inadequação do padrão dento-esquelético na avaliação

Leia mais

CONSIDERAÇÕES GERAIS

CONSIDERAÇÕES GERAIS BIOTIPOS FACIAIS E SUAS CARACTERÍSTICAS MORFODIFERENCIAIS CONSIDERAÇÕES GERAIS As miscigenações étnico-raciais ocorrem em larga escala, e proporciona diferentes matizes biotipológicas entre os seres humanos.

Leia mais

Classificação de Angle: A Oclusão Normal; B Maloclusão Classe I; C Maloclusão Classe II; D Maloclusão Classe III

Classificação de Angle: A Oclusão Normal; B Maloclusão Classe I; C Maloclusão Classe II; D Maloclusão Classe III CLASSIFICAÇÃO DE ANGLE Edward Harthey Angle (Dental Cosmos, 1899), baseando-se nas relações ântero-posteriores, classificou as maloclusões de acordo com os primeiros molares permanentes, pois eles são

Leia mais

MORDIDAS CRUZADAS. Etiologia

MORDIDAS CRUZADAS. Etiologia MORDIDAS CRUZADAS Mordida Cruzada é uma alteração da oclusão dentária normal, no sentido ântero-posterior para os dentes anteriores, ou no sentido transversal para os dentes posteriores. Etiologia Baseia-se

Leia mais

BITE BLOCK. Série Aparelhos Ortodônticos. A mordida aberta é uma má oclusão que preocupa o ortodontista desde os primórdios

BITE BLOCK. Série Aparelhos Ortodônticos. A mordida aberta é uma má oclusão que preocupa o ortodontista desde os primórdios Série Aparelhos Ortodônticos BITE BLOCK A mordida aberta é uma má oclusão que preocupa o ortodontista desde os primórdios da ortodontia. Persiste uma preocupação, não só quanto ao diagnóstico e planificação

Leia mais

TRATAMENTO PRECOCE DA CLASSE II: RELATO DE CASO

TRATAMENTO PRECOCE DA CLASSE II: RELATO DE CASO TRATAMENTO PRECOCE DA CLASSE II: RELATO DE CASO Login: rtarruda Senha: 123654 Rafael Tibaldi de ARRUDA 1 Carolina Mattar CRUZ 2 Marcus Vinicius CREPALDI 3 Ana Paula de SANTANA 4 Carlos Henrique GUIMARAES

Leia mais

PLACAS ATIVAS PLACA DE HAWLEY COM MOLA

PLACAS ATIVAS PLACA DE HAWLEY COM MOLA PLCS TIVS 02 CPÍTULO PLC DE HWLEY COM MOL placa de Hawley é um aparelho removível muito utilizado em Ortodontia. É usado também após a finalização da Ortodontia corretiva com a finalidade de manter a estabilidade

Leia mais

COMANDO DA AERONÁUTICA EXAME DE ADMISSÃO AO CURSO DE ADAPTAÇÃO DE DENTISTAS DA AERONÁUTICA (CADAR 2013) LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES ABAIXO.

COMANDO DA AERONÁUTICA EXAME DE ADMISSÃO AO CURSO DE ADAPTAÇÃO DE DENTISTAS DA AERONÁUTICA (CADAR 2013) LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES ABAIXO. COMANDO DA AERONÁUTICA VERSÃO B EXAME DE ADMISSÃO AO CURSO DE ADAPTAÇÃO DE DENTISTAS DA AERONÁUTICA (CADAR 2013) ESPECIALIDADE: ORTODONTIA LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES ABAIXO. 1. Este caderno contém

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECIALIZADOS

CONHECIMENTOS ESPECIALIZADOS ORTODONTIA CONHECIMENTOS ESPECIALIZADOS 31) Sobre a estética do sorriso, assinale a alternativa incorreta. a) O processo de envelhecimento também resulta na redução de exposição gengival. b) É normal que,

Leia mais

Má oclusão Classe II, 2ª Divisão de Angle, com sobremordida acentuada

Má oclusão Classe II, 2ª Divisão de Angle, com sobremordida acentuada C a s o C l í n i c o B B O Má oclusão Classe II, 2ª Divisão de Angle, com sobremordida acentuada Paulo Renato Carvalho Ribeiro* Resumo Este relato de caso descreve o tratamento ortodôntico de uma paciente

Leia mais

Nely Rocha de Figueiredo. 63a 11m. Atendimento: 2/5/2014. Dr Sergio Pinho

Nely Rocha de Figueiredo. 63a 11m. Atendimento: 2/5/2014. Dr Sergio Pinho Dr Sergio Pinho Nely Rocha de Figueiredo 63a 11m Atendimento: 2/5/2014 Planos de Referência Avaliar a relação dos planos de referência com o esqueleto facial do paciente, em especial a condição de simetria

Leia mais

CASO 2. SNA = 85 o - maxila moderadamente protruída em relação à base do crânio. Po SNA

CASO 2. SNA = 85 o - maxila moderadamente protruída em relação à base do crânio. Po SNA 1 - - Interseção das linhas e. Determina uma medida angular que mostra o posicionamento ântero-posterior da maxila em relação à base do crânio. Valor padrão de normalidade = 82 o na dentadura permanente

Leia mais

Tratamento de Classe II, Divisão 1, com ausência congênita de incisivo lateral superior

Tratamento de Classe II, Divisão 1, com ausência congênita de incisivo lateral superior A r t i g o d e Di v u l g a ç ã o Tratamento de Classe II, Divisão 1, com ausência congênita de incisivo lateral superior Roberto M. A. Lima Filho*, Anna Carolina Lima**, José H. G. de Oliveira***, Antonio

Leia mais

PROGRAMA DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM ORTODONTIA

PROGRAMA DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM ORTODONTIA PROGRAMA DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM ORTODONTIA OBJETIVO: Preparar cirurgiões dentistas clínicos para o atendimento ortodôntico dentro de uma técnica moderna, completa e mundialmente reconhecida. O programa

Leia mais

1. Introdução. 2. Torque. Centro de Pós Graduação em Ortodontia

1. Introdução. 2. Torque. Centro de Pós Graduação em Ortodontia 1. Introdução Com o surgimento dos acessórios pré-programados, a aplicação do torque passou a ser realizada de duas formas distintas: Pela torção do fio retangular em torno do longo eixo (técnica Edgewise)

Leia mais

COLEÇÃO MANUAIS DA ODONTOLOGIA

COLEÇÃO MANUAIS DA ODONTOLOGIA COLEÇÃO MANUAIS DA ODONTOLOGIA Características normais da oclusão na dentadura decídua CAPÍTULO 2 O que você irá ver neste capítulo: Alessandra Castro Alves Tatiana Kelly da Silva Fidalgo Introdução Análise

Leia mais

Cadastro metas para Indicadores de Monitoramento e Avaliação do Pacto pela Saúde - Prioridades e Objetivos Estado: GOIAS

Cadastro metas para Indicadores de Monitoramento e Avaliação do Pacto pela Saúde - Prioridades e Objetivos Estado: GOIAS Cadastro metas para Indicadores de Monitoramento e Avaliação do Pacto pela Saúde - Prioridades e Objetivos Estado: GOIAS PACTO PELA VIDA PRIORIDADE: I - ATENCAO A SAUDE DO IDOSO. OBJETIVO: PROMOVER A FORMACAO

Leia mais

PARÂMETROS ESTÉTICOS DENTES ANTERIORES E FUNCIONAIS DOS CAPÍTULO

PARÂMETROS ESTÉTICOS DENTES ANTERIORES E FUNCIONAIS DOS CAPÍTULO PARÂMETROS ESTÉTICOS E FUNCIONAIS DOS DENTES ANTERIORES 12 CAPÍTULO ANATOMIA E ESCULTURA DENTAL COLEÇÃO APDESPBR VOLUME I CONCEITOS 299 ANATOMIA E ESCULTURA DENTAL SENSAÇÕES ALINHAMENTO AXIAL BILATERAL

Leia mais

OCLUSÃO OCLUSÃO ESPECIALIZAÇÃO ORTODONTIA ORTOGEO - SJC MALOCLUSÃO OCLUSÃO OCLUSÃO 10/02/2010

OCLUSÃO OCLUSÃO ESPECIALIZAÇÃO ORTODONTIA ORTOGEO - SJC MALOCLUSÃO OCLUSÃO OCLUSÃO 10/02/2010 ESPECIALIZAÇÃO ORTODONTIA ORTOGEO - SJC Ms. Valdeci Lima OCLUSÃO Relação dinâmica, morfológica e funcional entre todos os componentes do sistema mastigatório, incluindo os dentes, tecidos moles de suporte,

Leia mais

GABARITO 1 CARGO: CIRURGIÃO-DENTISTA/ORTODONTIA 08/10/06 NS 07

GABARITO 1 CARGO: CIRURGIÃO-DENTISTA/ORTODONTIA 08/10/06 NS 07 SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE SUS 01. O conceito de demanda é estritamente econômico, significando o volume de bens e serviços que a comunidade está disposta a adquirir a determinados preços. Neste sentido, a

Leia mais

Avaliação Estética de Prof. Dr. Fernando Mandarino. Nome do Paciente:, Data: / /.

Avaliação Estética de Prof. Dr. Fernando Mandarino. Nome do Paciente:, Data: / /. Avaliação Estética de Prof. Dr. Fernando Mandarino Nome do Paciente:, Data: / /. 1. Questões Preliminares 1.1 Se houvesse algo que você pudesse fazer para modificar seu sorriso, o que seria? 1.2 Você prefere

Leia mais

TRATAMENTO DE UMA CLASSE II COM IMPACTAÇÃO DE CANINO E DE PRÉ-MOLAR

TRATAMENTO DE UMA CLASSE II COM IMPACTAÇÃO DE CANINO E DE PRÉ-MOLAR Miguel da Nóbrega Médico Especialista em Estomatologia DUO Faculdade de Cirurgia Dentária Universidade Toulouse [email protected] TRATAMENTO DE UMA CLASSE II COM IMPACTAÇÃO DE CANINO E DE

Leia mais

Prevenção ao seu alcance!

Prevenção ao seu alcance! Prevenção ao seu alcance! Nite-Guide 5 a 7 anos Occlus-o-Guide 8 a 12 anos Ortho-T acima12 anos TM ORTHO tain Healthy Start é uma linha de aparelhos Ortopédicos da Ortho-Tain, com função de Prevenir e

Leia mais

A Saúde dos Portugueses. Perspetiva DE JULHO DE 2015

A Saúde dos Portugueses. Perspetiva DE JULHO DE 2015 A Saúde dos Portugueses. Perspetiva 2015 7 DE JULHO DE 2015 ÍNDICE DE VIDA MELHOR (Better Life Index) OCDE 1º SATISFAÇÃO PESSOAL 2º SAÚDE 3º SEGURANÇA PESSOAL 2 QUANTOS SOMOS: 10,3 MILHÕES Índice sintético

Leia mais

ESPECIALIZAÇÃO EM ORTODONTIA - INNOVARE

ESPECIALIZAÇÃO EM ORTODONTIA - INNOVARE ESPECIALIZAÇÃO EM ORTODONTIA - INNOVARE DISCIPLINAS DO CURSO, CARGA HORÁRIA E PROFESSOR RESPONSÁVEL 1º SEMESTRE: Total = 348h Disciplina Carga Horária Créditos Docente Responsável Ortodontia Básica 48h

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE: Maloclusão de Angle Classe ll; Ortodontia corretiva; Aparelhos ortodônticos funcionais.

PALAVRAS-CHAVE: Maloclusão de Angle Classe ll; Ortodontia corretiva; Aparelhos ortodônticos funcionais. CASO CLÍNICO Tratamento da Má-oclusão de Classe II, Divisão 1 a, com Aparelho Ortopédico Funcional de Avanço Mandibular e Aparelho Ortodôntico Fixo: Relato de Caso Clínico Class II, Division 1 Malocclusion,

Leia mais

BOARD BRASILEIRO DE ORTODONTIA E ORTOPEDIA FACIAL

BOARD BRASILEIRO DE ORTODONTIA E ORTOPEDIA FACIAL BOARD BRASILEIRO DE ORTODONTIA E ORTOPEDIA FACIAL Caso Clínico IGC: 17 Classe II Divisão 1 de Angle, com Retrusão Maxilar, Apinhamento Inferior e Caninos Superiores Impactados Paciente: Pimenta, L. T.

Leia mais

Série Considerações Clínicas. Para ajudar você a tratar com mais segurança. Apinhamento.

Série Considerações Clínicas. Para ajudar você a tratar com mais segurança. Apinhamento. Série Considerações Clínicas. Para ajudar você a tratar com mais segurança. Apinhamento. É mais previsível tratar apinhamento com alinhadores Invisalign se... dentes anteriores estão retroincinados ou

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE ODONTOLOGIA

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE ODONTOLOGIA 0 UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE ODONTOLOGIA MANOELA DE VARGAS CAETANO EFEITOS CLÍNICOS E RADIOGRÁFICOS DO APARELHO LIP BUMPER : RELATO DE CASO CLÍNICO Porto Alegre 2016 1 MANOELA

Leia mais

Sistema de. ImplanteDentário. Catálogo 2014 / 2015

Sistema de. ImplanteDentário. Catálogo 2014 / 2015 Sistema de ImplanteDentário Catálogo 2014 / 2015 Implantes 6 7 Implante Cilíndrico com encaixe Hexagonal Externo 01710 01751 11,5 mm 01823 00970 01878 1 01900 01906 01919 11,5 mm 01937 01963 01986 1 02021

Leia mais

Saúde Coletiva Prof (a) Responsável: Roseli Aparecida de Mello Bergamo

Saúde Coletiva Prof (a) Responsável: Roseli Aparecida de Mello Bergamo Saúde Coletiva Prof (a) Responsável: Roseli Aparecida de Mello Bergamo Conteúdo da Unidade 2.1 Organização do Sistema Único de Saúde - SUS Principais tendências na política de saúde do Brasil 1. Sanitarismo

Leia mais

ENFERMAGEM LEGISLAÇÃO EM SAÚDE. Sistema Único de Saúde - SUS: Constituição Federal, Lei Orgânica da Saúde - Lei nº de 1990 e outras normas

ENFERMAGEM LEGISLAÇÃO EM SAÚDE. Sistema Único de Saúde - SUS: Constituição Federal, Lei Orgânica da Saúde - Lei nº de 1990 e outras normas ENFERMAGEM LEGISLAÇÃO EM SAÚDE Sistema Único de Saúde - SUS: Constituição Federal, Lei Orgânica da Saúde - Lei nº 8.080 de 1990 e outras normas Parte 20 Profª. Tatianeda Silva Campos Pacto pela Saúde /

Leia mais

DENTAL PRESS INTERNATIONAL

DENTAL PRESS INTERNATIONAL MARINGÁMaringá / 2013 2013 1 a Reimpressão DENTAL PRESS INTERNATIONAL 2013 by Dental Press Editora Todos os direitos para a língua portuguesa reservados pela Dental Press Editora Ltda. Nenhuma parte desta

Leia mais

a mordida colapsada posterior com sobreoclusão. Relataram também, que se deve ser tão preciso quanto possível ao descrever a patologia para indicar se são as posições das arcadas ou dos dentes as defeituosas

Leia mais

Maloclusão. Conceitos Básicos Em Ortodontia Veterinária. Alexandre Venceslau, MV - CRMV-SP XXXVI SECITAP 23 a 27 de maio de 2011

Maloclusão. Conceitos Básicos Em Ortodontia Veterinária. Alexandre Venceslau, MV - CRMV-SP XXXVI SECITAP 23 a 27 de maio de 2011 Alexandre Venceslau, MV - CRMV-SP 13557 Formado pela FMVZ / USP Especializado em Odontologia Veterinária desde 2000 Sócio-Fundador da Associação Brasileira de Odontologia Veterinária - A.B.O.V. Proprietário

Leia mais

FACULDADES INTEGRADAS DE PATOS VI JORNADA ACADÊMICA DE ODONTOLOGIA (JOAO) PAINEIS ÁREA 1: DENTÍSTICA, PRÓTESE DENTÁRIA E DISFUNÇÃO TEMPORO-MANDIBULAR

FACULDADES INTEGRADAS DE PATOS VI JORNADA ACADÊMICA DE ODONTOLOGIA (JOAO) PAINEIS ÁREA 1: DENTÍSTICA, PRÓTESE DENTÁRIA E DISFUNÇÃO TEMPORO-MANDIBULAR FACULDADES INTEGRADAS DE PATOS VI JORNADA ACADÊMICA DE ODONTOLOGIA (JOAO) PAINEIS ÁREA 1: DENTÍSTICA, PRÓTESE DENTÁRIA E DISFUNÇÃO TEMPORO-MANDIBULAR P1-001 FECHAMENTO DE DIASTEMA E RECONTORNO DA CURVATURA

Leia mais

UBM IV 2ºano 1º Semestre Mestrado Integrado em Medicina Dentária Octávio Ribeiro 2009/2010

UBM IV 2ºano 1º Semestre Mestrado Integrado em Medicina Dentária Octávio Ribeiro 2009/2010 Incisivos & Caninos UBM IV 2ºano 1º Semestre Mestrado Integrado em Medicina Dentária Octávio Ribeiro 2009/2010 Anatomia Dentária 2º ano. INCISIVOS Incisivos Existem dois por quadrante Função de corte Importância

Leia mais

Qual das seguintes teorias nos diz que o condocrânio domina o desmocrânio?

Qual das seguintes teorias nos diz que o condocrânio domina o desmocrânio? Relativamente aos níveis de controlo do crescimento: a) Centro de crescimento é a zona na qual se produz o crescimento; b) Lugar de crescimento é a zona onde se produz um crescimento independente; c) Todos

Leia mais

compensatório da no paciente adulto Introdução Fabrício Pinelli Valarelli Karina Maria Salvatore de Freitas Rodrigo Hermont Cançado

compensatório da no paciente adulto Introdução Fabrício Pinelli Valarelli Karina Maria Salvatore de Freitas Rodrigo Hermont Cançado Tratamento compensatório da mordida aberta anterior no paciente adulto Fabrício Pinelli Valarelli Karina Maria Salvatore de Freitas Rodrigo Hermont Cançado Introdução O tratamento da mordida aberta anterior

Leia mais

Pacto de Gestão do SUS. Pacto pela Vida. Pacto em Defesa do SUS

Pacto de Gestão do SUS. Pacto pela Vida. Pacto em Defesa do SUS Pacto de Gestão do SUS Pacto pela Vida Pacto em Defesa do SUS PACTO PELA SAÚDE O Pacto pela Vida é o compromisso entre os gestores do SUS em torno de prioridades que apresentam impacto sobre a situação

Leia mais

07 D 08 C 09 B 10 A 11 B 12 A 13 C 14 A 15 D 16 C 17 B 18 C 19 D O nono parágrafo emprega o verbo surge, o qual se refere à expressão o conceito de fl

07 D 08 C 09 B 10 A 11 B 12 A 13 C 14 A 15 D 16 C 17 B 18 C 19 D O nono parágrafo emprega o verbo surge, o qual se refere à expressão o conceito de fl ESPECIALIDADE: ORTODONTIA VERSÃO A COMANDO DA AERONÁUTICA EXAME DE ADMISSÃO AOS CURSOS DE ADAPTAÇÃO DE MÉDICOS, DENTISTAS E FARMACÊUTICOS DA AERONÁUTICA (CCC 2010) 01 D 02 A 03 B 04 D 05 B 06 C A alternativa

Leia mais

Crescimento da Mandíbula. Cartilagem de Meckel e Mandíbula Óssea

Crescimento da Mandíbula. Cartilagem de Meckel e Mandíbula Óssea Cartilagem de Meckel e Mandíbula Óssea O primeiro par de arcos branquiais é o precursor da maxila e da mandíbula Porém, a maxila é derivada de uma pequena proeminência deste arco branquial, muito menor

Leia mais

A saúde do tamanho do Brasil

A saúde do tamanho do Brasil A saúde do tamanho do Brasil BREVE HISTÓRIA DE UMA LONGA CAMINHADA A saúde é um direito de todos e um dever do estado. Essa conquista social, incorporada à Constituição Federal de 1988 e construída a partir

Leia mais

2ª. PARTE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

2ª. PARTE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 2ª. PARTE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS ORTODONTIA 21. O ligamento periodontal, com aproximadamente 0,25 mm de largura, é o tecido conjuntivo frouxo ricamente vascularizado e celular que circunda as raízes

Leia mais

UERGS Administração de Sistemas e Serviços de Saúde Introdução ao Método Epidemiológico

UERGS Administração de Sistemas e Serviços de Saúde Introdução ao Método Epidemiológico UERGS Administração de Sistemas e Serviços de Saúde Introdução ao Método Epidemiológico 1. Assunto: Indicadores epidemiológicos, de morbidade: incidência, prevalência, taxa de ataque e taxa de ataque secundária..

Leia mais

Prestação de Contas 1º trimestre Indicadores de Saúde

Prestação de Contas 1º trimestre Indicadores de Saúde Prestação de Contas 1º trimestre 2012 es de Saúde Cenário atual Transição... Publicação do Decreto nº 7.508, de 28/06/, regulamentando a Lei nº 8.080. Novas regras para os processos operacionais do SUS

Leia mais

ATLAS DE CONFECÇÃO DE DISPOSIIVOS MECÂNICOS

ATLAS DE CONFECÇÃO DE DISPOSIIVOS MECÂNICOS ATLAS DE CONFECÇÃO DE DISPOSIIVOS MECÂNICOS Registro ANVISA nº 80519210001 Relação dos componentes do Sistema SAO Registro ANVISA dos componentes do Sistema SAO: 80519210001 Edição 1208-00-01 Página 1

Leia mais

LAB. - Laboratório multidisciplinar (37) quadro branco e Multimídia B.A. - Banheira para Typodont (04)

LAB. - Laboratório multidisciplinar (37) quadro branco e Multimídia B.A. - Banheira para Typodont (04) CRONOGRAMA DE AULAS DO CURSO DE APERFEIÇOAMENTO EM ORTODONTIA FACULDADE DE ODONTOLOGIA SÃO LEOPOLDO MANDIC TURMA (04/12 04/14) VII - NOTURNO (30/03/2012) S.A. - Sala de aula com Multimídia Q. B. - Quadro

Leia mais

PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Cód. 35. Entende-se por comportamento endêmico de uma doença quando:

PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Cód. 35. Entende-se por comportamento endêmico de uma doença quando: 8 PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Cód. 35 QUESTÃO 17 Entende-se por comportamento endêmico de uma doença quando: a) apresenta uma variação sazonal bem definida. b) ocorre em grande número de países

Leia mais

Mordida Profunda Definição. Trespasse vertical

Mordida Profunda Definição. Trespasse vertical Mordida Profunda Definição Trespasse vertical Mordida Profunda Diagnóstico Os fatores que contribuem variam de acordo com a oclusão: u Em boas oclusões é determinda por fatores dentários: t Comprimento

Leia mais

ANALISTA EM SAÚDE I ANALIST

ANALISTA EM SAÚDE I ANALIST ADMINISTRAÇÃO PREFEITURA MUNICIPAL DE GOIÂNIA CONCURSO PÚBLICO EDITAL Nº 001 /2006 QUESTÃO 01 A cárie ainda é a principal doença bucal que acomete a população brasileira. Em relação à cárie, pode-se observar

Leia mais

MARIO VEDOVELLO FILHO E COLABORADORES. Cefalometria. Técnicas de Diagnóstico e Procedimentos. 2ª Edição

MARIO VEDOVELLO FILHO E COLABORADORES. Cefalometria. Técnicas de Diagnóstico e Procedimentos. 2ª Edição MARIO VEDOVELLO FILHO E COLABORADORES Cefalometria Técnicas de Diagnóstico e Procedimentos 2ª Edição 01 014 HISTÓRIA DA CEFALOMETRIA Mario Vedovello Filho CEFALOMETRIA RADIOGRÁFICA EM ORTODONTIA Carlos

Leia mais

2ª PARTE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS ORTODONTIA

2ª PARTE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS ORTODONTIA 2ª PARTE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Questão nº: 21 ORTODONTIA Qual o tipo de deglutição com projeção lingual que é mais provável de estar associada com problemas nasorrespiratórios crônicos, segundo Moyers:

Leia mais

relato de um caso clínico

relato de um caso clínico Mordidas cruzadas anteriores: diagnóstico e tratamento da pseudoclasse 111 relato de um caso clínico Anterior cross-bite: diagnosis and treatment of pseudoclass 111- clinical case report Djalma Roque vvoitchunss'

Leia mais

TRATAMENTO DE MORDIDA CRUZADA ANTERIOR: RELATO DE CASO CLÍNICO

TRATAMENTO DE MORDIDA CRUZADA ANTERIOR: RELATO DE CASO CLÍNICO TRATAMENTO DE MORDIDA CRUZADA ANTERIOR: RELATO DE CASO CLÍNICO Autor apresentador : Islana Cléia Carvalho VIEIRA¹ Autor: Thatiana Fernandes SANTOS¹ Autor: Milena CARVALHO Autor: Anne Maria Guimarães LESSA

Leia mais

BIOMECÂNICA DO MOVIMENTO ORTODÔNTICO. forças que permite o controle do movimento dentário.

BIOMECÂNICA DO MOVIMENTO ORTODÔNTICO. forças que permite o controle do movimento dentário. BIOMECÂNICA DO MOVIMENTO ORTODÔNTICO A biomecânica é uma ciência i básica da Ortodontia e observa 3 áreas essenciais: 1. Estudo do sistema de forças que permite o controle do movimento dentário. 2. Comportamento

Leia mais

Unidade: Medidas de Frequência de Doenças e Indicadores de Saúde em Epidemiologia. Unidade I:

Unidade: Medidas de Frequência de Doenças e Indicadores de Saúde em Epidemiologia. Unidade I: Unidade: Medidas de Frequência de Doenças e Indicadores de Saúde em Epidemiologia Unidade I: 0 Unidade: Medidas de Frequência de Doenças e Indicadores de Saúde em Epidemiologia Introdução Existem evidências

Leia mais

Sumário. Capítulo 1 Introdução Capítulo 2 Procedimento Cirúrgico para Inserção de Miniimplantes... Capítulo 3 Verticalização Molar...

Sumário. Capítulo 1 Introdução Capítulo 2 Procedimento Cirúrgico para Inserção de Miniimplantes... Capítulo 3 Verticalização Molar... Sumário Capítulo 1 Introdução... 7 Capítulo 2 Procedimento Cirúrgico para Inserção de Miniimplantes... 11 Inserção de mini-implantes pelo método com broca...12 Procedimento cirúrgico... 12 Inserção de

Leia mais

11,30,43. Mini-implantes têm sido associados a diversos métodos de 15,33,42.

11,30,43. Mini-implantes têm sido associados a diversos métodos de 15,33,42. INTRODUÇÃO 2 1 - INTRODUÇÃO As más oclusões de Classe II apresentam variadas formas de expressão, além de uma elevada prevalência, podendo responder por aproximadamente 55% dos pacientes que procuram tratamento

Leia mais

Overlays indiretas de compósitos nano-híbridos nas correções oclusais classe II de angle

Overlays indiretas de compósitos nano-híbridos nas correções oclusais classe II de angle www.kulzer.com.br Variotime Bite / Charisma Diamond. Daniel Cassiolato Saúde bucal nas melhores mãos. Resumo: Diagnóstico Paciente Sr. G. M., sexo masculino, 28 anos de idade. Oclusão CL II de Angle com

Leia mais

1) grade fixa 2) arco palatino 3) banda 4) solda para unir a banda ao arco FIGURA 1 FIGURA 2

1) grade fixa 2) arco palatino 3) banda 4) solda para unir a banda ao arco FIGURA 1 FIGURA 2 Série Aparelhos Ortodônticos GRADE PALATINA GRADE PALATINA A grande preocupação atual em identificar-se as características de uma má oclusão nos sentidos transversal e vertical, deve-se ao fato de que

Leia mais

Série de Considerações Clínicas. Dedicado a ajudá-lo a tratar com mais confiança. Mordida Profunda.

Série de Considerações Clínicas. Dedicado a ajudá-lo a tratar com mais confiança. Mordida Profunda. Série de Considerações Clínicas. Dedicado a ajudá-lo a tratar com mais confiança. Mordida Profunda. É mais previsível tratar a Mordida Profunda com Invisalign se... 1. Ambos os arcos os dentes superiores

Leia mais

Conceito de Ecoepidemiologia Prof. Claudia Witzel

Conceito de Ecoepidemiologia Prof. Claudia Witzel Conceito de Ecoepidemiologia Prof. Claudia Witzel Definição Os fenômenos estudados pela epidemiologia pertencem ao âmbito coletivo e, portanto, devem remeter ao social. Faz sentido pensar em algum processo

Leia mais

do arco utilidade INTRODUÇÃO OBJETIVOS

do arco utilidade INTRODUÇÃO OBJETIVOS versatilidade clínica do arco utilidade Márcio Antonio de Figueiredo Claudia Tebet Peyres de Figueiredo Masato Nobuyasu Marco Antonio Scanavini Danilo Furquim Siqueira INTRODUÇÃO Dentro da ciência Bioprogressiva,

Leia mais

Trabalho Final Atividades Integradoras IV. Aline dos Santos Novaes Martins

Trabalho Final Atividades Integradoras IV. Aline dos Santos Novaes Martins Trabalho Final Atividades Integradoras IV Aline dos Santos Novaes Martins Centro de Vigilância Epidemiológica do Estado de São Paulo CVE/SP Missão A missão do Centro de Vigilância Epidemiológica Alexandre

Leia mais

FACULDADE SETE LAGOAS FACSETE JOÃO BATISTA LIMA ORTIZ MÁ OCLUSÃO DE CLASSE I COM APINHAMENTO TRATADO COM EXTRAÇÃO DE PRÉ-MOLARES

FACULDADE SETE LAGOAS FACSETE JOÃO BATISTA LIMA ORTIZ MÁ OCLUSÃO DE CLASSE I COM APINHAMENTO TRATADO COM EXTRAÇÃO DE PRÉ-MOLARES FACULDADE SETE LAGOAS FACSETE JOÃO BATISTA LIMA ORTIZ MÁ OCLUSÃO DE CLASSE I COM APINHAMENTO TRATADO COM EXTRAÇÃO DE PRÉ-MOLARES PORTO VELHO/RO 2018 JOÃO BATISTA LIMA ORTIZ MÁ OCLUSÃO DE CLASSE I COM APINHAMENTO

Leia mais

Ortodontia com Excelência

Ortodontia com Excelência Ortodontia com Excelência n a b u s c a d a p e r f e i ç ã o c l í n i c a SUMÁRIO 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 Sistema Autoligado - Biomecânica de Tratamento O Arco do Sorriso na Ortodontia Smile Arc

Leia mais

ESPECIALIZAÇÃO EM AUDITORIA E GESTÃO EM SERVIÇOS INTEGRADOS DE SAÚDE. Módulo: Atenção a Saúde nos Municípios

ESPECIALIZAÇÃO EM AUDITORIA E GESTÃO EM SERVIÇOS INTEGRADOS DE SAÚDE. Módulo: Atenção a Saúde nos Municípios ESPECIALIZAÇÃO EM AUDITORIA E GESTÃO EM SERVIÇOS INTEGRADOS DE SAÚDE Módulo: Atenção a Saúde nos Municípios Modelos Tecnoassistenciais em Saúde M.SC. Helen Lima Novembro 2009 Combinações tecnológicas estruturadas

Leia mais

PROCESSO SELETIVO DE TRANSFERÊNCIA EXTERNA CADERNO DE PROVA

PROCESSO SELETIVO DE TRANSFERÊNCIA EXTERNA CADERNO DE PROVA PROCESSO SELETIVO DE TRANSFERÊNCIA EXTERNA 19/10/2014 INSTRUÇÕES CADERNO DE PROVA 1. Confira, abaixo, seu nome e número de inscrição. Confira, também, o curso e a série correspondentes à sua inscrição.

Leia mais

Mantenedores de Espaço e sua Aplicação Clínica

Mantenedores de Espaço e sua Aplicação Clínica REVISÃO DA LITERATURA Mantenedores de Espaço e sua Aplicação Clínica Guidelines on the Use of Space Maintainers Renato Rodrigues de ALMEIDA* Renata Rodrigues de ALMEIDA-PEDRIN** Marcio Rodrigues de ALMEIDA***

Leia mais

FACULDADE SETE LAGOAS FACSETE EMANUELE DE OLIVEIRA PASCOAL CLASSE III COM BIPROTRUSÃO E EXTRAÇÃO DE 4 PRÉ-MOLARES RELATO DE CASO CLÍNICO

FACULDADE SETE LAGOAS FACSETE EMANUELE DE OLIVEIRA PASCOAL CLASSE III COM BIPROTRUSÃO E EXTRAÇÃO DE 4 PRÉ-MOLARES RELATO DE CASO CLÍNICO FACULDADE SETE LAGOAS FACSETE EMANUELE DE OLIVEIRA PASCOAL CLASSE III COM BIPROTRUSÃO E EXTRAÇÃO DE 4 PRÉ-MOLARES RELATO DE CASO CLÍNICO PORTO VELHO/RO 2018 EMANUELE DE OLIVEIRA PASCOAL CLASSE III COM

Leia mais

Correção da maloclusão Classe II com sobremordida profunda

Correção da maloclusão Classe II com sobremordida profunda Correção da maloclusão Classe II com sobremordida profunda Treatment of Class II malocclusion with deep overbite Resumo Relato de caso clínico de um paciente com 10 anos e 11 meses portador de maloclusão

Leia mais

SUMÁRIOTERAPÊUTICA BIOMECÂNICA DA CURVA DE SPEE ROTAÇÃO MOLAR E EXPANSÃO SUPERIOR REAÇÃO INVERSA DA MANDÍBULA

SUMÁRIOTERAPÊUTICA BIOMECÂNICA DA CURVA DE SPEE ROTAÇÃO MOLAR E EXPANSÃO SUPERIOR REAÇÃO INVERSA DA MANDÍBULA Parte 1 - TERAPÊUTICA SUMÁRIOTERAPÊUTICA PARTE 1 - TERAPÊUTICA BIOMECÂNICA DA CURVA DE SPEE 15-41 ROTAÇÃO MOLAR E EXPANSÃO SUPERIOR 43-81 REAÇÃO INVERSA DA MANDÍBULA 83-122 CONTROLE VERTICAL POSTERIOR

Leia mais

Arcos, Fios e Molas. Variação de Arcos de Nitinol Variação de Arcos de Aço Diversos Fios em Vareta Variedade de Molas de Nitinol

Arcos, Fios e Molas. Variação de Arcos de Nitinol Variação de Arcos de Aço Diversos Fios em Vareta Variedade de Molas de Nitinol Arcos, Fios e Molas Variação de Arcos de Nitinol Variação de Arcos de Aço Diversos Fios em Vareta Variedade de Molas de Nitinol 38 Arcos de Nitinol Termo Ativado Este fio é ativado pelo calor da boca e

Leia mais

Prof. Gustavo Hauber Gameiro. GRUPO DE ESTUDOS AVANÇADOS EM ORTODONTIA

Prof. Gustavo Hauber Gameiro.  GRUPO DE ESTUDOS AVANÇADOS EM ORTODONTIA www.andradegameiro.com.br G E A O GRUPO DE ESTUDOS AVANÇADOS EM ORTODONTIA BIOMECÂNICA AVANÇADA Técnica do Arco Segmentado Aliada à Ortodontia Straight-wire Contemporânea Prof. Gustavo Hauber Gameiro Objetivos

Leia mais

ESTADO DE SANTA CATARINA MUNICÍPIO DE PORTO BELO

ESTADO DE SANTA CATARINA MUNICÍPIO DE PORTO BELO CONHECIMENTOS GERAIS (10 QUESTÕES): SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE CONCURSO PÚBLICO ESF EDITAL Nº 001/2019 ANEXO I PROGRAMA DE PROVA SISTEMA UNICO DE SAÚDE Legislação do SUS Participação da Comunidade e

Leia mais

IV Curso Especialização em Ortodontia Clínica

IV Curso Especialização em Ortodontia Clínica IV Curso Especialização em Ortodontia Clínica Outubro 2017 Quinta-feira 12 1.Apresentação do programa/material/regras nas aulas teóricas/práticas / 2.Avaliação 3.Evolução da ortodontia 1.Terminologia em

Leia mais

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE ODONTOLOGIA PÓS-GRADUAÇÃO

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE ODONTOLOGIA PÓS-GRADUAÇÃO 1 RELAÇÃO DE DISSERTAÇÕES - MESTRADO EM ORTODONTIA E ORTOPEDIA FACIAL AUTOR: TELMO BANDEIRA BERTHOLD ORIENTADOR(A): PROFA. DRA. NILZA PEREIRA DA COSTA INICIO DO CURSO: 1996 DATA DA DEFESA: 11/08/1998 ATA

Leia mais

RADIOLOGIAODONTOLÓGICA ENFRASERVER

RADIOLOGIAODONTOLÓGICA ENFRASERVER RADIOLOGIAODONTOLÓGICA ENFRASERVER 1 Radiologia Odontológica Radiologia Odontológica Art 23. Imaginologia Dento-Maxilo-Facial é a especialidade que tem como objetivo a aplicação dos métodos exploratórios

Leia mais

Músculos da Mastigação

Músculos da Mastigação Músculos da Mastigação São consideradas funções estomatognáticas a sucção, mastigação, deglutição, respiração e a fala. Comportamento normal na sucção de neonatos 1. Vedamento labial; 2. Contração do

Leia mais

Avaliação da prevalência das seis chaves de oclusão de Andrews, em jovens brasileiros com oclusão normal natural

Avaliação da prevalência das seis chaves de oclusão de Andrews, em jovens brasileiros com oclusão normal natural A r t i g o I n é d i t o Avaliação da prevalência das seis chaves de oclusão de Andrews, em jovens brasileiros com oclusão normal natural Liliana Ávila Maltagliati*, Luciana Andrade do Prado Montes**,

Leia mais

Má oclusão Classe III de Angle, subdivisão direita, tratada sem exodontias e com controle de crescimento*

Má oclusão Classe III de Angle, subdivisão direita, tratada sem exodontias e com controle de crescimento* C a s o C l í n i c o B B O Má oclusão Classe III de Angle, subdivisão direita, tratada sem exodontias e com controle de crescimento* Sérgio Henrique Casarim Fernandes** Resumo A Classe III de Angle é

Leia mais