Conta de Cultura do Pinheiro Manso
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- Norma Veiga Canedo
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1 união da floresta mediterranica Conta de Cultura do Pinheiro Manso ContaPm1. Abril 214 No âmbito do Programa de Valorização da Fileira da Pinha/Pinhão foi desenvolvida uma ferramenta de trabalho com vista à definição do Modelo Base da Conta de Cultura do Pinheiro Manso, ferramenta designada por ContaPm1.. O objetivo principal deste instrumento é fornecer aos produtores florestais uma ferramenta de apoio à gestão dos povoamentos de Pinheiro manso, capaz de sintetizar as principais operações decorrentes do modelo de silvicultura, associando-as a estimativas de custos e de receitas, com vista à determinação o respetivo cash-flow e de outros indicadores económico-financeiros (,, etc.) A versão atualmente disponível refere-se à obtenção da conta de cultura para povoamentos jovens, instalados ou a instalar, de composição pura e estrutura regular. União Europeia Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional
2 Disponível para download gratuito em Ferramenta desenvolvida em Microsoft Excel 27 A ferramenta desenvolvida pela UNAC consiste numa folha de cálculo parametrizada desenvolvida em Microsoft Excel 27. Trata-se de uma ferramenta de análise económica simples, acessível e intuitiva - a ContaPM 1. - que permite o conhecimento da conta de cultura do pinheiro manso. Através da introdução de valores (custos, produções e preços) e após a definição de opções de gestão, é feita a análise da sua rentabilidade e/ou são identificadas formas de a maximizar, assim como simular o impacto de potenciais alterações de gestão, práticas, preços ou produções para diferentes períodos temporais. ContaPm 1. Registo histórico das operações, custos e receitas ao longo do ciclo de vida Análise de rentabilidade de diferentes tecnologias de produção (enxertia vs não enxertia) ou opções de gestão Análise da variação da rentabilidade em função de alterações nos preços ou de fatores de produção Funcionamento da Ferramenta ContaPm Definição da estrutura de custos que será utilizada na conta de cultura. 2. Utilizador possui duas opções de escolha: a estrutura de Custos CAOF ou a estrutura de Custos Próprios. a. Optando pela estrutura de Custos CAOF o utilizador não necessita de conhecer os custos das várias operações do modelo de silvicultura, pois nesta opção consideram-se os valores médios da matriz CAOF 211/212 para a determinação dos custos das várias operações. b. Se o utilizador conhecer os custos das operações, pode optar pela estrutura de Custos Próprios. 3. O utilizador terá de identificar e selecionar: a. operações relativas à instalação do povoamento e consolidação da instalação; b. operações relativas à manutenção do povoamento instalado; c. outras operações associadas à gestão florestal 4. Definição do Modelo de Silvicultura, ou seja, a sequência de operações a realizar em cada ano, durante o horizonte de planeamento (até à idade limite de 1 anos).
3 Modelo UNAC O modelo de silvicultura definido pela UNAC (modelo tipo) considera a instalação de um povoamento puro e regular de pinheiro manso com objetivos de produção de fruto, sem enxertia. As operações selecionadas, assim como os anos de intervenção, definidos pela UNAC, poderão ser, contudo, alterados pelo utilizador, podendo o modelo tipo servir como base à constituição de um modelo de silvicultura personalizado. O modelo de silvicultura padrão definido para o Pinhal Manso é uma mera hipótese técnica: diferentes pressupostos podem ser aplicados na definição de um modelo de silvicultura para o Pinhal Manso. O modelo tipo tem como único objetivo possibilitar um modelo genérico de comparação. O modelo pré-definido pela UNAC pode servir como base à constituição de um modelo de silvicultura personalizado pelo utilizador. Parâmetros do Modelo Base Parâmetros da produção: - Idade de inicio de produção: 15 anos - Produção inicial de pinhas: 1,5 kg/árvore - Produção por árvore num período de 5 anos: 1,96 kg/árvore - A produção de madeira de árvores jovens (1º e 2º desbaste) não é considerada - Produção de madeira de árvores adultas de,7 ton/árvore Parâmetros de mercado: - Taxa de juro de 4% - Custo de apanha de pinha de,3 /kg - Preço de venda de pinha de,7 /kg - Sem valorização da madeira de 1º e 2º desbastes - Preço da madeira de árvores adultas (3º desbaste e em corte final) de 15 /ton. Especificações do Modelo - Compasso de instalação 8x3 (417 plantas/ha) - Limpeza de vegetação com grade de discos - Abertura de vala e cômoro a 3m - Plantação manual de resinosas em contentor - Adubação manual na cova com adubo NPK - Sacha e amontoa - Operações de consolidação da instalação (após 1 ano ) - Controlo de vegetação espontânea na linha com motorroçadora - Retancha de 15% - Sem enxertia - Desramações de 5 em 5 anos (até ao ano 2) - Adubação NPK de 1 em 1 anos - Controlo da vegetação espontânea na entrelinha com grade de discos de 5 em 5 anos - 1º desbaste de 5% da densidade aos 1 anos - Inicio da apanha de pinha aos 25 anos - 2º desbaste de 3% da densidade aos 28 anos - Corte final do povoamento aos 8 anos (146 árvores/ha) - Custos CAOF 211/212
4 Aplicação & Cenários Cenário 1 - Modelo UNAC com gradagens, com adubações e sem enxertia, s/ apoios investimento 657, 4% 1,7 26,37 Cash-flow acumulado (/ha) Cenário 2 - Modelo UNAC com gradagens, com adubações e sem enxertia, c/ apoios investimento (s/ prémios) 1.648,43 4,6% 1,16 66,15 Cash-flow acumulado (/ha)
5 Cenário 3 - Modelo UNAC com gradagens, com adubações e com enxertia, s/ apoios investimento (s/ prémios) 9.321,48 8,6% 1,57 379,9 Cash-flow acumulado (/ha) Cenário 4 - Modelo UNAC com gradagens, com adubações e sem enxertia, c/ tratamentos fitossanitários aéreos (5 anos) 43,85 3,9% 1,4 17,29 Cash-flow acumulado (/ha)
6 Programa de Valorização da Fileira da Pinha/ Pinhão O Programa de Valorização da Fileira da Pinha/ Pinhão, uma iniciativa da UNAC apoiada no âmbito do QREN através do Programa INALENTEJO, com investimento que ascende a e com co-financiamento FEDER de 7%. Destina-se à Melhoria da Competitividade da fileira da pinha/pinhão na região do Alentejo, ao Fomento da Cultura do Pinhão, à Promoção, Comunicação e Marketing, à Organização, Dinâmicas e Interesses da Fileira, e à Transferência e Difusão do Conhecimento. O objetivo geral do projeto é assim criar informações e condições para melhorar a competitividade da fileira da pinha/pinhão na região do Alentejo, visando aumentar o acesso à informação por parte de todos os agentes económicos do sector, para além da restante sociedade civil. UNAC - União da Floresta Mediterrânica A UNAC representa os interesses dos produtores florestais do espaço mediterrânico português junto das instituições nacionais e europeias, através de uma estratégia de intervenção de cariz técnico-político. Acompanha e analisa todos os processos e iniciativas com relevância e interesse para os seus associados, como é o caso das políticas rurais, florestais, ambientais e fiscais. Através da UNAC, as organizações de produtores florestais do espaço mediterrânico definem posições comuns sobre temas estratégicos e transversais, desenvolvendo contributos e participações válidas, construtivas e tecnicamente fundamentadas. Tem uma área territorial de influência de dois milhões de hectares, representando cerca de 7. hectares de áreas agroflorestais e cerca de 16. produtores. UNAC-UNIÃO DA FLORESTA MEDITERRÂNICA R. Mestre Lima de Freitas, n.º 1, Lisboa Tel.: Fax: [email protected]
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