Curso de Operação Prática de Instrumentos

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1 Curso de Operação Prática de Instrumentos Data: 09 à 13 de Agosto de 2010 Horário: 07:28 h às 17:29 h Carga Horária: 45 horas Local: São José dos Campos / SP DOCENTE: Marco Aurélio Luttgardes - Engenheiro de Segurança do Trabalho e Auditor Fiscal do Trabalho aposentado (DRT SP, SubDRT de São José dos Campos e DRT RJ) e Higienista Ocupacional Certificado (HOC ABHO). Foi Engenheiro de Segurança do Trabalho da Kodak Brasileira de São José dos Campos. Instrutor de cursos de Reconhecimento e Avaliação de Riscos Ocupacionais para Auditores Fiscais da Previdência Social e Auditores Fiscais do Trabalho. Professor convidado das Universidades UFRJ, UFF e UERJ e UFBA. OBJETIVO: Capacitar os participantes em metodologia e estratégia de amostragem de riscos físicos, químicos e biológicos, com ênfase na utilização prática de instrumentos de avaliação, mostrando soluções para problemas que já ocorreram ou que podem ocorrer com você. PÚBLICO ALVO: Engenheiros de Segurança e Médicos do Trabalho; Técnicos de Segurança do Trabalho; Enfermeiros e Técnicos de Enfermagem do Trabalho; Estudantes de cursos de segurança do trabalho; Demais profissionais envolvidos em Segurança do Trabalho Tel./Fax: (12) [email protected]

2 INVESTIMENTO: R$ 1.280,00 Para pagamento realizado até o dia 30 de Junho de R$ 1.400,00 Para pagamento realizado após o dia 30 de Junho de CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: RUÍDO Conceituação dos diversos tipos de ruído. Os Limites de Exposição do MTE, INSS, ACGIH, OSHA e NIOSH. Como fazer leitura quando a oscilação do nível de ruído for grande e aleatória. Dosimetria - Cálculo da Dose de ruído. Programação de audiodosímetros. O uso correto do CL, TL, FDD, IDD, ER ou q. A importância da programação do Ganho do instrumento. O que diz a Norma Técnica NHO 01 da Fundacentro. A Norma Técnica IEC Os tipos de medidores de ruído permitidos A nova Norma Técnica IEC O que ela representa. A Norma Técnica ANSI S Os tipos de audiodosímetros permitidos. A nova Norma Técnica IEC O menor dosímetro do mundo. Sem fio. Sem unidade leitora externa. A representatividade da amostragem de ruído. As Normas Técnicas ANSI 1.40 e IEC Os tipos de calibradores acústicos permitidos. Cálculo de Nível Médio. Usar Lavg ou Leq? O que é melhor usar Lavg ou Dose? Como calcular a dose de ruído semanal? Dosimetria de ruído deve ser interrompida na hora do almoço ou não? A partir de que nível de ruído trabalhadoras grávidas podem propiciar perda auditiva em seus fetos? A nova norma técnica brasileira que fala em prazo de calibração de decibelímetros e dosímetros. A RBC Rede Brasileira de Calibração. A Norma ISO 9001 e a calibração de instrumentos de medição. O critério de invalidação de amostras. Conforto acústico dos ambientes de trabalho. A nova norma da ABNT. Avaliação de ruído visando o conforto da comunidade.

3 Devemos medir o ruído no interior ou no exterior das edificações? O NRR e o NRR sf. Os métodos nos 1 e 2 do NIOSH. A fórmula adotada pelo INSS. A eficiência e a eficácia dos principais protetores auriculares existentes no mercado. A dosimetria correta para fazer parte do LTCAT / PPRA para fins de Aposentadoria Especial. O cálculo do NEN - Nível de Exposição Normalizado exigido pelo INSS. O Roteiro da OSHA / NIOSH para implantação do PCA - Programa de Conservação Auditiva. Demonstração das fórmulas do NEN ajustadas para q = 5, conforme a nova exigência do INSS Como fazer dosimetria quando também houver ruído de impacto. A teoria do EMR - Exposto de Maior Risco. Como realizar dosimetria em empregado que dirige motocicleta. Ultra-som e Infra-som. Seus limites. O controle da exposição. Operação prática de diversos tipos de medidores de nível de pressão sonora, audiodosímetros e calibradores. O método completo Déparis recomendado pelo Ministério do Trabalho e Emprego para melhoria dos riscos devidos à exposição ao ruído. Seus quatro níveis. A avaliação do nível de ruído através do nível da voz. Os oito tipos de EPCs Equipamentos de Proteção Coletiva recomendados pelo MTE para redução de ruído. Quando utilizar material absorvente nas paredes dos locais de trabalho. O documento do Ministério do Trabalho e Emprego que afirma que o uso da taxa de duplicação de dose q = 3 é atualmente o melhor método aceito, em função das evidências científicas. Exemplos de atividades em que o MTE aconselha avaliação de ruído durante sete ou até quinze dias. Conforto acústico. A importância da fase exploratória. Porque e onde o Ministério do Trabalho e Emprego está recomendando o uso de dosímetros, devidamente calibrados, para avaliar conforto acústico. A programação correta de um dosímetro e os parâmetros para avaliar conforto acústico, segundo o MTE. A estratégia de medição. O período de amostragem. O MSM Método Sistêmico de Monitoramento de ruído do MTE e o intervalo mínimo entre as amostragens para conforto acústico.

4 CAMPOS ELETROMAGNÉTICOS Os campos eletromagnéticos produzidos por processos industriais. Os efeitos danosos à saúde humana. A importância dos ELF - Campos de Freqüências Extremamente Baixas para a saúde pública. O perigo dos campos magnéticos estáticos. Como agem nas células e tecidos. Telefonia celular. A radiação absorvida pelo corpo humano. A Taxa S.A.R. (Specific Absorption Rate) do seu celular está abaixo do Limite de Tolerância? As últimas pesquisas sobre os efeitos deletérios à saúde humana, causados pelo uso de celulares. A Resolução da ANATEL Agência Nacional de Telecomunicações. O parecer técnico-científico da OMS - Organização Mundial de Saúde. Como fazer avaliações de campos eletromagnéticos para fins da NR 15 e para fins de PPRA. As unidades de densidade de fluxo. Os Limites de Exposição Ocupacional da ACGIH. Os limites reduzidos. Os cuidados com as ferramentas metálicas utilizadas e outros cuidados especiais. CALOR E FRIO Os critérios do Ministério do Trabalho e Emprego e do Ministério da Previdência Social. O IBUTG fornece o tempo máximo ou o Metabolismo fornece o IBUTG máximo? O tempo certo de aclimatação ao calor. A perda da aclimatação. A nova norma técnica NHO 06 da Fundacentro. A Norma ISO de Taxas de Metabolismo. Devemos usar termômetros de mercúrio ou sensores? Porque devemos usar água destilada junto ao pavio do termômetro de bulbo úmido natural. A diferença entre Temperatura de Bulbo Úmido e Temperatura de Bulbo Úmido Natural. O globo deve ser de 6 ou de 2 polegadas? Estratégia de amostragem de calor. Ciclo de trabalho x situação térmica. O tempo de estabilização dos termômetros. Qual o número mínimo de leituras de IBUTG a serem realizadas em uma avaliação de calor? O intervalo adequado entre essas leituras. Obtenção do valor final. As restrições técnicas de uso dos termômetros digitais.

5 Como fazer calibração de termômetros de mercúrio? A periodicidade de calibração de termômetros. Qual é o par de variáveis que deve determinar o período mais desfavorável da jornada de trabalho? As novas Taxas de Metabolismo em W/m2. As doenças induzidas pela exposição ao calor. O homem padrão. A mulher padrão. Quando fazer avaliação por meio de Simulação, técnica recomendada pela Fundacentro? Como? Conforto Térmico versus Sobrecarga Térmica. Distribuição e utilização do ábaco correto para a obtenção da Temperatura Efetiva. Ar condicionado. Os valores ideais de temperatura, umidade relativa do ar e velocidade do ar. A tabela de Limites de Tolerância de frio do Ministério do Trabalho e Emprego que ficou fora da NR 15. Os Limites de Tolerância de Frio. O que diz a CLT. O que diz a ACGIH. O que devemos usar? Operação prática de diversos tipos de termômetros de mercúrio, conjuntos digitais, sondas, higrômetros e anemômetros. Análise detalhada de calor (Índice PHS) estabelecida pela ACGIH através da Norma ISO 7933 e referendada por publicação do Ministério do Trabalho e Emprego. Monitoramento da sobrecarga térmica. Monitoramento da sobrecarga fisiológica por calor. A fórmula de Metabolismo indicada apelo Ministério do Trabalho e Emprego para transformar Kcal/h em Watts. O novo Limite de Ação de calor (LA) é o Nível de Ação de calor (NA)? Roteiro de um adequado Gerenciamento de Sobrecarga Térmica. ILUMINÂNCIA O que é luminância. O que é iluminância. As duas normas técnicas da ABNT a serem utilizadas. O tempo correto de estabilização de luxímetros. O que um luxímetro deve possuir. A Lei dos Cossenos. Quando usar o Fator de Correção em avaliação de iluminância? Como utilizá-lo. Apresentação do Manual do MTE de análise dos riscos devido à iluminação. Demonstração de lâmpadas que geram direito ao adicional de insalubridade. Luz visível. Radiação ultravioleta, infravermelha e laser. Operação prática de diversos tipos de luxímetros digitais e analógicos de precisão.

6 O tamanho ideal das janelas em relação ao tamanho das paredes, segundo o MTE. VIBRAÇÕES Vibração localizada e de corpo inteiro. Tipos de acelerômetros. A direção de maior sensibilidade do corpo humano. As faixas de freqüências de vibrações e as diversas freqüências naturais do corpo humano. Efeitos a longo prazo. Danos aos diversos sistemas do corpo humano. As normas ISO 2631 e ISO DIS A reformulação / substituição dessas normas. Atualmente a avaliação de exposição às vibrações deve ser feita de modo qualitativo ou quantitativo? Aposentadoria especial por exposição a vibrações localizadas e de corpo inteiro. As atuais exigências do INSS. Os Limites de Exposição Ocupacional da ACGIH. As unidades de avaliação da vibração. Deslocamento, velocidade e aceleração. Os três eixos. A soma vetorial. Os instrumentos necessários. A interpretação dos resultados. Utilização dos gráficos da Norma ISO As medidas de controle a serem adotadas. Os problemas da exposição contínua. A duração recomendada das pausas necessárias. Porque algumas luvas não atenuam bem as vibrações. AGENTES QUÍMICOS O pior acidente químico da história mundial. A diferença entre amostra, amostragem, coleta, análise e monitoramento. Avaliação de exposição a solventes, fumos metálicos, ácidos, névoas e neblinas. O Guia Geral de Colheita de Amostras do NIOSH. O ideal, o desejável e o mínimo exigido. A Definição de GHE - Grupo Homogêneo de Exposição e GSER - Grupo Similar de Exposição ao Risco. Como encontrar o Exposto de Maior Risco. Como calcular a Exposição do Grupo Homogêneo. A metodologia APR-HO / Análise Preliminar de Risco aplicada à Higiene Ocupacional.

7 O estabelecimento de prioridades. As categorias de risco e sua classificação. A matriz de decisão. A Tabela de Liedel & Busch adotada pelo Ministério do Trabalho e Emprego, porém fora da NR 15, pode ou deve ser utilizada para fins de amostragem de agentes ambientais ou não? A diferença entre os limites de tolerância do MTE e da ACGIH. A única norma técnica brasileira de avaliação através de tubos reagentes colorimétricos. Até quanto tempo depois de exposto um tubo colorimétrico pode ser lido? A sua vida útil. Avaliação da exposição ocupacional a solventes orgânicos voláteis. A norma brasileira que recomenda a utilização dos Métodos NIOSH. O Manual de Amostragem do NIOSH. A definição do Ministério do Trabalho para Eventualidade, Intermitência e Exposição contínua. Exposição a poeiras totais e respiráveis. A norma da atual classificação brasileira de poeiras. A nova norma brasileira de avaliação da concentração de poeiras vegetais, animais e metálicas. Na avaliação de agentes químicos devemos usar ciclones de nylon ou de metal? Valor Máximo, Valor Teto e absorção pela pele. As situações de RGI - Risco Grave e Iminente. Demonstração do uso do frasco correto para conter o ciclone e o filtro durante a calibração. Avaliação de fumos metálicos. Os Limites de Exposição da ACGIH e do MTE. Os riscos químicos presentes nos diversos processos de soldagem. Solda elétrica libera CO ou Ozônio? E as soldas MIG, TIG, Oxiacetilênica e Solda branca? Apresentação de amostras de madeiras cujas poeiras causam câncer. A nova Norma Brasileira sobre Espaços Confinados. A MSDS americana e a FISPQ brasileira. Aplicação da fórmula de Brief & Scala. O Fator de Redução que deve ser adotado no Brasil. As duas normas brasileiras de calibração de bombas de amostragem de ar. As diferenças entre elas. O critério a ser adotado para invalidação de amostras. A Nova Norma do Ministério da Saúde sobre avaliação de temperatura, umidade, velocidade do ar, poeira total e Dióxido de Carbono (CO2) nos escritórios e locais de trabalho com ar condicionado. Os riscos químicos provenientes de máquinas fotocopiadoras e impressoras a laser. Como evitá-los.

8 Porque ter plantas naturais em escritórios. Os tipos ideais. Como criálas sem terra. Produtos de limpeza que não devem ser usados em escritórios, segundo o Ministério da Saúde. Avaliação de agentes químicos para integrar o Laudo para fins de Aposentadoria Especial. A norma técnica brasileira de utilização de baterias recarregáveis. Como aumentar sua vida útil. Operação prática de diversos modelos de bombas gravimétricas, calibradores de bolha de sabão, eletrônicos / digitais e de pistão seco, câmaras de calibração, diversos tipos de amostradores, bombas manuais de fole, tubos colorimétricos, ciclones, impingers, medidores de gases de leitura direta e explosímetros. Limites de Tolerância para Misturas de substâncias químicas. A diferença entre Sinergismo e Efeito Aditivo. Porque PNOS não tem mais Limite de Tolerância e sim apenas um Guia de Recomendação. Os riscos presentes nas galvanoplastias. O PPRAG. Os tanques de desengraxamento eletrolítico. O sistema de exaustão exigido pelo MTE. O guarda-corpo. O Risco Grave e Iminente. A eletrodeposição de peças de plástico. Os banhos alcalinos e ácidos. O que avaliar. Os dispositivos que retém a névoa e permitem sua drenagem de volta para o banho. Solda e corte a arco de plasma. O que avaliar. Produtos da degradação térmica das tintas soldáveis. Os produtos que podem ser liberados na moldagem por compressão, extrusão e injeção plástica. Os Limites de Tolerância oficiais dos EUA (definidos pela OSHA). Os três tipos de PEL (TWA, STS e CEL). A diferença entre um PEL e um REL. AGENTES BIOLÓGICOS A nova norma do Ministério da Saúde sobre avaliação de fungos. O Limite de Tolerância. Amostragem de bioaerosol em ambientes interiores. O VMR - Valor Máximo Recomendável para contaminação biológica. Como fazer um diagnóstico de fontes para intervenção corretiva nos ambientes de trabalho. Os novos Limites de Tolerância da ACGIH para substâncias de origem biológica. O Índice Biológico de Exposição como indicador da absorção do agente químico.

9 O monitoramento biológico como complemento do monitoramento ambiental. Quando o monitoramento biológico pode substituir o monitoramento ambiental. Porque utilizar laboratórios de análise diferentes. Os contaminantes biológicos analisáveis. INFORMAÇÕES GERAIS: O participante receberá Certificado de Conclusão e 01 DVD com a apostila digitalizada, normas de higiene ocupacional e todos os Métodos NIOSH e OSHA. Incluso 2 coffee breaks diários. EMPRESA RESPONSÁVEL PELO CURSO: Helpseg Assessoria em Segurança do Trabalho Ltda. Rua Budapeste, 269. Jardim Augusta São José dos Campos/SP CEP: Fone: (12) [email protected] LOCAL: Hotel Shelton Inn Av. João Guilhermino, 287 Centro São José dos Campos/SP Tel: (12) Fax: (12) [email protected] Site:

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