A ENERGIA QUE VEM DO LIXO
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- Luiz Eduardo Garrido Monsanto
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1 A ENERGIA QUE VEM DO LIXO
2 CRVR QUEM SOMOS:
3 CRVR O que fazemos: Negócio A CRVR é uma empresa especializada no tratamento e valorização de resíduos sólidos urbanos, com atuação em quatro unidades regionais atualmente localizadas nos municípios de Santa Maria, Giruá, São Leopoldo e Minas do Leão. Ao total, a CRVR atende em torno de 300 municípios e dispõe de capacidade para receber os resíduos gerados por 60% da população gaúcha. Disposição de Resíduos Sólidos Urbanos Operação de Estação de Transbordo Transporte de Resíduos Triagem reciclagem Aproveitamento água de reuso Tratamento de Efluentes Captação de Biogás Geração de Energia Venda de Créditos de Carbono Recuperação de Áreas Degradadas
4 Presença da CRVR: Aterros Sanitários CRVR em Operação: Região Noroeste Giruá 500 toneladas/dia Região Central Santa Maria 500 toneladas/dia Região Metropolitana Minas do Leão toneladas/dia Região Metropolitana/Serra São Leopoldo toneladas/dia Capacidade Instalada atual: toneladas/dia Incremento de Capacidade: toneladas/dia Solução para 280 municípios Atendimento a 67% da população do estado
5 NOVOS NEGÓCIOS PELOTAS VIAMÃO VICTOR GRAEFF ProtocoloFEPAM /15-5 Data Protocolo:06/03/2015 Capacidade :700 ton./dia Área Total: 198,5 Há. N municípios atendidos: 22 EIA- RIMA : Bioárea Engenharia Ltda. Projeto: GSA Engenharia Ltda. Protocolo FEPAM /15-5 Data Protocolo: 06/03/2015 Capacidade :1000 ton./dia Área Total: 87 Há N municípios atendidos: 38 EIA- RIMA : Engebio Engenharia S.S Projeto: Azambuja Engenharia Ltda. Protocolo FEPAM /15-2 Data Protocolo: 06/03/2015 Capacidade :700 ton./dia Área Total: 51 Há. N municípios atendidos: 103 EIA- RIMA : Engebio Engenharia S.S Projeto: Engconsult Ltda.
6 KG DE RESÍDUOS POR ANO NO RS TAMANHO DE NOSSO PROBLEMA
7 TAMANHO DE NOSSA MATÉRIA PRIMA
8 QUANTIDADE DE RESÍDUOS ANO - RS MATERIAIS KG/ANO % TOTAL Plásticos ,76 Papeis ,44 Metais ,01 79% Vidros ,42 Orgânicos ,47 Rejeitos ,09 21%
9 SOLUÇÕES REGIONAIS EM DESTINAÇÃO FINAL
10 Vantagens dos Aterros Regionais para a região Possibilita agregar tecnologias Ser viável ambientalmente, socialmente e economicamente Facilidade de fiscalização Atende a PNRS regionalizar/reduzir/ valorizar Ganhos de escala
11 MRPC20 gr Vantagens dos Aterros Regionais para os municípios sede Geração de ISSQN Retorno de ICMS Energia 25% do ICMS recolhido Geração de Empregos 60 a 80 colaboradores Geração de Empregos durante a implantação Geração de Energia a custo competitivo Atração de investimentos em função do beneficiamento dos resíduos Menor custo de disposição em função da menor distância percorrida
12 Slide 11 MRPC19 MRPC20 Falaria em 750 ou toneladas... pois teoricamente o empreendimento já sai com 411 ton/dia... O crescimento populacional, melhoria dos serviços publicos, aumento de consumo e sazonalidade do setor nos deixará com capacidade estourada... Os processos da FEPAM demoram... tu sabes... MAURO RENAN PEREIRA COSTA; 13/07/2015 E algum lugar temos que falar de aterros mal operados e passivos deixados por "novas tecnologias milagrosas" MAURO RENAN PEREIRA COSTA; 13/07/2015
13 O QUE SÃO ATERROS? TECNOLOGIA:
14 Obra de Engenharia : duração 20 anos 12 cargos administrativos 50 empregos operacionais
15 MRPC9 MRPC17 OPERAÇÃO DE ATERRO SANITÁRIO
16 Slide 14 MRPC9 MRPC17 É bom além das tecnologias de ponta colocar fotos da operação de um aterro sanitário... possivelmente eles nunca viram um aterro... nesse ponto podemos usar o gancho e pegar um comentário do Claudio... que visitou GI, ML e abrigará o aterro de VG MAURO RENAN PEREIRA COSTA; 13/07/2015 neste ponto refletir sobre aterro sanitário X outras tecnologias... milagrosas MAURO RENAN PEREIRA COSTA; 13/07/2015
17 MRPC9 MRPC17 OPERAÇÃO DE ATERRO SANITÁRIO
18 Slide 15 MRPC9 MRPC17 É bom além das tecnologias de ponta colocar fotos da operação de um aterro sanitário... possivelmente eles nunca viram um aterro... nesse ponto podemos usar o gancho e pegar um comentário do Claudio... que visitou GI, ML e abrigará o aterro de VG MAURO RENAN PEREIRA COSTA; 13/07/2015 neste ponto refletir sobre aterro sanitário X outras tecnologias... milagrosas MAURO RENAN PEREIRA COSTA; 13/07/2015
19 MRPC9 MRPC17 ATERRO É UMA OBRA DE ENGENHARIA DE LONGA DURAÇÃO E ALTA COMPLEXIDADE VIABILIZA EM PRAZOS ALONGADOS E MAIOR ESCALA Permite implementação de novas tecnologias:
20 Slide 16 MRPC9 MRPC17 É bom além das tecnologias de ponta colocar fotos da operação de um aterro sanitário... possivelmente eles nunca viram um aterro... nesse ponto podemos usar o gancho e pegar um comentário do Claudio... que visitou GI, ML e abrigará o aterro de VG MAURO RENAN PEREIRA COSTA; 13/07/2015 neste ponto refletir sobre aterro sanitário X outras tecnologias... milagrosas MAURO RENAN PEREIRA COSTA; 13/07/2015
21 Desenvolvimento de Processos Sistema de Tratamento Lixiviados
22 Desenvolvimento de Processos Sistema de Tratamento Lixiviados
23 CONTROLE DE ODOR
24 MRPC12 Desenvolvimento de Processos Estações de Transbordo Investimento: R$23 milhões de reais
25 Slide 20 MRPC12 colocar valor aproximado dos investimentos... MAURO RENAN PEREIRA COSTA; 13/07/2015
26 Desenvolvimento de Processos Recicladora Automatizada Capacidade: ton/dia Recuperação: 11.3%
27 Desenvolvimento de Processos Projetos Futuros Desenvolvimento de Processos Compostagem/Energia Desenvolvimento de Processos Geração Energia Solar
28 Desenvolvimento de Processos Geração de Energia Elétrica Geração inicial de 8,5 MW/h (15MW/h a pleno) suficiente para atender uma cidade de 200 mil habitantes
29 A ENEGIA QUE VEM DO LIXO Biotérmica Energia Inaugurada 06/2015
30 A ENERGIA QUE VEM DO LIXO
31 Drenagem de gás e chorume
32 A ENERGIA QUE VEM DO LIXO Utilização Queima/ Flare Crédito de Carbono Investimentos Baixos para captação e queima Captação de Gás Venda direta de Gás a indústrias em substituição ao gás natural Baixos para limpeza Necessidade de gasoduto Aterro Produção de Energia Elétrica a Partir do Biogás Médio para geradores de Energia Elétrica Transformação do biogás em Gás Natural (veicular ou industrial) Alto para transformação em gás natural e compressão
33 A ENERGIA QUE VEM DO LIXO Cenário Nacional Energia de Biogás de Aterro Sanitário Fonte: ABLP, 2105 Dados não oficiais / publicados.
34 A ENERGIA QUE VEM DO LIXO Ficha técnica: Biotérmica Energia Potencia inicial: 8,55 MW/h Potencia final: 15 MW/h Investimento: R$ 30 milhões Atendimento: 150 mil/hab. Fornecedores: AB Energy e GE Interligação: CEEE Mercado: ENERGISA, ENDESA e SPOT
35 A ENERGIA QUE VEM DO LIXO Ficha técnica: Projeto São Leopoldo Potencia inicial: 2,4 MW/h Potencia final: 4,2 MW/h Investimento: R$ 10 milhões Atendimento: 50 mil/hab. Fornecedores: Jenbacher - GE Interligação: CEEE Mercado: Longo Prazo e SPOT
36 A ENERGIA QUE VEM DO LIXO Captação do Biogás
37 A ENERGIA QUE VEM DO LIXO Geração de Energia
38 A ENERGIA QUE VEM DO LIXO Sistema de Resfriamento - Chiller A umidade do gás se transforma em gotículas; Gotículas são coletadas por filtros ( demister ) no interior do tanque de coleta; Condensado é conduzido ao tanque de coleta no piso inferior da usina; Proporcionando a limpeza do gás, eliminado particulados; O resfriador (Chiller) faz circulação e o resfriamento de água + etilenoglicol a temp. próxima de 0ºC; Nos trocadores de calor, o gás passa, resfriando até o ponto de condensação, liquefazendo o vapor.
39 A ENERGIA QUE VEM DO LIXO Sopradores - Blower Usina de Gás - o gás é succionado (- 80 mbar) por 6 blowers de capacidade N.m3/h cada; Usina de Energia recebe o gás da Usina de Gás (+35 mbar) e sopra o gás para os motores (+130 Mbar);
40 A ENERGIA QUE VEM DO LIXO Moto - Geradores Projetada e operada pela AB Energy (GE Jenbacher); Potência elétrica instalada: 8,55 MWh; 06 grupos de geradores/1,426 KW cada; 06 Geradores: 480 V cada;
41 A ENERGIA QUE VEM DO LIXO Linha de Transmissão 27 KM de linha de transmissão Biotérmica até Sub-estação Areal/ CEEE-D - Butiá Ligação: 23,8 KVA 562 postes
42 A ENERGIA QUE VEM DO LIXO Queima do Excedente - Flare Capacidade Nm3/h de biogás Temperatura de queima: 800 C Eficiência de queima: 98%
43 CRÉDITO DE CARBONO
44 CRÉDITO DE CARBONO Crédito de Carbono Minas de Leão Project 0648 : Central de Resíduos do Recreio Landfill Gas Project (CRRLGP) Registro MDL/ONU 2014 a anos Redução de gás de efeito estufa: TonCO2eq/Ano Queima do gás 50% motogeradores e 50% no flare Venda de Crédito de Carbono: 2015 a 2021 Banco Mundial 2,40 USD/CERs
45 CRÉDITO DE CARBONO Crédito de Carbono São Leopoldo Project 9290 : ITVR Sao Leopoldo landfill gas project Registro MDL/ONU 2013 a anos Redução de gás de efeito estufa: TonCO2eq/Ano Queima do gás 100% no flare 1 etapa Venda de Crédito de Carbono: 2016 a 2021 Governo da Noruega
46 RESPONSABILIDADE SÓCIO-AMBIENTAL
47 Ações Socioambientais gr Peça de Teatro Em 2015: 45 cidades gaúchas e 15 mil expectadores Recursos Próprios: Dia do Voluntariado e SOMAR
48 gr Programa de Integridade / Código de Ética 100% dos colaboradores treinados em 2014; 02 Ciclos de reciclagem em 2015; 100% Contratos de fornecedores com cláusula de adesão ao PI; Canal de denúncia independente / externo por 0800, site, e carta. Disponível em:
49 OBRIGADO! Alexsandro Ribeiro Leomyr Girondi Tiago Nascimento Diretor Presidente Diretor Comercial Gerente Biotérmica Energia
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