LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO AULA 01

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1 LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO AULA 01

2 AULA 01- Vias Terrestres 1- O que é o CTB? 2- Como interpretar o CTB? 3-Aplicação do CTB 4-Classificação das Vias Terrestres 5- O pedestre e o ciclista. 6- Infrações de velocidade 7- Resolução 396/ Exercícios de revisão

3 Introdução 1- O que é o CTB? Ou CBT?

4 Como interpretar o CTB?

5 Como interpretar o CTB? Como interpretar o CTB? HLM: três pressupostos: 1 ) a desigualdade jurídica entre a administração e os administrados, 2 ) a presunção de legitimidade dos atos da administração; 3 ) a necessidade de poderes discricionários para a administração atender ao interesse público

6 Como interpretar o CTB? Como interpretar o CTB? artigo 2, parágrafo único, inciso XIII da lei 9784/99, nos informa que a interpretação da norma administrativa deva ocorrer da forma que melhor garanta o atendimento do fim público a que se dirige, vedada aplicação retroativa de nova interpretação

7 Como interpretar o CTB? Exemplo de interpretação: Art Todo condutor de veículo automotor, envolvido em acidente de trânsito ou que for alvo de fiscalização de trânsito, sob suspeita de dirigir sob a influência de álcool será submetido a testes de alcoolemia, exames clínicos, perícia ou outro exame que, por meios técnicos ou científicos, em aparelhos homologados pelo CONTRAN, permitam certificar seu estado. (Redação dada pela Lei nº , de 2006)

8 Como interpretar o CTB? 3o Serão aplicadas as penalidades e medidas administrativas estabelecidas no art. 165 deste Código ao condutor que se recusar a se submeter a qualquer dos procedimentos previstos no caput deste artigo. (Incluído pela Lei nº , de 2008)

9 Aplicação do CTB - VIAS 3-Aplicação do CTB (administrativa) Vias. Art. 1º O trânsito de qualquer natureza nas vias terrestres do território nacional, abertas à circulação, rege-se por este Código.

10 Aplicação do CTB - VIAS

11 Aplicação do CTB VIAS.

12 Aplicação do CTB - VIAS

13 Aplicação do CTB- VIAS Art. 2º São vias terrestres urbanas e rurais as ruas, as avenidas, os logradouros, os caminhos, as passagens, as estradas e as rodovias, que terão seu uso regulamentado pelo órgão ou entidade com circunscrição sobre elas, de acordo com as peculiaridades locais e as circunstâncias especiais. Parágrafo único. Para os efeitos deste Código, são consideradas vias terrestres as praias abertas à circulação pública e as vias internas pertencentes aos condomínios constituídos por unidades autônomas.

14 Aplicação do CTB - Vias CONSIDERAÇÕES: Vias eventualmente abertas.. Vias fechadas... Outras vias particulares...

15 Aplicação do CTB - Vias 3-Aplicação do CTB (PENAL) Vias. Art Aos crimes cometidos na direção de veículos automotores, previstos neste Código, aplicam-se as normas gerais do Código Penal e do Código de Processo Penal, se este Capítulo não dispuser de modo diverso, bem como a Lei nº 9.099, de 26 de setembro de 1995, no que couber.

16 Aplicação do CTB - Vias Código Penal: Art. 5º - Aplica-se a lei brasileira, sem prejuízo de convenções, tratados e regras de direito internacional, ao crime cometido no território nacional. 1º TERRITÓRIO POR EXTENSÃO

17 Aplicação do CTB Veículos e pessoas Art. 3º As disposições deste Código são aplicáveis a qualquer veículo, bem como aos proprietários, condutores dos veículos nacionais ou estrangeiros e às pessoas nele expressamente mencionadas.

18 Aplicação do CTB Pessoas Pessoas nele expressamente mencionadas no CTB: RELAÇÃO DE CONSUMO: Art Os importadores, as montadoras, as encarroçadoras e fabricantes de veículos e autopeças são responsáveis civil e criminalmente por danos causados aos usuários, a terceiros, e ao meio ambiente, decorrentes de falhas oriundas de projetos e da qualidade dos materiais e equipamentos utilizados na sua fabricação

19 Aplicação do CTB Pessoas Pessoas nele expressamente mencionadas no CTB: Embarcador Transportador Artigo 257.

20 Aplicação do CTB Pessoas Pessoas nele expressamente mencionadas no CTB: Ciclistas. Pedestres.

21 Aplicação do CTB Pessoas Responsável pela execução da Obra Promotor do Evento Art 95: Iniciar obra/evento que perturbe ou interrompa a circulação ou a segurança de veículos e pedestres sem permissão

22 Aplicação do CTB Pessoas Servidor Público: art 93, 94 e 95: Não avisar comunidade com 48 horas de antecedência a interdição da via, indicando caminho alternativo Aprovar projeto edificação que possa transformar-se em pólo atrativo trânsito sem a anuência do órgão ou entidade de trânsito

23 Aplicação do CTB Pessoas Servidor Público: art 93, 94 e 95: Aprovar projeto edificação que possa transformar-se em pólo atrativo trânsito sem área de estacionamento e indicação de vias de acesso Não sinalizar devida e imediatamente obstáculo à livre circulação e segurança de veículos e pedestres, na pista ou na calçada

24 Aplicação do CTB Pessoas Servidor Público: art 93, 94 e 95: Utilizar ondulação transversal ou sonorizador fora do padrão e critério estabelecidos pelo Contran

25 Aplicação do CTB Pessoas Fabricante, distribuidor e/ou instalador das placas irregulares Art 221: Confeccionar, distribuir ou colocar, em veículo próprio ou de terceiros, placas de identificação não autorizadas pela regulamentação do Contran

26 Aplicação do CTB Pessoas Seguradora Art 243: Deixar a empresa seguradora de comunicar ao órgão executivo de trânsito competente a ocorrência de perda total do veículo e de lhe devolver as respectivas placas e documentos.

27 Aplicação do CTB Pessoas Pessoa jurídica ou física proprietária do estabelecimento ou do imóvel, conforme o caso: Art 245: Utilizar a via para depósito de mercadorias, materiais ou equipamentos, sem autorização do órgão ou entidade de trânsito com circunscrição sobre a via

28 Aplicação do CTB Pessoas Pessoa jurídica ou física responsável pela obstrução: Art 246: Deixar de sinalizar qualquer obstáculo à livre circulação, à segurança de veículo e pedestres, tanto no leito da via terrestre como na calçada, ou obstaculizar a via indevidamente.

29 Aplicação do CTB Pessoas Empresa proprietária do estabelecimento que: Não executar/atrasar/fraudar a escrituração livro registro entrada/saída e de uso placa de experiência Recusar a exibição do livro registro entrada/saída e de uso placa de experiência

30 Classificação das Vias Terrestres

31 Classificação das Vias Terrestres

32 Classificação das Vias Terrestres 4-Classificação das Vias Terrestres VIA - superfície por onde transitam veículos, pessoas e animais, compreendendo a pista1, a calçada2, o acostamento3, ilha4 e canteiro central5, conforme o ANEXO I do CTB (grifo nosso).

33 Classificação das Vias Terrestres Ilustração..vias, pistas, faixas..etc

34 Classificação das Vias Terrestres Rurais e Urbanas (Anexo I - CTB) Tipos de vias rurais: Rodovia Estrada

35 Classificação das Vias Terrestres Tipos de vias Urbanas: VTR Arterial Coletora Local

36 Classificação das Vias Terrestres Ilustração

37 Pedestres e ciclistas

38 Pedestres e ciclistas

39 Pedestres e ciclistas Pedestres e ciclistas Sentido de circulação do pedestre Travessia de pedestre O pedestre e semáforo Sentido de circulação do ciclista Infrações.

40 Pedestres área urbana. Art 68, 2º Nas áreas urbanas, quando não houver passeios ou quando não for possível a utilização destes, a circulação de pedestres na pista de rolamento será feita com prioridade sobre os veículos, pelos bordos da pista, em fila única, exceto em locais proibidos pela sinalização e nas situações em que a segurança ficar comprometida.

41 Pedestres área rural. Art 68, 3º Nas vias rurais, quando não houver acostamento ou quando não for possível a utilização dele, a circulação de pedestres, na pista de rolamento, será feita com prioridade sobre os veículos, pelos bordos da pista, em fila única, em sentido contrário ao deslocamento de veículos, exceto em locais proibidos pela sinalização e nas situações em que a segurança ficar comprometida.

42 Pedestres como atravessar a via? Art. 69. Para cruzar a pista de rolamento o pedestre tomará precauções de segurança, levando em conta, principalmente, a visibilidade, a distância e a velocidade dos veículos, utilizando sempre as faixas ou passagens a ele destinadas sempre que estas existirem numa distância de até cinqüenta metros dele, observadas as seguintes disposições: I - onde não houver faixa ou passagem, o cruzamento da via deverá ser feito em sentido perpendicular ao de seu eixo;

43 Pedestres como atravessar a via? II - para atravessar uma passagem sinalizada para pedestres ou delimitada por marcas sobre a pista: a) onde houver foco de pedestres, obedecer às indicações das luzes; b) onde não houver foco de pedestres, aguardar que o semáforo ou o agente de trânsito interrompa o fluxo de veículos;

44 Pedestres como atravessar a via? III - nas interseções e em suas proximidades, onde não existam faixas de travessia, os pedestres devem atravessar a via na continuação da calçada, observadas as seguintes normas: a) não deverão adentrar na pista sem antes se certificar de que podem fazê-lo sem obstruir o trânsito de veículos; b) uma vez iniciada a travessia de uma pista, os pedestres não deverão aumentar o seu percurso, demorar-se ou parar sobre ela sem necessidade.

45 Pedestre e o semáforo Art. 70. Os pedestres que estiverem atravessando a via sobre as faixas delimitadas para esse fim terão prioridade de passagem, exceto nos locais com sinalização semafórica, onde deverão ser respeitadas as disposições deste Código. Parágrafo único. Nos locais em que houver sinalização semafórica de controle de passagem será dada preferência aos pedestres que não tenham concluído a travessia, mesmo em caso de mudança do semáforo liberando a passagem dos veículos.

46 Ciclista sentido circulação Art. 58. Nas vias urbanas e nas rurais de pista dupla, a circulação de bicicletas deverá ocorrer, quando não houver ciclovia, ciclofaixa, ou acostamento, ou quando não for possível a utilização destes, nos bordos da pista de rolamento, no mesmo sentido de circulação regulamentado para a via, com preferência sobre os veículos automotores. Parágrafo único. A autoridade de trânsito com circunscrição sobre a via poderá autorizar a circulação de bicicletas no sentido contrário ao fluxo dos veículos automotores, desde que dotado o trecho com ciclofaixa.

47 Bicicleta em passeio. Art. 59. Desde que autorizado e devidamente sinalizado pelo órgão ou entidade com circunscrição sobre a via, será permitida a circulação de bicicletas nos passeios.

48 Ciclista ou pedestre? Art 68, 1º O ciclista desmontado empurrando a bicicleta equipara-se ao pedestre em direitos e deveres.

49 INFRAÇÕES - PEDESTRES I permanecer ou andar nas pistas de rolamento, exceto para cruzá-las onde for permitido; II cruzar pistas de rolamento nos viadutos, pontes, ou túneis, salvo onde exista permissão; III atravessar a via dentro das áreas de cruzamento, salvo quando houver sinalização para esse fim; IV utilizar-se da via em agrupamentos capazes de perturbar o trânsito, ou para a prática de qualquer folguedo, esporte, desfiles e similares, salvo em casos especiais e com a devida licença da autoridade competente;

50 INFRAÇÕES - PEDESTRES V andar fora da faixa própria, passarela, passagem aérea ou subterrânea; VI desobedecer à sinalização de trânsito específica; Infração leve; Penalidade multa em 50% (cinqüenta por cento) do valor da infração de natureza leve.

51 INFRAÇÕES - PEDESTRES Art Deixar de dar preferência de passagem a pedestre e a veículo não motorizado: I - que se encontre na faixa a ele destinada; II - que não haja concluído a travessia mesmo que ocorra sinal verde para o veículo; III - portadores de deficiência física, crianças, idosos e gestantes: Infração - gravíssima; Penalidade - multa.

52 INFRAÇÕES - PEDESTRES IV - quando houver iniciado a travessia mesmo que não haja sinalização a ele destinada; V - que esteja atravessando a via transversal para onde se dirige o veículo: Infração - grave; Penalidade - multa.

53 INFRAÇÕES CICLISTAS. Art Deixar de guardar a distância lateral de um metro e cinqüenta centímetros ao passar ou ultrapassar bicicleta: Infração média; Penalidade multa. Art Deixar de reduzir a velocidade do veículo de forma compatível com a segurança do trânsito: XIII ao ultrapassar ciclista.

54 INFRAÇÕES CICLISTAS Conduzir bicicleta (ou ciclos) com passageiro fora da garupa ou do assento especial a ele destinado; transitar em vias de trânsito rápido ou rodovias, salvo onde houver acostamento ou faixas de rolamento próprias; transportar crianças que não tenham, nas circunstâncias, condições de cuidar de sua própria segurança; fazendo malabarismo ou equilibrando-se apenas em uma roda; sem segurar o guidom com ambas as mãos, salvo eventualmente para indicação de manobras; transportando carga incompatível com suas especificações: Infração média, conforme art. 244, 1º.

55 INFRAÇÕES CICLISTAS Temos também no art. 247, a seguinte previsão: Deixar de conduzir pelo bordo da pista de rolamento, em fila única, os veículos de tração ou propulsão humana e os de tração animal, sempre que não houver acostamento ou faixa a eles destinados: Infração média; Penalidade multa.

56 INFRAÇÕES CICLISTAS Temos também no art. 255 do CTB que conduzir bicicleta em passeios onde não seja permitida a circulação desta, ou de forma agressiva, em desacordo com o disposto no parágrafo único do art. 59: Infração média; Penalidade multa

57 Infrações de velocidade

58 Infrações de velocidade

59 Infrações de velocidade CONSIDERAÇÕES: MULTA x PONTOS x VALOR RADARES.

60 Infrações de velocidade Ilustração.

61 Infrações de velocidade Velocidade Máxima: Art Transitar em velocidade superior à máxima permitida para o local, medida por instrumento ou equipamento hábil, em rodovias, vias de trânsito rápido, vias arteriais e demais vias: (Redação dada pela Lei nº , de 2006)

62 Velocidade Máxima I - quando a velocidade for superior à máxima em até 20% (vinte por cento): (Redação dada pela Lei nº , de 2006) Infração - média; (Redação dada pela Lei nº , de 2006) Penalidade - multa; (Redação dada pela Lei nº , de 2006)

63 Velocidade Máxima II - quando a velocidade for superior à máxima em mais de 20% (vinte por cento) até 50% (cinqüenta por cento): (Redação dada pela Lei nº , de 2006) Infração - grave; (Redação dada pela Lei nº , de 2006) Penalidade - multa; (Redação dada pela Lei nº , de 2006)

64 Velocidade Máxima III - quando a velocidade for superior à máxima em mais de 50% (cinqüenta por cento): (Incluído pela Lei nº , de 2006) Infração - gravíssima; (Incluído pela Lei nº , de 2006) Penalidade - multa [3 (três) vezes], suspensão imediata do direito de dirigir e apreensão do documento de habilitação. (Incluído pela Lei nº , de 2006)

65 Ilustração. Velocidade Máxima

66 Velocidade Máxima Vias não sinalizadas: a) rodovia: motocicleta,automóvel e camioneta: 110 Km/h ônibus, microônibus: 90 Km/h demais veículos: 80 Km/h b) estrada para todos os veículos: 60 Km/h

67 Velocidade Máxima Via de trânsito rápido: 80 Km/h Arterial: 60 Km/h Coletora: 40 Km/h Local: 30 Km/h

68 Velocidade Mínima Art Transitar com o veículo em velocidade inferior à metade da velocidade máxima estabelecida para a via, retardando ou obstruindo o trânsito, a menos que as condições de tráfego e meteorológicas não o permitam, salvo se estiver na faixa da direita: Infração - média; Penalidade - multa.

69 Ilustração Velocidade Mínima

70 Velocidade Mínima - prova (CESPE-PRF2002) Considere a seguinte situação hipotética. Fernando conduzia um caminhão por uma rodovia federal com apenas uma faixa de rolamento em cada sentido e, devido à carga excessiva que fora posta no veículo, este não conseguia subir uma determinada ladeira a mais de 35 km/h, apesar de a estrada estar em perfeito estado de conservação e de haver ótima condição tanto meteorológica como de tráfego.

71 Velocidade Mínima - prova Gabriel, que conduzia seu automóvel logo atrás do veículo de Fernando, mantinha a mesma velocidade do caminhão, pois a sinalização determinava que era proibido ultrapassar naquele trecho da estrada. Nessa situação, um agente de trânsito que identificasse essa ocorrência, mediante equipamentos idôneos de medição de velocidade, deveria autuar Fernando por desrespeito à velocidade mínima permitida na via, mas não deveria autuar Gabriel.

72 Velocidade incompatível Art Deixar de reduzir a velocidade do veículo de forma compatível com a segurança do trânsito: I - quando se aproximar de passeatas, aglomerações, cortejos, préstitos e desfiles: Infração - gravíssima; Penalidade - multa;

73 Resolução 396/11.

74 Resolução 396/11.

75 Resolução 396/11. Art.1 A medição das velocidades desenvolvidas pelos veículos automotores, elétricos, reboques e semirreboques nas vias públicas deve ser efetuada por meio de instrumento ou equipamento que registre ou indique a velocidade medida, com ou sem dispositivo registrador de imagem dos seguintes tipos:

76 I - Fixo: medidor de velocidade com registro de imagens instalado em local definido e em caráter permanente; II - Estático: medidor de velocidade com registro de imagens instalado em veículo parado ou em suporte apropriado;

77 III - Móvel: medidor de velocidade instalado em veículo em movimento, procedendo a medição ao longo da via; IV - Portátil: medidor de velocidade direcionado manualmente para o veículo alvo

78 1º Para fins desta Resolução, serão adotadas as seguintes definições: a) medidor de velocidade: instrumento ou equipamento destinado à medição de velocidade de veículos.

79 b) controlador eletrônico de velocidade: medidor de velocidade destinado a fiscalizar o limite máximo regulamentado para a via ou trecho por meio de sinalização (placa R-19) ou, na sua ausência, pelos limites definidos no art. 61 do CTB;

80 c) redutor eletrônico de velocidade (barreira ou lombada eletrônica): medidor de velocidade, do tipo fixo, com dispositivo registrador de imagem, destinado a fiscalizar a redução pontual de velocidade em trechos considerados críticos, cujo limite é diferenciado do limite máximo regulamentado para a via ou trecho em um ponto específico indicado por meio de sinalização (placa R-19).

81 2º Quando for utilizado redutor eletrônico de velocidade, o equipamento deverá ser dotado de dispositivo (display) que mostre aos condutores a velocidade medida.

82 Art. 2º O medidor de velocidade dotado de dispositivo registrador de imagem deve permitir a identificação do veículo e, no mínimo: I - Registrar: a) Placa do veículo; b) Velocidade medida do veículo em km/h; c) Data e hora da infração; d) Contagem volumétrica de tráfego.

83 II- Conter: a) Velocidade regulamentada para o local da via em km/h; b) Local da infração identificado de forma descritiva ou codificado; c) Identificação do instrumento ou equipamento utilizado, mediante numeração estabelecida pelo órgão ou entidade de trânsito com circunscrição sobre a via. d) Data da verificação de que trata o inciso III do artigo 3º

84 Parágrafo único. No caso de medidor de velocidade do tipo fixo, a autoridade de trânsito deve dar publicidade à relação de códigos de que trata a alínea b e à numeração de que trata a alínea c, ambas do inciso II, podendo, para tanto, utilizar-se de seu sítio na internet.

85 Art. 3 O medidor de velocidade de veículos deve observar os seguintes requisitos: I - ter seu modelo aprovado pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia - INMETRO, atendendo à legislação metrológica em vigor e aos requisitos estabelecidos nesta Resolução;

86 II - ser aprovado na verificação metrológica pelo INMETRO ou entidade por ele delegada; III - ser verificado pelo INMETRO ou entidade por ele delegada, obrigatoriamente com periodicidade máxima de 12 (doze) meses e, eventualmente, conforme determina a legislação metrológica em vigência.

87 Art. 4º Cabe à autoridade de trânsito com circunscrição sobre a via determinar a localização, a sinalização, a instalação e a operação dos medidores de velocidade do tipo fixo.

88 1 Não é obrigatória a presença da autoridade de trânsito ou de seu agente, no local da infração, quando utilizado o medidor de velocidade com dispositivo registrador de imagem que atenda ao disposto nos arts. 2º e 3º

89 2º Para determinar a necessidade da instalação de medidor de velocidade do tipo fixo, deve ser realizado estudo técnico que contemple, no mínimo, as variáveis do modelo constante no item A do Anexo I, que venham a comprovar a necessidade de controle ou redução do limite de velocidade no local, garantindo a visibilidade do equipamento.

90 3 Para medir a eficácia dos medidores de velocidade do tipo fixo ou sempre que ocorrerem alterações nas variáveis constantes no estudo técnico, deve ser realizado novo estudo técnico que contemple, no mínimo, o modelo constante no item B do Anexo I, com periodicidade máxima de 12 (doze) meses.

91 4 Sempre que os estudos técnicos do modelo constante no item B do Anexo I constatarem o elevado índice de acidentes ou não comprovarem sua redução significativa recomenda-se, além da fiscalização eletrônica, a adoção de outros procedimentos de engenharia no local.

92 5º Caso os estudos de que tratam o 4º comprovem a necessidade de remanejamento do equipamento, deverá ser realizado um novo estudo técnico do modelo constante no item A do Anexo I.

93 6 Os estudos técnicos referidos nos 2, 3, 4 e 5º devem: I - estar disponíveis ao público na sede do órgão ou entidade de trânsito com circunscrição sobre a via; II - ser encaminhados às Juntas Administrativas de Recursos de Infrações JARI dos respectivos órgãos ou entidades.

94 III - ser encaminhados ao órgão máximo executivo de trânsito da União e aos Conselhos Estaduais de Trânsito - CETRAN ou ao Conselho de Trânsito do Distrito Federal - CONTRADIFE, quando por eles solicitados.

95 7º Quando em determinado trecho da via houver instalado medidor de velocidade do tipo fixo, os equipamentos dos tipos estático, portátil e móvel, somente poderão ser utilizados a uma distância mínima daquele equipamento de:

96 I quinhentos metros em vias urbanas e trechos de vias rurais com características de via urbana; II - dois quilômetros em vias rurais e vias de trânsito rápido.

97 Art. 5 A notificação da autuação/penalidade deve conter, além do disposto no CTB e na legislação complementar, expressas em km/h:

98 I - a velocidade medida pelo instrumento ou equipamento medidor de velocidade; II - a velocidade considerada para efeito da aplicação da penalidade; e III - a velocidade regulamentada para a via.

99 1º Para configuração das infrações previstas no art. 218 do CTB, a velocidade considerada para efeito da aplicação da penalidade será o resultado da subtração da velocidade medida pelo instrumento ou equipamento pelo erro máximo admitido previsto na legislação metrológica em vigor, conforme tabela de valores referenciais de velocidade e tabela para enquadramento infracional constantes do Anexo II.

100 2º Para configuração da infração prevista no art. 219 do CTB, a velocidade considerada para efeito da aplicação da penalidade será o resultado da soma da velocidade medida pelo instrumento ou equipamento com o erro máximo admitido previsto na legislação metrológica em vigor, conforme tabela de valores referenciais de velocidade constante do Anexo III.

101 3º A informação de que trata o inciso III, no caso da infração prevista no art. 219 do CTB, é a velocidade mínima que o veículo pode transitar na via (cinquenta por cento da velocidade máxima estabelecida).

102 Art. 6 A fiscalização de velocidade deve ocorrer em vias com sinalização de regulamentação de velocidade máxima permitida (placa R-19), observadas as disposições contidas no Manual Brasileiro de Sinalização de Trânsito - Volume 1, de forma a garantir a segurança viária e informar aos condutores dos veículos a velocidade máxima permitida para o local.

103 1 A fiscalização de velocidade com medidor do tipo móvel só pode ocorrer em vias rurais e vias urbanas de trânsito rápido sinalizadas com a placa R-19 conforme legislação em vigor e onde não ocorra variação de velocidade em trechos menores que 5 (cinco) km.

104 2º No caso de fiscalização de velocidade com medidor dos tipos portátil e móvel sem registrador de imagens, o agente de trânsito deverá consignar no campo observações do auto de infração a informação do local de instalação da placa R-19, exceto na situação prevista no art. 7º.

105 3º Para a fiscalização de velocidade com medidor dos tipos fixo, estático ou portátil deve ser observada, entre a placa R-19 e o medidor, uma distância compreendida no intervalo estabelecido na tabela constante do Anexo IV, facultada a repetição da placa em distâncias menores.

106 4 Para a fiscalização de velocidade em local/trecho sinalizado com placa R-19, em vias em que ocorra o acesso de veículos por outra via pública que impossibilite, no trecho compreendido entre o acesso e o medidor, o cumprimento do disposto no caput, deve ser acrescida, nesse trecho, outra placa R-19, assegurando ao condutor o conhecimento acerca do limite de velocidade fiscalizado.

107 5 Em locais/trechos onde houver a necessidade de redução de velocidade pontual e temporária por obras ou eventos, desde que devidamente sinalizados com placa R-19, respeitadas as distâncias constantes do Anexo IV, poderão ser utilizados medidores de velocidade do tipo portátil ou estático.

108 6º Para cumprimento do disposto no 5º, o agente de trânsito deverá produzir relatório descritivo da obra ou evento com a indicação da sinalização utilizada, o qual deverá ser arquivado junto ao órgão de trânsito responsável pela fiscalização, à disposição das JARI, CETRAN, CONTRADIFE e CONTRAN

109 7º É vedada a utilização de placa R-19 que não seja fixa, exceto nos casos previstos nos 5º e 6º

110 Art. 7º Em trechos de estradas e rodovias onde não houver placa R-19 poderá ser realizada a fiscalização com medidores de velocidade dos tipos móvel, estático ou portátil, desde que observados os limites de velocidade estabelecidos no 1º do art. 61 do CTB.

111 1º Ocorrendo a fiscalização na forma prevista no caput, quando utilizado o medidor do tipo portátil ou móvel, a ausência da sinalização deverá ser informada no campo observações do auto de infração. 2º Para cumprimento do disposto no caput, a operação do equipamento deverá estar visível aos condutores.

112 Art. 8º Quando o local ou trecho da via possuir velocidade máxima permitida por tipo de veículo, a placa R-19 deverá estar acompanhada da informação complementar, na forma do Anexo V. 1º Para fins de cumprimento do estabelecido no caput, os tipos de veículos registrados e licenciados devem estar classificados conforme as duas denominações descritas a seguir:

113 I - VEÍCULOS LEVES correspondendo a ciclomotor, motoneta, motocicleta, triciclo, quadriciclo, automóvel, utilitário, caminhonete e camioneta, com peso bruto total - PBT inferior ou igual a kg

114 II - VEÍCULOS PESADOS correspondendo a ônibus, micro-ônibus, caminhão, caminhão-trator, trator de rodas, trator misto, chassi-plataforma, motor-casa, reboque ou semirreboque e suas combinações.

115 2 VEÍCULO LEVE tracionando outro veículo equipara-se a VEÍCULO PESADO para fins de fiscalização. Art. 9º São exemplos de sinalização vertical para atendimento do art. 8º, as placas constantes do Anexo V.

116 Parágrafo único. Poderá ser utilizada sinalização horizontal complementar reforçando a sinalização vertical.

117 Art. 11. As disposições desta Resolução não se aplicam à fiscalização das condutas tipificadas como infração no art. 220 do CTB.

118 EXERCICIOS 1- ( Técnico Judiciário (Segurança e Transporte) TRF 5ª FCC 2008) Na tabela abaixo, à esquerda está indicado o tipo de via. À direita está indicada a velocidade máxima nela permitida para caminhões, nos casos de não existir a sinalização regulamentadora de velocidade máxima

119 EXERCICIOS Tipo de via I. Rodovia II. Via coletora III. Estrada

120 EXERCICIOS Velocidade máxima permitida para caminhões km/h km/h km/h

121 EXERCICIOS A correlação correta é: I 1, II 2, III 3 -A I 1, II 3, III 2-B I 2, II 1, III 3-C I 3, II 1, III 2-D I 3, II 2, III 1-E

122 EXERCICIOS 2- (Motorista de Caminhão I LIQUIGÁS CETRO 2008) Segundo o Código de Trânsito Brasileiro, no que se refere às vias urbanas, onde não existir sinalização regulamentadora, a velocidade máxima será de nas vias coletoras e de nas vias de trânsito rápido. Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas. 40 Km/h 100 Km/h 40 Km/h 80 Km/h 60 Km/h 80 Km/h 60 Km/h 100 Km/h 30 Km/h 90 Km/h

123 EXERCICIOS 3- (DETRAN- ACRE CESGRANRIO) João é motorista de micro-ônibus e está trafegando em rodovia em boas condições de conservação, mas que não possui qualquer placa de sinalização de velocidade. A velocidade mínima permitida, em km/h, para seu veículo é (A) 110 (B) 90 (C) 55 (D) 45 (E) 20

124 EXERCICIOS 4- (DETRAN- ACRE CESGRANRIO) Patrícia dirigia seu automóvel à velocidade de 90 Km/h em uma via urbana considerada de trânsito rápido, na qual não havia sinalização regulamentadora. A infração administrativa praticada por Patrícia é (A) absorvida pelo crime de excesso de velocidade, previsto no artigo 311 do Código de Trânsito Brasileiro. (B) considerada gravíssima e sujeita o infrator à penalidade de multa, medida administrativa de remoção do veículo e pontuação de sete pontos. (C) considerada grave e sujeita o infrator à penalidade de multa e pontuação de cinco pontos. (D) considerada média e sujeita o infrator à penalidade de multa e pontuação de quatro pontos. (E) considerada média, em virtude de não haver sinalização no local indicando o limite de velocidade.

125 EXERCICIOS 5- (PRF 2009 FUNRIO) O trânsito de qualquer natureza nas vias terrestres do território nacional, abertas à circulação, rege-se pelo Código de Trânsito Brasileiro instituído pela lei n º 9.503, de 23 de setembro de Assim, é correto afirmar que: A) O trânsito, em condições seguras, é um direito de todos e dever dos órgãos e entidades componentes do Sistema Estadual de Trânsito, a estes cabendo, no âmbito das respectivas competências, adotar as medidas destinadas a assegurar esse direito. B) Os órgãos e entidades componentes do Sistema Nacional de Trânsito respondem, no âmbito das respectivas competências, objetivamente, sendo necessária a comprovação de culpa, por danos causados aos cidadãos em virtude de ação, omissão ou erro na execução e manutenção de programas, projetos e serviços que garantam o exercício do direito do trânsito seguro.

126 EXERCICIOS C) Os órgãos e entidades de trânsito pertencentes ao Sistema Nacional de Trânsito darão prioridade em suas ações à defesa da vida, não incluindo neste caso a preservação da saúde e do meio-ambiente. D) Considera-se trânsito a utilização das vias por pessoas, veículos e animais, isolados ou em grupos, conduzidos ou não, para fins de circulação, parada, estacionamento e operação de carga ou descarga. E) As disposições deste Código são aplicáveis a qualquer veículo, bem como aos proprietários, condutores dos veículos nacionais ressalvados os veículos estrangeiros e as pessoas nele expressamente mencionadas.

127 EXERCICIOS 6- (PRF 2009 FUNRIO) Em uma rodovia onde não há sinalização regulamentadora da velocidade máxima permitida, a fiscalização por radar identifica uma caminhonete trafegando a 105 km/hora. Nessa situação é correto que o agente A) aplique multa. B) não autue. C) recolha a habilitação. D) apreenda o veículo. E) detenha o motorista

128 EXERCICIOS Julgue: 7- (Agente de Apoio / Motorista / Segurança MPE/AM CESPE 2008) A velocidade máxima permitida para cada via será indicada por meio de sinalização. Nas vias urbanas, onde não existir sinalização regulamentadora, a velocidade máxima permitida será de 100 km/h nas vias de trânsito rápido e de 60 km/h nas vias arteriais.

129 EXERCICIOS 8- (Agente de Apoio / Motorista / Segurança MPE/AM CESPE 2008) Quando não houver sinalização nas vias rurais, nas rodovias, a velocidade máxima permitida para automóveis e camionetas será de 110 km/h, e de 90 km/h para ônibus e microônibus.

130 EXERCICIOS 9- (PRF 2004 CESPE-UNB) Considere a seguinte situação hipotética. Paulo, em uma via urbana arterial desprovida de sinalização regulamentadora de velocidade, conduzia seu automóvel a 60 km/h, velocidade indicada em radar eletrônico instalado adequadamente no local onde se realizava uma blitz. Nessa situação, por estar trafegando a uma velocidade 50% superior à máxima permitida na via, Paulo cometeu uma infração de natureza gravíssima.

131 EXERCICIOS 10- (PRF 2004 CESPE-UNB) O CTB define 4 tipos de vias urbanas e limites de velocidade diferentes para cada uma delas. As rodovias e estradas são consideradas vias rurais

132 EXERCICIOS 11- (PRF 2004 CESPE-UNB) O excesso de velocidade é causa de aumento de pena nos delitos de trânsito.

133 EXERCICIOS 12- (PRF 2004 CESPE-UNB) A velocidade máxima permitida para cada tipo de via, quando indicada por sinalização, poderá determinar velocidades superiores ou inferiores aos limites estabelecidos, de acordo com as suas características técnicas e as condições de trânsito.

134 EXERCICIOS 13- (PRF 2004 CESPE-UNB) Considere a seguinte situação hipotética. Joana conduzia sua camioneta em uma rodovia com condições normais de circulação, em um trecho que não apresentava regulamentação de velocidade. Cuidadosa com a carga frágil que transportava louças de porcelana, desenvolvia uma velocidade de 50 km/h. Nessa situação, Joana transgrediu o estabelecido no CTB.

135 Gabarito: 1-D 2-B 3-D 4-D 5-D 6-B 7-E 8-C 9-E 10-C 11-E 12-C 13-C EXERCICIOS

136 Aula 02

137 CLASSIFICAÇÃO DE VEÍCULOS 1. Quanto à tração 2. Quanto à espécie 3. Quanto à categoria 4- Veículos de emergência e veículos prestadores de serviços de utilidade pública. 5. Veículos excepcionais

138 QUANTO À TRAÇÃO I - quanto à tração: a) automotor; b) elétrico; c) de propulsão humana; d) de tração animal; e) reboque ou semi-reboque;

139 AUTOMOTOR CONSIDERAÇÕES SOBRE AUTOMOTOR: - CONCEITO. - CRIME - REGISTRO E LICENCIAMENTO.

140 Aula 02

141 AUTOMOTOR -ILUSTRAÇÃO

142 QUANTO À TRAÇÃO Veículo elétrico ( transitam sobre trilho) CONSIDERAÇÕES: - BONDE. - REGISTRO, LICENCIAMENTO e HABILITAÇÃO - 120, 130 e 140 do CTB. - E O ÔNIBUS ELÉTRICO? - E O TREM?

143 Aula 02

144 Veículo elétrico Ilustração.

145 QUANTO À TRAÇÃO REBOQUE - veículo destinado a ser engatado atrás de um veículo automotor. VEÍCULO CONJUGADO - combinação de veículos, sendo o primeiro um veículo automotor e os demais reboques ou equipamentos de trabalho agrícola, construção, terraplenagem ou pavimentação.

146 REBOQUE - ILUSTRAÇÃO

147 QUANTO À TRAÇÃO SEMI-REBOQUE - veículo de um ou mais eixos que se apóia na sua unidade tratora ou é a ela ligado por meio de articulação. VEÍCULO ARTICULADO - combinação de veículos acoplados, sendo um deles automotor.

148 SEMI-REBOQUE - ILUSTRAÇÃO

149 REBOQUE E SEMI-REBOQUE SEMELHANÇA: - registro e licenciamento; - habilitação DIFERENÇAS. Conceito Comprimento máximo

150 Aula 02

151 QUANTO À TRAÇÃO Tração animal Registro e Licenciamento - artigos 24,XVII e XVIII e 129 a) carroça : veículo de tração animal destinado ao transporte de carga. b) charrete : veículo de tração animal destinado ao transporte de pessoas.

152 Tração animal Ilustração.

153 QUANTO À TRAÇÃO Propulsão Humana. Registro e Licenciamento - artigos 24,XVII e XVIII e 129. a) Bicicleta - veículo de propulsão humana, dotado de duas rodas, não sendo, para efeito do CTB, similar à motocicleta, motoneta e ciclomotor. b) Carro de mão - veículo de propulsão humana utilizado no transporte de pequenas cargas. c) Ciclo - veículo de pelo menos duas rodas a propulsão humana.

154 Propulsão Humana Ilustração.

155 Carro de mão

156 QUANTO À ESPÉCIE a) de passageiros. b) de carga c) misto d) de competição e) de tração f) especial; g) de coleção;

157 VEÍCULO DE PASSAGEIROS VEÍCULO DE PASSAGEIROS - veículo destinado ao transporte de pessoas e suas bagagens

158 VEÍCULO DE PASSAGEIROS EXEMPLOS: (obs.: exclusivo=azul) 1 bicicleta ; 2 - ciclomotor; 3 - motoneta; 4 - motocicleta; 5 - triciclo; 6 - quadriciclo; 7 - automóvel; 8 - microônibus; 9 - ônibus; 10 - bonde; 11 - reboque ou semi-reboque; 12 - charrete;

159 AUTOMÓVEL automóvel : veículo automotor destinado ao transporte de passageiros com capacidade para até oito pessoas, exclusive o condutor.

160 AUTOMÓVEL

161 MICROÔNIBUS microônibus: veículo automotor de transporte coletivo com capacidade para até vinte passageiros

162 MICROÔNIBUS

163 ÔNIBUS ônibus: veículo automotor de transporte coletivo com capacidade para mais de vinte passageiros, ainda que, em virtude de adaptações visando a maior comodidade destes, transporte número menor

164 ÔNIBUS

165 Aula 02

166 VEÍCULO DE CARGA Veículo de carga: veículo de carga é destinado ao transporte de carga podendo transportar dois passageiros, exclusive o condutor

167 Aula 02

168 VEÍCULO DE CARGA exemplo:(obs. exclusivo=vermelho) 1 - motoneta; 2 - motocicleta; 3 - triciclo; 4 - quadriciclo; 5 - caminhonete; 6 - caminhão; 7 - reboque ou semi-reboque; 8 - carroça; 9 - carro-de-mão;

169 CAMINHONETE caminhonete : veículo destinado ao transporte de carga com peso bruto total de até três mil e quinhentos quilogramas, sendo exigido, portanto, para o condutor, a habilitação na categoria B.

170 CAMINHONETE

171 CAMINHÃO caminhão : não temos uma definição expressa de caminhão no CTB, porém a resolução 290/08 do CONTRAN, nos dá seguinte definição: veículo automotor destinado ao transporte de carga, com PBT acima de quilogramas, podendo tracionar ou arrastar outro veículo, desde que tenha capacidade máxima de tração compatível ; sendo exigido, portanto, para o condutor, a habilitação na categoria C.

172 CAMINHÃO

173 Motocicleta e assemelhados Motocicleta e assemelhados: Alguns veículos de duas rodas podem ser utilizados para o transporte de carga, mas, em regra, não são fabricados com essa finalidade exclusiva.

174 Motocicleta

175 Motoneta

176 Ciclomotor

177 Triciclo

178 Quadriciclo

179 Anexo I- MOTOCICLETA MOTOCICLETA - veículo automotor de duas rodas, com ou sem side-car, dirigido por condutor em posição montada

180 Anexo I - MOTONETA MOTONETA - veículo automotor de duas rodas, dirigido por condutor em posição sentada

181 Anexo I - CICLOMOTOR CICLOMOTOR - veículo de duas ou três rodas, provido de um motor de combustão interna, cuja cilindrada não exceda a cinqüenta centímetros cúbicos (3,05 polegadas cúbicas) e cuja velocidade máxima de fabricação não exceda a cinqüenta quilômetros por hora.

182 Motocicleta e assemelhados

183 Quadriciclos Quadriciclos são veículos de estrutura mecânica igual às motocicletas, possuindo eixos dianteiros e traseiro, dotado de quatro rodas, classificado na espécie passageiro e com de cilindrada até 200 cm3, devendo possuir placas dianteira e traseira, no mesmo padrão a das motocicletas. (RESOLUÇÃO 700/88)

184 Misto VEÍCULO MISTO - veículo automotor destinado ao transporte simultâneo de carga e passageiro. Obs.: DIFERENÇAS. MISTO - CARGA - PASSAGEIROS

185 MISTO - tipos Na lei: 1 - camioneta; 2 - utilitário; 3 - outros;

186 Camioneta- anexo I CAMIONETA - veículo misto destinado ao transporte de passageiros e carga no mesmo compartimento.( anexo I)

187 Camioneta Res 822/1996 È o veículo da espécie misto, não derivado de automóvel, utilizado no transporte simultâneo ou alternativo de carga e passageiro, num mesmo compartimento, sem alteração das características originais de fabricação, a não ser a retirada ou recebimento dos assentos, previstas pelo fabricante.

188 Camioneta -Ilustração.

189 UTILITÁRIO- anexo I UTILITÁRIO - veículo misto caracterizado pela versatilidade do seu uso, inclusive fora de estrada

190 UTILITÁRIO - Ilustração

191 Veículo de Coleção- anexo I Veículo de coleção é aquele que, mesmo tendo sido fabricado há mais de 30 anos, conserva suas características originais de fabricação e possui valor histórico próprio.

192 Veículo de Coleçãores56/99 CONTRAN REQUISITOS: a) ter sido fabricado há mais de 30 anos; b) conservar suas características originais de fabricação; c) integrar uma coleção; d) apresentar certificado de originalidade, expedido por entidade credenciada e reconhecida pelo DENATRAN.

193 Entidade Credenciada Quem pode ser? A entidade apta a emitir o certificado de originalidade será pessoa jurídica, sem fins lucrativos, e instituída para a promoção da conservação de automóveis antigos e para a divulgação dessa atividade cultural, de comprovada atuação nesse setor, respondendo pela legitimidade do Certificado que expedir.

194 Veículo de Coleçãores56/99 CONTRAN VANTAGENS: O disposto nos arts. 104 e 105 do Código de Trânsito Brasileiro não se aplica aos veículos de coleção, ou seja, não precisam atender às mudanças na legislação, no que se refere a equipamentos obrigatórios, poluentes e ruído.

195 Mudanças externas Além da mudança no documento (CRV e CRLV), há alguma mudança na parte externa do veículo? Os veículos de coleção serão identificados por placas dianteira e traseira, neles afixadas, de acordo com os procedimentos técnicos e operacionais estabelecidos pela Resolução 231/2007 CONTRAN, com as cores das placas em fundo preto e caracteres cinza.

196 Veículo de coleção - Ilustração.

197 Veículo de competição O CONTRAN, no anexo da sua Resolução 319/2009, posicionou-se no sentido de que veículos automotores, inclusive motocicletas, motonetas e ciclomotores, poderão ser registrados na espécie competição.

198 Veículo de competição Na Resolução 291/2008 temos o seguinte comentário: as espécies competição e coleção devem ser registradas com o tipo e carroçarias originais do veículo

199 Mudança de característica Como, então, fazer a mudança? Dois requisitos: 1º) Seria a vontade do proprietário, 2º) Seria este se posicionar no sentido de solicitar uma autorização prévia no DETRAN quando do registro do veículo, para que seja providenciado o novo registro na espécie competição.

200 Veículos de competição Que não podem transitar. 1º) aqueles que sofreram alterações para ficarem mais potentes art 110 CTB 2º) aqueles que foram construídos exclusivamente para competir (protótipos) Res 24/99 CONTRAN.

201 Veículos de competição art. 110 CTB Art O veículo que tiver alterada qualquer de suas características para competição ou finalidade análoga só poderá circular nas vias públicas com licença especial da autoridade de trânsito, em itinerário e horário fixados.

202 Veículos de competição res. 24 CONTRAN No segundo caso, estão expressos os veículos protótipos de competição, aqueles que foram fabricados exclusivamente para esta finalidade e que não necessitam ser diferenciados dos demais por quem o fabrica, ou seja, não possuem os elementos de identificação veicular, VIN e VIS, conforme a Resolução 24/1998 do CONTRAN

203 Ilustração

204 Espécie Tração Quanto aos tipos de veículos da espécie tração, o CTB se refere ao - caminhão-trator, - trator de rodas, - trator de esteira e - trator misto.

205 CAMINHÃO-TRATOR- anexo I CAMINHÃO-TRATOR - veículo automotor destinado a tracionar ou arrastar outro.

206 CAMINHÃO-TRATOR - Ilustração

207 CAMINHÃO-TRATOR nas resoluções do CONTRAN Res 152/04: Está dispensado dos padrões de parachoque. Resolução 290/09: deverão possuir plaqueta de identificação da capacidade em um dos seguintes locais: a) Na coluna de qualquer porta, junto às dobradiças, ou no lado da fechadura. b) Na borda de qualquer porta. c) Na parte inferior do assento, voltada para porta. d) Na superfície interna de qualquer porta. e) No painel de instrumentos.

208 Trator anexo I TRATOR - veículo automotor construído para realizar trabalho agrícola, de construção e pavimentação e tracionar outros veículos e equipamentos

209 Tratores em via pública. Esses veículos, via de regra, não transitam em via pública, não estão sujeitos à identificação colocada pelo fabricante para diferenciá-los (VIN e VIS), porém, para transitarem na via, devem estar registrados, licenciados e possuir numeração especial. (res 24/99 e 115 4º CTB)

210 Tratores cat. HABIL. Além disso, seus condutores devem possuir, pelo menos, a habilitação na categoria C.

211 Tratores resolução 281/2010. Está suspensa pela deliberação 93/10 do CONTRAN. Ela prevê que os tratores fabricados, montados ou importados a partir de 1 de janeiro de 2010 deverão possuir pré-cadastro no RENAVAM e numeração PIN, a ser colocada pelo fabricante para individualizar a produção

212 Tratores- numeração Além da gravação PIN, o trator deverá ser identificado por gravação em etiqueta ou plaqueta, destrutível no caso de tentativa de sua remoção.

213 Tratores- Ilustração

214 Veículo especial A espécie especial é, na verdade, uma classificação subsidiária, ou seja, foi criada para qualificar os veículos que não se enquadram nas outras espécies, ou seja, o veículo especial é aquele que não pertence às categorias passageiro, carga, misto, competição, tração ou coleção.

215 Veículo especial - Contran Na Resolução 291/2008 do CONTRAN, que dispõe sobre a concessão de código de marca/modelo/versão para veículos, observamos que o que torna um veículo especial é a sua carroçaria.

216 Veículo especial - Contran Exemplos 01: veículo TIPO: caminhão, ESPÉCIE: especial, CARROÇARIA: trio elétrico. Exemplo 02: seria o automóvel que se transformou em ambulância ou veículo de funeral, aí, teríamos: veículo TIPO: automóvel, ESPÉCIE: especial e CARROÇARIA: ambulância ou funeral.

217 Veículo especial - Anexo I do CTB trailer: reboque ou semirreboque tipo casa, com duas, quatro, ou seis rodas, acoplado ou adaptado à traseira de automóvel ou camionete, em geral utilizado como alojamento em atividades turísticas ou para atividades comerciais. Quando acoplado ao veículo automotor, o condutor, para conduzi-lo, deve possuir habilitação na categoria E.

218 Veículo especial - Anexo I do CTB motor-casa (motor-home): veículo automotor, cuja carroçaria é fechada e destinada a alojamento, escritório, comércio ou finalidades análogas. Para conduzi-lo, o condutor deve possuir habilitação na categoria C, conforme Resolução 168/2004 do CONTRAN (ver lei 12452/2011)

219 Motor-casa- Ilustração

220 Quanto à categoria Categoria- É a destinação dada ao veículo em caráter de permanência, uma vez que vem consignada num documento definitivo chamado CRV (Certificado de Registro de Veículo)

221

222 Categoria - CTB As categorias de veículos previstas no CTB são: oficial; de representação diplomática, de repartições consulares de carreira ou organismos internacionais acreditados junto ao governo brasileiro; particular; de aluguel; de aprendizagem.

223 Categoria - permanente? o art. 154 do CTB, que faz menção aos veículos destinados a aprendizagem um em caráter permanente e outro em caráter provisório. Sem maiores explicações, poderíamos concluir que somente aquele utilizado em caráter permanente será da categoria aprendizagem, mas a eventualidade da aprendizagem (caráter provisório) não tem o condão de mudar a categoria anterior do veículo

224 Categoria Mudança de categoria implica mudança de caracteres?

225 Veículos de emergência Onde encontrá-los? art. 29, VII, do CTB, e outra na Resolução 268/2008 do CONTRAN

226 Veículos de emergência a) os veículos destinados a socorro de incêndio e salvamento, b) os de polícia, c) os de fiscalização e operação de trânsito d) as ambulâncias, e) e também os de salvamento difuso destinados a serviços de emergência decorrentes de acidentes ambientais.

227 Veículos de emergência Elemento de identificação Somente os veículos mencionados no inciso VII, do art. 29, do Código de Trânsito Brasileiro (alíneas a, b, c, d, acima), poderão utilizar luz vermelha intermitente e dispositivo de alarme sonoro. Embora os tipos de veículos de emergência sejam os enumerados acima, o art. 1 da Resolução 268/2008 do CONTRAN exclui da possibilidade de utilizar luz vermelha intermitente os veículos destinados a serviços de emergência decorrentes de acidentes ambientais, uma vez que não estão presentes no art. 29, VII, do CTB.

228 Veículos de emergência Prerrogativas na condução Os veículos de emergência somente poderão acionar o sistema de iluminação vermelha intermitente e alarme sonoro quando em efetiva prestação de serviço de urgência. Entende-se por prestação de serviço de urgência os deslocamentos realizados pelos veículos de emergência, em circunstâncias que necessitem de brevidade para o atendimento, sem a qual haverá grande prejuízo à incolumidade pública.

229 Veículos prestadores de serviços de utilidade pública Onde encontrar? No art. 29, VIII, do CTB, e outra na Resolução 268/2008 do CONTRAN

230 Veículos prestadores de serviços de utilidade pública a) os destinados à manutenção e reparo de redes de energia elétrica, de água e esgotos, de gás combustível canalizado e de comunicações; b) os que se destinam à conservação, manutenção e sinalização viária, quando a serviço de órgão executivo de trânsito ou executivo rodoviário; c) os destinados ao socorro mecânico de emergência nas vias abertas à circulação pública; d) os veículos especiais destinados ao transporte de valores; e) os veículos destinados ao serviço de escolta, quando registrados em órgão rodoviário para tal finalidade; f) os veículos especiais destinados ao recolhimento de lixo a serviço da Administração Pública.

231 Veículos prestadores de serviços de utilidade pública Elemento de identificação Identificam-se pela instalação de dispositivo, não removível, de iluminação intermitente ou rotativa, e somente com luz amarelo-âmbar.

232 Veículos prestadores de serviços de utilidade pública Prerrogativas no trânsito Os veículos prestadores de serviço de utilidade pública gozarão de livre parada e estacionamento, quando se encontrarem: I em efetiva operação no local de prestação dos serviços a que se destinarem; II devidamente identificados pela energização ou acionamento do dispositivo luminoso e utilizando dispositivo de sinalização auxiliar que permita aos outros usuários da via enxergar em tempo hábil o veículo prestador de serviço de utilidade pública.

233 Veículos excepcionais - Carga indivisível - Guindastes autopropelidos - Transporte de passageiro em veículo de carga -CTV e CTVP - CVC Combinações de Veículos de Carga -Veículos transportadores de contêineres

234 Carga indivisível Art Ao veículo ou combinação de veículos utilizado no transporte de carga indivisível, que não se enquadre nos limites de peso e dimensões estabelecidos pelo CONTRAN, poderá ser concedida, pela autoridade com circunscrição sobre a via, autorização especial de trânsito, com prazo certo, válida para cada viagem, atendidas as medidas de segurança consideradas necessárias

235 GUINDASTES AUTOPROPELIDOS Art 101, 3º Aos guindastes autopropelidos ou sobre caminhões poderá ser concedida, pela autoridade com circunscrição sobre a via, autorização especial de trânsito, com prazo de seis meses, atendidas as medidas de segurança consideradas necessárias.

236 Transporte de passageiro em veículo de carga O transporte de passageiros em veículos de carga, remunerado ou não, poderá ser autorizado eventualmente e a título precário, desde que entre localidades de origem e destino que estiverem situadas em um mesmo município, municípios limítrofes, municípios de um mesmo Estado, quando não houver linha regular de ônibus ou as linhas existentes não forem suficientes para suprir as necessidades daquelas comunidades

237 CTV e CTVP. Entende-se por Combinações de Transporte de Veículos CTV o veículo ou combinação de veículos, construídos ou adaptados especial e exclusivamente para o transporte de veículos e chassis, e por Combinações de Transporte de Veículos e Cargas Paletizadas CTVP a combinação de veículos, concebida e construída especialmente para o transporte de veículos acabados e cargas unitizadas sobre paletes ou racks.

238 CTV e CTVP- Ilustração

239 Combinações de Veículos de Carga Há, também em nossa legislação, as Combinações de Veículos de Carga CVC, cuja unidade tratora está ligada no mínimo a duas unidades tracionadas. As Autorizações Especiais de Trânsito, nesses veículos, são dadas em razão do comprimento, quando forem ultrapassados 19,80 m, ou em razão do peso, quando ultrapassar 57 toneladas

240 Combinações de Veículos de Carga

241 Veículos transportadores de contêineres Nestes veículos, somente é possível fornecer a AET em função da altura, ou seja, se ultrapassar o limite de 4,40 m estabelecido para todos os veículos, desde que não sejam ultrapassados 4,60 m. Cabe observar que o CONTRAN não se referiu a outras dimensões, somente à altura. Também, veio expresso na Resolução 213/2006 que a AET é somente para a unidade tracionada e tem validade máxima de 1 ano. Enfim, devido ao tamanho excessivo de alguns contêineres é que surgiu a norma, não havendo razão para estendê-la aos caminhões tratores.

242 Veículos transportadores de contêineres

243 Exercícios 1- (TÉCNICO JUDICIÁRIO SEGURANÇA E TRANSPORTE TRF 5ª FCC 2008) A classificação de veículos se dá quanto à tração, categoria e a)competição. b)carga. c)propulsão. d) espécie. e)finalidade.

244 Exercícios 2- (MOTORISTA CATEGORIA B PREF. BIGUAÇU/SC SINTEC 2007) Assinale a alternativa que não corresponde à classificação dos veículos quanto à categoria: A) Particular. B) Utilitário. C) Oficial. D) De aprendizagem.

245 Exercícios 3- (MOTORISTA D PREF. TENENTE LAURENTINO CRUZ/RN MULT-SAI 2007) O Código de Trânsito Brasileiro classifica os veículos quanto à tração. Constituem exemplos dessa classificação, EXCETO: A) Automotor e elétrico; B) Elétrico e de propulsão humana; *C) Caminhonete e carroça; E) De tração animal e reboque.

246 Exercícios 4- (DESPACHANTE DE TRÂNSITO DETRAN/PR UFPR 2004). O artigo 96 do Código de Trânsito Brasileiro dispõe sobre a classificação de veículos. Acerca desse tema, relacione a segunda coluna à primeira:

247 Exercícios 1. Classificação quanto à tração. 2. Classificação quanto à espécie. 3. Classificação quanto à categoria. ( ) Oficial, particular, de aluguel, de aprendizagem. ( ) Automotor, elétrico, reboque, de tração animal. ( ) De passageiros, de carga, de competição, de tração.

248 Exercícios Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta da coluna da direita, de cima para baixo. A) 1, 2 e 3. B) 3, 1 e 2. C) 3, 2 e 1. D) 1, 3 e 2. E) 2, 3 e 1.

249 Exercícios 5- (DETRAN ACRE-2009 CESGRANRIO) O Código de Trânsito Brasileiro é uma lei abrangente, que busca disciplinar as relações de trânsito relativas não apenas a automóveis, motos e ônibus, mas também a A) bondes sobre trilhos. B) metrô sobre trilhos. C) ciclomotores. D) bicicletas, que são equiparadas às motonetas. E) barcos a motor, que também se enquadram no conceito de veículo automotor.

250 Exercícios 6- (DETRAN-RR/CETAP/2010) O Anexo I do CTB Código de Trânsito Brasileiro apresenta algumas definições e conceitos, sobre eles, relacione a Coluna 01 com a Coluna 02 e marque a alternativa que tenha a sequência CORRETA:

251 Exercícios Coluna CAMINHÃO-TRATOR 2 - CAMINHONETE 3 - CAMIONETA Coluna 02 ( ) veículo misto destinado ao transporte de passageiros e carga no mesmo compartimento. ( ) veículo automotor destinado a tracionar ou arrastar outro. ( ) veículo destinado ao transporte de carga com peso bruto total de até três mil e quinhentos quilogramas.

252 Exercícios A) 3, 2, 1. B) 1, 2, 3. C) 2, 1, 3. D) 2, 3, 1. E) 3, 1, 2.

253 Exercícios 7- (PRF 2009 FUNRIO) As características dos veículos, suas especificações básicas, configuração e condições essenciais para registro, licenciamento e circulação serão estabelecidas pelo CONTRAN, em função de suas aplicações. Os veículos classificam-se em:

254 Exercícios A) Quanto à categoria como: caminhão-trator; trator de rodas; trator de esteiras; trator misto; especial; de coleção. B) Quanto à espécie como de passageiros: motoneta; motocicleta; triciclo; quadriciclo; caminhonete; caminhão; reboque ou semirreboque; carroça; carro de mão. C) Quanto à espécie como de carga: bicicleta; ciclomotor; motoneta; motocicleta; triciclo; quadriciclo; automóvel; micro-ônibus; ônibus; bonde; reboque ou semirreboque; charrete.

255 Exercícios D) Quanto à espécie como misto: oficial; de representação diplomática, de repartições consulares de carreira ou organismos internacionais acreditados junto ao Governo brasileiro; particular; de aluguel; de aprendizagem. E) Quanto à tração como: automotor; elétrico; de propulsão humana; de tração animal; reboque ou semirreboque.

256 Gabarito Gabarito 1- D 2-B 3- C 4- B 5-C 6-E 7-E

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