Regulamento do Centro de Formação Infante D. Pedro

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1 Regulamento do Centro de Formação Infante D. Pedro Missão - executar os planos de formação das escolas associadas, no quadro do regime jurídico da formação contínua. Capítulo I Princípios Gerais e Objetivos Capítulo II Estrutura de Direção e Gestão Secção I - Comissão Pedagógica Secção II - Diretor do Centro Secção III - Conselho de Acompanhamento da Gestão Administrativo-Financeira Secção IV Consultor de Formação Capítulo III Formação, Funcionamento e Operacionalização Secção I - Formandos Secção II - Formadores CAPÍTULO I Princípios gerais Artigo 1º O presente Regulamento define o regime de funcionamento do Centro de Formação da Associação de Escolas do Concelho de Vila Franca de Xira, com a designação de Centro de Formação Infante D. Pedro, doravante designado, abreviadamente, por CFIDP. Artigo 2º Âmbito O CFIDP resulta da necessidade das escolas do concelho de Vila Franca de Xira responderem à melhoria da qualidade da educação, constituindo-se em associação e promovendo ações de formação enquadradas no Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (RJFCP) e na formação de pessoal não docente. Artigo 3º Constituição do CFIDP O CFIDP, com sede na Escola Secundária de Gago Coutinho, em Alverca do Ribatejo, integra o pessoal docente e não docente dos seguintes Agrupamentos de Escolas e Escola não agrupada: Agrupamento de Escolas de Alhandra, Sobralinho e S. João dos Montes (E. Soeiro P. Gomes) Agrupamento de Escolas Alves Redol Agrupamento de Escolas de D. António de Ataíde Agrupamento de Escolas da Póvoa de Santa Iria (E. D. Martinho Vaz de Castelo Branco) Agrupamento de Escolas do Bom Sucesso Agrupamento de Escolas de Dr. Sousa Martins (E. Reynaldo dos Santos) Agrupamento de Escolas do Forte da Casa Agrupamento de Escolas Pedro Jacques de Magalhães Agrupamento de Escolas de Vialonga Escola Secundária de Gago Coutinho 1

2 Artigo 4º Objetivos Estabelecidos no artº 19º do RJFCP - Decreto-Lei nº 207/96: a) Incentivar a autoformação, a prática de investigação e a inovação educacional; b) Promover a identificação das necessidades de formação; c) Dar resposta a necessidades de formação identificadas e manifestadas pelos estabelecimentos de educação e ensino associados e pelos respetivos educadores e professores; d) Fomentar o intercâmbio e a divulgação de experiências pedagógicas; e) Adequar a oferta à procura de formação. Artigo 5º Estabelecidas no artº 20º do RJFCP - Decreto-Lei nº 207/96: a) Identificar as necessidades de formação dos docentes das escolas associadas, estabelecendo as respetivas prioridades; b) Promover as ações de formação contínua que respondam às prioridades definidas; c) Elaborar planos de formação, podendo estabelecer protocolos de cooperação com outras entidades formadoras; d) Coordenar e apoiar projetos de inovação dos estabelecimentos de educação e ensino associados; e) Promover a articulação de projetos desenvolvidos pelas escolas com os órgãos de poder local; f) Criar e gerir centros de recursos. CAPÍTULO II Estrutura de Direção e Gestão Artigo 6º Direção e gestão Órgãos de direção e gestão do CFIDP: a) A Comissão Pedagógica (CP); b) O Diretor; c) O Conselho de Acompanhamento da Gestão Administrativo-Financeira. Secção I Comissão Pedagógica Artigo 7º Composição A CP do CFIDP é composta pelo respetivo diretor e pelos diretores das escolas e agrupamentos associados. 2

3 Artigo 8º Estabelecidas no artº 25º do RJFCP (Decreto-Lei nº 207/96): a) Selecionar o diretor do centro de entre as candidaturas apresentadas; b) Eleger o seu representante no Conselho de Acompanhamento da Gestão Administrativo-Financeira; c) Emitir recomendações sobre aspetos pedagógicos; d) Estabelecer a articulação entre os projetos de formação das escolas e o centro; e) Aprovar o plano de ação, proposto pelo diretor do centro; f) Selecionar os formadores do respetivo centro mediante proposta do diretor; g) Aprovar os protocolos de colaboração entre o centro e outras entidades formadoras; h) Propor o recurso a serviços de consultadoria para apoio ao desenvolvimento das atividades do centro; i) Aprovar o seu regulamento interno de funcionamento, do qual conste, designadamente, o regime de seleção do diretor do centro; j) Acompanhar a execução do plano de ação do centro, bem como do respetivo orçamento; k) Apreciar e decidir sobre reclamações relativas à avaliação dos formandos; l) Nomear o Consultor de Formação, sob proposta do diretor do Centro; m) Definir os critérios gerais de avaliação dos formandos. Artigo 9º Convocação e periodicidade a) As reuniões da CP são convocadas pelo diretor do CFIDP; b) Compete ao diretor do CFIDP presidir às reuniões da CP; c) Em caso de impedimento do diretor do CFIDP e se a importância dos pontos a tratar na reunião não permitir o adiamento da mesma, caberá ao diretor da escola sede do CFIDP presidir à reunião; d) A CP reúne em plenário, ordinariamente, uma vez por trimestre; e) A CP reunirá extraordinariamente sempre que o diretor ou 2/3 dos seus membros o entenda necessário; f) A convocação das reuniões plenárias da CP será feita pelo diretor do CFIDP, por escrito ( ), com uma antecedência mínima de 8 dias; g) Em situações excecionais e devidamente justificadas na ata da respetiva reunião, a CP pode ser convocada por outra via e com uma antecedência mais reduzida. Artigo 10º Funcionamento a) Considera-se que uma reunião da Comissão tem quórum quando nela estiver presente a maioria absoluta dos seus membros; b) Consideram-se aprovadas as recomendações e deliberações da Comissão com a maioria simples de votos; c) As reuniões terão a duração máxima de 2 horas, podendo prolongar-se por decisão da maioria dos membros da Comissão; d) No início de cada reunião será aprovada a ata da reunião anterior; e) As reuniões serão secretariadas por um assistente técnico da escola sede; f) As atas serão lavradas, em folhas numeradas, em formato digital e posteriormente agrupadas em livro próprio; g) Em cada reunião far-se-á o registo das presenças numa folha/ficha adequada. 3

4 Artigo 11º Assiduidade a) Toda a falta de comparência dos membros às reuniões da CP deverá ser justificada; b) Os membros da CP, que após terem sido convocados, tiverem um impedimento justificado, poderão delegar a sua representação noutro elemento da direção. Neste caso deverão, com a maior antecedência possível ao início da reunião, indicar, preferencialmente por escrito, em papel ou suporte digital, ao diretor do CFIDP, o nome do seu substituto e a delegação de competências. Artigo 12º Grupos de trabalho A CP do CFIDP pode organizar-se em grupos de trabalho, sempre que tal se justifique de forma a operacionalizar o seu modo de funcionamento. Secção II Diretor do CFIDP Artigo 13º Estabelecidas no artº 26º do RJFCP (Decreto-Lei nº 207/96): a) Representar o CFIDP; b) Presidir à CP; c) Coordenar e gerir o processo de formação contínua dos professores e das diversas escolas associadas; d) Promover a identificação das necessidades de formação dos docentes e a elaboração do plano de formação do CFIDP; e) Assegurar a articulação com outros estabelecimentos, designadamente os de ensino superior, tendo em vista a preparação, orientação e gestão de ações de formação contínua; f) Promover a organização das ações inscritas no plano de formação do CFIDP; g) Analisar e sistematizar a informação constante das fichas de avaliação das ações de formação contínua realizadas e apresentá-las à CP; h) Propor a movimentação das verbas previstas para o funcionamento do CFIDP. Artigo 14º Eleição do Diretor a) O diretor do CFIDP é selecionado por concurso, ou por renovação do mandato do diretor em funções (3 anos - artº 27º do Decreto-Lei nº 207/96); b) Caso o diretor em exercício, com a antecedência de pelo menos sessenta dias, manifeste a sua disponibilidade para continuar no exercício das suas funções, poderá a CP prescindir de abertura de concurso e proceder à renovação do seu mandato; c) Neste caso a CP reunirá para o efeito, sendo, neste ponto, a reunião presidida pelo diretor da escola sede do CFIDP, que deliberará sobre a renovação do mandato, ou abertura de concurso, com base na avaliação de desempenho do diretor em exercício; d) A reunião da CP referida no ponto anterior deverá contar com a presença de pelo menos 2/3 dos seus membros; e) A deliberação da renovação do mandato do diretor realiza-se por voto secreto e só será efetiva se for votada favoravelmente por pelo menos 2/3 dos membros da CP. 4

5 Artigo 15º Regulamento concursal O processo e critérios de seleção de candidaturas são os constantes no anexo a este RI. Artigo 16º Substituição do Diretor nos seus impedimentos temporários Na impossibilidade temporária do exercício de funções do diretor, compete ao diretor da escola sede assegurar o funcionamento normal do CFIDP. Artigo 17º Demissão do Diretor a) No caso de manifesto incumprimento das suas obrigações, a CP pode propor que o diretor seja demitido, mediante fundamentação e votação de 2/3 dos membros efetivos da CP; b) Em caso de demissão compete à CP organizar o processo de concurso e proceder à seleção do diretor de entre as candidaturas apresentadas; c) Compete ao diretor da escola sede do CFIDP assumir a coordenação do processo referido na alínea anterior. Artigo 19º Apoio Técnico O apoio técnico rege-se pelo Despacho nº 2609/2009, de 20 de janeiro. Secção III Conselho de Acompanhamento da Gestão Administrativo-Financeira Artigo 20º Composição (artigo 24º do RJFCP) O Conselho de Acompanhamento da Gestão Administrativo-Financeira é composto pelo Presidente do Conselho Administrativo da escola sede, por um membro da CP eleito para o efeito e pelo Chefe dos Serviços de Administração Escolar da escola sede. Artigo 21º a) Elaborar e aprovar o projeto de orçamento do CFIDP; b) Exercer o controlo orçamental sobre a atividade do CFIDP; c) O Conselho reúne duas vezes por ano e sempre que um dos seus membros entenda necessário. 5

6 Artigo 22º Eleição do representante da CP no Conselho de acompanhamento de Gestão Administrativo-Financeira a) São elegíveis todos os elementos da CP; b) A eleição realizar-se-á em plenário, por voto secreto; c) Será eleito o elemento mais votado; d) Em caso de empate, será repetida a votação apenas entre os elementos mais votados. Secção IV Consultor de Formação Artigo 23º Nomeação O diretor do CFIDP pode propor a nomeação de um Consultor de Formação considerando o plano de ação e plano de formação das escolas associadas. Artigo 24º São competências do consultor de Formação: a) Colaborar na execução do Plano de Formação Anual; b) Dar parecer sobre questões de natureza técnica ou outras, relacionados com o funcionamento científico-pedagógico do CFIDP; c) Acompanhar o desenvolvimento de ações de formação realizadas nas modalidades de Projeto, Círculos de Estudos e Oficina de Formação; d) Exercer as demais funções de âmbito científico - pedagógico que lhe forem cometidas pelos órgãos de direção e gestão do CFIDP. CAPÍTULO III Formação, Funcionamento e Operacionalização Formandos Artigo 25º Âmbito As ações de Formação Contínua do CFIDP são abertas a todos os docentes e não docentes dos estabelecimentos da educação pré-escolar e dos ensinos básico e secundário que desejem candidatar-se. Artigo 26º Procedimentos de inscrição a) Podem inscrever-se em ações de Formação Contínua do CFIDP todos os docentes e não docentes da educação pré-escolar e dos ensinos básico e secundário; b) As inscrições realizam-se mediante preenchimento do Boletim de Candidatura próprio do CFIDP; c) No caso do formando referir necessidade de creditação (Pessoal Docente), as inscrições nas ações de formação devem contemplar o número máximo de possibilidades, dentro do nível de ensino/grupo de recrutamento; d) É obrigatória a certificação pelos Serviços de Administração Escolar e pelo diretor da Escola/Agrupamento das informações e autorizações constantes no boletim de candidatura; e) Os Boletins de Candidatura poderão ser entregues diretamente no CFIDP, no horário normal de expediente, ou enviados através do site do CFIDP. 6

7 Pessoal Docente (segundo a ordem indicada): Artigo 27º Critérios de ordenação e selecção dos candidatos inscritos a) Docente da carreira em exercício em Escola/Jardim de Infância associados do CFIDP; b) Docente em regime de contrato a termo certo em exercício em Escola/Jardim de Infância associados do CFIDP; c) Docente proposto pelo diretor da escola/agrupamento; d) Docente que justifique a sua candidatura com base num Plano Individual de Formação articulado com o Plano de Formação da Escola/ Jardim, nomeadamente a participação em projetos específicos; e) Ordem das preferências assinaladas no Boletim de Inscrição; f) Adequação ao público-alvo da ação, designadamente o grupo de recrutamento/ciclo/nível de ensino/docência. Pessoal Não Docente (segundo a ordem indicada): a) Funcionário em regime de contrato a tempo indeterminado na Escola/Jardim de Infância associados do CFIDP; b) Funcionário proposto pelo diretor da Escola/Agrupamento; c) Funcionário sem formação por um longo período; d) Adequação ao cargo/tarefa desempenhada na escola. Artigo 28º Reclamações e desistências 1. Após publicitação da lista de selecção dos formandos os candidatos podem reclamar ou solicitar quaisquer dados constantes da lista geral ordenada afixada no CFIDP, no prazo de cinco dias úteis. As reclamações ou pedidos de alteração serão dirigidos, por escrito, ao diretor do CFIDP. 2. Os candidatos podem apresentar desistência justificada por escrito, dirigida ao diretor do CFIDP, até cinco dias antes da data do início da acção, perdendo o direito de reembolso no caso de ações autofinanciadas. 3. Motivos justificativos: a) Doença do próprio ou doença/morte de familiares ascendentes/descendentes diretos, devidamente comprovada; b) Incompatibilidade de horário de serviço atribuído (apresentação de horário autenticado pela escola/ jardim de infância); c) Colocação, após a data de inscrição e antes do início das ações, em escola não associada do CFIDP. d) As situações não previstas nas alíneas anteriores serão decididas pelo Diretor do CFIDP, podendo ser remetidas à CP. Artigo 29º Direitos de inscrição a) Com a inscrição o formando adquire o direito de frequentar, de acordo com os critérios de ordenação, qualquer uma das ações de formação que se adeqúem ao seu grau e/ou grupo ou área de docência e ao seu plano de desenvolvimento profissional e pessoal; b) Em caso de não seleção, o formando poderá solicitar ao CFIDP, por escrito, uma declaração comprovativa da inscrição efetuada. 7

8 Artigo 30º Direitos dos formandos a) Escolher as ações de formação que mais se adequem ao seu plano de desenvolvimento profissional e pessoal; b) Contribuir para o Plano de Formação do CFIDP; c) Cooperar com outros professores de grupo ou interesses pedagógicos afins na constituição de equipas que desenvolvam projetos ou promovam círculos de estudos; d) Obter certificação das ações de formação creditadas ou não, em que participe; e) Frequentar gratuitamente as ações de formação contínua. Artigo 31º Deveres a) Frequentar e concluir a ação de formação contínua, para a qual tenha sido selecionado; b) Justificar a(s) falta(s) à ação de formação contínua, para a qual tenha sido selecionado. Formadores Artigo 32º Requisitos dos Formadores 1. Podem ser formadores, no âmbito das áreas de formação previstas no RJFCP, os docentes que possuam as habilitações consideradas no seu artº 31º, estando dependente da sua acreditação junto do Conselho Científico-Pedagógico da Formação Contínua (CCPFC); 2. Podem ainda ser formadores, mediante deliberação fundamentada do CCPFC, os indivíduos, docentes ou não docentes, possuidores de currículo relevante nas matérias sobre que incide a formação. Artigo 33º Direitos 1. Obter junto do CFIDP comprovativo das atividades formativas desenvolvidas; 2. Auferir uma remuneração horária de acordo com o estipulado legalmente ou atribuição de horas de formação na componente não letiva; 3. Dispor dos equipamentos e materiais, documentação de apoio e outros materiais de acordo com o programa da ação. 8

9 Artigo 34º Deveres 1. Colaborar com o CFIDP no lançamento do plano de formação, nomeadamente na organização de documentação básica a entregar ao formando, bem como na calendarização da ação; 2. Articular a calendarização da ação com o funcionamento global das outras ações de formação; 3. Cumprir os horários estabelecidos para a ação de formação, com a antecedência necessária à receção de documentação previamente solicitada; 4. Contactar o CFIDP, para preparação e organização das sessões; 5. Assumir a responsabilidade do controlo das presenças dos formandos, por sessão; 6. Elaborar os sumários, com a respetiva distribuição das componentes teórica e prática e entregar no fim de cada sessão a folha de presenças; 7. Comunicar ao CFIDP eventuais ocorrências, problemas e sugestões relacionadas com o funcionamento da ação; 8. Esclarecer e ultrapassar constrangimentos da avaliação; 9. Colaborar com o CFIDP na organização do dossiê técnico-pedagógico da ação; 10. Colaborar com o CFIDP no lançamento de inquéritos junto dos formandos; 11. Proceder a uma avaliação do formando que se coadune com o estipulado no projeto de formação e que reflita uma avaliação global do mesmo. Artigo 35º Disposições finais Este Regulamento poderá ser revisto, em qualquer momento, mediante proposta a aprovar por maioria absoluta dos elementos da CP. Artigo 36º São parte integrante do regulamento o anexo mencionado no artigo 15º. O Regulamento foi aprovado em reunião de CP de 12 de Julho de 2012 entrando em vigor no dia imediatamente a seguir. 9

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