TEORIA JURÍDICA DA LIBERDADE
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- Carlos Teves Guimarães
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1 TEORIA JURÍDICA DA LIBERDADE
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3 RICARDO MARCONDES MARTINS TEORIA JURÍDICA DA LIBERDADE São Paulo 2015
4 Copyright EDITORA CONTRACORRENTE Rua Dr. Cândido Espinheira, 560 3º andar São Paulo SP Brasil CEP Editores Camila Almeida Janela Valim Gustavo Marinho de Carvalho Rafael Valim Conselho Editorial Augusto Neves Dal Pozzo (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo PUC/SP) Daniel Wunder Hachem (Universidade Federal do Paraná - UFPR) Emerson Gabardo (Universidade Federal do Paraná - UFPR) Gilberto Bercovici (Universidade de São Paulo - USP) Heleno Taveira Torres (Universidade de São Paulo - USP) Jaime Rodríguez-Arana Muñoz (Universidade de La Coruña Espanha) Pablo Ángel Gutiérrez Colantuono (Universidade Nacional de Comahue Argentina) Pedro Serrano (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo PUC/SP) Silvio Luís Ferreira da Rocha (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo PUC/SP) Equipe editorial Cristina Freitas (revisão) Denise Dearo (design gráfico) Mariela Santos Valim (capa) Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) (Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil) M3867 Martins, Ricardo Marcondes. Teoria Jurídica da Liberdade Ricardo Marcondes Martins São Paulo, Editora Contracorrente, ISBN: Inclui bibliografia 1. Direito. 2. Filosofia. 3. Teoria jurídica da liberdade. 4. Filosofia do Direito. 5. Política. 6. Direito Administrativo. 7. Direito Constitucional. I. Título. CDU Impresso no Brasil Printed in Brazil
5 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO DA BIBLIOTECA DE DIREITO ADMI- NISTRATIVO NEOCONSTITUCIONAL... 9 PREFÁCIO INTRODUÇÃO CAPÍTULO I ARQUÉTIPO OU DETERMINAÇÃO NOR- MATIVA? INTROITO LIBERDADE NA TEORIA PURA DO DIREITO ONTOLOGIA DA LIBERDADE SER E DEVER-SER LIBERDADE JURÍDICA CAPÍTULO II SENTIDO DO ESPAÇO PRIVADO INTROITO CONCEITO LÓGICO DE LIBERDADE ESTRUTURA DA LIBERDADE AUTONOMIA DA VONTADE E AUTONOMIA PRIVADA DIREITO FUNDAMENTAL DE LIBERDADE
6 RICARDO MARCONDES MARTINS 6. FUNÇÃO SOCIAL CONSTITUCIONALIZAÇÃO DO ESPAÇO PRIVADO CAPÍTULO III SOBERANIA INTROITO CONCEITO ANTIGO E MODERNO FUNÇÃO PÚBLICA E LIBERDADE SUPREMACIA DO INTERESSE PÚBLICO MORALIDADE LIBERDADE EFETIVA CAPÍTULO IV LIBERDADE SOCIAL ESTADO SOCIAL ESPAÇO DE CONQUISTA E MÍNIMO EXISTENCIAL ESTADO SOCIAL E DISCRICIONARIEDADE ESTADO SOCIAL E VINCULAÇÃO LIBERDADE EFETIVA NO ESTADO SOCIAL CAPÍTULO V LIBERDADE POLÍTICA INTROITO VONTADE GERAL LIBERDADE DOS ANTIGOS E LIBERDADE DOS MO- DERNOS REPRESENTAÇÃO POLÍTICA LIBERDADE POLÍTICA CAPÍTULO VI - LIBERDADE ECONÔMICA INTROITO
7 SUMÁRIO 2. REGULAÇÃO ECONÔMICA Regulação por direção: ordenação Regulação por indução: fomento Regulação por participação direta: exploração estatal Regulação excepcional: atividades privadas sob regime especial SERVIÇOS PÚBLICOS CAPÍTULO VII SUBSIDIARIEDADE CONCEITO LIBERDADE ECONÔMICA E SUBSIDIARIEDADE LIBERDADE SOCIAL E SUBSIDIARIEDADE CAPÍTULO VIII VALORIZAÇÃO DAS LIBERDADES INTROITO ESTADO SOCIALISTA ESTADO SOCIAL ESTADO REGULADOR CAPÍTULO IX - DIREITA E ESQUERDA ORIGEM, CONOTAÇÃO EMOTIVA E SUBSISTÊNCIA DA DÍADE SIGNIFICADO TERCEIRO EXCLUÍDO: A TERCEIRA VIA TERCEIRO INCLUÍDO: O CENTRO REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS TABELA DE CONJUNTOS ÍNDICE REMISSIVO DE AUTORES ÍNDICE ALFABÉTICO-REMISSIVO
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9 APRESENTAÇÃO DA BIBLIOTECA DE DIREITO ADMINISTRATIVO NEOCONSTITUCIONAL Em 2014 obtive a certificação pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo PUC-SP, junto ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico CNPQ, do grupo de pesquisa intitulado Ponderações no direito administrativo e contrafações administrativas. O grupo predispõe-se a aprofundar o método da ponderação no direito administrativo, identificar as deturpações empreendidas nos institutos do direito administrativo e aprofundar seu exame dogmático. Tem por norte as premissas do chamado neoconstitucionalismo, dentre elas: a existência de uma ordem objetiva de valores positivada no texto constitucional; a vinculação dos agentes públicos e dos particulares a essa ordem valorativa; a ponderação de valores como método imprescindível para correta aplicação do direito; a inexistência de liberdade no exercício da função pública, incluída a função legislativa. Paralelamente, iniciei no programa de pós-graduação estrito sensu da PUC-SP mestrado e doutorado o aprofundamento dessa temática com as disciplinas: Direito administrativo neoconstitucional: ponderação de interesses e Direito administrativo neoconstitucional: contrafações administrativas. A Biblioteca de Direito Administrativo Neoconstitucional pretende divulgar os resultados de minha linha de pesquisa, tendo o compromisso 9
10 RICARDO MARCONDES MARTINS de apresentar ao leitor estudos de máxima seriedade, alicerçados em densa pesquisa, que tenham relevância para o desenvolvimento científico do direito público brasileiro. 10
11 PREFÁCIO Liberdade: arquétipo ou determinação normativa? Ao fazer tal indagação, Ricardo Marcondes Martins prepara seus leitores para o vertiginoso turbilhão com que seu livro nos envolverá, desde as primeiras páginas. De início, uma certificação, embora, minhas seguintes declarações sejam despidas de fé pública. Mas, se ela não está à minha disposição, por certo que a autoridade da experiência, das décadas de vida, dos muitos anos de magistério e intermináveis estudos (forrados em fartas e incessantes leituras) autorizam-me a proclamar Ricardo como um dos mais brilhantes talentos jovens das letras jurídicas. Alia a seu extenso e profundo conhecimento do Direito uma quase inexplicável amplitude cultural, que o coloca em conforto absoluto, ao falar e escrever sobre história, sociologia, política, filosofia e economia. Seja-me permitido, enfim, com abuso de poder, talvez, certificar e dar fé: Ricardo Marcondes Martins é um erudito, na mais ampla acepção do vocábulo. Reapresentado o autor, apresentemos a obra. O trabalho, que a seguir lerão, nasceu de um desafio que dirigi a uma plêiade de pensadores. Tratava-se de meditar sobre o entranhamento conceitual Direito-Liberdade, bem como das consequências que cada um retiraria, do possível equacionamento simbiótico/semiológico, que o referido desafio/provocação poderia ensejar. E daí adviria um livro 11
12 RICARDO MARCONDES MARTINS coletivo, exatamente com o título Direito e Liberdade. Mas a resposta (verdadeira contra provocação) de Ricardo de muito excedeu, não só pelo porte, mas também pela riqueza, os limites prudentes de um mero capítulo. Pela quantidade e pela qualidade não apenas justificava, mas exigia, a dimensão de um livro autônomo. Comuniquei isso ao eminente jovem jurista. Dele recebi não só a compreensão, mas também o repto de produzir a apresentação de seu monumental ensaio. Antecipe-se: Ricardo sustenta uma categorização da liberdade nos escaninhos da hipótese de determinação normativa, recusandose (fundamentadamente) no que aliás divergimos a nela entrever o status junguiano de arquétipo. Para tanto, percorre, sem lacunas, a estrada do conceito de liberdade, construindo-o no curso de decantações lógicas, estruturais, sociológicas, axiológicas, psicológicas e jurídicas. Transcende, após, as (os, para os que assim prefiram) lindes pesquisadas do acertamento da ideia de liberdade, para abordar o tema da soberania, no intento de harmonizar os dois conceitos; para na sequência, como produto final do refino da matéria bruta enfrentada, não só dissertar sobre as diferentes espécies de liberdade, como também para apontar para o rumo que conduza à meta (ideal): a valorização das liberdades. E arremata com a proposta de repensamento da díade direita/esquerda, daí extraindo sua conclusão sobre onde alocar topograficamente, com maior exatidão, o primado da liberdade. Dito tudo isso, fica apenas uma pálida ideia do que seja este monumental livro, de leitura obrigatória para com ele concordar ou dele dissentir, mas imprescindivelmente tomando conhecimento do trabalho de Ricardo Marcondes Martins aos que desejam, real e fundamentadamente, opinar sobre Liberdade e Direito. Para além da vertigem da complexidade e da opulenta riqueza do trabalho, chamo ainda a atenção dos interessados para a notável referência bibliográfica de apoio, que, por si só, já tem a força de um tornado, para impedir que o marasmo intelectual, as balizas da palavra vazia e dos conhecimentos ralos, continuem a demarcar a discussão das matérias relevantíssimas com que o autor nos fustiga. 12
13 PREFÁCIO Parabéns ilimitados a Ricardo. Vamos ao melhor, comecemos a leitura deste fascinante trabalho. Sergio Ferraz Professor Titular de Direito Administrativo da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Membro da Academia Brasileira de Letras Jurídicas. Advogado. 13
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15 INTRODUÇÃO Parte-se do seguinte pressuposto: quem pretende ler um texto escrito por um jurista, certamente espera ler algo relacionado ao Direito. Por isso, evita-se aqui sair da área de formação do autor. O fenômeno jurídico, contudo, é suscetível de diferentes abordagens, o que obriga a precisar o significado em que se emprega a palavra direito. 1 Num corte metodológico, adota-se uma perspectiva normativista: direito é norma ou, mais precisamente, o conjunto de normas vigentes em determinada comunidade. Refere-se, neste estudo, ao Direito como direito positivo, vale dizer, o conjunto de normas positivadas, postas, estabelecidas por quem é considerado competente para tanto. É a partir dessa perspectiva que se diferencia a teoria geral do direito da filosofia do direito. A teoria do direito é instrumental do direito positivo, tem por escopo sua operacionalização, volta-se à elaboração conceitual necessária à interpretação e aplicação das normas; a filosofia do direito desvinculase do direito positivo, não tem em vista a interpretação e aplicação normativas, mas uma análise crítica do fenômeno normativo. O tema deste estudo é a liberdade. Seu significado é uma questão filosófica sobre a qual dezenas, senão centenas, de filósofos já dedicaram trabalhos específicos. Como toda questão filosófica, o tema continua 1 André Franco Montoro, com muita percuciência, aludia a cinco perspectivas: norma, faculdade, justiça, ciência e fato social (Introdução à ciência do direito. 22. ed., São Paulo, Revista dos Tribunais, 1994, p. 33 et seq.). 15
16 RICARDO MARCONDES MARTINS aberto; por mais que se tenha produzido sobre ele, subsiste uma infindável controvérsia filosófica. 2 Mas a liberdade também é uma questão jurídica, não apenas de filosofia do direito, mas de teoria do direito e de direito positivo. A chamada teoria do direito refere-se ao estudo dos chamados conceitos lógico-jurídicos, 3 conceitos passíveis de universalização, correspondentes ao arcabouço teórico necessário à aplicação do direito positivado. O arcabouço conceitual da teoria do direito não diz respeito a um específico direito positivo, ao direito brasileiro, francês, alemão etc. São temas próprios da teoria do direito, por exemplo, a teoria da norma jurídica e, nela compreendida, a teoria da existência, validade e eficácia normativa, a teoria da sanção, a teoria da relação e da situação jurídicas, igualmente pertinentes a todos os direitos positivos. Pois bem, a liberdade é um tema fundamental da teoria geral do direito. Por outro lado, os ramos da dogmática jurídica dizem respeito a determinado direito positivo, referem-se ao estudo não dos conceitos lógico-jurídicos, mas dos conceitos jurídico-positivos, vale dizer, dos conceitos pertinentes a determinado direito positivado ao direito, por exemplo, brasileiro, francês, espanhol, alemão. Cada direito positivo possui vários ramos dogmáticos por exemplo: o direito positivo constitucional, o direito positivo civil, o di- 2 Enquanto o pensamento dogmático parte de certas premissas (dogmas) sem admitir questionamento sobre elas, o pensamento zetético não admite premissas inquestionáveis, aceita a discussão e, pois, a revisão de todos os pontos de partida. A dicotomia é proposta por VIEHWEG, Theodor. Tópica y filosofía del derecho. Traducción Jorge M. Seña. 2. ed., Barcelona, Gedisa, 1997, p E divulgada no Brasil por FERRAZ JR., Tércio Sampaio. Introdução ao estudo do direito: técnica, decisão, dominação. 4. ed., São Paulo, Atlas, 2007, p Os ramos da dogmática jurídica de um sistema que adota o modelo constitucionalista não aceitam, por exemplo, discussão sobre a supremacia da Constituição; são, por isso, disciplinas dogmáticas. A filosofia é o mais típico caso de pensamento zetético, toda questão filosófica é, por natureza, uma questão eternamente aberta à discussão. 3 Explica Juan Manuel Terán: Uno es el plano de los conceptos jurídico-positivos y otro el plano de las nociones o fundamentos lógico-jurídicas. Los conceptos jurídicopositivos tienen un ángulo equivalente al de la positividad del derecho concreto que los ha comprendido e implantado, en tanto que los fundamentos lógicos pretenden tener una validez común y universal para todo sistema jurídico y, por lo tanto, para toda conceptuación jurídica. Filosofía del derecho,19. ed., México, Porruá, 2007, p. 82. Nos termos expostos, os conceitos jurídico-positivos são objeto dos ramos dogmáticos; os conceitos lógico-jurídicos são objeto da teoria (geral) do direito. 16
17 INTRODUÇÃO reito positivo administrativo. A liberdade é um tema central de todos os ramos dogmáticos. Não se pretende efetuar aqui estudo filosófico da liberdade. A análise dirá respeito à teoria do direito, com incursão sobre os campos da dogmática jurídica próprios do direito brasileiro. Apesar disso, reconhece-se: a compreensão da liberdade em um determinado ramo dogmático pressupõe uma teoria geral do direito sobre a liberdade e esta pressupõe uma teoria filosófica da liberdade. Com efeito, não é possível dizer algo sobre a liberdade no direito civil ou no direito administrativo desvinculando-se de uma teoria jurídica da liberdade, própria da teoria geral do direito. E mais, não é possível uma teoria jurídica da liberdade sem uma filosofia da liberdade. O assunto, perceba-se, é deveras complexo. Tanto que é difícil abordá-lo sem incidir numa superficialidade constrangedora; e quem escapa da superficialidade tende a perder-se no emaranhado de posições díspares. Há, ainda, um problema adicional, o viés ideológico interfere fortemente no exame do tema. Refere-se à ideologia não em seu sentido forte, de falsa crença da realidade, mas no seu sentido fraco, de visão de mundo, conjunto de valores adotados a partir das experiências próprias. 4 Ela não é um obstáculo ao conhecimento, mas pressuposto dele; o ato de conhecer é fruto de nossas experiências, de nosso aprendizado, de nossa visão de mundo. 5 Apesar disso, em certos temas, as inclinações ideológicas condicionam ostensivamente o viés do discurso: há diferentes abordagens e a escolha delas é visivelmente ditada pela inclinação ideológica. É o que ocorre no tema da liberdade: a assunção de uma posição teórica acaba sendo, sempre, a defesa de uma inclinação política. 4 Sobre ambas, vide nosso Regulação administrativa à luz da Constituição Federal. São Paulo, Malheiros, 2011, p. 48 et seq. 5 Daí a afirmação perspicaz de Nietzsche sobre o significado de conhecer: alguma coisa estranha deve ser posta em conexão com algo conhecido. NIETZSCHE, Friedrich Wilhelm. A Gaia Ciência. Tradução de Márcio Pugliesi, Edson Bini e Norberto de Paula Lima. Rio de Janeiro, Ediouro, [19- ], 355, p E numa síntese feliz: aquilo que é conhecido é reconhecido. Idem, ibidem. 17
18 RICARDO MARCONDES MARTINS Com essas ressalvas, é possível delimitar a proposta: pretende-se aqui examinar a liberdade no âmbito da teoria do direito, entendida como teoria da interpretação e aplicação normativa, tomando por parâmetro o direito positivo brasileiro. E a pretensão não ignora que a teorização jurídica da liberdade pressupõe incursões filosóficas e escolhas fortemente condicionadas pela ideologia pessoal. Consciente dos riscos, pretende-se evitar o superficialismo, o inventário enfadonho de posições díspares e, principalmente, a defesa emotiva de posições políticas. Com esses desideratos, propõe-se responder: qual é o significado da liberdade no direito brasileiro e quais são suas principais implicações dogmáticas? 18
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