Estado de Conservação do Edifícios
|
|
|
- Levi Arruda Castel-Branco
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Câmara Municipal de Coimbra - Gabinete para o Centro Histórico Arco de Almedina nº Coimbra [email protected] Estado de Conservação do Edifícios Relatório sobre o Estado de Conservação dos Edifícios na Área Crítica de Recuperação e Reconversão Urbanística do Centro Histórico de Coimbra Evolução de 2002 a Dezembro de 2009 Liliana Azevedo, Geógrafa Janeiro de 2010
2 I. ANTECEDENTES Através de um levantamento exaustivo sobre o estado de conservação dos imóveis, efectuado entre 2001 e 2002, a zona histórica intra-muros da cidade de Coimbra foi declarada como Área Crítica de Recuperação e Reconversão Urbanística (Decreto nº 44/2003, de 24 de Setembro). Figura 1 Área Critica de Recuperação e Reconversão Urbanística Em 2007, e depois de um interregno, foi efectuado um novo levantamento, menos exaustivo, mas igualmente rigoroso, ao estado de conservação dos imóveis de forma a determinar a existência ou não de acções de reabilitação e as transformações que as mesmas estavam a ter a nível demográfico, económico, social e cultural. Em 2008, fez-se um novo levantamento, desta feita recorrendo a uma metodologia diferente da utilizada até ao momento. Para além dos dados recolhidos nos levantamentos anteriores, o processo de determinação do estado de conservação teve em consideração as vistorias realizadas, os levantamentos efectuados no âmbito do programa PRAUD/Obras, os processos de licenciamento de operações urbanísticas particulares que deram entrada no Gabinete para o Centro Histórico nos licenciamentos e um levantamento fotográfico de todos os edifícios. 1
3 II. ANÁLISE DA EVOLUÇÃO DO ESTADO DE CONSERVAÇÃO ENTRE 2002 E DEZEMBRO DE 2009 Um território qualificado e com identidade cria predisposição para a fixação da população. Contrariamente, um território mal gerido, uniforme e indistinto gera psicologias de fuga, por isso, é importante perceber que para preservar o património edificado é necessário conhecer as suas características físicas/estado de conservação, as características arquitectónicas e valores patrimoniais a preservar e qual tipo de intervenção necessária. Foi com esta premissa que se iniciou todo este trabalho. Neste contexto, em 2002, e após o levantamento efectuado, o estado de conservação dos edifícios da Alta de Coimbra resumia-se ao seguinte (Tabela e gráfico 1): Tabela 1 Estado de conservação dos Edifícios em 2002 NÍVEL DE CONSERVAÇÃO Nº DE EDIFICIOS (%) Bom ,5% Razoável ,9% Mau ,3% Em Obras 2 0,5% Terreno para construção 2 0,5% Em ruínas 18 4,3% Gráfico 1 Estado de conservação dos Edifícios em 2002 Bom Razoável Mau Em Obras Terreno para construção Em ruínas 31,9% 35,5% 4,3% 27,3% 0,5% 0,5% Inserido numa política de reabilitação integrada, e tendo em conta a declaração da zona intra-muros como Área Crítica de Recuperação e Reconversão Urbanística em 2003, o Município encetou medidas de apoio e incentivo aos proprietários para 2
4 reabilitarem as habitações, quer para melhorar a qualidade de vida dos residentes, quer por se considerar que a preservação do património edificado do centro histórico assume uma grande importância como medida de desenvolvimento integrado e contribui para a salvaguarda das identidades culturais, para a revitalização urbana através da introdução de novas actividades e preenchimento de áreas devolutas e para o incentivo à criação de micro/pequenas/médias empresas. Em 2007 foi efectuado um novo levantamento, desta vez recorrendo não só aos dados de 2002, mas também à visualização exterior. Com efeito, verificaram-se alterações relativas ao estado de conservação dos imóveis, como se pode conferir pela tabela e gráfico 2. Tabela 2 Estado de conservação dos Edifícios em 2007 NÍVEL DE CONSERVAÇÃO Nº DE EDIFICIOS (%) Bom ,3% Razoável ,9% Mau 89 21,3% Em Obras 15 3,6% Terreno para construção 3 0,7% Em ruínas 9 2,2% Gráfico 2 Estado de conservação dos Edifícios em 2007 Bom Razoável Mau Em Obras Terreno para construção Em ruínas 46,3% 25,9% 21,3% 3,6% 2,2% 0,7% Ao comparamos os dados de 2002 com os de 2007 (tabela 3), é notório o crescimento de 30,4% nos imóveis em bom estado de conservação. Este facto reflecte-se no decréscimo dos imóveis em razoável estado de conservação (-18,8%) e nos imóveis em mau estado de conservação (-21,9%). Por outro lado, houve um incremento de 650% 3
5 nos imóveis em obras. A este facto não será alheia a actuação da Câmara Municipal de Coimbra no Centro Histórico Intra-Muros, que tem criado sinergias que induzem ao investimento privado nesta área tão sensível da cidade. Tabela 3 Taxa de crescimento com base no ano de 2002 NÍVEL DE VALORES DE VALORES DE 2007 CONSERVAÇÃO 2002 * 2007 * Bom ,4% Razoável ,8% Mau ,9% Em Obras ,0% Terreno para construção ,0% Em ruínas ,0% Da análise comparativa dos anos anteriores com o resultado do levantamento do estado de conservação efectuado em 2008 (tabela 4) podemos concluir que o processo de recuperação do património edificado da Área Critica manteve uma dinâmica que se pode considerar acelerada. Tabela 4 Estado de conservação dos Edifícios em 2008 NÍVEL DE CONSERVAÇÃO Nº DE EDIFICIOS (%) Bom ,2% Razoável 94 22,5% Mau 88 21,1% Em Obras 28 6,7% Terreno para construção 1 0,2% Em ruínas 9 2,2% Tabela 5 Taxa de crescimento com base no ano de 2002 NÍVEL DE VALORES DE VALORES EM 2008 CONSERVAÇÃO 2002 * 2008 * Bom ,1% Razoável ,3% Mau ,8% Em Obras ,0% Terreno para construção ,0% Em ruínas ,0% 4
6 Tabela 6 Taxa de crescimento com base no ano de 2007 NÍVEL DE VALORES DE VALORES EM 2008 CONSERVAÇÃO 2007 * 2008 * Bom ,1% Razoável ,0% Mau ,1% Em Obras ,7% Terreno para construção ,7% Em ruínas 9 9 0,0% Gráfico 3 Estado de conservação dos Edifícios em 2008 Bom Razoável Mau Em Obras Terreno para construção Em ruínas 47,2% 22,5% 6,7% 21,1% 2,2% 0,2% Efectivamente das tabelas 5 e 6 e do gráfico 3, é notório que a maior subida continua a ser para os imóveis em obras, com um aumento de 86,7% em relação a 2007 e de 1300% em relação a Tendo, agora, em consideração o levantamento do estado de conservação efectuado em 2009 (tabela 7), pode verificar-se que o valor mais interessante está relacionado com os imóveis em bom estado de conservação, como consequência do terminus das obras nos imóveis que, no ano anterior (2008), estavam a ser intervencionados. Se, por outro lado, compararmos a evolução entre 2002 (ano zero) e 2009, verificamos que a taxa de crescimento foi de 52% relativamente aos imóveis em bom estado de conservação e consequentemente, uma quebra de 25,6% dos imóveis em mau estado de conservação (tabelas 8, 9 e 10 e gráfico nº 4). 5
7 Tabela 7 Estado de conservação dos Edifícios em 2009 NÍVEL DE CONSERVAÇÃO Nº DE EDIFICIOS (%) Bom ,8% Razoável 84 20,1% Mau 85 20,3% Em Obras 13 3,1% Terreno para construção 1 0,2% Em ruínas 10 2,4% Tabela 8 Taxa de crescimento com base no ano de 2002 NÍVEL DE VALORES DE VALORES EM 2009 CONSERVAÇÃO 2002 * 2009* Bom ,0% Razoável ,8% Mau ,4% Em Obras ,0% Terreno para construção ,0% Em ruínas ,4% Tabela 9 Taxa de crescimento com base no ano de 2007 NÍVEL DE VALORES DE VALORES EM 2009 CONSERVAÇÃO 2007 * 2009 * Bom ,6% Razoável ,2% Mau ,5% Em Obras ,3% Terreno para construção ,7% Em ruínas ,1% Tabela 10 Taxa de crescimento com base no ano de 2008 NÍVEL DE VALORES DE VALORES EM 2008 CONSERVAÇÃO 2008 * 2009 * Bom ,2% Razoável ,6% Mau ,4% Em Obras ,6% Terreno para construção 1 1 0,0% Em ruínas ,1% 6
8 Em relação aos imóveis que se encontram em obras, verifica-se que em 2009 houve uma redução de 15 imóveis relativamente a Não obstante, há que ter em linha de conta o seguinte: O período de crise que o país atravessa; As adesões tardias dos proprietários no caso do PRAUD/Obras; Os processos concluídos, que aguardam o início de obras, quer privadas quer os candidatados aos programas municipais PRAUD/Obras e Coimbra com mais Encanto ; A realização de obras impostas aos proprietários, ao abrigo da legislação em vigor, resultantes de vistorias realizadas durante o ano de Complementarmente, se tivermos em consideração que vários imóveis em mau ou razoável estado de conservação aderiram a programas municipais e têm os projectos em execução, caso se mantenham os incentivos actualmente em vigor, poderemos prever para os próximos anos a tendência para o aumento do número de imóveis em bom estado de conservação. Gráfico 4 Estado de conservação dos Edifícios em 2009 Bom Razoável Mau Em Obras Terreno para construção Em ruínas 53,8% 20,1% 3,1% 20,3% 2,4% 0,2% 7
9 Gráfico 5 Evolução do Estado de conservação dos Edifícios entre 2002 e Bom Razoável Mau Em Obras Terreno para construção Em ruínas Dos programas municipais que comparticipam financeiramente obras de reabilitação, verifica-se que: Em 2002, existiam 42 imóveis em mau estado de conservação ou em ruínas que posteriormente aderiram ao Programa PRAUD/Obras. Em 2009, 16 destes imóveis estavam em bom estado de conservação e 4 com obras a decorrer. Em 2002, 5 imóveis que estavam em mau estado de conservação aderiram ao Programa Coimbra Com mais Encanto, e em 2009, após a conclusão das obras, passaram ao estado de conservação de bom. Em 2002, de 6 imóveis que estavam em mau estado de conservação, 3 aderiram ao Programa RECRIA, sendo que destes, 2 estavam em bom estado no final de Os restantes 3 foram ou estão sujeitos a obras coercivas. Convém ainda realçar que as vistorias realizadas no decurso de 2008 e 2009 tiveram um forte impacto relativamente ao incremento de projecto de reabilitação no centro histórico, sobretudo no que concerne a adesões ao Programa PRAUD/Obras. Na realidade, das 45 vistorias realizadas entre 2008 e 2009, verificou-se uma adesão de 17 proprietários/imóveis ao programa PRAUD/Obras e de 2 imóveis ao programa Coimbra com mais Encanto. Este facto revela um forte empenho do Município na reabilitação do parque habitacional, através de uma metodologia de apoio técnico e financeiro, assim como de trabalho de campo ao nível da sensibilização. 8
10 III. CONSIDERAÇÕES FINAIS Se nas últimas décadas o desenvolvimento urbano da cidade de Coimbra seguiu um padrão de configuração radio-concêntrica, com uma dinâmica espaço-funcional marcada por uma acentuada terciarização do centro da cidade e consequente expulsão da função habitacional das áreas de maior centralidade, desenvolvida a partir do seu núcleo tradicional, esse modelo está actualmente a alterar-se, evidenciando cada vez mais uma nova forma de vivência urbana. De facto, são cada vez mais os indivíduos (maioritariamente segmentos de população jovem) à procura de imóveis no centro da cidade tendo em vista a sua reabi(li)tação. O centro histórico de Coimbra acumula a cultura, a história, as vivências e tem uma população enraizada com relações de vizinhança privilegiadas: os moradores conhecem-se, entreajudam-se, são solidários, têm consciência de uma pertença. Tem, também, enquanto lugar de residência, condições de centralidade e facilidade de acesso ao comércio tradicional e aos serviços. Assim sendo, torna-se fundamental continuar a dar resposta a esta tendência e mais-valia, através da reabilitação deste conjunto patrimonial que materializa o ainda centro da cidade. Hoje, são visíveis as inúmeras transformações ocorridas: imóveis recuperados; dezenas de candidaturas ao Programa PRAUD/Obras e Coimbra com mais Encanto para se iniciarem novas obras de reabilitação; investimento privado para residência permanente e/ou para colocação no mercado imobiliário e uma procura crescente de fogos para "voltar" a residir no centro. Paralelamente, quando as zonas privilegiadas de comércio tradicional da cidade estão deprimidas, assiste-se, na Alta, embora ainda de forma ténue, à abertura de novos espaços comerciais diversificados, o que demonstra que dar continuidade ao investimento nesta zona da cidade irá contribuir para a melhoria da qualidade do habitar sem promover a gentrificação com respeito pelo legado que nos foi deixado pelos nossos antepassados tornando o centro histórico num espaço vivo e vivido. Em suma, estamos a falar sobre a perenidade da nossa história e sobre o nosso futuro económico, simultaneamente. E é por essa razão que o raciocínio simplista do não há fazse menos não deve ser utilizado nesta área da cidade, pelas consequências. Governar é olhar para o problema e não apenas para a sua face mais evidente in Reabilitação Urbana, uma introdução, de Rogério Gomes 9
A GEBALIS- Gestão dos Bairros Municipais de Lisboa, EEM
A GEBALIS- Gestão dos Bairros Municipais de Lisboa, EEM A EMPRESA Empresa municipal criada em 1995 para garantir a gestão dos Bairros Municipais de Lisboa que a Câmara Municipal lhe confiou, assegura uma
Exercícios de Direitos de Preferência
Exercícios de Direitos de Preferência Relatório dos Pedidos de Exercício de Direitos de Preferência entre 22 e Dezembro de 211 por Freguesias Câmara Municipal de Coimbra - Gabinete para o Centro Histórico
Centro Histórico do Porto Património Mundial
Centro Histórico do Porto Património Mundial Plano de Gestão Centro Histórico do Porto Património Mundial Plano de Gestão é um documento estratégico para a construção de uma parceria que deve proporcionar
PLANO DE GESTÃO DO CENTRO HISTÓRICO DO PORTO PATRIMÓNIO MUNDIAL RUI LOZA IHRU E PORTO VIVO,SRU GESTÃO URBANA DE UMA CIDADE PATRIMÓNIO MUNDIAL
DO CENTRO HISTÓRICO DO PORTO PATRIMÓNIO MUNDIAL RUI LOZA IHRU E PORTO VIVO,SRU PORTO VIVO, SRU SEMINÁRIO ALFÂNDEGA DO PORTO 4 E 5 DE DEZEMBRO DE 2009 CENTRO HISTÓRICO DO PORTO PORTO ESPAÇO HUMANO DE EXCELÊNCIA
GESTÃO DO CENTRO HISTÓRICO DA CIDADE DE COIMBRA PROGRAMA PRAUD/OBRAS
GESTÃO DO CENTRO HISTÓRICO DA CIDADE DE COIMBRA PROGRAMA PRAUD/OBRAS ALTA COIMBRA No âmbito do Programa de Recuperação das Áreas Urbanas Degradadas - (PRAUD) e desde 1990, a Câmara Municipal de Coimbra,
Regulamento de Incentivos Programa Cidade Histórica
MUNICÍPIO DA RIBEIRA GRANDE Regulamento de Incentivos Programa Cidade Histórica Preâmbulo A cidade da Ribeira Grande apresenta uma zona histórica com características peculiares que urge preservar, contribuindo-se
Relatório de Caraterização e Diagnóstico
Relatório de Caraterização e Diagnóstico Revisão do PDM do Porto Operações Urbanísticas aprovadas pela Porto Vivo, SRU de 2006 a 2017 MAIO 2018 Índice Introdução 2 1. Notas metodológicas 3 2. Pedidos
ARU Arganil. Projeto de delimitação da Área de Reabilitação Urbana do núcleo histórico da Vila de Arganil
ARU Arganil Projeto de delimitação da Área de Reabilitação Urbana do núcleo histórico da Vila de Arganil DGU OM Setembro de 2015 2/8 Sumário: Âmbito... 3 Enquadramento Legal... 3 Delimitação e enquadramento
9. ANTIGO MERCADO MUNICIPAL DA TAIPA (FEIRA DO CARMO)
9. ANTIGO MERCADO MUNICIPAL DA TAIPA (FEIRA DO CARMO) Antigo Mercado Municipal da Taipa (Feira do Carmo) 9 ANTIGO MERCADO MUNICIPAL DA TAIPA 9.1 INFORMAÇÃO GERAL (FEIRA DO CARMO) Nome Localização Descrição
FICHA DE INVENTÁRIO. 4.CARACTERIZAÇÃO HISTÓRICO-ARTÍSTICA Época de construção Século XVIII/XIX. Síntese Histórica
FICHA DE INVENTÁRIO 1.IDENTIFICAÇÃO Designação- Imóvel Local/Endereço- Beco das Cruzes, nº2 a 4 Freguesia- Almedina Concelho- Coimbra Distrito- Coimbra 2.CARACTERIZAÇÃO Função Origem Habitação. Função
FICHA DE INVENTÁRIO 2.CARACTERIZAÇÃO
FICHA DE INVENTÁRIO 1.IDENTIFICAÇÃO Designação- Imóvel Local/Endereço- Rua das Esteirinhas, Nº1 a 5 Freguesia- Almedina Concelho- Coimbra Distrito- Coimbra 2.CARACTERIZAÇÃO Função Origem Habitação Função
Desafios da Reabilitação Urbana Sustentável: o caso do Centro Histórico do Porto. Álvaro Santos Presidente Executivo do Conselho de Administração
Desafios da Reabilitação Urbana Sustentável: o caso do Centro Histórico do Porto Álvaro Santos Presidente Executivo do Conselho de Administração Funchal, 22 de maio de 2015 Cidade do Porto, Diagnóstico
ÁREAS DE REABILITAÇÃO URBANA EM VIGOR NO MUNICÍPIO DE BEJA. 4. ARU da Rua da Lavoura, na cidade de Beja (objeto de duas alterações)
ÁREAS DE REABILITAÇÃO URBANA EM VIGOR NO MUNICÍPIO DE BEJA 1. ARU do Centro Histórico de Beja 2. ARU do Bairro Social de Beja 3. ARU do Centro Histórico de Beja II 4. ARU da Rua da Lavoura, na cidade de
APOIOS E INCENTIVOS À REABILITAÇÃO URBANA
APOIOS E INCENTIVOS À REABILITAÇÃO URBANA RJRU REGIME JURÍDICO DA REABILITAÇÃO URBANA AS NOVAS POLÍTICAS Reabilitar em vez de construir Reabilitar a área urbana em vez do edifício Diferenciar a responsabilidade
Planeamento Urbano Plano de Urbanização da Damaia/Venda Nova (Oficina de Arquitectura 1997) JOÃO CABRAL FA/UTL 2011
Planeamento Urbano Plano de Urbanização da Damaia/Venda Nova (Oficina de Arquitectura 1997) JOÃO CABRAL FA/UTL 2011 (Oficina de Arquitectura 1997) índice 1. PDM Amadora: Objectivos estratégicos para
1 Imóveis Indústria. Terrenos - Armazéns Montijo (UL /83) Rua José Mundet, Montijo
Imóvel constituído por duas parcelas de terreno urbano, com vários Armazéns e Edifícios de apoio para demolição localizado na Rua José Mundet, próximo do cruzamento com a Rua José Joaquim Marques, perto
ÁREAS DE REABILITAÇÃO URBANA EM VIGOR NO MUNICÍPIO DE BEJA. 3. ARU do Centro Histórico de Beja II (nova delimitação)
ÁREAS DE REABILITAÇÃO URBANA EM VIGOR NO MUNICÍPIO DE BEJA 1. ARU do Centro Histórico de Beja 2. ARU do Bairro Social de Beja 3. ARU do Centro Histórico de Beja II (nova delimitação) 4. ARU da Rua da Lavoura,
4 QUADRO DOS BENEFÍCIOS FISCAIS/INCENTIVOS ASSOCIADOS À REABILITAÇÃO URBANA
4 QUADRO DOS BENEFÍCIOS FISCAIS/INCENTIVOS ASSOCIADOS À REABILITAÇÃO URBANA Na delimitação de área de reabilitação urbana, nos termos da alínea c) do n.º2 do artigo 13º e da alínea a) do artigo 14º do
JUSTIFICAÇÃO PARA A NÃO SUJEIÇÃO DO PLANO DE PORMENOR DE SALVAGUARDA DO CENTRO HISTÓRICO DE SINES A AVALIAÇÃO AMBIENTAL ESTRATÉGICA
JUSTIFICAÇÃO PARA A NÃO SUJEIÇÃO DO PLANO DE PORMENOR DE SALVAGUARDA DO CENTRO HISTÓRICO DE SINES A AVALIAÇÃO AMBIENTAL ESTRATÉGICA CÂMARA MUNICIPAL DE SINES DEPARTAMENTO DE AMBIENTE, PLANEAMENTO E URBANISMO
PARCERIA PARA A REGENERAÇÃO URBANA DO MORRO DA SÉ _ CH / Paulo de Queiroz Valença
PARCERIA PARA A REGENERAÇÃO URBANA DO MORRO DA SÉ _ CH.1 2009 / 2015 Paulo de Queiroz Valença JUN 2015 CENTRO HISTÓRICO DO PORTO 1996 _ Inscrição na lista do património mundial pela UNESCO CLÉRIGOS 9 Quarteirões
grupos etários da população residente em vrsa
população população residente em vrsa 24 22 Taxa de crescimento 22-24 VRSA Algarve Continente População residente 18 158 17 922 - Homens 8 932 8 768 1,3 3,3-3,5 - Mulheres 9 226 9 154 grupos etários da
INTRODUÇÃO CAPÍTULO 1 INTRODUÇÃO
INTRODUÇÃO CAPÍTULO 1 INTRODUÇÃO 1 CAPÍTULO 1 1. INTRODUÇÃO 1.1 ENQUADRAMENTO GERAL 1.2 CONCEITOS DE REABILITAÇÃO 1.3 A IMPORTÂNCIA DO CONHECIMENTO DOS CUSTOS DE INTERVENÇÃO 1.4 ESTRUTURA DO TRABALHO 2
FACOL (ANTIGA FÁBRICA DE CORTIÇA DE LOUROSA)
FACOL (ANTIGA FÁBRICA DE CORTIÇA DE LOUROSA) AJ AGUIAR COMERCIO GERAL LDA LOUROSA SANTA MARIA DA FEIRA AV. PRINCIPAL 300 - Artº 1248 1. Introdução O presente relatório solicitado por AJ AGUIAR COMERCIO
Mestrado Integrado em Engenharia Civil ENGENHARIA CIVIL E AMBIENTE URBANISMO
Mestrado Integrado em Engenharia Civil ENGENHARIA CIVIL E AMBIENTE URBANISMO Conceitos ACTIVIDADES HUMANAS Habitar Trabalhar Circular Cultivar o corpo e o espírito (Carta de Atenas, 1933) Espaços adaptados
REABILITAÇÃO URBANA SITUAÇÃO ATUAL E PERSPETIVAS. Francisco Sottomayor 29 de Maio de 2013
REABILITAÇÃO URBANA SITUAÇÃO ATUAL E PERSPETIVAS Francisco Sottomayor 29 de Maio de 2013 1 Antecendentes Antecedentes A hegemonia da casa própria 1. Incentivos à compra de casa nova: O papel do estado:
Operação de Reabilitação Urbana Sistemática de Santa Clara. Programa Estratégico de Reabilitação Urbana
Operação de Reabilitação Urbana Sistemática de Santa Clara Programa Estratégico de Reabilitação Urbana 1 APROVAÇÃO ARU Área de Reabilitação Urbana (ARU) Área delimitada que apresente insuficiência ou degradação
VISION ESCRITÓRIOS FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO FECHADO
VISION ESCRITÓRIOS FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO FECHADO RELATÓRIO E CONTAS 2005 Senhores Subscritores, É com todo o gosto que apresentamos as contas do VISION ESCRITÓRIOS FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO
Análise de Conjuntura
Análise de Conjuntura 2º Trimestre de 2011 A maior quebra ocorreu no sector dos edifícios (11,2%), mas foi nas obras de engenharia que a situação piorou mais intensamente (quebra de 6,07%, contra 4,58%
PROGRAMA DE INICIATIVA COMUNITÁRIA URBAN II LISBOA (VALE DE ALCÂNTARA) rodoviárias Avenida de Ceuta, Acessos à Ponte 25 de Abril,
1. INTRODUÇÃO 1.1. OBJECTIVOS DO RELATÓRIO DE EXECUÇÃO DE 2005 Nos termos do artigo 37º do Regulamento (CE) n.º 1260/99 do Conselho, de 21 de Junho, que estabelece as disposições gerais sobre os Fundos
Programa Estratégico de Reabilitação Urbana
B Benefícios e Incentivos Fiscais A R U B a r c e l o s N a s c e n t e U m Programa Estratégico de Reabilitação Urbana alteração ao Quadro m u n i c í p i o d e j a n e i r o 05 B a r c e l o s 2 0 1
Habitação, Construção e Obras Públicas. Anexo nº 2 - Sistema Conceptual completo
Bens e serviços imobiliários Alojamento Alojamento colectivo Alojamento de convivência Estabelecimento hoteleiro e similar Alojamento familiar Alojamento familiar clássico Alojamento sobrelotado Alojamento
