Boot, BIOS, Bootloader
|
|
|
- Pedro Lucas da Rocha Rico
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Boot, BIOS, Bootloader Prof. Alexandre Beletti POST da BIOS O primeiro a ser executado é o POST Verifica presença de dispositivos (Ex: teclado, monitor, etc) Verifica se a memória RAM está OK (teste básico) O POST carrega o software da BIOS no final da memória RAM (Ex: 0xFFFFF0) 1
2 POST da BIOS Coloca um JMP no primeiro byte na memória. CS:IP é setadoem 0 O processador executará o endereço 0x00000 Esse endereço está com um salto: JMP 0xFFFFF0 A BIOS assume o controle... O que a BIOS faz? BIOS Carrega o vetor de interrupções na RAM (IVT) Faz uso da INT 0x19 para localizar um dispositivo bootável Procura pelo SETOR 1, HEAD 0, TRACK 0 Um setor tem 512 bytes somente Esse 512 bytes são carregados a partir do endereço 0x7C00 (o Bootloader!) 2
3 Bootloader Está armazenado na MBR É sempre o primeiro setor de um disco Tem o tamanho máximo de 512 bytes É carregado na BIOS pela INT 0x19 no endereço 0x7C00 Exemplo de um Boot Loader org 0x7c00 ; We are loaded by BIOS at 0x7C00 bits 16 ; We are still in 16 bit Real Mode Start: cli hlt times 510 -($-$$) db 0 dw 0xAA55 ; Clear all Interrupts ; halt the system ; We have to be 512 bytes. ;Clear the rest of the bytes with 0 ; Boot Signiture 3
4 Montando e Gravando Montando o código em ASM: nasm f bin boot1.asm o boot1.bin Gravando em um disquete: partcopy0 200 f0 0 = endereço inicial 200 = endereço final (0x200 = 512 decimal) -f0 = disquete 0 ou A: ou /dev/fd0 Bootloader no BOCS 4
5 Modos do Processador Prof. Alexandre Beletti Modos do Processador x86 -PC Real Mode Protected Mode Unreal Mode Virtual 8086 Mode 5
6 Modo Real Endereços SEGMENTO:OFFSET Limitado a 1Mbde memória Registradores de 16 bits Sem Memória Virtual ou Memória Protegida Modo Real - Endereçamento Você deseja acessar mais do que 64Kbytes que um endereço de 16 bits permite (de 0 até ou de 0x0000 até 0xFFFF) Quando temos mais de 64Kb precisamos dividir a memória em partes (SEGMENTOS) Lembre-se dos registradores de segmento do x86 de 16 bits (CS, DS, SS e ES) 6
7 Modo Real - Endereçamento Temos então o Endereço Real que é: (SEGMENTO x 16d) + OFFSET Ex: No endereço 07C0:0000, o primeira parte (07C0) é o segmentoe a segunda parte (0000) é o offset Podemos representar um mesma referência a memória com combinações de SEGMENTOS e OFFSET distintos Modo Real - Endereçamento 0007:7B :7B :7B70 000A:7B60 000B:7B50 000C:7B : : : A: B: C:7740 Endereço: 0x7C00 Os endereços ao lado representam todos a mesma coisa! 7
8 Overlapped Segments O fato de você ter possibilidades distintas de referenciar um único byte na RAM pode gerar o que chamamos de Overlapped Segments Modo Protegido Faz uso de Descriptor Tables Permite o uso de processadores em 32 bits Permite endereçar mais de 4Gb de RAM A maioria dos Sistemas Operacionais faz uso de Modo Protegido 8
9 Modo Unreal É o modo real mas com 4Gb Mudamos o processador para o Modo Protegido Carregamos um Descriptor Voltamos para o Modo Real Modo Virtual 8086 É um Modo Protegido com um Modo Real de 16 bits emulado Lembre-se: As Interrupções da BIOS são disponíveis somente no Modo Real! 9
10 OEM Parameter Block BIOS Parameter Block Prof. Alexandre Beletti OEM Parameter Block O propósito desse bloco é descrever o sistema de arquivos presente no disco Por exemplo, caso isso não exista o Windows irá exibir que o Disco Não Está Formatado Ele deve estar incluída no programa que será o nosso Bootloader(ou no primeiro estágio do Bootloaderno caso de Bootloadercom dois estágios) 10
11 Exemplo de OEM Parameter Block Organização do Disco FAT12 Boot Sector Extra Reserved Sectors File Allocation Table 1 File Allocation Table 2 Root Directory (FAT12/FAT16 Only) Data Region containng files and directories. 11
12 Características da FAT12 Possui duas FATs(a segunda é uma cópia da primeira) Os setores extras reservados são determinados pelo OEM Blockna bpbreservedsectors O diretório ROOT (raiz) é uma tabela de formada por registros de 32 bytes Registro da Tabela FAT12 1 de 2 Bytes 0-7 : DOS File name (Padded with spaces)bytes 8-10 : DOS File extension (Padded with spaces)bytes 11 :File attributes. This is a bit pattern:bit0 :Read Only Bit 1 :Hidden Bit 2 :System Bit 3 :Volume Label Bit 4 :This is a subdirectory Bit 5 :Archive Bit 6 :Device (Internal use) Bit 6 :Unused Bytes 12 :UnusedBytes13 :Create time in msbytes14-15 :Created time, using the following format:bit0-4 :Seconds (0-29) Bit 5-10 : Minutes (0-59) 12
13 Registro da Tabela FAT12 2 de 2 Bit : Hours (0-23) Bytes :Created year in the following format:bit0-4 : Year (0=1980; 127=2107 Bit 5-8 : Month (1=January; 12=December) Bit 9-15 :Hours (0-23) Bytes :Last access date (Uses same format as above) Bytes :EA Index (Used in OS/2 and NT, dontworry about it) Bytes :Last Modified time (See byte for format) Bytes :Last modified date (See bytes for format) Bytes : First Cluster Bytes :File Size Procurando e Lendo na FAT12 Prof. Alexandre Beletti 13
14 Procurando e Lendo na FAT12 1. Carregando a Tabela do Diretório Root 2. Encontrando o Estágio 2 do Bootloader(Ex) 3. Carregando a FAT Carregando a Tabela do Diretório Root Calcule o Tamanho do Diretório Root= Divida o número de Entradas do Root pelo Número de Bytes por Setor Calcule o Endereço do Root= Número de FATs somado com o Setores Reservados 14
15 Encontrando o Estágio 2 do Bootloader(Por Exemplo...) Os 11 primeiros bytes das entradas de 32 bytes do diretório ROOT são o nome do arquivo Basta verificar se o nome encontrado é o desejado, caso contrário incremente 32 bytes (tamanho do registro) Repita o procedimento anterior até encontrar ou dizer que o arquivo não existe Carregando a FAT Quando encontramos o arquivo precisamos dos últimos 2 campos do registro: Bytes : First Cluster Bytes : File Size Agora em FirstCluster temos o endereço do primeiro cluster do arquivo 15
X86 - Modo Protegido (32bits) Introdução (parte 1)
X86 - Modo Protegido (32bits) Introdução (parte 1) Modo Real (16 bits) x 32 bits Na evolução de 16 bits para 32 bits, necessária para permitir um maior espaço de endereçamento, a Intel não se limitou a
Armazenamento Secundário. Endereços no disco. Organização da informação no disco. Organização da informação no disco
Organização da informação no disco Armazenamento Secundário Leandro C. Cintra M.C.F. de Oliveira Fonte: Folk & Zoelick, File Structures Disco: conjunto de pratos empilhados Dados são gravados nas superfícies
ARMAZENAMENTO SECUNDÁRIO, PARTE 1 Professora Rosane Minghim
ARMAZENAMENTO SECUNDÁRIO, PARTE 1 Professora Rosane Minghim 2011 Baseado no materiais de Leandro C. Cintra e M.C.F. de Oliveira Fonte: Folk & Zoelick, File Structures Organização da informação no disco
Gerenciamento de Memória
Gerenciamento de Memória Prof. Alexandre Beletti Ferreira Gerência de Memória Sistemas Monoprogramáveis = gerenciamento simplificado Sistemas Multiprogramáveis = gerenciamento crítico (muitos usuários
No. de bits. O primeiro IBM PC foi construído com o 8088 (versão de 8 bits do 8086).
Cap2.1 2. Arquitetura do microprocessador 8086 2.1 A família Intel iapx86 (ou 80X86) Processador Co-proc. Ano de introdução No. de bits No. de transistores Velocidade (MHz) 4004-1971 4 2.205-8008 - 1972
Projeto 1 - Bootloader
Projeto 1 - Bootloader IF677 - Infra-Estrutura de Software Centro de Informática - UFPE Autor: Thyago Porpino (tnp) Objetivos Desmistificar o processo de inicialização de um computador. Entender como um
Gerência de Memória. Endereçamento Virtual (1) Paginação. Endereçamento Virtual (2) Endereçamento Virtual (3)
Endereçamento Virtual (1) Gerência de Memória Paginação Espaço de endereçamento dos processos não linearmente relacionado com a física Cada vez que são usados, os endereços virtuais são convertidos pela
SISTEMAS OPERACIONAIS. 2ª. Lista de Exercícios Parte 2
SISTEMAS OPERACIONAIS INF09344 - Sistemas Operacionais / INF02780 - Sistemas Operacionais / INF02828 - Sistemas de Programação II Prof a. Roberta Lima Gomes ([email protected]) 2ª. Lista de Exercícios Parte
Sistemas de arquivos
Todos os programas precisam armazenar e recuperar dados. Os processos não podem armazenar grande quantidade de dados no seu espaço de endereçamento. Quando o processo chega ao final os dados no seu espaço
ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO AULA 11 Sistemas Operacionais Gil Eduardo de Andrade
ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO AULA 11 Sistemas Operacionais Gil Eduardo de Andrade O conteúdo deste documento é baseado no livro do Prof. Dr. Carlos Alberto Maziero, disponível no link: http://dainf.ct.utfpr.edu.br/~maziero
http://www.ic.uff.br/~debora/fac! 1 Capítulo 4 Livro do Mário Monteiro Introdução Hierarquia de memória Memória Principal Organização Operações de leitura e escrita Capacidade 2 Componente de um sistema
ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES CAPÍTULO4: MEMÓRIAPRINCIPAL
ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES CAPÍTULO4: MEMÓRIAPRINCIPAL MEMÓRIA Componente de um sistema de computação cuja função é armazenar informações que são manipuladas pelo sistema para que possam ser recuperadas
Endereçamento e Formato de Instruções
Endereçamento e Formato de Instruções S W Song MAC 412 - Organização de Computadores Endereçamento e Formato de Instruções Veremos: Espaço de endereçamento Formato de instruções Códigos de operação (opcodes)
ü Capítulo 4 Livro do Mário Monteiro ü Introdução ü Hierarquia de memória ü Memória Principal ü Memória principal ü Memória cache
Departamento de Ciência da Computação - UFF Principal Profa. Débora Christina Muchaluat Saade [email protected] Principal ü Capítulo 4 Livro do Mário Monteiro ü Introdução ü Hierarquia de memória
Administração Sistemas Operacionais de Rede
Administração Sistemas Operacionais de Rede SISTEMAS DE ARQUIVOS Professor Airton Ribeiro 2016 Sistemas operacionais Sistema de Arquivos pode ser definido como uma estrutura que indica como os dados devem
MEMÓRIA LÓGICA E FÍSICA (1)
GERÊNCIA DE MEMÓRIA memória = vetor de palavras (ou bytes), cada uma com endereço próprio a memória é usada para armazenar os diversos programas em execução, bem como os dados sobre a execução dos programas
Memória Principal. Tiago Alves de Oliveira
Memória Principal Tiago Alves de Oliveira [email protected] Memória Principal Capítulo 4 Livro do Mário Monteiro Introdução Hierarquia de memória Memória Principal Organização Operações de leitura e
Computação L. Apresentação da Disciplina e Conceitos Básicos de Computadores
Computação L Apresentação da Disciplina e Conceitos Básicos de Computadores Tópicos da Aula Conceitos básicos de computação Componentes de um computador Como os diferentes componentes interagem Representação
TE244 Exercícios Carlos Marcelo Pedroso, Universidade Federal do Paraná
TE244 Exercícios Carlos Marcelo Pedroso, Universidade Federal do Paraná Lista de exercícios da disciplina TE244 - Sistemas Operacionais Embarcados. Entregar no dia da prova. 1 Sincronização entre Processos
EL68E Sistemas Embarcados Prof. Douglas RENAUX
EL68E Sistemas Embarcados Prof. Douglas RENAUX Memórias Tecnologias de Memórias Voláteis x Não-Voláteis Estáticas x Dinâmicas Tipos: ROM PROM EPROM Flash SRAM SDRAM DDR Conceitos Organização externa x
Sistemas de Arquivos. (Aula 23)
Sistemas de Arquivos (Aula 23) Funções de um SO Gerência de processos Gerência de memória Gerência de Arquivos Gerência de I/O Sistema de Proteção 2 Sistemas Operacionais 2008/1 Necessidade de Armazenamento
SISTEMAS DE ARQUIVOS. Uma das funções de um sistema operacional, é organizar as informações nas memórias de um computador ou dispositivo móvel.
1/5 SISTEMAS DE ARQUIVOS Uma das funções de um sistema operacional, é organizar as informações nas memórias de um computador ou dispositivo móvel. Tudo no computador é gerenciado pelo sistema operacional,
Armazenamento Secundário
Armazenamento Secundário Algoritmos e Estruturas de Dados II Prof. Ricardo J. G. B. Campello Adaptado dos Originais de: Leandro C. Cintra Maria Cristina F. de Oliveira Organização de Informação em Disco
Sistemas de Arquivos. Sistemas de Arquivos - Exemplos
1 Sistemas de Arquivos Prof. Clodoaldo Ap. Moraes Lima 1 FAT; NTFS; SunNFS; Ext2/3; Sistemas de Arquivos - Exemplos 2 2 FAT MS-DOS Limite de nome de arquivo 8 + 3 (8.3) caracteres; Hierarquia de diretórios
AGT0001 Algoritmos Aula 01 O Computador
AGT0001 Algoritmos Aula 01 O Computador Karina Girardi Roggia [email protected] Departamento de Ciência da Computação Centro de Ciências Tecnológicas Universidade do Estado de Santa Catarina 2016
GERENCIAMENTO DE PROCESSOS
GERENCIAMENTO DE PROCESSOS Sistema Monotarefa: Executa Espera (E/S) Executa Espera (E/S) Tempo O tempo de (E/S) é muito maior que o de processamento. O processador fica ocioso a maior parte do tempo. Março
SISTEMAS OPERACIONAIS. 3ª. Lista de Exercícios
SISTEMAS OPERACIONAIS INF09344 - Sistemas Operacionais / INF02780 - Sistemas Operacionais / INF02828 - Sistemas de Programação II Prof a. Roberta Lima Gomes ([email protected]) 3ª. Lista de Exercícios Data
Introdução. Gerenciamento de Armazenamento
Introdução Gerenciamento de Armazenamento Conteúdo Neste arquivo de apresentação: Introdução - hierarquia e custos; ; Questões de escalonamento e performance; Preparação Lógica; No próximo arquivo de apresentação:
3/14/2012. Programação de Computadores O Computador. Memória Principal representação binária
Programação de Computadores O Computador Memória Principal representação binária Prof. Helton Fábio de Matos [email protected] Agenda Memória principal. Memória secundária. O que são bytes e bits. Tecnologias
Gerência de Memória. Paginação
Gerência de Memória Paginação Endereçamento Virtual (1) Espaço de endereçamento dos processos não linearmente relacionado com a memória física Cada vez que são usados, os endereços virtuais são convertidos
NEANDERWIN. Algumas características do processador Neander são:
NEANDERWIN O NeanderWin é um simulador da máquina Neander, definida no livro do Raul F. Weber (UFRGS), Fundamentos de Arquitetura de Computadores, Ed. Sagra Luzzatto. A máquina original foi estendida aqui
Sistemas Operativos 10º ano
Técnico de Gestão e Programação de Sistemas Informáticos Sistemas Operativos 10º ano Módulo II- Sistema Operativo Cliente Sistema Operativo Cliente Existem vários Sistemas Operativos Cliente Para o Windows
INTRODUÇÃO À TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO ACESSO, ATRIBUTOS E OPERAÇÕES COM ARQUIVOS PROFESSOR CARLOS MUNIZ
INTRODUÇÃO À TECNOLOGIA DA OPERAÇÕES COM ARQUIVOS PROFESSOR CARLOS MUNIZ INTRODUÇÃO O Sistema de Arquivos é o modo como as informações são armazenadas nos dispositivos físicos de armazenamento, exemplo
Gerenciador de Boot Simples
Gerenciador de Boot Simples Este tutorial é uma simples caminhada através de um Gerenciador de Boot Hello World. Este, como qualquer outro gestor, tem que obedecer a algumas regras. Termos utilizados:
Sistemas Operacionais. Sistema de Arquivos. Edeyson Andrade Gomes.
Sistemas Operacionais Sistema de Arquivos Edeyson Andrade Gomes www.edeyson.com.br Sistema de Arquivos Mecanismo que provê armazenamento e acesso a dados e programas do Sistema Operacional e do usuário;
Hardware: Componentes Básicos. Sistema de Computador Pessoal. Anatomia de um Teclado. Estrutura do Computador. Arquitetura e Organização
Hardware: Componentes Básicos Arquitetura dos Computadores Dispositivos de Entrada Processamento Dispositivos de Saída Armazenamento Marco Antonio Montebello Júnior [email protected] Sistema de
Estruturas de Sistemas Operacionais
Estruturas de Sistemas Operacionais Sistemas Operacionais - Tópicos Componentes do Sistema Serviços de Sistemas Operacionais Chamadas ao Sistema Estrutura do Sistema Máquinas Virtuais Chamadas ao Sistema
Gerência de Memória. Segmentação
Gerência de Memória Segmentação Qual a visão que o usuário tem da memória? Com a paginação ocorre a separação entre a visão da memória pelo usuário e a memória física 2 Sistemas Operacionais Memória Segmentada
x86 Assembly Mini-Course
x86 Assembly Mini-Course Part 1 Bruno P. Evangelista [email protected] Introdução Assembly é uma linguagem de programação de baixo nível em formato mnemonico Ela possibilita trabalhar diretamente
ção de Computadores I
Universidade Federal de Pelotas Instituto de Física e Matemática Departamento de Informática Bacharelado em Ciência da Computação Arquitetura e Organizaçã ção de Computadores I Aula 2 1. Projeto da Arquitetura
Do Inglês HARD DISK inicialmente designado Winchester (nome de código da IBM durante o desenvolvimento do projecto)
O DISCO RÍGIDO 1 Do Inglês HARD DISK inicialmente designado Winchester (nome de código da IBM durante o desenvolvimento do projecto) Parte do computador onde são armazenados os dados DE FORMA PERMANENTE
Memória. Função: armazenamento de dados e instruções h FFFF FFFE h FFFF FFFF h byte.
Memória Função: armazenamento de dados e instruções Estrutura Lógica: Endereço Conteúdo 0000 0000 h 1010 0010 0256 0A20 h 1101 1100 0D63 52E2 h 0011 1111 0D63 52E3 h 0110 1001 FFFF FFFE h 0111 0101 FFFF
Estrutura de Sistemas Operacionais. Capítulo 1: Introdução
Estrutura de Sistemas Operacionais 1.1 Silberschatz, Galvin and Gagne 2005 Capítulo 1: Introdução O que faz um sistema operacional? Revisão da organização de um computador Revisão de alguns conceitos de
Computadores e Programação (DCC/UFRJ)
Computadores e Programação (DCC/UFRJ) Aula 3: 1 2 3 Abstrações do Sistema Operacional Memória virtual Abstração que dá a cada processo a ilusão de que ele possui uso exclusivo da memória principal Todo
ULA (ALU) - UNIDADE DE ARITMÉTICA E LÓGICA
FATEC SP - Análise e Desenvolv. De Sistemas - Ambiente Operacional PÁG. 1 II) ELEMENTOS DE HARDWARE: DIAGRAMA DE BLOCOS DE UM COMPUTADOR 1) CPU - UNIDADE CENTRAL DE PROCESSAMENTO RESPONSÁVEL PELA EXECUÇÃO
Introdução à Informática
Introdução à Informática Informática Aplicada Bacharelado em Engenharia de Pesca Flávia Coelho [email protected] 1 Elaborado por Yáskara Menescal e atualizado por Flávia Coelho, em março de 2009
Universidade Federal de Minas Gerais. Sistemas Operacionais. Aula 19. Sistema de Entrada/Saída
Aula 19 Sistema de Entrada/Saída Sistema de E/S Por que estudar? Essenciais! Muitos tipos: - mouse - discos - impressora - scanner - rede - modem Cada fabricante complica de um jeito diferente. Tempos
Arquitetura de Computadores. Revisão Volnys Bernal. Agenda. Revisão: Arquitetura de Computadores. Sobre esta apresentação
1998-2010 - Volnys Bernal 1 1998-2010 - Volnys Bernal 2 Agenda Revisão: Volnys Borges Bernal [email protected] http://www.lsi.usp.br/~volnys Arquitetura Geral Espaço de Endereçamento Processador e s Laboratório
Aula 06. Slots para Memórias
Aula 06 Slots para Memórias Slot para as memórias 2 Slot para as memórias Os soquetes de memória são numerados: 1, 2 e 3. Instale memória primeiro no 1, depois no 2, depois no 3. Normalmente não é permitido
Unidade II FUNDAMENTOS DE SISTEMAS OPERACIONAIS. Prof. Victor Halla
Unidade II FUNDAMENTOS DE SISTEMAS OPERACIONAIS Prof. Victor Halla Conteúdo Sistema de Arquivos Introdução Sistemas de Diretórios Gerenciamento de Entrada e Saída; Problemas de alocação em memória Perda
ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES
Organização de Computadores ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES Curso: Tecnologia em Gestão da Tecnologia da Informação Ano: 2011 Definição São dispositivos que permitem armazenamento de dados, seja temporários
UFRJ IM - DCC. Sistemas Operacionais I. Unidade III Memória Primária. 29/04/2014 Prof. Valeria M. Bastos
UFRJ IM - DCC Sistemas Operacionais I Unidade III Memória Primária 29/04/204 Prof. Valeria M. Bastos ORGANIZAÇÃO DA UNIDADE Processador - Escalonamento Memória Primária Fundamentos Formas de Particionamento
Hierarquia. Hierarquia
Algoritmos e Estruturas de Dados II Professora: Josiane M. Bueno Todo conjunto de dispositivos que são capazes de armazenar bits de informação Diferentes organizações diferentes tipos de memória Apresenta
Memória virtual. Sistemas Segmentados
Memória virtual Sistema de memória virtual - aquele onde os endereços usados pelos programas podem ser distintos dos endereços físicos da memória central Os endereços que os programas usam são endereços
Linguagem de Montagem do NeanderX
Universidade Estácio de Sá Curso de Informática Arquitetura de Computadores Linguagem de Montagem do NeanderX 11.5.2006 Geração Programa Executável Linguagens de Programação As linguagens de programação
LINGUAGEM C PARA O 8051
LINGUAGEM C PARA O 8051 Disciplina de Microcontroladores Prof. Rubão VARIÁVEIS E TIPOS DE DADOS SIMPLES Char 8 bits Short e int 16 bits Long 32 bits Float 32 bits Unsigned int 16 bits Unsigned long 32
Para facilitar o entendimento das rotinas escritas em assembly, apresentadas em aula, estudar as seguintes instruções da linguagem assembly:
FATEC-SP - Análise e Desenvolv. De Sistemas - Ambiente Operacional PÁG. 1 Para facilitar o entendimento das rotinas escritas em assembly, apresentadas em aula, estudar as seguintes instruções da linguagem
SSC0611 Arquitetura de Computadores
SSC0611 Arquitetura de Computadores 6ª Aula Entrada e Saída Profa. Sarita Mazzini Bruschi [email protected] Estrutura da máquina de von Neumann Dispositivos Periféricos Interface com o mundo exterior
Sistemas de Computação
Sistemas de Computação Introdução a programação Assembly Haroldo Gambini Santos Universidade Federal de Ouro Preto - UFOP 5 de novembro de 2009 Haroldo Gambini Santos Sistemas de Computação 1/30 Assembly
Periféricos possuem características diferentes. Periféricos são mais lentos que UCP e Memória Necessita-se de módulos de Entrada/Saída
Periféricos possuem características diferentes Geram diferentes quantidades de dados Em velocidades diferentes Em formatos diferentes Periféricos são mais lentos que UCP e Memória Necessita-se de módulos
INTRODUÇÃO A SISTEMAS DE ARQUIVO E GERENCIA DE MEMÓRIA
INTRODUÇÃO A SISTEMAS DE ARQUIVO E GERENCIA DE MEMÓRIA Prof. Hélio Esperidião DEFINIÇÕES DE ARQUIVOS Um arquivo é basicamente um conjunto de dados armazenados em um dispositivo físico não-volátil, com
SSC0112 Organização de Computadores Digitais I
SSC0112 Organização de Computadores Digitais I 3ª Aula Visão Geral e Conceitos Básicos Profa. Sarita Mazzini Bruschi [email protected] Copyright William Stallings & Adrian J Pullin Tradução, revisão e
Universidade Federal da Bahia Instituto de Matemática Departamento de Ciência da Computação MATA49 Programação de software básico Arquitetura Intel
Universidade Federal da Bahia Instituto de Matemática Departamento de Ciência da Computação MATA49 Programação de software básico Arquitetura Intel Processadores 8086 Registradores: 16 bits 1978 Data bus:
Implementação de Diretórios (1)
Implementação de Diretórios (1) Ao abrir um arquivo, o SO usa o caminho para localizar a entrada no diretório. A entrada no diretório fornece informações para localizar os blocos de disco. Endereço de
Sistemas de Computação para Controle e Automação CIC132. Assembly. Assembly. Notas. Décima quarta aula: Introdução a programação Assembly
Sistemas de Computação para Controle e Automação CIC132 Décima quarta aula: Introdução a programação Assembly Haroldo Gambini Santos Universidade Federal de Ouro Preto - UFOP 5 de novembro de 2009 Haroldo
Prof. Benito Piropo Da-Rin. Arquitetura, Organização e Hardware de Computadores - Prof. B. Piropo
Prof. Benito Piropo Da-Rin memória é o local onde se armazenam dados Será???? Memória é um local ou dispositivo onde podem se armazenar dados e que permite que sejam recuperados quando deles se precisar
PCS-2529 Introdução aos Processadores. Prof. Dr. Paulo Sérgio Cugnasca
PCS-2529 Introdução aos Processadores Prof. Dr. Paulo Sérgio Cugnasca 1 2 Existem 4 esquemas diferentes de E/S possíveis, cada um se aplicando em uma determinada situação. E/S Programada. E/S Acionada
LINGUAGEM C PARA O 8051
LINGUAGEM C PARA O 8051 Disciplina de Microcontroladores Prof. Ronnier e Rubão VARIÁVEIS E TIPOS DE DADOS SIMPLES Char 8 bits Short e int 16 bits Long 32 bits Float 32 bits Unsigned int 16 bits Unsigned
Hierarquia de Diretórios da Família Linux. Sistemas Operacionais 1
Hierarquia de Diretórios da Família Linux 1 Conteúdo Estrutura de Diretórios; Árvore de Diretórios; Diretórios mais importantes; 2 Estrutura de Diretórios A identificação dos objetos de um sistema de arquivos
