e interpretação de educação ambiental centro
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- Nathan Garrido di Azevedo
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1 ceia centro de educação e interpretação ambiental
2 O edifício principal é composto pela recepção, sala de exposição, oficina, auditório, com capacidade para 40 pessoas, laboratório, centro de documentação e gabinete técnico. O centro de acolhimento possui camaratas femininas e masculinas, com capacidade para 40 pessoas. A Casa do Professor tem um quarto de casal e dois duplos, com capacidade para seis pessoas. Possui ainda uma cantina com cozinha, sala de refeições, com capacidade para 50 refeições simultâneas. As actividades proporcionam aos participantes o contacto com os valores naturais e histórico-culturais da Paisagem Protegida do Corno de Bico e experimentar tradições e costumes. Todos os sentidos são postos à prova, desde o olfacto até ao paladar.
3 O centro de educação e interpretação ambiental desenvolve a sua acção no âmbito da divulgação científica, da educação para a sustentabilidade e da promoção da participação pública.
4 objectivos a) Implementar a estratégia e o programa de educação ambiental para a sustentabilidade da PPCB; b) Fomentar a participação pública no ordenamento e gestão da PPCB; c) Promover a educação ambiental junto das escolas do concelho; d) Desenvolver e executar projectos de investigação científica nas suas áreas de acção; e) Promover a cooperação com unidades de investigação, apoiando estudos de mestrado, de doutoramento e outros projectos de pós-graduação desenvolvidos no seu âmbito interdisciplinar; f) Conceber materiais de divulgação no âmbito das suas áreas de acção; g) Divulgar conhecimentos à comunidade local e aos visitantes bem como a entidades e instituições públicas e privadas.
5 visitas oficinas laboratórios orientação actividades de sensibilização e animação ambiental Disponibilizamos aos visitantes, grupos escolares ou turistas, um conjunto de actividades de sensibilização e animação ambiental que podem ser realizadas mediante marcação prévia e que contam com o acompanhamento de um técnico especializado em conservação da natureza.
6 objectivos 1 Contactar directamente com os ecossistemas da PPCB; 2 Sensibilizar para a preservação dos carvalhais, bosques ripícolas, formações arbustivas e dos lameiros; 3 Identificar espécies da fauna e da flora características da PPCB; 4 Reconhecer aspectos histórico- -culturais próprios das paisagens courenses. TIPO DE ACTIVIDADE VISITA DE ESTUDO PÚBLICO ALVO + 5 ANOS DISTÂNCIA PERCORRIDA ± 1,5 KM visita de estudo à PPCB DURAÇÃO 5 HORAS MÁXIMO DE PARTICIPANTES 50 MÍNIMO DE PARTICIPANTES 10 LOCAL PAISAGEM PROTEGIDA GRAU DE DIFICULDADE MÉDIO/FÁCIL A Visita de Estudo à PPCB é composta por dois momentos: a discussão do filme didáctico A Paisagem Protegida do Corno de Bico e o percurso pedestre À Descoberta de S. Martinho de Vascões, que permite contactar directamente com os ecossistemas típicos da região e reconhecer expressões da relação sustentável existente entre o homem e a natureza. Destina-se a grupos de todos os níveis escolares.
7 pontos principais 1 Visão panorâmica sobre o carvalhal do Corno de Bico feita a partir do cruzamento para o lugar da Giesteira. 2 Lugar da Giesteira exemplo da arquitectura tradicional da região e do ordenamento do espaço biofísico. trilho da floresta TIPO DE ACTIVIDADE PERCURSO PEDESTRE INTERPRETADO PÚBLICO ALVO + 8 ANOS DISTÂNCIA PERCORRIDA ± 3 KM MÁXIMO DE PARTICIPANTES 30 MÍNIMO DE PARTICIPANTES 10 LOCAL PAISAGEM PROTEGIDA GRAU DE DIFICULDADE MÉDIO/FÁCIL 3 Perfil dos solos onde se instala o carvalhal. 4 Estratificação do coberto vegetal do carvalhal. Os três estratos típicos são: estrato arbóreo, cuja espécie dominante é o carvalho-alvarinho (Quercus robur); o estrato arbustivo, dominado pela pereira-brava (Pynus pyraster) e pelo azevinho (Ilex aquifolium); e o estrato herbáceo muito diversificado quanto às espécies que o compõem. 5 Espécies de folhosas plantadas pelos Serviços Florestais: a bétula (Betula celtiberica) e o castanheiro (Castanea sativa), 6 Campos de cultivo desenhados por pequenos socalcos e sebes de vegetação arbórea-arbustiva que conferem o aspecto recortado à paisagem. Ordenamento tradicional do espaço, arquitectura das construções, carvalhal e os campos agrícolas, onde se incluem os prados. Destina-se a grupos escolares a partir do 1.º ciclo.
8 pontos principais a ecologia do carvalhal TIPO DE ACTIVIDADE PERCURSO PEDESTRE INTERPRETADO PÚBLICO ALVO + 10 ANOS DISTÂNCIA PERCORRIDA ± 5 KM MÁXIMO DE PARTICIPANTES 30 MÍNIMO DE PARTICIPANTES 10 LOCAL PAISAGEM PROTEGIDA GRAU DE DIFICULDADE MÉDIO/FÁCIL Ordenamento tradicional do espaço a arquitectura das construções o carvalhal, os matos, os tojais, os giestais, as áreas rearborizadas os campos agrícolas e os prados. 1 Visão panorâmica sobre o carvalhal de Corno de Bico feita a partir do cruzamento para o Lugar da Giesteira. 2 Lugar de Giesteira - exemplo da arquitectura tradicional da região e do ordenamento do espaço típico. 3 Perfil dos solos onde se instala o carvalhal. Estratificação do coberto vegetal do carvalhal. Os três estratos típicos são: estrato arbóreo, cuja espécie dominante é o carvalho alvarinho (Quercus robur); o estrato herbáceo muito diversificado quanto às espécies que o compõem; o estrato arbustivo, dominado pela pereirabrava (Pyrus pyraster) e pelo azevinho (Ilex aquifolium); e o herbáceo muito diversificado quanto às espécies que o compõem. 4 Espécies plantadas pelos Serviços Florestais: a bétula (B. alba), o castanheiro (Castanea sativa) e o cipreste (Chamaecyparis sp.). 5 Viveiros dos Serviços Florestais, abandonados, actualmente ocupados por um giestal (Cytisus sp.). Ao fundo pode visualizar-se a Casa Florestal da Atalaia, agora recuperada pela junta de Freguesia de Bico,. 6 Impacte do fogo sobre o carvalhal e o pinhal (Pinus pinaster), cuja expressão é o aparecimento de formações arbustivas mistas - os matos - dominados pela giesta (Cytisus sp.) e tojo (Ulex europaeus). O impacte do fogo sobre as formações vegetais existentes. Destina-se a grupos escolares do 2º e 3º ciclo.
9 pontos principais trilho do corno de bico DURAÇÃO DO PERCURSO ± 6 HORAS (12 km) MÁXIMO DE PARTICIPANTES 30 LOCAL DE PARTIDA S. MARTINHO DE VASCÕES TIPO DE PERCURSO PEQUENA ROTA CIRCULAR GRAU DE DIFICULDADE MÉDIO A FÁCIL COTA MÁXIMA ATINGIDA 883 METROS Ordenamento tradicional do espaço, a arquitectura do construido, o carvalhal e campos agrícolas, onde se incluem os prados. 1 Visão panorâmica sobre o carvalhal do Corno de Bico feita a partir do cruzamento para a Lugar da Giesteira, 2 Lugar da Giesteira - exemplo da arquitectura tradicional da região e do ordenamento do espaço típico. 3 Estratificação do coberto vegetal do carvalhal. Os três estratos típicos são: estrato arbóreo, cuja espécie dominante é o carvalho-alvarinho (Quercus robur); o estrato arbustivo, dominado pela pereira-brava, (Pinus pinaster) e pelo azevinho (Ilex aquifolium); e o estrato herbáceo muito diversificado quanto às espécies que o compõem. 4 Impacte do fogo sobre as formações vegetais existentes, os matos de giesta (Cytisus sp.) e tojo (Ulex europaeus). 5 Trabalhos de rearborização dos Serviços Florestais, com a plantação de folhosas, como a bétula (Betula sp.), o castanheiro (Castanea sativa) e o carvalho americano (Quercus rubra), e resinosas, principalmente o pinheiro bravo (Pinus pinaster). 6 Perspectiva sobre as serras vizinhas, nomeadamente Mezio, Serra Amarela e Serra do Gerês. 7 Corno de Bico (889 m), o ponto mais alto da região. 8 Panorâmica sobre o vale da Ribeira de Cavaleiros, dos seus campos agrícolas e de algumas povoações. Destina-se a grupos escolares do ensino secundário.
10 objectivos 1 Reconhecer a gastronomia regional como um recurso turístico importante; 2 Adquirir conhecimentos sobre a confecção do tradicional pão de milho e de outros produtos derivados. sabores da terra TIPO DE ACTIVIDADE OFICINA DE SABORES ANTIGOS PÚBLICO ALVO + 4 ANOS MÁXIMO DE PARTICIPANTES 20 MÍNIMO DE PARTICIPANTES 10 LOCAIS COZINHA DO CEIA OU DO MUSEU REGIONAL GRAU DE DIFICULDADE MÉDIO/FÁCIL Esta actividade decorre na cozinha do CEIA e pretende familiarizar os participantes com as técnicas de confecção de diversas iguarias típicas da região. Cada estação do ano é dedicada a uma especialidade distinta. Confeccionar-se-ão: o biscoito e o pão de milho, bolo do tacho, compotas, etc.
11 objectivos do velho se faz novo 1 Reconhecer a importância da aplicação da política dos 3 R s (Reduzir, Reutilizar e Reciclar) como medida indispensável ao desenvolvimento sustentável; 2 Fomentar a criatividade nos novos usos a dar aos resíduos produzidos no dia-a-dia; 3 Valorizar os materiais para conservar os recursos naturais que lhes dão origem. TIPO DE ACTIVIDADE OFICINA DE TRABALHOS MANUAIS / RECICLAGEM PÚBLICO ALVO ENTRE OS 5 E OS 15 ANOS MÁXIMO DE PARTICIPANTES 20 MÍNIMO DE PARTICIPANTES 5 LOCAL OFICINA CEIA GRAU DE DIFICULDADE MÉDIO / FÁCIL Esta actividade decorre na Oficina do CEIA e inicia-se com a introdução ao conceito da política dos 3 R s, dando especial realce à reutilização. Debate-se o porquê da reutilização e como o podemos fazer. Cada um dos grupos de trabalho, face aos materiais usados disponíveis, realizará a tarefa de inventar e produzir um novo objecto.
12 papel usado fica renovado objectivos 1 Reconhecer a importância da aplicação da política dos 3 R s (Reduzir, Reutilizar e Reciclar) como medida indispensável ao desenvolvimento sustentável; 2 Experimentar as técnicas de reciclagem do papel usado; 3 Compreender a importância da produção e do consumo do papel reciclado na preservação das florestas. TIPO DE ACTIVIDADE OFICINA DE TRABALHOS MANUAIS / RECICLAGEM PÚBLICO ALVO ENTRE OS 5 E OS 15 ANOS MÁXIMO DE PARTICIPANTES 20 MÍNIMO DE PARTICIPANTES 5 LOCAL OFICINA CEIA GRAU DE DIFICULDADE MÉDIO / FÁCIL Esta actividade decorre na Oficina do CEIA e inicia-se com a introdução ao conceito da política dos 3 R s, dando particular relevo à reciclagem. Discutese a importância da produção e consumo de papel reciclado como medida de preservação das florestas, pela diminuição da necessidade de recorrer ao abate de árvores para a produção de pasta de papel. Cada um dos grupos de trabalho realizará as várias etapas de elaboração do papel reciclado.
13 objectivos construção de abrigos 1 Conhecer alguns aspectos da ecologia das aves, nomeadamente diferentes tipos de nidificação e alimentação; 2 Identificar espécies de avifauna características da PPCB; 3 Aprender as técnicas de construção de caixas-ninho e de comedouros para aves. TIPO DE ACTIVIDADE ATELIER DE TRABALHOS MANUAIS - CARPINTARIA PÚBLICO ALVO + 8 ANOS MÁXIMO DE PARTICIPANTES 20 MÍNIMO DE PARTICIPANTES: 10 LOCAL OFICINA CEIA GRAU DE DIFICULDADE MÉDIO / FÁCIL A construção e colocação de ninhos e comedouros artificiais exigem o conhecimento e compreensão dos diferentes comportamentos que as aves adoptam e das suas características específicas. Os participantes são alertados para estes aspectos enquanto trabalham as técnicas de construção destes elementos.
14 objectivos 1 Reconhecer a importância do artesanato como expressão da cultura e da história da região; 2 Adquirir conhecimentos sobre a arte da cerâmica nos seus aspectos técnicos; 3 Desenvolver métodos de trabalhos relativos à produção de materiais cerâmicos. cerâmica TIPO DE ACTIVIDADE OFICINA DE TRABALHOS MANUAIS / CERÂMICA PÚBLICO ALVO + 5 ANOS MÁXIMO DE PARTICIPANTES 20 MÍNIMO DE PARTICIPANTES 5 LOCAL OFICINA CEIA GRAU DE DIFICULDADE MÉDIO / FÁCIL As loiças de barro constituem um dos elementos ricos do artesanato local. As técnicas de manuseio do barro, do uso da roda de oleiro e da cozedura das peças elaboradas serão experimentadas e aprendidas.
15 objectivos 1 Fomentar o sentido estético e o gosto pela arte da pintura; 2 Expressar o sentido estético presente na paisagem de Corno de Bico, utilizando as técnicas da Pintura. pintar a natureza TIPO DE ACTIVIDADE ATELIER DE TRABALHOS MANUAIS - PINTURA PÚBLICO ALVO + 5 ANOS MÁXIMO DE PARTICIPANTES 15 MÍNIMO DE PARTICIPANTES 10 LOCAL OFICINA CEIA GRAU DE DIFICULDADE MÉDIO / FÁCIL Esta actividade decorre na Oficina do CEIA e inicia-se com a breve explicação de algumas das técnicas utilizadas na pintura de elementos naturais. Depois cada um dos participantes elabora a sua pintura na tela disponibilizada para o efeito.
16 objectivos 1 Reconhecer a importância do artesanato como expressão da cultura e da história da região; trabalhos texteis 2 Adquirir conhecimentos sobre o artesanato têxtil e desenvolver técnicas de execução de trabalhos nesta área. TIPO DE ACTIVIDADE OFICINA DE TRABALHOS MANUAIS / TÊXTEIS PÚBLICO ALVO + 8 ANOS MÁXIMO DE PARTICIPANTES 20 MÍNIMO DE PARTICIPANTES 5 LOCAL OFICINA CEIA GRAU DE DIFICULDADE MÉDIO / FÁCIL Pretende-se promover junto dos mais jovens o gosto pelos produtos de artesanato regional que representam a cultura e a história de Paredes de Coura, para evitar o esquecimento e consequente desaparecimento de técnicas antigas utilizadas na execução destas artes. Os participantes tomarão contacto com um tear e poderão apreciar e experimentar os utensílios usados para a elaboração dos trabalhos têxteis.
17 actividades laboratoriais a) Estudo das regurgitações Algumas aves regurgitam alimentos não digeridos, compactados em forma de pequenas bolas esféricas ou ovaladas que recebem o nome de regurgitações. O seu estudo permite- -nos saber o tipo de dieta alimentar da ave que a produz. Com o apoio de guias especializados, recolhe-se, examina-se e identifica-se. b) Estudo dos restos de alimentos Os restos de alimentos deixados pelos animais podem fornecer-nos muitas informações sobre o seu modo de TIPO DE ACTIVIDADE OFICINA LABORATORIAL - FAUNA a fauna PÚBLICO ALVO + 6 ANOS MÁXIMO DE PARTICIPANTES 20 MÍNIMO DE PARTICIPANTES 10 LOCAL LABORATÓRIO DA NATUREZA - CEIA GRAU DE DIFICULDADE MÉDIO / FÁCIL vida. Com esta actividade pretende identificar-se, com a ajuda de guias especializados, a que animal(ais) pertencem os restos de alimentos. c) Estudo dos excrementos de animais É comum encontrar excrementos de vertebrados quando se realizam saídas de campo. Estes excrementos fornecem-nos muitas pistas para identificar a espécie a que pertencem. objectivos 1 Estudar a fauna de vertebrados da Paisagem Protegida do Corno de Bico.
18 actividades laboratoriais a) Estudo de uma árvore Escolhe-se uma árvore de grande porte e determina-se a sua idade e altura. Depois, utilizando os guias de flora disponíveis, identifica-se o seu nome comum e científico. b) Estudo da flora a partir das flores e folhas Efectua-se a recolha de flores e folhas caídas de plantas. Com a ajuda de guias de flora procede-se à identificação das plantas a que pertencem as folhas e ao estudo, à lupa, das flores. TIPO DE ACTIVIDADE ATELIER LABORATORIAL - FLORA a flora PÚBLICO ALVO + 6 ANOS MÁXIMO DE PARTICIPANTES 20 MÍNIMO DE PARTICIPANTES 5 LOCAL LABORATÓRIO DA NATUREZA - CEIA GRAU DE DIFICULDADE MÉDIO / FÁCIL c) Os pigmentos fotossintéticos de uma planta Esta actividade laboratorial consta da separação dos pigmentos de uma planta utilizando a técnica da cromatografia em coluna. Na primeira parte desta actividade são observadas ao microscópio óptico amostras definitivas de tecidos celulares vegetais e são discutidas as ideias dos participantes relativamente ao fenómeno da fotossíntese. d) A cromatografia da clorofila em papel A cromatografia em papel é utilizada para separar e identificar os componentes de uma mistura. Nesta actividade, recorre-se a essa técnica para efectuar o estudo da clorofila. objectivos 1 Estudar a flora da Paisagem Protegida do Corno de Bico; 2 Identificar as principais espécies autóctones.
19 actividades laboratoriais a) O ph de uma amostra de solo O ph de um solo não é constante e varia de acordo com determinados factores, designadamente com as estações do ano e com a intensificação da actividade agrícola a que é submetido. Esta actividade permite a manipulação de material laboratorial adequado à determinação do ph de uma amostra de solo. b) O Azoto no Solo 0 azoto é um macronutriente essencial ao crescimento das plantas. Esta actividade permite determinar a presença deste nutriente nas Tipo de Actividade Atelier Laboratorial - Litologia / Pedologia o solo Público Alvo + de 6 Anos Duração 4/5 Horas Máximo de participantes 20 Mínimo de participantes 5 Local Laboratório da Natureza - CEIA Grau de Dificuldade Médio / Fácil amostras de solo disponíveis. c) A Textura de um Solo Esta actividade permite efectuar o estudo granulométrico de uma amostra de solo recorrendo à manipulação de um tamizador. Determinando a composição do solo em areias, argila e lima consegue-se determinar a sua textura, objectivo 1 Estudar alguns parâmetros físico-químicos do solo da PPCB; 2 Caracterizar tipos de solos.
20 actividades laboratoriais a) Os sólidos suspensos na água Esta actividade laboratorial permite determinar o valor de sólidos suspensos em amostras de água recolhidas nas imediações do CEIA e verificar se, relativamente a este parâmetro, está apta para consumo. b) As chuvas ácidas Esta expressão é utilizada vulgarmente para se referir à ocorrência de aguaceiros cujo ph é inferior a 7. Este fenómeno ocorre quando o teor de dióxido de enxofre e de ácido sulfúrico é elevado e provoca um aumento da acidez das águas, Com esta actividade laboratorial encontra-se o ph da água da chuva. c) O ph de uma amostra de água Esta actividade laboratorial permite a determinação do ph de amostras de água a partir da qual se identificam os usos a que se pode destinar. TIPO DE ACTIVIDADE OFICINA LABORATORIAL - ÁGUA PÚBLICO ALVO + 6 ANOS a àgua MÁXIMO DE PARTICIPANTES 20 MÍNIMO DE PARTICIPANTES 5 LOCAL LABORATÓRIO DA NATUREZA - CEIA GRAU DE DIFICULDADE MÉDIO / FÁCIL objectivos 1 Estudar alguns parâmetros fisico-químicos da água; 2 Reconhecer fontes de contaminação da água.
21 objectivos 1 Reconhecer a importância da cartografia enquanto instrumento de síntese de informações científicas; 2 Adquirir conhecimentos básicos sobre orientação e manuseamento de cartografia; 3 Aplicar métodos básicos na utilização de cartografia e na localização de estruturas. orienta-te Os instrumentos de Sistemas de Informação Geográfica são, hoje, amplamente utilizados na organização e cruzamento de informações e permite, entre outras acções, realizar um planeamento e ordenamento do território, cada vez mais circunstanciado. Esta actividade constitui uma TIPO DE ACTIVIDADE ORIENTAÇÃO PÚBLICO ALVO + 6 ANOS MÁXIMO DE PARTICIPANTES 15 MÍNIMO DE PARTICIPANTES 12 LOCAL PPCB GRAU DE DIFICULDADE MÉDIO/FÁCIL abordagem teórico-prática de algumas das técnicas básicas utilizadas neste domínio. Destina-se a alunos do 3º Ciclo e Secundário.
22 as minhas notas
23 como chegar
24 ceia centro de educação e interpretação ambiental VASCÕES [email protected] telefone telefax telemóvel PUBLICIDADE BACELAR&ZÉ ANTÓNIO ESTEVES MARIA DO CARMO MIRANDA PEDRO SOUSA SARA GONÇALVES GRÁFICA IBÉRICA MARÇO EXEMPLARES
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