SOMA TÉRMICA E CRESCIMENTO DA CALÊNDULA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "SOMA TÉRMICA E CRESCIMENTO DA CALÊNDULA"

Transcrição

1 SOMA TÉRMICA E CRESCIMENTO DA CALÊNDULA Jana Koefender 1, Galileo Adeli Buriol 2, Roberto Trentin 3, Fábio Schreiber 4 RESUMO - Determinou-se a relação entre o crescimento das plantas de calêndula (Calendula officinalis) e a soma térmica. Foram realizadas três épocas de semeaduras: 06/04/2005, 23/06/2005 e 03/10/2005, em uma estufa plástica com área de 224m 2. As plantas foram conduzidas em substrato, no interior de vasos com capacidade para cinco litros. O delineamento experimental foi inteiramente casualizado com quatro parcelas de 80 vasos com quatro plantas cada. Determinou-se, semanalmente, a massa da matéria seca das plantas de quatro vasos de cada parcela. Esses valores foram correlacionados com aqueles da soma térmica acima de 10 C, a temperatura do ar sendo registrada no interior da estufa plástica. Das quatro equações testadas: linear, quadrática, exponencial e potência, esta última foi a que melhor se adequou aos dados. ABSTRACT - The relationship between growth of Calendula (Calendula officinalis) and thermal time was determined. Three sowing dates (06/04/2006, 23/06/2005 and 03/10/2005) were performed inside a 224 m² plastic greenhouse. Plants were grown in five litter pots filled width commercial substrate. The experimental design was a completely randomized with for replications composed of 80 pots and four plants per pot. On a weekly basis, plant dry matter of four pots per replication. These dry matter data were correlated with thermal time above 10ºC, using air temperature data measured inside the plastic greenhouse. Considering four equations tested, linear, quadratic, exponential, and power, the last one was the best for fitting the data. Palavras-chave - Calendula officinalis, temperatura do ar, época de semeadura. INTRODUÇÃO A calêndula (Calendula officinalis), além de ser utilizada com fins ornamental é uma planta de uso medicinal (DELLA LOGIA et al.) e cosmético (BAUMANN, 2003). Por esta razão seu cultivo a nível mundial vem crescendo e se expandindo para muitos países. No Brasil o seu cultivo também se encontra em expansão. Entretanto, em virtude, principalmente, de seu cultivo com objetivo industrial ser recente no país, ainda se possui poucas informações sobre as exigências bioclimáticas das plantas. Dentre estas exigências está a temperatura base de crescimento e a soma térmica para os diferentes sub-períodos de desenvolvimento. A determinação destes dois parâmetros é muito importante como referência na escolha de cultivares a serem utilizadas e de épocas de semeadura e plantio e na simulação do crescimento e duração do ciclo das plantas. 1 Eng.ª Agr.ª, MSc., Curso de Pós-graduação em Agronomia, Departamento de Fitotecnia UFSM, , Tel. (55) [email protected], 2 Eng.º Agr.º, Professor UNIFRA/UFSM. Bolsista CNPq. 3 Acadêmicos da Faculdade de Agronomia, UFSM. Bolsista de iniciação científica - CNPq. 4 Acadêmicos da Faculdade de Agronomia, UFSM. Bolsista de iniciação científica - FAPERGS.

2 A temperatura base de crescimento pode ser determinada por meio de diferentes métodos, como, principalmente, o da menor variabilidade e razão de desenvolvimento (BARBANO et al., l959). Para a utilização destes métodos são necessárias observações fenológicas de uma série de épocas de semeaduras ou, de mesma época, mas de locais com distintas disponibilidades climáticas. O ideal é dispor de dados fenológicos ao mesmo tempo de épocas e locais distintos. A soma térmica é realizada a partir da temperatura média, descontada a temperatura base. Quando não se possui dados experimentais suficientes para que se possa determinar a temperatura base, procura-se, geralmente, utilizar aquela de uma outra cultura da mesma família, da qual já se tem este valor conhecido. No caso da calêndula não se tem conhecimento que a temperatura base de crescimento já tenha sido determinada. Desta forma uma possibilidade é utilizar a temperatura base determinada para o girassol, planta da mesma família. Tendo em vista o exposto, o objetivo no trabalho foi determinar a relação entre o crescimento das plantas de calêndula e a soma térmica. MATERIAL E MÉTODOS Foram realizadas três épocas de semeaduras, respectivamente, em 06/04/2005, 23/06/2005 e 03/10//2005, no interior de uma estufa plástica com dimensões de10mx24m, altura de 3m na cumieira e 2m de pé direito, instalada no Campo Experimental do Departamento de Fitotecnia da Universidade Federal de Santa Maria, UFSM, Santa Maria, RS (latitude: S, longitude: W e altitude: 95m). As plantas foram conduzidas em vasos de plástico, com capacidade para 5 litros, preenchidos com substrato Plantmax. O substrato de cada vaso foi mantido, permanentemente, com umidade próxima à capacidade de campo, por meio de irrigação realizada com a utilização de uma mangueira plástica de 1,5mm de diâmetro, com um dispositivo para gotejamento. Por este mesmo sistema foi adicionada a solução nutritiva. O delineamento experimental foi inteiramente casualizado com quatro parcelas de 80 vasos cada. Em cada vaso foram semeadas sete sementes, deixando após a emergência somente quatro plântulas. Quando as plântulas tinham duas folhas definitivas eram iniciadas as determinações da matéria seca, uma vez a cada semana. Para isto tomavam-se, ao acaso, quatro vasos de cada parcela, colhiam-se as plantas e separavam-se os diferentes órgãos (folhas, hastes, flores e raízes). Estes eram pesados, levados à estufa a uma temperatura de 65ºC e, após secos, pesados novamente. O manejo de ventilação da estufa consistiu da abertura e fechamento de suas cortinas laterais, segundo as condições meteorológicas do dia: em dias quentes eram abertas em torno das 8h00min e fechadas, aproximadamente, as 17h00min; em dias frios, nublados e/ou com

3 nevoeiro abertas em torno das 10h00min e fechadas em torno das 15h00min; e em dias com precipitação pluviométrica permaneciam fechadas durante todo o dia. A temperatura do ar foi registrada a 1,5m de altura no interior da estufa. A temperatura média diária (Tm) foi calculada a partir das temperaturas obtidas de duas em duas horas e a soma térmica diária (STd) foi calculada por: STd = Tm-Tb, em que Tb é a temperatura base de crescimento, considerada 8ºC, valor utilizado para o girassol. A soma acumulada dos valores da massa de matéria seca das plantas foi correlacionada com soma acumulada da temperatura do ar acima da temperatura base de crescimento, utilizando a equação linear, potência, exponencial e quadrática. RESULTADOS E DISCUSSÃO Na relação entre a soma acumulada da massa de matéria seca das plantas e a soma acumulada da temperatura do ar acima da temperatura base de crescimento para cada época de semeadura os coeficientes de determinação (R 2 ) foram elevados, todos acima de 0,7420, para as quatro equações testadas: linear, quadrática, potência e exponencial. Mas a equação do tipo potência foi a que mais se adequou, Figura 1, sendo os coeficientes de determinação igual a 0,92, 0,98 e 0,94, respectivamente para a primeira, segunda e terceira época de semeadura. Observa-se que, quando a soma térmica acumulada atinge o valor de em torno de 1200 ºC.dia a curva do crescimento inicia a decrescer. Nesse estagio grande parte das folhas da parte inferior da planta e das flores encontrava-se seca. 45 Época 1 y = 6E-08x 2,9399 R 2 = 0,92 40 Época 2 y = 8E-12x 4,0677 R 2 = 0,98 Massa seca acumulada (g/pl) Época 3 y = 2E-07x 2,6111 R 2 = 0, Soma térmica acumulada (ºC) Figura 1. Relação entre massa seca das plantas de calêndula de três épocas de semeadura e a soma térmica acumulada com suas respectivas equações de regressão e coeficientes de determinação.

4 É importante observar também que o crescimento das plantas na primeira e segunda época foi maior do que na terceira. Isto ocorreu, provavelmente, em função de que, na última época as temperaturas médias diárias foram bem mais elevadas do que nas duas primeiras, Tabela 1. Neste caso as temperaturas acima da temperatura ótima de crescimento, quando muito elevadas, embora contribuam para completar as exigências térmicas das plantas mais rapidamente, são deprimentes ao seu crescimento. Isto pode ser comprovado também pelo menor número de dias que as plantas, na terceira época, levaram para completar o ciclo, como se constata nos dados da tabela 1. Tabela 1. Número de dias (Nd) após a emergência e temperatura média (Tm), em ºC, entre cada duas determinações de matéria seca das plantas para as três épocas de semeadura. Época 1 Época 2 Época 3 Nd Tm Nd Tm Nd Tm 36 20, , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,29 Média 15,67 17,45 24,22 Ao considerar os dados das três épocas de semeaduras, conjuntamente, Figura 2, o coeficiente de determinação da equação de regressão (R²=0,80) foi inferior aqueles das equações regressão de cada época, consideradas individualmente, representados na figura 1. Isto se deve, principalmente, em função dos resultados obtidos na terceira época, quando as temperaturas máximas contribuíram no acúmulo da soma térmica mas foram deprimentes para o crescimento das plantas.

5 y = 1E-07x 2,6824 R 2 = 0,80 Massa seca acumulada (g/pl) Soma térmica acumulada Figura 2. Relação entre massa seca das plantas de calêndula das três épocas de semeadura e a soma térmica acumulada e respectiva equação de regressão com seu coeficiente de determinação. CONCLUSÃO O crescimento das plantas de calêndula está correlacionado com a soma de temperatura do ar, sendo que temperaturas elevadas diminuem a duração do ciclo da cultura, em detrimento ao seu crescimento. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BARBANO, M. T. et al. Temperatura base e soma térmica para cultivares de milho pipoca (Zea mays L.) no subperíodo emergência-florescimento masculino. Revista Brasileira de Agrometeorologia, Santa Maria, v. 11, n. 1, p , BAUMANN, L. S, Cosmeceutical critique: calendula.(dermatologic Therapy). Ski & Allergy New, v. 34, p. 17, DELLA LOGGIA, R.; TUBARO, A.; SOSA, S. et al. The role of triterpenoids in the tipical anti-inflammatory activity of Calendula officinalis 1. Flower. Planta medicina, v.60, p , 1994.

VIABILIDADE TÉCNICA E ECONÔMICA DO CULTIVO DO TOMATEIRO IRRIGADO *

VIABILIDADE TÉCNICA E ECONÔMICA DO CULTIVO DO TOMATEIRO IRRIGADO * VIABILIDADE TÉCNICA E ECONÔMICA DO CULTIVO DO TOMATEIRO IRRIGADO * VIEIRA, T.A. 1 ; SANTANA, M.J. 2 ; BARRETO, A.C. 2 * Projeto financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG).

Leia mais

ESTIMATIVA DE PERÍODO DE PLANTIO PARA CULTURA DO MILHO NA REGIÃO DE BOTUCATU-SP UTILIZANDO O MÉTODO GRAUS-DIA

ESTIMATIVA DE PERÍODO DE PLANTIO PARA CULTURA DO MILHO NA REGIÃO DE BOTUCATU-SP UTILIZANDO O MÉTODO GRAUS-DIA ESTIMATIVA DE PERÍODO DE PLANTIO PARA CULTURA DO MILHO NA REGIÃO DE BOTUCATU-SP UTILIZANDO O MÉTODO GRAUS-DIA Ricardo Ghantous Cervi 1, Paulo Roberto Isler, Reginaldo da Silva Cardoso 3 1 Prof. Dr. Curso

Leia mais

Acúmulo e exportação de nutrientes em cenoura

Acúmulo e exportação de nutrientes em cenoura Acúmulo e exportação de nutrientes em cenoura Rafael Araújo de Oliveira 1 ; Saulo de Tarcio Pereira Marrocos 1 ; Rafaella Rayane Macedo de Lucena 1 ; Jorge Amado da Silva Ramos 2 ; Leilson Costa Grangeiro

Leia mais

TEMPERATURA BASE PARA EMISSÃO DE NÓS E PLASTOCRONO DE PLANTAS DE MELANCIA

TEMPERATURA BASE PARA EMISSÃO DE NÓS E PLASTOCRONO DE PLANTAS DE MELANCIA TEMPERATURA BASE PARA EMISSÃO DE NÓS E PLASTOCRONO DE PLANTAS DE MELANCIA DIONÉIA D. P. LUCAS 1, ARNO B. HELDWEIN 2, ROBERTO TRENTIN 3, IVAN C. MALDANER 4, MATEUS P. BORTOLUZI 5 1 Eng. Agrônoma, doutoranda

Leia mais

OCORRÊNCIA DE DOENÇAS EM GIRASSOL EM DECORRÊNCIA DA CHUVA E TEMPERATURA DO AR 1 RESUMO

OCORRÊNCIA DE DOENÇAS EM GIRASSOL EM DECORRÊNCIA DA CHUVA E TEMPERATURA DO AR 1 RESUMO OCORRÊNCIA DE DOENÇAS EM GIRASSOL EM DECORRÊNCIA DA CHUVA E TEMPERATURA DO AR 1 HINNAH, Fernando Dill 2 ; HELDWEIN, Arno Bernardo 3 ; LUCAS, Dionéia Daiane Pitol 4 ; LOOSE, Luís Henrique 5 ; BORTOLUZZI,

Leia mais

CARACTERÍSTICAS BIOMÉTRICAS DE VARIEDADES DE MILHO PARA SILAGEM EM SISTEMA DE PRODUÇÃO ORGÂNICA NO SUL DE MG

CARACTERÍSTICAS BIOMÉTRICAS DE VARIEDADES DE MILHO PARA SILAGEM EM SISTEMA DE PRODUÇÃO ORGÂNICA NO SUL DE MG CARACTERÍSTICAS BIOMÉTRICAS DE VARIEDADES DE MILHO PARA SILAGEM EM SISTEMA DE PRODUÇÃO ORGÂNICA NO SUL DE MG Guilherme V. TEIXEIRA 1 ; Otavio D. GIUNTI 2 ; Anastácia FONTANETTI 3 ; Ariana V. SILVA 4 ;

Leia mais

SELEÇÃO DE GENÓTIPOS DE MILHO EM CONDIÇÕES DE ESTRESSE DE SECA EM CASA DE VEGETAÇÃO

SELEÇÃO DE GENÓTIPOS DE MILHO EM CONDIÇÕES DE ESTRESSE DE SECA EM CASA DE VEGETAÇÃO SELEÇÃO DE GENÓTIPOS DE MILHO EM CONDIÇÕES DE ESTRESSE DE SECA EM CASA DE VEGETAÇÃO Marco Antônio Ferreira Varanda¹; Aurélio Vaz de Melo² 1 Aluno do Curso de Agronomia; Campus de Gurupi; e-mail: [email protected];

Leia mais

CARACTERIZAÇÃO DA FENOLOGIA DE CULTIVARES DE SOJA EM AMBIENTE SUBTROPICAL

CARACTERIZAÇÃO DA FENOLOGIA DE CULTIVARES DE SOJA EM AMBIENTE SUBTROPICAL CARACTERIZAÇÃO DA FENOLOGIA DE CULTIVARES DE SOJA EM AMBIENTE SUBTROPICAL THIAGO SCHMITZ MARQUES DA ROCHA 1, ALENCAR JUNIOR ZANON 2, ANDRÉ TREVISAN DE SOUZA 3, BRUNO KRAULICH 1, FRANCISCO GIRALDI 1, JOSÉ

Leia mais

CARACTERÍSTICAS AGRONÔMICAS DE VARIEDADES E HÍBRIDOS DE SORGO FORRAGEIRO NO OESTE DA BAHIA

CARACTERÍSTICAS AGRONÔMICAS DE VARIEDADES E HÍBRIDOS DE SORGO FORRAGEIRO NO OESTE DA BAHIA CARACTERÍSTICAS AGRONÔMICAS DE VARIEDADES E HÍBRIDOS DE SORGO FORRAGEIRO NO OESTE DA BAHIA Luiz Henrique BERTUNES* 1, Danilo Gusmão de QUADROS 1, Alexandro Pereira ANDRADE 1, Eudo Barreto de Sá TELES 1,

Leia mais

BOLETIM CLIMÁTICO Nº 69

BOLETIM CLIMÁTICO Nº 69 BOLETIM CLIMÁTICO Nº 69 DEZEMBRO DE 2018 1. DESCRIÇÕES E CARACTERIZAÇÃO DO LOCAL Localidade: IFSULDEMINAS Campus Muzambinho Estação Meteorológica: Davis Vantage Pro 2 Latitude: 21 o 20 47 S e Longitude:

Leia mais

AGRICULTURA I Téc. Agroecologia

AGRICULTURA I Téc. Agroecologia AGRICULTURA I Téc. Agroecologia CULTURA DO MILHO IFSC CÂMPUS LAGES FENOLOGIA DO MILHO Etapas de desenvolvimento: 1.Germinação e emergência: Semeadura até o efetivo aparecimento da plântula, Duração pode

Leia mais

AVALIAÇÃO DE VARIEDADES DE MILHETO NA INTERFACE CHUVA/SECA

AVALIAÇÃO DE VARIEDADES DE MILHETO NA INTERFACE CHUVA/SECA AVALIAÇÃO DE VARIEDADES DE MILHETO NA INTERFACE CHUVA/SECA Tássio Bonomo Murça (1), Domingos Sávio Queiroz (2), Luiz Tarcisio Salgado (3), Sabrina Saraiva Santana (4), Sérgio Dutra de Resende (5) (1) Bolsista

Leia mais

MODELOS DE ESTIMATIVA DE RENDIMENTO DE SOJA E DE MILHO NO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL RESUMO

MODELOS DE ESTIMATIVA DE RENDIMENTO DE SOJA E DE MILHO NO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL RESUMO MODELOS DE ESTIMATIVA DE RENDIMENTO DE SOJA E DE MILHO NO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL Denise Cybis FONTANA 1, Moacir Antonio BERLATO 1, Mariel Josué BIZARRO 2, Marcio Henrique LAUSCHNER 3 RESUMO Este trabalho

Leia mais

BOLETIM CLIMÁTICO Nº 46

BOLETIM CLIMÁTICO Nº 46 BOLETIM CLIMÁTICO Nº 46 JANEIRO DE 2017 1. DESCRIÇÕES E CARACTERIZAÇÃO DO LOCAL Localidade: IFSULDEMINAS Campus Muzambinho Estação Meteorológica: Davis Vantage Pro 2 Latitude: 21 o 20 47 S e Longitude:

Leia mais

PRODUÇÃO DE MUDAS DE PIMENTAS SUBMETIDAS A DIFERENTES CONCENTRAÇÕES DE NUTRIENTES NA SOLUÇÃO NUTRITIVA

PRODUÇÃO DE MUDAS DE PIMENTAS SUBMETIDAS A DIFERENTES CONCENTRAÇÕES DE NUTRIENTES NA SOLUÇÃO NUTRITIVA PRODUÇÃO DE MUDAS DE PIMENTAS SUBMETIDAS A DIFERENTES CONCENTRAÇÕES DE NUTRIENTES NA SOLUÇÃO NUTRITIVA P. S. F. Linhares 3 ; F. A. Oliveira ; R. C. Alves 3 ; A. M. A. Medeiros 3 ; J. F. de Medeiros ; E.

Leia mais

Diferentes substratos no desenvolvimento do pepino (Cucumis sativus)

Diferentes substratos no desenvolvimento do pepino (Cucumis sativus) 1 Diferentes substratos no desenvolvimento do pepino (Cucumis sativus) Thays Aparecida Oliveira Campos Rodrigues 1 ; Jorge Alfredo Luiz França 2 ; Fabiane Pereira da Silva Vieira 3 1 Discente em Engenharia

Leia mais

RELAÇÃO K/CA NA SOLUÇÃO NUTRITIVA PARA O CULTIVO HIDROPÔNICO DE SALSA

RELAÇÃO K/CA NA SOLUÇÃO NUTRITIVA PARA O CULTIVO HIDROPÔNICO DE SALSA DONEGA MA; KASSOMA JN; NAKATA Relação BA; K/Ca OLIVEIRA na solução NZ; nutritiva CAMPAGNOL para o R; cultivo MELLO hidropônico SC. 2009. de Relação salsa K:Ca na solução nutritiva para o cultivo hidropônico

Leia mais

CRESCIMENTO DA CULTURA DO PINHÃO MANSO EM DIFERENTES DENSIDADES DE PLANTAS.

CRESCIMENTO DA CULTURA DO PINHÃO MANSO EM DIFERENTES DENSIDADES DE PLANTAS. CRESCIMENTO DA CULTURA DO PINHÃO MANSO EM DIFERENTES DENSIDADES DE PLANTAS. Pedro Silvério Xavier Pereira (1) ; Marice Cristine Vendruscolo (2) ; Astor Henrique Nied (3) ; Rivanildo Dallacor (4) ; Marcelo

Leia mais

VIABILIDADE TÉCNICA E ECONÔMICA DA PRODUÇÃO DO FEIJOEIRO IRRIGADO

VIABILIDADE TÉCNICA E ECONÔMICA DA PRODUÇÃO DO FEIJOEIRO IRRIGADO VIABILIDADE TÉCNICA E ECONÔMICA DA PRODUÇÃO DO FEIJOEIRO IRRIGADO VIEIRA, T.A. 1 ; SANTANA, M.J. 2 ; BRAGA NETO, J.A. 3 ; BARRETO, A.C. 2 ; PAULA, J.C. 3 1 Estudante do curso de Agronomia do Centro Federal

Leia mais

BOLETIM CLIMÁTICO Nº 41

BOLETIM CLIMÁTICO Nº 41 BOLETIM CLIMÁTICO Nº 41 AGOSTO DE 2016 1. DESCRIÇÕES E CARACTERIZAÇÃO DO LOCAL Localidade: IFSULDEMINAS Campus Muzambinho Estação Meteorológica: Davis Vantage Pro 2 Latitude: 21 o 20 47 S e Longitude:

Leia mais

DESEMPENHO DE NOVAS CULTIVARES DE CICLO PRECOCE DE MILHO EM SANTA MARIA 1

DESEMPENHO DE NOVAS CULTIVARES DE CICLO PRECOCE DE MILHO EM SANTA MARIA 1 DESEMPENHO DE NOVAS CULTIVARES DE CICLO PRECOCE DE MILHO EM SANTA MARIA 1 TOEBE, Marcos 2 ; CARGNELUTTI FILHO, Alberto 3 ; SILVEIRA, Tatiani Reis da 2 ; CASAROTTO, Gabriele 4 ; SCHWANTES, Ismael Albino

Leia mais

MODELAGEM DA FLORAÇÃO DA CANOLA EM RESPOSTA A SOMA TÉRMICA

MODELAGEM DA FLORAÇÃO DA CANOLA EM RESPOSTA A SOMA TÉRMICA MODELAGEM DA FLORAÇÃO DA CANOLA EM RESPOSTA A SOMA TÉRMICA LAISE M. BOLIS 1 ; ALEXANDRE L. MÜLLER 2 ; GENEI A. DALMAGO 3 ; JOSÉ M. C. FERNANDES 3 ; ANDERSON SANTI 3 ; GILBERTO R. DA CUNHA 3 ; EVANDRO SCHWEIG

Leia mais

Anais do Seminário de Bolsistas de Pós-Graduação da Embrapa Amazônia Ocidental

Anais do Seminário de Bolsistas de Pós-Graduação da Embrapa Amazônia Ocidental Anais do Seminário de Bolsistas de Pós-Graduação da Embrapa Amazônia Ocidental Anais do Seminário de Bolsistas de Pós-Graduação da Embrapa Amazônia Ocidental Desempenho de Cultivares de Alface Roxa sob

Leia mais

DESEMPENHO DE MILHO SAFRINHA EM DUAS ÉPOCAS DE SEMEADURA E POPULAÇÕES DE PLANTAS, EM DOURADOS, MS

DESEMPENHO DE MILHO SAFRINHA EM DUAS ÉPOCAS DE SEMEADURA E POPULAÇÕES DE PLANTAS, EM DOURADOS, MS DESEMPENHO DE MILHO SAFRINHA EM DUAS ÉPOCAS DE SEMEADURA E POPULAÇÕES DE PLANTAS, EM DOURADOS, MS Leonardo Fernandes Leite (1), Elisa Pereira de Oliveira (1), Adriano do Santos (2), Gessí Ceccon (3) Introdução

Leia mais

Desempenho de Treze Cultivares de Alface em Hidroponia, no Verão, em Santa Maria - RS.

Desempenho de Treze Cultivares de Alface em Hidroponia, no Verão, em Santa Maria - RS. Desempenho de Treze Cultivares de Alface em Hidroponia, no Verão, em Santa Maria - RS. Evandro Binotto Fagan 1 ; Derblai Casaroli 1 ; Osmar Santos 1 ; Sandro Medeiros 1 ; Denise Schmidt 1 ; Hercules Nogueira

Leia mais

DENSIDADE DE SEMEADURA E DOSES DE NITROGÊNIO EM COBERTURA NO TRIGO DE SEQUEIRO CULTIVADO EM PLANALTINA-DF

DENSIDADE DE SEMEADURA E DOSES DE NITROGÊNIO EM COBERTURA NO TRIGO DE SEQUEIRO CULTIVADO EM PLANALTINA-DF DENSIDADE DE SEMEADURA E DOSES DE NITROGÊNIO EM COBERTURA NO TRIGO DE SEQUEIRO CULTIVADO EM PLANALTINA-DF Jorge Henrique Chagas 1 ; Júlio César Albrecht 2 ; João Leonardo Fernandes Pires 1 ; Márcio Só

Leia mais

CRESCIMENTO E PRODUÇÃO DA MAMONEIRA FERTIRRIGADA EM MOSSORÓ RN

CRESCIMENTO E PRODUÇÃO DA MAMONEIRA FERTIRRIGADA EM MOSSORÓ RN CRESCIMENTO E PRODUÇÃO DA MAMONEIRA FERTIRRIGADA EM MOSSORÓ RN Antonio Ferreira de Sousa Dias¹, Francisco de Queiroz Porto Filho², José Francismar de Medeiros², Alisson Magno de Sousa Oliveira¹, Paulo

Leia mais

ÉPOCAS DE PLANTIO DO ALGODOEIRO HERBÁCEO DE CICLO PRECOCE NO MUNICÍPIO DE UBERABA, MG *

ÉPOCAS DE PLANTIO DO ALGODOEIRO HERBÁCEO DE CICLO PRECOCE NO MUNICÍPIO DE UBERABA, MG * ÉPOCAS DE PLANTIO DO ALGODOEIRO HERBÁCEO DE CICLO PRECOCE NO MUNICÍPIO DE UBERABA, MG * Julio Pedro Laca-Buendía 1, Joel Fallieri 2, Julio C. Viglioni Penna 3, Bruno B. de Oliveira 4, Petrônio J. da Silva

Leia mais

BOLETIM CLIMÁTICO Nº 42

BOLETIM CLIMÁTICO Nº 42 BOLETIM CLIMÁTICO Nº 42 SETEMBRO DE 2016 1. DESCRIÇÕES E CARACTERIZAÇÃO DO LOCAL Localidade: IFSULDEMINAS Campus Muzambinho Estação Meteorológica: Davis Vantage Pro 2 Latitude: 21 o 20 47 S e Longitude:

Leia mais

Produção de Mudas de Melancia em Bandejas sob Diferentes Substratos.

Produção de Mudas de Melancia em Bandejas sob Diferentes Substratos. Produção de Mudas de Melancia em Bandejas sob Diferentes. Jean de Oliveira Souza¹; Leilson Costa Grangeiro¹; Francisco Bezerra Neto¹; Aurélio Paes Barros Júnior¹; Maria Zuleide de Negreiros¹; Cosme Jales

Leia mais

1 de 5 21/10/2010 14:28 Pré-visualização do trabalho Código do trabalho 68 CRESCIMENTO DA GRAMA BERMUDA (CYNODON DACTYLON) SOB DIFERENTES LÂMINAS DE IRRIGAÇÃO LEONARDO DE ANDRADE MOREIRA 1 ANTONIO CARLOS

Leia mais

MELO, Christiane de Oliveira 1 ; NAVES, Ronaldo Veloso 2. Palavras-chave: maracujá amarelo, irrigação.

MELO, Christiane de Oliveira 1 ; NAVES, Ronaldo Veloso 2. Palavras-chave: maracujá amarelo, irrigação. MARACUJÁ AMARELO (Passiflora edulis Sims. f. flavicarpa Deg.), NO ESTADO DE GOIÁS: ASPECTOS RELATIVOS À FENOLOGIA, DEMANDA HÍDRICA, FITOSSANIDADE E QUALIDADE DOS FRUTOS MELO, Christiane de Oliveira ; NAVES,

Leia mais

CORRELAÇÕES LINEARES ENTRE CARACTERES E DIFERENCIAÇÃO DE HÍBRIDOS SIMPLES, TRIPLO E DUPLO DE MILHO 1

CORRELAÇÕES LINEARES ENTRE CARACTERES E DIFERENCIAÇÃO DE HÍBRIDOS SIMPLES, TRIPLO E DUPLO DE MILHO 1 CORRELAÇÕES LINEARES ENTRE CARACTERES E DIFERENCIAÇÃO DE HÍBRIDOS SIMPLES, TRIPLO E DUPLO DE MILHO 1 ANTONELLO, Bruno Ioppi 2 ; CARGNELUTTI FILHO, Alberto 3 ; CASAROTTO, Gabriele 2 ; BURIN, Cláudia 4 ;

Leia mais

Desempenho agronômico de cultivares comerciais de coentro em cultivo solteiro sob condições de temperatura elevada.

Desempenho agronômico de cultivares comerciais de coentro em cultivo solteiro sob condições de temperatura elevada. Desempenho agronômico de cultivares comerciais de coentro em cultivo solteiro sob condições de temperatura elevada. Francisco Bezerra Neto 1 ; Aurélio Paes Barros Júnior 1 ; Maria Zuleide de Negreiros

Leia mais

DESEMPENHO AGRONÔMICO DE HÍBRIDOS DE MILHO SAFRINHA EM DUAS ÉPOCAS DE SEMEADURA EM AQUIDAUANA, MS.

DESEMPENHO AGRONÔMICO DE HÍBRIDOS DE MILHO SAFRINHA EM DUAS ÉPOCAS DE SEMEADURA EM AQUIDAUANA, MS. DESEMPENHO AGRONÔMICO DE HÍBRIDOS DE MILHO SAFRINHA EM DUAS ÉPOCAS DE SEMEADURA EM AQUIDAUANA, MS. Elisa Pereira de Oliveira (1), Matheus Gustavo da Silva (2), Anne Mellisse Diaz Oliveira (3) Introdução

Leia mais

DENSIDADE DE SEMEADURA E POPULAÇÃO INICIAL DE PLANTAS PARA CULTIVARES DE TRIGO EM AMBIENTES DISTINTOS DO PARANÁ

DENSIDADE DE SEMEADURA E POPULAÇÃO INICIAL DE PLANTAS PARA CULTIVARES DE TRIGO EM AMBIENTES DISTINTOS DO PARANÁ DENSIDADE DE SEMEADURA E POPULAÇÃO INICIAL DE PLANTAS PARA CULTIVARES DE TRIGO EM AMBIENTES DISTINTOS DO PARANÁ José Salvador Simoneti Foloni 1*, Manoel Carlos Bassoi 1, Luis César Vieira Tavares 1, Larissa

Leia mais

CRESCIMENTO E PRODUÇÃO DA ALFACE CV. CINDERELA, SUBMETIDA À DIFERENTES NÍVEIS DE IRRIGAÇÃO

CRESCIMENTO E PRODUÇÃO DA ALFACE CV. CINDERELA, SUBMETIDA À DIFERENTES NÍVEIS DE IRRIGAÇÃO CRESCIMENTO E PRODUÇÃO DA ALFACE CV. CINDERELA, SUBMETIDA À DIFERENTES NÍVEIS DE IRRIGAÇÃO A. D. Lira 1, A. G. D. Vasconcelos 2, H. J. Camelo 2. F. Brito 2, J. R. B. Lima 2, L. S. Reis 3 RESUMO: Objetivou-se

Leia mais

PRODUTIVIDADE DE MILHO SAFRINHA COM POPULAÇÕES DE PLANTAS DE FORRAGEIRAS PERENES

PRODUTIVIDADE DE MILHO SAFRINHA COM POPULAÇÕES DE PLANTAS DE FORRAGEIRAS PERENES PRODUTIVIDADE DE MILHO SAFRINHA COM POPULAÇÕES DE PLANTAS DE FORRAGEIRAS PERENES Gessí Ceccon (1), Liana Jank (2), Nágila Haick da Silveira (3), Rafael Tadeu dos Santos (3), Bruno Patrício Tsujigushi (4),

Leia mais

AVALIAÇÃO DA PRODUTIVIDADE DE MILHOS HÍBRIDOS CONSORCIADOS COM Brachiaria brizantha cv. MARANDÚ

AVALIAÇÃO DA PRODUTIVIDADE DE MILHOS HÍBRIDOS CONSORCIADOS COM Brachiaria brizantha cv. MARANDÚ AVALIAÇÃO DA PRODUTIVIDADE DE MILHOS HÍBRIDOS CONSORCIADOS COM Brachiaria brizantha cv. MARANDÚ Luanna de Andrade Silva¹; Aurélio Vaz-de-Melo²; 1 Aluna do Curso de Agronomia da UFT; Campus de Gurupi; e-mail:

Leia mais

EVAPOTRANSPIRAÇÃO NA CULTURA DO MILHO NA REGIÃO NOROESTE PAULISTA

EVAPOTRANSPIRAÇÃO NA CULTURA DO MILHO NA REGIÃO NOROESTE PAULISTA EVAPOTRANSPIRAÇÃO NA CULTURA DO MILHO NA REGIÃO NOROESTE PAULISTA Viabilizado Discente: Vitor Felipe Trinca Orientador: Fernando Braz Tangerino Hernandez Financiado INTRODUÇÃO OBJETIVOS REVISÃO BIBLIOGRÁFICA

Leia mais

XXIX CONGRESSO NACIONAL DE MILHO E SORGO - Águas de Lindóia - 26 a 30 de Agosto de 2012

XXIX CONGRESSO NACIONAL DE MILHO E SORGO - Águas de Lindóia - 26 a 30 de Agosto de 2012 XXIX CONGRESSO NACIONAL DE MILHO E SORGO - Águas de Lindóia - 26 a 30 de Agosto de 2012 Influência de Diferentes Épocas de Corte e Densidade de Plantas no Desempenho Agronômico de Duas Cultivares de Sorgo

Leia mais

TAXA DE APARECIMENTO DE FOLHAS DE CANOLA EM FUNÇÃO DE ÉPOCAS DE SEMEADURA 1. Jussana Mallmann Tizott 2.

TAXA DE APARECIMENTO DE FOLHAS DE CANOLA EM FUNÇÃO DE ÉPOCAS DE SEMEADURA 1. Jussana Mallmann Tizott 2. TAXA DE APARECIMENTO DE FOLHAS DE CANOLA EM FUNÇÃO DE ÉPOCAS DE SEMEADURA 1 Jussana Mallmann Tizott 2. 1 1Pesquisa institucional desenvolvida no Departamento de Estudos Agrários/UNIJUÍ, pertencente ao

Leia mais

Cultivo hidropônico de chicória em diferentes concentrações de solução nutritiva.

Cultivo hidropônico de chicória em diferentes concentrações de solução nutritiva. Cultivo hidropônico de chicória em diferentes concentrações de solução nutritiva. Pirolla A.C. 1 ; Luz J. M. Q. 2 ; Dóro, L.F.A. 1 ; Haber, L.L. 1 1 UFU-Umuarama, 38402-032. 2 UFU-ICIAG - Campus Umuarama,

Leia mais

TÍTULO: ACÚMULO DE BIOMASSA E COMPRIMENTO DE RAIZ DE ESPÉCIES DE BRACHIARIA SUBMETIDAS A DUAS DISPONIBILIDADES HÍDRICAS

TÍTULO: ACÚMULO DE BIOMASSA E COMPRIMENTO DE RAIZ DE ESPÉCIES DE BRACHIARIA SUBMETIDAS A DUAS DISPONIBILIDADES HÍDRICAS TÍTULO: ACÚMULO DE BIOMASSA E COMPRIMENTO DE RAIZ DE ESPÉCIES DE BRACHIARIA SUBMETIDAS A DUAS DISPONIBILIDADES HÍDRICAS CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA SUBÁREA: CIÊNCIAS AGRÁRIAS

Leia mais

Caracterização Fenológica de Cinco Variedades de Uvas Sem. Sementes no Vale do São Francisco [1] Introdução

Caracterização Fenológica de Cinco Variedades de Uvas Sem. Sementes no Vale do São Francisco [1] Introdução Caracterização Fenológica de Cinco Variedades de Uvas Sem Sementes no Vale do São Francisco [1] Emanuel Elder Gomes da Silva [2] Patricia Coelho de Souza Leão [3] Introdução No estudo de novas variedades,

Leia mais

XXV CONIRD Congresso Nacional de Irrigação e Drenagem 08 a 13 de novembro de 2015, UFS - São Cristóvão/SE INTRODUÇÃO

XXV CONIRD Congresso Nacional de Irrigação e Drenagem 08 a 13 de novembro de 2015, UFS - São Cristóvão/SE INTRODUÇÃO Acúmulo de biomassa em planta de gergelim irrigada com águas salinas em solo com biofertilizante bovino G. G. de Sousa 1 ; P. G. R. de Sousa 2 ; J. B. de O. Silva 5 ; G. L. da Silva 3 ; V. dos S. Rodrigues

Leia mais

CLIMATOLOGIA E VARIABILIDADE INTERANUAL DA VELOCIDADE DO VENTO EM SANTA MARIA, RS

CLIMATOLOGIA E VARIABILIDADE INTERANUAL DA VELOCIDADE DO VENTO EM SANTA MARIA, RS CLIMATOLOGIA E VARIABILIDADE INTERANUAL DA VELOCIDADE DO VENTO EM SANTA MARIA, RS Nereu Augusto Streck 2, Luana Fernandes Gabriel, Simone Erotildes Teleginski Ferraz, Arno Bernardo Heldwein ¹ Universidade

Leia mais