Modular (TOP) Direito Constitucional Parte 03 Emilly Albuquerque
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- Rodrigo Carvalhal Angelim
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1 Modular (TOP) Direito Constitucional Parte 03 Emilly Albuquerque 2013 Copyright. Curso Agora eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor.
2 DIREITOS INDIVIDUAIS E COLETIVOS Art. 5º. Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes: - Princípio da Igualdade Formal (Isonomia) - Situação do estrangeiro não residente no Brasil I homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações, nos termos desta Constituição; -Diferenças constitucionais "A jurisprudência deste Supremo Tribunal firmou entendimento no sentido de que não afronta o princípio da isonomia a adoção de critérios distintos para a promoção de integrantes do corpo feminino e masculino da Aeronáutica." (RE AgR, Rel. Min. Cármen Lúcia, julgamento em , DJ de ) II ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei; - Princípio da Legalidade (mais amplo, porém de menor densidade) x Princípio da Reserva Legal (mais estrito, leis formais) Jurisprudência: Súmula 686 Só a lei pode sujeitar a exame psicotécnico a habilitação de candidato a cargo público. III ninguém será submetido a tortura nem a tratamento desumano ou degradante; Segundo o art. 1º da Lei nº 9.455/97, o crime de tortura é definido como constranger alguém com o emprego de violência ou grave ameaça, causandolhe sofrimento físico ou mental. Doutrinariamente, tratamento desumano é aquele que se tem por contrário à condição de pessoa humana e tratamento degradante é aquele que diminui a condição de pessoa humana, atingindo sua dignidade. Jurisprudência: Súmula Vinculante 11: Só é lícito o uso de algemas em casos de resistência e de fundado receio de fuga ou de perigo à integridade física própria ou alheia, por Prof. Emilly Albuquerque 2
3 parte do preso ou de terceiros, justificada a excepcionalidade por escrito, sob pena de responsabilidade disciplinar, civil e penal do agente ou da autoridade e de nulidade da prisão ou do ato processual a que se refere, sem prejuízo da responsabilidade civil do Estado. IV é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato; O art. 19 da Declaração Universal dos Direitos do Homem entende que não há qualquer limitação de ordem formal à livre manifestação do pensamento. O sentido da liberdade de opinião é duplo: o valor da indiferença impõe que a opinião não deve ser tomada em consideração; e o valor exigência, que impõe o respeito à opinião. Por fim, vale ressaltar que o pensamento em si não é tutelado nem pela Constituição nem pelo Direito, apenas a sua manifestação o é. V é assegurado o direito de resposta, proporcional ao agravo, além da indenização por dano material, moral ou à imagem; Direito de resposta proporcional à ofensa: Essa proporcionalidade deve ser observada no meio e no modo. Se a ofensa foi verbal e pessoa, a resposta deverá ser verbal e pessoal. VI é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e as suas liturgias; Este inciso trata de três direitos: o de ter liberdade de consciência e de crença (que não são a mesma coisa), o de ter livre o exercício do culto religioso pelo qual tenha optado, e o de ter os locais onde esses cultos são realizados protegidos contra agressões de quem quer que seja. VII é assegurada, nos termos da lei, a prestação de assistência religiosa nas entidades civis e militares de intervenção coletiva; Pessoas que estiverem nessas entidades de internação coletiva civis (hospitais, presídios e asilos) e militares (quartéis) podem querer praticar seus cultos ou crenças para engrandecimento espiritual. Por estarem em locais de onde o acesso a seus templos e sacerdotes não é livre, e, já que não podem ir até os locais onde está a sua religião, terão direito a receber a assistência religiosa onde estiverem. Não haverá, contudo, amparo material ou financeiro do Estado para isso. Essa assistência será prestada à conta da própria religião ou do interessado. Prof. Emilly Albuquerque 3
4 VIII ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política, salvo se as invocar para eximir-se de obrigação legal a todos imposta e recusar-se a cumprir prestação alternativa, fixada em lei; Exemplo: todo jovem maior de 18 anos é obrigado a cumprir serviço militar; todavia poderá recusar-se a alistar-se alegando que o Exército usa armas e que sua religião não permite. Assim, não será obrigado a alistar-se,e também não pode ser punido por isso, mas será obrigado a prestar uma outra obrigação alternativa, fixada em lei. Se se recusar a essa prestação alternativa, será então punido com privação de direitos. IX é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença; O Poder Público não pode controlar a produção de filmes, peças de teatro, livros, músicas, artes plásticas, textos em jornais, etc. O máximo que a Constituição permite é a classificação para efeito indicativo (art. 21, XVI). X são invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, assegurado o direito a indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação; Jurisprudência: Súmula 227 do STJ: A pessoa jurídica pode sofrer dano moral. Jurisprudência: O sigilo bancário, espécie de direito à privacidade protegido pela Constituição de 1988, não é absoluto, pois deve ceder diante dos interesses público, social e da Justiça. Assim, deve ceder também na forma e com observância de procedimento legal e com respeito ao princípio da razoabilidade. Precedentes." (AI AgR, Rel. Min. Eros Grau) XI a casa é asilo inviolável do indivíduo, ninguém nela podendo penetrar sem consentimento do morador, salvo em caso de flagrante delito ou desastre, ou para prestar socorro, ou, durante o dia, por determinação judicial; A expressão casa tem um alcance muito amplo, não sendo limitada pelos conceitos de direito privado, como já pacificou o STF, considerando casa todo local delimitado e separado que alguém utiliza com exclusividade, mesmo que para fins profissionais, não importando a relação jurídica de seus habitantes com aquele prédio ou terreno. - Horário do dia XII é inviolável o sigilo de correspondência e das comunicações telegráficas, de dados e das comunicações telefônicas, salvo, no último caso, por ordem judicial, nas hipóteses e na forma que a lei estabelecer para fins de investigação criminal ou instrução processual penal; Prof. Emilly Albuquerque 4
5 - Exceções Jurisprudência: AI , 28/09/07: O sigilo bancário, espécie de direito à privacidade protegido pela Constituição de 1988, não é absoluto, pois deve ceder diante dos interesses públicos, social e da Justiça. Assim, deve ceder também na forma e com observância de procedimento legal e com respeito ao princípio da razoabilidade. XIII é livre o exercício de qualquer trabalho, ofício ou profissão, atendidas as qualificações profissionais que a lei estabelecer; Se não houver lei dispondo sobre a profissão, qualquer um poderá exerce-la (artesão, marceneiro, detetive). Ao contrário, se houver lei estabelecendo a profissão, somente aquele que atender o que a lei exige poderá exercer o trabalho (advogado, médico, engenheiro). XIV é assegurado a todos o acesso à informação e resguardado o sigilo da fonte, quando necessário ao exercício profissional; A liberdade de informação abrange o direito de informar, de se informar e de ser informado. A Constituição Federal não protege as informações levianas, pois as liberdades públicas não podem prestar-se a tutela de condutas ilícitas. O direito a informação é relativo e possui natureza profissional e não pessoal. Tratase, em regra, das informações de interesse público ou geral. XV é livre a locomoção no território nacional em tempo de paz, podendo qualquer pessoa, nos termos da lei, nele entrar, permanecer ou dele sair com seus bens; O direito de locomoção só será restrito nos casos de guerra ou estado de sítio. Não poderá haver obstáculos à locomoção de brasileiros ou estrangeiros, apenas regula-se passaporte, registro, tributo e coisas do gênero. XVI todos podem reunir-se pacificamente, sem armas, em locais abertos ao público, independentemente de autorização, desde que não frustem outra reunião anteriormente convocada para o mesmo local, sendo apenas exigido prévio aviso à autoridade competente; - Estado de defesa e Estado de Sítio XVII é plena a liberdade de associação para fins lícitos, vedada a de caráter paramilitar; Prof. Emilly Albuquerque 5
6 Associação é diferente de reunião por ter um caráter de permanência e objetivos definidos, em torno dos quais se associam pessoas que os buscam. Essa associação pode ter inúmeras características (empresarial, cultural, filantrópica, política, sindical). O caráter paramilitar é verificado quando a associação destina-se ao treinamento do uso de material bélico. XVIII a criação de associações e, na forma da lei, a de cooperativas independem de autorização, sendo vedada a interferência estatal em seu funcionamento; XIX as associações só poderão ser compulsoriamente dissolvidas ou ter suas atividades suspensas por decisão judicial, exigindo-se, no primeiro caso, o trânsito em julgado; Trata-se da dissolução compulsória, isto é, quando tiver que ser dissolvida contra a vontade de seus sócios. Será necessária uma decisão judicial, o que importa dizer que ordens administrativas ou policiais sobre o assunto são inconstitucionais. XX ninguém poderá ser compelido a associar-se ou a permanecer associado; Esse dispositivo se aplica, além das associações, às entidades sindicais. XXI as entidades associativas, quando expressamente autorizadas, têm legitimidade para representar seus filiados judicial e extrajudicialmente; Jurisprudência: Súmula 629: A impetração de mandado de segurança coletivo por entidade de classe em favor dos associados independe de autorização destes. Jurisprudência: Não se há de confundir a liberdade de associação, prevista de forma geral no inciso XVII do rol das garantias constitucionais, com a criação, em si, de sindicato. O critério da especificidade direciona à observação do disposto no inciso II do artigo 8º da Constituição Federal, no que agasalhada a unicidade sindical de forma mitigada, ou seja, considerada a área de atuação, nunca inferior à de um município. (RE , Rel. Min. Marco Aurélio, julgamento em , DJ de ). XXII é assegurado o direito de propriedade; Este dispositivo assegura toda e qualquer propriedade, desde a imobiliária até a intelectual e de marcas. Prof. Emilly Albuquerque 6
7 O direito de propriedade é garantia individual e relativa, haja vista que poderá a pessoa ser privada de sua propriedade se houver necessidade ou utilidade pública, ou por interesse social. - Desapropriação - Desapropriação sanção - Expropriação Função social da Propriedade: Art A função social é cumprida quando a propriedade rural atende, simultaneamente, segundo critérios e graus de exigência estabelecidos em lei, aos seguintes requisitos: I - aproveitamento racional e adequado; II - utilização adequada dos recursos naturais disponíveis e preservação do meio ambiente; III - observância das disposições que regulam as relações de trabalho; IV - exploração que favoreça o bem-estar dos proprietários e dos trabalhadores. XXIII a propriedade atenderá a sua função social; Função social da propriedade é um conceito que dá a esta um atributo coletivo, não apenas individual. A propriedade consiste tanto na rural quanto na urbana. XXIV a lei estabelecerá o procedimento para desapropriação por necessidade ou utilidade pública, ou por interesse social, mediante justa e prévia indenização em dinheiro, ressalvados os casos previstos nesta Constituição; Desapropriação é uma forma de aquisição de bens pelo Poder Público. Em outras palavras, é um instrumento de que se vale o Estado para retirar a propriedade de um particular e incorporar ao patrimônio público, indenizando o ex-proprietário. A indenização deve ser justa e prévia, salvo duas exceções: indenizações feitas em títulos; desapropriação para efeitos de confisco. XXV no caso de iminente perigo público, a autoridade competente poderá usar de propriedade particular, assegurada ao proprietário indenização ulterior, se houver dano; XXVI a pequena propriedade rural, assim definida em lei, desde que trabalha pela família, não será objeto de penhora para pagamento de débitos decorrentes de sua atividade produtiva, dispondo a lei sobre os meios de financiar o desenvolvimento; É exceção à regra da penhorabilidade dos bens dados em garantia de financeiros. Para isso, o constituinte fixou que a pequena propriedade rural não é penhorável, desde que preencha os requisitos para tanto. Prof. Emilly Albuquerque 7
8 XXVII aos autores pertence o direito exclusivo de utilização, publicação ou reprodução de suas obras, transmissível aos herdeiros pelo tempo que a lei fixar; Jurisprudência: Súmula 386: Pela execução de obra musical por artistas remunerados é devido direito autoral, não exigível quando a orquestra for de amadores. XXVIII são assegurados, nos termos da lei: a) a proteção às participações individuais em obras coletivas e à reprodução da imagem e voz humanas, inclusive nas atividades desportivas; b) o direito de fiscalização do aproveitamento econômico das obras que criarem ou de que participarem aos criadores, aos intérpretes e às respectivas representações sindicais e associativas; Obras coletivas quer dizer uma peça de teatro, um filme, uma novela, uma atividade desportiva coletiva etc. XXIX a lei assegurará aos autores de inventos industriais privilégio temporário para sua utilização, bem como proteção às criações industriais, à propriedade das marcas, aos nomes de empresas e a outros signos distintivos, tendo em vista o interesse social e o desenvolvimento tecnológico e econômico do País; O mesmo não acontece com as criações industriais, as marcas, os nomes de empresas e seus símbolos, que são propriedades perenes de seus detentores. XXX é garantido o direito de herança; Herança é o patrimônio do falecido, o conjunto de seus direitos e deveres. Com a morte do titular, este conjunto se transfere, no momento exato do falecimento, aos herdeiros legítimos (sucessão legítima) e testamentários (sucessão testamentária). XXXI a sucessão de bens de estrangeiros situados no País será regulada pela lei brasileira em benefício do cônjuge ou dos filhos brasileiros, sempre que não lhes seja mais favorável a lei pessoal do de cujus; Um imóvel de brasileiros, situado no Brasil, terá sempre a sua sucessão regulada pela lei brasileira. Um bem de estrangeiro, contudo, situado no Brasil, abre aos cônjuges e filhos, o direito de escolher entre a lei brasileira e a lei do País de origem do falecido. XXXII o Estado promoverá, na forma da lei, a defesa do consumidor; - Código de Defesa do Consumidor Prof. Emilly Albuquerque 8
9 XXXIII todos têm direito de receber dos órgãos públicos informações de seu interesse particular, ou de interesse coletivo ou geral, que serão prestadas no prazo da lei, sob pena de responsabilidade, ressalvadas aquelas cujo sigilo seja imprescindível à segurança da sociedade e do Estado; Jurisprudência: Súmula 14: É direito do defensor, no interesse do representado, ter acesso amplo aos elementos de prova que, já documentados em procedimento investigatório realizado por órgão com competência de polícia judiciária, digam respeito ao exercício do direito de defesa. XXXIV são a todos assegurados, independentemente do pagamento de taxas: a) o direito de petição aos poderes públicos em defesa de direitos ou contra ilegalidade ou abuso de poder; b) a obtenção de certidões em repartições públicas, para defesa de direitos e esclarecimentos de situações de interesse pessoal; Toda e qualquer pessoa, inclusive estrangeiro, pode requerer informações para defender seus direitos, ou obter certidões em repartições públicas. Este pedido caracteriza-se pela informalidade. Quando o direito de petição for lesado, será cabível o mandado de segurança para a sua obtenção judicial. XXXV a lei não excluirá da apreciação do Poder Judiciário lesão ou ameaça a direito; Jurisprudência: Súmula Vinculante 21: É inconstitucional a exigência de depósito ou arrolamento prévios de dinheiro ou bens para admissibilidade de recurso administrativo. Súmula Vinculante 28: É inconstitucional a exigência de depósito prévio como requisito de admissibilidade de ação judicial na qual se pretenda discutir a exigibilidade de crédito tributário. XXXVI a lei não prejudicará o direito adquirido, o ato jurídico perfeito e a coisa julgada; Jurisprudência: "Servidor público: é da jurisprudência do Supremo Tribunal que não há direito adquirido a regime jurídico, no qual se inclui o nível hierárquico que o servidor ocupa na carreira." (AI AgR, Rel. Min. Sepúlveda Pertence, julgamento em , DJ de ) XXXVII não haverá juízo ou tribunal de exceção; Prof. Emilly Albuquerque 9
10 Juízo ou tribunal de exceção são os não previstos na Constituição. O Poder Judiciário não admite novidade na sua estrutura. Complementa o princípio do juiz natural (inciso LIII). XXXVIII é reconhecida a instituição do júri, com a organização que lhe der a lei, assegurados: a) a plenitude de defesa; b) o sigilo das votações; c) a soberania dos veredictos; d) a competência para o julgamento dos crimes dolosos contra a vida. O Tribunal do júri é uma especialização a justiça criminal de primeira instância. XXXIX não há crime sem lei anterior que o defina, nem pena sem prévia cominação legal; Trata-se do Princípio da Anterioridade da Lei Penal, também chamado de princípio da legalidade. Exige-se a existência de lei anterior e a pena deve vir especificada, determinada e delimitada em quantidade e qualidade. XL a lei penal não retroagirá, salvo para beneficiar o réu; Consiste no Princípio da Retroatividade da lei mais benigna, segundo o qual a lei penal retroagirá para beneficiar o réu. Enquanto isso, a lei mais gravosa não retroage. É conveniente frisar que esse princípio vale apenas para a lei penal. Assim, o benefício ao réu poderá ser de qualquer ordem, desde a extinção do tipo penal (chamada abolitio criminis) até a diminuição da pena e a criação de penas alternativas, além do estabelecimento de novas condições de punibilidade. XLI a lei punirá qualquer discriminação atentatória dos direitos e liberdades fundamentais; O que se pretende neste inciso é que a lei venha a estabelecer punições para toda e qualquer conduta com fundamento discriminatório, quer cometida por particular, quer pelo Estado. O dispositivo é, na verdade, um reforço da garantia da igualdade perante a lei. XLII a prática de racismo constitui crime inafiançável e imprescritível, sujeito à pena de reclusão, nos termos da lei; XLIII a lei considerará crimes inafiançáveis, insuscetíveis de graça ou anistia a prática da tortura, o tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins, o terrorismo e os definidos como crimes hediondos, por eles respondendo os mandantes, executores e os que, podendo evitá-los, se omitirem; Prof. Emilly Albuquerque 10
11 Graça: forma de clemência do poder executivo favorecendo um condenado por crime comum ou por contravenção extinguindo ou diminuindo-lhe a pena imposta. Anistia: Perdão concedido mediante lei, aplicáveis a crimes coletivos, em geral políticos. Indulto: abrange sempre um grupo de sentenciados e normalmente inclui os beneficiários, tendo em vista a duração das penas que lhe foram aplicadas, embora se exijam certos requisitos subjetivos(primariedade, etc.) e objetivos(cumprimento de parte da pena, exclusão dos autores da prática de algumas espécies de crimes, etc.)"(mirabete, p. 367) XLIV constitui crime inafiançável e imprescritível a ação de grupos armados, civis ou militares, contra a ordem constitucional e o Estado Democrático; Consiste no golpe de Estado. Por ser imprescritível, os golpistas poderão ser punidos no futuro, mesmo que tenham êxito e derrubem o governo. XLV nenhuma pena passará da pessoa do condenado, podendo a obrigação de reparar o dano e a decretação do perdimento de bens ser, nos termos da lei, estendidas aos sucessores e contra eles executadas, até o limite do valor do patrimônio transferido; Trata-se do princípio da personalização da pena, que só poderá ser cumprida pelo próprio criminoso. XLVI a lei regulará a individualização da pena e adotará, entre outras, as seguintes: a) privação ou restrição de liberdade; b) perda de bens; c) multa; d) prestação social alternativa; e) suspensão ou interdição de direitos. Trata-se de um rol exemplificativo pois podem haver outras penas, desde que não sejam as do inciso seguinte. XLVII não haverá penas: a) de morte, salvo em caso de guerra declarada, nos termos do art. 84, XIX; b) de caráter perpétuo; c) de trabalhos forçados; d) de banimento; e) cruéis. São todas as penas consideradas inconstitucionais. Prof. Emilly Albuquerque 11
12 XLVIII a pena será cumprida em estabelecimentos distintos, de acordo com a natureza do delito, a idade e o sexo do apenado; É uma espécie de desdobramento do princípio da individualização da pena, pelo qual o preso deverá ter regime carcerário diferente em razão do sexo e idade, e também do tipo de crime cometido. XLIX é assegurado aos presos o respeito à integridade física e moral; O preso conversa todos os seus direitos não atingidos pela perda da liberdade. Assim, o fato de estar preso não autoriza um tratamento violento, depravado ou desumano. Jurisprudência: Súmula Vinculante 11: Só é lícito o uso de algemas em casos de resistência e de fundado receio de fuga ou de perigo à integridade física própria ou alheia, por parte do preso ou de terceiros, justificada a excepcionalidade por escrito, sob pena de responsabilidade disciplinar, civil e penal do agente ou da autoridade e de nulidade da prisão ou do ato processual a que se refere, sem prejuízo da responsabilidade civil do Estado. L às presidiárias serão asseguradas condições para que possam permanecer com seus filhos durante o período de amamentação; O direito assegurado é o de permanência do lactante no presídio dia e noite junto da mãe, morando com ela. O período de amamentação é incerto, depende da provisão de lei da mãe e da dispositivo da criança. LI nenhum brasileiro será extraditado, salvo o naturalizado, em caso de crime comum, praticado antes da naturalização, ou de comprovado envolvimento em tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins, na forma da lei; Jurisprudência: Súmula 1: É vedada a expulsão de estrangeiro, casado com brasileira, ou que tenha filho brasileiro, dependente de economia paterna. Súmula 421: Não impede a extradição a circunstância de ser o extraditando casado com brasileira ou ter filho brasileiro. LII não será concedida extradição de estrangeiro por crime político ou de opinião; Nestes casos, o estrangeiro será protegido pelo asilo político. Prof. Emilly Albuquerque 12
13 LIII ninguém será processado nem sentenciado senão pela autoridade competente; Eis o princípio do Juiz Natural: as autoridades judiciárias que funcionam num processo precisam ser aquelas com competência para isso. LIV ninguém será privado da liberdade ou de seus bens sem o devido processo legal; Trata-se do Princípio do Devido Processo Legal: determina que as características e peculiaridades de cada tipo de processo judicial sejam religiosamente respeitadas. LV aos litigantes, em processo judicial ou administrativo, e aos acusados em geral são assegurados o contraditório e ampla defesa, com os meios e recursos a ela inerentes; Súmula Vinculante 14: É direito do defensor, no interesse do representado, ter acesso amplo aos elementos de prova que, já documentados em procedimento investigatório realizado por órgão com competência de polícia judiciária, digam respeito ao exercício do direito de defesa. LVI são inadmissíveis, no processo, as provas obtidas por meios ilícitos; São provas ilegais as ilícitas, as que infringem as normas do direito material e as ilegítimas que desrespeitam o direito processual. LVII ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória; Consiste no Princípio da Presunção de Inocência. Trânsito em julgado é a expressão jurídica que indica uma decisão judicial irreformável, não mais passível de recursos, consolidada. Desse princípio advém o princípio do in dúbio pro reo, segundo o qual, havendo dúvida na interceptação da lei ou na indicação do fato, será adotada aquela que for mais favorável ao réu. LVIII o civilmente identificado não será submetido a identificação criminal, salvo as hipóteses previstas em lei; As exceções, isto é, os casos em que poderá ser exigida a dupla identificação, civil e criminal, serão criadas por lei, que ainda não existe. Prof. Emilly Albuquerque 13
14 LIX será admitida ação privada nos crimes de ação pública, se esta não for intentada no prazo legal; Trata-se da Ação Penal Privada subsidiária da Pública. A ação penal pública é exclusiva do Ministério Público, porém, na falta de interposição por este, no prazo de 6 meses, e para que o crime não fique impune, o ofendido ou seu representante legal poderá ofertar a ação privada. LX a lei só poderá restringir a publicidade dos atos processuais quando a defesa da intimidade ou o interesse social o exigirem; Em regra, todo ato é público, proibindo-se as sessões secretas, salvo quando justificável, com o chamado segredo de justiça, sendo interesse apenas das partes e de seus advogados. LXI ninguém será preso senão em flagrante delito ou por ordem escrita e fundamentada de autoridade judiciária competente, salvo nos casos de transgressão militar ou crime propriamente militar, definidos em lei; Não sendo militar, não estando em flagrante ou não tendo a fundamenta-la uma ordem de autoridade judicial escrita e fundamentada, a prisão estará inconstitucional e ilegal. LXII a prisão de qualquer pessoa e o local onde se encontre serão comunicados imediatamente ao juiz competente e à família do preso ou à pessoa por ele indicada; São obrigatórias duas comunicações a partir da prisão: Uma, ao juiz competente, o qual vai justamente avaliar a legalidade da prisão, considerando o que consta no inciso anterior. Outra, ou à pessoa que o preso indicar, e que poderá ser o seu advogado, ou a alguém da família, se for possível identificá-la. LXIII o preso será informado de seus direitos, entre os quais o de permanecer calado, sendo-lhe assegurada a assistência da família e de advogado; Qualquer preso, em qualquer situação, pode reservar-se o direito de somente falar em juízo, negando-se a responder a todas as perguntas da autoridade policial. Não prevalece mais a antiga ideia de que quem cala consente. LXIV o preso tem direito à identificação dos responsáveis por sua prisão ou por seu interrogatório policial; O dispositivo tem finalidade nitidamente constitucional. Sabendo que o preso tem direito de identificá-lo, o policial que realizar a prisão ou o interrogatório do preso saberá usar apenas a força necessária para um e outro ato, não podendo Prof. Emilly Albuquerque 14
15 cometer excessos, pelos quais poderá vir a ser processado por abuso de autoridade. LXV a prisão ilegal será imediatamente relaxada pela autoridade judiciária; Prisão ilegal é aquela que não obedece aos parâmetros legais. Tal prisão, por mais que se tenha certeza de que o preso é o culpado, deverá ser relaxada (liberação do preso) por ordem de autoridade judiciária. LXVI ninguém será levado à prisão ou nela mantido quando a lei admitir a liberdade provisória, com ou sem fiança; Há crimes afiançáveis, pelos quais se possibilita ao preso pagar uma quantia arbitrada por autoridade policial ou judicial, e a partir desse pagamento, obter liberdade provisória. E há crimes levíssimos, cujos autores, mesmo presos em flagrante, deverão ser libertados provisoriamente sem precisar pagar fiança, chamados crimes cuja prisão o preso livra-se solto. LXVII não haverá prisão civil por dívida, salvo a do responsável pelo inadimplemento voluntário e inescusável de obrigação alimentícia e do depositário infiel; A natureza da prisão civil é coercitiva, ou seja, a pessoa é presa para ser forçada a fazer alguma coisa. A regra é a de não haver prisão civil por dívida, salvo as exceções acima. Depositário infiel é quem recebe um bem para guardar em depósito e na hora de devolver esse bem, não mais o tem, sem justificativa. Súmula Vinculante 25: É ilícita a prisão civil do depositário infiel, qualquer que seja a modalidade do depósito. LXXIV o Estado prestará assistência jurídica integral e gratuita aos que comprovarem insuficiência de recursos; A assistência jurídica integral e gratuita é prestada pela Defensoria Pública, prevista no art. 134, cuja finalidade é propor e tocar as ações judiciais de interesse de pessoas que tenham insuficiência de recursos. LXXVI são gratuitos para os reconhecidamente pobres, na forma da lei: a) o registro civil de nascimento; b) a certidão de óbito; Reconhecidamente pobre é aquele que não tem renda suficiente sequer para prover a própria subsistência. LXXVII são gratuitas as ações de habeas corpus e habeas data, e, na forma da lei, os atos necessários ao exercício da cidadania. Prof. Emilly Albuquerque 15
16 São, portanto, ações gratuitas, sem ônus de custas judiciais. Por atos necessários ao exercício da cidadania entenda-se a confecção de título de eleitor, carteira de trabalho e carteira de identidade e o ato de votar. LXXVIII a todos, no âmbito judicial e administrativo, são assegurados a razoável duração do processo e os meios que garantam a celeridade de sua tramitação. 1 As normas definidoras dos direitos e garantias fundamentais têm aplicação imediata. 2 Os direitos e garantias expressos nesta Constituição não excluem outros decorrentes do regime e dos princípios por ela adotados, ou dos tratados internacionais em que a República Federativa do Brasil seja parte. 3 Os tratados e Convenções internacionais sobre direitos humanos que forem aprovados, em cada Casa do Congresso Nacional, em dois turnos, por três quintos dos votos dos respectivos membros, serão equivalentes às emendas constitucionais. 4 O Brasil se submete à jurisdição de Tribunal Penal Internacional a cuja criação tenha manifestado adesão. Prof. Emilly Albuquerque 16
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