AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL: PRINCÍPIOS E ESTRUTURAÇÃO DO PROCESSO
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- Paulo Dinis Aragão
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1 AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL: PRINCÍPIOS E ESTRUTURAÇÃO DO PROCESSO Profa. Letícia Sampaio Suñé Salvador 11/01/2006
2 Avaliação Institucional É um processo de controle e acompanhamento das atividades desenvolvidas em instituições de ensino, dentro de uma abordagem construtiva e dialógica. Deve ter sempre por princípio a melhoria contínua dos processos acadêmicos visando alavancar a instituição no seu percurso de crescimento e/ou consolidação.
3 Avaliar não se trata de medir aspectos fragmentados, mas de avaliar articuladamente as diversas dimensões da Instituição. J.D. Sobrinho (2000) A avaliação implica em um debate estrutural, ético e político. H. Simons (1993) As principais dificuldades não são técnicas, senão políticas, de vontade, de sentido comum, de sensibilidade pedagógica, de flexibilidade e de criatividade. Branco (1993)
4 Avaliação Conceitos Indissociáveis Qualidade Juan Guaspari (1992): Qualidade você sabe quando você vê. Mezomo (1993): Qualidade é uma propriedade (ou conjunto de propriedades) de um produto (ou serviço)
5 Conceitos da Qualidade A qualidade como excelência A qualidade como otimização de recursos A qualidade como satisfação de estandares A qualidade como alcance das metas auto-impostas
6 Termos utilizados em avaliação: Garantia da Qualidade pode ser descrita como atenção sistemática, estruturada e contínua à qualidade, em termos de conservá-la e desenvolvêla. Avaliação da Qualidade significa toda atividade estruturada que leve ao julgamento da qualidade dos processos acadêmicos (ensino/aprendizagem, pesquisa e extensão) e de gestão da IES, seja através da auto avaliação, seja da avaliação por pares externos. Avaliação, controle e revisão Regulação e supervisão
7 Estrutura de um sistema de garantia da qualidade: Melhoramento Propósitos declarados Exigências legais Padrões de qualidade Auto-avaliação Avaliação externa Instituição Curso Exigências legais Propósitos declarados Padrões de qualidade nacionais (e internacionais) Auto-avaliação Avaliação externa
8 QUALIDADE CONSISTÊNCIA INTERNA Grau de ajuste entre as ações e resultados de uma IES com os propósitos internamente definidos
9 ARTICULAÇÃO ENTRE DOCUMENTOS E INSTRUMENTOS DE GESTÃO PROPÓSITOS INSTITUCIONAIS Missão Vocação Objetivos Princípios Diretrizes É contextualizado no PPI porque o planejamento institucional deve estabelecer ações para dar cumprimento às políticas expressas no PPI. Como construir o arcabouço institucional a partir das afirmações de intencionalidade? PPI Documento central que estabelece as políticas para o fazer acadêmico fiel à filosofia institucional PDI Instrumento de alavancagem institucional, norteado pelas políticas estabelecidas no PPI, utilizando como referências o diagnóstico situacional e a visão de futuro da IES.
10 AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL Qual é a situação atual? PDI Que caminhos seguir? Qual é a situação futura? A auto-avaliação como instrumento de auto-controle da realidade institucional e do seu planejamento
11 Fases básicas para a elaboração e a implementação do planejamento estratégico: Fase I Diagnóstico estratégico Fase II Missão da empresa Fase III Instrumentos prescritivos e quantitativos Fase IV Controle e avaliação
12 A AVALIAÇÃO COMO FERRAMENTA DE GESTÃO Em síntese, a Avaliação Institucional possibilita: Avaliar a factibilidade das projeções do planejamento institucional com base nas ações praticadas anteriormente Executar mudanças imediatas de estratégias e ajustes de metas à medida que a avaliação indica a necessidade Planejar e executar as mudanças e fazer o acompanhamento das mesmas para a sua melhoria visando atingir uma determinada situação futura desejada
13 O Processo de Avaliação Institucional consiste de: Auto-Avaliação É o momento onde a própria instituição volta-se para o levantamento da sua realidade, utilizando metodologias e instrumentos que possibilitem uma análise abrangente e profunda sobre a sua estrutura institucional Avaliação Externa É o momento de agregar o olhar externo ao processo interno. Pode ser praticada por especialista externo convidado e/ou pelo poder público por meio de suas ações de regulação do sistema de ensino
14 Em um contexto de auto-regulação, a auto-avaliação deve entender-se como: UM PROCESSO CÍCLICO, INTERNAMENTE PARTICIPATIVO, EXTERNAMENTE VALIDADO, DESTINADO A IDENTIFICAR E POR EM PRÁTICA AÇÕES ESPECÍFICAS QUE, RESPONDENDO A CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO ADEQUADOS, EXPLÍCITOS E ACEITOS, PERMITAM ALCANÇAR MANTER E MELHORAR NÍVEIS DE QUALIDADE, NECESSÁRIOS PARA O PLENO DESENVOLVIMENTO DO PROJETO INSTITUCIONAL
15 Avaliação Institucional Avaliação de Curso Avaliação de Ensino-Aprendizagem
16 A Avaliação Institucional está além da mera síntese das avaliações de cursos e de áreas temáticas. A Avaliação institucional incide sobre a missão, o programa estratégico e as políticas institucionais, numa perspectiva global da Instituição.
17 Meta- Avaliação Requisitos Metodologia do processo Uso efetivo dos resultados Processo de Avaliação Institucional Dimensões, categorias e indicadores Resultados Operacionalização do processo Planejamento e organização do processo
18 REQUISITOS Como elementos que asseguram a adequada realização do processo tem-se: Compromisso das autoridades. Liderança, consenso, motivação e participação. Claridade e transparência Qualidade e pertinência da informação
19 E, para tanto, devem ser atendidos os seguintes requisitos: (I) Existência de Comissão Interna responsável pela operacionalização da Avaliação Institucional, especialmente na sua dimensão interna. Esta operacionalização inclui: organização dos processos avaliativos, coleta e análise de dados, coordenação dos debates, acompanhamento de sua execução, busca de unidade entre os diversos setores, garantia de rigor, edição final dos documentos, auxílio na identificação dos problemas, das potencialidades e das ações que devem ser empreendidas, promoção de estratégias de sensibilização e de informação permanente, rigorosa e efetiva para o desenvolvimento institucional. (II) Compreensão, pela comunidade acadêmica, do sentido e do alcance do processo: compromisso com a melhoria da qualidade. (III) Sensibilização e motivação interna. (IV) Abertura para uma validação externa do processo. É desejável a participação de um especialista externo. (V) Apoio explícito e compromisso real dos dirigentes. (VI) Recursos mínimos: o processo de auto-avaliação institucional requer um certo nível de recursos humanos e financeiros que devem ser assegurados, antes do seu início.
20 METODOLOGIA DE UM PROCESSO DE AVALIAÇÃO Coleta de dados e geração de informações Informação descritiva de caráter quantitativo Informação descritiva de caráter qualitativo Informação de opinião Questionários Entrevistas Reuniões com grupos focais Processamento dos dados, sistematização e cruzamento das informações, visando a análise das dimensões de avaliação e a elaboração dos juízos avaliativos.
21 DOS DADOS AO CONHECIMENTO Processamento Análise Dados Informação Conhecimento sobre o objeto de avaliação Definição dos dados necessários Seleção da informação relevante
22 Formas de coletar informação de pessoas (opiniões): Questionários Conversação preestabelecida mediante perguntas que estão estruturadas de uma única maneira, tanto na sua seqüência quanto na sua abordagem, não havendo liberdade para variar o desenvolvimento da consulta. Entrevistas Voltada a pessoas, individualmente, em uma conversação dirigida, porém com algum grau de liberdade para ser adequada às características da pessoa entrevistada. Reuniões com grupos focais Conversação sobre um tema, protagonizada por representantes de vários segmentos da comunidade acadêmica, juntos ou separados por categoria, na presença de um moderador que só induz a conversação ou atua concluindo o debate quando considera que o tema está esgotado
23 QUESTIONÁRIOS REGRA GERAL: o questionário é um bom instrumento quando o universo é amplo e quando a quantidade de questionários respondidos que retornam é suficiente para fazer inferências e generalizações que estão logicamente bem fundamentadas e para fazer operações estatísticas que sejam válidas.
24 PROBLEMAS DOS QUESTIONÁRIOS (a) A tendência à neutralidade. Um problema típico das perguntas fechadas é a tendência em direção ao centro da escala, que se traduz nas opções. Os que respondem tendem a evitar opiniões que os distingam do valor médio. (b) A tendência à dissociar-se. É normal que o respondente sinta-se distante do questionário, de modo que a menor circunstância que corrobore esta predisposição (por exemplo uma pergunta com erros tipográficos ou mal formulada), fará com que o respondente se desmotive.
25 CONSTRUÇÃO DO INSTRUMENTO: DIMENSÕES, CATEGORIAS, GRUPOS DE INDICADORES, INDICADORES E CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DIMENSÕES são agrupamentos dos grandes traços ou características referentes aos aspectos institucionais sobre os quais se emite juízo de valor e que, em seu conjunto, expressam a totalidade da instituição. CATEGORIAS são cada uma das subdivisões ou aspectos em que se divide a dimensão e que, em seu conjunto, expressam a situação em que se encontra a instituição com respeito a cada dimensão.
26 DIMENSÕES, CATEGORIAS, GRUPOS DE INDICADORES, INDICADORES E CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO GRUPO DE INDICADORES é o conjunto de indicadores que caracterizam o estado da categoria. INDICADORES são evidências concretas (qualitativas ou quantitativas) relativas a cada um dos grupos de indicadores, que de uma forma simples ou complexa caracterizam a realidade dos múltiplos aspectos institucionais que retratam. CRITÉRIOS são os atributos ou a qualidade dos indicadores de uma categoria que permite avaliá-la.
27 GRUPO DE INDICADORES A carteira de indicadores deve ser feita através de uma escolha que considere o essencial e proceda a agrupamentos coerentes, susceptíveis de proporcionarem imagens reais do desempenho institucional.
28 PRESSUPOSTOS BÁSICOS NA UTILIZAÇÃO DOS INDICADORES: A análise de qualidade não se esgota em um único indicador. Normalmente, um indicador de qualidade está associado, simultaneamente, a vários aspectos institucionais.
29 ESSENCIAL: ter consciência das limitações de cada indicador quando considerados isoladamente EXEMPLO: um custo baixo por aluno tanto pode representar uma gestão eficiente como uma menor qualificação dos docentes do curso, ou uma combinação de ambos.
30 EXEMPLO DE CRUZAMENTO DE DADOS IINDICADOR CATEGORIA DIMENSÃO Métodos e Técnicas de Ensino Acompanhamento pedagógico dos discentes Programas de resgate dos conhecimentos dos ingressantes Coerência entre objetivos das discip. e métodos de avaliação Articulação entre as áreas acadêmicas e pedagógicas Índices de evasão e retenção Processo de Ensino Aprendizagem POLÍTICA PARA O ENSINO Perfil do corpo docente quanto à titulação e regime de trabalho Critérios de admissão, avaliação e promoção Programas de capacitação didático-pedagógica Docentes CORPO SOCIAL
31 ANÁLISE DE CUMPRIMENTO DOS INDICADORES EXIGE: INSPEÇÃO IN LOCO e FONTES DE INFORMAÇÃO: Informações coletadas: qualitativas, quantitativas, opinião Entrevistas com atores internos e externos Regimento da IES Normas internas Manuais de procedimentos Manuais de alunos e professores PDI PPI Projetos Pedagógicos dos Cursos Outros documentos institucionais
32 Dimensões sugeridas no Roteiro de Auto-Avaliação Institucional do SINAES I A missão e o Plano de Desenvolvimento Institucional II A política para o ensino, a pesquisa, a pós-graduação, a extensão e as respectivas formas de operacionalização, incluindo os procedimentos para estímulo à produção acadêmica, às bolsas de pesquisa, de monitoria e demais modalidades. III A responsabilidade social da instituição, considerada especialmente no que se refere à contribuição em relação à inclusão social, ao desenvolvimento econômico e social, à defesa do meio ambiente, da memória cultural, da produção artística e do patrimônio cultural. IV A comunicação com a sociedade. V As políticas de pessoal, as carreiras do corpo docente e do corpo técnico-administrativo, seu aperfeiçoamento, desenvolvimento profissional e suas condições de trabalho.
33 Dimensões sugeridas no Roteiro de Auto-Avaliação Institucional do SINAES VI Organização e gestão da instituição, especialmente, o funcionamento e representatividade dos colegiados, sua independência e autonomia na relação com a mantenedora e a participação dos segmentos da comunidade universitária no processo decisório. VII Infra-estrutura física, especialmente a de ensino e pesquisa, biblioteca, recurso de informática e comunicação. VIII Planejamento e avaliação, especialmente os processos, resultados e eficácia da auto-avaliação institucional. IX Política de atendimento aos estudantes. X Sustentabilidade financeira, tendo em vista o significado social da continuidade dos compromissos na ofertas da educação superior.
34 PLANEJAMENTO E ORGANIZAÇÃO DO PROCESSO: ETAPAS DA AVALIAÇÃO INTERNA 1 a etapa: PREPARAÇÃO Constituição da CPA Sensibilização para o projeto Elaboração do projeto de avaliação 2 a etapa: DESENVOLVIMENTO Sensibilização para a operacionalização Ações Levantamento de dados e informações Análise de informações relatórios parciais 3 a etapa: CONSOLIDAÇÃO Relatório final Ações acadêmico-administrativas Divulgação Balanço crítico
35 RELATÓRIO DE AUTO-AVALIAÇÃO Discussão ampla dos resultados obtidos; Geração de consensos; Trata-se de um diagnóstico compartilhado; A auto-avaliação DEVE conduzir a ações de melhoramento (Plano de Desenvolvimento)
36 ESTRUTURA DO RELATÓRIO DE AUTO-AVALIAÇÃO O RELATÓRIO SERÁ LIDO POR PARES EXTERNOS E, PORTANTO, A MELHOR ORIENTAÇÃO PARA A SUA CONFECÇÃO É POR-SE NO LUGAR DESTES LEITORES O RELATÓRIO DEVE SER PROATIVO NA MEDIDA EM QUE O PROCESSO DE AUTO-AVALIAÇÃO ESTÁ ORIENTADO PARA O MELHORAMENTO DOS PROCESSOS E PRODUTOS DA INSTITUIÇÃO O RELATÓRIO DEVE SER CAPAZ DE MANEJAR A INFORMAÇÃO NEGATIVA COM PRUDÊNCIA E ESPÍRITO CRÍTICO
37 ESTRUTURA DO RELATÓRIO DE AUTO-AVALIAÇÃO 1. Introdução ao Relatório Dados institucionais Relação nominal do membros da Comissão de Avaliação Descrição dos procedimentos de sensibilização Agenda da avaliação Descrição das atividades desenvolvidas no período de levantamento de dados e de inspeção in loco
38 ESTRUTURA DO RELATÓRIO DE AUTO-AVALIAÇÃO 2. Texto do Relatório Relato analítico das condições institucionais relativas às distintas dimensões de avaliação Identificação das FORÇAS e das FRAGILIDADES Indicação das AÇÕES DE MELHORIA Síntese da avaliação destacando os pontos mais relevantes
39 Melhoramento da Qualidade Ações simples Ações que exigem estratégias de implantação Implantação imediata Repercutem em visibilidade da eficiência do processo e credibilidade Nutrem o planejamento estratégico Introduzem ajustes no PDI Repercutem em eficiência da gestão, resultados positivos e credibilidade
40 USO EFETIVO DOS RESULTADOS Divulgação permanente com a comunidade do processo de implementação das ações com as quais houve compromisso institucional
41 META-AVALIAÇÃO Avaliação do processo no sentido de detectar as inconsistências do projeto de auto-avaliação e as dificuldades da metodologia do processo, para introduzir melhorias a cada nova edição.
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