Protocolo Kerberos. JML
|
|
|
- Suzana Braga Silva
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Protocolo Kerberos
2 Origem do termo: mitologia grega Cerberus (Kerberus para os gregos) é um cão com três cabeças que tem por missão proteger a entrada do inferno de Hades (deus do submundo e das riquezas dos mortos). Como o senhor implacável e invencível da morte, é Hades o deus mais odiado pelos mortais (Homero).
3 Associação 1: AAAs Autenticação Autorização Auditoria Por que a simbologia?
4 Por que a simbologia? Associação 2: três entidades básicas Cliente Servidor KDC (Centro de Distribuição de Chaves)
5 Premissas Internet é um local inseguro As mensagens podem ser interceptadas Tem sempre alguém querendo roubar informações Não existe nada 100% seguro
6 Protocolo Kerberos Autenticação confiável: cliente e servidor Criptografia de mensagens Baseado em chaves simétricas
7 Abrindo um parênteses: Chave Simétrica Modelo mais simples Emissor e o receptor fazem uso da mesma chave na codificação e decodificação da informação. Existem vários algoritmos que usam chaves simétricas, como o DES (Data Encryption Standard), o IDEA (International Data Encryption Algorithm) e o RC (Ron's Code ou Rivest Cipher)
8 Chave Simétrica
9 Um pouco mais de detalhe DES: IDEA: Criado em 1977 pela IBM Usa chaves de 56 bits "força bruta" para descobrir a chave: aplicar o algoritmo 2 56 vezes, cerca de vezes RC: Chaves de 128 bits (3,4 x chaves) Usado em: SSH, WEP, etc Várias versões: RC2, RC4, RC5 e RC6 Chaves vão de 8 a 2048 bits (parâmetro do algoritmo)
10 Criptografia Convencional - esquema
11 Atividade 1. Faça uma pesquisa sobre os algoritmos de criptografia mais utilizados e compare suas características principais. 2. Escreva um programa para gerar todas as combinações de chaves de 16, 32, 64 e 128 bits e deixe rodando na sua máquina, contando o tempo. Faça um gráfico comparando os tempos de execução.
12 Características do Kerberos Protocolo rápido Baseia-se no uso de tickets de permissão Lifetime e Timestamps É um padrão aberto (RFC 1510) Suporte para smartcards: kerberos pkinit Extensões para Windows e Linux Serviços kerberizados!
13 Arquitetura do Kerberos
14 Protocolo Kerberos Visão Geral: Todas as conexões entre clientes e servidor começam com uma autenticação Ações são desencadeadas Uma ponta da conexão tenta verificar se a outra é verdadeira Se ok, uma sessão segura é estabelecida entre cliente e servidor
15 Sequencia de Atividades 1. Requisição: obter ticket para falar com TGS 2. Resposta: ticket para falar com TGS 3. Requisição: obter ticket para falar com Servidor 4. Resposta: ticket para falar com Servidor 5. Requisição de serviço
16 Abreviações
17 Detalhando o protocolo O protocolo kerberos é organizado em 3 fases: 1.Usuário obtém credenciais que serão utilizadas para requisitar outros serviços 2.Usuário solicita autenticação no TGS para um Servidor X 3.Usuário apresenta suas credenciais ao Servidor X e faz a requisição das solicitações
18 Tipos de credenciais Tickets Autenticadores Utilizam criptografia por chave privada Chaves utilizadas são diferentes!
19 Tickets É a identidade do cliente ou processo É certificado pelo servidor de autenticação e pelo TGS Garante que a pessoa que está usando o ticket é a mesma para qual ele foi gerado É único e exclusivo para cada serviço na rede
20 Ticket Contém: Nome do cliente Nome do servidor Ip do cliente Timestamp Tempo de vida Chave de sessão randômica criptografada
21 Ticket Pode ser utilizado várias vezes, enquanto não expirar! Só pode ser utilizado pela mesma tupla {cliente_c,servidor_s} Formato do ticket:
22 Autenticadores Só podem ser utilizados uma única vez Devem ser gerados antes de cada solicitação do cliente O próprio cliente é responsável por criar seu autenticador Formato do autenticador:
23 Passo 1: Detalhando o Protocolo Kerberos Usuário informa seu username (via prompt) como em um sistema timesharing Servidor de Autenticação
24 Passo 2: Servidor de Autenticação
25 Passo 2: Servidor de Autenticação Chave de Sessão entre C e TGS
26 Passo 2: Servidor de Autenticação Ticket para C usar com o TGS
27 Passo 2: Servidor de Autenticação Ticket para C usar com o TGS O que tem no Ticket?
28 Passo 2: Servidor de Autenticação Ticket para C usar com o TGS O que tem no Ticket? - Nome do cliente - Nome do TGS - Timestamp - Lifetime - IP do cliente
29 Passo 2: Servidor de Autenticação Criptografia: Chave privada conhecida pelo TGS
30 Passo 2: Servidor de Autenticação O que é K c?
31 Passo 2: Servidor de Autenticação Criptografia: Chave privada conhecida pelo C
32 Passo 2: Servidor de Autenticação Criptografia: Chave privada conhecida pelo C Key gerada através do Password do Cliente
33 Usuário é questionado 1) Quando a resposta chega ao usuário seu password é solicitado 2) O password servirá de entrada para o DES que gerará uma chave 3) Esta chave será usada para decifrar a mensagem enviada pelo SA 4) O Ticket e a chave de sessão são armazenados e o restante da msg apagados da memória
34 O que foi feito até o momento? O processo cliente tem informações que podem ser utilizadas para provar a identidade do usuário por um certo tempo (lifetime)
35 Continuamos a descrição na próxima aula...
36 Referência J. G. Steiner, B. Clifford Neuman, and J.I. Schiller. Kerberos: An Authentication Service for Open Network Systems. In Proceedings of the Winter 1988 Usenix Conference. February, 1988.
Segurança da Informação Aula 6 Principais Algoritmos Simétricos. Criptografia Assimétrica.
Segurança da Informação Aula 6 Principais Algoritmos Simétricos. Criptografia Assimétrica. Prof. Dr. Eng. Fred Sauer [email protected] http://www.fredsauer.com.br Alguns cifradores simétricos: DES, 3DES
M3D4 - Certificados Digitais Aula 2 Certificado Digital e suas aplicações
M3D4 - Certificados Digitais Aula 2 Certificado Digital e suas aplicações Prof. Fernando Augusto Teixeira 1 Agenda da Disciplina Certificado Digital e suas aplicações Segurança Criptografia Simétrica Criptografia
Sistema de autenticação Uma visão geral do funcionamento do protocolo Kerberos
Sistema de autenticação Uma visão geral do funcionamento do protocolo Kerberos Autor: Luciano Renovato de Albuquerque 1-Introdução Muitas corporações, hoje em dia, permitem a seus funcionários, clientes
Segurança em Redes de Computadores
Segurança em Redes de Computadores Capítulo 4 Aplicações de Autenticação Slides por H. Johnson & S. Malladi; Modificados por S. J. Fritz, 2006 Modificados e traduzidos por P.S. Nicolletti, 2007; Modificados
Capítulo 8. Segurança de redes
Capítulo 8 Segurança de redes slide 1 Segurança de redes Algumas pessoas que causam problemas de segurança e motivação. slide 2 slide 3 Criptografia Introdução Cifras de substituição Cifras de transposição
Criptografia Simétrica e Assimétrica, Hash, e Assinatura Digital
Criptografia Simétrica e Assimétrica, Hash, e Assinatura Digital Segurança da Informação Charles Tim Batista Garrocho Instituto Federal de São Paulo IFSP Campus Campos do Jordão garrocho.ifspcjo.edu.br/sega6
AULA 5: Criptografia e Esteganografia
AULA 5: Criptografia e Esteganografia Criptografia A forma mais utilizada para prover a segurança em pontos vulneráveis de uma rede de computadores é a utilização da criptografia. A criptografia é utilizada
Virtual Private Network (VPN)
Virtual Private Network (VPN) Daniel Gurgel CCNP CCDP CCIP RHCE [email protected] Introdução a VPN Networks Provem conexão segura na Internet com usuários e escritórios remotos. Depois de conectados,
Técnicas de criptografia. Funções Hash Criptografia com chave secreta Criptografia com chave pública Assinatura digital Protocolos
Funções Hash Criptografia com chave secreta Criptografia com chave pública Assinatura digital Protocolos 1 Criptografia Estudo de ferramentas e técnicas matemáticas relacionadas com aspectos relativos
Segurança conceitos básicos. Sistemas Distribuídos
Segurança conceitos básicos Sistemas Distribuídos 2015 Ameaças interceptação interrupção modificação fabricação ataques a canais de comunicação escuta obtenção de informação na rede senhas, etc masquerading
Criptografia em redes de computadores. Gabriel Stefen e Thiago Stefen
Criptografia em redes de computadores Gabriel Stefen e Thiago Stefen O que é criptografia? Criptografia é técnica pela qual a informação pode ser transformada da sua forma original para outra ilegível,
AULA EXPOSITIVA SOBRE: CONCEITOS E IMPLEMENTAÇÃO DE FIREWALL, VPN E SSH (REDES PRIVADAS E SERVIÇOS DE ACESSO REMOTO)
AULA EXPOSITIVA SOBRE: CONCEITOS E IMPLEMENTAÇÃO DE FIREWALL, VPN E SSH (REDES PRIVADAS E SERVIÇOS DE ACESSO REMOTO) Wanderléa Teixeira Gnoato Lodi [email protected] 10 de Outubro de 2011 Roteiro de
SEGURANÇA CRIPTOGRAFIA E SEGURANÇA DE DADOS. As funções de cifra são consideradas totalmente seguras se:
20/02/2016 PROF. FABIANO TAGUCHI http://fabianotaguchi.wordpress.com CRIPTOGRAFIA E SEGURANÇA DE DADOS SEGURANÇA As funções de cifra são consideradas totalmente seguras se: Independente do tempo e do poder
WEP, WPA e EAP. Rodrigo R. Paim
WEP, WPA e EAP Rodrigo R. Paim Agenda Redes sem Fio e Segurança Wired Equivalent Privacy Wi-Fi Protected Access Extensible Authentication Protocol Conclusão Redes sem Fio e Segurança Wired Equivalent Privacy
Configurando e Testando a sua Rede
Configurando e Testando a sua Rede Fundamentos de Rede Capítulo 11 1 Objetivos Definir o papel do Internetwork Operating System (IOS). Definir o propósito de um arquivo de configuração. Identificar várias
Procedimentos para configuração do DWL-G700AP em modo Access Point
1 Procedimentos para configuração do DWL-G700AP em modo Access Point No modo Access Point o DWL-G700AP se conecta a várias máquinas, sejam elas notebooks ou desktops com adaptador wireless. Nesse Manual
RADIUS. Porque utilizar o RADIUS
RADIUS O RADIUS, Remote Authentication Dial In User Service, é um protocolo amplamente utilizado para gerenciar o acesso dos mais diversos serviços de rede. Este protocolo define um padrão para troca de
Segurança de Sistemas de Informação
Segurança de Sistemas de Informação Mestrado em Ciência da Informação E-mail: 1 Chaves criptográficas Chave criptográfica: é um pedaço de informação cujo conhecimento é necessário à utilização de técnicas
INSTALAÇÃO E CONFIGURAÇÃO DE UM SERVIDOR RADIUS BASEADO NO MICROSOFT WINDOWS SERVER
INSTALAÇÃO E CONFIGURAÇÃO DE UM SERVIDOR RADIUS BASEADO NO MICROSOFT WINDOWS SERVER Leonardo Silva¹, Ricardo Rall² ¹ Graduando em Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas da FATEC de Botucatu,
Segurança e Auditoria de Sistemas. Confiança Mútua Assinatura Digital Certificado Digital
Segurança e Auditoria de Sistemas Confiança Mútua Assinatura Digital Certificado Digital Motivação O que acontece quando uma informação vem de uma origem não confiável? Qual a importância da autenticidade
Desenvolvimento de Aplicações Distribuídas
Segurança Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais Instituto de Ciências Exatas e Informática DAD (2019/01) Tópicos Apresentação da disciplina Introdução Desafios e características Arquitetura
Transferência de Arquivo: Protocolo FTP
Para iniciar uma sessão FTP (File Transfer Protocol) típica e acessar uma conta, o usuário deve fornecer uma identificação e uma senha; Após a identificação o usuário pode realizar operações de transferência
Instituto Superior de Tecnologia em Ciências da Computação de Petrópolis VPN Virtual Private Network
Instituto Superior de Tecnologia em Ciências da Computação de Petrópolis VPN Virtual Private Network Por: Bruno Fagundes Segurança Confidencialidade; Integridade; Autenticidade; Disponibilidade; Criptografia
Segurança em Redes Aula 7 Luiz Fernando Rust INMETRO Tel. (021)
Segurança a em Redes Aula 7 Luiz Fernando Rust e-mail: INMETRO Tel. (021) 2679-9072 [email protected] [email protected] 111 Assinatura Digital, Certificação e PKI Assinatura Digital Certificado Digital
Estruturas de Comunicação de Dados Aula 3 Camadas de Aplicação e Transporte
Estruturas de Comunicação de Dados Aula 3 Camadas de Aplicação e Transporte Escola Maria Eduarda Ramos de Barros Curso técnico em redes de computadores Carpina - PE Roteiro Aplicações de Rede Transporte
Segurança Informática em Redes e Sistemas
Instituto Superior Politécnico de Ciências e Tecnologia Segurança Informática em Redes e Sistemas Prof Pedro Vunge http://pedrovunge.com I Semestre de 2019 SUMÁRIO : Criptografia de Chave Pública ou Assimétrica;
Exercícios de Revisão Redes de Computadores Edgard Jamhour. SSL, VPN PPTP e IPsec
Exercícios de Revisão Redes de Computadores Edgard Jamhour SSL, VPN PPTP e IPsec Auxilio para as questões 1 e 2 Criptografia Assimétrica: (ou de chave Pública) - Usa chaves diferentes para criptografar
Segurança e Auditoria de Sistemas. Autenticação
Segurança e Auditoria de Sistemas Autenticação Autenticação Técnicas de Autenticação: Usuários e grupos; Técnicas de autenticação; Senhas; Senhas descartáveis; Desafio/resposta; Certificados de autenticação.
Configurar o SNMPv3 no WAP125 e no WAP581
Configurar o SNMPv3 no WAP125 e no WAP581 Objetivo A versão 3 do protocolo administración de red simple (SNMPv3) é um modelo de segurança em que uma estratégia da autenticação se estabelece para um usuário
Códigos de Autenticação de Mensagens. Instituto de Computação - UNICAMP
Códigos de Autenticação de Mensagens Instituto de Computação - UNICAMP Agenda Agenda Códigos de Autenticação de Mensagens Agenda Códigos de Autenticação de Mensagens Construção (CBC-MAC, CMAC) Funções
Procedimentos para configuração em modo WDS with AP
Procedimentos para configuração em modo WDS with AP 1- No modo WDS with AP, o DAP-1353 se conecta a várias redes, embora ainda funcionando como um Access Point wireless. WDS (Wireless Distribution System)
Redes de Computadores
Redes de Computadores Aula 13 Segurança de Redes Sem Fio Prof. Ricardo M. Marcacini [email protected] Curso: Sistemas de Informação 1º Semestre / 2015 http://moodle.lives.net.br/ Elementos de uma
Procedimentos para configuração em modo WDS with AP
Procedimentos para configuração em modo WDS with AP 1- No modo WDS with AP, o DAP-1353 se conecta a várias redes, embora ainda funcionando como um Access Point wireless. WDS (Wireless Distribution System)
Segurança em Sistemas Operacionais
Segurança em Sistemas Operacionais A Internet é um divisor águas no tema segurança da informação: Mainframes: segurança por meio do acesso físico; Minicomputadores: segurança por meio subscrição (login
NOÇÕES DE INFORMÁTICA. Segurança da Informação Certificação Digital Parte 1
NOÇÕES DE INFORMÁTICA Segurança da Informação Certificação Digital Parte 1 Pilares da Segurança da Informação A segurança de informações é aqui caracterizada como a preservação de: confidencialidade, integridade
Tópicos de Ambiente Web Segurança
Tópicos de Ambiente Web Segurança Professora: Sheila Cáceres Componentes dos sistemas de segurança de dados Política de segurança de dados Serviços básicos para segurança computacional (security) Controle
PTC Aula Autenticação do ponto final 5.5 Exemplo de aplicação: tornando o seguro. (Kurose, p ) (Peterson, p.
PTC 2550 - Aula 22 5.4 Autenticação do ponto final 5.5 Exemplo de aplicação: tornando o e-mail seguro (Kurose, p. 587-626) (Peterson, p. 444-454) 23/06/2017 Muitos slides adaptados com autorização de J.F
Redes de Computadores Aula 23
Redes de Computadores Aula 23 Aula passada Segurança em redes Criptografia Confidencialidade Autenticação Aula de hoje Assinatura digital Message digest Integridade Firewalls O que é Segurança em Redes?
e-financeira Manual para Compactação e Criptografia de dados
e-financeira Manual para Compactação e Criptografia de dados Versão 1 08 de maio de 2017 Anexo Único do ADE COFIS Nº 33/2017 1 Sumário 1. Compactação de dados... 3 1.1 Orientações Iniciais... 3 1.2 Premissas...
Redes de Computadores
Redes de Computadores Camada de Transporte Parte I Prof. Thiago Dutra Agenda n Parte I n Introdução n Protocolos de Transporte Internet n Multiplexação e n UDP n Parte II n TCP
TYTEC - Tecnologias de Integração, Comunicações e Segurança, SA Contribuinte Rua Vasco Santana, lote 24, Loja A Dto.
Solução: Radius & AAA Texto descritivo Introdução O RADIUS, Remote Authentication Dial In User Service, é um protocolo amplamente utilizado para gestão do acesso dos mais diversos serviços de rede. Este
Exercícios de Revisão Redes de Computadores Edgard Jamhour. Criptografia, VPN, IPsec Protocolos de Roteamento
Exercícios de Revisão Redes de Computadores Edgard Jamhour Criptografia, VPN, IPsec Protocolos de Roteamento Exercício 1: Relacione FUNÇÃO ( ) Utiliza chaves diferentes para criptografa e descriptografar
Procedimentos para configuração do DWL-2100AP em modo Repeater
Procedimentos para configuração do DWL-2100AP em modo Repeater No modo Repeater o DWL-2100AP vai repetir o sinal do DI-624 pela rede Wireless. Neste manual vamos apresentar a seguinte topologia: A posição
Procedimentos para configuração do DWL-G700AP em modo Repeater
Procedimentos para configuração do DWL-G700AP em modo Repeater No modo * Repeater o DWL-G700AP vai repetir o sinal Wireless do DI-524. * O DWL-G700AP somente apresenta a função Repeater a partir da versão
Agenda. Criptografia e Segurança Certificado Digital Assinatura Digital
Agenda Criptografia e Segurança Certificado Digital Assinatura Digital CRIPTOGRAFIA E SEGURANÇA Criptografia e Segurança Necessidade de proteção da privacidade Problema de login-senha Autenticação multifatores
Protocolos de autenticação
Protocolos de autenticação André Zúquete Segurança Informática e nas Organizações 1 Autenticação Definição Prova de que uma entidade é quem afirma ser Olá, sou o Zé Prova-o! Aqui estão as minhas credenciais
O mundo virtual pode permitir essa segurança assim como o mundo real. As garantias virtuais se chamam as Assinaturas Digitais.
O mundo virtual pode permitir essa segurança assim como o mundo real. As garantias virtuais se chamam as Assinaturas Digitais. As assinaturas são chaves ou certificados criados apenas uma vez para cada
Resumo Segurança em Redes de Computadores
Resumo Segurança em Redes de Computadores Capítulo 2 Criptografia simétrica - princípios Criptografia simétrica algoritmos Cifragem em stream e RC4 Modos de operação de cifragem em blocos Localização de
Segurança em Redes de Computadores
Segurança em Redes de Computadores Capítulo 2 Criptografia Simétrica e Confidencialidade de Mensagem Slides por H. Johnson & S. Malladi; Modificados por S. J. Fritz, 2006; Modificados e traduzidos por
Hypertext Transfer Protocol
Hypertext Transfer Protocol HTTP Celso Rabelo M Pinto Novembro, 2016 1 / 12 Agenda Introdução Windows XAMPP 2 / 12 Introdução 1. O http é o protocolo utilizado para a comunicação através da Internet; 2.
Segurança e Auditoria de Sistemas. Professor Emiliano S. Monteiro
Segurança e Auditoria de Sistemas Professor Emiliano S. Monteiro Conceitos Criptografia: processo de criação e uso de códigos para assegurar a transmissão de informações Criptografia: converter a mensagem
PTC Aula 20. (Kurose, p ) (Peterson, p ) 14/06/ Princípios de criptografia
PTC 2550 - Aula 20 5.2 Princípios de criptografia (Kurose, p. 587-626) (Peterson, p. 444-454) 14/06/2017 Muitos slides adaptados com autorização de J.F Kurose and K.W. Ross, All Rights Reserved Capítulo
AULA 08 CRIPTOGRAFIA E SEGURANÇA DE DADOS CRIPTOGRAFIA ASSIMÉTRICA CHAVES E ALGORITMOS 03/03/2016 PROF. FABIANO TAGUCHI
03/03/2016 PROF. FABIANO TAGUCHI http://fabianotaguchi.wordpress.com CRIPTOGRAFIA E SEGURANÇA DE DADOS AULA 08 CRIPTOGRAFIA ASSIMÉTRICA CHAVES E ALGORITMOS 1 CONCEITOS DA TECNOLOGIA CRIPTOGRAFIA ASSIMÉTRICA
Redes TCP/IP. Prof. M.Sc. Alexandre Fraga de Araújo. INSTITUTO FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO Campus Cachoeiro de Itapemirim
Redes TCP/IP [email protected] Camada de Transporte 2 Camada de Transporte Função: Fornecer comunicação lógica entre processos de aplicação em diferentes hospedeiros. Os protocolos de transporte são
Rede de computadores Cliente- servidor. Professor Carlos Muniz
Rede de computadores Professor Carlos Muniz Definição Cliente-servidor é um modelo computacional que separa clientes e servidores, sendo interligados entre si geralmente utilizando-se uma rede de computadores.
Complexidade de Algoritmos
Complexidade de Algoritmos Prof. Diego Buchinger [email protected] [email protected] Prof. Cristiano Damiani Vasconcellos [email protected] Um pouco de Teoria dos Números
IPSEC. IP Security Protocol. *Utilize este material para fins educativos e não comerciais*
IPSEC IP Security Protocol *Utilize este material para fins educativos e não comerciais* Introdução O IPSec, ou IP Security Protocol, tem o objetivo de fornecer mecanismos de proteção ao pacote IP e às
DOCUMENTAÇÃO DTIC. Redes Wi-Fi
DOCUMENTAÇÃO DTIC Redes Wi-Fi Configuração de equipamentos para acesso às redes Wi-Fi da UNIPAMPA 07/2018 0 Configuração no Windows 2 1.1 Equipamentos institucionais 2 1.2 Equipamentos pessoais 2 Configuração
Autenticação por par de. chaves assimétricas. Bruno Follmann
Autenticação por par de 1 chaves assimétricas Bruno Follmann 2 Criptografia assimétrica Criada em 1976 por Diffie e Hellman; Também chamada de criptografia de chave pública; Sistema para cifrar e decifrar
AULA 10 CRIPTOGRAFIA E SEGURANÇA DE DADOS CERTIFICADOS DIGITAIS ESTRUTURA DE UMA ICP 26/03/2016 PROF. FABIANO TAGUCHI
26/03/2016 PROF. FABIANO TAGUCHI http://fabianotaguchi.wordpress.com CRIPTOGRAFIA E SEGURANÇA DE DADOS AULA 10 CERTIFICADOS DIGITAIS ESTRUTURA DE UMA ICP 1 CONCEITUAÇÃO 2 PRIMEIRA SITUAÇÃO Alice tem a
Sistemas Distribuídos. Capítulo 6 - Aula 10
Sistemas Distribuídos Aula Passada Capítulo 6 - Aula 10 Nomeação estruturada Implementação de um espaço de nomes Implementação de resolução de nomes Nomeação baseada em atributo Introdução ao problema
Segurança Sistemas Distribuídos. junho de 2017
Segurança Sistemas Distribuídos junho de 2017 Segurança confidencialidade autenticidade integridade não repudiação } comunicação processos se comunicam por rede pública comunicação ameaças interceptação
