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- Nicholas Palmeira de Sequeira
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7 AVANÇOS EM TECNOLOGIA: - Investimentos crescentes em P&D - Aumento da capacidade não-letal e maior precisão das armas - Custos crescentes dos equipamentos - Automação e robotização - Atuação em rede x privacidade - Relações de trabalho OTAN / UE: - Gastos substanciais em defesa (2% PIB) ORÇAMENTO EM DEFESA: - EUA, China e Índia
8 AMÉRICA LATINA E CARIBE: - Alguns países, muito provavelmente, terão complexos industriais militares maduros e FA capazes de atuar globalmente - Protagonismo do Brasil e do México - Bi-lateralismo x blocos - Estabilidade na área
9 Rank País Gastos com Defesa (US$ Mi) % Gastos Mundiais % PIB 1 Estados Unidos 609,9 34,92 3,5% 2 China 216,4 12,39 2,1% 3 Russia 84,5 4,84 4,5% 4 Arabia Saudita 80,8 4,62 10,4% 5 Franç a 62,3 3,57 2,2% 6 Reino Unido 60,5 3,46 2,2% 7 India 50,0 2,86 2,4% 8 Alemanha 46,5 2,66 1,2% 9 Japão 45,8 2,62 1,0% 10 Coreia do Sul 36,7 2,10 2,6% 11 Brasil 31,7 1,82 1,4% 12 Itália 30,9 1,77 1,5% 13 Australia 25,4 1,45 1,8% 14 Emirados Arabes 22,8 1,30 5,1% 15 Turquia 22,6 1,30 2,2% 16 Canada 17,5 1,00 1,0% 17 Israel 15,9 0,91 5,2% 18 Colombia 13,1 0,75 3,4% 19 Espanha 12,7 0,73 0,9% 20 Argélia 11,9 0,68 5,4% Total Gastos 20 maiores 1.497,6 85,75 Total Gastos Mundial 1.746,5 100,00 FONTE: SIPRI
10 Ordem País Bilhões (US$) 1 EUA 1,335 2 China 1,270 3 Índia Rússia Reino Unido Brasil 97 7 França 87 8 Japão 67 9 Alemanha 63 Projected military expenditure of the world's major powers in 2045 (PPP USD Bn.) Fonte: Ministério da Defesa do Reino Unido - Global Strategic Trends out of 2045, página 94:
11 Fonte: Ministério da Defesa do Reino Unido - Global Strategic Trends out of 2045, página 94: ystem/uploads/attachment_data/file/ / _DCDC_GST_5_Web_Secured.pdf
12 Rank 2014 Rank 2013 País Em US$ Milhões Em US$ Milhões a 2014 % partic. nas exportações mundiais Estados Unidos , Russia , França , Reino Unido , Alemanha , Espanha , China , Israel , Itália , Ucrania , Holanda , Suécia , Suiça , Turquia , Canadá , Coréia do Sul , Noruega , Jordania , Australia , Finlandia , Africa do Sul , India , Brasil , Iran ,13 Total de exportações no mundo ,00 FONTE: SIPRI
13 Fonte: SIPRI Stockholm International Peace Research Institute: ( ATIVISMO DE ATAQUE E DEFESA Características Principais: - Gastos > 2,0% PIB - Conflitos Recentes Ex: EUA, China, Turquia, RU, França, Rússia, Índia, Iraque, Coréia do Norte, Coréia do Sul, Líbia, Paquistão, Grécia, Síria, Chile e Colômbia DEFESA ENGAJADA Ex: Austrália, Polônia, Timor Leste, Características Principais: Chipre, Bulgária, Uruguai e Portugal - Gastos entre 1,5% e 2,0% PIB - Conflitos Recentes (externos ou internos) / Missões de Paz ATIVISMO DE DEFESA: Ex: Alemanha, BRASIL, Canadá, Itália, Características Principais: Espanha, Argentina, Japão, Jamaica, - Gastos entre 0,8% e 1,5% PIB Finlândia, Bolívia, Suécia, Holanda, - Atuam em conflitos quando solicitados Venezuela, Noruega e África do Sul - Países do Mercosul e da OTAN. - Restrições Constitucionais para atuar fora do país ou falta de consenso interno ATIVISMO DIPLOMÁTICO : Características Principais: - Gastos com defesa são < 0,8% do PIB - Opção pelos fóruns internacionais Ex: Áustria, Costa Rica, Suíça, Irlanda, Mônaco, Islândia, Luxemburgo e México - Forças Armas existem para não serem usadas externamente ou mesmo inexistentes - Dependem de Acordos Militares Regionais ou Internacionais ou de outros arranjos
14 COMPOSIÇÃO DO ORÇAMENTO DE DEFESA PIB (1) (1) 100% 100% 100% 100% 100% 100% 100% 100% 100% 100% Total Ministério Defesa (2) Investimentos Defesa (3) Comando do Exército (4) Investimentos Exército (5) (2):(1) 1,50% 1,47% 1,46% 1,44% 1,53% 1,53% 1,41% 1,41% 1,37% 1,37% (3):(2) 5,80% 4,90% 6,70% 7,60% 9,40% 13,90% 10,60% 15,10% 12,60% 10,74% (4):(2) 42,70% 44,70% 43,60% 44,50% 43,40% 42,00% 43,50% 43,40% 42,10% 42,00% (5):(2) 0,29% 0,34% 0,57% 0,83% 1,11% 1,34% 1,81% 4,09% 2,23% 4,20%
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17 Proporcionar maior respaldo à Política Exterior Dominar tecnologias sensíveis Incrementar a independência tecnológica Possibilitar a proteção do core da geração de riquezas do País Proteger os serviços essenciais à população e ao desenvolvimento nacional Fortalecer a Base Industrial de Defesa (BID) Capacitar a indústria e mão de obra brasileiras Fortalecer o modelo sustentável - uso DUAL da tecnologia Impulsionar o envolvimento dos institutos tecnológicos e entidades acadêmicas Incrementar a interoperabilidade dos órgãos governamentais Reestruturar a Indústria Nacional de Defesa
18 Fonte: ABIMDE
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25 CONSÓRCIO TEPRO
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REFORMA DA PREVIDÊNCIA: POR QUE FAZER? EFEITOS DA DEMOGRAFIA EXIGEM AJUSTE DE REGRAS
REFORMA DA PREVIDÊNCIA: POR QUE FAZER? EFEITOS DA DEMOGRAFIA EXIGEM AJUSTE DE REGRAS 29 de março 217 198 9+ 8 8 7 7 6 6 4 4 3 3 2 2 2.. 1.. 1.... 1.. 1.. 2.. + 6 anos Fonte: IBGE (Projeção da População,
DIRETORIA DE ESTUDOS SOCIOECONÔMICOS, INFORMAÇÕES E DESENVOLVIMENTO URBANO E RURAL DEPARTAMENTO DE SISTEMA DE INFORMAÇÕES
PRINCIPAIS PAÍSES DE DESTINO DA EXPORTAÇÃO DO MUNICÍPIO DE PIRACICABA - 2005 2005 Estados Unidos 421.693.481 25,29 México 124.421.946 7,46 Argentina 73.091.226 4,38 Federação da Rússia 59.379.834 3,56
EXPORTAÇÃO BRASILEIRA DO CAPÍTULO 71 DA NCM. Por Principais Países de Destino. Janeiro - Dezembro. Bijuterias
Bijuterias Principais Países 2010 2011 2012 2013 2014 US$ mil 2014/ 2013 Estados Unidos 5.667 3.828 2.668 3.491 5.006 43 Colômbia 407 800 748 1.112 993-11 França 1.085 931 910 998 969-3 Argentina 2.112
TABELA - Destinos das exportações brasileiras de Laranja em NCM 8 dígitos: Sucos de laranjas, congelados, não fermentados
País Via de Volume Valor Preço Médio Transporte Bélgica Marítima 141.569.475 235.767.952 1.665,39 Estados Unidos Marítima 93.624.168 162.298.316 1.733,51 Países Baixos (Holanda) Marítima 78.144.511 139.108.254
PIB PAÍSES DESENVOLVIDOS (4 trimestres, %)
PIB PIB PAÍSES DESENVOLVIDOS (4 trimestres, %) dez/92 jun/93 dez/93 jun/94 dez/94 jun/95 dez/95 jun/96 dez/96 jun/97 dez/97 jun/98 dez/98 jun/99 dez/99 jun/00 dez/00 jun/01 dez/01 jun/02 dez/02 jun/03
BRASILEIRAS DE ARTEFATOS DE
DADOS DAS IMPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE ARTEFATOS DE COURO MALAS Mercadoria: 42021100 - MALAS,MALETAS E PASTAS,DE COURO NATURAL/RECONST/ENVERN. 2005 2006 2007 País Kg US$ US$/Kg Part. Kg US$ US$/Kg Part.
EVOLUÇÃO RECENTE DAS EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS PRINCIPAIS BLOCOS ECONÔMICOS E PAÍSES DE DESTINO Julho / 2004
EVOLUÇÃO RECENTE DAS EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS PRINCIPAIS BLOCOS ECONÔMICOS E PAÍSES DE DESTINO 2002-2004 Julho / 2004 EVOLUÇÃO RECENTE DAS EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS COMENTÁRIOS A - EVOLUÇÃO DAS EXPORTAÇÕES
META DA TAXA SELIC 14,5% 14,25% 13,75% 13,75% 13,5% 13,00% 13,25% 12,75% 12,25% 11,75% 12,75% 12,25% 12,75% 12,50% 12,5% 12,00%
abr-08 ago-08 dez-08 abr-09 ago-09 dez-09 abr-10 ago-10 dez-10 abr-11 ago-11 dez-11 abr-12 ago-12 dez-12 abr-13 ago-13 dez-13 abr-14 ago-14 dez-14 abr-15 ago-15 dez-15 abr-16 ago-16 dez-16 META DA TAXA
JUROS E RISCO BRASIL
JUROS E RISCO BRASIL META DA TAXA SELIC FONTE: BANCO CENTRAL 13.75% 12.75% 11.25% 10.25% 8.75% 9.50% 10.25% 10.75% 11.25% 12.50% 11.00% 10.50% 9.75% 9.00% 8.50% 8.00% 7.25% 8.50% 9.00% 10.00% 10.50% 11.00%
JUROS E RISCO BRASIL
JUROS E RISCO BRASIL META DA TAXA SELIC FONTE: BANCO CENTRAL 11.75% 13.00% 13.75% 12.75% 11.25% 10.25% 8.75% 9.50% 10.25% 10.75% 11.25% 12.50% 11.00% 10.50% 9.75% 9.00% 8.50% 8.00% 7.25% 8.00% 8.50% 9.00%
EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES
EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES JULHO 2017 SUMÁRIO Pág. 1 - ANÁLISE 3 2 - CAPÍTULO 41 COMPLETO 4 3 - DESTINOS 5 4 - COURO BOVINO POR TIPO 6 5 - DISTRIBUIÇÃO POR ESTADO 7 1 ANÁLISE DAS EXPORTAÇÕES
Carta IEDI nº 809 Indústria Mundial: O Brasil na contramão dos emergentes
Carta IEDI nº 809 Indústria Mundial: O Brasil na contramão dos emergentes ANEXO ESTATÍSTICO Crescimento anual do VTI e VTI per capita, 2005-2015, (em %, em U$ constante 2010). VTI total VTI per capita
META DA TAXA SELIC 14,5% 13,75% 14,25% 13,75% 13,5% 13,25% 12,75% 13,00% 12,75% 12,50% 12,00% 12,25% 11,75% 12,5% 11,25% 11,00% 10,50% 11,25% 11,25%
mar-08 jul-08 nov-08 mar-09 jul-09 nov-09 mar-10 jul-10 nov-10 mar-11 jul-11 nov-11 mar-12 jul-12 nov-12 mar-13 jul-13 nov-13 mar-14 jul-14 nov-14 mar-15 jul-15 nov-15 META DA TAXA SELIC Cenário básico
Dados Estatísticos sobre as Comunidades Portuguesas
Dados Estatísticos sobre as Comunidades Portuguesas População portuguesa e de origem portuguesa residente no estrangeiro (estimativa do Ministério dos Negócios Estrangeiros, Direcção Geral dos Assuntos
META DA TAXA SELIC 14,5% 14,25% 13,75% 13,75% 13,5% 13,00% 13,25% 12,75% 12,25% 11,75% 12,75% 12,25% 12,75% 12,50% 12,5% 12,00%
abr-08 ago-08 dez-08 abr-09 ago-09 dez-09 abr-10 ago-10 dez-10 abr-11 ago-11 dez-11 abr-12 ago-12 dez-12 abr-13 ago-13 dez-13 abr-14 ago-14 dez-14 abr-15 ago-15 dez-15 abr-16 ago-16 dez-16 META DA TAXA
META DA TAXA SELIC 14,5% 13,75% 14,25% 13,75% 13,5% 13,25% 12,75% 13,00% 12,75% 12,50% 12,00% 12,25% 11,75% 12,5% 11,25% 11,00% 10,50% 11,25% 11,5%
abr-08 ago-08 dez-08 abr-09 ago-09 dez-09 abr-10 ago-10 dez-10 abr-11 ago-11 dez-11 abr-12 ago-12 dez-12 abr-13 ago-13 dez-13 abr-14 ago-14 dez-14 abr-15 ago-15 dez-15 META DA TAXA SELIC Cenário básico
EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES
EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES 2015 SUMÁRIO PÁG. 1 - ANÁLISE DAS EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES 3 2 - EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES - CAPÍTULO 41 COMPLETO 4 3 - DESTINO
EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES
EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES 2016 SUMÁRIO Pág. 1 - ANÁLISE 3 2 - CAPÍTULO 41 COMPLETO 4 3 - DESTINOS 5 4 - COURO BOVINO POR TIPO 6 5 - DISTRIBUIÇÃO POR ESTADO 7 1 ANÁLISE DAS EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS
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EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES JUNHO / 215 SUMÁRIO PÁG. 1 - ANÁLISE DAS EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES 3 2 - EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES - CAPÍTULO 41 COMPLETO 4 3 -
COMPORTAMENTO DO RISCO BRASILEIRO
COMPORTAMENTO DO RISCO BRASILEIRO 11/09/12 11/10/12 11/11/12 11/12/12 11/01/13 11/02/13 11/03/13 11/04/13 11/05/13 11/06/13 11/07/13 11/08/13 11/09/13 11/10/13 11/11/13 11/12/13 11/01/14 11/02/14 11/03/14
EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES
ABRIL / 2016 SUMÁRIO PÁG. 1 - ANÁLISE 3 2 - CAPÍTULO 41 COMPLETO 4 3 - DESTINOS 5 4 - COURO BOVINO POR TIPO 6 5 - DISTRIBUIÇÃO POR ESTADO 7 1 ANÁLISE DAS ABRIL 2016 As Exportações de Couros e Peles apresentadas
EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES
EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES OUTUBRO / 2015 SUMÁRIO PÁG. 1 - ANÁLISE DAS EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES 3 2 - EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES - CAPÍTULO 41 COMPLETO 4
ANEXO B. DADOS MUNDIAIS DE ENERGIA
ANEXO B. DADOS MUNDIAIS DE ENERGIA 1. OFERTA MUNDIAL DE ENERGIA GRÁFICO B.1: OFERTA MUNDIAL DE ENERGIA POR FONTE GRÁFICO B.2: OFERTA MUNDIAL DE ENERGIA POR REGIÃO (*) (*) Excluindo bunkers marítimos internacionais
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EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES SETEMBRO / 2015 SUMÁRIO PÁG. 1 - ANÁLISE DAS EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES 3 2 - EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES - CAPÍTULO 41 COMPLETO 4
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Ação Cultural Externa Relatório Anual 2014 Indicadores 1. Iniciativas apoiadas pelo Camões, IP a) número (total): 1071 2. Número de iniciativas apoiadas por áreas geográficas Áreas Geográficas Nº Iniciativas
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EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES FEVEREIRO / 215 SUMÁRIO PÁG. 1 - ANÁLISE DAS EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES 3 2 - EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES - CAPÍTULO 41 COMPLETO 4
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Membros da MIGA Agência Multilateral de Garantia de Investimentos Membro Data de afiliação África do Sul 10 de março de 1994 Albânia 15 de outubro de 1991 Alemanha 12 de abril de 1988 Angola 19 de setembro
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EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES MARÇO / 215 SUMÁRIO PÁG. 1 - ANÁLISE DAS EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES 3 2 - EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES - CAPÍTULO 41 COMPLETO 4 3 -
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LISTA DE PAÍSES - POLIONU 2018 AGNU África do Sul 1 Alemanha 1 Angola 1 Arábia Saudita 1 Argélia 1 Argentina 1 Bangladesh 1 Brasil 1 Camboja 1 Canadá 1 Cazaquistão 1 China 1 Congo 1 Coreia do Norte 1 Coreia
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POPULAÇÃO ESTRANGEIRA RESIDENTE E PORTUGAL 263322 12641 13174 16773 18713 27278 33693 32825 28375 21820 15712 10714 8835 7614 15155 143319 6644 7129 8951 9991 13983 18061 18393 16279 12722 8994 5933 4835
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Membros da IFC Corporação Financeira Internacional Membro Data de afiliação Afeganistão 23 de setembro de 1957 África do Sul 3 de abril de 1957 Albânia 15 de outubro de 1991 Alemanha 20 de julho de 1956
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