Elaboração de Mapas Utilizando GMT Generic Mapping Tools

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Elaboração de Mapas Utilizando GMT Generic Mapping Tools"

Transcrição

1 Sousa, Kate Tomé Dantas, Rafaela Cardoso Elaboração de Mapas Utilizando GMT Generic Mapping Tools. Brasília, 25 de Janeiro de Observatório Sismológico SIS/UnB. Coordenação Professora Mônica G. Von Huelsen Apoio na elaboração do Material Professora Mônica G. Von Huelsen Rosivania Linhares da Silva Alencar i

2 SUMÁRIO FIGURAS...iii 1. - INTRODUÇÃO Objetivo INSTALAÇÃO DO PROGRAMA ORGANIZAÇÃO DOS DADOS ESTRUTURA DE UM SCRIPT GMT Criar e mudar permissões de um script Entrada e saída de arquivos Conversão de arquivos shapefile para texto COMANDOS man # gmtdefaults gmtset Fontes Variáveis Linha de comando do GMT Saída do Arquivo > Parâmetros para maioria dos comandos psbasemap ps2raster pscoast psxy pstext awk project pslegend psimage REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS...28 ii

3 FIGURAS Figura 1 Projeções existem no comando J. (Fonte: Assumpção, 2008)...12 Figura 2 Arquivo de saída com múltiplos segmentos...14 Figura 3 Mapa com escala e Rosa dos Ventos...16 Figura 4 Mapa fronteiras e cores diferentes entre onde há terra e água...18 Figura 5 Âncoras. (Fonte: Assumpção, 2008)...20 Figura 6 Mapa dos países da America do Sul e o Brasil separado em estados...21 Figura 7 Mapa final com legenda e logos da UnB e SIS...27 TABELAS Tabela 1 Tabela de configuração no GMT versão iii

4 1. - INTRODUÇÃO O projeto Generic Mapping Tool Versão é uma coleção de fonte aberta, composto por programas de linha de comando para manipulação e saída (geração de arquivos imagens ou PostScript) de dados geográficos. Muito útil quando se deseja montar rotinas (scripts) de processamento de dados. Pode-se manipular dados geográficos e cartesianos (incluindo filtragem, ajuste de tendência, gridding, projetando, etc) e produção de arquivo Encapsulated PostScript (EPS) ilustrações que vão desde simples gráficos XY através de mapas de contorno para artificialmente superfícies iluminadas e vistas em perspectiva 3-D. A combinação de GMT e shell script permite automatização de tarefas repetitivas, com possibilidades infinitas pois utiliza programação muito poderosa que facilita a integridade com outros programas em ambiente LINUX. Liberado sob a licença GNU General Public License, o GMT suporta várias projeções de mapa e possui dados de apoio, como rios e fronteiras políticas. Desenvolvido e mantido por Paul Wessel e HF Walter Smith com a ajuda de um conjunto global de voluntários, e é apoiado pela National Science Foundation Objetivo Relatórios Técnicos elaborados pelo Observatório Sismológico-SIS/UnB utiliza essa ferramenta na localização epicentral e para elaborar seus mapas. Para isso foi necessário criar vários arquivos scripts onde os mesmos são alterados para a construção de um novo layout. Nesta apostila encontram-se descrições dos principais comandos abordados durante o curso de extensão, onde especificamente estarão voltados para essa leitura e para os estudos nas rotinas utilizadas pelo SIS. A linha de comando está apresentada nesta apostila em negrito. 4

5 2. - INSTALAÇÃO DO PROGRAMA Para saber sobre os comandos, manual e exemplos visite o site: Para instalar o programa GMT. Basicamente é preencher um formulário online e rodar um script de instalação criado automaticamente pelo formulário ORGANIZAÇÃO DOS DADOS Os dados do GMT devem ser organizados de em forma de diretórios e o SIS organiza da seguinte forma: C:\Home\GMT dados_brasil relatorio_especial relatorio site_boletim curso_extensao o figura o sh Procure não utilizar acentuação, letras maiúsculas ou espaços. Todos esses diretórios se encontram no servidor como também em cada máquina. No diretório dados_brasil encontram-se vários arquivos, por exemplo: rios, limite político, estações, reservatórios, estruturas, geologia e outros. Esses são arquivos matriciais necessários para compor um mapa, por isso não devem ser excluídos. 5

6 4. - ESTRUTURA DE UM SCRIPT GMT O Shell é responsável por interpretar comandos do GMT inseridos pelo programador e executar uma determinada ação. Existem diversos tipos de shell: bash, csh, ksh, ash, etc. Utilizaremos o Bash que é uma camada que interliga o usuário com o sistema operacional. Seu nome vem de Bourne Again uma intertextualização com Bourne Shell, mais conhecido com sh. O sh foi o pioneiro dos shells, a partir dele vieram os outros. O Bourne shell foi escrito por Stephen Bourne um pesquisador da AT&T Bell Labs. Bash é compatível com o sh e provê algumas funcionalidades do csh e do ksh. Ele segue o padrão IEEE Posix shell e inicialmente foi escrito para ser o shell padrão do sistema GNU. Ele tem uma portabilidade boa, existem implementações pra sistemas Windows, MacOsX e, é claro, Linux e BSDs. Para usuários de Windows ele pode ser usado através do projeto Cygwin. Logo na primeira linha do script do GMT é indicado qual o tipo de shell que será utilizado no script. Exemplo: #!/bin/bash Criar e mudar permissões de um script Existem vários editores de texto no Linux, os mais populares são os vi, kate, Geany, Gedit, etc. Utilizaremos o gedit. Para executá-lo ou criar um novo arquivo abra o terminal na pasta GMT/curso_extensao/sh e digite gedit nome_arquivo.sh. No Linux os arquivos têm permissões de acesso. Um arquivo pode ser lido, gravado ou executado. O arquivo que acabamos de criar ainda não pode ser executado. Para transformá-lo em um arquivo executável utilize o seguinte comando no terminal: chmod a+x nome_arquivo.sh 6

7 4.2 - Entrada e saída de arquivos O GMT interpreta os seguintes formatos de arquivos: ASCII em colunas (X,Y,Z),.dat,.txt,.csv ou outros. grd ou netcdf utilizados em imagem como TOPO2, SRTM Os mapas serão gerados em formato postscript ou encapsulated postscript, podendo ser convertidos para outros formatos (jpeg, bmp, png etc.) Conversão de arquivos shapefile para texto Arquivos shps podem ser convertidos para texto utilizando ferramentas de diversos programas um deles é o programa proprietário Didger. 7

8 5. - COMANDOS man O comando mais importante, pois é o Manual do GMT. Para acessar deve-se digitar no terminal o man e o comando, exemplo: man pstext # Um bom script deve conter comentários em cada linha, pois ela permite otimizar e facilita a leitura para outros operadores, descreve o que o programa faz, pode obter valiosas informações com um simples comentário. Toda linha comentada começa com # # Script para gerar mapa do Brasil # Autoras: Kate & Rafaela gmtdefaults Comando que mostra quais os parâmetros utilizados pelo GMT. -D como padrão -L em vigor gmtdefaults L # GMT-SYSTEM Defaults file # # Plot Media Parameters PAGE_COLOR = 255/255/255 PAGE_ORIENTATION = landscape PAPER_MEDIA = a4 # Basemap Annotation Parameters

9 ANNOT_MIN_ANGLE = 20 ANNOT_MIN_SPACING = 0 ANNOT_FONT_PRIMARY = Helvetica ANNOT_FONT_SIZE_PRIMARY = 14p ANNOT_OFFSET_PRIMARY = 0.2c ANNOT_FONT_SECONDARY = Helvetica ANNOT_FONT_SIZE_SECONDARY = 16p ANNOT_OFFSET_SECONDARY = 0.2c DEGREE_SYMBOL = ring HEADER_FONT = Helvetica HEADER_FONT_SIZE = 36p HEADER_OFFSET = 0.5c LABEL_FONT = Helvetica LABEL_FONT_SIZE = 24p LABEL_OFFSET = 0.3c OBLIQUE_ANNOTATION = 1 PLOT_CLOCK_FORMAT = hh:mm:ss PLOT_DATE_FORMAT = yyyy-mm-dd PLOT_DEGREE_FORMAT = +ddd:mm:ss Y_AXIS_TYPE = hor_text # Basemap Layout Parameters BASEMAP_AXES = WESN BASEMAP_FRAME_RGB = 0/0/0 BASEMAP_TYPE = fancy FRAME_PEN = 1.25p FRAME_WIDTH = 0.2c GRID_CROSS_SIZE_PRIMARY = 0c GRID_PEN_PRIMARY = 0.25p GRID_CROSS_SIZE_SECONDARY = 0c GRID_PEN_SECONDARY = 0.5p MAP_SCALE_HEIGHT = 0.2c POLAR_CAP = 85/90 TICK_LENGTH = 0.2c TICK_PEN = 0.5p X_AXIS_LENGTH = 25c Y_AXIS_LENGTH = 15c X_ORIGIN = 2.5c Y_ORIGIN = 2.5c UNIX_TIME = FALSE UNIX_TIME_POS = BL/-2c/-2c UNIX_TIME_FORMAT = %Y %b %d %H:%M:%S # Color System Parameters COLOR_BACKGROUND = 0/0/0 COLOR_FOREGROUND = 255/255/255 COLOR_NAN = 128/128/128 COLOR_IMAGE = adobe 9

10 COLOR_MODEL = rgb HSV_MIN_SATURATION = 1 HSV_MAX_SATURATION = 0.1 HSV_MIN_VALUE = 0.3 HSV_MAX_VALUE = 1 # PostScript Parameters CHAR_ENCODING = ISOLatin1+ DOTS_PR_INCH = 300 N_COPIES = 1 PS_COLOR = rgb PS_IMAGE_COMPRESS = lzw PS_IMAGE_FORMAT = ascii PS_LINE_CAP = butt PS_LINE_JOIN = miter PS_MITER_LIMIT = 0 PS_VERBOSE = FALSE GLOBAL_X_SCALE = 1 GLOBAL_Y_SCALE = 1 # I/O Format Parameters D_FORMAT FIELD_DELIMITER GRIDFILE_SHORTHAND GRID_FORMAT INPUT_CLOCK_FORMAT INPUT_DATE_FORMAT IO_HEADER Tabela 1 Tabela de configuração no GMT versão = %lg = tab = FALSE = nf = hh:mm:ss = yyyy-mm-dd = FALSE gmtset Altera os parâmetros utilizados pelo gmtdefaults -L. gmtset PAGE_ORIENTATION PORTRAIT Fontes Geralmente o Linux vem codificado para UTF-8 e o GMT utiliza a ISOLatin1+, Standart+ ou ISO Portanto, é necessário configurar todos os programas (gedit e terminal) para Ocidental ISO e verificar no gmtset. 10

11 5.5 - Variáveis São os elementos que um programa manipula. Uma variável é um espaço reservado na memória do computador para armazenar um tipo de dado determinado. Variáveis devem receber nomes para poderem ser referenciadas e modificadas quando necessário. Tipos podem ser, por exemplo: inteiros, reais, caracteres, etc. As expressões combinam variáveis e constantes para calcular novos valores. #####VÁRIAVEIS #Nome do arquivo final saida=/home/training/gmt/curso_extensao/figura/brasil.png #Caminho para os arquivos DIR=/home/training/gmt/dados_brasil Linha de comando do GMT As linhas de comando do GMT seguem o seguinte padrão: psbasemap R-75/-35/-34/10 -JM15 -B5WSNE -Xc -Yc -O -K V >> mapa_brasil.ps [psbasemap] Comando para criar base do mapa. [ R-75/-35/-34/10 -JM15] [-O K] Parâmetros obrigatórios em uma linha R (grid), J(projeção), O(sobrepor), K(continue). [-B5WSNE -Xc -Yc ] Diversos parâmetros. [>> mapa_brasil.ps] Saída para um arquivo.ps Saída do Arquivo > Toda linha deve conter para onde as informações deverem ser processadas. A primeira contém sempre um único sina l >, as próximas devem conter dois sinais >>, o que significa que deve ser acrescentado mais informações ao mesmo arquivo. 11

12 5.8 - Parâmetros para maioria dos comandos São opções importantes que acompanhadas de um comando personalizam gráficos ou mapas. Existem muitos parâmetros que podem ser encontrados no man do comando Ex; man psxy. Abaixo serão encontrados os mais utilizados: -R Especifica a região de interesse. -Rlongitude oeste/ Longitude leste/latitude sul/latitude norte - J Seleciona a projeção do mapa e tamanho do mapa. Figura 1 Projeções existem no comando J. (Fonte: Assumpção, 2008) -B Define o intervalo do Grid do mapa. -B (valor do intervalo) (EixoX / EixoY /EixoZ) (.: Título :.)(W(anotação) ou w(sem anotação) S ou s E ou e N ou N.) 12

13 -X -Y Define a posição origem que o mapa deve ser plotado no mapa. -V Seleciona o modo detalhado, qualquer erro será impresso na tela. -W Define atributos para linhas ou contornos -W(Espessura),(Cor),(Textura) Espessura em pontos, centímetros ou inch Cor RBG ou nome da cor em inglês. Para facilitar utilize o programa xcolorsel, ele contém a barra de cores que podem ser utilizados no GMT. Textura, pode ser tracejada ou pontilhada - ou. Exemplo: -W0.5c,yellow,- -G Define cores de preenchimento. -Gcor -S Plota Símbolos. -S(símbolo)(tamanho) 13

14 - M Indica que o arquivo contém múltiplos segmentos e estão indicados pelo símbolo > Exemplo um arquivos.dat > > Figura 2 Arquivo de saída com múltiplos segmentos psbasemap Gera a base do mapa com grid (-R), projeção (-J), intervalos (-B), posição na folha ( X,-Y). Nesse mesmo comando pode ser inserido no mapa Escala ( L) e Norte (-T). 14

15 Exemplo: #Nome do arquivo final saida=/home/kate/gmt/curso_extensao/figura/teste.png #Limites do mapa minlon=-75 maxlon=-35 minlat=-34 maxlat=10 #Limite do mapa R="$minlon/$maxlon/$minlat/$maxlat" #Rosa dos ventos Calculo posição a partir da Lat/Long rosex=`echo "scale=0; $minlon + 4" bc` rosey=`echo "scale=1; $maxlat - 4" bc` rsize=1.5 rtipo=2 #Escala Posição X,Y,Escala calculada no Centro do Mapa, Escala 500km X=13 Y=2 CM=-15 E=500 #Mapa Base psbasemap -R$R -JM15 -B5WSNE --ANNOT_FONT_SIZE=10 -Xc -Yc -K -V > $saida # Escala e Norte psbasemap -R -J -Lfx$X/$Y/$CM/$E --LABEL_OFFSET=5p -- LABEL_FONT_SIZE=10p -Tf$rosex/$rosey/$rsize/$rtipo --HEADER_OFFSET=0.2 --HEADER_FONT_SIZE=10p -O -K -V >> $saida 15

16 Figura 3 Mapa com escala e Rosa dos Ventos 16

17 ps2raster Converte um arquivo PostScript file(s) para outro formato. -A Exclui partes em branco do arquivo -T Define o formato de saída, onde b significa BMP, e EPS, f PDF, j Exemplo: significa JPEG, g PNG significa, G significa PNG transparente, m significa PPM, e t TIFF. #Transforma para jpg ps2raster -A -Tg $saida #imprimi na tela no programa eog (Visualizador de Imagens do GNOME) eog $saida pscoast Traça as massas de terra, água, bordas, fronteiras, e os rios. -S Preenchimento de cor onde for água -G Preenchimento de cor onde for Terra -N Imprime as fronteiras. N1= As fronteiras nacionais, N2 = fronteiras de um Estado dentro das Américas, N3 = fronteiras marítimas e Na = Todas as fronteiras (1-3) -D Seleciona a resolução do conjunto de dados (f)full, (h)high, (i)intermediário e (l)low. 17

18 Exemplo: pscoast -R -J -Ggray -W -N1 -Df -Slightblue -O -K -V >> $saida Figura 4 Mapa fronteiras e cores diferentes entre onde há terra e água psxy Plota linhas, polígonos, símbolos no mapa a partir de um arquivo separado ou no próprio arquivo executável. -SE -Sci Plota um semicírculo, o valor ser em km. Plota um círculo com o tamanho será o valor que está em Z a partir de um arquivo X,Y,Z 18

19 Exemplos: a) Plota polígonos em arquivo separado #Reservatorios psxy -R -J todos_reservatorios.dat -M -G50/190/238 -W0.05,50/190/238 -O -K -V >>$saida b) Plota símbolos em arquivo separado #Estações psxy estacoes.dat -R -J -St0.4c -Gblack -O -K -V >> $saida c) Plota símbolos no próprio arquivo executável #Plotar um sismo psxy <<END -J -R -Sa0.2C -Gred -O -K -V >>$saida END d) Plota semicírculos psxy -R -J -SE -W1 raios.dat -V -O -K >>$saida Arquivo raios.dat , , 0, 11, , , 0, 6, pstext Plota texto (strings) no mapa a partir de um arquivo separado ou no próprio arquivo executável. 19

20 Exemplo: #Plota os créditos pstext <<END -R0/1/0/1 -J -GDarkSlateGray -O >> $saida LT Mapa gerado pelo Observatório Sismológico da UNB / Brasil END -R Abre uma caixa onde será inserido o texto 0 Valor X no -R 0.01 Valor Y no R 8 Tamanho da Letra 90 Será impresso a 90º 0 Fonte da Letra LT Ponto de âncora Figura 5 Âncoras. (Fonte: Assumpção, 2008) 20

21 Figura 6 Mapa dos países da America do Sul e o Brasil separado em estados awk O awk é por si só um programa, sem interface com o Shell. A prova disso é que todo o seu escopo está compreendido entre apóstrofos, como em: awk {print $1} (NEVES, 2008) Utilizaremos juntamente com o GMT para reorganizar as colunas de um arquivo, selecionar partes, inserir novos dados ou realizar operações matemáticas. Esse arquivo de entrada deve ter formato XYZ, ou seja, em mapas utilizaremos bases como: sismos.dat, estacoes.dat, cidades.dat etc. 21

22 -F O primeiro passo é saber como é o dado original. (X,Y,Z) separados por, (espaço), ou / (tabulação). {print} Imprimir na devida ordem ou cálculos $ Número da coluna NR == Número da linha Exemplos: A) #Plota Somente algumas estações do arquivo awk -F" " '/TUCA/ {print $3, $2, $1}' $DIR/estacoes.dat > temp_est.dat awk -F" " 'NR == 169 {print $3, $2, $1}' $DIR/estacoes.dat >> temp_est.dat Comentários: Na primeira linha o awk buscará, no arquivo estações.dat, a linha onde houver a palavra TUCA e serão impressas somente as colunas 3, 2, 1 nesta ordem, ele também criará um novo arquivo temp_est.dat somente com esses dados. Na segunda linha o awk buscará, no arquivo estações.dat, a linha de número 169 e serão impressas somente as colunas 3, 2, 1 nesta ordem, ele acrescentará ao arquivo temp_est.dat somente com esses dados. 22

23 Arquivo de entrada estacoes.dat... TAQ TUC TUC TUC TUC TUC TUC TUCA TUCB VTF W Arquivo de saída temp_est.dat TUCA TUC4 B) #Plota somente algumas cidades Brasil awk -F"," '/TUCURUÍ,PARA/ {print $1,($2+0.03),10,0,1,6,$3}' $DIR/cidades.dat > Tuc_cidades.dat Comentários: Nesta linha o awk buscará no arquivo cidades.dat onde - colunas estão separadas por n, - linhas onde houver a palavra TUCURUÍ,PARA - será calculado a coluna inserido os valores 10,0,1,6, Arquivo de entrada cidades.dat , ,CRISTALANDIA DO PIAUI,PIAUI,, , ,LIMOEIRO DO AJURU,PARA,, , ,CAMETA,PARA,, , ,MOCAJUBA,PARA,, , ,BAIAO,PARA,, , ,TUCURUÍ,PARA,, , ,NOVO REPARTIMENTO,PARA,, , ,ITUPIRANGA,PARA,, 23

24 Arquivo de saída Tuc_cidades.dat TUCURUÍ project Comando utilizado para projetar linhas, arcos, pontos ao longo de uma linha. Muito utilizado para encontrar a localização de um sismo a partir da distância epicentral e o azimute do evento. -G Distância em graus -C Ponto Central -L Ponto inicial/final -A Azimute Exemplo: #Plota epicentro a partir do azimute reverso -G(Dist epicentral em graus) - C(Coord Est) -L(Ponto Inicial/Final) -A(Azimute) project -G C / A309 -L0/0.063 > ep1.dat awk 'NR == 2 {print $1,$2,1}' ep1.dat > ep2.dat psxy ep2.dat -R -J -Sc.13 -W.1 -Gred -O K >> $saida Comentários: Primeira linha projeta para o arquivo para o arquivo de saída ep1.dat Segunda linha elimina a primeira linha do arquivo de saída ep1.dat Terceira linha Plota o arquivo ep2.dat 24

25 pslegend Plota a legenda no mapa. -F Desenha uma borda em torno da legenda -Dx Posição da Legenda na Folha Xinicio/Yinicio/Xtamanho/Ytamanho/âncora N G Insere Colunas Espaço entre linhas S Adiciona uma linha na legenda. Argumentos: Distância da borda da legenda até o centro do símbolo Tipo de símbolo Tamanho do símbolo Cor do símbolo ou especificação do preenchimento Distância da borda da legenda para iniciar o texto O texto em si M Adiciona uma escala no mapa H Adiciona um título para legenda Argumentos Tamanho da fonte Tipo da fonte Texto V D Adiciona uma linha vertical Adiciona uma linha horizontal 25

26 Exemplo: #Legenda pslegend <<END -R -J -F -Dx15/-3.2/15/2.8/RB -Glightyellow -- ANNOT_FONT_SIZE=10 -O -K -V >> $saida N 3 S 0.2c t 0.5 black 0.2p 0.6 Estação Sismográfica S 0.2c a 0.2 red 0.2p 0.6 Sismo Principal S 0.2c c p,black 0.6 Raios: 11km e 6km G 0.3c D 2p H 12 Times-Roman Magnitude G 0.3c N 3 S 0.2c c 0.04 red 0.2p 0.6 1,0 S 0.2c c 0.18 red 0.2p 0.6 2,0 S 0.2c c 0.32 red 0.2p 0.6 3,0 END psimage Insere figuras (jpg, png etc) no mapa. -F Borda na figura -W Tamanho em centímetros da figura -E Tamanho em dpi da figura 26

27 Figura 7 Mapa final com legenda e logos da UnB e SIS 27

28 7. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ASSUMPÇÃO, Marcelo (2008). GMT: Gráficos, Mapas e Análise de Dados. Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas IAG/USP. NEVES, Julio Cezar (2008) Programação em Shell Linux. 7 ed. Rio de Janeiro. WESSEL, P. and SMITH, W. H. F. (1995). The Generic Mapping Tools (GMT) version Technical Reference & Cookbook, SOEST/NOAA, 61 pp. 28

Elaboração de Mapas Utilizando GMT Generic Mapping Tools

Elaboração de Mapas Utilizando GMT Generic Mapping Tools Elaboração de Mapas Utilizando GMT Generic Mapping Tools INTRODUÇÃO Paul Wessel HF Walter Smith OBJETIVOS - Instalação -http://imina.soest.hawaii.edu/gmt/ Como vamos trabalhar: - estudo dirigido - apresentação

Leia mais

Curso de Extensão 2015 Instrumentação e Análise em Sismologia. UnB

Curso de Extensão 2015 Instrumentação e Análise em Sismologia. UnB Curso de Extensão 2015 Instrumentação e Análise em Sismologia UnB Generic Mapping Tools (GMT) Instrutor George Sand França Monitor Diogo Farrapo Albuquerque Organização Observatório Sismológico (SIS-UnB)

Leia mais

Programação Shell Script: como dominar seu terminal

Programação Shell Script: como dominar seu terminal Programação Shell Script: como dominar seu terminal 14 de Outubro de 2008 1 2 Sistemas Operacionais Shell 3 4 5 O que é Shell? Programa interpretador de instruções Por que utilizar o Shell? Facilidade

Leia mais

Shell Script. Rafael Silva Guimarães

Shell Script. Rafael Silva Guimarães Shell Script Rafael Silva Guimarães O que é Shell O Shell é o "prompt" da linha de comando do Linux, que recebe os comandos digitados pelo usuário e os executa. Mas o Shell é muito mais poderoso que seu

Leia mais

Shell Script. Básico do básico

Shell Script. Básico do básico Shell Script Básico do básico Os sistemas Unix like, como o GNU/Linux, possuem camadas. Estas camadas são o hardware, o kernel, os programas/comandos e o shell. O shell é a camada mais externa do sistema

Leia mais

Introdução a Sistemas Abertos. Ambiente shell

Introdução a Sistemas Abertos. Ambiente shell Introdução a Sistemas Abertos Ambiente shell Conteúdo Programático Login e Logout Iniciando e Desligando o Sistema Tipos de arquivo Texto Binário Arquivos e Diretório Manipulação de arquivos e diretório

Leia mais

MANUAL DE UTILIZAÇÃO DO SOFTWARE DE IMPRESSÃO DE ETIQUETAS MOORE.

MANUAL DE UTILIZAÇÃO DO SOFTWARE DE IMPRESSÃO DE ETIQUETAS MOORE. MANUAL DE UTILIZAÇÃO DO SOFTWARE DE IMPRESSÃO DE ETIQUETAS MOORE. Uma marca de sucesso da 1 CONTEÚDO 3 3 3 4 4 5 5 6 6 6 6 7 7 7 7 8 9 9 10 10 10 11 11 11 11 12 12 13 SOFTWARE DE IMPRESSÃO DE ETIQUETAS

Leia mais

Aprender a utilizar o aplicativo Gnuplot para fazer gráficos

Aprender a utilizar o aplicativo Gnuplot para fazer gráficos Capitulo 11. GRÁFICOS COM GNUPLOT (versão 5.03) OBJETIVOS DO CAPÍTULO Aprender a utilizar o aplicativo Gnuplot para fazer gráficos Aprender a utilizar o aplicativo Gnuplot interativamente com um programa

Leia mais

Administração de Redes de Computadores

Administração de Redes de Computadores MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA CAMPUS SÃO JOSÉ SANTA CATARINA Administração de Redes de Computadores Profs.:

Leia mais

Conceitos Básicos de Scripts

Conceitos Básicos de Scripts Conceitos Básicos de Scripts Programação de Scripts Prof. Kleber Rezende [email protected] O que é o shell? O Shell pode ser definido como o interpretador de instruções e comandos. Quando

Leia mais

Prof. Diego Pereira Gerência e Configuração de Serviços para Internet. Shell Script

Prof. Diego Pereira Gerência e Configuração de Serviços para Internet. Shell Script Prof. Diego Pereira Gerência e Configuração de Serviços para Internet Shell Script Objetivos Entender os princípios da programação no ambiente shell; Elaborar pequenos scripts

Leia mais

BAUR Software para a gestão de dados de medição ITS Lite

BAUR Software para a gestão de dados de medição ITS Lite Manual de operação BAUR Software para a gestão de dados de medição ITS Lite (supervisor) Para equipamento para testes de óleo da BAUR B A U R G m b H R a i f f e i s e n s t r. 8 6 8 3 2 S u l z, A u s

Leia mais

Sistemas Operacionais II. Prof. Gleison Batista de Sousa Aula 01

Sistemas Operacionais II. Prof. Gleison Batista de Sousa Aula 01 Sistemas Operacionais II Prof. Gleison Batista de Sousa Aula 01 Sistemas Operacionais Livres Prof. Gleison Batista de Sousa Aula 01 Objetivos - Ter conhecimento sobre os diversos módulos que compõem um

Leia mais

Passo-a-passo para desenvolver um Programa usando a Linguagem Python

Passo-a-passo para desenvolver um Programa usando a Linguagem Python Cursos: Engenharia de Produção / Tecnólogo em Gestão da Qualidade Disciplina: Informática Professora: Flávia Pereira de Carvalho Passo-a-passo para desenvolver um Programa usando a Linguagem Python 1)

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO DE SISTEMAS UNIX Aula Prática 01 Sistemas Operacionais Gil Eduardo de Andrade

ADMINISTRAÇÃO DE SISTEMAS UNIX Aula Prática 01 Sistemas Operacionais Gil Eduardo de Andrade ADMINISTRAÇÃO DE SISTEMAS UNIX Aula Prática 01 Sistemas Operacionais Gil Eduardo de Andrade Introdução Os sistemas UNIX/Linux são caracterizados por serem: Interativo usuário requisita os comandos e obtém

Leia mais

AULA 2 Planos Vistas e Temas

AULA 2 Planos Vistas e Temas 2.1 AULA 2 Planos Vistas e Temas Nesta aula serão apresentados os conceitos de Planos de Informação, Vista e Tema e sua manipulação no TerraView. Para isso será usado o banco de dados criado na AULA 1,

Leia mais

Writer. Interface e Formatação de Estilos

Writer. Interface e Formatação de Estilos Writer Interface e Formatação de Estilos INTERFACE É composta pela organização dos menus e atalhos que compõem o programa, que dão acesso às suas funcionalidades. É interessante conhecer a interface de

Leia mais

Manual de Utilização do software Colacril Office para criação e impressão de etiquetas. Manual de Utilização

Manual de Utilização do software Colacril Office para criação e impressão de etiquetas. Manual de Utilização Manual de Utilização do software Colacril Office para criação e impressão de etiquetas. Manual de Utilização Conteúdo Colacril Office... 3 Instalação do Colacril... 3 Inicialização do Colacril Office...

Leia mais

Introdução à linguagem C

Introdução à linguagem C MCTA028 Programação Estruturada Introdução à linguagem C Material preparado a partir de slides dos profs. Jesús MenaChalco e Fabrício Olivetti Prof. Guilherme Mota Q3-2018 1 Linguagens de programação 2

Leia mais

Manual Converte-MV S_Line

Manual Converte-MV S_Line Sumário 1. Introdução... 2 2. Novo Cliente... 2 2.1. Inserir Dados... 2 2.2. Login... 2 3. Configuração Inicial... 2 3.1 Parâmetros de Conversão... 2 3.1.1. Conversão para o padrão S_Line...3 3.1.2. Responsável

Leia mais

Capítulo 11. GRÁFICOS COM WGNUPLOT

Capítulo 11. GRÁFICOS COM WGNUPLOT Capítulo 11. GRÁFICOS COM WGNUPLOT OBJETIVOS DO CAPÍTULO Aprender a utilizar o aplicativo Wgnuplot para fazer gráficos Aprender a utilizar o aplicativo Wgnuplot interativamente com um programa em FORTRAN

Leia mais

GUIA RÁPIDO. MDIForms. Sintel Informática Ltda. Rua Vergueiro, nº º andar Vila Mariana, São Paulo - SP CEP:

GUIA RÁPIDO. MDIForms. Sintel Informática Ltda. Rua Vergueiro, nº º andar Vila Mariana, São Paulo - SP CEP: GUIA RÁPIDO MDIForms Sintel Informática Ltda. Rua Vergueiro, nº 2016-4º andar Vila Mariana, São Paulo - SP CEP: 04102-000 www.sintel.com.br Índice 1. Objetivo...3 2. Exibição dos dados...3 2.1. Seleção

Leia mais

Tutorial QGIS Aula 10

Tutorial QGIS Aula 10 Geração de Cartas e Impressão Engenharia de Agrimensura e Cartografia Caio Henrique de Souza Gregory Baldim Carvalho Diego Fernandes Disciplina: Sistemas de Informações Geográficas Professor: Angelo Marcos

Leia mais

INTRODUÇÃO A PROGRAMAÇÃO PARA WEB

INTRODUÇÃO A PROGRAMAÇÃO PARA WEB INTRODUÇÃO A PROGRAMAÇÃO PARA WEB PROF. ME. HÉLIO ESPERIDIÃO Navegador O navegador também conhecido como web browser é um programa que habilita seus usuários a interagirem com documentos hospedados em

Leia mais

Aula Prática I GrADS (Grid Analysis and Display System)

Aula Prática I GrADS (Grid Analysis and Display System) Instituto de Astronomia Geofísica e Ciências Atmosféricas Aula Prática I GrADS (Grid Analysis and Display System) Thiago Souza Dias Degola [email protected] Dia 22/08/2011 O que é o GrADS? GrADS

Leia mais

Guia prático do. Passo a passo

Guia prático do. Passo a passo Guia prático do BrOffice.org IMPRESS Passo a passo Licenciamento de Uso desta Documentação Este material foi elaborado por Mônica Figueira Câmara, baseado no arquivo de Ajuda do BROffice.org e segue os

Leia mais

Manual de Compilação/Execução da Aplicação SmartHome

Manual de Compilação/Execução da Aplicação SmartHome Manual de Compilação/Execução da Aplicação SmartHome 1. Pré-Requisitos de Instalação 2. Passos para Executar a Aplicação 3. Instruções de Uso das Funcionalidades 4. Observações 1. Pré-Requisitos de Instalação

Leia mais

Manual de Integração do PLERES com a S_Line

Manual de Integração do PLERES com a S_Line 1. Tipo do Arquivo: Windows 2. Tipo de Resultado Gerado: RE (Texto sem formatação) RP (Somente para arquivos RTF) 3. Cabeçalho do Resultado de Exames: RE: é gerada uma tag. Imagem fica hospedada no servidor

Leia mais

Scripts Shell. João Medeiros ([email protected]) 1 / 20

Scripts Shell. João Medeiros (joao.fatern@gmail.com) 1 / 20 Scripts Shell João Medeiros ([email protected]) 1 / 20 2 / 20 Principais shell conhecidos Bourne Shell (sh) Korn Shell (ksh) C Shell (csh) Bash - Bourne Again Shell (bash) mais utilizada no linux O

Leia mais

APRESENTAÇÃO... 3 IGEO... 3 ACESSO AO SISTEMA... 4 MANUAL DO USUÁRIO... 4 FUNCIONALIDADES... 5 NAVEGAÇÃO E CONSULTA... 5 MANIPULAÇÃO DE CAMADAS...

APRESENTAÇÃO... 3 IGEO... 3 ACESSO AO SISTEMA... 4 MANUAL DO USUÁRIO... 4 FUNCIONALIDADES... 5 NAVEGAÇÃO E CONSULTA... 5 MANIPULAÇÃO DE CAMADAS... Sumário APRESENTAÇÃO... 3 IGEO... 3 FUNCIONALIDADES COMUNS AOS USUÁRIOS E ADMINISTRADOR ACESSO AO SISTEMA... 4 ACESSANDO O SISTEMA VIA WEB... 4 MANUAL DO USUÁRIO... 4 FUNCIONALIDADES... 5 NAVEGAÇÃO E CONSULTA...

Leia mais

Programação Aplicada a Redes de Computadores. Faculdade IESGO 2º Sem 2016

Programação Aplicada a Redes de Computadores. Faculdade IESGO 2º Sem 2016 Programação Aplicada a Redes de Computadores Faculdade IESGO 2º Sem 2016 O shell é o "prompt" da linha de comando do Unix e Linux, é o servo que recebe os comandos digitados pelo usuário e os executa.

Leia mais

Comunicação Científica em Física Usando LaTeX na redação um artigo científico

Comunicação Científica em Física Usando LaTeX na redação um artigo científico Comunicação Científica em Física Usando LaTeX na redação um artigo científico Aula 10 Figuras no LaTeX Preparando a figura Use um programa gráfico da sua preferência: xmgrace, gnuplot, etc. Veja o formato

Leia mais

Programação I A Linguagem C. Prof. Carlos Alberto

Programação I A Linguagem C. Prof. Carlos Alberto Programação I A Linguagem C Prof. Carlos Alberto [email protected] [email protected] 2 Origem A linguagem C foi desenvolvida em 1972, nos Laboratórios Bell, por Dennis Ritchie. Implementada

Leia mais

Aula 9: Shell Script

Aula 9: Shell Script FIC Configuração de Redes de Computadores Linux 23/05/2017 Aula 9: Shell Script Professor: Emerson Ribeiro de Mello http://docente.ifsc.edu.br/mello 1 O interpretador de comandos O shell consiste em um

Leia mais

TUTORIAL. Aprenda a exportar um arquivo Shapefile para DWG do AutoCAD. ArcGIS.

TUTORIAL. Aprenda a exportar um arquivo Shapefile para DWG do AutoCAD. ArcGIS. TUTORIAL Aprenda a exportar um arquivo Shapefile para DWG do AutoCAD ArcGIS www.processamentodigital.com.br O Processamento Digital é um Canal de Conteúdo GEO oferecido pela HEX Tecnologias Geoespaciais

Leia mais

Sistemas Operacionais II. Prof. Gleison Batista de Sousa Aula 01

Sistemas Operacionais II. Prof. Gleison Batista de Sousa Aula 01 Sistemas Operacionais II Prof. Gleison Batista de Sousa Aula 01 Revisão de SO Linux Prof. Gleison Batista de Sousa Objetivos - Ter conhecimento sobre os diversos módulos que compõem um sistema operacional

Leia mais

Prof. Paulo Borges. ao lado do campo Proprietário, clique no botão Novo e preencha os dados, conforme tela abaixo, em seguida clique em Salvar e OK.

Prof. Paulo Borges. ao lado do campo Proprietário, clique no botão Novo e preencha os dados, conforme tela abaixo, em seguida clique em Salvar e OK. Aula 01 Criando Novo Projeto, Introdução Manual de Dados na Caderneta de Campo, Importação de Arquivos Textos e Arquivos Brutos de Estações Totais, Cálculo de Poligonal Fechada. 1º Passo: Após abrir o

Leia mais

BROFFICE.ORG IMPRESS

BROFFICE.ORG IMPRESS BROFFICE.ORG IMPRESS O Impress é um dos aplicativos do pacote openoffice.org que permite a criação e exibição de apresentações, cujo objetivo é informar sobre um determinado tema, serviço ou produto, possibilitando

Leia mais

MANUAL TÉCNICO DE INTEGRAÇÃO MLO MONITOR DE LOJAS

MANUAL TÉCNICO DE INTEGRAÇÃO MLO MONITOR DE LOJAS MANUAL TÉCNICO DE INTEGRAÇÃO MLO MONITOR DE LOJAS Data de Criação: 17/10/2016 Data de Atualização: 14/11/2016 Revisão: 2.0 Página 1 de 9 INTRODUÇÃO Esse manual apresenta as configurações necessárias para

Leia mais

Instruções de Operação

Instruções de Operação Serviços de Impressão de Produção Xerox e Drivers de Impressora Windows CentreWare para a Impressora/Copiadora Nuvera 100/120 da Xerox e Sistema de Produção Digital Nuvera 100/120 da Xerox Instruções de

Leia mais

1º No módulo de Gestão Contábil é possível acessar o relatório através do menu Relatórios Diário.

1º No módulo de Gestão Contábil é possível acessar o relatório através do menu Relatórios Diário. Relatório Diário Produto : TOTVS Gestão Contábil 12.1.1 Processo : Relatórios Subprocesso : Diário Data publicação da : 05/02/2014 Migração do relatório Diário para.net com base no relatório já existente

Leia mais

Uso do Easy Interactive Tools

Uso do Easy Interactive Tools Uso do Easy Interactive Tools Inicialização do Easy Interactive Tools Para iniciar o Easy Interactive Tools no seu computador, siga um destes passos: Windows: Clique duas vezes no ícone do Easy Interactive

Leia mais

TUTORIAL. Trabalhando com a base de dados no QGIS: Operações com Texto QGIS.

TUTORIAL. Trabalhando com a base de dados no QGIS: Operações com Texto QGIS. TUTORIAL Trabalhando com a base de dados no QGIS: Operações com Texto QGIS www.processamentodigital.com.br O Processamento Digital é um Canal de Conteúdo GEO oferecido pela HEX Tecnologias Geoespaciais

Leia mais

Técnico Subsequente em Redes de Computadores Introdução a Sistemas Abertos (ISA)

Técnico Subsequente em Redes de Computadores Introdução a Sistemas Abertos (ISA) Técnico Subsequente em Redes de Computadores Introdução a Sistemas Abertos (ISA) Aula 03 Visão Geral do Linux Objetivos Entender de forma básica o funcionamento do sistema Linux; Aprender as principais

Leia mais

Curso de AutoCAD 2D. Instrutor : Mauro Pio Dos Santos Junior Monitor : Thainá Souza. Aula anterior...

Curso de AutoCAD 2D. Instrutor : Mauro Pio Dos Santos Junior Monitor : Thainá Souza. Aula anterior... Curso de AutoCAD 2D Instrutor : Mauro Pio Dos Santos Junior Monitor : Thainá Souza Aula anterior... Introdução ao AutoCAD Sistema de Unidades Comando Line Comando Circle Modos de selecionar objetos Comando

Leia mais

NFe Emissão com Software do UNINFE

NFe Emissão com Software do UNINFE NFe Emissão com Software do UNINFE A emissão da NFe requer um certificado digital instalado e a empresa estar habilitada a emissão da Nfe na secretária. Comece pelo download/instalação dos softwares uninfe

Leia mais

Universidade de Santa Cruz do Sul UNISC Departamento de informática COMPILADORES. Introdução. Geovane Griesang

Universidade de Santa Cruz do Sul UNISC Departamento de informática COMPILADORES. Introdução. Geovane Griesang Universidade de Santa Cruz do Sul UNISC Departamento de informática COMPILADORES Introdução [email protected] Processadores de linguagem Linguagens de programação são notações para se descrever

Leia mais

Introdução a. Shell Script. Clésio Matos [email protected]

Introdução a. Shell Script. Clésio Matos clesior.matos@gmail.com Introdução a Shell Script Clésio Matos [email protected] 1 Plano de apresentação O que são shell scripts Comandos básicos Estruturas básicas do BASH - Comandos condicionais - Comandos de repetição

Leia mais

Apostila de impressão em AUTOCAD

Apostila de impressão em AUTOCAD Apostila de impressão em AUTOCAD Parte 1.- Configurar penas por cores Parte 2.- Configurar impressora (plotter) Parte 3.- Imprimir Parte 1.- Configurar penas por cores A partir do Autocad 2000 foi introduzido

Leia mais

Guia Doxygen. Emanuel Filipe Galdino Alves

Guia Doxygen. Emanuel Filipe Galdino Alves Guia Doxygen Emanuel Filipe Galdino Alves ([email protected]) O Doxygen é um programa que gera a documentação de um software a partir da análise do código escrito em C, C++, C#, Java, Python,

Leia mais

TUTORIAL SIMPLIFICADO DE MATLAB

TUTORIAL SIMPLIFICADO DE MATLAB TUTORIAL SIMPLIFICADO DE MATLAB Esse tutorial visa apresentar apenas as funções mais utilizadas pelo grupo. O Matlab suporta várias funções de entrada e saída de arquivos da linguagem C. Tais funções incluem

Leia mais

Sensoriamento Remoto Engenharia Ambiental Prática #1

Sensoriamento Remoto Engenharia Ambiental Prática #1 Sensoriamento Remoto Engenharia Ambiental Prática #1 Prof. Enner Alcântara Departamento de Cartografia Universidade Estadual Paulista Presidente Prudente 2016 Sobre os relatórios Instruções! 1) Crie uma

Leia mais

Guia de Instalação. Driver Gráfico de Impressão for LINUX

Guia de Instalação. Driver Gráfico de Impressão for LINUX Guia de Instalação Driver Gráfico de Impressão for LINUX Índice Apresentação...5 Documento...5 Modelos de Driver...5 Compatibilidade...5 Instalação...6 Requisitos Mínimos...6 Instalando o Driver...6 Gerenciamento...12

Leia mais

O VGeo, Visualizador de Informações Geográficas do Departamento Nacional. de Infraestrutura de Transportes (DNIT), é um sistema web de dados espaciais

O VGeo, Visualizador de Informações Geográficas do Departamento Nacional. de Infraestrutura de Transportes (DNIT), é um sistema web de dados espaciais 1 INTRODUÇÃO O VGeo, Visualizador de Informações Geográficas do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), é um sistema web de dados espaciais desenvolvido pelo setor de geotecnologias

Leia mais

TUTORIAL CONSULTA DE PREÇOS GERTEC TUTORIAL CONSULTA DE PREÇOS GERTEC 1 / 8

TUTORIAL CONSULTA DE PREÇOS GERTEC TUTORIAL CONSULTA DE PREÇOS GERTEC 1 / 8 TUTORIAL CONSULTA DE PREÇOS GERTEC 1 / 8 1. SUMÁRIO 1. SUMÁRIO... 2 2. CONVENÇÕES... 3 3. O QUE É?... 4 4. CONFIGURAÇÕES... 4 4.1 CONFIGURAÇÃO DO TC 506 GERTEC... 4 4.2 PARÂMETRO GERAL... 5 4.3 DIRETÓRIO

Leia mais

Programação Shell Script: como dominar seu terminal

Programação Shell Script: como dominar seu terminal Programação Shell Script: como dominar seu terminal 14 de Outubro de 2008 1 Teclas de Atalho Jobs Personalizando 2 Criando um script Variáveis Argumentos Laços condicionais Laços de repetição 3 4 Teclas

Leia mais

Apresentação da ferramenta de programação. Comandos de entrada e saída. Prof. Alex Camargo

Apresentação da ferramenta de programação. Comandos de entrada e saída. Prof. Alex Camargo UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA CAMPUS BAGÉ ALGORITMOS E PROGRAMAÇÃO Apresentação da ferramenta de programação. Comandos de entrada e saída Prof. Alex Camargo [email protected] Linguagem C A linguagem

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO DE SERVIÇOS EM SISTEMAS OPERACIONAIS DE ARQUITETURA ABERTA

ADMINISTRAÇÃO DE SERVIÇOS EM SISTEMAS OPERACIONAIS DE ARQUITETURA ABERTA ADMINISTRAÇÃO DE SERVIÇOS EM SISTEMAS OPERACIONAIS DE ARQUITETURA ABERTA AULA 01 APRESENTAÇÃO DO LINUX Prof. Othon Marcelo Nunes Batista Mestre em Informática Roteiro Introdução Linux Históriado Linux

Leia mais

O Linux Possui varias características que diferenciam dos outros sistemas operacionais e que aproximam do UNIX, sendo um dos motivos da sua escolha

O Linux Possui varias características que diferenciam dos outros sistemas operacionais e que aproximam do UNIX, sendo um dos motivos da sua escolha O Linux Possui varias características que diferenciam dos outros sistemas operacionais e que aproximam do UNIX, sendo um dos motivos da sua escolha em várias aplicações nas quais são necessárias estabilidade

Leia mais

BETA SISTEMAS MÓDULO CAIXA 3.0. Instruções de uso do Caixa Beta:

BETA SISTEMAS MÓDULO CAIXA 3.0. Instruções de uso do Caixa Beta: BETA SISTEMAS MÓDULO CAIXA 3.0 Sistema desenvolvido pela Peris Consultoria Empresarial Todos os direitos reservados Instruções de uso do Caixa Beta: O sistema foi desenvolvido para ter uma utilização bem

Leia mais

PROGRAMAÇÃO de COMPUTADORES: LINGUAGEM FORTRAN 90/95

PROGRAMAÇÃO de COMPUTADORES: LINGUAGEM FORTRAN 90/95 PROGRAMAÇÃO de COMPUTADORES: LINGUAGEM FORTRAN 90/95 Exercícios de revisão Lista 01: a) Monte um mapa conceitual indicando as relações entre os seguintes conceitos, no contexto do assunto visto em aula:

Leia mais

Algoritmos e Programação

Algoritmos e Programação Algoritmos e Programação Aula 3 Introdução a Linguagem C Profa. Marina Gomes [email protected] 1 Aula de Hoje - Criar programas simples em C utilizando a estrutura básica; - Declarar variáveis;

Leia mais

#include <stdio.h> Void main() { printf( Cheguei!\n"); } INTRODUÇÃO A LINGUAGEM C

#include <stdio.h> Void main() { printf( Cheguei!\n); } INTRODUÇÃO A LINGUAGEM C #include Void main() { printf( Cheguei!\n"); } INTRODUÇÃO A LINGUAGEM C ANTES DO C ERA A LINGUAGEM B B foi essencialmente uma simplificação da linguagem BCPL. B só tinha um tipo de dado, que

Leia mais

CHAMADA DE PUBLICAÇÕES. XVII SEPA - Seminário Estudantil de Produção Acadêmica

CHAMADA DE PUBLICAÇÕES. XVII SEPA - Seminário Estudantil de Produção Acadêmica CHAMADA DE PUBLICAÇÕES XVII SEPA - Seminário Estudantil de Produção Acadêmica A Coordenação de Pesquisa, torna público e convoca os alunos da graduação para apresentarem propostas para a publicação de

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA Faculdade de Ciências e Tecnologia Campus de Presidente Prudente

UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA Faculdade de Ciências e Tecnologia Campus de Presidente Prudente UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA Faculdade de Ciências e Tecnologia Campus de Presidente Prudente Minicurso de SPRING 5.2 https://sites.google.com/site/arletemeneguettepdf/spring Profa. Adj. Arlete Meneguette

Leia mais

Anotações sobre integração com a máquina Nesting da Biesse Rover 1836GFT:

Anotações sobre integração com a máquina Nesting da Biesse Rover 1836GFT: Anotações sobre integração com a máquina Nesting da Biesse Rover 1836GFT: - Clientes já vendidos: Imagini e Modular Ações Gilvane: - Informar as especificações das máquinas Rover A1836 GFT, medidas máximas

Leia mais

Manual Pedido Eletrônico Orgafarma

Manual Pedido Eletrônico Orgafarma Manual Pedido Eletrônico Orgafarma Versão do manual: 1.0 Data: 15/12/2017 Autor: Vitor Souza Sumário Apresentação... 3 Primeiro acesso... 3 Tela principal... 6 Inclusão de pedidos... 6 Importação de pedidos...

Leia mais

Introdução à Programação

Introdução à Programação Programação de Computadores Introdução à Programação Prof. Helton Fábio de Matos [email protected] Agenda Algoritmo & Programa Variáveis Declaração de tipos Comando de entrada ou de leitura Comando de

Leia mais

Fundamentos de Lógica e Algoritmos. Aula 3.1 Introdução a Programação. Prof. Dr. Bruno Moreno

Fundamentos de Lógica e Algoritmos. Aula 3.1 Introdução a Programação. Prof. Dr. Bruno Moreno Fundamentos de Lógica e Algoritmos Aula 3.1 Introdução a Programação Prof. Dr. Bruno Moreno [email protected] O objetivo dessa disciplina é aprender uma linguagem de programação?? 2 Objetivo da

Leia mais

Word. Introdução. Introdução. Introdução. Interface padrão Margem esquerda da página. Interface padrão

Word. Introdução. Introdução. Introdução. Interface padrão Margem esquerda da página. Interface padrão Introdução Word Prof. Leandro Tonietto Cursos de Informática Unisinos Março-2008 É um editor de textos... ou processador de textos. Editores de texto X processadores de texto. Editor Notepad Kwrite Textpad

Leia mais

Exercícios Repetição

Exercícios Repetição Curso de Engenharia de Controle e Automação Disciplina: Informática para a Automação Professor: Marcelo Cendron Exercícios Repetição 1.1 8.3 Exercícios 1. Faça um programa utilizando o comando while, que

Leia mais

Manual de Apresentação. (19)

Manual de Apresentação. (19) Manual de Apresentação O Métrica TOPO divide-se em dois ambientes: CAD e Planilha. O que pode ser feito com o Métrica TOPO PLAN?» Descarregar equipamentos topográficos;» Descarregar GPS de navegação;»

Leia mais

PROCEDIMENTOS PARA DOWNLOAD, INSTALAÇÃO E CONFIGURAÇÃO DA IMPRESSORA FREEPDF XP. A impressora FreePDF XP é um sistema com licença de uso GLP (Software Livre) e que está disponível para Download no site

Leia mais

Instalação e Configuração de Servidores Linux Server. Prof. Alex Furtunato

Instalação e Configuração de Servidores Linux Server. Prof. Alex Furtunato Instalação e Configuração de Servidores Linux Server Prof. Alex Furtunato [email protected] Roteiro Definições Histórico Características Principais Distribuições Shell Partições Sistemas

Leia mais

Linguagem de Programação I Prof. Tiago Eugenio de Melo.

Linguagem de Programação I Prof. Tiago Eugenio de Melo. Linguagem de Programação I Prof. Tiago Eugenio de Melo [email protected] www.tiagodemelo.info 1 Sumário Introdução Conceitos preliminares Introdução Variáveis Comandos Condicionais 2 Por que aprender a

Leia mais

Sumário APRESENTAÇÃO...3 ACESSO AO SISTEMA...4 FUNCIONALIDADES...5 SIG-PCJ... 3 ACESSANDO O SISTEMA VIA WEB...4 MANUAL DO USUÁRIO...

Sumário APRESENTAÇÃO...3 ACESSO AO SISTEMA...4 FUNCIONALIDADES...5 SIG-PCJ... 3 ACESSANDO O SISTEMA VIA WEB...4 MANUAL DO USUÁRIO... SIG-PCJ Sumário APRESENTAÇÃO...3 SIG-PCJ... 3 ACESSO AO SISTEMA...4 ACESSANDO O SISTEMA VIA WEB...4... 4 FUNCIONALIDADES...5 NAVEGAÇÃO E CONSULTA... 5 FERRAMENTAS DE NAVEGAÇÃO DO MAPA...5 FERRAMENTAS DE

Leia mais