Módulo 16 SD Relé NA Contato Seco
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- Edson Campelo Molinari
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1 Descrição do Produto O módulo, integrante da Série Ponto, possui 16 pontos de saída digital com contatos secos. Ideal para acionamento de cargas em corrente contínua ou alternada e para inserção no intertravamento de circuitos lógicos. O módulo aplica-se ao controle ou supervisão de máquinas ou processos. A foto mostra o produto montado sobre uma base para E/S digitais com bornes tipo mola. Tem como principais características: Alta densidade de pontos Uso dos relés na configuração contato seco ou molhado pela base Troca a quente, sem interferir em qualquer fiação do painel Fiação de campo ligada na base, permitindo a ligação direta de todos os sinais de campo sem uso de bornes intermediários Proteção opcional com fusível em série com sinais de campo Diagnostico local e remoto Endereçamento automático Verificação automática do tipo de módulo pela cabeça do barramento Dados para Compra Itens Integrantes A embalagem do produto contém os seguintes itens: Módulo Guia de instalação Código do Produto O seguinte código deve ser usado para compra do produto: Código Denominação Módulo 16 SD Relé NA Contato Seco Produtos Relacionados Os seguintes produtos devem ser adquiridos separadamente quando necessário: Código PO6000 PO6002 PO6100 PO6102 PO8510 PO8520 PO8522 PO8523 Denominação Base E/S Digital Mola Base E/S Digital Mola e Linha Comum Base E/S Digital Mola c/ Fusível Base E/S Digital Mola c/ Fusível e Linha Comum 10 Folhas com 14 etiquetas de 16 tags p/impressora 16 Fusíveis de 3 A 250 Vac Trava para Montagem em Trilho TS35 Chave para borne tipo mola Altus S. A. 1
2 Características Tipo de módulo Capacidade de comutação resistiva Capacidade de corrente máxima do módulo Tipo de saída Resistência de Contato Carga Mínima para chaveamento Vida útil esperada Configuração do borne Tempo de comutação Freqüência máxima de chaveamento com carga Indicação de estado Indicação de diagnóstico Parâmetros configuráveis Troca a quente Proteções Tensão de alimentação externa Isolação Contatos para lógica Contatos para terra Entre saídas Entre contatos do relé Consumo de corrente do barramento Potência dissipada Temperatura máxima de operação Dimensões 16 saídas digitais isoladas na forma de contato seco de relés 1,5 5 a 30 Vdc 0,5 48 Vdc 0, Vdc 1,5 125 Vac 1,5 240 Vac 16 A Relé normalmente aberto, individualmente isolado. Máximo 100 m na base PO V ciclos com carga nominal. 2 bornes para cada relé (com base PO6000 ou PO6100) 1 borne para carga, 1 borne para retorno e 1 borne para fonte (com base PO6002 ou PO6102) 7,5 ms para fechar 8,5 ms para abrir 0,5 Hz Um LED por ponto de saída Um LED multifuncional com indicação de módulo OK, módulo não acessado e fonte externa ausente. Nenhum Sim Fusível em cada contato de 3 A, 250 Vac, se usado com bases com fusível 19,2 a 30 Vdc incluindo ripple consumo de 5 ma com todos os pontos desligados. consumo de 160 ma com todos os pontos ligados 1500 Vac por 1 minuto, 250 Vac continuo 1500 Vac por 1 minuto, 250 Vac continuo 1000 Vac por 1 minuto, 250 Vac continuo 1000 Vac por 1 minuto, 250 Vac continuo 83 ma 4,30 W com todos pontos ligados 0,6 W com pontos desligados 60 o C, ver nota e gráfico 1 99 x 49 x 81 mm Normas atendidas - IEC :2003, capítulos 8 e 11 Base compatível As bases compatíveis são listadas no item Produtos Relacionados Notas Temperatura máxima de operação: O módulo suporta a temperatura máxima de 60 o C, desde que a tensão de alimentação seja 24 Vdc regulada. Tensões maiores que esta, até o limite de 30 Vdc, reduzem a temperatura máxima conforme o gráfico a seguir. Recomenda-se que as fontes de alimentação sejam sempre reguladas para o melhor desempenho de um sistema de automação.observa-se no gráfico 1, que com tensão de alimentação de 30 Vdc, a temperatura máxima de operação é de 40 o C. Altus S. A. 2
3 Temperatura Máxima Ambiente ( o C) Tensão de Alimentação Externa (Vdc) Gráfico 1 Interrupções na alimentação: Interrupções na alimentação, de duração máxima de 10 ms, quando o módulo estiver operando em sua tensão nominal de 24 Vdc ou superior podem ser suportadas. Interrupções mais longas ou quando operando em tensões abaixo da nominal podem fazer com que o módulo seja reinicializado. Os pontos de saída, caso sejam alimentados diretamente pela tensão externa, refletirão as interrupções na alimentação. Isolação entre contatos do relé: Valor da isolação entre os contatos secos de uma determinada saída quando a mesma estiver desabilitada. Instalação PERIGO: RISCO DE CHOQUE ELÉTRICO Este módulo pode trabalhar com tensões de até 240 Vac. Cuidados especiais devem ser tomados durante a instalação que só deve ser feita por técnicos habilitados. Não tocar na ligação da fiação de campo com a base quando em operação. ATENÇÃO: Dispositivo sensível à eletricidade estática (ESD). Sempre toque num objeto metálico aterrado antes de manuseá-lo. A instalação do módulo pode ser feita de diferentes formas conforme descrito a seguir. As considerações feitas para os bornes tipo mola valem para os bornes tipo parafuso. Altus S. A. 3
4 Instalação Elétrica com Contato Seco O diagrama abaixo mostra a fiação para cargas com alimentação própria, com o módulo instalado em uma base com fusíveis PO6100. O circuito interno da base é mostrado de forma pontilhada, com o fim de tornar clara a distribuição dos sinais. Notas do diagrama: 1 - Os componentes a serem acionados deverão possuir todos os dispositivos necessários para assegurar a confiabilidade do acionamento via contatos de relé, isto é, diodos para cargas indutivas em regime DC, supressor de centelhamento para cargas com componente indutiva em regime de AC. 5 - A instalação elétrica é feita alimentando-se a base com uma fonte de 24 Vdc nas extremidades do borne, nos bornes marcados + e -. Esta conexão é obrigatória, pois é a forma do módulo receber alimentação para acionamento dos relés. 6 - O ponto comum da fonte de alimentação para alimentação dos módulos (0 V) pode ser ligado no terra do painel elétrico. Esta ligação não é obrigatória mas é recomendada para minimizar ruído elétrico em um sistema de automação. Altus S. A. 4
5 7 - O próximo módulo poderá ser alimentado através de pontes dos pontos ( + ) e ( - ) desta base. O número máximo de bases que pode ser conectada desta forma é de 10. Nenhum tipo de outro dispositivo deve ser interligado a estes bornes. Fonte de alimentação do módulo: O módulo utiliza uma fonte de alimentação de 24 Vdc regulada para energização das bobinas dos relés (bornes + e -). Esta fonte de alimentação eventualmente poderá ser a mesma empregada para alimentação dos sensores de campo. Uma fonte regulada com capacidade suficiente de corrente normalmente é suficiente para as duas funções. Em sistemas maiores pode ser conveniente o uso de duas fontes independentes. Fiação de campo: Os elementos de campo são ligados na base conforme o diagrama. O fusível em série protege os contatos do relé, evitando que um curto-circuito ou sobrecarga danifique os mesmos. No caso de uma base sem fusíveis a interligação do módulo é a mesma. A identificação dos bornes possui relação direta com a identificação dos pontos e LEDs do módulo, conforme tabela a seguir: Ponto do módulo Borne de Saída Borne de Saída Recomenda-se o uso de supressores de ruído nos elementos finais de controle, tais como válvulas solenóides e contactoras, como regra geral para o projeto de sistemas de automação. Ver item Circuitos de Proteção a seguir. Altus S. A. 5
6 Instalação Elétrica com Contato Molhado na Base PO6100 Os contatos do módulo podem ser utilizados de forma molhada, utilizando-se a base PO6100 conforme descrito a seguir. Desta forma evita-se o uso de bornes adicionais para a distribuição de alimentação de campo. O circuito interno da base é mostrado de forma pontilhada, com o fim de tornar clara a distribuição dos sinais. As pontes entre os bornes 20 até 37 podem ser feitas com terminais tubulares que aceitam dois fios. Usando-se esta base é possível, portanto, usar alguns contatos secos e outros alimentados pela fonte de campo. Notas do diagrama: 1 - Os componentes a serem acionados deverão possuir todos os dispositivos necessários para assegurar a confiabilidade do acionamento via contatos de relé, isto é, Diodos para cargas indutivas em regime DC, supressor de centelhamento para cargas com componente indutiva em regime de AC. Altus S. A. 6
7 3 - A fonte de alimentação para os componentes de campo deve ser conectada nos pontos A e B de cada base, conforme o diagrama. A tensão da fonte deve obedecer aos limites de comutação do módulo, conforme o item de características técnicas. 4 - O ponto comum da fonte de alimentação para os componentes de campo (0 V) pode ser ligado no terra do painel elétrico. Esta ligação não é obrigatória, mas é recomendada para minimizar ruído elétrico em um sistema de automação. 5 - A instalação elétrica é feita alimentando-se a base com uma fonte de 24 Vdc nas extremidades do borne, nos bornes marcados + e -. Esta conexão é obrigatória, pois é a forma do módulo receber alimentação para acionamento dos relés. 6 - O ponto comum da fonte de alimentação para alimentação dos módulos (0 V) pode ser ligado no terra do painel elétrico. Esta ligação não é obrigatória, mas é recomendada para minimizar ruído elétrico em um sistema de automação. 7 - O próximo módulo poderá ser alimentado através de pontes dos pontos ( + ) e ( - ) desta base. O número máximo de bases que pode ser conectada desta forma é de 10. Nenhum tipo de outro dispositivo deve ser interligado a estes bornes. Fonte de alimentação do módulo: O módulo utiliza uma fonte de alimentação de 24 Vdc regulada para energização das bobinas dos relés (bornes + e -). Esta fonte de alimentação eventualmente poderá ser a mesma empregada para alimentação dos sensores de campo. O usuário deverá certificar-se de que é assegurado uma boa regulação na tensão e um sistema de proteção adequado para que um curto-circuito ou sobrecarga no campo não venham a comprometer o funcionamento do conjunto. Fiação de campo: Esta opção de instalação permite que o módulo trabalhe com os contatos molhados. Isto é realizado fazendo a interligação dos contatos comuns por um cabo na fileira dos bornes numerados de 20 a 37. Esta montagem é feita com terminais tubulares duplos, conectando dois cabos num mesmo ponto. Os elementos de campo são ligados na base conforme o diagrama. O fusível em série protege os contatos do relé, evitando que um curto-circuito ou sobrecarga danifique os mesmos. No caso de uma base sem fusíveis a interligação do módulo é a mesma. A identificação dos bornes possui relação direta com a identificação dos pontos e LEDs do módulo, conforme tabela a seguir: Ponto do módulo Borne de Saída Borne comum da carga Recomenda-se o uso de supressores de ruído nos elementos finais de controle, tais como válvulas solenóides e contactoras, como regra geral para o projeto de sistemas de automação. Ver item Circuitos de Proteção a seguir. Altus S. A. 7
8 Instalação Elétrica com Contato Molhado na Base PO6102 Os contatos do módulo podem ser utilizados de forma molhada, utilizando-se a base PO6102 que já possui interligados os bornes 20 à 37 para distribuição do comum da fonte de alimentação. Desta forma evita-se o uso de bornes adicionais para a distribuição de alimentação de campo. O circuito interno da base é mostrado de forma pontilhada, com o fim de tornar clara a distribuição dos sinais. Notas do diagrama: 1 - Os componentes a serem acionados deverão possuir todos os dispositivos necessários para assegurar a confiabilidade do acionamento via contatos de relé, isto é: Diodos para cargas indutivas em regime DC, supressor de centelhamento para cargas com componente indutiva em regime de AC. 3 - A fonte de alimentação para os componentes de campo deve ser conectada nos pontos A e B de cada base, conforme o diagrama. A tensão fonte deve obedecer aos limites de comutação do módulo, conforme o item de características técnicas. 4 - O ponto comum da fonte de alimentação para os componentes de campo (0 V) pode ser ligado no terra do painel elétrico. Esta ligação não é obrigatória, mas é recomendada para minimizar ruído elétrico em um sistema de automação. Altus S. A. 8
9 5 - A instalação elétrica é feita alimentando-se a base com uma fonte de 24 Vdc nas extremidades do borne, nos bornes marcados + e -. Esta conexão é obrigatória pois é a forma do módulo receber alimentação para acionamento dos relés. 6 - O ponto comum da fonte de alimentação para alimentação dos módulos (0 V) pode ser ligado no terra do painel elétrico. Esta ligação não é obrigatória, mas é recomendada para minimizar ruído elétrico em um sistema de automação. 7 - O próximo módulo poderá ser alimentado através de pontes dos pontos ( + ) e ( - ) desta base. O número máximo de bases que pode ser conectada desta forma é de 10. Nenhum tipo de outro dispositivo deve ser interligado a estes bornes. Fonte de alimentação do módulo: O módulo utiliza uma fonte de alimentação de 24 Vdc regulada para energização das bobinas dos relés (bornes + e - ). Esta fonte de alimentação eventualmente poderá ser a mesma empregada para alimentação de sensores de campo. O usuário deverá certificar-se de que é assegurado uma boa regulação na tensão e um sistema de proteção adequado para que um curto-circuito ou sobrecarga no campo não venham a comprometer o funcionamento do conjunto. Fiação de campo: Esta opção de instalação elétrica permite que o módulo trabalhe com os contatos molhados. Isto é possível utilizandose a base PO6102 que tem interligados os bornes numerados de 20 a 37. Os elementos de campo são ligados na base conforme o diagrama. O fusível em série protege os contatos do relé, evitando que um curto-circuito ou sobrecarga danifique os mesmos. No caso de uma base sem fusíveis a interligação do módulo é a mesma. A identificação dos bornes possui relação direta com a identificação dos pontos e LEDs do módulo, conforme tabela a seguir: Ponto do módulo Borne de Saída Borne comum da carga Recomenda-se o uso de supressores de ruído nos elementos finais de controle, tais como válvulas solenóides e contactoras, como regra geral para o projeto de sistemas de automação. Ver item Circuitos de Proteção a seguir. Altus S. A. 9
10 Circuitos de Proteção Circuitos de proteção dos contatos são recomendados para prolongar a expectativa de vida do relé, especialmente quando trabalhando com cargas indutivas. Essa proteção terá a vantagem adicional de suprimir ruídos, bem como, prevenir a carbonização da superfície do contato quando o relé é aberto. Os circuitos de proteção devem ser montados próximos da carga, como regra, não devem estar afastados mais que 0,5 metros. Os circuitos típicos de proteção dos contatos são vistos a seguir. Circuito com Diodo Esta é a forma mais eficiente para a eliminação do arco que se forma nos contatos do relé no momento do desarme. Porém, pode trazer problemas, pois aumenta o tempo de desarme caso a carga seja, por exemplo, uma contactora ou solenóide. O circuito pode ser utilizado somente para tensões contínuas, sua tensão reversa deve ser maior que a da fonte e a corrente no mínimo igual a da carga. Circuito com Diodo e Zener O circuito com diodo e zener é adequado quando o tempo de desarme do circuito com diodo é excessivo. Assim como o circuito com diodo, ele só deve ser utilizado em tensões contínuas. A tensão do zener deve ser superior a tensão de pico da fonte e a corrente no mínimo igual a da carga. Circuito com Varistor O circuito com varistor limita a tensão do circuito indutivo de forma semelhante a um zener. Sua tensão de condução é em geral maior que um zener e é bidirecional, possibilitando seu uso em circuitos DC ou AC, onde é mais utilizado. Deve ser selecionado conforme tensão máxima da fonte, energia armazenada na carga e vida útil desejada. Circuito RC O circuito de proteção RC (R em série com um C) pode ser montado em paralelo com o contato ou em paralelo com a carga. A montagem em paralelo com os contatos é recomendada para cargas alimentadas em tensão contínua. A montagem em paralelo com a carga é recomendada para cargas alimentadas com tensões contínuas ou alternadas. Os circuitos RC são mais eficazes quando utilizados em tensões acima de 100 V. Para selecionar os valores de R e C, recomenda-se que o resistor tenha de 0,5 a 1 ohm para cada 1 V de tensão, e o capacitor tenha 0,5 a 1 F para cada 1 A de corrente. Por exemplo, em uma carga de 220 V/1 A pode-se utilizar um resistor de 220 ohms e um capacitor de 1 F (o modelo do capacitor deve estar adequado ao tipo e valor da tensão da carga). ATENÇÃO: Descargas atmosféricas (raios) podem causar danos ao módulo apesar das proteções existentes. Caso a alimentação do módulo seja proveniente de fonte localizada fora do painel elétrico onde está instalado o módulo, com possibilidade de estar sujeita a descargas deste tipo, deve ser colocada proteção adequada na entrada da alimentação do painel. Caso a fiação dos pontos de saída esteja susceptível a este tipo de fenômeno, deve ser utilizada proteção contra surtos de tensão Altus S. A. 10
11 Montagem Mecânica A montagem mecânica deste módulo é descrita no manual de Utilização da Série Ponto, não há nenhuma particularidade na instalação mecânica deste módulo. O código mecânico a ser ajustado na base de montagem é 2 na chave A e 2 na chave B. Parametrização O módulo não tem nenhum parâmetro a ser configurado. Diagnóstico Bytes de Diagnóstico O módulo possui um byte para diagnosticar o funcionamento módulo. Os bits de diagnóstico são descritos a seguir: Byte 0 - Gerais do Módulo Código mensagem PROFIBUS Descrição Sempre zeros 0 - Tensão externa Normal 1 02 Tensão externa abaixo de 19,2 Vdc 0 - Sempre zero LED de Diagnóstico O LED de diagnóstico deste módulo indica as seguintes situações: LED DG Significado Causas Ligado Piscando 1X Funcionamento normal Módulo não acessado pela cabeça ou falha da lógica do módulo - Tipo de módulo errado para a posição - Módulo não declarado - Módulo danificado Piscando 3X Tensão externa baixa - A alimentação externa do módulo está abaixo de 19,2 Vdc Altus S. A. 11
12 Dimensões Físicas Dimensões em mm, considerando o módulo montado em sua base. O Manual de Utilização da Série Ponto - MU deve ser consultado para dimensionamento geral do painel. Ao lado um módulo montado numa base PO6000, PO6002, PO6050 ou PO6052 e sob um trilho DIN TS35. Ao lado um módulo montado numa base PO6100, PO6102, PO6150 ou PO6152 e sob um trilho DIN TS35. Manutenção O procedimento para troca a quente do módulo é descrito no Manual de Utilização da Série Ponto. Manuais Para maiores detalhes técnicos, configuração, instalação e programação dos produtos da série Ponto, os seguintes documentos devem ser consultados: Código do Documento CT MU MU MU MU Descrição Características e Configuração da Série Ponto - IP20 Manual de Utilização da Série Ponto Manual de Utilização PO CPU Manual de Utilização PO Cabeça PROFIBUS Manual de Configuração da Remota PROFIBUS Adicionalmente os manuais de utilização das cabeças de rede de campo e de UCPs compatíveis podem ser consultados. Altus S. A. 12
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