DO CONCELHO DE PROENÇA-A-NOVA
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- Antônio Almada Lancastre
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1 PLANO DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL E PLANO DE AÇÃO DO CONCELHO DE PROENÇA-A-NOVA JUNHO DE 2015 A DEZEMBRO 2017
2 1 NOTA INTRODUTÓRIA Atualmente torna-se cada vez mais evidente a necessidade de adequar o crescimento económico ao bem estar social, para que as desigualdades sociais sejam progressivamente menores, garantindo uma igualdade de oportunidades para todos. Para que isso seja possível é necessário envolver todas as dimensões de governação, tais como a educação, a economia, o emprego, o ambiente, a saúde, a cultura, o lazer, os transportes, entre outras. O Plano de Desenvolvimento Social pretende, de uma forma conjunta e concertada, definir estratégias de intervenção que promovam o desenvolvimento social local. Estas estratégias assentam numa metodologia participativa por parte dos atores locais, à semelhança dos documentos anteriormente elaborados pela Rede Social de. Após a elaboração do Diagnóstico Social e com base nas problemáticas identificadas pelos parceiros, foram definidos três eixos de intervenção prioritária, qualificação e emprego, grupos vulneráveis e capacitação da família e da comunidade. Com o objetivo de definir estratégias para dar resposta aos eixos de intervenção, e para que estas fossem o mais participativas possível foram formados grupos de trabalho para cada um dos eixos, sendo os parceiros divididos conforme a temática. Ficou definido que em todos os grupos de trabalho estaria presente um representante do Instituto de Segurança Social e um representante da Câmara Municipal. As freguesias optaram por eleger um representante de todas elas, que era variável consoante o eixo de intervenção. Para além dos parceiros supra citados o grupo de trabalho do eixo da qualificação e emprego foi constituído pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional de Castelo Branco, Associação de Pais e Encarregados de Educação do Agrupamento de Escolas do Concelho, Associação para o Desenvolvimento do Pinhal Interior Sul - Pinhal Maior e Nercab - Associação Empresarial da Região de Castelo Branco, que apesar de não ser parceira do CLAS de Proençaa-Nova tem um papel preponderante na dinâmica empresarial da região. Para o eixo dos grupos vulneráveis foram convocados o Centro de Saúde e todas as IPSS s e Santas Casas da Misericórdia do Concelho. O grupo da capacitação da família e da comunidade contou com a participação do Agrupamento de Escolas do Concelho, Instituto de São Tiago, Associação de Pais e Encarregados de Educação do Agrupamento de Escolas do Concelho e Núcleo de Juventude. No decorrer das reuniões tornou-se evidente que encontrar estratégias para dar resposta a determinados problemas seria mais difícil que o habitual, devido à atual conjuntura económica, que por exemplo, dificulta a implementação e expansão do tecido empresarial, o alargamento das respostas sociais a uma rede de cuidados continuados e a equipamentos de apoio à deficiência. Depois de elaborado o Plano de Desenvolvimento é desenvolvido o Plano de Ação, um instrumento de operacionalização, ou seja, um documento onde estão definidos os projetos e intervenções a realizar tendo por base o enquadramento estratégico pré-definido.
3 2 O Plano de Ação tem habitualmente a duração de um ano, mas a maioria das ações faz sentido serem desenvolvidas durante toda a vigência do Plano de Desenvolvimento Social. Posto isto, optou-se por elaborar o Plano de Ação pelo mesmo período do Plano de Desenvolvimento Social e por elaborar um só documento que incorpore os dois, visto serem complemento um do outro. Os Planos estão estruturados para serem desenvolvidos ao longo de 3 anos, de 2015 a 2017, não obstante poderem sofrer alterações anuais, se o CLAS assim o entender.
4 3 EIXO 1 - QUALIFICAÇÃO E EMPREGO Elevada taxa de desemprego Reduzir a taxa de desemprego contribuindo para uma melhoria das condições de vida da população 1. Informar as entidades empregadoras sobre a mão de obra disponível e os desempregados sobre as ofertas de emprego Manutenção da bolsa de emprego existente Atualização permanente da bolsa de emprego Câmara Municipal, IEFP e entidades empregadoras Desempregados e entidades empregadoras 2. Informar os empresários sobre os apoios disponíveis Realizar sessão de esclarecimento sobre incentivos de apoio à contratação Sessão de esclarecimento Câmara Municipal e IEFP Entidades Empregadoras Janeiro de 2016 a dezembro de 2016
5 4 3. Permitir a colocação de desempregados no mercado de trabalho Fomentar a inserção de desempregados através de contratos emprego inserção, estágio emprego, entre outros Candidaturas a CEI, estágio emprego e outras medidas de apoio à contratação Misericórdias, IPSS s, Empresas e IEFP Desempregados Baixas qualificações e competências profissionais Aumentar as qualificações profissionais, tentando adequá-las às ofertas de emprego disponíveis 1. Aumentar a variedade da oferta formativa Disponibilizar cursos de formação profissional diretamente vocacionados para as necessidades locais Realização de cursos de formação IEFP, Pinhal Maior e AEBB Desempregados
6 5 2. Divulgar ofertas de formação Informar um maior número de pessoas sobre as ofertas formativas disponíveis Criação, no site do Município, de um espaço para divulgação da oferta formativa. IEFP, Pinhal Maior, AEBB e Entidades Empregadoras Desempregados Fraco dinamismo empresarial Apoiar o empreendedorismo 1. Promover a aquisição de novas competências Disponibilizar cursos que permitam a aquisição de novas competências, nomeadamente em tradições locais Cursos de formação IEFP, Pinhal Maior e AEBB Desempregados
7 6 2. Disponibilizar recursos que facilitem a produção de produtos locais Adaptar e equipar um espaço Criação de um espaço onde seja possível a produção de diversos produtos locais IEFP e Pinhal Maior Pequenos produtores 3. Facilitar a colocação de produtos locais no mercado Criar um grupo de trabalho com diversos produtores locais onde se definam estratégias que facilitem a colocação dos produtos no mercado Criar parceiras e elaborar candidaturas a programas que apoiem pequenos produtores IEFP Pinhal Maior e AEBB Pequenos produtores Informar os produtores sobre o funcionamento da marca " Origem" Comercialização dos produtos através da marca Câmara Municipal, Freguesias e Centro de Ciência Viva Pequenos produtores
8 7 Analfabetismo sénior Diminuir o nível de iliteracia, inclusive a digital 1. Adquirir competências na área das tecnologias de informação e comunicação Aumentar a oferta formativa, descentralizando-a por diversas localidades do Concelho Realização de ações de formação em diversas localidade Câmara Municipal, Freguesias e Associações Locais População em geral 2. Dotar a população sénior de conhecimentos relacionados com a saúde Disponibilizar os recursos existentes na Unidade Móvel de Saúde Dinamizar a Unidade Móvel de Saúde Santas Casas, IPSS s e Centro de Saúde População em geral
9 8 EIXO 2 - GRUPOS VULNERÁVEIS Envelhecimento da população Promover o envelhecimento ativo e os direitos das pessoas idosas 1. Aumentar o acesso ao lazer e ao convívio entre idosos Desenvolver atividades que potenciem as relações interpessoais Continuar a dinamizar a Universidade Sénior, os passeios seniores, a comemoração de dias festivos, entre outros. Santas Casas e IPSS s População sénior 2. Contribuir para o aumento do bem-estar dos idosos Implementar ações que salientem a importância da adoção de estilos de vida saudáveis e a ocupação dos tempos livres Continuar a dinamizar a ginástica sénior, a hidroginástica, os passeios pedestres, as ações de sensibilização na área do bem estar e saúde Santas Casas, IPSS s e Centro de Saúde População sénior
10 9 3. Envolver os parceiros na identificação e resolução das problemáticas inerentes à população idosa Reunir diversas entidades capazes de dar resposta a problemáticas relacionadas com os idosos Criação da Comissão de Proteção das Pessoas Idosas Santas Casas, IPSS s, Centro de Saúde, Segurança Social, GNR e Bombeiros População sénior Desertificação e isolamento Combater a desertificação e o isolamento da população 1. Dinamizar serviços de apoio à população Deslocação de serviços a diferentes localidades do Concelho Continuar a dinamizar a Bibliomóvel, a Unidade Móvel de Saúde, a ginástica sénior, as ações de formação, entre outros. Associações Locais, AEBB, IEFP e Pinhal Maior População em geral
11 10 Insuficiente rede de transportes públicos Minimizar a falta de transportes públicos em algumas localidades do Concelho 1. Dotar o Concelho de mais transportes públicos Organizar uma rede de transportes municipais que permita a deslocação da população à sede de Concelho, nas interrupções letivas Transportes Municipais Gratuitos Câmara Municipal e Freguesias População em geral Fracas redes de informação Tornar a informação mais acessível à comunidade 1. Fazer com que toda a população tenha acesso, de forma equitativa, à informação disponibilizada pela Câmara Municipal, Freguesias e outras entidades
12 11 Disponibilização de placares informativos Afixação de placares informativos em todas as localidades no Concelho Câmara Municipal e Freguesias População em geral Alcoolismo Reduzir o excessivo consumo de álcool 1. Alertar a população para os problemas inerentes ao consumo excessivo de álcool Desenvolver ações que abranjam pessoas com problemas de alcoolismo Realização de ações de sensibilização Centro de Saúde, Associações Locais e CRI População em geral Inexistência de uma rede de cuidados continuados Facilitar o acesso a esta resposta social 1. Tentar minimizar a ausência de uma rede de cuidados continuados no Concelho
13 12 Agilizar parcerias com entidades que possuem resposta social na área Reunir com os parceiros sempre que se achar pertinente Câmara Municipal, Segurança Social, Centro de Saúde, Santas Casas e IPSS s População em geral Inexistência de equipamentos de apoio à deficiência Facilitar o acesso a esta resposta social 1. Tentar minimizar a ausência de equipamentos de apoio à deficiência no Concelho Agilizar parcerias com entidades que possuem resposta social na área Reunir com os parceiros sempre que se achar pertinente Câmara Municipal, Segurança Social, Centro de Saúde, Santas Casas, IPSS s e ACAPO População deficiente
14 13 EIXO 3 - CAPACITAÇÃO DA FAMÍLIA E DA COMUNIDADE Muitas horas sem acompanhamento dos alunos Combater o "tempo não produtivo" dos alunos 1. Incentivar os jovens a terem uma participação mais ativa na intervenção comunitária Dinamização de uma rede de voluntariado jovem Realização de atividades em prol da comunidade Centro de Saúde, Santas Casas, IPSS s, Agrupamento de Escolas, Instituto S. Tiago, CPCJ, Associação de Pais, Associações Locais, Núcleo de Juventude e Bombeiros Jovens 2. Melhorar as ofertas de ocupação de tempos livres Realização de ações de ocupação de tempos livres Workshops e atividades temáticas Câmara Municipal, Centro de Ciência Viva, Agrupamento de Escolas, Instituto S. Tiago, CPCJ, Associação de Pais, Núcleo de Juventude e Bombeiros Jovens
15 14 Contextos familiares disfuncionais Promover a harmonia familiar 1. Capacitar as famílias para uma melhor gestão da vida familiar Dotar as famílias de "instrumentos" que lhes permitam melhorar as relações entre si Realização de ações de sensibilização Câmara Municipal, Agrupamento de Escolas, Instituto S. Tiago, CPCJ, Associação de Pais, Associações Locais, IPSS s e Santas Casas População em geral 2. Desenvolver atividades que intensifiquem a interação da família com a escola e reforcem a importância dos encarregados de educação no percurso escolar dos seus educandos Promover uma participação mais ativa das famílias no ambiente escolar Realização de atividades lúdicas Câmara Municipal, Agrupamento de Escolas, Instituto S. Tiago, CPCJ e Associação de Pais Comunidade escolar Aumento do consumo precoce de substâncias psicoativas Reduzir o consumo de substâncias psicoativas
16 15 1. Sensibilizar os jovens para os perigos inerentes ao consumo de substâncias psicoativas Reunir diversas entidades capazes de dar resposta ao consumo de substâncias psicoativas Criação de um grupo de trabalho Câmara Municipal, Centro de Saúde, Segurança Social, Agrupamento de Escolas, Instituto S. Tiago, CPCJ, Associação de Pais, Núcleo de Juventude, CRI e GNR Jovens 2. Promover estilos de vida saudáveis junto da população jovem Incentivar a prática de exercício físico e alimentação saudável Realização de diversas atividades junto da população jovem Câmara Municipal, Centro de Saúde, Agrupamento de Escolas, Instituto S. Tiago, CPCJ, Associação de Pais e Núcleo de Juventude Jovens
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