Plano desenvolvimento social
|
|
|
- Marco Antônio Ventura Azenha
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Plano desenvolvimento social
2 Área Intervenção I FAMÍLIA (HABITAÇÃO/EDUCAÇÃO) - Problemas ao nível do parque habitacional; - Falta de expetativas/ objetivos ao nível educativo; - Défice de competências sociais e pessoais; - Número de famílias/ indivíduos identificados. - Diagnóstico Social; - Análise Swot. - Agrupamento de Escolas de Pampilhosa da Serra; - Projeto Trilhos Rur@l_idades; - Associação de Pais - Falta de financiamento; - Reduzida motivação dos destinatários. - Criação de uma política de apoio à habitação. - Promover na comunidade educativa um programa de valorização do processo educativo; - Aumentar as competências sociais e pessoais; - Realizar sessões práticas de capacitação;. Ter em 2017 criado e implementado um programa prático-formativo, - criação de regulamento municipal de apoio á habitação. - Número de famílias/ indivíduos identificados. - Taxa de sucesso escolar até 3. Ciclo ensino básico - N.º de alunos a prosseguirem os estudos. - N.º de ações realizadas no âmbito das competências pessoas e sociais. - Registos de avaliação/ dados recolhidos no âmbito da execução das ações - Agrupamento de Escolas de Pampilhosa da Serra; - Projeto Trilhos Rur@l_idades; - Associação de Pais - Falta de financiamento; - Reduzida motivação dos destinatários. - Melhoria das condições de habitabilidade; - Melhoria dos resultados escolares e aumento de número de alunos a prosseguirem estudos, além da escolaridade obrigatória; - Aumento de competências sociais e pessoais. - Desenvolver ações de gestão doméstica para a aquisição de competências sociais e pessoais junto das famílias e indivíduos, capacitando-os para a sua autonomia social, profissional e económica; - Regulamento de apoio à habitação; Programas de intervenção comunitária e educativa; - Analisar os projetos com vista ao sucesso escolar, identificando necessidades e estratégias para otimizar recursos; -Ações de formação especializada em diversas áreas de atuação (parental, gestão, económica, etc.); - Sessões práticas de capacitação Eu e os Outros. - N.º de intervenções em habitações realizadas. - Taxa de sucesso escolar até 3. Ciclo ensino básico - N.º de alunos a prosseguirem os estudos. - N.º de ações realizadas no âmbito das competências pessoas e sociais. - Observação direta; - Aplicação de questionários de avaliação da satisfação - Agrupamento de Escolas de Pampilhosa da Serra; - Projeto Trilhos Rur@l_idades; - Associação de Pais Projeto EPIS - Falta de financiamento; - Reduzida motivação dos destinatários
3 Área Intervenção II ENVELHECIMENTO ATIVO - Perspetiva negativa do Envelhecimento. - Elevado número de população com 65 ou mais anos de idade. - Diagnóstico Social; - Análise Swot. Juntas de Freguesia -Município de Pampilhosa da Serra - GNR; - IPSS. - Falta de financiamento. - Ter em 2017 uma redução de um número significativo de idosos isolados Reduzir o isolamento social da população idosa através de programas de intervenção específicos. - Levantamento do número de idosos em situação de isolamento; - Número de idosos a participar no Programa Conversas de Avós - Registos de avaliação/ dados recolhidos no âmbito da execução das ações. -Juntas de Freguesia -Município de Pampilhosa da Serra - GNR; - IPSS. - Reduzida motivação dos destinatários. - Melhoria da qualidade de vida da população idosa; Promover o sentimento de segurança e autoestima dos idosos das freguesias/ aldeias mais isoladas do concelho; - Levantamento/ atualização dos Idosos Isolados. - Grau de participação dos destinatários; - Grau de Satisfação dos destinatários; - Número de situação de burlas - Relatórios de avaliação anuais. Juntas de Freguesia -Município de Pampilhosa da Serra - GNR; - IPSS. - Reduzida motivação dos destinatários. - Programa Conversas de Avós; - Criar Observatório da terceira idade; - Criar uma figura Provedor (embaixador/ representante) da terceira idade. - criar um Parque Geriátrico. -
4 Área Intervenção III SAÚDE E QUALIDADE DE VIDA - Elevados gastos com a saúde (transporte); - Desvalorização da higiene oral; - Desvalorização dos cuidados de saúde preventivos; - Preponderância de doenças crónicas influenciadas pelos estilos de vida. - Número de cheques dentista; - Elevado número de mortalidade associado aos estilos de vida - Diagnóstico elaborado pelo Centro de Saúde; - Diagnóstico Social. - Centro de Saúde. - Políticas de saúde dentária ineficaz; - Serviço Nacional de Saúde focado para o tratamento.- Cortes dos apoios pela ARS/ Ministério da Saúde - Rentabilizar o serviço que existe de forma integrada dinamizando ações de promoção da saúde - Ter em 2014, 20% dos alunos abrangidos pelo projeto bochechos; -Ter em 2017, 90% de utilização dos cheques dentista; - Rentabilizar o serviço móvel existente. - Aumentar o Apoio económico e/ ou comparticipação em despesas de saúde e transporte; - Contribuir para o estado de saúde da população; -Contribuir para a prevenção dos problemas relacionados com a saúde oral; - Número de utentes apoiados; - Diagnóstico elaborado pelo Centro de Saúde; - Diagnóstico Social. - Centro de Saúde. - Município - Políticas de saúde dentária ineficaz; - Serviço Nacional de Saúde focado para o tratamento; - Cortes dos apoios pela ARS/ Ministério da Saúde - Inquérito de avaliação; - Grau de satisfação dos destinatários; - Estatística relativamente ao número de cheques utilizados; - Número de ações de prevenção realizadas. - Diagnóstico elaborado pelo Centro de Saúde; - Diagnóstico Social - Centro de Saúde. - Ministério da Saúde; - IPSS - Políticas de saúde dentária ineficaz; - Serviço Nacional de Saúde focado para o tratamento; - Cortes dos apoios pela ARS/ Ministério da Saúde; - Profissionais de saúde que integrem uma unidade de cuidados na comunidade - Ações de intervenção na área da saúde oral ( bochechos 15/ 15 dias; Projeto SOBE (Kits saúde oral, escovagem de dentes) bibliotecas escolares); - Ações de promoção da redução do sal no pão e na sopa junta dos estabelecimentos comerciais. - Ações de prevenção do excesso de peso na idade escolar; - Rastreio de liga do cancro; - Implementar uma Unidade Cuidados de saúde na Comunidade.
5 Área Intervenção IV EMPREGO (FORMAÇÃO E EDUCAÇÃO) - Falta de iniciativa privada ao nível do emprego e empreendedores; - Escassa oferta de emprego (falta de empresas empregadoras); - Salários baixos; - Número de desempregados inscritos no IEFP; Número de empresas no concelho; Número de CEI, CEI+ e estágios profissionais a decorrer no concelho; - Dados estatísticos do IEFP - Dados estatísticos do INE - Ação Social Município Pampilhosa da Serra - IEFP - Programas comunitários de apoio/ perceção da situação financeira do Município; - Conjuntura económica do país e do mundo. - Quebrar o ciclo de emprego precário até 2017; - Reduzir em 15% o número de população em trabalho precário; - Ter em % da população inscrita no IEFP com contrato de trabalho efetivo; - Aumentar em 30% a oferta formativa geral no concelho; - Aumentar em 80% a oferta formativa dos empresários da restauração no concelho; - Aumentar em 50% o número de pessoas em formação; - Aumentar a taxa de integração profissional da população jovem; - Aumentar oferta para o trabalho efetivo no concelho; - Aumentar oferta qualificada de mão-deobra; - Aumentar a empregabilidade dos inscritos no IEFP - Políticas municipais de apoio empresarial; - Ação de qualificação e requalificação de competências pessoais e profissionais da população vulnerável; - Promover o empreendedorismo e a criação do próprio emprego; - Número de pessoas em formação; - Número de desempregados inscritos no IEFP; - Número de indivíduos que integrem uma resposta profissional a médio/ longo prazo; - Número de indivíduos que se encontram em trabalho precário; - Dados do IEFP - IEFP; - Associações Concelhias - Associação de Empresários - Dados do IEFP - IEFP - Baixas competências pessoais e profissionais da população em trabalho precário
6 Área Intervenção V ASSOCIATIVISMO - Visão negativa do concelho; - Falta de sentimentos de pertença e identidade face ao concelho; - Número de Associações/ Ligas - Observação direta; - Registo de participantes. - Associações/ Ligas - Valorização do interior/ cuidados rurais; - Regresso ao concelho da população; - Afastamento geográfico dos dirigentes associativos - Envolver Associações/ Ligas e a população em atividades socioculturais; - Aumentar a participação cívica da população concelhia; - Ter em 2017 um número significativo de Associações/ Ligas a participar em atividades socioculturais; - Número de Associações/ Ligas inscritas por tipologia; - Grau de participação da população; - Número de participantes. - Observação direta; - Registo de participantes. - Associações/ Ligas - Valorização do interior/ cuidados rurais; - Regresso ao concelho da população; - Afastamento geográfico dos dirigentes associativos - aumentar em 10% o número de publicações relativas ao Concelho - Maior coesão entre as diversas Associações locais; - Aumentar o dinamismo das Associações (reforçar o empowerment). - Valorização do património material e imaterial - Grau de participação da população; - número de Associações/ Ligas participantes. - Observação direta; - Registo de participantes. - Associações/ Ligas - Casa do Concelho de Pampilhosa da Serra - Valorização do interior/ cuidados rurais; - Regresso ao concelho da população; - Afastamento geográfico dos dirigentes associativos Projeto Associa +: - Intercâmbio Associativo; Dinamização de atividades na área cultural e recreativa, nomeadamente na música e na dança com a criação de grupos de cantares, danças populares e gastronomia; - Workshops sobre cidadania e participação cívica e território local, junto dos dirigentes associativos. - Levantamento do património religioso e etnográfico. - Programa Anual do Associativismo Concelhio; - Aumentar em 20% o envolvimento das Associações nos intercâmbios anuais; - Número de dirigentes associativos envolvidos nos workshops; - Publicações - Criação de listagens de registos - Diocese - Juntas de Freguesia - Fábricas da Igreja - Associações - Ausência de cultura de partenariado; - Entraves relativamente à divulgação do património religioso; - Perda de memória de algum património etnográfico;
7 Área Intervenção VI GESTÃO DO PLANO DESENVOLVIMENTO SOCIAL - Gerir o PDS através do envolvimento dos parceiros do CLASPPS. - Atualizar anualmente dados do Diagnóstico. - Formar os parceiros do CLASPS em áreas específicas. - Criar mecanismos de informação local periódica. - Nível de execução do PDS e Planos de ação anuais. - N.º de dados atualizados. - N.º e âmbito da formação dinamizada. - N.º de ferramentas de divulgação criadas. -Diagnóstico Social. - Plano Desenvolvimento Social - Relatórios de avaliação dos Planos de ação anuais. CLASPPS - Disponibilidade das entidades parceiras. - Ter um bom nível de execução do Plano de desenvolvimento Social. -Ter os parceiros com bom nível de envolvimento na atividade da Rede Social. - Ter bom nível de participação dos parceiros noa construção de instrumentos de planeamento. - Grau de participação nas reuniões de CLASPPS. Diagnóstico Social. - Plano Desenvolvimento Social - Relatórios de avaliação dos Planos de ação anuais. CLASPPS - Disponibilidade das entidades parceiras. - Criar uma agenda social - Realizar ações de formação
PLANO DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL
PLANO DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL 2014-2016 REDE SOCIAL DO CONCELHO DE VIMIOSO 1 Introdução O Plano de Desenvolvimento Social (PDS) é, conforme regulamentado no DL 115/2006 de 14 de Junho, o instrumento
EIXO 1: EMPREGO, QUALIFICAÇÃO, EMPREENDEDORISMO E INICIATIVA LOCAL
EIXO 1: EMPREGO, QUALIFICAÇÃO, EMPREENDEDORISMO E INICIATIVA LOCAL Desenvolver as condições facilitadoras da criação de emprego, combate ao desemprego e incentivo à iniciativa local referente ao empreendedorismo
1 Introdução. 2 - Plano de Acção para A Metodologia Áreas de Intervenção Saúde, Equipamentos e Respostas Sociais.
Índice. 1 Introdução 2 3 2-4 2.1. - A Metodologia. 4 3 - Áreas de Intervenção. 4 3.1 Saúde, Equipamentos e Respostas Sociais. 4 3.2 - Educação e Formação. 10 3.3 - Habitação 14 3.4 - Transportes e Acessibilidades
Plano de Ação Rede Social de Alter do Chão
Plano de Ação Rede Social de Alter do Chão Conselho Local de Ação Social de Alter do Chão Câmara Municipal de Alter do Chão Centro Distrital de Portalegre, ISS, I.P. Santa Casa da Misericórdia de Alter
Plano de Acção
- 2 - Nota Prévia A Rede Social afirmou-se ao longo da sua criação como uma medida inovadora e com capacidade de produzir alterações positivas na intervenção social. Esta medida assumiu-se, desde início,
PLANO DE AÇÃO
PLANO DE AÇÃO 2014-2015 REDE SOCIAL DO CONCELHO DE VIMIOSO Introdução O Plano de Ação 2014-2015 é um documento de planeamento onde se identificam os projetos e intervenções previstos para esse período,
CLDS 3G REDONDO. Gerar Evolução
CLDS 3G REDONDO Gerar Evolução Enquadramento: A presente síntese do projeto CLDS 3G Redondo GERAR EVOLUÇÃO, da responsabilidade Entidade Coordenadora Local (Centro Infantil Nossa Senhora da Saúde de Redondo),
Núcleo Executivo do CLAS de Mafra, 28 Maio de
Plano de Ação Rede Social Mafra Eixo I - DEMOGRAFIA E EQUIPAMENTOS (INFRA-ESTRUTURAS DE APOIO) Objectivo geral 1. Reforçar as estruturas de apoio ao idoso Objectivo Específico 1. Aumentar a capacidade
PLANO DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL DE VILA NOVA DE POIARES
PLANO DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL DE VILA NOVA DE POIARES PLANO DE AÇÃO Versão Preliminar esquemática para discussão pública Plano de Desenvolvimento Social de Vila Nova de Poiares Plano de Ação Versão Preliminar
Enquadramento Eixos Prioritários de Intervenção
Enquadramento O Plano de Ação é um instrumento operativo, elaborado em cada ano, no qual se define e orienta o trabalho, estabelecendo e calendarizando as ações e atividades que irão ser desenvolvidas
DO CONCELHO DE PROENÇA-A-NOVA
PLANO DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL E PLANO DE AÇÃO DO CONCELHO DE PROENÇA-A-NOVA JUNHO DE 2015 A DEZEMBRO 2017 1 NOTA INTRODUTÓRIA Atualmente torna-se cada vez mais evidente a necessidade de adequar o crescimento
Programa Rede Social Nisa PLANO DE AÇÃO Câmara Municipal de Nisa. Praça do Município Nisa Telefone
PLANO DE AÇÃO 2019 NOTA PRÉVIA Decorrente do processo de atualização do diagnóstico social e do plano de desenvolvimento social, da Rede Social do Concelho de Nisa e numa perspetiva de continuidade em
27 de junho de Domingos Lopes
27 de junho de 2016 Domingos Lopes Objetivos Temáticos OT 8. Promover a sustentabilidade e a qualidade do emprego e apoiar a mobilidade dos trabalhadores assumindo como meta nacional, até 2020, o aumento
DICAS - Dinâmicas Comunitárias de Ativação Social
ADILO PLANO DE AÇÃO CLDS 3G Lordelo do Ouro e Massarelos DICAS - Dinâmicas Comunitárias de Ativação Social 2016-2018 Eixo de Intervenção Objetivos Gerais por Eixo de Intervenção N.º Objetivo Descrição
ESTRATÉGIA DE DESENVOLVIMENTO LOCAL. GAL Capacitar o Montijo
ESTRATÉGIA DE DESENVOLVIMENTO LOCAL GAL Capacitar o Montijo ESTRATÉGIA DE DESENVOLVIMENTO LOCAL 1 ESTRATÉGIA DE DESENVOLVIMENTO LOCAL (EDL) A EDL incide em traços gerais nas seguintes problemáticas: Acesso
Estudo Sociodemográfico da População de Etnia Cigana em Olhão. Educadora Social Tatiana Narciso Socióloga Isadora Barbosa 27 de Maio 2015
Estudo Sociodemográfico da População de Etnia Cigana em Olhão Educadora Social Tatiana Narciso Socióloga Isadora Barbosa 27 de Maio 2015 Percurso e Estratégia Inquérito Pesquisa e análise documental Conversas
PLANO DE ACÇÃO DO PLANO DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL DE LOURES 2008
PLANO DE ACÇÃO DO PLANO DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL DE LOURES 2008 1 Eixo 1 QUALIDADE DA INTERVENÇÃO SOCIAL Geral específico Acções Parceiros e a envolver Parceiro responsável Calendário 1.3 Definir conceitos
AGIR PARA SOLUCIONAR PLANO DE ACÇÃO PARA 2010
PLANO DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL DO MUNICÍPIO DE ARMAMAR AGIR PARA SOLUCIONAR PLANO DE ACÇÃO PARA 2010 Plano de Acção 20010 1 Após elaboração do Plano de Desenvolvimento Social, onde estão definidas as
Câmara Municipal de Elvas. Plano de Acção. Conselho Local de Acção Social de Elvas
Câmara Municipal de Elvas Plano de Acção 2007 Julho de 2006 Conselho Local de Acção Social de Elvas PROGRAMA REDE SOCIAL Co-financiado pelo Estado Português, Ministério da Segurança Social PLANO DE ACÇÃO
ESTRATÉGIA DE DESENVOLVIMENTO LOCAL. GAL Eu Também Conto!
ESTRATÉGIA DE DESENVOLVIMENTO LOCAL GAL Eu Também Conto! ESTRATÉGIA DE DESENVOLVIMENTO LOCAL 1 ESTRATÉGIA DE DESENVOLVIMENTO LOCAL (EDL) A EDL incide em traços gerais nas seguintes problemáticas: Acesso
CLAS da REDE SOCIAL de Ponte da Barca
Rede Social Ponte da Barca PLANO DE ATIVIDADES 2014 CLAS da REDE SOCIAL de Ponte da Barca 1 Índice Introdução - 3 Planificação 5 Avaliação 20 2 Introdução O presente Plano de Atividades, elaborado pelo
Plano de Ação da Rede Social de Mafra 2017
EIXO I DEMOGRAFIA Objetivo Geral/Estratégico 1: Fortalecer as estruturas formais de apoio à Família OE1. Promover o alargamento da capacidade da resposta social Creche, nas Instituições onde já existe.
REDE SOCIAL CONSELHO LOCAL DE AÇÃO SOCIAL DE MANGUALDE
REDE SOCIAL CONSELHO LOCAL DE AÇÃO SOCIAL DE MANGUALDE PLANO DE AÇÃO 2017 1 ENTIDADES QUE CONSTITUEM O CLASM (CONSELHO LOCAL DE AÇÃO SOCIAL DE MANGUALDE) Câmara Municipal de Mangualde Centro Distrital
Unidade de Saúde Pública
Unidade de Saúde Pública ULS Matosinhos Programa Nacional de Saúde Escolar Saúde Escolar Prevenir e Atuar Observatório local de acidentes escolares e peri-escolares Sensibilização da comunidade escolar
RELATÓRIO DE MONITORIZAÇÃO CLDS MARINHA SOCIAL
RELATÓRIO DE MONITORIZAÇÃO CLDS MARINHA SOCIAL O presente relatório reflecte a actividade do CLDS Marinha Social, desde o inicio da sua actividade, em Julho de 2009 até Junho de 2010, analisando-se 2 momentos
Conselho Local de Ação Social
Conselho Local de Ação Social Índice Introdução... 6 Eixo I - Demografia... 7 Eixo II Educação/Nível de Instrução... 8 Eixo III Economia... 11 Eixo IV Grupos Vulneráveis... 13 Avaliação.26 2 Ficha Técnica
Ficha de Caracterização de Entidade/Projecto. Vale de Alcântara CLDS +
Ficha de Caracterização de Entidade/Projecto Vale de Alcântara CLDS + 1 A. IDENTIFICAÇÃO GERAL DA ENTIDADE Projecto(s) K'CIDADE para a Inclusão - Vale de Alcântara Entidade Coordenadora da Parceria Fundação
Promover a inserção social de pessoas e grupos mais vulneráveis; Estimular o desenvolvimento de projectos de vida;
São nossos objectivos: 1ª fase: Promover a inserção social de pessoas e grupos mais vulneráveis; Alargar e consolidar a rede de parcerias de forma a fomentar e a criar novos recursos, propiciando condições
Região do Médio Tejo. Características e Desafios
Região do Médio Tejo Características e Desafios 09 março 2015 A Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo Território e Municípios A Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo Atribuições e Competências das
