Atualização em Tonsilectomia
|
|
|
- Manuela Carreira Prada
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 MF Crânio faciais Sd de Down (sd de Grisel) Paralisia Cerebral Cardiopatia severa Discrasias de coagulação <3 anos com polisono com SAHOS ATB: não traz benefício CCE: diminui a dor e o vomito Analgésico de horário: paracetamol ou ibuprofeno Dieta: líquida, pastosa e macia a partir do primeiro dia (hidratação) Sangramento secundário (0,1 a 3%) Hiperemese Desidratação Dor Edema pulmonar pós-obstrutivo Insuficiência velo-palatina Estenose nasofaríngea Otalgia (Sd de Eagle) Grupo com maior chance de complicações Terapêuticas adjuvantes Mortalidade de 1: a 1: Complicações Pósoperatórias Sangramento primário (0,2 a 2,2%) Trauma dentário, faríngeo e laríngeo Laringoespasmo/ edema laríngeo Aspiração Combustão laríngea Parada cardíaca Lasão de lábio, olhos, boca, fratura mandibuar Complicações Transoperatórias Técnica Cirúrgica Indicações de tonsilectomia INSTRUMENTAL Paciente sob anestesia geral, Intubação orotraqueal (Tubo de Era), antieméticos (andasterona e dexametasona) Posição de Rose Colocação afastador de McIvor Realizado Adenoidectomia com cureta de Beckman Incisão no bordo marginal, mediano com bisturi Descolamento extracapsular com descolador de Hurd do polo inferior ao polo superior Hemostasia por diatermia e subgalato VÍDEOS Atualização em Tonsilectomia Anatomia cirúrgica das Tonsilas palatinas São agregados linfóides foliculares,maiores do ALW, com pseudocápsula As tonsilas pp. se localizam em um espaço triangular chamado fossa tonsilar delimitado pelo mm. Palatoglosso, palatofaríngeo, base da língua (tonsila lingual) e lateralmente pelo m constritor superior da faringe (m. tonsilar). Superiormente a fossa supratonsilar Membranas mucosas que se aderem as tonsilas formam pregas: Triangular (inferior), Semilunar (superior) e de Hiss (na parte média da tonsila) Vascularização arterial : R. Tonsilar da Dorsal lingual, R. Tonsilar da Palatina Asc. R. Tonsilar da Palatina Desc. R. Tonsilar da Faringea Ascendente. R. Tonsilar da Facial (Hilo inferior medial e superior) Vascularização Venosa: Veia Paratonsilar (várias disposições) Motivos Obstrutivos Motivos Infecciosos (Critérios de Paradise) -7 ou + infecções em 12 m -5 ou + em 2 anos seguidos -3 ou + em 3 anos seguidos Suspeita de Tumor Outros Sd PANDAS Sd PFAPAS Problemas ortodonticos HMF de problemas cardíacos associados com FR Alt de Fala Abscessos Peritonsilares (Quincy) Halitose
2
3
4
5 MOTIVOS OBSTRUTIVOS MOTIVOS INFECCIOSOS SUSPEITA DE TUMOR
6
7
8
9
10
11 Causas de Mortalidade por tonsilectomia 1/3 das mortes são por sangramentos Aspiração Parada cardíaca Distúrbio hidroeletrolítico Anestésicas
12 VÍDEOS
13 Técnica Cirúrgica INSTRUMENTAL Paciente sob anestesia geral, Intubação orotraqueal (Tubo de Era), antieméticos (andasterona e dexametasona) Posição de Rose Colocação afastador de McIvor Realizado Adenoidectomia com cureta de Beckman Incisão no bordo marginal, mediano com bisturi Descolamento extracapsular com descolador de Hurd do polo inferior ao polo superior Hemostasia por diatermia e subgalato
14 Anatomia cirúrgica das Tonsilas palatinas São agregados linfóides foliculares,maiores do ALW, com pseudocápsula As tonsilas pp. se localizam em um espaço triangular chamado fossa tonsilar delimitado pelo mm. Palatoglosso, palatofaríngeo, base da língua (tonsila lingual) e lateralmente pelo m constritor superior da faringe (m. tonsilar). Superiormente a fossa supratonsilar Membranas mucosas que se aderem as tonsilas formam pregas: Triangular (inferior), Semilunar (superior) e de Hiss (na parte média da tonsila) Vascularização arterial : R. Tonsilar da Dorsal lingual, R. Tonsilar da Palatina Asc. R. Tonsilar da Palatina Desc. R. Tonsilar da Faringea Ascendente. R. Tonsilar da Facial (Hilo inferior medial e superior) Vascularização Venosa: Veia Paratonsilar (várias disposições)
15 Indicações de tonsilectomia Motivos Obstrutivos Motivos Infecciosos (Critérios de Paradise) -7 ou + infecções em 12 m -5 ou + em 2 anos seguidos -3 ou + em 3 anos seguidos Suspeita de Tumor Outros Sd PANDAS Sd PFAPAS Problemas ortodonticos HMF de problemas cardíacos associados com FR Alt de Fala Abscessos Peritonsilares (Quincy) Halitose
16 Complicações Transoperatórias Sangramento primário (0,2 a 2,2%) Trauma dentário, faríngeo e laríngeo Laringoespasmo/ edema laríngeo Aspiração Combustão laríngea Parada cardíaca Lesão de lábio, olhos, boca, fratura mandibuar
17 Sangramento secundário (0,1 a 3%) Hiperemese Desidratação Dor Edema pulmonar pósobstrutivo Insuficiência velo-palatina Estenose nasofaríngea Otalgia (Sd de Eagle) Complicações Pósoperatórias
18 MF Crânio faciais Sd de Down (sd de Grisel) Paralisia Cerebral Cardiopatia severa Discrasias de coagulação <3 anos com polisono com SAHOS Grupo com maior chance de complicações
19 ATB: não traz benefício CCE: diminui a dor e o vomito Analgésico de horário: paracetamol ou ibuprofeno Dieta: líquida, pastosa e macia a partir do primeiro dia (hidratação) Terapêuticas adjuvantes
DISCIPLINA DE OTORRINOLARINOGOLOGIA UNESP- BOTUCATU
TRAQUEOTOMIA Profa Livre Docente Regina H. Garcia Martins DISCIPLINA DE OTORRINOLARINOGOLOGIA UNESP- BOTUCATU Unesp TRAQUEOTOMIA X TRAQUEOSTOMIA INDICAÇÕES DE TRAQUEOTOMIA DESOBSTRUÇÃO DAS VIAS AÉREAS
CIRURGIA DE ADENOAMIGDALECTOMIA. Informações sobre a cirurgia
CIRURGIA DE ADENOAMIGDALECTOMIA Informações sobre a cirurgia É a retirada em um mesmo ato cirúrgico das amigdalas e da adenoide. A amigdalectomia é ainda uma das cirurgias mais efetuadas, sendo que nos
PROCESSO SELETIVO PARA INGRESSO NO PROGRAMA DE RESIDÊNCIA MÉDICA 2015 EDITAL N. 001/2014 CRITÉRIOS DA AVALIAÇÃO DE HABILIDADES E COMPETÊNCIAS
PROCESSO SELETIVO PARA INGRESSO NO PROGRAMA DE RESIDÊNCIA MÉDICA 25 EDITAL N. 0/24 CRITÉRIOS DA AVALIAÇÃO DE HABILIDADES E COMPETÊNCIAS O Centro de Seleção da Universidade Federal de Goiás coloca à disposição
Anestesia. em cirurgia cardíaca pediátrica. por Bruno Araújo Silva
I N C O R C R I A N Ç A Anestesia em cirurgia cardíaca pediátrica A anestesia é um dos elementos fundamentais no cuidado dos pacientes que serão submetidos a cirurgia cardíaca para tratamento de cardiopatias
Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Faculdade de Medicina. Programa de Pós-Graduação em Medicina: Ciências Médicas
Universidade Federal do Rio Grande do Sul Faculdade de Medicina Programa de Pós-Graduação em Medicina: Ciências Médicas Uso de Sucralfato e de Clindamicina Tópicos na Analgesia Pós- Adenotonsilectomia
CIRURGIAS DO TRATO URINÁRIO
CIRURGIAS DO TRATO URINÁRIO DEFINIÇÃO Abertura cirúrgica da bexiga. Kystis = bexiga + tomia = incisão INDICAÇÕES: Cálculos principal indicação PRÉ-OPERATÓRIO: Suspeita ou diagnóstico Anamnese Avaliações
Anestesia para a Otorrinolaringologia Pediátrica
Anestesia para a Otorrinolaringologia Pediátrica Eliana Laurenti, Marcio Brudniewski e Sérgio de Rezende Séspede Introdução Nas duas últimas décadas observou-se uma grande evolução da monitorização e das
Acidentes e Complicações das Exodontias
Acidentes e Complicações das Exodontias Grupo 2 : Camila Fernandes Camila Torres Carlos Shimokawa Carolina Domingues Celso Handa Cintia Fukuoka Daniel Fujimura Daniela Gaino Danielle Carvalho Danielle
UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ FACULDADE DE MEDICINA LIGA DE CIRURGIA DE CABEÇA E PESCOÇO ACESSO CIRÚRGICO ÀS VIAS AÉREAS SUPERIORES
UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ FACULDADE DE MEDICINA LIGA DE CIRURGIA DE CABEÇA E PESCOÇO ACESSO CIRÚRGICO ÀS VIAS AÉREAS SUPERIORES Maria Gabriela Guimarães / Jobert Mitson 2012 OBJETIVOS Jobert Mitson
2ª PARTE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS CIRURGIA TORÁCICA
2ª PARTE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS CIRURGIA TORÁCICA Questão nº: 21 Em um paciente que tem estenose traqueal relacionada a intubação traqueal, e que apesar de traqueostomizado prossegue com sintomas obstrutivos
Jobert Mitson Silva dos Santos
Universidade Federal do Ceará Liga de Cirurgia de Cabeça e Pescoço Jobert Mitson Silva dos Santos - Definição - Níveis linfonodais cervicais - Estadiamento linfonodal - Classificação dos EC s - Complicações
DESENVOLVIMENTO DO SISTEMA RESPIRATÓRIO. Profª Me. Tatiane da Silva Poló
DESENVOLVIMENTO DO SISTEMA RESPIRATÓRIO Profª Me. Tatiane da Silva Poló INÍCIO DO DESENVOLVIMENTO 4ª semana Local: assoalho da extremidade caudal da faringe primitiva (originada do intestino anterior)
Avaliação das Crianças que Roncam
Avaliação das Crianças que Roncam Federico Murillo G. O objetivo principal da avaliação de crianças que roncam é determinar se existem obstruções nas vias aéreas superiores, durante o sono, que possam
CUIDADOS PERI-OPERATÓRIOS, DIAGNÓSTICO E CONTROLE DA DOR
ESCOLA DE MEDICINA VETERINÁRIA E ZOOTECNIA/UFBA DEPARTAMENTO DE ANATOMIA, PATOLOGIA E CLÍNICAS VETERINÁRIAS CUIDADOS PERI-OPERATÓRIOS, DIAGNÓSTICO E CONTROLE DA DOR PERI-OPERATÓRIOS O peri-operatório é
Dr. Bruno Pinto Ribeiro Residente em Cirurgia de Cabeça e Pescoço Hospital Universitário Walter Cantídio
Dr. Bruno Pinto Ribeiro Residente em Cirurgia de Cabeça e Pescoço Hospital Universitário Walter Cantídio Introdução Angiofibroma Nasofaringeo Juvenil neoplasia altamente vascularizada e benigna mas localmente
TERMO DE CIÊNCIA E CONSENTIMENTO. Termo de ciência e consentimento
TERMO DE CIÊNCIA E CONSENTIMENTO Termo de ciência e consentimento Por este instrumento particular o(a) paciente ou seu responsável, Sr.(a), declara, para todos os fins legais, que dá plena autorização
SISTEMA RESPIRATÓRIO. Prof. Sérvulo Luiz Borges UFJF
SISTEMA RESPIRATÓRIO Prof. Sérvulo Luiz Borges UFJF ESPLANCNOLOGIA Parte da anatomia que estuda as vísceras SISTEMA RESPIRATÓRIO Conjunto de órgãos que transportam o ar para dentro e para fora dos pulmões,
Punções: abdominal, vesical e torácica
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA DEPARTAMENTO DE CLÍNICA CIRÚRGICA Disciplina de Técnica Operatória e Cirurgia Experimental Punções: abdominal, vesical e torácica [email protected] http://labtoce.ufsc.br
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE FACULDADE DE ENFERMAGEM
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE FACULDADE DE ENFERMAGEM IDENTIFICAÇÃO Atividade Curricular: ENFERMAGEM MÉDICO CIRÚRGICA Código: CS 16041 Carga Horária: 204 horas Teórica: 85
II Combined Meeting ABORL-CCF
Dia 02 de Junho HORÁRIOS SALA 01 - SALA 02 - SALA 03 - / MEDICINA DO 08:00 08:45 Neurolaringologia visão do especialista 08:00-09:15 Rinossinusite na Infância Do diagnóstico ao Tratamento Clínico e Cirúrgico
TRAUMATISMO CRANIOENCEFÁLICO. Prof.ª Leticia Pedroso
TRAUMATISMO CRANIOENCEFÁLICO Prof.ª Leticia Pedroso Anatomia: Crânio e Cérebro Órgãos nobre, de extrema importância na vida do ser humano!! TCE - Principal causa de morte, especialmente em jovem. Brasil
Prevenção da Agitação no Pós-Operatório de Amigdalectomia com ou sem Adenoidéctomia com o uso de Cetamina em Crianças
LOSS, Thais Baratela [1] DIAS, Tiago Assis do Carmo [2] FARIA, Mariana Bastos [3] OLIVEIRA, Sérgio de Souza [4] ESPÓSITO, Mário Pinheiro [5] LOSS, Thais Baratela; et.al. Prevenção da Agitação no Pós-Operatório
ESTADO DE CHOQUE HEMORRAGIA & CHOQUE 002
ESTADO DE CHOQUE HEMORRAGIA & CHOQUE 002 ESTADO DE CHOQUE CONCEITO CAUSAS TIPOS DE CHOQUE SINAIS & SINTOMAS GERAIS DO CHOQUE ESTADO DE CHOQUE CONCEITO CONCEITO FALÊNCIA DO SISTEMA CIRCULATÓRIO INCAPACIDADE
MANEJO DOS CASOS SUSPEITOS E CONFIRMADOS DE INFLUENZA NO HIAE E UNIDADES
MANEJO DOS CASOS SUSPEITOS E CONFIRMADOS DE INFLUENZA NO HIAE E UNIDADES AVANÇADAS Maio de 2013 Serviço de Controle de Infecção Hospitalar Conteúdo Definições atualmente utilizadas Diagnóstico Tratamento
Prova de Título de Especialista em Fisioterapia Respiratória
Prova de Título de Especialista em Fisioterapia Respiratória 1. Anatomia e fisiologia do sistema cardiorrespiratório Egan. 1 ed. São Paulo: Manole, 2000. (Seção 3, caps.7 e 8) WEST, J.B. Fisiologia respiratória
DISFONIA. Justificativa Tipos N máximo de sessões Videolaringoscopia: é um exame
DISFONIA Justificativa Tipos N máximo de Videolaringoscopia: é um exame Disfonias Funcionais: São alterações realizado com anestesia tópica e permite uma detalhada avaliação da estrutura anatômica da hipofaringe
PRIMEIRA AVALIAÇÃO TEÓRICA CURSO: MEDICINA DISCIPLINA: ANATOMIA HUMANA I TURMA: PROFESSOR: GEORGE AZEVEDO LEMOS PERÍODO: 2018
PRIMEIRA AVALIAÇÃO TEÓRICA CURSO: MEDICINA DISCIPLINA: ANATOMIA HUMANA I TURMA: PROFESSOR: GEORGE AZEVEDO LEMOS PERÍODO: 2018.1 ALUNO: RA: NOTA: ( ) DATA: / / 1) A anatomia é o estudo da estrutura e constituição
CRISE HIPOXÊMICA. Maria Regina da Rocha Corrêa
CRISE HIPOXÊMICA Maria Regina da Rocha Corrêa Crise Hipoxêmica Introdução Fisiopatologia Quadro clínico Fatores Precipitantes Tratamento Crise Hipoxêmica Cardiopatia Cianótica crise hipoxêmica Tratamento
INDICAÇÕES PARA USO DO FOSFATO DE OSELTAMIVIR (TAMIFLU )
INDICAÇÕES PARA USO DO FOSFATO DE OSELTAMIVIR (TAMIFLU ) 1. Definição de casos e tratamento 1. 1 Definição de caso- Síndrome Gripal (SG): Indivíduo que apresente febre de início súbito, mesmo que referida,
Embriologia da face e da cavidade oral
Embriologia da face e da cavidade oral Dia 0 Dia 3 Dia 5 Dia 15 Dia 20 1 0 Mês 14-16 DIAS Gastrulação RELEMBRAR ectoderma epiblasto ectoderma mesoderma mesoderma endoderma endoderma 23 dias Remoção da
Prof André Montillo
Prof André Montillo www.montillo.com.br Fraturas Proximal do Fêmur: Fraturas do Colo do Fêmur Fraturas Transtrocanterianas do Fêmur Fraturas Proximal do Fêmur: Anatomia: Elementos Ósseos Cabeça do Fêmur
26/06/2013. Sexta passada Aula de HOJE As Estruturas Faciais derivam primariamente dos Arcos Branquiais. Os Arcos Branquiais são separados por Fendas
Sexta passada Aula de HOJE As Estruturas Faciais derivam primariamente dos Arcos Branquiais 6 Os Arcos Branquiais são separados por Fendas O ESTOMODEU (ou boca primitiva) se forma após o rompimento da
CIRURGIAS RESPIRATÓRIO CICATRIZAÇÃO RESPIRATORIO CRIPTORQUIDECTOMIA
CIRURGIAS RESPIRATÓRIO CICATRIZAÇÃO RESPIRATORIO CRIPTORQUIDECTOMIA Prof. Esp. Walderson Zuza 1 CIRURGIA DO TRATO RESPIRATÓRIO EM EQUINOS 2 TRAQUEOSTOMIA Pode ser realizada de urgência ou eletiva. As situações
Como eu faço? INTUBAÇÃO OROTRAQUEAL. Geysa Câmara
Como eu faço? INTUBAÇÃO OROTRAQUEAL Geysa Câmara O que é Intubação Traqueal? É a introdução de um tubo na luz da traquéia para assegurar a passagem de ar para as vias aéreas. Ela pode ser realizada através
Primeiros Socorros. Primeiros Socorros. Primeiros Socorros. Primeiros Socorros. Primeiros Socorros. Primeiros Socorros. Esterilização.
Emergência e Primeiros Socorros Objetivos Avaliação inicial do paciente enfermo e cuidados na abordagem Avaliação de sinais vitais M.V. Guilherme Sposito Contaminação Infecção Esterelização Antissepsia
Artroscopia do Ombro. Especialista em Cirurgia do Ombro e Cotovelo. Dr. Marcello Castiglia
Dr. Marcello Castiglia Especialista em Cirurgia do Ombro e Cotovelo Artroscopia do Ombro A Artroscopia é um procedimento que os ortopedistas usam para inspecionar, diagnosticar e reparar lesões dentro
Prof. Sérvulo Luiz Borges. Profº da Disciplina Anatomia Aplicada à Medicina III e Disciplina Anatomia Aplicada à Medicina IV
Prof. Sérvulo Luiz Borges Profº da Disciplina Anatomia Aplicada à Medicina III e Disciplina Anatomia Aplicada à Medicina IV Couro Cabeludo/Escalpo: - Camadas - Irrigação/Inervação - Músculos - Correlações
NOME: Cirurgia II. Código: CIR015. Carga horária: 150 horas. Créditos: 10. Período do curso: 6º período
NOME: Cirurgia II Código: CIR015 Carga horária: 150 horas Créditos: 10 Período do curso: 6º período Pré-requisitos: Cirurgia I; Clínica Médica II; Pediatria II; Anatomia Patológica I EMENTA PLANO DE ENSINO
Segundo MEEKER et al (1997), o posicionamento do paciente para uma intervenção cirúrgica é uma arte, uma ciência e também um fator-chave no
Segundo MEEKER et al (1997), o posicionamento do paciente para uma intervenção cirúrgica é uma arte, uma ciência e também um fator-chave no desempenho do procedimento seguro e eficiente, por meio da aplicação
Histerectomia laparoscopica Manejo contemporâneo nuevas tecnologias. Dr Namir Cavalli Cascavel Parana - Brasil
Histerectomia laparoscopica Manejo contemporâneo nuevas tecnologias Dr Namir Cavalli Cascavel Parana - Brasil Histerectomia História Histerectomia História Histerectomia - 1813 Histerectomia vaginal -
ENFERMAGEM ANATOMIA. SISTEMA CARDIOVASCULAR Aula 5. Profª. Tatiane da Silva Campos
ENFERMAGEM ANATOMIA SISTEMA CARDIOVASCULAR Aula 5 Profª. Tatiane da Silva Campos Veia porta O sistema venoso hepático é constituído pela veia porta, que penetra no fígado trazendo sangue venoso do estômago
DIVERTÍCULO DE ZENKER. R1 Jean Versari - HAC
DIVERTÍCULO DE ZENKER R1 Jean Versari - HAC Divertículo de Zenker Evaginação da mucosa e submucosa do esôfago posterior por área de fraqueza entre as partes tireofaríngea e cricofarínega do músculo constritor
Residência Médica 2018
Residência Médica 2018 1ª FASE: PROVA OBJETIVA DE MÚLTIPLA ESCOLHA - GABARITO QUESTÃO ALTERNATIVA QUESTÃO ALTERNATIVA 01 B 51 A 02 C 52 D 03 A 53 B 04 D 54 C 05 B 55 A 06 C 56 B 07 A 57 A 08 D 58 D 09
Anestesia em Pacientes com Paralisia Cerebral
Anestesia em Pacientes com Paralisia Cerebral Quais os Desafios? Marcius Vinícius M. Maranhão TSA Hospital Universitário Oswaldo Cruz Recife - PE Doença não progressiva que afeta a movimentação e postura
[273] O) e/ ou FiO 2. Parte VI P R O T O C O L O S D E P R O C E D I M E N T O S
[273] Fixar bem tubos e cateteres. Abrir cateter gástrico, mantendo-o em sifonagem. Verificar o ventilador de transporte, circuitos e pressão do cilindro de oxigênio. Transportar sempre oxigênio de reserva.
Maria da Conceição Muniz Ribeiro. Mestre em Enfermagem (UERJ)
Maria da Conceição Muniz Ribeiro Mestre em Enfermagem (UERJ) A principal meta da intervenção perioperatória é a prevenção de infecções na incisão. As ações tomadas pela equipe no perioperatório podem representar
PERFIL DAS CRIANÇAS SUBMETIDAS À AMIGDALECTOMIA E/OU ADENOIDECTOMIA EM UM HOSPITAL GERAL DE TAUBATÉ-SP
PERFIL DAS CRIANÇAS SUBMETIDAS À AMIGDALECTOMIA E/OU ADENOIDECTOMIA EM UM HOSPITAL GERAL DE TAUBATÉ-SP Tais Maria Candido Marcondes 1,Patrícia Basso de Oliveira 2 Sergiane Langanke Mariano 3, Valéria Celestina
Anatomia Comparada. do Sistema Digestório. dos Animais Domésticos APARELHO DIGESTÓRIO PARTE I APARELHO DIGESTÓRIO. herbívoros domésticos
APARELHO DIGESTÓRIO Anatomia Comparada PARTE I do Sistema Digestório dos Animais Domésticos Rosane Maria Guimarães da Silva APARELHO DIGESTÓRIO Diferenças morfológicas Diferenças fisiológicas herbívoros
Sumário. 1. Visão geral da enfermagem materna Famílias e comunidades Investigação de saúde do paciente recém nascido...
Sumário Parte I Papéis e relacionamentos 1. Visão geral da enfermagem materna...23 O processo de enfermagem...25 Planejamento familiar...26 Gestação na infância ou na adolescência...26 Gestação após os
parte 1 estratégia básica e introdução à patologia... 27
Sumário parte 1 estratégia básica e introdução à patologia... 27 1 Terapêutica: estratégia geral... 29 terminologia de doenças... 29 História do caso... 34 Disposição do fármaco... 39 Seleção do fármaco...
DOENÇA HEMORROIDÁRIA. Pedro Roberto de Paula
Pedro Roberto de Paula Prof. Assistente Doutor da Disciplina Cirurgia/Coloproctologia do Departamento de Medicina da Universidade de Taubaté - UNITAU Mestre e Doutor pela Universidade Federal de São Paulo
T E R M O D E C O N S E N T I M E N T O E S C L A R E C I D O TRANSPLANTE DE MEDULA ÓSSEA TRANSPLANTE AUTÓLOGO
Clínica: Unidade de Transplante Considerando o artigo 22 do Código de Ética Médica (Resolução CFM 1931/2009) e os artigos 6 III e 39 VI da Lei 8.078/90 (Código de Defesa do Consumidor), que garantem ao
Variação da pressão arterial antes e após cirurgia nasal - com e sem tamponamento nasal.
Variação da pressão arterial antes e após cirurgia nasal - com e sem tamponamento nasal. Serviço de Otorrinolaringologia Hospital dos Servidores do Estado - RJ Krishnamurti Sarmento Junior Daniel Robson
Estudo prospectivo e randomizado sobre diferentes intervenções farmacológicas no pós-operatório de tonsilectomia em crianças.
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FACULDADE DE MEDICINA DE RIBEIRÃO PRETO CAROLINA BROTTO DE AZEVEDO Estudo prospectivo e randomizado sobre diferentes intervenções farmacológicas no pós-operatório de tonsilectomia
Correção dos Aneurismas da Aorta Torácica e Toracoabdominal - Técnica de Canulação Central
Correção dos Aneurismas da Aorta Torácica e Toracoabdominal - Técnica de Canulação Central Salomón S. O. Rojas, Januário M. de Souza, Viviane C. Veiga, Marcos F. Berlinck, Reinaldo W. Vieira, Domingo M.
Estágio - Santa Cassa de Maceió de julho de Domingo Prova de Fonoaudiologia. 1-Quais as fazes da deglutição:
1-Quais as fazes da deglutição: Estágio - Santa Cassa de Maceió - 2018 a) Preparatória, oral e nasal; b) Preparatória, oral, faríngea e esofágica; c) Oral, faríngea e laríngea; d) Faríngea, oral e natural;
radiologia do TCE
WWW.cedav.com.br radiologia do TCE Para aprender a tratar uma doença, primeiro é preciso aprender a reconhece-la. Jean Martin Charcot 1825-1893 Densidade em UH Substancia HU Ar 1000 Gordura 100 to 50
AULA-14 ATUAÇÃO EM ENTUBAÇÃO OROTRAQUEAL
AULA-14 ATUAÇÃO EM ENTUBAÇÃO OROTRAQUEAL Profª Tatiani UNISALESIANO DEFINIÇÃO É um procedimento de suporte avançado de vida que busca manter as vias aéreas do paciente permeáveis, por meio da passagem
Tromboembolismo Pulmonar Embolia pulmonar
Tromboembolismo Pulmonar Embolia pulmonar Forma mais comum de doença pulmonar aguda na população hospitalar adulta (3 a causa de óbito nos EUA), mais comum em idosos e em homens: 85% dos casos são provenientes
Nome do Paciente: Data de nascimento: / / CPF: Procedimento Anestésico: I. O que é?
1/5 O presente Termo de Ciência de Consentimento para Procedimento Anestésico tem o objetivo de informar ao paciente e/ou responsável, quanto ao procedimento anestésico ao qual será submetido, complementando
CONCEITO. O objetivo de uma sialografia é opacificar o ducto salivar de interesse e do tecido glandular associado para demonstrar. potenciais.
CONCEITO O objetivo de uma sialografia é opacificar o ducto salivar de interesse e do tecido glandular associado para demonstrar processos patológicos potenciais. INDICAÇÕES A sialografia é indicada quando
Insuficiência Vascular. Profª Priscilla Rocha
Insuficiência Vascular Profª Priscilla Rocha REVISÃO ANATÔMICA FISIOLÓGICA Circulação pulmonar - lado D Circulação sistêmica - lado E ANATOMIA DO SISTEMA VASCULAR Artérias e arteríolas (microcirculação);
Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira: história, 2 abrangência, princípios e missão
Conteúdo Programático - Geral 1 Marcos históricos na Saúde Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira: história, 2 abrangência, princípios e missão 3 Código de ética profissional 4 Bioética
Abordagem da Criança com Cefaléia. Leticia Nabuco de O. Madeira Maio / 2013
Abordagem da Criança com Cefaléia Leticia Nabuco de O. Madeira Maio / 2013 Introdução Epidemiologia: Queixa comum em crianças e adolescentes Elevação da frequência com o aumento da idade Até 12 anos prevalência
Código de ética do médico anestesiologista
Código de ética do médico anestesiologista RESOLUÇÃO CFM Nº 1.802/06 EMENTA: Dispõe sobre a prática do ato anestésico. O Conselho Federal de Medicina, no uso das atribuições conferidas pela Lei nº 3.268,
CELIOTOMIA 2/9/2016 CELIOTOMIA. CELIOTOMIA (laparotomia mediana) DEFINIÇÃO CLASSIFICAÇÃO:
Prof a. Dr a. Aline A. Bolzan DEFINIÇÃO Abertura cirúrgica da cavidade abdominal, em qualquer região. Celio (koilia) = abdome + tomia (tome) = corte (laparotomia mediana) CLASSIFICAÇÃO: de acordo com a
GABARITO PROVA PRÁTICA
GABARITO PROVA PRÁTICA 11/02/2019 Atenção: Algumas questões apresentam repostas em número maior que o solicitado nas questões. Desde que a quantidade mínima solicitada na questão seja preenchida, quaisquer
DOENÇA ARTERIAL CORONARIANA
DOENÇA ARTERIAL CORONARIANA FMRPUSP PAULO EVORA DOENÇA ARTERIAL CORONARIANA FATORES DE RISCO Tabagismo Hipercolesterolemia Diabetes mellitus Idade Sexo masculino História familiar Estresse A isquemia é
Face e cavidade bucal
Face e cavidade bucal Formação da Face e pescoço Na aula passada: -Aparelho faríngeo Arcos faríngeos Bolsas faríngeas Fendas faríngeas Membranas faríngeas -Tireóide Na aula de hoje - Língua - Face - Cavidades
Problemas Endócrinos
Problemas Endócrinos Diabetes O que é Diabetes? É uma deficiência do organismo no aproveitamento do açucar. Isto ocorre devido a falha total ou parcial de um hormônio chamado insulina. DIABETES MELLITUS
PROGRAMA DE EDUCAÇÃO CONTINUADA 2016 Sociedade de Anestesiologia do Distrito Federal 3ª ETAPA
PROGRAMA DE EDUCAÇÃO CONTINUADA 2016 Sociedade de Anestesiologia do Distrito Federal 3ª ETAPA PROGRAMA - ME 1 (2/8/2016) PONTO 10 - Fisiologia do Sistema Respiratório I 10.1. Funções respiratórias e não
CLÍNICA E TÉCNICA CIRÚRGICAS (RCG 321) 2011
CLÍNICA E TÉCNICA CIRÚRGICAS (RCG 321) 2011 OBJETIVOS GERAIS Fornecer ao aluno conhecimento sobre os processos fisiológicos, fisiopatológicos, metabólicos e psicológicos envolvidos no trauma cirúrgico,
Diagnóstico e tratamento dos tumores da orofaringe
Diagnóstico e tratamento dos tumores da orofaringe S E L I N A L D O A M O R I M B E Z E R R A U F C Introdução É incomum 123000 casos novos /ano Local mais freqüente: tonsila, base de língua, palato mole
HEMORRAGIAS. Prof. Raquel Peverari de Campos
HEMORRAGIAS É um termo aplicado para descrever sangramento intenso. Hemorragia é a ruptura de vasos sanguíneos, com extravasamento de sangue. A gravidade da hemorragia se mede pela quantidade e rapidez
UNIPAC. Universidade Presidente Antônio Carlos. Faculdade de Medicina de Juiz de Fora PATOLOGIA GERAL. Prof. Dr. Pietro Mainenti
UNIPAC Universidade Presidente Antônio Carlos Faculdade de Medicina de Juiz de Fora PATOLOGIA GERAL Prof. Dr. Pietro Mainenti Disciplina: Patologia Geral I II V conceitos básicos alterações celulares e
REVISÃO MARÇO Programa de Tratamento Fonoterápico Pacientes Internados em Unidade Hospitalar e em Regime de Internação Domiciliar
REVISÃO MARÇO 2015 Programa de Tratamento Fonoterápico Pacientes Internados em Unidade Hospitalar e em Regime de Internação Domiciliar GOVERNADOR DO ESTADO RUI COSTA DOS SANTOS SECRETÁRIO DA ADMINISTRAÇÃO
Sistema Circulatório. Aparelho Circulatório Aparelho cárdio-vascular. Sistema Vascular Sistema Cárdio-Vascular. Angiologia
Sistema Circulatório Aparelho Circulatório Aparelho cárdio-vascular Sistema Vascular Sistema Cárdio-Vascular Angiologia Sistema Circulatório Funções Meio de transporte Ligação metabólica entre diferentes
