Os eclipses do Sol e da Lua
|
|
|
- Francisco Back Almada
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1
2 Os eclipses do Sol e da Lua O que é um eclipse? Cada objeto do Sistema Solar produz sombra, uma vez que é capaz de impedir que a luz emitida pelo Sol atinja regiões situadas logo atrás dele. Essa sombra se torna aparente sempre que algum outro corpo celeste entra nesta região escura. Nosso planeta também lança sombra no espaço. O comprimento médio da sombra da Terra é de quilômetros, mais de três vezes a distância média Terra-Lua. O cone de sombra possui uma base com diâmetro de quase quilômetros. Dizemos que ocorre um eclipse quando um corpo celeste penetra na sombra produzida por outro corpo celeste. Assim, para que um eclipse ocorra, é necessário que pelo menos três corpos estejam envolvidos. No caso do nosso planeta, os eclipses envolvem o Sol, a Terra e a Lua. Neste caso, dizemos que um eclipse ocorre sempre que qualquer parte da Terra entra na sombra produzida pela Lua, ou a Lua entra na sombra produzida pela Terra. No primeiro caso teremos um eclipse solar enquanto que, no outro caso, o eclipse será lunar. Por que ocorrem os eclipses Como consequência de seus movimentos orbitais sempre haverá momentos em que o Sol, a Lua e a Terra estarão alinhados. Essa é a condição primária para termos um eclipse: o Sol, a Lua e a Terra devem estar, aproximadamente, ao longo de uma linha reta. No entanto, como veremos, essa condição não é a única exigida para a ocorrência de um eclipse. 03
3 Quando a sombra da Lua atinge a Terra, as pessoas que estão nesta região de sombra, veem o Sol, parcialmente ou totalmente, coberto pela Lua. Neste caso temos um eclipse solar. Quando a Lua entra na sombra da Terra, as pessoas que se encontram nas regiões onde é noite, veem a Lua fi car, parcialmente ou totalmente, escurecida. Neste caso temos um eclipse lunar. 04
4 No entanto, precisamos ter cuidado ao falar da sombra da Terra ou da Lua. As sombras da Terra e da Lua são compostas de duas partes: o cone onde a sombra é mais escura chamado umbra, e uma região mais clara chamada penumbra. Na fi gura abaixo, pode ser vista a formação da umbra e penumbra e como seria a aparência da Lua, dependendo de que ponto se encontra, dentro da sombra da Terra. Naturalmente os eclipses, mais espetaculares, ocorrem quando um corpo celeste penetra na umbra, produzida por outro. 05
5 Eclipse Lunar Um eclipse lunar ocorre quando a Lua passa através da sombra da Terra. A próxima imagem mostra como isso pode ocorrer. Na figura abaixo podemos ver a metria deste geo- evento. Uma vista de cima nos mostraria, esquematicamente, a seguinte geometria: A parte mais escura da sombra da Terra, a umbra, cobre uma região de cerca de 1,4 milhões de km de mento, mais de quatro vezes a distância Terra-Lua, a, que compri- é de km! Diferentemente de um eclipse solar, que é visível apenas numa pequena região sobre a Terra, um eclipse lunar é visível em todas as regiões da Terra onde é noite e a Lua pode ser vista. 06
6 Devido a este fato os eclipses lunares são mais freqüentes num determinado ponto da Terra do que os solares. Entretanto, a ocorrência de eclipses lunares não é tão simples como pode parecer pela descrição dada acima. Já vimos que para que ocorra um eclipse lunar é preciso que os três corpos envolvidos, o Sol, a Terra e a Lua, estejam distribuídos nessa ordem e, aproximadamente, em linha reta, ou seja, a Terra deve estar entre o Sol e a Lua. Isso nos diz então que, para ocorrer um eclipse lunar, a Lua deve estar em sua fase que chamamos de Lua Cheia. No entanto, esse alinhamento, somente, não é sufi ciente para que ocorra o eclipse. As órbitas descritas pelos planetas, em torno do Sol, defi nem um plano, ao qual damos o nome de eclíptica. Praticamente, todos os planetas estão no mesmo plano, com exceção do planeta Mercúrio e dos planetas anões Ceres, Plutão, Eris, Makemake e Haumea. No entanto, os satélites ao girarem em torno dos planetas, não descrevem órbitas no mesmo plano que o descrito pelos planetas em torno do Sol. Dito de outro modo, os satélites não descrevem órbitas no plano da eclíptica. 07
7 Se a órbita que a Lua descreve em torno da Terra estivesse exatamente no mesmo plano que o da órbita terrestre, em torno do Sol (ou seja, no plano da eclíptica), teríamos um eclipse do Sol e da Lua a cada mês. Mas isso não acontece. Sabe por quê? A órbita da Lua é inclinada 5,2 graus, com relação à eclíptica, ou seja, em relação ao plano da órbita que a Terra descreve em torno do Sol. Consequentemente, na maioria dos meses do ano, a Lua está situada bem acima ou abaixo da eclíptica e, por esse motivo, não consegue eclipsar o Sol, nem ser eclipsada pela Terra. 08
8 Então, qual é a condição para que ocorram eclipses? A trajetória da Lua em torno da Terra descreve um plano que corta o plano da trajetória da Terra em torno do Sol. Damos o nome de nodos aos pontos em que os dois planos se cruzam. Um deles é o nodo ascendente e o outro, é o nodo descendente e eles estão diametralmente opostos, afastados 180. Observe que, no momento em que a Lua estiver passando em um dos nodos, ou estiver próxima a um deles, ela estará no plano da eclíptica, ou seja, no mesmo plano do movimento da Terra em torno do Sol. Nesse momento, Sol-Terra-Lua estarão alinhados (ou quase alinhados). Lua Sol Nodo Descendente Órbita da Terra Nodo Ascendente Órbita da Lua 09
9 Assim, só haverá eclipse lunar quando a Lua estiver próxima a um dos dois nodos orbitais e o tipo e duração do eclipse dependerá da localização da Lua em relação a eles. Por esse motivo só ocorre eclipse lunar quando a Lua está na fase de Lua Cheia, ou seja, para um observador situado no Sol a Lua estará atrás da Terra. Os vários tipos de eclipses lunares Existem três tipos de eclipses lunares Total Um eclipse lunar é total, apenas, quando o disco da Lua entra, totalmente, na umbra da Terra. Penumbral Um eclipse lunar é penumbral, quando o disco da Lua cruza, somente, a penumbra da Terra. Sem eclipse Eclipse Parcial/Penumbral Eclipse Total (Umbral) Eclipse Total (Umbral) Eclipse Parcial/Penumbral Eclipse Parcial/Penumbral Trajetória do Eclipse Lunar no Nodo descendente Parcial Um eclipse lunar é parcial, quando o disco da Lua entra, parcialmente, na umbra da Terra. 10
10 Muitas pessoas acreditam que, ao falarmos de eclipse total da Lua, estamos dizendo que o nosso satélite natural irá desaparecer, momentaneamente, do céu. Isso é um erro, pois mesmo quando está totalmente eclipsada, a Lua ainda é parcialmente visível. Ela irá assumir uma coloração avermelhada devida à luz do Sol que incidiu na atmosfera terrestre e foi desviada para a umbra. 11
11 Os eclipses do Sol Foi o astrônomo alemão Johannes Kepler quem nos mostrou que os planetas não descrevem órbitas circulares. Suas órbitas em torno do Sol são elípticas e o Sol ocupa um dos focos dessa elípse. A consequência disso é que a distância Terra-Sol não é sempre a mesma. A Terra se aproxima do Sol chegando à distância de km e, a esse ponto mais próximo de sua órbita damos o nome de periélio. Seis meses depois, nosso planeta está no ponto mais distante do Sol, a cerca de km, ponto que recebe o nome de afélio. A distância média da Terra ao Sol, que chamamos de unidade Astronômica, é cerca de km. O mesmo ocorre com a Lua no seu movimento em torno da Terra. Sua órbita também é uma elipse. A maior aproximação entre a Terra e a Lua se dá em um ponto chamado perigeu. Nesse ponto, nosso planeta e seu único satélite natural estão a cerca de km de distância. O maior afastamento ocorre quando a Lua atinge o apogeu de sua órbita, fi cando a cerca de km da Terra. 12
12 A distância média Terra-Lua é de cerca de km. Como consequência da variação das distâncias, Terra-Sol e Terra-Lua, os tamanhos angulares do Sol e da Lua, vistos da Terra, variam ligeiramente a medida que eles se aproximam ou se afastam da Terra. Veja, por exemplo, os diferentes tamanhos aparentes da Lua quando ela está no apogeu e no perigeu. 13
13 O Sol e a Lua têm, na época de hoje, quase o mesmo tamanho aparente no céu. Embora o Sol seja cerca de 400 vezes maior do que a Lua, ele se encontra quase 400 vezes mais longe de nós do que o nosso satélite natural. Isso faz com que, tanto o Sol como a Lua, tenham quase o mesmo tamanho angular no céu, cerca de meio grau (0,5). Sol Lua Razão Sol/Lua Diâmetro (km) ,88 Distância (média) à Terra (??) ,178 Como resultado disso, a Lua, como vista da Terra, parece em algumas datas previstas, cobrir parcial ou totalmente o disco do Sol, produzindo um dos eventos mais espetaculares da natureza, o eclipse do Sol. Os vários tipos de eclipses solares O tipo de eclipse solar que será observado depende da distância Terra-Lua, durante o evento. Existem três tipos de eclipses solares. 1- Eclipse Total: Se o Sol e a Lua estiverem alinhados apropriadamente, então a parte mais escura da sombra da Lua atinge alguma pequena região na superfície da Terra. Qualquer um que esteja nesta pequena região não conseguirá ver o disco solar, presenciando um eclipse total do Sol. 14
14 Um eclipse total do Sol ocorre toda vez que a umbra da Lua, atinge a superfície da Terra, como mostra a fi gura abaixo. Isso quer dizer que o alinhamento deve ser Sol-Lua-Terra, ou seja, eclipses solares só ocorrem durante a fase de Lua Nova. Entretanto, se a Lua estiver um pouco mais próxima de nós, o sufi ciente para que seu disco aparente no céu tenha o mesmo tamanho que o disco aparente do Sol, pode ocultar completamente o Sol, produzindo um eclipse solar total. A geometria de um eclipse solar total é ilustrada na figura abaixo. 15
15 2- Eclipse Parcial: As pessoas que se encontram dentro da penumbra da Lua verão apenas uma parte do Sol eclipsado pela Lua, presenciando então um eclipse parcial do Sol. Para essas pessoas, nosso satélite parece ter um diâmetro aparente ligeiramente menor do que o do Sol. Isso faz com que o disco lunar não consiga cobrir totalmente o disco solar, mesmo que os dois corpos estejam perfeitamente alinhados. 3- Eclipse Anelar: Quando a sombra da Lua não alcança a superfície da Terra o resultado é um eclipse anelar do Sol. À medida que a Lua continua sua trajetória no sentido leste, o contorno mais externo de sua sombra se moverá na mesma direção a uma velocidade de cerca km por hora, numa estreita faixa sobre a superfície da Terra. Esse estreito caminho percorrido pela sombra da Lua na superfície da Terra é chamado de trajetória do eclipse, como mostrado (linhas vermelhas) na figura a seguir. Devido a este movimento a duração de um eclipse num ponto específico nunca é superior a 7 minutos. 16
16 Como observar um eclipse solar Devemos ser bastante cautelosos ao observar um eclipse solar. Sem dúvida esse é um espetáculo imperdível, mas que, se não tivermos precauções pode causar danos irreparáveis e irreversíveis a nossa saúde. Sabemos que não devemos, jamais, de modo algum, olhar para o disco brilhante do Sol, que aparece todos os dias no céu. O que está sendo mostrado é a chamada fotosfera solar, a região do Sol que emite uma grande quantidade de radiação visível e invisível. Nossos olhos não estão preparados para suportar isso. Mesmo alguns segundos de observação do disco solar podem causar danos permanentes à retina dos nossos olhos. Esse danos podem ir, de uma cegueira parcial até mesmo a uma irreparável cegueira total. Mesmo uma simples olhadinha, de um segundo, pode causar danos sérios aos seus olhos. Lembre-se: A retina do olho humano não é sensível à dor e, portanto, os efeitos dos danos que a radiação solar está causando nela não são sentidos durante a observação. Pode até mesmo acontecer que os danos provocados por uma observação do Sol a olho nu (sem proteção), só venham a aparecer horas depois do evento. Lembre-se: Seus olhos não avisarão que danos irreversíveis estão sendo acumulados e que sua visão está sendo destruída. 17
17 Se o simples fato de olhar para o Sol em um dia comum não é algo agradável devido à sensação de desconforto e a dificuldade de manter o olhar fixo em algo tão brilhante, o mesmo não acontece durante um eclipse solar. Nesse momento, com o disco solar coberto pela Lua, o brilho solar está bastante diminuído e aí se torna bem mais tentador dar uma olhadinha. E isso é um grande erro! Olhar para o Sol, durante um eclipse, mesmo que ele já esteja perto da sua totalidade, é tão perigoso quanto olhar para seu disco em um dia qualquer. Olhar o disco solar usando qualquer ajuda de equipamentos, seja um simples binóculo, um telescópio ou mesmo o visor de uma câmera fotográfi ca, é ainda mais perigoso! Então, como observar um eclipse solar? Durante um eclipse parcial ou anular do Sol ou então durante um eclipse total, mas fora do período de totalidade, você deve usar métodos indiretos para ver o disco solar ou então, equipamento de proteção para os olhos. O disco solar pode ser observado usando-se fi ltros solares profi ssionais, que bloqueiam a parte da radiação solar que é maléfi ca aos nossos olhos. Lembre-se: Óculos escuros não são seguros para observar o Sol nem o uso de pedaços de fi lmes de fotografi a ou de Raio-X! 18
18 O método mais seguro é por meio de uma projeção, indireta, do disco solar. Para isso você deve projetar a imagem do disco solar sobre um pedaço de papel ou cartão, usando binóculos (com uma das lentes cobertas), um telescópio ou um outro pedaço de cartolina, no qual você fez, anteriormente, um pequeno furo de cerca de 1 milímetro de diâmetro. Essa imagem projetada do Sol pode ser observada sem qualquer risco para a sua saúde. No entanto, lembre-se que ninguém, de modo algum, deve ajustar a posição do binóculo, telescópio ou mesmo da cartolina, olhando através desses objetos para o Sol. Observar o disco solar através da tela de uma câmera digital, seja ela fotográfica ou de vídeo, é seguro para você, mas não para a câmera. A exposição direta ao Sol irá danificar certamente o chip CCD que a câmera possui. 19
19 O período de tempo de um eclipse total do Sol tem duração muito pequena. Esse intervalo entre início e fim da totalidade é divulgado pelos observatórios astronômicos e o simples uso de um despertador ajudará você a saber o instante em que deve cessar a observação visual, desde que protegida por equipamentos adequados para este fim. Lembre-se que a duração da totalidade, assim como o instante de seu início e seu fim, dependem do local onde o eclipse está sendo observado. Os valores são calculados para cada cidade. O que você observa durante a TOTALIDADE do eclipse do Sol A estrutura do Sol é dividida pelos astrônomos da seguinte forma (do centro para a superfície): região central zona radiativa zona convectiva fotosfera cromosfera coroa solar 20
20 Vamos comentar, apenas, as camadas que se situam acima da superfície do Sol. Fotosfera - É a superfície do Sol. No entanto, a fotosfera é uma região muito pouco profunda, não tendo mais do que 500 quilômetros de espessura. Se a compararmos com a estrutura global do Sol, podemos fazer uma analogia dizendo que a fotosfera é mais fi na do que a casca de uma maçã. A temperatura na fotosfera varia de cerca de 5800 K no seu topo até 7500 K na sua base, sendo efetivamente a região de gás mais frio que envolve todo o Sol. As manchas solares são regiões mais frias que se formam na fotosfera solar. Cromosfera - É a região que está localizada logo acima da fotosfera. Sua espessura é de cerca de quilômetros e sua temperatura varia de K, próximo à fotosfera, até várias centenas de milhares de Kelvin, no seu limite superior. Entretanto atente para o fato de que estes limites não são bem defi nidos e os valores citados acima, tanto para as espessuras destas camadas como para suas temperaturas, podem variar bastante. Coroa solar - É região situada acima da cromosfera que se estende para fora do Sol por uma distância equivalente a vários raios solares. A coroa é uma região altamente rarefeita e, curiosamente, o gás que a forma possui uma temperatura bastante alta, atingindo cerca de Kelvins! 21
21 Durante o eclipse total do Sol você poderá observar algumas de suas partes que não são visíveis normalmente. Estamos falando da coroa solar, a região do Sol que está situada acima da cromosfera. Pode ser até que você tenha sorte e consiga presenciar um fl are solar, eventos explosivos muito intensos que ocorrem na superfície do Sol. Estes eventos se caracterizam por produzir um intenso brilho em certas regiões da atmosfera solar. Um único fl are pode liberar uma quantidade de energia equivalente a 100 milhões de bombas de fusão de hidrogênio. 22
22 Com um pouco mais de sorte, você poderá ver até mesmo a cromosfera do Sol. A cromosfera é muito mais fraca do que a fotosfera. Isto faz com que ela somente seja visível durante os eclipses solares, quando pode ser vista como um clarão rosa. Com muito mais sorte ainda... quem sabe? Você irá presenciar um belíssimo evento, que é a formação de uma proeminência solar, uma enorme massa de gás, mais frio, projetada para fora do limbo solar e que fi ca suspensa na coroa, fi na e quente, do Sol. 23
23 Essa imagem de uma enorme proeminência em forma de alça, foi obtida em 1999 pela sonda espacial Solar and Heliospheric Observatory (SOHO), um projeto conjunto NASA/ESA que está em órbita em torno do Sol, a 1,5 milhões de quilômetros da Terra. As áreas mais quentes aparecem na imagem com uma cor quase branca enquanto que as áreas vermelhas mais escuras indicam temperaturas mais frias. Algumas vezes estas proeminências podem ser imensas em tamanho, capazes de escapar da atmosfera do Sol. Já foi fotografada uma proeminência que se lançava para fora do disco solar por uma distância equivalente a mais de 35 vezes o tamanho da Terra. Este tipo de proeminência quando ocorre na direção da Terra é capaz de afetar as comunicações, os sistemas de navegação e as redes de potência energética, produzindo auroras visíveis no céu noturno em latitudes mais altas. 24
24 Outros belíssimos efeitos também são vistos durante um eclipse solar. Um deles é o chamado contas de Baily. Essas contas são vistas na parte bem pequena do Sol que ainda aparece iluminada durante um eclipse total. Elas surgem devido a um fato bem interessante: a Lua está ocultando o disco solar, mas o limbo do nosso satélite não é uma circunferência suave. Ela é recortada por vales e montanhas que fazem parte do relevo da Lua. À medida que o disco lunar encobre o disco solar, a luz do Sol ainda é capaz de alcançar a Terra, passando através dos vales que existem no limbo lunar e sendo obstruída pelas montanhas, que ali se encontram. É essa passagem ou não de luz solar que forma as várias contas que observamos. Um outro efeito muito interessante é o anel de diamantes que aparece um pouquinho antes do início da totalidade de um eclipse solar. Esse anel nada mais é do que o último fl ash brilhante de luz solar visto na Terra, antes da totalidade do eclipse estar formada. Visto da Terra, realmente lembra um diamante em um anel que as mulheres conhecem como um solitário. No entanto, tenha cuidado: tanto as contas de Baily como o anel de diamantes, são formados por partes da fotosfera do Sol ainda visíveis e, portanto, não devem ser observadas sem o uso de uma proteção adequada para os olhos. 25
25 Demônios invadindo a Terra: de que modo os eclipses afetam o ser humano? Em épocas mais antigas os eclipses, tanto da Lua como do Sol, eram motivo de terror. Alguns povos antigos chegaram a desenvolver cerimônias para afastar os demônios que estavam provocando aquele estranho fenômeno. Alguns batiam tambores para afastar os maus espíritos. Outros acendiam fogueiras para mostrar o caminho de volta ao Sol. A imagem mostrada abaixo pertence a um atlas europeu de 1827, onde os Incas são representados, em desespero, durante um eclipse. 26
26 Todo esse terror cresceu bastante durante a Idade Média, quando o misticismo se abateu sobre o mundo europeu e a ciência foi dominada pela Igreja. Somente com o advento do telescópio e a descoberta de que outros planetas também possuíam satélites, e que esses também eram eclipsados, é que o entendimento dos eclipses melhorou. Para isso, foi necessário que Johannes Kepler mostrasse, ao mundo, suas três famosas leis do movimento planetário: 1ª- Os planetas descrevem órbitas elípticas (e não circulares como até então se imaginava); 2ª- O Sol ocupa, não o centro, mas um dos focos dessa trajetória elíptica; 3ª- Os planetas possuem velocidades diferentes ao longo de suas órbitas, sendo mais rápidos quando estão próximos ao Sol e mais lentos quando estão mais distantes. 27
27 Sempre ocorreram eclipses? Certamente que não! Hoje vemos eclipses solares porque o disco da Lua no céu algumas vezes, cobre perfeitamente o disco solar. Isso ocorre porque o diâmetro aparente da Lua, no céu é aproximadamente o mesmo que o do Sol quando vistos da Terra. No entanto isso nem sempre foi assim. Há cerca de 100 milhões de anos, a Lua estava muito mais próxima da Terra do que agora. Com o passar dos tempos, o efeito da atração gravitacional entre a Terra e a Lua fez com que a Lua fosse lentamente se afastando do nosso planeta. Devido a esse efeito, chamado de aceleração de maré, a Lua se afasta cerca de 3,8 centímetros da Terra a cada ano e, em um futuro distante, estará sufi cientemente afastada de nós, para que não possamos mais ver um eclipse total do Sol. Estima-se que em cerca de 600 milhões de anos a distância Terra Lua terá sido aumentada em cerca de quilômetros, o que signifi ca que o disco aparente lunar não será mais capaz de cobrir o disco aparente do Sol. Isto será verdade quando, simultaneamente, a Lua estiver no seu ponto orbital mais próximo da Terra (perigeu) e a Terra no seu ponto mais afastado do Sol (afélio). 28
28 Um outro fator que complicará a existência de futuros eclipses solares é o fato de que o Sol, durante seu processo de evolução estelar, irá aumentar de diâmetro. Na escala de tempo citada acima (600 milhões de anos), certamente o Sol terá um diâmetro bem maior que o mostrado agora. Ele estará, lentamente, caminhando para se tornar uma estrela gigante vermelha. O aumento do diâmetro do Sol signifi ca um maior disco solar aparente no céu. Com o concomitante aumento da distância Terra-Lua, é muito improvável que possam ocorrer eclipses solares nessa época, ainda bastante remota para nós. Por que cada eclipse só é visível em alguns lugares? Ocorre que a sombra projetada pela Lua sobre a superfície da Terra é que defi ne a área que verá o eclipse solar. Vimos que essa sombra se divide em duas partes: umbra e penumbra. A região coberta pela umbra verá um eclipse total do Sol, enquanto que a região coberta pela penumbra verá somente um eclipse parcial do Sol. Como o diâmetro da Lua é bem menor que o da Terra, a sombra projetada pela Lua não cobrirá toda a superfície da Terra, apenas uma pequena parte. Por essa razão o eclipse solar, quando ocorre, só é visto em algumas partes do globo terrestre. 29
29 No dia 29 de março de 2003 a Estação Espacial Internacional (International Space Station ISS) fotografou a sombra da Lua se deslocando sobre a Terra. Já o eclipse lunar é bem mais visto. Quando ocorre um eclipse lunar, todo o hemisfério é capaz de ver a Lua, ou seja, todo o hemisfério noturno da Terra presencia o fenômeno. Somente a parte iluminada do nosso planeta é que não é capaz de observá-lo. Devido aos movimentos da Terra e da Lua em suas órbitas, os eclipses, tanto lunares como solares, não ocorrem sempre nas mesmas regiões da Terra. Os astrônomos, por meio de cálculos, cujos resultados são reunidos nas chamadas efemérides astronômicas, podem prever com bastante antecedência, sobre que regiões da superfície da Terra a umbra e a penumbra da Lua irão passar, assim como, os tempos de início e fim de cada um desses fenômenos. 30
30 Prevendo eclipses solares Eclipses solares podem ser previstos com grande antecedência. Se sabemos o dia e a hora da ocorrência de um eclipse solar, é possível prever outros eclipses solares usando o que chamamos de ciclos de eclipses. Existem dois ciclos capazes de prever eclipses solares. São eles: o ciclo Saros e o ciclo Inex. Ciclo Saros É o melhor conhecido e prevê eclipses solares com bastante precisão. Um ciclo Saros dura 6585,3 dias, o que significa um pouco mais do que 18 anos. Isso quer dizer que, após esse período, um eclipse solar, praticamente idêntico, irá ocorrer. A diferença mais notável entre os dois eclipses será um deslocamento de 120 em longitude (devido à fração de dia (0,3) que aparece no período do ciclo Saros) e uma pequena variação em latitude. Um ciclo Saros sempre começa com um eclipse parcial do Sol próximo a uma das regiões polares da Terra e então se desloca ao longo do globo terrestre através de uma série de eclipses, anulares ou totais, terminando na região polar oposta àquela onde iniciou. Um ciclo Saros dura entre 1226 a 1550 anos e registra entre 69 a 87 eclipses, sendo que entre 40 a 60 deles serão eclipses totais do Sol. Quando um ciclo Saros termina, um novo ciclo Saros começa, ou seja o ciclo Saros é contínuo Ciclo Inex O ciclo Inex é pobre, mas é bem conveniente, na classificaçào de eclipses. O ciclo Inex não tem a mesma continuidade que o ciclo Saros, ou seja: quando o ciclo Inex termina, ele recomeça um tempo mais tarde, o que justifica o seu nome, in-ex. 31
31 Eclipses em outros planetas Vimos que, para termos alguns tipos de eclipses é necessário que o tamanho aparente entre dois corpos celestes seja praticamente o mesmo. Felizmente, vivemos em uma época em que os diâmetros aparentes do Sol e da Lua são suficientes para permitir que o disco solar seja encoberto pelo disco lunar, produzindo assim o eclipse total do Sol. Isso, entretanto, não ocorre em todos os outros planetas do Sistema Solar. Imediatamente, descartamos Mercúrio e Vênus da discussão de eclipses solares. O motivo é que esses planetas não possuem satélites e, portanto, nada que possa encobrir o disco solar. Em Marte, um observador na sua superfície veria somente eclipses parciais do Sol. Seus dois satélites, Fobos e Deimos, são pequenos demais para ter um diâmetro aparente capaz de cobrir o disco solar visto a partir daquele planeta. No entanto, eclipses de seus satélites são bastante comuns. Vários eclipses marcianos já foram fotografados, tanto pelas sondas que estão em sua superfície, como a partir de módulos em órbita em torno deste planeta. 32
32 Um observador colocado nos planetas gigantes Júpiter, Saturno, Urano e Netuno, também veria vários eclipses. Esses planetas possuem muitos satélites, o que torna comum esse tipo de evento. O único problema é que, por serem formados em sua maior parte por gás, esses planetas não possuem uma superfície sólida na qual um observador possa estar. Frequentemente, vemos as sombras dos quatro grandes satélites de Júpiter (Io, Europa, Ganimedes e Calisto), projetadas sobre a superfície do grande planeta. Esse fenômeno é bastante frequente e se deve à baixa inclinação do eixo de Júpiter. Os outros três planetas gigantes, por terem um eixo de inclinação bem mais alto que o de Júpiter, têm eclipses somente em certos períodos durante suas órbitas. Phobos Deimos 33
33 Eclipses não são exclusividade de planetas. O pequeno planeta anão, Plutão, também tem eclipses, provocados pelo maior de seus três satélites, Caronte (os outros dois satélites são Nix e Hydra). Plutão Nix Caronte Hydra 34
34
Quando um corpo extenso (não pontual) é iluminado por outro corpo extenso definem-se duas regiões de sombra:
Eclipses Um eclipse acontece sempre que um corpo entra na sombra de outro. Assim, quando a Lua entra na sombra da Terra, acontece um eclipse lunar. Quando a Terra é atingida pela sombra da Lua, acontece
Eclipses Solares e Lunares. Roberto Ortiz EACH/USP
Eclipses Solares e Lunares Roberto Ortiz EACH/USP Eclipses A palavra procede do grego, que significa desaparecimento. Os eclipses podem ser solares ou lunares. Eclipses solares Ocorrem quando há o alinhamento
Eclipses Solares e Lunares. Roberto Ortiz EACH/USP
Eclipses Solares e Lunares Roberto Ortiz EACH/USP Eclipses A palavra procede do grego, que significa desaparecimento. Os eclipses podem ser solares ou lunares. Eclipses solares Ocorrem quando há o alinhamento
d)cheia 10. Existe relação entre umbra,penumbra,eclipse e sombra?
1ª aula : Questões 1. Por quê não acontece eclipse em todo lugar no Brasil na mesma hora? 2. O que é umbra? 3. O que é penumbra? 4. O que é sombra? 5. O que é eclipse? 6. Qual a diferença entre eclipse
AS COISAS DO UNIVERSO
AS COISAS DO UNIVERSO PERGUNTANDO AO Sr. NETUNO TERRA Leva 365,256 dias para girar em torno do Sol e 23.9345 horas para a Terra efetuar uma rotação completa; Tem diâmetro de 12.756 quilômetros; Sua massa
Movimento real e aparente das estrelas e dos Planetas
Movimento real e aparente das estrelas e dos Planetas Laurindo Sobrinho 14 de dezembro de 2015 1 Movimento da Lua 2 Vemos sempre a mesma face da Lua a partir da Terra. Isso acontece porque a Lua demora
Orientação pelas estrelas
Orientação pelas estrelas Laurindo Sobrinho 24 de maio de 2017 1 A Terra roda em torno do Sol a cada 365.24 dias A Terra roda sobre si mesma a cada 24h. Inclinação do eixo de rotação da Terra: 23.4º Latitude
Contato conosco: Sociedade Astronômica Brasileira
Comissão de Ensino e Divulgação da SAB Sociedade Astronômica Brasileira ECLIPSE SOLAR PARCIAL DE 26 DE FEVEREIRO DE 2017 Contato conosco: Prof. Dr. Paulo Henrique Azevedo Sobreira Professor Associado,
Considera-se que o Sistema Solar teve origem há cerca de 5 mil milhões de anos.
Sumário 3 - Como se formou o Sistema Solar? Constituição do Sistema Solar. - Os planetas do Sistema Solar. - Outros astros do Sistema Solar. Formação do Sistema Solar Considera-se que o Sistema Solar teve
Movimento Anual do Sol, Fases da Lua e Eclipses
Hipertexto: http://www.astro.if.ufrgs.br Fundamentos de Astronomia e Astrofísica Movimento Anual do Sol, Fases da Lua e Eclipses Rogemar A. Riffel e-mail: [email protected] http://www.if.ufrgs.br/~rogemar
Movimento da Lua e eclipses
A Lua vista da Terra Fases da Lua Órbita da Lua Eclipses Movimento da Lua e eclipses Gastão B. Lima Neto Vera Jatenco-Pereira IAG/USP Agradecimento ao Prof. Roberto Boczko pelo material cedido. AGA 210
I Curso Introdução à Astronomia Jan A Terra e a Lua. Daniel R. C. Mello. Observatório do Valongo - UFRJ
I Curso Introdução à Astronomia Jan 2017 A Terra e a Lua Daniel R. C. Mello Observatório do Valongo - UFRJ Nesta aula veremos: O sistema Terra-Lua (dimensões e distâncias) Os Movimentos da Terra, da Lua
Movimento da Lua e eclipses
A Lua vista da Terra Fases da Lua Órbita da Lua Eclipses Movimento da Lua e eclipses Gastão B. Lima Neto Vera Jatenco-Pereira IAG/USP Agradecimento ao Prof. Roberto Boczko pelo material cedido. AGA 210
Lua: fases da Lua, marés e eclipses
Lua: fases da Lua, marés e eclipses As Fases da Lua: Á medida que a Lua vai 'viajando' ao redor da Terra ao longo do mês, ela passa por um ciclo de fases. Pelo contrário de que muitos pensam, a Lua não
Introdução. Aula 4: Fases da Lua e Eclipses
Aula 4: Fases da Lua e Eclipses Maria de Fátima Oliveira Saraiva, Kepler de Souza Oliveira Filho & Alexei Machado Müller, As duas figuras são fotografias da Lua cheia tiradas em lugares do hemisfério sul
Movimentos e fases da Lua
Movimentos e fases da Fases da Nova Quarto Crescente Cheia Quarto Minguante Nova Nova Crescente Cheia Minguante Crescente Minguante Lunação ou Mês Sinódico 29,530589 dias ~ 29 d 12 h 44 m 03 s O período
Forças Gravitacionais Diferenciais e Sistema Solar
Fundamentos de Astronomia e Astrofísica Forças Gravitacionais Diferenciais e Sistema Solar Rogemar A. Riffel e-mail: [email protected] http://www.if.ufrgs.br/~rogemar Sala: N101 Livro texto: Astronomia
Tópicos Especiais em Física. Vídeo-aula 3: astronomia esférica 25/06/2011
Tópicos Especiais em Física Vídeo-aula 3: astronomia esférica 25/06/2011 Sistema esférico de coordenadas geográficas Sistemas de coordenadas celestes Movimento diurno dos astros Movimento anual do sol
Lista Extra 2. Lua e Sistema Solar
Lista Extra 2 Lua e Sistema Solar 1. (Ufpe) Analise as proposições a seguir: 1. O Sol é uma estrela de 5 a grandeza que fornece luz e calor ao Sistema Solar. 2. Os astros do Sistema Solar mantêm um equilíbrio
Astronomia. O nosso Universo
Astronomia O nosso Universo O sistema solar Distância entre a Lua e a Terra: 384.000 Km (aprox. 1 seg-luz Velocidade da luz (c) : 300.000 Km/s Distância média entre a Terra e o Sol: 146 milhões Km (aprox.
EXERCÍCIO DE AVALIAÇÃO 2 - A NOME:
EXERCÍCIO DE AVALIAÇÃO 2 - A NOME: 1) Na semana passada (no dia 22 de setembro) ocorreu um eclipse do Sol na região Norte do Brasil. Na cidade de Oiapoque, este eclipse foi um eclipse anular. Escolha qual
CURSO PREPARATÓRIO OLIMPÍADA BRASILEIRA DE ASTRONOMIA E ASTRONÁUTICA
CURSO PREPARATÓRIO OLIMPÍADA BRASILEIRA DE ASTRONOMIA E ASTRONÁUTICA O Sistema Solar O sistema solar é formado pela nossa estrela, o Sol, pelos oito planetas, com suas luas e anéis, pelos planetas anões,
Universidade Federal Fluminense
Universidade Federal Fluminense Curso de Formação continuada em Astronomia Para professores de Educação Básica Prof. Dr. Tibério Borges Vale Projeto de Extensão O uso da Astronomia como elemento didático
Movimentos Aparentes
A Terra Diâmetro Equatorial: 12.756,28 km Diâmetro polar: 12.713,5 km => achatamento de 0,3% Massa: 5,98 x 1024 kg (~ 6 x 108 T ou 0,6 bi T) Volume: 1.332 109 km3 => Densidade Média: 5.522 kg/m3 (Densidade
O movimento dos planetas, visto da Terra
O movimento dos planetas, visto da Terra Quando são visíveis da Terra, os planetas não acompanham as estrelas (a palavra planeta vem da palavra grega vagabundo ). Em relação às estrelas, os planetas não
Movimentos e fases da Lua
Movimentos e fases da Fases da Nova Quarto Crescente Cheia Quarto Minguante Nova Nova Crescente Cheia Minguante Crescente Minguante Lunação ou Mês Sinódico 29,530589 dias ~ 29 d 12 h 44 m 03 s O período
Movimento da Lua e eclipses
A Lua vista da Terra Fases da Lua Órbita da Lua Eclipses Movimento da Lua e eclipses Gastão B. Lima Neto Vera Jatenco-Pereira IAG/USP Agradecimento ao Prof. Roberto Boczko pelo material cedido. AGA 210
EXERCÍCIO DE AVALIAÇÃO 2 A SOLUÇÃO (para B e C, as ordens dos itens estão trocadas)
EXERCÍCIO DE AVALIAÇÃO 2 A SOLUÇÃO (para B e C, as ordens dos itens estão trocadas) 1) Na semana passada (no dia 22 de setembro) ocorreu um eclipse do Sol na região Norte do Brasil. Na cidade de Oiapoque,
Unidade 3 PLANETA TERRA
Ciências Físico-químicas - 7º ano de escolaridade Unidade 3 PLANETA TERRA Sucessão dos dias e das noites Estações do ano Docente: Ciências Físico-Químicas 7º Ano de Escolaridade Marília Silva 1 Prof. Marília
A TERRA, UM PLANETA MUITO ESPECIAL
A TERRA, UM PLANETA MUITO ESPECIAL Sol Planetas principais (giram diretamente à volta do Sol) Planetas secundários ou satélites (giram à volta de outros planetas) Planetas anões (Plutão, Ceres, Xena)
Introdução. Aula 4: Fases da Lua e Eclipses
Aula 4: Fases da Lua e Eclipses Maria de Fátima Oliveira Saraiva, Kepler de Souza Oliveira Filho & Alexei Machado Müller, As duas figuras são fotografias da Lua cheia tiradas em lugares do hemisfério sul
1. A teoria do Big Bang é a teoria científica hoje mais aceite acerca da origem do Universo Quando terá ocorrido o Big Bang?
Escola Físico-Química 7. Ano Data Nome N.º Turma Professor Classificação 1. A teoria do Big Bang é a teoria científica hoje mais aceite acerca da origem do Universo. 1.1. Quando terá ocorrido o Big Bang?
Movimento dos Planetas
Elementos de Astronomia Movimento dos Planetas eclipse.txt Rogemar A. Riffel Planetas Planetas são corpos que orbitam estrelas e não tem nem nunca tiveram reações nucleares, além de terem forma determinada
Os Planetas do Sistema Solar (observação: para ir junto da maquete)
Os Planetas do Sistema Solar (observação: para ir junto da maquete) EIXO PRINCIPAL TEXTO GERAL DA MAQUETE Os planetas e planetas anões do Sistema Solar são de longe o mais bem estudado sistema planetário,
O Sistema Solar. 1. Astros do Sistema Solar 2. Os planetas do Sistema Solar Unidade 2 O SISTEMA SOLAR
Físico-química - 7º ano de escolaridade Unidade 2 O SISTEMA SOLAR O Sistema Solar 1. Astros do Sistema Solar 2. Os planetas do Sistema Solar Olá, o Calvin, da banda desenhada Calvin and Hobbes. Ao longo
MOVIMENTOS SOL TERRA LUA
MOVIMENTOS SOL TERRA LUA CONSIDERAÇÕES INICIAIS Para entender melhor o que você vai estudar, tenha sempre em mente as seguintes ideias: No período de 24h podemos considerar que Sol, Terra e Lua praticamente
Manual Espaço (62-63) Manual Terra no Espaço (56-57)
Manual Espaço (62-63) Manual Terra no Espaço (56-57) Astros do Sistema Solar: a sua origem e os seus astros (Pp. 64 a 70) Objetos celestes do Sistema Solar Teoria da Nebulosa Solar Sistema Solar Sol Planetas
PREPARAÇÃO PARA A PROVA DE AFERIÇÃO
PREPARAÇÃO PARA A PROVA DE AFERIÇÃO 2016-17 CIÊNCIAS FÍSICO-QUÍMICAS PARTE 2: FÍSICA 7º ANO DE ESCOLARIDADE III O Planeta Terra Período de rotação da Terra - É o tempo que a Terra demora a dar uma volta
Planetas são:
Características dos planetas (Pp. 71 a 78) Planetas do Sistema Solar Planeta Planeta anão Mercúrio Vénus Terra Marte Júpiter Saturno Úrano Neptuno Atenção às Páginas do MANUAL Manual Espaço Manual Pg.
PLANETAS GIGANTES. Semana dos Planetas Gigantes 2015
Universidade Federal do Rio de Janeiro Centro de Ciências Matemáticas e da Natureza Observatório do Valongo Semana dos Planetas Gigantes 2015 PLANETAS GIGANTES Gustavo F. Porto de Mello NOSSO SISTEMA SOLAR:
Departamento de Astronomia - Instituto de Física Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Departamento de Astronomia - Instituto de Física Universidade Federal do Rio Grande do Sul FIS2010 - FUNDAMENTOS DE ASTRONOMIA E ASTROFÍSICA A 2.a PROVA 2012/1 - TURMA C - Profa. Maria de Fátima Saraiva
ASTRONOMIA NO DIA A DIA
ASTRONOMIA NO DIA A DIA Dr. André Milone Divisão de Astrofísica (DAS) Curso de Introdução à Astronomia e Astrofísica 2013 ECLIPSES DA LUA E SOL Frequência dos eclipses plano e precessão da órbita da Lua
1. A figura seguinte mostra um esquema da estrutura do Sol. Estabelece as associações corretas entre
ESCOLA BÁSICA E SECUNDÁRIA DA CALHETA Ciências Físico-Químicas 7º ano TURMA A Ficha de Avaliação Sumativa nº 3 ANO LECTIVO 90 minutos Data 24/02/2012 Lê com atenção as questões do teste. Apresenta na folha
I. Espaço. 2.2 Os planetas e as características que os distinguem. Novo. Físico-Química - 7º ano. M. Neli G. C. Cavaleiro M.
Físico-Química - 7º ano que os distinguem M. Neli G. C. Cavaleiro M. Domingas Beleza Novo Dimensões dos planetas Período de rotação O tempo que um planeta demora para realizar uma rotação completa em
CORPOS CELESTES. Escola Monteiro Lobato Professora: Sharlene 6º anos manhã
CORPOS CELESTES Escola Monteiro Lobato Professora: Sharlene 6º anos manhã Corpo celeste é todo e qualquer astro que se encontra no espaço sideral; Existem inúmeros corpos celestes, porém os principais
Universidade Federal do Rio Grande do Sul Instituto de Física Departamento de Astronomia Fundamentos de Astronomia e Astrofísica: FIS2001 Prof. Rogéri
Universidade Federal do Rio Grande do Sul Instituto de Física Departamento de Astronomia Fundamentos de Astronomia e Astrofísica: FIS2001 Prof. Rogério Riffel Geometria da Sombra nos eclipses: Revisão:
Introdução. Aula 4: Fases da Lua e Eclipses. Prezados alunos, em nossa quarta aula, vamos tratar da Lua, suas fases e dos eclipses lunares e solares.
Aula 4: Fases da Lua e Eclipses Área 1, Aula 4 Alexei Machado Müller, Maria de Fátima Oliveira Saraiva & Kepler de Souza Oliveira Filho Introdução Foto da Lua durante o eclipes lunar de fevereiro de 2008.
Planetas: algumas características
Planetas: algumas características Planetas e planetas anões Planetas são objetos celestes que orbitam em torno do Sol, ou de uma estrela, com gravidade suficiente para terem uma forma quase esférica e
Aimi, Dante e Maria Letícia 2º ano B
Aimi, Dante e Maria Letícia 2º ano B O Sistema Solar são os planetas que giram em torno do Sol. Os planetas do Sistema Solar são Mercúrio, Vênus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Urano e Netuno. As estrelas
Sistema Solar: Terra, Lua e Sol. Ensino de Astronomia na UFABC Renato Dias da Cunha
Sistema Solar: Terra, Lua e Sol Ensino de Astronomia na UFABC Renato Dias da Cunha Nosso pálido ponto azul Diâmetro equatorial: 12 756 km Diâmetro polar: 12 713 km Volume: 1,083x10^12 km^3 Massa: 5,972x10^24
Universidade Federal do Rio Grande do Sul Instituto de Física Departamento de Astronomia. Introdução à Astronomia. Prof.
Universidade Federal do Rio Grande do Sul Instituto de Física Departamento de Astronomia Introdução à Astronomia Prof. Rogério Riffel Por que estudamos astronomia? Por que estudamos astronomia? Para entender
2.2 Os planetas e as características que os distinguem
Período de rotação O tempo que um planeta demora para realizar uma rotação completa em torno do seu eixo chama-se período de rotação e corresponde a um dia nesse planeta. Mercúrio Vénus Saturno 59 dias
Curso de aprofundamento em Física Assunto: Gravitação Universal; Leis de Kepler Prof: Marcelo Caldas Chaves
Curso de aprofundamento em Física Assunto: Gravitação Universal; Leis de Kepler Prof: Marcelo Caldas Chaves 01- (Enem 2002) Nas discussões sobre a existência de vida fora da Terra, Marte tem sido um forte
Quais são os planetas do Sistema Solar? O que são asteroides, cometas e meteoritos? Quais as diferenças entre estrelas e planetas?
Jerry Schad/Photo Researchers, Inc./Latinstock O Sistema Solar é formado pelo Sol e pelos planetas que giram ao redor dele, além de outros corpos celestes menores, como planetas-anões, Luas e asteroides.
Movimentos da Terra e da Lua e eclipses. Gastão B. Lima Neto IAG/USP
Movimentos da Terra e da Lua e eclipses Gastão B. Lima Neto IAG/USP AGA 210 2 semestre/2006 Nascer do Sol Movimento aparente do Sol Movimento aparente dos astros frequência quotidiana. Interpretação? (1)
MATERIAL DE ESTUDOS OBA Pesquisas e material desenvolvido pelos alunos do 2º ano Harmonia.
MATERIAL DE ESTUDOS OBA Pesquisas e material desenvolvido pelos alunos do 2º ano Harmonia. 2º ANO HARMONIA - 2018 SISTEMA SOLAR Gael e Alice 2º ano Harmonia SISTEMA SOLAR O Sistema Solar é formado por
Espaço A Terra, a Lua e forças gravíticas
Espaço A Terra, a Lua e forças gravíticas Ciências Físico-Químicas 7º Ano Nelson Alves Correia Escola Secundária de Maria Lamas Agrupamento de Escolas Gil Paes Rotação da Terra 4.1 Indicar o período de
Astrofísica Geral. Tema 07: O Sistema Solar, parte 1
stema Solar, parte 1 Índice 1 Sistema Solar 2 Planetas do Sistema Solar 3 Planetas-anões 4 Bibliografia 2 / 39 Índice 1 Sistema Solar 2 Planetas do Sistema Solar 3 Planetas-anões 4 Bibliografia 3 / 39
3DUWH,8PDYLVmRJHUDO 1$6$ 8PDHVWUHODQRYHSODQHWDVGH]HQDVGHVDWpOLWHVPLOKDUHVGH DVWHUyLGHVPLUtDGHVGHFRPHWDVHIUDJPHQWRVURFKRVRV (VWHpR6LVWHPD6RODU
,1752'8d 2 $ $6752120,$ $*$ 6LVWHPD6RODU 3DUWH,8PDYLVmRJHUDO 1$6$ 8PDHVWUHODQRYHSODQHWDVGH]HQDVGHVDWpOLWHVPLOKDUHVGH DVWHUyLGHVPLUtDGHVGHFRPHWDVHIUDJPHQWRVURFKRVRV (VWHpR6LVWHPD6RODU,$*863 (1263,&$==,2
Modelo geocêntrico: Terra no centro do Universo. Corpos celestes giravam ao seu redor. Defensores: Aristóteles e Cláudio Ptolomeu.
SISTEMA SOLAR Modelo geocêntrico: Terra no centro do Universo. Corpos celestes giravam ao seu redor. Defensores: Aristóteles e Cláudio Ptolomeu. Permaneceu até o século XV. Modelo heliocêntrico: Sol no
Veja o gabarito em nossa home page Dados do(a) aluno(a) (use somente letras de fôrma): Nome completo:... Sexo:... Endereço:...N º...
20 a OBA PROVA DO NÍVEL 3-19/05/2017 - (6 o ao 9 o ano se a escola tem ensino fundamental de 9 anos e 5 a à 8 a série se a escola ainda tem ensino fundamental de 8 anos) Veja o gabarito em nossa home page
Curso Astronomia Básica. O sistema solar. Marcelo Moura. Abril Centro de Estudos Astronômicos de Minas Gerais
Curso Astronomia Básica O sistema solar Marcelo Moura Abril - 2016 Centro de Estudos Astronômicos de Minas Gerais O sistema solar 2 Disco de acresção 3 Foto evaporação 4 Foto evaporação 5 Era das grandes
ESCOLA BÁSICA E SECUNDÁRIA DA CALHETA. Departamento de Ciências Naturais e Exatas. Físico-química 7.º ano
ESCOLA BÁSICA E SECUNDÁRIA DA CALHETA Departamento de Ciências Naturais e Exatas Físico-química 7.º ano ANO LETIVO~ 2017/2018 FICHA DE REVISÕES Movimentos da Terra / A Lua / Eclipses NOME: N.º TURMA DATA
Sistema Solar e nossa Galáxia
Sistema Solar e nossa Galáxia Galáxia Uma galáxia é um enorme aglomerado de estrelas, planetas, gás e poeiras ligados pela força da gravidade, assim como pela ainda pela pouco conhecida matéria escura.
Sistema Solar: Terra, Lua e Sol. Emerson Penedo
Sistema Solar: Terra, Lua e Sol Emerson Penedo [email protected] A Terra é o terceiro planeta mais próximo do Sol, o mais denso e o quinto maior dos oito planetas do Sistema Solar. Forma
3.1. Terra e Sistema Solar (1)
1 Ciências Físico-químicas - 7º ano de escolaridade Unidade 3 PLANETA TERRA (1) Movimentos dos planetas Órbitas dos planetas Prof. Marília Silva Soares Unidade 3 PLANETA TERRA Competências No final desta
Matheus e Ana Clara 2º ano Estrela
Matheus e Ana Clara 2º ano Estrela O sistema solar é um conjunto de planetas, asteroides e cometas que giram ao redor do Sol. O nosso sistema solar é constituído por oito planetas: Mercúrio, Terra, Marte,
Sala de Estudos FÍSICA Lucas 3 trimestre Ensino Médio 1º ano classe: Prof.LUCAS Nome: nº Sala de Estudos Gravitação
Sala de Estudos FÍSICA Lucas 3 trimestre Ensino Médio 1º ano classe: Prof.LUCAS Nome: nº Sala de Estudos Gravitação 1. (Unicamp 015) A primeira lei de Kepler demonstrou que os planetas se movem em órbitas
Beatriz e Alexandre 2º ano Diamante
2º ano D Beatriz e Alexandre 2º ano Diamante A Terra é o terceiro planeta do Sistema Solar a contar a partir do Sol e o quinto em diâmetro. Os oitos planetas que compõe o Sistema Solar são Mercúrio, Vênus,
Fís. Monitor: Arthur Vieira
Fís. Professor: Beto Mafra Monitor: Arthur Vieira Gravitação universal 25 set RESUMO 1ª Lei de Kepler (Leis das Órbitas) A trajetória dos corpos celestes ao redor do Sol são elipses 2ª Lei de Kepler rvalos
Pensar criativamente e colocar as coisas em perspectiva pode ajudar. Aqui está um pouco de astronomia para ajudá-lo a colocar sua vida em perspectiva
Pensar criativamente e colocar as coisas em perspectiva pode ajudar Aqui está um pouco de astronomia para ajudá-lo a colocar sua vida em perspectiva Hubble O telescópio Hubble está localizado fora de nossa
Movimento real e aparente das estrelas e dos Planetas
Movimento real e aparente das estrelas e dos Planetas Laurindo Sobrinho 17 de novembro de 2012 1 Movimento da Lua A Lua está a sempre visível a partir de um determinado ponto da Terra. 2 A Lua apresenta
Terra Marte Júpiter Saturno. O Sistema Solar. Introdução à Astronomia Fundamental. O Sistema Solar
Introdução à Astronomia Fundamental Lua Distância média da Terra: 384 400 km Diâmetro equatorial: 3480 km Massa: 0,012 massa terrestre Gravidade: 1,62 m/s 2 Densidade: 3340 kg/m 3 Rotação: 27,32 dias Período
Cœlum Australe. Jornal Pessoal de Astronomia, Física e Matemática - Produzido por Irineu Gomes Varella
Cœlum Australe Jornal Pessoal de Astronomia, Física e Matemática - Produzido por Irineu Gomes Varella Criado em 1995 Retomado em Junho de 2012 Ano IX Nº 052 - Julho de 2018 ECLIPSE TOTAL DA LUA - 27 DE
O Nosso sistema solar faz parte de uma galáxia. A Via Láctea
NÓS E O UNIVERSO 1 O Nosso sistema solar faz parte de uma galáxia A Via Láctea VIA LÁCTEA OUTRAS GALÁXIAS Andrómeda Grande Nuvem de Magalhães Pequena Nuvem de Magalhães SISTEMA SOLAR S M V T M J S U N
2º ano E ESTUDO PARA OBA OLIMPÍADA BRASILEIRA DE ASTRONOMIA
2º ano E ESTUDO PARA OBA OLIMPÍADA BRASILEIRA DE ASTRONOMIA Wesley e Victor ASTRONAUTA BRASILEIRO Marcos Pontes é um astronauta brasileiro e foi o primeiro a ir ao espaço. Ele foi para o espaço no dia
A) Principais Movimentos da Terra Nosso planeta apresenta uma série de movimentos dos quais elencamos os mais importantes.
Ecoastronomia Eixo Principal A) Principais Movimentos da Terra Nosso planeta apresenta uma série de movimentos dos quais elencamos os mais importantes. Rotação em torno de seu eixo A Terra faz uma volta
Os Movimentos da Terra
Os Movimentos da Terra Terra Diâmetro Não é uma esfera perfeita erra 12.756 km Na linha do Equador Achatada nos polos que são atravessados pelo eixo imaginário da Terra. Nas imagens de satélite, mal se
Sistema Solar: a sua origem e os seus astros
Sistema Solar: a sua origem e os seus astros Origem do Sistema Solar A Terra é um dos planetas do Sistema Solar em cujo o centro se encontra o Sol. Teoria da Nebulosa Solar Os astrónomos acreditam que
Gravitação IME. Lista de Exercícios 3
Gravitação 4300156 IME Lista de Exercícios 3 Q1 Considere as afimações abaixo e considere se são corretas ou incorretas, justificando. a) A segunda Lei de Kepler implica que velocidade dos planetas ao
AULA 1. ESCALAS DE DISTÂNCIA e de tamanho NO UNIVERSO
AULA 1 ESCALAS DE DISTÂNCIA e de tamanho NO UNIVERSO CONSTELAÇÃO DE Orion Estrelas são os componentes mais básicos do universo. O universo observável contém tantas estrelas quanto grãos de areia somando
Ciências Físico-Químicas 7º ano Ficha de trabalho nº9 Consequências dos movimentos da Lua
A Lua é o satélite natural da Terra. Vemo-la brilhar no céu, tão intensamente, porque reflete a luz que recebe do Sol. Foi Galileu quem, em 1609, observou pela primeira vez a superfície lunar através do
Departamento de Astronomia - Instituto de Física Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Departamento de Astronomia - Instituto de Física Universidade Federal do Rio Grande do Sul FIS2001 - FUNDAMENTOS DE ASTRONOMIA E ASTROFÍSICA 1.a PROVA 2008/1 TURMA A Prof.a Maria de Fátima O. Saraiva NOME:
1 A partir da análise das duas figuras a seguir, responda ao que se pede.
5 Nome: Data: unidade A partir da análise das duas figuras a seguir, responda ao que se pede. Lua Sol Terra Mercúrio Vênus Júpiter ilustrações: Paulo Manzi Marte Saturno Figura A Saturno Júpiter Marte
O Sistema Solar. Os Astros do Sistema Solar. 1. Astros do Sistema Solar 2. Os planetas do Sistema Solar Unidade 2 O SISTEMA SOLAR
Ciências Físico-químicas - 7º ano de escolaridade Unidade 2 O SISTEMA SOLAR O Sistema Solar 1. Astros do Sistema Solar 2. Os planetas do Sistema Solar Os Astros do Sistema Solar 2 1 Competências a desenvolver:
Fundamentos de Astronomia e Astrofísica. O Sol. Rogério Riffel.
Fundamentos de Astronomia e Astrofísica O Sol Rogério Riffel http://astro.if.ufrgs.br/esol/esol.htm Dados gerais Maior objeto do sistema solar Diâmetro (da fotosfera): 1 391 980 km (100 X diâmetro da Terra)
Introdução à Astronomia Semestre:
Introdução à Astronomia Semestre: 2015.1 Sergio Scarano Jr 22/10/2013 Horário de Atendimento do Professor Professor: Sergio Scarano Jr Sala: 119 Homepage: http://www.scaranojr.com.br/ * http://200.17.141.35/scaranojr/
Movimento dos Planetas
Fundamentos de Astronomia e Astrofísica Movimento dos Planetas eclipse.txt Rogemar A. Riffel e-mail: [email protected] http://www.if.ufrgs.br/~rogemar Sala: N101 Livro texto: Astronomia e Astrofísica Kepler
RECURSO SOLAR. Disciplina: Centrais Elétricas Professor: Clodomiro unsihuay-vila
RECURSO SOLAR Disciplina: Centrais Elétricas Professor: Clodomiro unsihuay-vila AGENDA Introdução; Partes Constituintes; Geometria Sol-Terra; Radiação Solar sobre a Terra; Instrumentos para Medição; Análise
Departamento de Astronomia - Instituto de Física Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Departamento de Astronomia - Instituto de Física Universidade Federal do Rio Grande do Sul FIS2001 - FUNDAMENTOS DE ASTRONOMIA E ASTROFÍSICA 1.a PROVA 2007/2 TURMAA Prof.a Maria de Fátima O. Saraiva NOME:
Ficha de Avaliação Sumativa 2
Ficha de Avaliação Sumativa 2 DISCIPLINA: Física e Química 7 ºAno de escolaridade 2015/2016 Data: Nome: Turma: N.º Classificação: (%) A Docente: E. E: As respostas às questões deste enunciado devem ser
