Procedimento de Acesso para Microgeração e Minigeração Distribuída

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1 Procedimento de Acesso para Microgeração e Minigeração CÓDIGO VERSÃO Nº APROVAÇÃO RESPONSÁVEL DATA DATA DA VIGÊNCIA 00 15/12/2012

2 SUMÁRIO 1 OBJETIVO ÂMBITO DE APLICAÇÃO DEFINIÇÕES DISPOSIÇÕES GERAIS CONTATOS DO CLIENTE COM A ACESSADA LEGISLAÇÃO E REGULAÇÃO PROCEDIMENTOS DE ACESSO CONSULTA DE ACESSO INFORMAÇÃO DE ACESSO SOLICITAÇÃO DE ACESSO PARECER DE ACESSO CELEBRAÇÃO DOS CONTRATOS E TERMOS OPERACIONAIS OBRAS OBRAS E RESPONSABILIDADES DO ACESSANTE OBRAS E RESPONSABILIDADES DA DISTRIBUIDORA PARTICIPAÇÃO FINANCEIRA CRITÉRIOS E PADRÕES TÉCNICOS PARA A CONEXÃO REQUISITOS DE PROJETOS MEDIÇÃO REQUISITOS PARA OPERAÇÃO, MANUTENÇÃO E SEGURANÇA DA CONEXÃO ETAPAS PARA VIABILIZAÇÃO DO ACESSO CRITÉRIOS COMERCIAIS FLUXO DO PROCESSO ANEXOS

3 1 OBJETIVO Estabelecer as condições para o acesso de Microgeração e Minigeração ao sistema de distribuição de energia elétrica da Enersul pelos consumidores interessados em utilizar os benefícios do sistema de compensação de energia elétrica, conforme estabelecida na Resolução Normativa n 482 de 17/04/2012 da ANEEL Agência Nacional de Energia Elétrica. 2 ÂMBITO DE APLICAÇÃO O PROCEDIMENTO DE ACESSO PARA MICROGERAÇÃO E MINIGERAÇÃO DISTRIBUÍDA aplica-se às instalações de conexão na qualidade de central geradora para a Microgeração e Minigeração distribuída, conforme Resolução ANEEL n 482/2012, ao sistema de distribuição da Enersul por meio de instalações de unidades consumidoras que façam adesão ao sistema de compensação de energia elétrica. 3 DEFINIÇÕES 3.1 Acessada Distribuidora de energia elétrica em cujo sistema elétrico o acessante conecta suas instalações. Para este documento a acessada é a Enersul. 3.2 Acessantes Consumidor, central geradora, distribuidora, ou agente importador ou exportador de energia, com instalações que se conectam ao sistema elétrico de distribuição, individualmente ou associados. Para este documento, as centrais geradoras classificadas como Microgeração ou Minigeração distribuída são caracterizadas como acessantes. 3.3 Acesso Disponibilização do sistema elétrico da Enersul para a conexão de instalações de Microgeração e/ou Minigeração do consumidor. 3.4 Acordo Operativo Acordo celebrado entre consumidor e Enersul, que descreve e define as atribuições, responsabilidades e o relacionamento técnico-operacional do ponto de conexão e instalações de conexão, quando o caso, e estabelece os procedimentos necessários ao sistema de medição para faturamento - SMF. Aplicado à Minigeração. 3.5 ANEEL Agencia Nacional de Energia Elétrica, criada pela Lei n de 26 de dezembro de ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas, entidade privada, sem fins lucrativos, responsável pela normalização técnica no país. 3.7 Central geradora Agente que explora a atividade de geração de energia elétrica e que pode deter instalações de interesse restrito. Incluem-se, neste conceito, autoprodutores, cogeradores e produtores independentes. 3.8 Consulta de Acesso 3

4 Requerimento do consumidor para a Enersul para obtenção de informações, que permitirão ao consumidor a realização de estudos de viabilidade de instalação do seu sistema de Micro e/ou Minigeração. 3.9 Diagramas unifilares de sistema elétrico Representação gráfica do sistema elétrico em que se utilizam linhas e símbolos associados aos equipamentos e instalações da rede elétrica Distribuidora Agente titular de concessão ou permissão federal para prestar o serviço público de distribuição de energia elétrica. Para este documento a distribuidora é a Enersul 3.11 Energia Elétrica Ativa Energia elétrica convertida em outra forma de energia, expressa em quilowatts-hora (kwh) 3.12 Energia Elétrica Ativa Injetada Quantidade de energia elétrica injetada nas redes do sistema de distribuição, englobando os montantes de energias suprida de redes elétricas de outras concessionárias de transmissão e distribuição e de centrais geradoras com instalações conectadas a rede da distribuidora, incluindo a geração própria Fator de potência Razão entre a energia elétrica ativa e a raiz quadrada da soma dos quadrados das energias elétricas ativa e reativa, consumidas em um mesmo período especificado Informação de Acesso Documento pelo qual a Enersul apresenta a resposta à consulta de acesso realizada pelo consumidor Menor Custo Global Critério pelo qual a Enersul avalia todas alternativas técnicas para a conexão da Micro e/ou Minigeração e define por aquela que cuja somatória dos custos individuais das adequações do sistema de Distribuição e de Conexão for menor Microgeração Central geradora de energia elétrica, com potência instalada menor ou igual a 100 kw e que utilize fontes com base em energia hidráulica, solar, eólica, biomassa ou cogeração qualificada, conforme regulamentação da ANEEL, conectada na rede de distribuição por meio de instalações de unidades consumidoras Minigeração Central geradora de energia elétrica, com potência instalada superior a 100 kw e menor ou igual a 1 MW para fontes com base em energia hidráulica, solar, eólica, biomassa ou cogeração qualificada, conforme regulamentação da ANEEL, conectada na rede de distribuição por meio de instalações de unidades consumidoras Operação ilhada Operação em que a central geradora supre uma porção eletricamente isolada do sistema de distribuição da Enersul. O mesmo que ilhamento Posto Tarifário 4

5 Referente a períodos de ponta e fora de ponta Ramal de entrada Conjunto de condutores e acessórios instalado pelo consumidor entre o ponto de conexão e a medição ou proteção de suas instalações de utilização Paralelismo Operação dos geradores das centrais geradoras em paralelo com o sistema elétrico da Enersul Parecer de Acesso Documento pelo qual a Enersul consolida os estudos e avaliações de viabilidade da solicitação de acesso requerida para uma conexão ao sistema elétrico e informa ao consumidor os prazos e as condições de acesso Ponto de conexão Conjunto de equipamentos que se destina a estabelecer a conexão na fronteira entre as instalações da Enersul e do acessante Relacionamento Operacional Acordo celebrado entre consumidor e Enersul, que descreve e define as atribuições, responsabilidades e o relacionamento técnico-operacional do ponto de conexão e instalações de conexão. Aplicado à Microgeração distribuída Sistema de compensação de energia elétrica Sistema no qual a energia ativa gerada por unidade consumidora com Microigeração distribuída ou Minigeração distribuída é cedida, por meio de empréstimo gratuito, à distribuidora local e posteriormente compensada com o consumo de energia elétrica ativa dessa mesma unidade consumidora ou outra unidade consumidora de mesma titularidade da unidade consumidora onde os créditos foram gerados, desde que possua o mesmo Cadastro de Pessoa Física (CPF) ou Cadastro de Pessoa Jurídica (CNPJ) junto ao Ministério da Fazenda Solicitações de Acesso Requerimento formulado pelo consumidor à Enersul, apresentando o projeto das instalações de conexão e solicitando a conexão ao sistema de distribuição Unidade consumidora Conjunto de instalações e equipamentos elétricos caracterizado pelo recebimento de energia elétrica em um só ponto de conexão, com medição individualizada e correspondente a um único consumidor. 4 DISPOSIÇÕES GERAIS Solicitações de aumento de carga ou de demanda contratada a fim de adequar o limite de potência instalada da microgeração ou minigeração distribuída, participante do sistema de compensação de energia elétrica, devem ser realizadas previamente à solicitação de acesso. A conexão de Central Microgeração e Minigeração distribuída não será realizada em instalações de rede de distribuição de caráter provisório, a não ser que as alterações futuras possam ser efetuadas sem a necessidade de mudanças nas instalações de conexão. A conexão não poderá acarretar prejuízos ao desempenho e aos níveis de qualidade dos serviços públicos de energia elétrica a qualquer consumidor, conforme os critérios estabelecidos pelo Poder Concedente. 5

6 A Enersul poderá interromper o acesso ao seu sistema quando constatar a ocorrência de qualquer procedimento irregular ou deficiência técnica e/ou de segurança das instalações de conexão que ofereçam risco iminente de dano a pessoas ou bens, ou quando se constatar interferências provocadas por equipamentos do acessante, prejudiciais ao funcionamento do sistema elétrico da distribuidora ou de equipamentos de outros consumidores. Todos os consumidores estabelecidos na área de concessão da Enersul, independentemente da classe de tensão de fornecimento, devem comunicar por escrito a eventual utilização ou instalação de grupos geradores de energia em sua unidade consumidora, sendo que a utilização dos mesmos está condicionada à análise de projeto, inspeção, teste e liberação para funcionamento por parte da Enersul. Após a liberação pela Enersul, não devem ser executadas quaisquer alterações no sistema de interligação de gerador particular com a rede de distribuição, sem que sejam aprovadas. Havendo alterações o interessado deve encaminhar o novo projeto para análise, inspeção, teste e liberação por parte da Enersul. Quando as instalações das centrais geradoras estiverem alojadas em estabelecimentos industriais, seus locais de instalação devem ser de uso exclusivo, e deverão atender as disposições legais de proteção contra incêndio. 5 CONTATOS DO CLIENTE COM A ACESSADA As tratativas para estabelecimento da conexão deverão ser formalizadas pelo usuário interessado, junto a qualquer posto de atendimento da Enersul ou então através da área de grandes clientes ou pelo Call Center MT LEGISLAÇÃO E REGULAÇÃO A seguir são relacionadas às principais referências regulatórias utilizadas nesse documento: Procedimentos de Distribuição de Energia Elétrica no Sistema Elétrico Nacional PRODIST/ANEEL 19/04/2012 Módulo 1 Introdução - apresenta os objetivos gerais, a legislação vigente que disciplina as atividades de distribuição de energia elétrica e o glossário de termos técnicos Módulo 3 Acesso ao Sistema de Distribuição - estabelece as condições de acesso aos sistemas elétricos de distribuição, compreendendo a conexão e o uso do sistema e define os critérios técnicos e operacionais, os requisitos de projeto, as informações, os dados e a implementação da conexão, aplicando-se tanto aos novos acessantes como aos existentes. Módulo 8 Qualidade da Energia Elétrica - define os procedimentos relativos à qualidade da energia elétrica - QEE, abordando a qualidade do produto e do serviço prestado; define os conceitos e os parâmetros para o estabelecimento de valores-limite para os indicadores de QEE; estabelece, para a qualidade dos serviços prestados, a metodologia para apuração dos indicadores de continuidade e dos tempos de atendimento, definindo limites e responsabilidades, além da metodologia de monitoramento automático dos indicadores de qualidade. 6

7 Resolução Normativa ANEEL N 482 de 17 de Abril de 2012 estabelece as condições gerais para o acesso de Microgeração e Minigeração distribuída aos sistemas de distribuição de energia elétrica, o sistema de compensação de energia elétrica, e dá outras providências. Resolução Normativa ANEEL N 414 de 09 de Setembro de 2010 estabelece as condições gerais do fornecimento de energia elétrica de forma atualizada e consolidada. 7 PROCEDIMENTOS DE ACESSO Os procedimentos de acesso estão detalhados no Módulo 3 dos Procedimentos de Distribuição (PRODIST). Consistem em várias etapas para a obtenção de acesso ao sistema de distribuição. Aplicam-se tanto a novos acessantes quanto à alteração da carga e/ou geração. A viabilização do acesso ao sistema elétrico é composta de quatro etapas, sendo facultativas as etapas de consulta de acesso e informação de acesso, e obrigatórias as etapas de solicitação de acesso e parecer de acesso. Essas etapas são apresentadas de forma sucinta na figura abaixo e descritas a seguir. Figura 1 - Etapas de acesso para centrais de Microgeração e Minigeração distribuída 7.1 CONSULTA DE ACESSO É um requerimento facultativo a ser encaminhado à Concessionária pelo cliente que se propõe a conectar, na qualidade de central geradora de Microgeração ou Minigeração, ao sistema de distribuição. Tem como objetivo obter informações técnicas que subsidiem os estudos pertinentes à conexão, as condições de acesso ao sistema de distribuição. A consulta de acesso poderá ser realizada através do envio de um formulário (conforme modelos em anexo) aos canais indicados no item 5 deste documento. Em função do tipo, porte e nível de tensão das instalações do acessante, como também dos impactos no sistema elétrico de distribuição acessado, poderão ser requeridas informações 7

8 adicionais, assim como serem solicitadas pela Enersul a partir da Consulta de Acesso, sempre que necessárias. 7.2 INFORMAÇÃO DE ACESSO Após o recebimento da consulta de acesso, a Enersul deverá realizar estudos para a definição das condições técnicas para o atendimento, atendendo as definições contidas na Resolução ANEEL n 482/2012 e critério de Menor Custo Global. Após a conclusão desses estudos a Enersul deverá repassar obrigatoriamente essas informações de acesso, por meio de um documento formal denominado Informação de Acesso, sem ônus para o consumidor. Este documento deverá apresentar as informações sobre a conexão, devendo indicar: a) a classificação da atividade da unidade consumidora; b) quando couber, informações sobre a regra de participação financeira; c) quando a conexão implicar na definição de um ponto de conexão pelo critério de menor custo global, a Enersul deverá apresentar as alternativas de conexão que foram avaliadas, acompanhadas das estimativas dos respectivos custos, conclusões e justificativas (Válida apenas para Minigeração); d) as características do sistema de distribuição da Enersul, do eventual ponto de conexão de interesse do consumidor e do ponto de conexão indicado pela Enersul, incluindo requisitos técnicos e padrões de desempenho (Válida apenas para Minigeração); e) as responsabilidades do consumidor; f) relação de documentos e informações técnicas em que a unidade consumidora deverá fornecer a Enersul no caso de prosseguimento com a Solicitação de Acesso. A Informação de Acesso deve ser apresentada pela Enersul ao consumidor, por escrito, no prazo máximo de 60 (sessenta) dias a partir da data do recebimento da Consulta de Acesso. 7.3 SOLICITAÇÃO DE ACESSO Para as Unidades Consumidoras que pretendem se conectar como central geradora classificada como Microgeração ou Minigeração distribuída, são obrigatórias apenas as etapas de Solicitação de Acesso e Parecer de Acesso. A Solicitação de Acesso é o requerimento formulado pelo consumidor que, uma vez entregue à Enersul, implica a prioridade de atendimento, de acordo com a ordem cronológica de protocolo. Para a Solicitação de Acesso, devem ser entregues à Enersul os seguintes documentos, visto que estes serão fonte de informações para a análise e estudos de conexão do cliente: a) Formulário, documentos e informações solicitadas conforme Anexos; 8

9 b) Cinco (05) vias contendo o projeto das instalações de conexão, memorial descritivo, localização, arranjo físico e diagramas, constantes nas normas da Enersul NTD CGM 001 ou NTD CGB 001, conforme o caso (microgeração ou minigeração) e seção 3.3 do módulo 3 do PRODIST Procedimentos de Distribuição de Energia Elétrica no Sistema Elétrico Nacional. A solicitação de acesso perde o efeito se o consumidor não regularizar eventual(is) pendência(s) no prazo de 60 (sessenta) dias. Tais pendências serão informadas ao cliente pela Enersul conforme a observação dos documentos enviados. A potência instalada da Microgeração ou Minigeração distribuída participante do sistema de compensação de energia elétrica da Enersul fica limitada à carga instalada da unidade consumidora do Grupo B ou à demanda contratada da unidade consumidora do Grupo A. 7.4 PARECER DE ACESSO O Parecer de Acesso é o documento formal obrigatório emitido pela Enersul, em resposta à Solicitação de Acesso e sem ônus para o consumidor, onde são informadas as condições técnicas e comerciais de acesso, compreendendo a conexão e o uso, e os requisitos técnicos que permitam a conexão das instalações do consumidor, com os respectivos prazos. Através das informações contidas na Solicitação de Acesso, o consumidor será classificado como Microgeração ou Minigeração. De acordo com sua classificação, o Parecer de Acesso constará das seguintes informações: Para a Microgeração: a) classificação do cliente acessante; b) as características do sistema de distribuição da Enersul e do ponto de conexão, incluindo requisitos técnicos, como tensão nominal de conexão, além dos padrões de desempenho; c) os cálculos relativos à participação financeira do consumidor; d) a relação das obras de responsabilidade da Enersul, com correspondente cronograma de implantação; e) o modelo do Relacionamento Operacional para participantes do sistema de compensação de energia ou os modelos dos contratos a serem celebrados; f) as responsabilidades do consumidor; g) as tarifas de uso aplicáveis; h) eventuais informações sobre equipamentos ou cargas susceptíveis de provocar distúrbios ou danos no sistema de distribuição acessado ou nas instalações de outros; e i) outras informações pertinentes 9

10 Para a Minigeração: a) classificação do cliente acessante; b) a definição do ponto de conexão para Minigeração de acordo com o critério de menor custo global, com a apresentação das alternativas de conexão que foram avaliadas pela Enersul, acompanhadas das estimativas dos respectivos custos, conclusões e justificativas; c) as características do sistema de distribuição da Enersul e do ponto de conexão, incluindo requisitos técnicos, como tensão nominal de conexão, além dos padrões de desempenho; d) os cálculos relativos à participação financeira do consumidor; e) a relação das obras de responsabilidade da Enersul, com correspondente cronograma de implantação; f) o modelo do Acordo Operativo para participantes do sistema de compensação de energia ou os modelos dos contratos a serem celebrados; g) as responsabilidades do consumidor; h) as tarifas de uso aplicáveis; i) eventuais informações sobre equipamentos ou cargas susceptíveis de provocar distúrbios ou danos no sistema de distribuição acessado ou nas instalações de outros; e j) outras informações pertinentes Compete à Enersul a realização de todos os estudos para a integração de Microgeração e Minigeração distribuída, sem ônus ao consumidor, devendo informar ao acessante a relação de dados necessários à elaboração dos referidos estudos que devem ser apresentados quando da Solicitação de Acesso, conforme modelos anexos. Também compete à Enersul a solicitação junto a ANEEL a obtenção do registro das centrais geradoras, sem ônus ao consumidor. A Enersul deverá encaminhar o Parecer de Acesso ao cliente em até 30 (trinta) dias após o recebimento da Solicitação de Acesso. Para a central geradora classificada como Minigeração distribuída, este prazo passará a ser de 60 (sessenta) dias quando houver a necessidade de execução de obras de reforço ou ampliação no sistema de distribuição. Os contratos necessários ao acesso devem ser celebrados entre as partes no prazo máximo de 90 (noventa) dias após a emissão do parecer de acesso, quando aplicável. A inobservância deste prazo, por responsabilidade do cliente, incorre em perda da garantia ao ponto e às condições de conexão estabelecidas no parecer de acesso, desde que um novo prazo não seja pactuado entre as partes. 10

11 Figura 2 Prazos para o Parecer de Acesso e Celebração de Contratos 7.5 CELEBRAÇÃO DOS CONTRATOS E TERMOS OPERACIONAIS Os termos operacionais pertinentes à conexão devem ser celebrados entre as partes no prazo máximo de 90 (noventa) dias após a emissão do Parecer de Acesso. A inobservância deste prazo, por responsabilidade do consumidor, incorre em perda da garantia ao ponto e às condições de conexão estabelecidas no Parecer de Acesso, desde que um novo prazo não seja pactuado entre as partes. Para a unidade consumidora com Microgeração ou Minigeração distribuída que participe do sistema de compensação de energia da Enersul, fica dispensada a assinatura de contratos de uso e conexão, sendo suficientes para os referidos acessos de: a) Microgeração: celebrar o RELACIONAMENTO OPERACIONAL, conforme o modelo do anexo Anexo 5; b) Minigeração: celebrar o ACORDO OPERATIVO, conforme o modelo do anexo 6. A potência instalada da Microgeração ou Minigeração distribuída participante do sistema de compensação de energia elétrica da Enersul fica limitada à carga instalada da unidade consumidora do Grupo B ou à demanda contratada da unidade consumidora do Grupo A. Caso o consumidor deseje instalar Microgeração ou Minigeração distribuída com potência superior ao limite estabelecido no parágrafo anterior, deve solicitar aumento da carga instalada, para o Grupo B, ou aumento da demanda contratada para o Grupo A. Às solicitações de aumento de carga ou conexão de unidade consumidora, aplicam-se, quando couberem, as regras de participação financeira do consumidor, definidas pela resolução ANEEL N 414/ OBRAS Após a celebração dos contratos referentes à conexão, como disposto no item 7.5 deste documento, é liberada a execução das obras de conexão. Posteriormente, dentro dos prazos estabelecidos neste documento, são de responsabilidade da Enersul a vistoria das instalações, liberação da conexão e a energização do empreendimento. 11

12 As instalações de conexão devem ser projetadas observando-se as características técnicas, normas, padrões e procedimentos específicos do sistema de distribuição da acessada, além das normas da ABNT. As normas, padrões e procedimentos técnicos encontram-se disponíveis no site Os equipamentos a serem instalados pelo acessante no ponto de conexão deverão ser obrigatoriamente homologados pela Enersul OBRAS E RESPONSABILIDADES DO ACESSANTE Aplicadas à Microgeração: a) elaborar o projeto executivo das instalações de conexão, submetendo-o à aprovação da Enersul; b) executar as obras civis e de montagem das instalações de conexão; c) realizar o comissionamento das instalações de conexão de sua responsabilidade, sob supervisão da Enersul. Se conexão de nova unidade consumidora, o responsável deve: a) manifestar-se formalmente, no prazo máximo de 30 (trinta) dias após o recebimento do orçamento fornecido pela Enersul, quanto à opção pela forma de execução das obras relativas à conexão; b) na opção pela execução direta das obras utilizando-se de terceiros, apresentar projeto para a devida aprovação da distribuidora. Aplicadas à Minigeração d) elaborar o projeto executivo das instalações de conexão, submetendo-o à aprovação da Enersul; e) executar as obras civis e de montagem das instalações de conexão; f) realizar o comissionamento das instalações de conexão de sua responsabilidade, sob supervisão da Enersul. Se conexão de nova unidade consumidora, o responsável deve: c) manifestar-se formalmente, no prazo máximo de 30 (trinta) dias após o recebimento do orçamento fornecido pela Enersul, quanto à opção pela forma de execução das obras relativas à conexão; d) na opção pela execução direta das obras utilizando-se de terceiros, apresentar projeto para a devida aprovação da distribuidora. 12

13 7.6.2 OBRAS E RESPONSABILIDADES DA DISTRIBUIDORA Aprovar projeto apresentado pelo acessante, conforme procedimentos estabelecidos na seção 3.1 do módulo 3 do PRODIST documento encontrado no endereço eletrônico da ANEEL Atender às solicitações com vistas à conexão das instalações dos acessantes, em suas diversas modalidades, com base nestes Procedimentos. Apresentar ao acessante o orçamento das obras relativas à sua conexão e o prazo para o seu atendimento, conforme procedimentos estabelecidos na seção 3.1 deste módulo. Disponibilizar suas normas e padrões técnicos em até 15 (quinze) dias após a solicitação do acessante que optar pela execução direta das obras necessárias à conexão de suas instalações, sem qualquer ônus, quando deve: a) orientar quanto ao cumprimento de exigências obrigatórias; b) fornecer as especificações técnicas dos equipamentos; c) informar os requisitos de segurança e proteção; d) informar os critérios de fiscalização e aceitação das obras. A Enersul deve realizar vistoria, no prazo de até 30 (trinta) dias a contar da data de solicitação formal, com vistas à conexão ou ampliação das instalações do acessante, apresentando à central geradora o seu resultado por meio de relatório formal, incluindo o relatório de comissionamento, quando couber. O prazo para entrega do relatório ao acessante, de que trata o parágrafo anterior, é de até 15 (quinze) dias, contados da data de realização da vistoria. A Enersul deve emitir a aprovação do ponto de conexão, liberando-o para sua efetiva conexão, no prazo de até 7 (sete) dias a partir da data em que forem satisfeitas as condições estabelecidas no relatório de vistoria. Efetivar a conexão do acessante nos seguintes prazos, contados da data da aprovação das instalações e do cumprimento das demais condições regulamentares pertinentes: a) 3 (três) dias úteis para conexões em BT, em áreas urbanas; b) 5 (cinco) dias úteis para conexões em BT, em áreas rurais; c) 10 (dez) dias úteis para conexões em MT; d) 15 (quinze) dias úteis para conexões em AT PARTICIPAÇÃO FINANCEIRA Às obras decorrentes de solicitações de aumento de carga ou conexão de unidade consumidora, aplicam-se, quando couberem, as regras de participação financeira do consumidor, definidas em regulamento específico. 13

14 Os custos adicionais devido a eventuais ampliações ou reforços no sistema de distribuição em função da conexão de Microgeração ou Minigeração distribuída participante do sistema de compensação de energia elétrica até o limite estabelecido pelo item 5.5 deste documento, não deverão fazer parte do cálculo da Participação Financeira do Consumidor. 8 CRITÉRIOS E PADRÕES TÉCNICOS PARA A CONEXÃO 8.1 PONTO DE CONEXÃO Para Microgeração O ponto de conexão às instalações da Enersul deve ser o mesmo da unidade consumidora, sendo vedada a modificação do ponto de conexão da unidade consumidora exclusivamente em função da instalação da geração. Para Minigeração O ponto de conexão deve ser único para a central geradora e a unidade consumidora. Cabe a Enersul a definição do ponto de conexão da Minigeração, de acordo com a análise de impacto da geração em relação ao sistema da acessada. 8.2 CONEXÃO As redes de distribuição trifásicas e monofásicas de Média Tensão possuem neutro comum, contínuo, multi e solidamente aterrado. O sistema de distribuição de média tensão deriva do secundário dos transformadores trifásicos das subestações, conectados em estrela aterrada. A configuração do sistema de média tensão é sempre radial, admitindo-se a transferência quando possível. As tensões padronizadas para a média tensão são: 13,8 kv; 34,5 kv. Já as tensões de baixa tensão são padronizadas em 127/220V. Para a Microgeração, as tensões padrões serão de 127/220V. Para a Minigeração, as tensões padrões serão de 220V (Baixa Tensão), 13,8kV ou 34,5kV (Média Tensão) 8.3 FORMA DE CONEXÃO Os clientes poderão ser interligados ao sistema elétrico de média e baixa tensão da Enersul por uma das formas a seguir: Consumidor existente que pretende instalar Microgeração ou Minigeração; Novo consumidor que pretende instalar Microgeração ou Minigeração. Consumidor existente que pretende instalar Microgeração ou Minigeração Neste caso, o consumidor instala sua fonte geradora em sua unidade, devendo ser feitas adequações de proteção, medição e automação, com base em sua classificação da geração (Microgeração ou Minigeração) e arranjo físico das instalações existentes de conexão, conforme detalhado nos anexos 2 e 3. 14

15 IMPORTANTE: Exclusivamente para Minigeração, a Enersul poderá modificar o ponto de conexão existente visando à integridade operacional do sistema elétrico. Novo consumidor que pretende instalar Microgeração ou Minigeração A solução dada à interligação do cliente é a conexão a rede da Enersul através de uma das configurações ilustradas nos anexos 2 e 3, levando em consideração a classificação da geração (Microgeração ou Minigeração) e utilizando o critério de menor custo global. 8.4 INSTALAÇÃO DA GERAÇÃO A conexão deve ser realizada em corrente alternada com freqüência de 60 (sessenta) Hz. O acessante que conecta suas instalações ao sistema de distribuição não pode reduzir a flexibilidade de recomposição do mesmo, seja em função de limitações dos equipamentos ou por tempo de recomposição. O paralelismo das instalações do acessante com o sistema da Enersul não pode causar problemas técnicos ou de segurança aos demais acessantes, ao sistema de distribuição acessado e ao pessoal envolvido com a sua operação e manutenção. Para o bom desempenho da operação em paralelo, deve existir um sistema de comunicação entre a Enersul e o acessante, conforme estabelecido na seção 3.5 do módulo 3 do PRODIST (Procedimentos de Distribuição de Energia Elétrica no Sistema Elétrico Nacional) - documento disponível no endereço eletrônico da ANEEL O acessante é o único responsável pela sincronização adequada de suas instalações com o sistema de distribuição acessado. O acessante deve ajustar suas proteções de maneira a desfazer o paralelismo caso ocorra desligamento, antes da subseqüente tentativa de religamento. O tempo de religamento é definido no acordo operativo. No caso de paralelismo permanente, o acessante deve atender aos requisitos técnicos de operação da Enersul, observando os procedimentos operacionais do Módulo 4 do PRODIST - documento disponível no endereço eletrônico da ANEEL As partes devem definir os arranjos da interface de seus sistemas no acordo operativo. A instalação do acessante, conectada ao sistema de distribuição, deve operar dentro dos limites de freqüência estabelecidos no Módulo 8 do PRODIST - documento disponível no endereço eletrônico da ANEEL 9 REQUISITOS DE PROJETOS Requisitos gerais 15

16 As instalações de conexão devem ser projetadas observando as características técnicas, normas, padrões e procedimentos específicos do sistema de distribuição da Enersul, além das normas da ABNT. O projeto deve apresentar o seguinte conteúdo: a) memorial descritivo das instalações de conexão, da proteção, os dados e as características do acessante. O memorial deve também relacionar toda a documentação, normas e padrões técnicos utilizados como referência. Estas referências são encontradas na norma NTD CGM 001 ou NTD CGB 001 b) planta de localização da central geradora; c) arranjo físico das instalações; d) diagrama unifilar simplificado das instalações; e) esquemas funcionais; f) lista e especificação dos materiais e equipamentos; g) memória dos ajustes da proteção; h) ART do autor do projeto Para fins de definição do nível da tensão de conexão da central geradora devem ser consideradas as faixas de potência indicadas na Tabela 1. Tabela 1 Níveis de Tensão considerados para conexão de micro e minicentrais geradoras Potência Instalada Nível de Tensão de Conexão < 10 kw Baixa Tensão (monofásico, bifásico ou trifásico) 10 a 100 kw Baixa Tensão (trifásico) 101 a 500 kw (1) Baixa Tensão (trifásico) / Média Tensão 501 kw a 1 MW Média Tensão Nota: O nível de tensão de conexão da central geradora será definido pela Enersul em função das limitações técnicas da rede. Tabela 2 Requisitos mínimos em função da potência instalada Potência Instalada Equipamento Até 100 kw 101 kw a 500 kw 501 kw a 1 MW Elemento de desconexão (1) Sim Sim Sim 16

17 Elemento de interrupção (2) Sim Sim Sim Transformador de acoplamento Não Sim Sim Proteção de sub e sobretensão Sim (3) Sim (3) Sim Proteção de sub e Sim (3) Sim (3) Sim sobrefrequência Proteção contra desequilíbrio Não Não Sim de corrente Proteção contra desbalanço de Não Não Sim tensão Sobrecorrente direcional Não Não Sim Sobrecorrente com restrição de Não Não Sim tensão Relé de sincronismo Sim Sim Sim Anti-ilhamento Sim Sim Sim Estudo de curto-circuito Não Sim (4) Sim (4) Medição Medidor Medidor 4 Medidor 4 Bidirecional (6) Quadrantes Quadrantes Ensaios Sim (5) Sim (5) Sim (5) Notas: (1) Chave seccionadora visível e acessível que a Enersul usa para garantir a desconexão da central geradora durante manutenção em seu sistema. (2) Elemento de interrupção automático acionado por proteção, para microgeradores distribuídos e por comando e/ou proteção, para minigeradores distribuídos. (3) Não é necessário relé de proteção específico, mas um sistema eletro-eletrônico que detecte tais anomalias e que produza uma saída capaz de operar na lógica de atuação do elemento de interrupção. (4) Se a norma da Acessada indicar a necessidade de realização de estudo de curto-circuito caberá a Enersul a responsabilidade pela sua execução. (5) O acessante deve apresentar certificados (nacionais ou internacionais) ou declaração do fabricante que os equipamentos foram ensaiados conforme normas técnicas brasileiras, ou, na ausência, normas internacionais. (6) O medidor bidirecional deve, no mínimo, diferenciar a energia elétrica ativa consumida da energia elétrica ativa injetada na rede. Nos sistemas que se conectam à rede através de inversores, as proteções relacionadas na Tabela 2 podem estar inseridas nos referidos equipamentos, sendo a redundância de proteções desnecessária para microgeradores distribuídos. Os valores de referência a serem adotados para os indicadores: tensão em regime permanente, fator de potência, distorção harmônica, desequilíbrio de tensão, flutuação de tensão e variação de frequência são os estabelecidos na Seção 8.1 do Módulo 8 do PRODIST - documento encontrado no endereço eletrônico da ANEEL A Enersul pode propor proteções adicionais, desde que justificadas tecnicamente, em função de características específicas do sistema de distribuição acessado, exceto para central geradora classificada como Microigeração distribuída. A conexão deve ser realizada em corrente alternada com freqüência de 60 (sessenta) Hz. 17

18 10 MEDIÇÃO O sistema de medição deve atender às mesmas especificações exigidas para as demais unidades consumidoras conectadas no mesmo nível de tensão, acrescido da funcionalidade de medição bidirecional de energia elétrica ativa, conforme norma NTD CGM 001 ou NTD CGB 001. A aquisição do (s) medidor (es) e a adequação do sistema de medição, para implantação do sistema de compensação de energia, será realizada pela Enersul na ocasião da liberação do ponto de conexão. A diferença de custo entre a medição convencional e a medição para unidade consumidora com Microgeração ou Minigeração é de responsabilidade do consumidor. Para instalações em baixa tensão, a medição bidirecional pode ser realizada por meio de dois medidores unidirecionais: um para aferir a energia ativa consumida e outro para a gerada. Após a adequação do sistema de medição, a Enersul será responsável pela sua operação e manutenção, incluindo os custos de eventual substituição ou adequação. A Enersul deverá adequar o sistema de medição dentro do prazo para realização da vistoria das instalações, conforme item 9 deste documento, e iniciar o sistema de compensação de energia elétrica assim que for aprovado o ponto de conexão. 11 REQUISITOS PARA OPERAÇÃO, MANUTENÇÃO E SEGURANÇA DA CONEXÃO O objetivo deste item é estabelecer os requisitos para operação, manutenção e segurança das instalações de conexão ao sistema de distribuição, bem como as atribuições, diretrizes e responsabilidades do acessante e da Enersul quanto à operação e à manutenção do ponto de conexão. A operação e a manutenção devem garantir: a) segurança das instalações, dos equipamentos e do pessoal envolvido; b) que sejam mantidos os padrões de qualidade estabelecidos no Módulo 8 do PRODIST no ponto de conexão. Na execução da manutenção devem ser considerados os procedimentos das partes envolvidas, as recomendações dos fabricantes dos equipamentos e as normas técnicas nacionais ou internacionais. Os procedimentos relativos à manutenção devem incluir instruções sobre: inspeção (programada e aleatória); a) manutenção corretiva; b) manutenção preventiva; c) manutenção preditiva, quando aplicável; d) manutenção em linha viva. É responsabilidade do acessante realizar a preservação do sistema de distribuição acessado contra os efeitos de quaisquer perturbações originadas em suas instalações. 18

19 As partes devem estabelecer as condições de acesso para a manutenção do ponto de conexão no acordo operativo. A programação de intervenções no ponto de conexão deve seguir os procedimentos estabelecidos no Módulo 4 do PRODIST Procedimentos Operativos documento disponível no endereço eletrônico da ANEEL Não é permitida a operação ilhada da central de Microgeração. Sendo permitida a operação ilhada para central minigeradora, as condições devem ser estabelecidas no acordo operativo, devendo também ser observados os procedimentos estabelecidos no Módulo 4 do PRODIST Procedimentos Operativos relativos a este tipo de operação, documento disponível no endereço eletrônico da ANEEL Para a elaboração do Acordo Operativo ou do Relacionamento Operacional, deve-se fazer referência ao Contrato de Adesão (ou número da unidade consumidora), Contrato de Fornecimento ou Contrato de Compra de Energia Regulada para a unidade consumidora associada à central geradora classificada como mini ou Microgeração distribuída e participante do sistema de compensação de energia da distribuidora local, nos termos da regulamentação específica. Eventuais distúrbios ocorridos no ponto de conexão, provenientes das instalações do acessante ou do sistema de distribuição acessado, devem ser investigados por meio de análise de perturbação, prevista no acordo operativo, observando os procedimentos estabelecidos no Módulo 4 do PRODIST, documento disponível no endereço eletrônico da ANEEL Caso após o processo de análise de perturbações não haja entendimento entre o acessante e a Enersul quanto à definição de responsabilidades, as partes devem proceder conforme a seguir: a) a distribuidora contrata um especialista e o acessante outro, sendo um terceiro nomeado de comum acordo pelos especialistas contratados pelas partes; b) não havendo consenso quanto à escolha do terceiro especialista, a parte afetada o escolhe; c) as partes devem colocar à disposição dos especialistas todas as informações e dados necessários para os trabalhos; d) os 3 (três) especialistas elaboram parecer no prazo de 30 (trinta) dias com subsídios para solução das divergências; e) recebido o parecer, as partes têm 10 (dez) dias úteis para aprová-lo ou rejeitá-lo, neste caso, apresentando os motivos e fundamentos da discordância por escrito; f) havendo discordância quanto ao parecer dos especialistas, as partes têm mais 7 (sete) dias para se reunir e acertar as divergências; g) todas as despesas decorrentes do processo de análise de perturbação, excetuando-se a remuneração dos especialistas, são de responsabilidade da parte a que o parecer resulte desfavorável e, não sendo identificadas as responsabilidades pela ocorrência, as despesas são divididas igualmente entre as partes. h) a remuneração dos especialistas é de responsabilidades da respectiva parte contratante, sendo a do terceiro especialista dividida igualmente entre as partes. Indenizações por danos materiais diretos causados por uma parte à outra ou a acessantes por quaisquer das partes, nos termos do processo de análise de perturbações, que se fizerem devidas são de responsabilidade do causador da perturbação, nos termos da regulamentação em vigor. 19

20 12 ETAPAS PARA VIABILIZAÇÃO DO ACESSO A tabela a seguir apresenta um resumo das etapas para a viabilização do acesso do cliente que manifesta interesse em se conectar na qualidade de Microgeração ou Minigeração distribuída, assim como exposto de forma textual anteriormente. Tabela 3 Resumo das Etapas para Viabilização do Acesso ETAPA AÇÃO RESPONSÁVEL PRAZO 1. Consulta de Acesso 2. Informação de Acesso 3. Solicitação de acesso 4. Parecer de acesso 5. Contratos 6. Implantação da conexão Facultativo Acessante - Facultativo (a) Formalização da consulta de acesso, com o encaminhamento de documentação, dados e informações pertinentes (b) Recebimento da solicitação de acesso. (c) Solução de pendências relativas às informações solicitadas (a) Emissão de parecer com a definição das condições de acesso. (a) Assinatura dos Contratos, quando couber. Enersul Acessante Até 60 (sessenta) dias após o recebimento da Consulta de Acesso Enersul - Acessante Enersul Acessante e Enersul Até 60 (sessenta) dias após a ação 3(b) i. Se não houver necessidade de execução de obras de reforço ou de ampliação no sistema de distribuição, até 30 (trinta) dias após a ação 3(b) ou 3(c). ii. Para central geradora classificada como Minigeração distribuída e houver necessidade de execução de obras de reforço ou de ampliação no sistema de distribuição, até 60 (sessenta) dias após a ação 3(b) ou 3(c). Até 90 (noventa) dias após a ação 4(a) Solicitação de vistoria Acessante Definido pelo acessante (b) Realização de vistoria. Enersul Até 30 (trinta) dias após a ação 6(a) 20

21 7. Aprovação do ponto de conexão (c) Entrega para acessante do Relatório de Vistoria. (a) Adequação das condicionantes do Relatório de Vistoria. (b) Aprovação do ponto de conexão, liberando-o para sua efetiva conexão. Enersul Acessante Enersul Até 15 (quinze) dias após a ação 6(b) Definido pelo acessante Até 7 (sete) dias após a ação 7(a) 13 CRITÉRIOS COMERCIAIS Os critérios comerciais tratam dos fatores pós-instalação do ponto de conexão, ou seja, do momento em que o cliente passa a se beneficiar do sistema de compensação. Diferentemente dos critérios técnicos, os critérios comerciais são procedimentos contínuos e periódicos, conforme o ciclo de faturamento do cliente. A seguir são apresentados os principais requisitos de leitura e faturamento para os clientes participantes do sistema de compensação de energia elétrica, na qualidade de Microgeração ou Minigeração distribuída, interligados à rede da Enersul LEITURA Para efeito de leitura, os montantes de energia na rede de distribuição, deverão ser registrados e discretizados por tipo (consumidos e injetados) e por posto horário (ponta e fora de ponta). Caso haja impedimento de acesso para coleta da leitura para o faturamento do mês, a fatura será emitida com base na média do consumo medido do consumidor, e não será levado em consideração, neste caso, qualquer valor de energia injetada pela central geradora. Caso não haja coleta de leitura para o faturamento do mês devido a problemas de medição (Ex: medidor queimado), a fatura será emitida com base na média do consumo faturado, isto é, será realizado com base no consumo líquido (consumo injetado) FATURAMENTO a) O consumo a ser faturado, referente à energia elétrica ativa, é a diferença entre a energia consumida e a injetada, por posto tarifário, quando for o caso, devendo a Enersul utilizar o excedente que não tenha sido compensado no ciclo de faturamento para abater o consumo medido em meses subsequentes. b) Caso a energia elétrica ativa injetada, em um determinado posto tarifário, seja superior a energia elétrica ativa consumida, a diferença deverá ser utilizada para compensação em outros postos tarifários dentro do mesmo ciclo de faturamento, devendo, ainda, ser observada a relação entre os valores das tarifas de energia TE, conforme definição da Resolução Normativa da ANEEL n 414, de 9 de setembro de 2012, se houver. c) Os montantes de energia elétrica ativa injetada que não tenham sido compensados na própria unidade consumidora poderão ser utilizados para compensar o consumo de outras unidades previamente cadastradas para este fim e atendidas pela Enersul, cujo titular seja o mesmo da unidade com sistema de compensação de energia elétrica, possuidor do mesmo Cadastro de Pessoa Física (CPF) ou Cadastro de Pessoa Jurídica (CNPJ) junto ao Ministério da Fazenda. 21

22 d) O consumidor deverá definir a ordem de prioridade das unidades consumidoras participantes do sistema de compensação de energia elétrica, devendo a unidade consumidora onde se encontra instalada a geração a primeira a ter seu consumo compensado. e) Em cada unidade consumidora participante do sistema de compensação de energia elétrica, a compensação deve se dar primeiramente no posto tarifário em que se deu a geração e, posteriormente, nos demais postos tarifários, devendo, ainda, ser observada a relação entre os valores das tarifas de energia TE para diferentes postos tarifários de uma mesma unidade consumidora, conforme definição da Resolução Normativa da Aneel n 414, de 9 de setembro de 2012, se houver. f) Os créditos de energia elétrica ativa resultantes após compensação em todos os postos tarifários e em todas as demais unidades consumidoras, conforme os itens a a d desta seção (13.2 Faturamento), expirarão 36 (trinta e seis) meses após a data do faturamento e serão revertidos em prol da modicidade tarifária sem que o consumidor faça jus a qualquer forma de compensação após esse prazo. g) A fatura deverá conter a informação de eventual saldo positivo de energia elétrica ativa para o ciclo subseqüente, em quilowatt-hora (kwh), por posto tarifário, quando for o caso, e também o total de créditos que expirarão no próximo ciclo. h) Os montantes líquidos apurados no sistema de compensação de energia elétrica serão considerados no cálculo da sobrecontratação de energia para efeitos tarifários, sem reflexos na Câmara de Comercialização de Energia Elétrica CCEE, devendo ser registrados contabilmente, pela Enersul, conforme disposto no Manual de Contabilidade do Serviço Público de Energia Elétrica. 22

23 14 FLUXO DO PROCESSO A prioridade de atendimento de acordo com a ordem cronológica do protocolo só é válida a partir da Solicitação de Acesso. 23

24 01 Implantação pelo cliente e solicitação de vistoria ENERSUL tem 30 dias para realizar a vistoria. ENERSUL tem 15 dias para emissão do relatório de vistoria Relatório de vistoria Cliente faz as adequações necessárias (prazo a combinar). SIM Necessidade de adequações? NÃO ENERSUL tem 7 dias para aprovar o ponto de conexão, instalar equipamento de medição adequado e liberar para efetiva conexão. FIM 24

25 ANEXOS 1. FORMULÁRIOS DE CONSULTA DE ACESSO PARA MICROGERAÇÃO E MINIGERAÇÃO DISTRIBUÍDA 1.A Formulário de Consulta de Acesso para Microgeração 1.B Formulário de Consulta de Acesso para Minigeração 2. FORMULÁRIOS DE SOLICITAÇÃO DE ACESSO PARA MICROGERAÇÃO E MINIGERAÇÃO DISTRIBUÍDA 2.A Formulário de Solicitação de Acesso para Microgeração com Fonte Térmica (Biomassa) 2.B Formulário de Solicitação de Acesso para Minigeração com Fonte Térmica (Biomassa) 2.C Formulário de Solicitação de Acesso para Microgeração com Fonte Hidráulica 2.D Formulário de Solicitação de Acesso para Minigeração com Fonte Hidráulica 2.E Formulário de Solicitação de Acesso para Microgeração com Fonte Eólica 2.F Formulário de Solicitação de Acesso para Minigeração com Fonte Eólica 2.G Formulário de Solicitação de Acesso para Microgeração com Fonte Solar Fotovoltaica 2.H Formulário de Solicitação de Acesso para Minigeração com Fonte Solar Fotovoltaica 3. CONEXÃO DE MICROGERAÇÃO DISTRIBUÍDA PARA CONSUMIDORES JÁ CONECTADOS E NOVAS LIGAÇÕES 3.A Conexão Através do Pingadouro e com Medição Externa (no poste da RD) 3.B Conexão Através do Quadro de Distribuição e com Medição Externa (no poste da RD) 3.C Conexão Através do Quadro de Distribuição com Medição no Padrão de Entrada 3.D Conexão Através do Ramal de Entrada com Medição no Padrão de Entrada 25

26 4. CONEXÃO DE MINIGERAÇÃO DISTRIBUÍDA PARA CONSUMIDORES JÁ CONECTADOS E NOVAS LIGAÇÕES 5. RELACIONAMENTO OPERACIONAL PARA MICROGERAÇÃO DISTRIBUÍDA 6. ACORDO OPERATIVO PARA MINIGERAÇÃO DISTRIBUÍDA 26

27 ANEXO 1 FORMULÁRIOS DE CONSULTA DE ACESSO PARA MICROGERAÇÃO E MINIGERAÇÃO DISTRIBUÍDA 27

28 ANEXO 1.A - Formulário de Consulta de Acesso para Microgeração 28

29 ANEXO 1.B - Formulário de Consulta de Acesso para Minigeração 29

30 ANEXO 2 FORMULÁRIOS DE SOLICITAÇÃO DE ACESSO PARA MICROGERAÇÃO E MINIGERAÇÃO DISTRIBUÍDA 30

31 ANEXO 2.A - Formulário de Solicitação de Acesso para Microgeração com Fonte Térmica (Biomassa) 31

32 ANEXO 2.B - Formulário de Solicitação de Acesso para Minigeração com Fonte Térmica (Biomassa) 32

33 ANEXO 2.C - Formulário de Solicitação de Acesso para Microgeração com Fonte Hidráulica 33

34 ANEXO 2.D - Formulário de Solicitação de Acesso para Minigeração com Fonte Hidráulica 34

35 ANEXO 2.E - Formulário de Solicitação de Acesso para Microgeração com Fonte Eólica 35

36 ANEXO 2.F - Formulário de Solicitação de Acesso para Minigeração com Fonte Eólica 36

37 ANEXO 2.G - Formulário de Solicitação de Acesso para Microgeração com Fonte Solar Fotovoltaica 37

38 ANEXO 2.H - Formulário de Solicitação de Acesso para Minigeração com Fonte Solar Fotovoltaica 38

39 ANEXO 3 CONEXÃO DE MICROGERAÇÃO DISTRIBUÍDA PARA CONSUMIDORES JÁ CONECTADOS E NOVAS LIGAÇÕES 39

40 ANEXO 3.A Conexão Através do Pingadouro e com Medição Externa (no poste da RD) 40

41 ANEXO 3.B Conexão Através do Quadro de Distribuição e com Medição Externa (no poste da RD) 41

42 ANEXO 3.C Conexão Através do Quadro de Distribuição com Medição no Padrão de Entrada 42

43 ANEXO 3.D Conexão Através do Ramal de Entrada com Medição no Padrão de Entrada 43

44 ANEXO 4 CONEXÃO DE MINIGERAÇÃO DISTRIBUÍDA PARA CONSUMIDORES JÁ CONECTADOS E NOVAS LIGAÇÕES 44

45 ANEXO 5 RELACIONAMENTO OPERACIONAL PARA MICROGERAÇÃO DISTRIBUÍDA ADESÃO AO SISTEMA DE COMPENSAÇÃO DE ENERGIA CLÁUSULA PRIMEIRA: DO OBJETO 1. Este Documento contém as principais condições referentes ao Relacionamento Operacional entre (nome do proprietário), CPF, identidade nº, proprietário da microgeração distribuída localizada na Cidade de, Estado de, titular da unidade consumidora nº e a Centrais Elétricas Matogrossenses S.A ENERSUL. 2. Prevê a operação segura e ordenada das instalações elétricas interligando a instalação de microgeração ao sistema de distribuição de energia elétrica da ENERSUL. 3. Para os efeitos deste Relacionamento Operacional são adotadas as definições contidas nas Resoluções Normativas nºs 414/2010 e 482/2012 da ANEEL. CLÁUSULA SEGUNDA: DO PRAZO DE VIGÊNCIA 4. Conforme Contrato de Adesão disciplinado pela Resolução Normativa nº 414/2010 da ANEEL. CLÁUSULA TERCEIRA: DA ABRANGÊNCIA 5. Este Relacionamento Operacional aplica-se à interconexão de microgeração distribuída à rede de distribuição de baixa tensão da ENERSUL. 6. Entende-se por microgeração distribuída a central geradora de energia elétrica com potência instalada menor ou igual a 100 kw e que utilize fontes com base em energia hidráulica, solar, eólica, biomassa ou cogeração qualificada, conforme regulamentação da ANEEL, conectada na rede de distribuição por meio de instalações de unidades consumidoras. CLÁUSULA QUARTA: DA ESTRUTURA DE RELACIONAMENTO OPERACIONAL 7. A estrutura responsável pela execução da coordenação, supervisão, controle e comando das instalações de conexão é composta por: Pela ENERSUL (área responsável, telefone de contato): Pelo microgerador (nome, telefone de contato): CLÁUSULA QUINTA: DAS INSTALAÇÕES DO MICROGERADOR 8. As instalações de microgeração compreendem: gerador (descrever o gerador, o tipo de energia utilizada pelo gerador); (Capacidade instalada: kw); (descrição) conectado ao sistema de distribuição através (descrição do ponto de conexão tensão chave 45

46 seccionadora elemento de interrupção automático - condições de acesso para a manutenção do ponto de conexão). CLÁUSULA SEXTA: DAS RESPONSABILIDADES NO RELACIONAMENTO OPERACIONAL 9. A (citar a área responsável da ENERSUL), da ENERSUL orientará o microgerador sobre as atividades de coordenação e supervisão da operação, e sobre possíveis intervenções e desligamentos envolvendo os equipamentos e as instalações do sistema de distribuição, incluídas as instalações de conexão. 10. Caso necessitem de intervenção ou desligamento, ambas as partes se obrigam a fornecer com o máximo de antecedência possível um plano para minimizar o tempo de interrupção que, em casos de emergência, não sendo possíveis tais informações, as interrupções serão coordenadas pelos encarregados das respectivas instalações. 11. As partes se obrigam a efetuar comunicação formal sobre quaisquer alterações nas instalações do microgerador e na rede de distribuição de baixa tensão da ENERSUL. CLÁUSULA SÉTIMA: DAS CONDIÇÕES DE SEGURANÇA 12. A (citar a área responsável da ENERSUL) da ENERSUL orientará o microgerador sobre os aspectos de segurança do pessoal durante a execução dos serviços com equipamento desenergizado, relacionando e anexando as normas e/ou instruções de segurança e outros procedimentos a serem seguidos para garantir a segurança do pessoal e de terceiros durante a execução dos serviços em equipamento desenergizado. 13. As intervenções de qualquer natureza em equipamentos do sistema ou da instalação de conexão, só podem ser liberadas com a prévia autorização do Centro de Operação da ENERSUL. CLÁUSULA OITAVA: DO DESLIGAMENTO DA INTERCONEXÃO 14. A ENERSUL poderá desconectar a unidade consumidora possuidora de microgeração de seu sistema de distribuição nos casos em que: (i) a qualidade da energia elétrica fornecida pelo microgerador (nome do proprietário da microgeração) não obedecer aos padrões de qualidade dispostos no Parecer de Acesso; (ii) quando a operação da microgeração representar perigo à vida e às instalações da ENERSUL, neste caso, sem aviso prévio. 15. Em quaisquer dos casos, o_ (nome do proprietário do microgerador)_deve ser notificado para execução de ações corretivas com vistas ao restabelecimento da conexão de acordo com o disposto na Resolução Normativa nº 414/2010 da ANEEL. 46

47 CLÁUSULA NONA: DE ACORDO Pela ENERSUL: (nome do funcionário e sigla da área responsável) (Assinatura) Pelo proprietário do microgerador: Data e local: 47

48 ANEXO 6 ACORDO OPERATIVO PARA MINIGERAÇÃO DISTRIBUÍDA 1. OBJETIVO 1.1. Definir as atribuições e responsabilidades entre a DISTRIBUIDORA e o CLIENTE, bem como estabelecer os procedimentos a serem adotadas no relacionamento operacional entre as PARTES, envolvendo aspectos específicos relativos à operação do PONTO DE CONEXÃO e INSTALAÇÕES DE CONEXÃO, de acordo com o disposto na Cláusula Sexta do CONTRATO DE CONEXÃO AO SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO CCD Novas INSTALAÇÕES DE CONEXÃO e/ou PONTO(S) DE CONEXÃO, entre as PARTES, exigirão a revisão deste ACORDO OPERATIVO AO. 2. ABRANGÊNCIA Este ACORDO OPERATIVO, a partir de sua assinatura, substitui e cancela qualquer outro documento referente ao objeto do mesmo. 3. PROVIDÊNCIA QUANDO DO TÉRMINO DO CCD Quando do término do CONTRATO DE CONEXÃO AO SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO ao qual este ACORDO OPERATIVO é anexo, deverá ser providenciada de imediato a desconexão do sistema elétrico do CLIENTE com a DISTRIBUIDORA, ou seja, a respectiva isolação elétrica entre os sistemas. 4. DEFINIÇÕES Para permitir o perfeito entendimento e precisão da terminologia técnica empregada neste ACORDO OPERATIVO, deverão ser utilizados os conceitos dos vocábulos e expressões estabelecidos a seguir. Para os termos empregados neste ACORDO OPERATIVO e não definidos neste item, devem ser utilizadas as definições constantes nos PROCEDIMENTOS DE REDE, PROCEDIMENTOS DE DISTRIBUIÇÃO e Resoluções da ANEEL, no que couber ACORDO OPERATIVO : Acordo que define os procedimentos necessários ao relacionamento operacional entre as PARTES; 4.2. ANEEL : Agência Nacional de Energia Elétrica, autarquia especial que tem por finalidade regular, mediar e fiscalizar a produção, transmissão e distribuição e comercialização de energia, criada pela Lei nº de 26 de dezembro de 1996; 4.3. CENTRO DE OPERAÇÃO : Órgão responsável por ações em tempo real de coordenação e execução da operação do sistema elétrico da DISTRIBUIDORA com quem o CLIENTE deverá relacionar-se nos eventos de tempo real; 4.4. CLIENTE: Como definido no preâmbulo do CONTRATO DE CONEXÃO AO 48

49 SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO; 4.5. CONTRATO DE CONEXÃO AO SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO - CCD : Estabelece os termos e condições para a conexão das instalações elétricas do CLIENTE ao Sistema de Distribuição e os correspondentes direitos e obrigações do CLIENTE e da DISTRIBUIDORA; 4.6. DISTRIBUIDORA: Como definido no preâmbulo do CONTRATO DE CONEXÃO AO SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO; 4.7. EMERGÊNCIA : Situação que exige ação para corrigir imediatamente uma condição crítica; 4.8. EQUIPAMENTO : É parte componente de uma UNIDADE OPERATIVA; 4.9. INTERVENÇÃO : Toda e qualquer atuação sobre o sistema eletroenergético, caracterizado por colocação em serviço de novas instalações e EQUIPAMENTOS, desligamento de EQUIPAMENTOS ou linhas de transmissão para realização de serviços de manutenção ou reparo, realização de serviços de manutenção em instalações e EQUIPAMENTOS energizados, realização de ensaios e testes nos sistemas de proteção, comando e controle e em EQUIPAMENTOS; INSTALAÇÕES DE CONEXÃO : São as instalações elétricas de propriedade do CLIENTE, com a finalidade de interligar-se ao sistema de distribuição da DISTRIBUIDORA; ONS : Operador Nacional do Sistema Elétrico, responsável pela coordenação e controle da operação da geração e transmissão de energia elétrica no Sistema Interligado Nacional - SIN, a ser integrada por titulares de concessão, permissão ou autorização e consumidores, conforme disposto na Lei de 27 de maio de 1998; PARTE : a DISTRIBUIDORA ou o CLIENTE, estas referidas em conjunto como PARTES ; PONTO DE CONEXÃO: Ponto de ligação das instalações elétricas de propriedade do CLIENTE, onde o mesmo está conectado com o Sistema de Distribuição de propriedade da DISTRIBUIDORA; PROCEDIMENTOS DE DISTRIBUIÇÃO : Conjunto de normas, critérios e requisitos técnicos para o planejamento, implantação, uso, acesso, procedimentos de medição e operacionais do Sistema de Distribuição, nos termos da Resolução nº 345 de 16 de dezembro de 2008; PROCEDIMENTOS DE REDE : Documentos elaborados pelo ONS e aprovados pela ANEEL, que estabelecem os procedimentos e requisitos técnicos para o planejamento, implantação, uso e operação do sistema elétrico; UNIDADE OPERATIVA : Subestação, usina ou EQUIPAMENTOS de manobras instalados em uma linha de interligação de propriedade de uma PARTE ou de responsabilidade desta; URGÊNCIA : Situação que exige ação para corrigir uma condição anormal que segundo as boas técnicas de operação pode aguardar um período mais favorável 49

50 para desligamento ou INTERVENÇÃO. 5. ESTRUTURA OPERACIONAL DAS PARTES 5.1. A estrutura operacional das PARTES é apresentada no ANEXO II.A, do qual constam todos os meios de comunicação disponíveis entre as PARTES (telefones, fax, s) para o relacionamento operacional, associados às INSTALAÇÕES e/ou PONTOS DE CONEXÃO É de responsabilidade das PARTES efetuarem a atualização da lista de pessoal credenciado, comunicando possíveis alterações o mais breve possível. 6. FLUXO DE INFORMAÇÕES PARA TRATATIVAS OPERACIONAIS 6.1. As tratativas entre as PARTES, referentes ao relacionamento operacional na pré e pós-operação, abrangendo alterações ou modificações neste instrumento, programação de intervenções, informações sobre ocorrências e demais tratativas necessárias, serão efetuadas através dos gestores de clientes especiais da DISTRIBUIDORA; 6.2. Para as tratativas operacionais em tempo real, de ordem contingencial ou emergencial, as PARTES disponibilizam os contatos descritos no ANEXO II.A. 7. IDENTIFICAÇÃO OPERACIONAL 7.1. As PARTES comprometem-se a manter atualizadas as identificações operacionais dos equipamentos que as interligam, bem como os Diagramas Unifilares DU, presentes no ANEXO II.B, e Instrução de Operação - IO de suas instalações, visando à segurança do relacionamento operacional Todas as manobras serão executadas, tendo como referência os Diagramas Unifilares e Instrução de Operação, as mudanças de codificação deverão ser informadas a outra PARTE com a devida antecedência para que sejam tomadas as providências de revisão. 8. CARACTERÍSTICAS DAS PROTEÇÕES 8.1. O CLIENTE deverá dispor de disjuntor acionado por relés secundários de tal forma que separe suas instalações, no PONTO DE CONEXÃO, das instalações da DISTRIBUIDORA, desligando sempre que houver uma anomalia (curto circuito fase-fase / fase-terra, sub ou sobretensão) no seu sistema elétrico O CLIENTE se responsabilizará pela elaboração, atualização e envio, para conhecimento da DISTRIBUIDORA, da Memória de Cálculo de Proteção de seus equipamentos no PONTO DE CONEXÃO e de suas INSTALAÇÕES DE CONEXÃO No caso de indisponibilidade de qualquer uma das proteções do CLIENTE, o mesmo deverá atuar imediatamente no sentido de restabelecê-la, sob risco de 50

51 desenergização da conexão pela DISTRIBUIDORA A execução dos serviços de ajustes do sistema de proteção do CLIENTE, objeto deste ACORDO OPERATIVO, deverá ser comunicada a DISTRIBUIDORA. 9. SISTEMÁTICA PARA INTERVENÇÃO PROGRAMADA 9.1. A sistemática para a intervenção de forma programada, com interrupção parcial ou total do fornecimento, deverá considerar os aspectos de segurança das equipes de trabalho envolvidas, de segurança do próprio sistema, de segurança de pessoas, instalações e bens de terceiros, de qualidade e continuidade do fornecimento, conforme estabelecido nos PROCEDIMENTOS DE DISTRIBUIÇÃO Intervenções que impliquem em impedimento de EQUIPAMENTO e / ou interrupção de consumidores deverão ser comunicadas com prazo não inferior a 10 dias úteis Intervenções que não impliquem em impedimento de EQUIPAMENTO e / ou interrupção de consumidores deverão ser comunicadas com prazo não inferior a 5 dias úteis No caso de solicitações de intervenção por parte do CLIENTE, o mesmo solicitará através, de documento encaminhado ao gestor de clientes especiais, contemplando tempo hábil para a execução das manobras e os prazos estabelecidos nos 9.2 e 9.3, bem como na legislação vigente. A solicitação deverá conter indicação de data, horário e dos serviços a serem executados, acompanhada da ART Anotação de Responsabilidade Técnica. 10. RESPONSABILIDADES DAS PARTES Caberá à cada uma das PARTES a responsabilidade referente à coordenação e execução da operação dos EQUIPAMENTOS e INSTALAÇÕES DE CONEXÃO de sua propriedade. Neste sentido, as PARTES manterão ativas e em operação as proteções existentes na interligação das mesmas O acesso às INSTALAÇÕES e/ou PONTOS DE CONEXÃO é restrito ao pessoal credenciado pelas PARTES e deverá ser comunicado previamente através dos meios de comunicação existentes, sendo necessário constar do comunicado: o nome do credenciado, o período e a finalidade do acesso. Cada parte é responsável pela segurança de seu respectivo pessoal credenciado A execução dos serviços de manutenção, ensaios e/ou ajustes de equipamentos, sistemas de proteção, comando, ou instalações, objeto deste ACORDO OPERATIVO, será de responsabilidade da PARTE proprietária dos mesmos Quando se tratar de intervenção em equipamentos de medição, o CLIENTE, a seu critério e ônus, poderá designar pessoa credenciada para acompanhar os serviços realizados pela DISTRIBUIDORA ou seus contratados A solicitação em tempo real para aumentar ou reduzir o consumo será feito pelo 51

52 Centro de Operação do Sistema - COS da DISTRIBUIDORA, e acatado pelo CLIENTE. Esta solicitação somente ocorrerá por questões sistêmicas e será conduzida no sentido de perdurar pelo menor tempo possível. Posteriormente, deverá ser encaminhada pela DISTRIBUIDORA a comunicação formal referente a esta solicitação de alteração de consumo. Esta alteração de consumo não altera o CONTRATO DE CONEXÃO AO SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO Deverão estar incluídos na operação e manutenção os seguintes serviços por parte do CLIENTE: a) Seguro de seus equipamentos do PONTO DE CONEXÃO; se instalado em dependências da DISTRIBUIDORA; b) Realização de estudos elétricos e a definição de ajustes dos sistemas de proteção e controle do PONTO DE CONEXÃO, devidamente apresentados à DISTRIBUIDORA Para a liberação de EQUIPAMENTOS para intervenções, a PARTE responsável pela operação dos EQUIPAMENTOS e INSTALAÇÕES fará a isolação, bloqueios e aterramentos necessários a execução dos serviços, de acordo com as manobras e tratativas estabelecidas conforme item 9, ou contatos em tempo real. Após a execução dos serviços e entrega à operação, a PARTE responsável pela operação restabelecerá a área ou EQUIPAMENTO As PARTES têm que manter recursos disponíveis para efetivar eventuais manobras de equipamentos, em regime de 24 (vinte e quatro) horas por dia, sete dias por semana, nas INSTALAÇÕES DE CONEXÃO de sua propriedade; O CLIENTE não poderá sincronizar unidade(s) geradora(s) de energia elétrica ao sistema de distribuição da DISTRIBUIDORA, devendo para tanto dispor e operar equipamento para propiciar seccionamento adequado de suas instalações, visando preservar a segurança das equipes de trabalho e pessoas envolvidas; No caso de danos ao sistema de distribuição da DISTRIBUIDORA ou a terceiros a ele conectado, originados pela indisponibilidade ou operação indevida das proteções do CLIENTE ou pela sincronização de unidades geradoras, todos comprovados através do processo de ANÁLISE DE PERTURBAÇÃO, o CLIENTE será responsabilizado por tais danos. 11. LIMITES OPERACIONAIS O CLIENTE atuará no sentido de não ultrapassar as CAPACIDADES OPERATIVAS dos EQUIPAMENTOS, INSTALAÇÕES DE CONEXÃO e PONTO DE CONEXÃO da DISTRIBUIDORA No caso de ultrapassagem das CAPACIDADES OPERATIVAS, a DISTRIBUIDORA solicitará ao CLIENTE procedimentos e medidas operativas necessárias para eliminá-la imediatamente, sob risco de desenergização dos EQUIPAMENTOS que apresentem violação da CAPACIDADE OPERATIVA. 52

53 12. CONTROLE DE TENSÃO Na operação do Controle de Tensão serão seguidas as diretrizes estabelecidas pela Resolução ANEEL n.º 414/2010 nos aspectos referentes ao Fator de Potência, e nos PROCEDIMENTOS DE DISTRIBUIÇÃO, além das normas da DISTRIBUIDORA. 13. RECOMPOSIÇÃO DA CONEXÃO A coordenação, comando e execução da operação, referentes à recomposição da conexão no PONTO DE CONEXÃO serão efetuadas pela DISTRIBUIDORA; No caso de desarme do disjuntor da DISTRIBUIDORA do circuito de fornecimento de energia elétrica ao CLIENTE, a DISTRIBUIDORA efetuará tentativas de energização da mesma em até 03 (três) minutos sem contato prévio; No caso de insucesso das tentativas de energização descritas no item anterior, a DISTRIBUIDORA manterá aberto o referido disjuntor e efetuará contato com o CLIENTE, conforme descrito no item 6.2, para que este verifique suas instalações; O CLIENTE compromete-se em manter ativas todas as proteções de suas instalações, as quais este entende serem adequadas e permissíveis para que ocorram tentativas de energização do circuito que o supre sem intervenção e/ou aviso prévio. No caso de indisponibilidade de algumas destas proteções, o CLIENTE deverá comunicar formalmente a DISTRIBUIDORA e estabelecer procedimento adequado para o período em que permanecer sob esta condição. 14. ANÁLISE DE PERTURBAÇÃO Em caso de perturbação nas INSTALAÇÕES e/ou PONTO DE CONEXÃO, a investigação das causas e dos responsáveis será realizada através do processo de ANÁLISE DE PERTURBAÇÃO, em conformidade com as diretrizes e procedimentos descritos nos PROCEDIMENTOS DE DISTRIBUIÇÃO, Módulo 4, item 4, Seção 4.5 Coordenação Operacional. O processo terá inicio através de solicitação formal do CLIENTE ou por iniciativa da DISTRIBUIDORA, comunicando formalmente o CLIENTE. 15. NORMAS E INSTRUÇÕES DE SEGURANÇA As PARTES se comprometem a seguir procedimentos de segurança adequados à execução dos serviços, conforme Normas de Segurança da DISTRIBUIDORA e conforme as NORMAS REGULAMENTADORAS do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). 16. PROCEDIMENTOS PARA REVISÃO E ATUALIZAÇÃO DE INFORMAÇÕES DO ACORDO OPERATIVO A revisão deste ACORDO OPERATIVO ocorrerá mediante formalização de Termo Aditivo ao CCD, decorrente de alterações que influenciem no relacionamento de operação entre as PARTES signatárias deste, tais como: 53

54 a) Inclusão, desativação ou modificação do(s) PONTO(S) DE CONEXÃO entre as PARTES; b) Modificações nas capacidades operativas das interligações; c) Alteração nas responsabilidades e nos procedimentos técnico-operacionais que regem a operacionalização da conexão A PARTE que caracterizar a necessidade de efetuar a revisão deverá elaborar a minuta das modificações propostas e enviá-la à outra PARTE, conforme contatos constante no ANEXO II.A As PARTES deverão confirmar ao remetente, o recebimento das propostas e manifestar-se quanto ao conteúdo proposto em até 10 (dez) dias úteis do recebimento; Caso haja a necessidade, as PARTES deverão reunir-se para dirimir as dúvidas pertinentes; A aprovação do documento final será efetuada através da assinatura do Termo Aditivo ao CCD que substituirá o ACORDO OPERATIVO e ratificará as alterações de consenso As modificações que impliquem somente em atualizações de informações constantes nos Anexos do presente ACORDO OPERATIVO poderão ser realizadas mediante tratativas entre as PARTES, sendo que a PARTE que caracterizar a necessidade de efetuar a atualização deverá elaborar a minuta das modificações propostas e enviá-la à outra PARTE As PARTES deverão confirmar ao remetente, o recebimento das propostas e manifestar-se quanto ao conteúdo proposto em até 10 (dez) dias úteis do recebimento; Caso haja a necessidade, as PARTES deverão reunir-se para dirimir as dúvidas pertinentes; A aprovação da revisão ocorrerá de comum acordo entre as PARTES, formalizada através de carta, estabelecendo sua data de entrada em vigência e divulgando o documento aprovado. 54

55 ANEXO II.A CONTATOS PARA TRATATIVAS OPERACIONAIS. 1. CONTATOS DE RELACIONAMENTO PRÉ E PÓS-OPERAÇÃO: DISTRIBUIDORA Departamento: Rua: Bairro: Cidade: CEP: Nome: Endereço; Telefone: Endereço para correspondência Relação de pessoal credenciado CLIENTE Departamento: Rua: Bairro: Cidade: CEP: Nome: Endereço; Telefone: Endereço para correspondência Relação de pessoal credenciado 2. CONTATOS EM TEMPO REAL: DISTRIBUIDORA Centro de Operação (DISTRIBUIDORA Preencher com os telefones do Centro de Operação) CLIENTE Sala de Comando / Operação elétrica (CLIENTE - Preencher com telefone principal e alternativo direto da área responsável pela operação elétrica e disponível 24 horas) 55

56 ANEXO II.B DIAGRAMAS UNIFILARES 1. DISTRIBUIDORA INSERIR DIAGRAMA OPERACIONAL DA SUBESTAÇÃO DA DISTRIBUIDORA 56

57 2. CLIENTE INSERIR DIAGRAMA OPERACIONAL DA SUBESTAÇÃO DO CLIENTE 57

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