Regime Jurídico dos Empreendimentos Turísticos
|
|
|
- Sarah Desconhecida Gama
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 MAR 2016 Regime Jurídico dos Empreendimentos Turísticos O Decreto Presidencial n.º 36/16, de , estabelece o regime jurídico da instalação, exploração e funcionamento de empreendimentos turísticos. Este novo diploma revoga o Decreto n.º 66/75, de Âmbito Este diploma aplica-se às actividades dos empreendimentos turísticos, do sector público e privado, dirigidas a turistas, a consumidores de produtos e serviços turísticos, bem como intervenientes na actividade destes empreendimentos. Este regime não se aplica às instalações ou estabelecimentos que sejam explorados sem intuito comercial ou para fins exclusivamente de solidariedade social e cuja frequência seja restrita a grupos limitados. Empreendimentos turísticos Consideram-se empreendimentos turísticos os estabelecimentos que se destinam a prestar alojamento ao público em geral, mediante pagamento, dispondo para o seu funcionamento de um conjunto de estruturas, equipamentos e serviços complementares de acordo com a sua tipologia e especificidade. Existem os seguintes tipos de empreendimentos turísticos: 1. Estabelecimentos Hoteleiros; 2. Conjuntos edificados para turismo; e
2 3. Meios complementares de alojamento turístico. A capacidade dos empreendimentos é determinada pelo número e tipo de camas fixas instaladas nas unidades de alojamento. Os Estabelecimentos Hoteleiros são destinados a proporcionar alojamento temporário e outros serviços acessórios ou de apoio, com ou sem o fornecimento de refeições, vocacionados para a locação diária. Os estabelecimentos hoteleiros têm as seguintes tipologias (com indicação de número mínimo de unidades): 1. Hotéis devem dispor de 26 unidades; 2. Aparthotéis devem dispor de 16 unidades; 3. Motéis devem dispor de 16 unidades; 4. Estalagens devem dispor de 16 unidades; 5. Pousadas devem dispor de 6 unidades; e 6. Pensões devem dispor de 10 unidades. No mesmo edifício podem ser instalados estabelecimentos hoteleiros de categorias distintas. Os conjuntos edificados para turismo podem ser classificados nos seguintes grupos: 1. Aldeamentos turísticos Conjuntos edificados para turismo, cujos edifícios não excedam três pisos, incluindo o rés-do-chão - devem dispor de, no mínimo, 15 unidades de alojamento; 2. Resorts Conjuntos edificados para turismo, sujeitos a uma administração comum de serviços partilhados e de equipamentos de utilização comum, que integrem pelo menos dois empreendimentos turístico, sendo obrigatoriamente um deles um estabelecimento hoteleiro, um equipamento de animação autónomo, um estabelecimento de restauração e de outros equipamentos comuns de desporto e lazer. 3. Lodge Conjuntos edificados para turismo instalados em áreas de protecção ambiental ou reserva de caça, cujos edifícios não excedam dos pisos, incluindo o rés-do-chão - devem dispor de, no mínimo, 15 unidades de alojamento. Os meios complementares de alojamento turístico podem ser classificados nos seguintes grupos: 1. Empreendimentos de turismo de habitação alojamentos turísticos de natureza familiar instalados em imóveis antigos particulares, podendo localizar-se em espaços rurais ou urbanos. Devem dispor, no máximo, de 15 unidades de alojamento; 2. Empreendimentos no espaço rural alojamentos turísticos que se destinam a prestar, em espaços rurais, serviços de alojamento a turistas dispondo para o seu funcionamento de um adequado conjunto de instalações, estruturas, equipamentos e serviços complementares, tendo em vista a oferta de um produto turístico completo e diversificado no espaço rural. Podem ser classificados nos seguintes grupos: a) Casas de campo; b) Agroturismo; e c) Hotéis rurais. Devem dispor, no máximo, de 15 unidades de alojamento; 3. Parques de campismo e caravanismo alojamentos turísticos instalados em terrenos devidamente delimitados e dotados de estruturas destinadas a permitir a instalação
3 de tendas, reboques, caravanas ou autocaravanas e demais materiais e equipamentos necessários para a prática do campismo e do caravanismo. Podem existir instalações de carácter complementar destinadas ao alojamento desde que não ultrapassem 25% da área total do parque destinada aos campistas. Não se consideram empreendimentos turísticos os estabelecimentos que, por não reunirem os requisitos para serem considerados como tal, se consideram alojamento local, mesmo que sejam destinados a proporcionar alojamento temporário com fins comerciais mediante pagamento. O Alojamento Local pode ter as seguintes tipologias: 1. Moradia Turística unidade de alojamento constituída por edifício autónomo de carácter familiar; 2. Apartamento turístico unidade de alojamento constituída por uma fracção autónoma de edifício; e 3. Hospedaria unidade de alojamento constituída por quartos. Quando reúnam os requisitos mencionados, os estabelecimentos de alojamento local devem também reunir as seguintes condições para abertura e regular funcionamento: 1. Parecer prévio Emitido pelo Órgão Local da Hotelaria e Turismo; 2. Auto de vistoria, com parecer favorável - Emitido pelo Órgão Local da Hotelaria e Turismo; 3. Registo e autorização de utilização efectuado mediante requerimento dirigido ao Órgão Local da Hotelaria e Turismo. Competências Cabe ao Departamento Ministerial responsável pela Hotelaria e Turismo exercer as competências relativamente aos empreendimentos turísticos, com excepção das pensões. Ao Departamento Ministerial responsável pela Hotelaria e Turismo são atribuídas as seguintes competências: 1. Organizar e dar tratamento ao processo inerente à construção e instalação dos empreendimentos turísticos da sua competência; 2. Intervir na elaboração dos instrumentos de gestão territorial; 3. Emitir parecer sobre as operações de loteamento que contemplem a instalação de empreendimentos turístico, limitado à área destes; 4. Emitir, com carácter definitivo, as licenças e alvarás para a instalação, abertura e funcionamento dos empreendimentos turísticos; 5. Definir a capacidade máxima e atribuir a classificação dos empreendimentos turísticos, com excepção das pensões; 6. Declarar de utilidade turística os empreendimentos turísticos. A instrução e tramitação de todos os processos de licenciamento relativo as pensões é da competência dos Órgãos Locais da Hotelaria e Turismo.
4 Aprovação da localização Quem pretenda instalar um empreendimento turístico deve, previamente, requerer junto do órgão competente a aprovação da respectiva localização, tratando-se de empreendimentos a construir ou edifícios já construídos. Aprovada a localização, o interessado deve apresentar o anteprojecto ou o projecto para aprovação no prazo que for fixado pelos órgãos competentes, salvo se a entrega tiver sido feita simultaneamente com o pedido de aprovação da localização, caso em que se seguirá automaticamente a apreciação daqueles. Caso o interessado tenha apresentado anteprojecto, deve após à sua aprovação apresentar o respectivo projecto. No âmbito da fixação do prazo devem ter em conta as características e a dimensão do empreendimento, não podendo este prazo ser inferior a três meses nem superior a um ano. O deferimento pelo Governo Provincial do pedido de licenciamento e a admissão da comunicação prévia ou aprovação de informação prévia no âmbito do regulamento de licenciamento de operações de loteamento, obras de urbanização e obras de construção para a realização de operações referentes aos empreendimentos turísticos carece de parecer favorável do órgão competente, quando o parecer do órgão competente for desfavorável tem carácter vinculativo, devendo justificar as razões da não aprovação da localização ou das alterações a introduzir no projecto arquitectónico. Licença e Alvará de utilização para fins turísticos O interessado deve requerer a concessão da licença de utilização para fins turísticos, nos termos do regulamento de licenciamento de operações de loteamento. Após a conclusão das obras de instalação do empreendimento turístico os interessados devem requerer vistoria para concessão de alvará, a qual é realizada no prazo de 15 dias úteis a contar da data de entrada do requerimento nos serviços do órgão competente, devendo a decisão dela resultante ser comunicada ao interessado. Concluída a vistoria, após ter sido lavrado e assinado o auto, tendo este sido favorável é atribuída a licença de natureza provisória. A licença provisória tem a validade de 180 dias. Findo este período é realizada vistoria, a requerimento do interessado, para atribuição da classificação e licença definitiva. A nova vistoria é realizada no prazo de 20 dias por representante do órgão competente e um representante da associação da classe, sendo o resultado comunicado no prazo de 30 dias a contar da data da última vistoria. Se nos prazos mencionados não se realizar a vistoria ou a comunicação, a classificação provisória considera-se definitiva. Nos 15 dias úteis subsequentes ao da recepção do Auto de Vistoria deve ser proferido despacho pelo Director da Unidade Orgânica competente do Departamento Ministerial responsável pela Hotelaria e Turismo ou pelo Órgão Local da Hotelaria e Turismo, não havendo nenhuma irregularidade nem reclamação o Alvará é emitido, contendo a seguinte informação:
5 1. A identificação da entidade exploradora; 2. O nome do estabelecimento; 3. A classificação provisória atribuída; 4. A capacidade máxima do empreendimento provisoriamente atribuída; e 5. No caso de parques de campismo, classificação e a capacidade máxima confirmadas pelo Governador Provincial respectivo. O Alvará tem a validade de 3 anos. A caducidade da licença verifica-se nas seguintes circunstâncias: 1. Se o empreendimento não iniciar o seu funcionamento no prazo de 180 dias a contar da data de emissão do alvará; 2. Se o empreendimento se mantiver encerrado por um período superior a um ano, salvo se for por motivos de obras; 3. Se findo o prazo de vigência da licença provisória o interessado não requerer a classificação definitiva do empreendimento; 4. Quando seja dado ao empreendimento fim diverso do previsto no respectivo alvará; 5. Quando, por qualquer motivo, o empreendimento não puder ser classificado ou não puder manter a classificação de empreendimento turístico. Classificação dos empreendimentos turísticos A classificação tem como finalidade atribuir, confirmar ou alterar a tipologia e a categoria dos empreendimentos turísticos. Os empreendimentos com excepção dos parques de campismo e caravanismo categorizamse atendendo a qualidade do serviço e das instalações de acordo com as tabelas constantes em Anexo ao presente Decreto Presidencial. O Departamento Ministerial responsável pela Hotelaria e Turismo pode determinar a realização de uma vistoria de classificação ao empreendimento turístico, sempre que houver qualquer reclamação registada, sobre as condições de instalação e prestação do serviço proporcionado e publicitado por este. Em todos os empreendimentos turísticos é obrigatória a afixação no exterior, junto da entrada principal, da placa identificativa da respectiva classificação. A classificação dos empreendimentos turísticos deve ser revista, obrigatoriamente, de 3 em 3 anos. Também pode ser revista a todo o tempo, a pedido do interessado, quando se verificar alteração dos pressupostos que determinaram a respectiva classificação, o que será efectivado pela realização de vistorias, autorizações e emissão de licenças efectuadas pelo Departamento Ministerial responsável pela Hotelaria e Turismo e pelo Órgão Local da Hotelaria e Turismos.
6 Registo Nacional de Empreendimentos Turísticos O Departamento Ministerial responsável pela Hotelaria e Turismo disponibiliza nos seus serviços centrais o Registo Nacional de Empreendimentos Turísticos ( RENETU ), constituído pela relação nominal actualizada dos empreendimentos turísticos e dos estabelecimentos de alojamento local, com título de abertura válido, do qual consta, nomeadamente o nome, classificação, capacidade e localização do empreendimento turístico, identificação da entidade exploradora e períodos de funcionamento. O registo dos estabelecimentos do alojamento locais é da competência do Órgão Local da Hotelaria e Turismos onde os mesmos se encontrem instalados. O registo dos estabelecimentos turístico é da competência do Departamento Ministerial responsável pela Hotelaria e Turismo. As empresas exploradoras dos estabelecimentos já abertos ao público à data da entrada em vigor do presente Diploma devem, no prazo de 60 dias, fornecer os elementos necessários para o registo. Exploração e Funcionamento Os empreendimentos turísticos não podem usar nomes ou denominações iguais a outras já existentes, ou de tal forma semelhantes que possam induzir em erro, salvo se estiverem integrados numa mesma organização ou pertencerem ao mesmo grupo. As denominações simples ou compostas que utilizem o termo Hotel só podem ser utilizadas pelos hotéis, aparthotéis e hotéis. Este Diploma entrará em vigor em 15 de Maio de 2016, ou seja, 90 dias após a publicação. MORE NEWS Reintegrações e Amortizações: Entidades Sujeitas ao Imposto Industrial O Decreto Presidencial n.º 207/15, de , estabelece o regime de reintegrações e amortizações aplicáveis aos bens do activo imobilizado de todas as sociedades e entidades sujeitas ao imposto industrial. ver mais
7 ADCA Advogados Edifício Presidente, nº3, 2ª Piso, 253 Luanda - Angola T E. [email protected] 2016 ADCA Advogados Carvalho & Associados Esta newsletter é de distribuição individual, sendo vedada a sua cópia ou circulação. A informação disponibilizada é de carácter geral e não dispensa o recurso a aconselhamento jurídico na apreciação das situações em concreto. Caso pretenda deixar de receber a nossa newsletter, visite o link seguinte para remover a sua subscrição.
TIPOLOGIAS DE ALOJAMENTO ENQUADRÁVEIS NO COMPETIR+
TIPOLOGIAS DE ALOJAMENTO ENQUADRÁVEIS NO COMPETIR+ 1 EMPREENDIMENTOS TURÍSTICOS São considerados Empreendimentos Turísticos os estabelecimentos que se destinam a prestar serviços de alojamento turístico,
Empreendimentos Turísticos
Empreendimentos Turísticos Procedimentos associados ao processo de licenciamento Os conceitos e os requisitos mínimos de instalação e funcionamento dos vários grupos e categorias de cada um destes tipos
REGULAMENTO MUNICIPAL DOS EMPREENDIMENTOS TURÍSTICOS E DOS ESTABELECIMENTOS DE ALOJAMENTO LOCAL. Nota Justificativa
REGULAMENTO MUNICIPAL DOS EMPREENDIMENTOS TURÍSTICOS E DOS ESTABELECIMENTOS DE ALOJAMENTO LOCAL Nota Justificativa O Decreto-Lei n.º 39/2008 de 7 de março, na redação que lhe foi conferida pelo Decreto-Lei
MUNICÍPIO DE BARRANCOS
MUNICÍPIO DE BARRANCOS REGULAMENTO MUNICIPAL DOS EMPREENDIMENTOS TURÍSTICOS E DOS ESTABELECIMENTOS DE ALOJAMENTO LOCAL. Nota Justificativa O novo Regime Jurídico de Instalação, Exploração e Funcionamento
GESTÃO DE PRODUTOS TURÍSTICOS 2º ano ANIMAÇÃO TURÍSTICA 2010/2011. Francisco Peça.
GESTÃO DE PRODUTOS TURÍSTICOS 2º ano ANIMAÇÃO TURÍSTICA 2010/2011 Francisco Peça [email protected] Objectivos da Animação Turística: Proporcionar ao turista uma agradável estadia; Bom usufruto do
Perguntas Frequentes (actualizado em )
Perguntas Frequentes (actualizado em 2008.10.31) Regime Jurídico dos Empreendimentos Turísticos (RJET) Lei 39/2008, de 7 de Março Noção e tipologias Noção P. Qual a noção de empreendimento turísticos?
REGIME DE EXERCÍCIO DA ACTIVIDADE INDUSTRIAL REAI
REGIME DE EXERCÍCIO DA ACTIVIDADE INDUSTRIAL REAI 3 REGIME DE EXERCÍCIO DA ACTIVIDADE INDUSTRIAL REAI DL nº 209/2008 de 29 de Outubro todas as adegas estão obrigadas ao licenciamento obras necessárias
Diploma. Aprova o regime jurídico da instalação, exploração e funcionamento dos empreendimentos turísticos
Diploma Aprova o regime jurídico da instalação, exploração e funcionamento dos empreendimentos turísticos O presente decreto-lei consagra o novo regime jurídico da instalação, exploração e funcionamento
ALOJAMENTO. Licenciamento e classificação. Decreto Lei n.15_2014 RJET (325KB) NOÇÃO DE EMPREENDIMENTO TURÍSTICO
Licenciamento e classificação. ALOJAMENTO Decreto Lei n.15_2014 RJET (325KB) NOÇÃO DE EMPREENDIMENTO TURÍSTICO São considerados empreendimentos turísticos os estabelecimentos que se destinam a prestar
DIÁRIO DA REPÚBLICA ÓRGÃO OFICIAL DA REPÚBLICA DE ANGOLA SUMÁRIO PRESIDENTE DA REPÚBLICA. Presidente da República. Ministério das Finanças
Segunda-feira, 15 de Fevereiro de 2016 I Série N.º 23 DIÁRIO DA REPÚBLICA ÓRGÃO OFICIAL DA REPÚBLICA DE ANGOLA Preço deste número - Kz: 400,00 Toda a correspondência, quer oficial, quer relativa a anúncio
Anexo I Prestação de Informação a enviar através do domínio de extranet da CMVM
Quanto ao nome do ficheiro: Anexo I Prestação de Informação a enviar através do domínio de extranet da CMVM Anexos Conteúdo Nomenclatura do ficheiro Prestação de informação por perito Ficheiro de dados
Regime sobre exercício das actividades de construção civil e obras públicas, projectos de obras e de fiscalização de obras
ABR 2016 Regime sobre exercício das actividades de construção civil e obras públicas, projectos de obras e de fiscalização de obras O Decreto Presidencial n.º 63/16, de 29.03.2016, estabelece o Regime
Processo de Urbanização da Área Residencial de Camama
Processo de Urbanização da Área Residencial de Camama Foi com a aprovação do Decreto Presidencial n.º 190/2011, de 30 de Junho, diploma que criou o Gabinete Técnico para a Implementação e Gestão do Plano
ESTABELECIMENTOS DE ALOJAMENTO LOCAL
REGULAMENTO MUNICIPAL DE ESTABELECIMENTOS DE ALOJAMENTO LOCAL PREÂMBULO O Decreto-Lei n.º 39/2008, de 7 de Março, aprovou o regime jurídico da instalação, exploração e funcionamento dos empreendimentos
MINISTÉRIOS DA SAÚDE E DO AMBIENTE. Portaria n. 174/97 de 10 de Março
MINISTÉRIOS DA SAÚDE E DO AMBIENTE Portaria n. 174/97 de 10 de Março A implementação de uma nova política de gestão de resíduos que, de forma integrada, perspective este desafio das sociedades contemporâneas
Portaria n.º 517/2008, de 25 de Junho, Estabelece os requisitos mínimos a observar pelos estabelecimentos de alojamento local
1/9 Portaria n.º 517/2008, de 25 de Junho, Estabelece os requisitos mínimos a observar pelos estabelecimentos de alojamento local JusNet 1125/2008 Link para o texto original no Jornal Oficial (DR N.º 121,
ANEXO TABELA DE TAXAS. Quadro I. Taxa geral
ANEXO TABELA DE TAXAS Quadro I Taxa geral 1. Apreciação e análise de pedido de licenciamento 38,30 2. Apreciação e análise de pedido de admissão de comunicação prévia 38,30 3. Em operações de loteamento
Decreto-Lei n.º 54/2002 de 11 de Março Ministério da Economia Turismo Espaço Rural (TER)
Decreto-Lei n.º 54/2002 de 11 de Março Ministério da Economia Turismo Espaço Rural (TER) Dando cumprimento ao disposto na Lei n.º 159/99, de 14 de Setembro, pretende-se com o presente diploma transferir
1514 I SÉRIE N O 43 «B. O.» DA REPÚBLICA DE CABO VERDE 17 DE JULHO DE 2014
1514 I SÉRIE N O 43 «B. O.» DA REPÚBLICA DE CABO VERDE 17 DE JULHO DE 2014 Decreto-Lei n.º 35/2014 de 17 de Julho O Governo, ao reconhecer o sector do turismo como estratégico para o desenvolvimento económico
Quadro I Emissão do alvará de licença ou admissão de comunicação prévia de loteamento com obras de urbanização
Quadro I Emissão do alvará de licença ou admissão de comunicação prévia de loteamento com obras de urbanização 1 1 - Emissão do alvará ou admissão de comunicação prévia 75,35 2 a) Por lote 3 b) Por fogo
ANEXO TABELA DE TAXAS. Quadro I. Taxa geral
ANEXO TABELA DE TAXAS Quadro I Taxa geral 1. Apreciação e análise de pedido de licenciamento 38,10 2. Apreciação e análise de pedido de admissão de comunicação prévia 38,10 3. Em operações de loteamento
Despacho: Exm.º Sr. Presidente da Câmara Municipal de Sintra
IMP.PS.01.431.02 IMP.PS.01.431.03 COMUNICAÇÃO DE ABERTURA AO PÚBLICO DE EMPREENDIMENTOS TURÍSTICOS EM CASO DE AUSÊNCIA DE AUTORIZAÇÃO PARA FINS TURÍSTICOS (ao abrigo do artigo 31º do Decreto-lei nº 39/2008,
Regulamento Urbanístico do Município de Aveiro
Taxas de apreciação e procedimentos prévios Pedido de certidão 20,16 Pedido de certidão de compropriedade 30,24 Pedido de certidão de isenção de autorização de utilização 20,16 Pedidos de averbamento 20,16
CAE Rev_3: 60200, 61100, 61200, e TELECOMUNICAÇÕES
O conteúdo informativo disponibilizado pela presente ficha não substitui FUNCHAL CAE Rev_3: 60200, 61100, 61200, 61300 e 61900 TELECOMUNICAÇÕES ACTIVIDADES ABRANGIDAS: - Operador de Redes Públicas de Telecomunicações
TABELA TAXAS 2015 ARTIGO 1º - ALVARÁ DE LICENÇA OU ADMISSÃO DE COMUNICAÇÃO PRÉVIA DE LOTEAMENTO (COM OBRAS DE URBANIZAÇÃO)
TABELA TAXAS 2015 ARTIGO 1º - ALVARÁ DE LICENÇA OU ADMISSÃO DE COMUNICAÇÃO PRÉVIA DE LOTEAMENTO (COM OBRAS DE URBANIZAÇÃO) VALOR 1 Emissão alvará de licença 602,66 a) Acresce por tipo de utilização I)
FICHA DOUTRINÁRIA. Processo: nº 12101
Diploma: Artigo: Assunto: CIVA FICHA DOUTRINÁRIA al. a) e c) do n.º 1 do art. 18.º; verba 2.17 da Lista I anexa ao CIVA Operações do tipo hoteleiro Residências de estudantes" e "estabelecimento de alojamento
TEXTO INTEGRAL. 1.º Âmbito
DATA: Quinta-feira, 23 de Outubro de 1997 NÚMERO: 246/97 SÉRIE I-B EMISSOR: Ministério da Economia DIPLOMA/ACTO: Portaria n.º 1069/97 SUMÁRIO: Aprova o modelo, preço, fornecimento, distribuição, utilização
MUNICÍPIO DE CABECEIRAS DE BASTO
Capitulo I Assuntos Administrativos 2009 1. Averbamentos: a) Em procedimento de licenciamento ou autorização de operações urbanísticas 48,21 b) Estabelecimentos de restauração e bebidas 40,00 c) Estabelecimentos
LICENCIAMENTO E FISCALIZAÇÃO DE CONDIÇÕES DE SCI EM ALOJAMENTO LOCAL E EVENTOS. 27/05/2016 Eng.º Estevão Duarte
Título 1 27/05/2016 2 LICENCIAMENTO E FISCALIZAÇÃO DE CONDIÇÕES DE SCI EM ALOJAMENTO LOCAL Lei habilitante Decreto-Lei n.º 128/2014, de 29 de Agosto, alterado pelo Decreto-Lei n.º 63/2015, de 23 de Abril,
DECLARAÇÃO DE COMUNICAÇÃO PRÉVIA
DECLARAÇÃO DE COMUNICAÇÃO PRÉVIA CONSTITUIÇÃO DE DIREITOS REAIS DE HABITAÇÃO PERIÓDICA (DRHP) Enquadramento Legal: Decreto-Lei n.º 275/93, de 5 de Agosto, na redacção dada pelo Decreto-Lei n.º 37/2011,
MODELOS DAS PLACAS IDENTIFICATIVAS DA CLASSIFICAÇÃO DOS EMPREENDIMENTOS TURÍSTICOS E REGRAS RELATIVAS AO RESPECTIVO FORNECIMENTO
MODELOS DAS PLACAS IDENTIFICATIVAS DA CLASSIFICAÇÃO DOS EMPREENDIMENTOS TURÍSTICOS E REGRAS RELATIVAS AO RESPECTIVO FORNECIMENTO Aprovado pela Portaria n.º 1173/2010, de 15 de novembro. Entrada em vigor:
PEDIDO DE CONCESSÃO DE AUTORIZAÇÃO DE UTILIZAÇÃO OU DE AUTORIZAÇÃO DE ALTERAÇÃO DE UTILIZAÇÃO (ESTABELECIMENTO DE RESTAURAÇÃO OU DE BEBIDAS)
Registo de entrada RESERVADO AOS SERVIÇOS PEDIDO DE CONCESSÃO DE AUTORIZAÇÃO DE UTILIZAÇÃO OU DE AUTORIZAÇÃO DE ALTERAÇÃO DE UTILIZAÇÃO (ESTABELECIMENTO DE RESTAURAÇÃO OU DE BEBIDAS) (RJUE e D.L. 234/2007
ANEXO TABELA DE TAXAS
ANEXO TABELA DE TAXAS QUADRO I Licença ou admissão de comunicação prévia de loteamento e ou de obras de urbanização e/ou trabalhos de remodelação de terrenos 1. Emissão do alvará de licença ou recibo de
REGULAMENTO SOBRE INSTALAÇÃO E FUNCIONAMENTO DE RECINTOS DE ESPECTÁCULOS E DIVERTIMENTOS PÚBLICOS
REGULAMENTO SOBRE INSTALAÇÃO E FUNCIONAMENTO DE RECINTOS DE ESPECTÁCULOS E DIVERTIMENTOS PÚBLICOS PREÂMBULO O Decreto-Lei n.º 315/95, de 28 de Novembro e o Decreto Regulamentar n.º 34/95, de 16 de Dezembro
TABELA DE TAXAS MUNICIPAIS DE URBANIZAÇÃO E EDIFICAÇÃO
TABELA DE TAXAS MUNICIPAIS DE URBANIZAÇÃO E EDIFICAÇÃO QUADRO I EMISSÃO DE ALVARÁ DE LICENÇA OU ADMISSÃO DE COMUNICAÇÃO PRÉVIA DE OPERAÇÃO DE LOTEAMENTO EMISSÃO DE ALVARÁ DE LICENÇA OU ADMISSÃO DE COMUNICAÇÃO
Protocolo Bancário BES/Turismo de Portugal (Linha de Apoio à Qualificação da Oferta) Apresentação a clientes
Protocolo Bancário BES/Turismo de Portugal (Linha de Apoio à Qualificação da Oferta) Apresentação a clientes Gestão da Poupança Linha de crédito para apoio à Qualificação da Oferta (1/6) Beneficiários
JORNAL OFICIAL. Suplemento. Sumário REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA. Quarta-feira, 16 de novembro de Série. Número 201
REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA JORNAL OFICIAL Quarta-feira, 16 de novembro de 2016 Série Suplemento Sumário SECRETARIA REGIONAL DA ECONOMIA, TURISMO E CULTURA Portaria n.º 488/2016 Aprova os modelos das placas
REGULAMENTO ELEIÇÃO DO REPRESENTANTE DOS TRABALHADORES NO CONSELHO DE AUDITORIA
Área Proponente GGV REGULAMENTO ELEIÇÃO DO REPRESENTANTE DOS TRABALHADORES NO CONSELHO DE AUDITORIA Data de Emissão 02-08-2013 Regulamento Eleitoral Artigo 1.º (Direito de voto) Compete aos trabalhadores
PEDIDO DE EMISSÃO DE ALVARÁ DE AUTORIZAÇÃO DE UTILIZAÇÃO DE FRACÇÃO AUTÓNOMA
Registo de entrada RE SERVADO AOS SERVIÇOS PEDIDO DE EMISSÃO DE ALVARÁ DE AUTORIZAÇÃO DE UTILIZAÇÃO DE FRACÇÃO AUTÓNOMA (Art.º 63 do D.L. 555/99 de 16 de Dezembro, com a redacção conferida pelo D.L. 177/2001
CURSO PROFISSIONAL DE TURISMO Planificação anual de Operações Técnicas em Empresas Turísticas (OTET) ºAno
CURSO PROFISSIONAL DE TURISMO Planificação anual de Operações Técnicas em Empresas Turísticas (OTET) 2018-2019 10ºAno Turma: I Professor: Marisa Ramos 1 - Estrutura e Finalidades da disciplina A disciplina
Estatísticas de Alojamento turístico, 2015
Estatísticas de Alojamento turístico, 2015 Departamento de Estatísticas Económicas Serviço de Estatísticas de Comércio, Turismo e Transportes Rute Cruz Calheiros CSE - GT DEM, 27/10/2016 As estatísticas
Atividade na hotelaria prossegue em crescimento
13 de abril de 2018 Atividade Turística Fevereiro de 2018 Atividade na hotelaria prossegue em crescimento Os estabelecimentos hoteleiros e similares registaram 1,2 milhões de hóspedes e 2,9 milhões de
Ministério do Comércio
Ministério do Comércio Comércio precário Decreto Executivo n. 43/00 de 2 de Junho O Decreto n.º 29, de 2 de Junho de 2000, estabelece o comércio precário como uma das modalidades do exercício da actividade
