PEA5918 Redes Elétricas Inteligentes e Microrredes (Smart Grids e Microgrids)
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- Iago Dinis Vasques
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1 PEA5918 Redes Elétricas Inteligentes e Microrredes (Smart Grids e Microgrids) Sistemas de comunicação para automação e controle Giovanni Manassero Junior Depto. de Engenharia de Energia e Automação Elétricas Escola Politécnica da USP Junho/2011
2 Introdução Sistemas de comunicação para automação e controle Os sistemas de comunicação são os componentes vitais para automação e controle de sistemas elétricos; Sistemas de automação local normalmente utilizam critérios elétricos para iniciar operações de abertura/fechamento de chaves e disjuntores, porém, são necessários sistemas de comunicação para permitir a operação remota das redes elétricas; Sistemas de comunicação têm sido amplamente empregados para automação e controle de sistemas elétricos; Várias tecnologias foram utilizadas: rádio 900 MHz, linha telefônica dedicada, carrier, rádio troncalizado, rádio VHF, par trançado, rádios de espalhamento espectral, etc.).
3 Sistemas de comunicação para automação e controle Tecnologias Em 1996 foi feita uma pesquisa com algumas concessionárias de distribuição.
4 Sistemas de comunicação para automação e controle Fases de desenvolvimento e utilização A mesma pesquisa notou que a utilização das diversas tecnologias de comunicação foram empregadas em fases bastante distintas.
5 Sistemas de comunicação para automação e controle Sistemas tipicamente empregados em automação da distribuição A figura ilustra os sistemas atualmente utilizados pelas concessionárias e quais se pretende utilizar no futuro.
6 Automação e controle da distribuição Sistemas de comunicação Os componentes dos sistemas de comunicação normalmente são referenciados ao modelo de sete camadas da ISO OSI (Open System Interconnection); Essas camadas são: aplicação, apresentação, sessão, transporte, rede, enlace (ou ligação de dados), e física; Nem sempre essas as camadas estão presentes em todos os sistemas de comunicação desenvolvidos para automação e controle da distribuição; A seguir são apresentadas as tecnologias de comunicação empregadas, em termos da camada física, bem como os protocolos normalmente utilizados.
7 Tecnologias de comunicação Camada física A figura a seguir apresenta as tecnologias de comunicação empregadas.
8 Comunicação sem fio Introdução Historicamente, os sistemas de gerenciamento da distribuição utilizavam linhas telefônicas dedicadas para as tarefas de automação e controle; Porém, os recentes avanços tecnológicos viabilizaram tecnicamente e economicamente os sistemas de comunicação sem fio; Uma vez que a ausência de conexões físicas entre transmissores e receptores pode apresentar vantagens econômicas, transmissões de dados via satélite, celular, ou outros sistemas de comunicação wireless se tornaram interessantes.
9 Comunicação sem fio Tecnologias de comunicação As tecnologias disponíveis para automação e controle dos sistemas de distribuição são: Rádio de espalhamento espectral (Spread Spectrum Radio); Rádio VHF/UHF de banda estreita (VHF/UHF Narrow Bandwidth Packaged Data Radio); Rádio troncalizado (Public Packet-Switched Radio); Celular; Paging; Comunicações via satélites de baixa órbita;
10 Comunicação sem fio Spread Spectrum Radio Espalhamento espectral é uma técnica de codificação para a transmissão digital de sinais; Foi originalmente desenvolvida pelos militares durante a segunda guerra mundial, com o objetivo de transformar as informações a serem transmitidas num sinal parecido com um ruído; Consiste em codificar e modificar o sinal de informação executando o seu espalhamento no espectro de frequências; O sinal espalhado ocupa uma banda maior que a informação original, porém possui baixa densidade de potência;
11 Comunicação sem fio Spread Spectrum Radio Portanto, apresenta uma baixa relação sinal/ruído. Para os receptores convencionais esta comunicação pode até ser imperceptível; Ocupa as bandas ISM (Instrumentation, Scientific & Medical) definidas nas faixas de 900 [MHz], 2.4 [GHz] e 5.8 [GHz].
12 Comunicação sem fio VHF/UHF Narrow Bandwidth Packaged Data Radio Essa tecnologia possibilita uma área de cobertura de aproximadamente 100 [km]; Caso seja possível obter a concessão de uso da banda de comunicação, há um aumento da confiabilidade do sistema de comunicação; A velocidade é pequena, tipicamente da ordem de 19.2 [kbps].
13 Comunicação sem fio Rádio troncalizado Os sistemas de rádio troncalizado são empregados quando há uma grande quantidade de transmissores e receptores; Essencialmente é um sistema de comutação de pacotes; Todos os usuários do rádio troncalizado monitoram um canal de controle, quando em modo de espera; Quando há a necessidade de comunicação entre dois ou mais rádios, o canal de controle os coloca em uma determinada frequência e, ao término da comunicação, esses rádios voltam a monitorar o canal de controle.
14 Comunicação sem fio Celular A tecnologia de comunicação celular oferece vários serviços que podem ser utilizados para a transmissão e recepção de dados: CDPD/AMPS, GPRS/GSM, SMS, etc.; O serviço CDPD é um serviço de transferência de dados, descontinuado, normalmente empregado em conjunto com a tecnologia dos celulares analógicos (AMPS); O serviço GPRS é um serviço de transferência de dados, empregado em conjunto com celulares de tecnologia GSM; Além desses serviços de transferência de dados, pode-se empregar o serviço SMS para troca de mensagens curtas entre dois dispositivos. Entretanto, cabe ressaltar que o serviço SMS é do tipo best effort, isto é, não há garantia que a mensagem será entregue.
15 Comunicação sem fio Paging A tecnologia de paging utiliza uma infraestrutura de antenas de comunicação ou satélite para o envio de mensagens de texto; Normalmente, a tecnologia é do tipo one way, porém há alternativas do tipo two way; Assim como o serviço SMS, pode-se utilizar a tecnologia de paging para o envio de comandos do centro de operação para o equipamento a ser controlado.
16 Comunicação sem fio Satélites de baixa órbita A comunicação via satélites tem a capacidade de prover uma solução global para as concessionárias de energia elétrica; Normalmente, essa comunicação é empregada quando há necessidade de velocidade e confiabilidade; As tecnologias de satélites de baixa órbita consistem em conjuntos de satélites, que orbitam a terra em alturas que variam de 750 [km] e 1200 [km].
17 Comunicação cabeada Introdução A comunicação cabeada ainda é amplamente empregada para automação e controle dos sistemas elétricos, porém tem sofrido concorrência da comunicação sem fio; Historicamente, os sistemas de gerenciamento da distribuição utilizavam linhas telefônicas dedicadas para essas tarefas; Além dessa tecnologia há também: Linhas telefônicas convencionais; Fibras ópticas; Infraestrutura de TV a cabo; Carrier.
18 Comunicação cabeada Linhas telefônicas Linhas telefônicas para automação e controle de sistemas elétricos foram amplamente empregadas pelas concessionárias; Existem duas alternativas distintas: linhas dedicadas (leased lines) e públicas (PSTN - public switched telephone network); Linhas telefônicas dedicadas são linhas que conectam os equipamentos e subestações diretamente aos centros de controle, em tempo integral; É uma tecnologia consagrada, porém apresenta custos de manutenção e operação elevados;
19 Comunicação cabeada Linhas telefônicas Linhas telefônicas públicas são linhas que conectam os equipamentos e subestações aos centros de controle, por meio da arquitetura dos sistemas públicos de telefonia; Normalmente, a transmissão de dados é efetuada por um mecanismo de dial-up; Portanto, não é utilizada para aplicações em tempo real.
20 Comunicação cabeada Fibras ópticas O emprego de fibras ópticas tem aumentado ao longo dos anos, principalmente em embientes com elevado grau de interferência eletromagnética (p. ex. subestações); Além da imunidade às interferências eletromagnéticas, as fibras ópticas apresentam a vantagem de velocidade de transmissão e largura de banda; Porém, o custo elevado dessa solução ainda limita seu uso em larga escala.
21 Comunicação cabeada Carrier A tecnologia carrier permite a utilização da infraestrutura da rede elétrica para a transmissão de dados aos sistemas de automação e controle; A transmissão de dados via carrier é uma tecnologia bastante antiga e é amplamente utilizada em linhas de transmissão para a troca de informações entre dispositivos de proteção; Em redes de distribuição, a utilização dessa tecnologia é limitada devido à configuração das redes e suas características elétricas.
22 Comunicação cabeada Carrier A seguir é ilustrada a arquitetura típica desse sistema para redes aéreas (acoplamento capacitivo).
23 Comunicação cabeada Carrier Em redes subterrâneas, pode-se efetuar o mesmo acoplamento (acoplamento capacitivo) no núcleo do condutor. Entretanto, pode-se fazer também o acoplamento indutivo; O acoplamento indutivo pode ser efetuado de duas maneiras: na blindagem ou no núcleo; O acoplamento indutivo na blindagem pode ser feito de maneira intrusiva ou não intrusiva; O acoplamento indutivo no núcleo é feito de maneira não-intrusiva.
24 Comunicação cabeada Carrier Acoplamento indutivo na blindagem, de maneira intrusiva.
25 Comunicação cabeada Carrier Acoplamento indutivo na blindagem, de maneira não-intrusiva.
26 Comunicação cabeada Carrier Acoplamento indutivo no núcleo, de maneira não-intrusiva.
27 Protocolos de comunicação Introdução Os protocolos de comunicação definem as regras para as trocas de informação entre transmissores e receptores; De uma maneira bastante simplificada, um protocolo de comunicação é uma linguagem de comunicação entre transmissores e receptores; Existem inúmeros protocolos proprietários e não-proprietários, normalizados ou não e, dentre aqueles empregados em automação e controle de sistemas elétricos pode-se destacar: Modbus; DNP3.0; IEC ; IEC
28 Protocolos de comunicação Modbus O protocolo Modbus foi desenvolvido pela empresa Modicon (Modular Digital Controler); O protocolo Modbus define a estrutura da mensagem, independentemente do meio de comunicação; Existem alguns tipos de Modbus: RTU: os dados são armazenados na mensagem no formato binário; ASCII: os dados são armazenados na mensagem no formato ASCII; TCP/IP: a mensagem é encapsulada em um frame Ethernet e utiliza o protocolo TCP/IP para a comunicação; UDP, Plus, PEMEX.
29 Protocolos de comunicação DNP3.0 O protocolo DNP3.0 (Distributed Network Protocol) é um conjunto de protocolos de comunicação desenvolvido pela empresa Westronic (atualmente GE Harris); Foi desenvolvido para comunicação entre os vários tipos de equipamentos de automação, controle e aquisição de dados (centros de controle, RTU s, IED s, etc.); Este protocolo derivou, em parte, do protocolo IEC ; Amplamente utilizado no setor elétrico dos Estados Unidos.
30 Protocolos de comunicação IEC A IEC (Telecontrol equipment and systems) é um conjunto de normas que define os sistemas utilizados para automação e controle de redes elétricas. Essa norma tem seis partes; A IEC fornece um perfil de comunicação para envio de mensagens entre dois sistemas para automação, proteção, controle e aquisição de dados; Essa parte da norma é dividida em quatro documentos que tratam da: Padronização da comunicação entre RTU s e centros de controle; Padronização da comunicação de dados de proteção; Protocolos para comunicação em redes TCP/IP.
31 Protocolos de comunicação IEC Motivação A utilização de protocolos proprietários e a consequente dificuldade em promover alterações e ampliações futuras demonstrou a necessidade do desenvolvimento de protocolos baseados em normas; Inicialmente, a ideia era garantir a interoperabilidade entre IED s de diversos fabricantes; Interoperabilidade é a habilidade de um determinado equipamento de compartilhar um mesmo canal de comunicação com o objetivo de trocar informações e comandos com outros equipamentos.
32 Protocolos de comunicação IEC Motivação Posteriormente, a ideia era permitir a intercambiabilidade entre equipamentos; Itercambiabilidade é a possibilidade de trocar um equipamento de um determinado fabricante, por um equipamento similar, de outro fabricante, sem a necessidade de proceder com modificações nos equipamentos presentes na indústria.
33 Objetivos da Norma IEC Normatização da automação de subestações O objetivo da norma é garantir um padrão de comunicação que possua os requisitos funcionais e de desempenho atualmente empregados, mas que permita o acompanhamento da evolução tecnológica de modo a salvaguardar os investimentos; A norma permite a implantação das funções de proteção, automação e controle das subestações. Portanto, deve considerar os requisitos operacionais de tais funções, sem limitar, em hipótese alguma, o surgimento de novas funções ou a alteração de funções já existentes.
34 Requisitos da Norma IEC Descrição O perfil de comunicação é baseado nas normas IEC/IEEE/ISO/OSI já existentes, caso disponíveis; Os protocolos utilizados são abertos e devem suportar dispositivos autodescritivos. É possível adicionar novas funcionalidades à norma; A norma é baseada em data objects, relacionados com as necessidades da indústria de energia elétrica.
35 Requisitos da Norma IEC Descrição A sintaxe e a semântica empregadas pela norma são baseadas nos data objects comuns da indústria de energia elétrica; A norma de comunicação considera as implicações de se permitir que cada subestação seja apenas um nó da rede elétrica, e que o SA seja apenas um elemento do Wide Area Protection an Control.
36 Elaboração da IEC Generalização para garantir aplicabilidade A metodologia utilizada para a elaboração da norma consistiu na utilização conjunta de três métodos distintos: Decomposição funcional: utilizada para descrever a relação lógica entre os componentes de uma determinada função (proteção, automação e/ou controle); Fluxo de dados: empregado para descrever as interfaces de comunicação que devem suportar a troca de informações entre componentes distribuídos, bem como para descrever seus requisitos funcionais; Modelagem de informação: utilizada para definir a sintaxe e a semântica da informação trocada pelos componentes distribuídos.
37 Elaboração da IEC Decomposição funcional É apresentada em termos de logical nodes (nós lógicos) que descrevem funções, sub-funções e interfaces funcionais; A alocação de funções aos IED s e Centros de Controle não é fixa, isto é, a IEC prevê qualquer tipo de alocação de funções; Uma vez que a alocação de funções não é fixa, a IEC prevê a interoperabilidade entre funções que podem residir em IED s de diversos fabricantes.
38 Decomposição funcional Descrição As funções podem ser divididas em partes e implementadas em diferentes IED s que se comunicam entre si. Portanto, o comportamento dessas partes, denominadas logical nodes, suporta o requisito de interoperabilidade entre IED s; As funções podem ser alocadas a três níveis distintos: station level, bay level e process level; Desta forma, a figura que inicialmente descrevia a interface de comunicação no SA deve incluir a comunicação entre o station level e diferentes bays para representar corretamente a Decomposição Funcional prevista pela IEC
39 Decomposição funcional Modelo de interface de um sistema de automação de subestações
40 Decomposição funcional Definições Process level Bay level Tipicamente são os equipamentos que estão conectados diretamente ao sistema de potência, bem como entradas e saídas dos IED s, sensores, atuadores, etc. São as unidades de controle, automação e proteção dos bays das subestações. Station level Consiste nos computadores dos operadores, as interfaces para comunicação remota, as bases de dados do sistema, etc.
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