MANUAL DE OPERAÇÃO DO LABORATÓRIO DE OPERAÇÕES UNITÁRIAS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "MANUAL DE OPERAÇÃO DO LABORATÓRIO DE OPERAÇÕES UNITÁRIAS"

Transcrição

1 CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E SOCIAIS APLICADAS MANUAL DE OPERAÇÃO DO LABORATÓRIO DE OPERAÇÕES UNITÁRIAS Autora: RAQUEL TEIXEIRA CAMPOS BAURU 2014

2 APRESENTAÇÃO Este manual é um referencial para docentes e discentes fazerem o bom uso do Laboratório de Operações Unitárias, garantindo a segurança dos usuários e a manutenção dos equipamentos. A Universidade Sagrado Coração disponibiliza neste laboratório a infraestrutura e o suporte necessários à execução das atividades relacionadas ao curso de Engenharia Química e demais cursos correlatos. Nele são desenvolvidas análises laboratoriais de água e efluentes. Neste manual encontram-se as informações gerais do Laboratório de Operações Unitárias, as normas de uso, o horário de funcionamento, o agendamento de uso e as formas para realizar empréstimo de materiais. Coordenação do Curso de Engenharia Química Centro de Ciências Exatas e Sociais Aplicadas 2

3 SUMÁRIO 1-CONCEITUAÇÃO OBJETIVO NORMAS GERAIS NORMAS ESPECÍFICAS HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO AGENDAMENTO EMPRÉSTIMO DE MATERIAL... 7 ANEXOS

4 1- CONCEITUAÇÃO O Laboratório de Operações Unitárias da Universidade Sagrado Coração é um espaço de 250 m², localizado na Rua Irmã Arminda, 10-81, com a capacidade adequada de atendimento aos estudantes. 2- OBJETIVO Desenvolver experimentos nas áreas da engenharia química operações unitárias: Determinação do coeficiente de transferência de calor em regime permanente; Medidores de vazão; Determinação do ponto de operação: curva do sistema x curva da bomba; Extração líquido-líquido; Filtro prensa. 4

5 3- NORMAS GERAIS Art. 1º- O laboratório poderá ser utilizado para fins acadêmicos, no desenvolvimento de atividades relacionadas ao ensino, pesquisa e extensão. Art. 2º - O laboratório poderá ser utilizado sob a orientação do técnico, professores, coordenadores e diretores da USC. Art. 3º- O gerenciamento do laboratório, o que envolve regulamentação, utilização, manutenção, instalação e solicitação de novos equipamentos, é de competência do técnico, dos professores, da coordenação do curso e da direção da universidade. Art. 4º- No laboratório somente é permitida a presença dos estudantes que estão matriculados nas respectivas disciplinas, cursos ou projetos de extensão, desde que supervisionados pelos profissionais citados no artigo anterior. Art. 5º- Não é permitido ligar ou desligar as máquinas do laboratório sem a autorização ou acompanhamento do técnico ou professor responsável. Art. 6º- Não é permitido o uso de qualquer aparelho eletrônico nas dependências do laboratório. Art. 7º- O uso de jaleco é obrigatório nas dependências do laboratório. Art. 8º- É vedado o consumo de comidas, bebidas e tabaco nas dependências do laboratório. 5

6 4- NORMAS ESPECÍFICAS Art. 9º- Para a utilização do laboratório, o estudante deverá obedecer aos seguintes procedimentos e normas de segurança: I. Utilizar equipamentos de proteção individual (EPI), quando necessário. II. Solicitar autorização para uso de material e equipamentos. III. Apresentar as atividades a serem trabalhadas ao responsável pela supervisão. IV. Não ultrapassar os limites de segurança para o trabalho com máquinas. V. Utilizar máquinas conforme as especificações. VI. Atentar-se para a voltagem. VII. Utilizar somente as bancadas destinadas aos estudantes para a execução das tarefas. VIII. Armazenar bolsas e pertences em espaços específicos destinados para esse fim. IX. Desligar as máquinas após o uso. X. Ao término das atividades, não deixar nenhum material próprio sobre as bancadas ou em outro espaço do laboratório. XI. Ao término das atividades, apresentar ferramentas e bancadas em perfeito estado de limpeza e conservação ao responsável do laboratório. 6

7 5- HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO Art. 10º- Os horários de funcionamento serão afixados nos editais de cada semestre letivo. Parágrafo 1º- O uso do laboratório somente será autorizado com acompanhamento de profissionais e professores habilitados. Parágrafo 2º- O laboratório funcionará no período da manhã, tarde e noite, conforme a necessidade. Parágrafo 3º- O uso do laboratório no período da noite será restrito ao curso de Engenharia Química ou Engenharia de Produção conforme grade de horário dos cursos. Os demais cursos devem procurar a coordenação de curso para utilização do mesmo. 6- AGENDAMENTO Art. 11º- As atividades desenvolvidas no laboratório deverão ser previamente agendadas com seus respectivos responsáveis com, no mínimo, 48 horas de antecedência. Parágrafo 1º- Caso o estudante não possa comparecer a partir de agendamento prévio, por conta de qualquer natureza, deverá avisar com, no mínimo, 24 horas de antecedência. 7- EMPRÉSTIMO DE MATERIAL Art. 12º- Os equipamentos do laboratório de Operações Unitárias poderão ser emprestados para o desenvolvimento de atividades curriculares, obedecendo às seguintes condições: I- Aprovação do responsável pelo laboratório. II- Existência de disponibilidade e que seu uso seja realizado no laboratório de modelos e maquetes. 7

8 III- O usuário do equipamento assinará um termo de responsabilidade. 8

9 ANEXOS Laboratório de OP. Unitárias - EQUIPAMENTOS MARCA/MODELO QUANTIDADE Trocador de Calor FlyEver LTDA / FEO5iN 01 Determinação experimental da variação de temperaturas ao longo de FlyEver LTDA / FE50SN 01 aletas Determinação do coeficiente em transferências de calor em regime UFSCAR 01 transiente Filtro prensa de placas e quadros UFSCAR 01 Eficiência da agitação na extração líquida líquida UFSCAR 01 Dimensionamento de um sistema de tubulações (Curva sistema vs UFSCAR 01 Curva bomba): Ponto de operação Medidores de Vazão UFSCAR 01 Canal de Escoamento Aberto USINA PILOTO DE PRODUÇÃO DE ETANOL Hidrodidática - HD24 Calha de Escoamento Aberto CBB (Biomassa e Bioprocesso) RSI /

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL - CAMPUS VACARIA

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL - CAMPUS VACARIA REGULAMENTO DE UTILIZAÇÃO DO LABORATÓRIO DE CIÊNCIAS DA NATUREZA Capítulo 1 DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º. Estas normas regulamentam o funcionamento do Laboratório de Ciências da Natureza do Instituto

Leia mais

NORMAS DE UTILIZAÇÃO DO LABORATÓRIO DIDÁTICO DE AUTOMAÇÃO E MODELAGEM DE SISTEMAS /01

NORMAS DE UTILIZAÇÃO DO LABORATÓRIO DIDÁTICO DE AUTOMAÇÃO E MODELAGEM DE SISTEMAS /01 NORMAS DE UTILIZAÇÃO DO LABORATÓRIO DIDÁTICO DE AUTOMAÇÃO E MODELAGEM DE SISTEMAS 2016.1/01 QUANTO A MISSÃO DO LADAMS Art.01º A missão do LADAMS é oferecer aos alunos infraestrutura de suporte à execução

Leia mais

Universidade Federal de Viçosa Campus de Rio Paranaíba - MG. Normas do Laboratório de Nutrição Experimental Curso de Nutrição (UFV/CRP)

Universidade Federal de Viçosa Campus de Rio Paranaíba - MG. Normas do Laboratório de Nutrição Experimental Curso de Nutrição (UFV/CRP) Universidade Federal de Viçosa Campus de Rio Paranaíba - MG Normas do Laboratório de Nutrição Experimental Curso de Nutrição (UFV/CRP) Rio Paranaíba Novembro 2012 1 CAPÍTULO I DA NATUREZA Art. 1º. O Laboratório

Leia mais

Normas Institucionais 1 REGULAMENTO E POLÍTICA DE USO DO ATELIÊ DO OBJETO. Eng. Umberto Palma FACULDADES OSWALDO CRUZ FAITER

Normas Institucionais 1 REGULAMENTO E POLÍTICA DE USO DO ATELIÊ DO OBJETO. Eng. Umberto Palma FACULDADES OSWALDO CRUZ FAITER 1 REGULAMENTO E POLÍTICA DE USO DO ATELIÊ DO OBJETO Eng. Umberto Palma FACULDADES OSWALDO CRUZ FAITER Faculdades Integradas Interamericanas FACULDADE DE DESENHO INDUSTRIAL DESIGN São Paulo / 2014 2 REGULAMENTO

Leia mais

NORMAS E PROCEDIMENTOS PARA REALIZAÇÃO DE VISITAS TÉCNICAS CAPÍTULO I DA ORIGEM, DEFINIÇÃO E FINALIDADES

NORMAS E PROCEDIMENTOS PARA REALIZAÇÃO DE VISITAS TÉCNICAS CAPÍTULO I DA ORIGEM, DEFINIÇÃO E FINALIDADES NORMAS E PROCEDIMENTOS PARA REALIZAÇÃO DE VISITAS TÉCNICAS CAPÍTULO I DA ORIGEM, DEFINIÇÃO E FINALIDADES Art. 1 O presente regulamento interno disciplina a organização, regulamentação e critérios para

Leia mais

FACULDADE FRUTAL - FAF REGULAMENTO DO LABORATÓRIO DIDÁTICO DE AVALIAÇÃO NUTRICIONAL CURSO SUPERIOR DE GRADUAÇÃO EM NUTRIÇÃO BACHARELADO

FACULDADE FRUTAL - FAF REGULAMENTO DO LABORATÓRIO DIDÁTICO DE AVALIAÇÃO NUTRICIONAL CURSO SUPERIOR DE GRADUAÇÃO EM NUTRIÇÃO BACHARELADO / MG FACULDADE FRUTAL - FAF REGULAMENTO DO LABORATÓRIO DIDÁTICO DE AVALIAÇÃO NUTRICIONAL CURSO SUPERIOR DE GRADUAÇÃO EM NUTRIÇÃO BACHARELADO /MG 2015 / MG SOCIEDADE FRUTALENSE DE ENSINO SUPERIOR LTDA CNPJ:

Leia mais

ANEXO A PORTARIA Nº 341, DE 02 DE OUTUBRO DE Regulamento de Utilização dos Laboratórios do Ifes campus Cachoeiro

ANEXO A PORTARIA Nº 341, DE 02 DE OUTUBRO DE Regulamento de Utilização dos Laboratórios do Ifes campus Cachoeiro MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Espírito Santo CAMPUS CACHOEIRO DE ITAPEMIRIM ANEXO A PORTARIA Nº 341, DE 02 DE OUTUBRO DE 2015 Regulamento de Utilização dos

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DOS LABORATÓRIOS DE QUÍMICA E FÍSICA DA FACULDADE CNEC FARROUPILHA

REGULAMENTO INTERNO DOS LABORATÓRIOS DE QUÍMICA E FÍSICA DA FACULDADE CNEC FARROUPILHA REGULAMENTO INTERNO DOS LABORATÓRIOS DE QUÍMICA E FÍSICA DA FACULDADE CNEC FARROUPILHA TÍTULO I DOS FINS Art. 1º - Os Laboratórios de Química e Física da Faculdade CNEC Farroupilha seguirão as normas do

Leia mais

REGULAMENTO DO ESPAÇO ESPORTIVO RSGQ-10.01

REGULAMENTO DO ESPAÇO ESPORTIVO RSGQ-10.01 REGULAMENTO DO ESPAÇO ESPORTIVO RSGQ-10.01 Sumário 1. INTRODUÇÃO... 3 2. INFRAESTRUTURA... 3 3. UTILIZAÇÃO... 3 4. HORÁRIOS E AGENDAMENTO... 4 5. RESPONSABILIDADE E COMPORTAMENTO... 5 5.1 DEVERES E RESPONSABILIDADES...

Leia mais

Art. 1º o Laboratório de Biodinâmica de ESEF-UPE tem os seguintes objetivos: I - Permitir o desenvolvimento de atividades de pesquisa;

Art. 1º o Laboratório de Biodinâmica de ESEF-UPE tem os seguintes objetivos: I - Permitir o desenvolvimento de atividades de pesquisa; RESOLUÇÃO DO CGAA-ESEF Nº 03/2011. EMENTA: Normatiza a utilização do Laboratório de Biodinâmica de ESEF-UPE. O Conselho de Gestão Acadêmica e Administrativa da Escola Superior de Educação Física da Universidade

Leia mais

REGIMENTO DO LABORATÓRIO DE EDUCAÇÃO EM CIÊNCIAS (LABEC) DO CENTRO DE EDUCAÇÃO - UFES

REGIMENTO DO LABORATÓRIO DE EDUCAÇÃO EM CIÊNCIAS (LABEC) DO CENTRO DE EDUCAÇÃO - UFES REGIMENTO DO LABORATÓRIO DE EDUCAÇÃO EM CIÊNCIAS (LABEC) DO CENTRO DE EDUCAÇÃO - UFES TÍTULO I DA INSTITUIÇÃO E DOS SEUS FINS Art. 1 O Laboratório de Educação em Ciências (LABEC) é um órgão do Centro de

Leia mais

NORMAS INTERNAS DO LABORATÓRIO DE AVALIAÇÃO NUTRICIONAL

NORMAS INTERNAS DO LABORATÓRIO DE AVALIAÇÃO NUTRICIONAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA INSTITUTO MULTIDISCIPLINAR EM SAÚDE (IMS) CAMPUS ANISIO TEIXEIRA COORDENAÇÃO GERAL DE LABORATÓRIOS NORMAS INTERNAS DO LABORATÓRIO DE AVALIAÇÃO NUTRICIONAL

Leia mais

REGULAMENTO DO LABORATÓRIO DE HABILIDADES CLÍNICAS LHC

REGULAMENTO DO LABORATÓRIO DE HABILIDADES CLÍNICAS LHC 1 DIRETORIA ACADÊMICA COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA REGULAMENTO DO LABORATÓRIO DE HABILIDADES CLÍNICAS LHC CACOAL 2011 REGULAMENTO DO LABORATÓRIO DE HABILIDADES CLÍNICAS LHC Afim de aperfeiçoar as aulas práticas

Leia mais

2. REGULAMENTO 2.1 DA VINCULAÇÃO

2. REGULAMENTO 2.1 DA VINCULAÇÃO NORMAS DE CONDUTA E SEGURANÇA NOS LABORATÓRIOS 2010 1. INTRODUÇÃO Os Laboratórios da Faculdade Evangélica do Paraná prestam serviços de atendimento à comunidade acadêmica, fornecendo recursos (materiais

Leia mais

REGULAMENTO DO BIOTÉRIO JOSÉ MANOEL LOPES CAPÍTULO I DO OBJETO

REGULAMENTO DO BIOTÉRIO JOSÉ MANOEL LOPES CAPÍTULO I DO OBJETO REGULAMENTO DO BIOTÉRIO JOSÉ MANOEL LOPES CAPÍTULO I DO OBJETO Art. 1º O disposto neste Regulamento reger-se-á pelo Estatuto e Regimentos da Univás, considerando a LEI Nº 11.794 de 08 outubro de 2008 e

Leia mais

REGULAMENTO DO LABORATÓRIO MULTIDISCIPLINAR CAPÍTULO I DA CARACTERÍSTICA E NATUREZA

REGULAMENTO DO LABORATÓRIO MULTIDISCIPLINAR CAPÍTULO I DA CARACTERÍSTICA E NATUREZA A Diretora Geral no uso de suas atribuições legais TORNA PÚBLICO o Regulamento do Laboratório Multidisciplinar da Faculdade Integral Cantareira, aprovado pelo Órgão Competente, como se segue: REGULAMENTO

Leia mais

REGULAMENTO GERAL DE UTILIZAÇÃO DOS LABORATÓRIOS DA ÁREA DE QUÍMICA (SALA A028, A029 e A031) (BLOCO A) CAPÍTULO I DA NATUREZA

REGULAMENTO GERAL DE UTILIZAÇÃO DOS LABORATÓRIOS DA ÁREA DE QUÍMICA (SALA A028, A029 e A031) (BLOCO A) CAPÍTULO I DA NATUREZA REGULAMENTO GERAL DE UTILIZAÇÃO DOS LABORATÓRIOS DA ÁREA DE QUÍMICA (SALA A028, A029 e A031) (BLOCO A) CAPÍTULO I DA NATUREZA Art. 1º. Os laboratórios da Área de Química, situados no Bloco A da UTFPR,

Leia mais

INSTRUÇÃO INTERNA DE PROCEDIMENTOS DO CAMPUS IIPC Nº 04, DE 07 DE NOVEMBRO DE 2016 DIREÇÃO GERAL DO IFPR CAMPUS PARANAVAÍ

INSTRUÇÃO INTERNA DE PROCEDIMENTOS DO CAMPUS IIPC Nº 04, DE 07 DE NOVEMBRO DE 2016 DIREÇÃO GERAL DO IFPR CAMPUS PARANAVAÍ INSTRUÇÃO INTERNA DE PROCEDIMENTOS DO CAMPUS IIPC Nº 04, DE 07 DE NOVEMBRO DE 2016 DIREÇÃO GERAL DO IFPR CAMPUS PARANAVAÍ CONSIDERANDO: Institui normas de utilização de laboratórios das áreas de Biologia,

Leia mais

Regulamento do Laboratório MATEMATECA TÍTULO I DOS OBJETIVOS E USUÁRIOS. CAPÍTULO I Dos Objetivos

Regulamento do Laboratório MATEMATECA TÍTULO I DOS OBJETIVOS E USUÁRIOS. CAPÍTULO I Dos Objetivos MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS REGIONAL CATALÃO UNIDADE ACADÊMICA ESPECIAL DE MATEMÁTICA E TECNOLOGIA Regulamento do Laboratório MATEMATECA TÍTULO I DOS OBJETIVOS E USUÁRIOS CAPÍTULO

Leia mais

REGULAMENTO DO USO DO GINÁSIO POLIESPORTIVO DO IFSP CÂMPUS BARRETOS SEÇÃO I FINALIDADE

REGULAMENTO DO USO DO GINÁSIO POLIESPORTIVO DO IFSP CÂMPUS BARRETOS SEÇÃO I FINALIDADE REGULAMENTO DO USO DO GINÁSIO POLIESPORTIVO DO IFSP CÂMPUS BARRETOS SEÇÃO I FINALIDADE Art. 1º. Este documento tem por objetivo regulamentar as condutas dos alunos, servidores e demais usuários, no que

Leia mais

REGIMENTO DO LABORATÓRIO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO DO CURSO DE ARQUIVOLOGIA LARQ CAPÍTULO I DA NATUREZA E OBJETIVOS

REGIMENTO DO LABORATÓRIO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO DO CURSO DE ARQUIVOLOGIA LARQ CAPÍTULO I DA NATUREZA E OBJETIVOS REGIMENTO DO LABORATÓRIO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO DO LARQ Regulamenta o funcionamento do Laboratório de Ensino, Pesquisa e Extensão do Curso de Arquivologia LARQ, lotado no Instituto de Ciências

Leia mais

Regulamento do Laboratório de Anatomia Humana do Curso de Graduação em Enfermagem do Centro Universitário Norte do Espírito santo - CEUNES

Regulamento do Laboratório de Anatomia Humana do Curso de Graduação em Enfermagem do Centro Universitário Norte do Espírito santo - CEUNES Regulamento do Laboratório de Anatomia Humana do Curso de Graduação em Enfermagem do Centro Universitário Norte do Espírito santo - CEUNES Dispõe sobre os deveres, responsabilidades e proibições referentes

Leia mais

REGULAMENTO DO LABORATÓRIO DE DESENHO TÉCNICO DO INSTITUTO FEDERAL GOIANO CAMPUS TRINDADE

REGULAMENTO DO LABORATÓRIO DE DESENHO TÉCNICO DO INSTITUTO FEDERAL GOIANO CAMPUS TRINDADE SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA GOIANO CAMPUS TRINDADE REGULAMENTO DO LABORATÓRIO DE

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DOS LABORATÓRIOS

REGIMENTO INTERNO DOS LABORATÓRIOS UNIVERSIDADE FEDERAL DO RECÔNCAVO DA BAHIA CENTRO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA EM ENERGIA E SUSTENTABILIDADE NÚCLEO DE GESTÃO TÉCNICO ESPECÍFICO (NUGTESP) LABORATÓRIOS DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO (LABEPEX)

Leia mais

REGULAMENTO PARA A UTILIZAÇÃO DO LABORATÓRIO DE ENFERMAGEM

REGULAMENTO PARA A UTILIZAÇÃO DO LABORATÓRIO DE ENFERMAGEM REGULAMENTO PARA A UTILIZAÇÃO DO LABORATÓRIO DE ENFERMAGEM TUPÃ/SP 2016 SUMÁRIO I DOS OBJETIVOS DO LABORATÓRIO DE ENFERMAGEM II DAS DISPOSIÇÕES GERAIS III DO FUNCIONAMENTO IV DOS DIREITOS E DEVERES DOS

Leia mais

ESCOLA DE ENFERMAGEM UFRGS LABORATÓRIO DE PRÁTICAS DE ENFERMAGEM

ESCOLA DE ENFERMAGEM UFRGS LABORATÓRIO DE PRÁTICAS DE ENFERMAGEM MANUAL DO APRESENTAÇÃO No Laboratório de Práticas de Enfermagem (LAPENF) são realizadas atividades de ensino teórico-práticas para o desenvolvimento de habilidades em um ambiente seguro, por meio de práticas

Leia mais

Laboratório de Informática

Laboratório de Informática Laboratório de Informática Neste laboratório são realizadas aulas expositivas, atividades práticas, pesquisas e extensão que necessitam do uso de ferramentas computacionais. O laboratório é vinculado às

Leia mais

REGULAMENTO DO LABORATÓRIO DE FÍSICA

REGULAMENTO DO LABORATÓRIO DE FÍSICA REGULAMENTO DO LABORATÓRIO DE FÍSICA Ribeirão Preto Objetivos do Laboratório de Física: REGULAMENTO DO LABORATÓRIO DE FÍSICA 1. Auxiliar o aluno na introdução das práticas das disciplinas do curso de Bacharel

Leia mais

Av. Prof. Luiz Freire, nº 500, Cidade Universitária Recife-PE -CEP: (81)

Av. Prof. Luiz Freire, nº 500, Cidade Universitária Recife-PE -CEP: (81) NORMAS E PROCEDIMENTOS PARA REALIZAÇÃO DE VISITAS TÉCNICAS DOS CURSOS PRONATEC CAPÍTULO I 1. DA ORIGEM, DEFINIÇÃO E FINALIDADES Art.1 O presente regulamento interno disciplina a organização, regulamentação

Leia mais

REGULAMENTO DE USO DOS LABORATÓRIOS. Curso de Engenharia Mecânica. Curso Técnico em Mecânica Subsequente. Curso Técnico em Eletrotécnica Subsequente

REGULAMENTO DE USO DOS LABORATÓRIOS. Curso de Engenharia Mecânica. Curso Técnico em Mecânica Subsequente. Curso Técnico em Eletrotécnica Subsequente REGULAMENTO DE USO DOS LABORATÓRIOS Curso de Engenharia Mecânica Curso Técnico em Mecânica Subsequente Curso Técnico em Eletrotécnica Subsequente Curso Técnico em Mecânica Integrado ao Ensino Médio Ibirubá,

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAZONAS - CIESA COORDENAÇÃO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GASTRONOMIA

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAZONAS - CIESA COORDENAÇÃO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GASTRONOMIA CENTRO UNIVERSITÁRIO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAZONAS - CIESA COORDENAÇÃO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GASTRONOMIA REGULAMENTO DAS ATIVIDADES DE MONITORIA ACADÊMICA NO CURSO DE GASTRONOMIA Manaus -

Leia mais

Art. 1º - Aprovar, no Centro de Ensino Superior Riograndense - CESURG MARAU, o Regulamento do Setor de Precisão, cujo inteiro teor se aplica a seguir:

Art. 1º - Aprovar, no Centro de Ensino Superior Riograndense - CESURG MARAU, o Regulamento do Setor de Precisão, cujo inteiro teor se aplica a seguir: RESOLUÇÃO Nº 015/2015 Aprova o Regulamento do Setor de Precisão para os Cursos de Bacharelado em Engenharia Civil, Engenharia da Produção, Engenharia Mecânica e Agronomia do CESURG MARAU 1, e dá outras

Leia mais

REGULAMENTO DO LABORATÓRIO DE APTIDÃO FÍSICA E PERFORMANCE HUMANA LAFIPE CAPITULO I DO OBJETO

REGULAMENTO DO LABORATÓRIO DE APTIDÃO FÍSICA E PERFORMANCE HUMANA LAFIPE CAPITULO I DO OBJETO REGULAMENTO DO LABORATÓRIO DE APTIDÃO FÍSICA E PERFORMANCE HUMANA LAFIPE CAPITULO I DO OBJETO Art. 1º- O Laboratório de Aptidão Física e Performance Humana LAFIPE do curso de Educação Física da Universidade

Leia mais

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE MONITORIA PARA O ENSINO PRESENCIAL

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE MONITORIA PARA O ENSINO PRESENCIAL REGULAMENTO DO PROGRAMA DE MONITORIA PARA O ENSINO PRESENCIAL Rio de Janeiro 2018 2 CAPÍTULO I DA NATUREZA E DOS OBJETIVOS Art. 1º. O Programa de Monitoria, instituído pela Lei nº 5.540/68 e complementada

Leia mais

REGULAMENTO PARA A UTILIZAÇÃO DA ACADEMIA DE GINÁSTICA

REGULAMENTO PARA A UTILIZAÇÃO DA ACADEMIA DE GINÁSTICA REGULAMENTO PARA A UTILIZAÇÃO DA ACADEMIA DE GINÁSTICA 2015 I. DOS OBJETIVOS DA ACADEMIA DE GINÁSTICA 1. Auxiliar o aluno na introdução das práticas experimentais das disciplinas específicas da área das

Leia mais

REGULAMENTO PARA A UTILIZAÇÃO DO LABORATÓRIO DE ENFERMAGEM

REGULAMENTO PARA A UTILIZAÇÃO DO LABORATÓRIO DE ENFERMAGEM REGULAMENTO PARA A UTILIZAÇÃO DO LABORATÓRIO DE ENFERMAGEM 2015 I. DOS OBJETIVOS DO LABORATÓRIO DE ENFERMAGEM 1. Auxiliar o aluno na introdução das práticas experimentais das disciplinas específicas de

Leia mais

REGULAMENTO PARA O USO DOS LABORATÓRIOS DO DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE ALIMENTOS DA UTFPR CÂMPUS LONDRINA

REGULAMENTO PARA O USO DOS LABORATÓRIOS DO DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE ALIMENTOS DA UTFPR CÂMPUS LONDRINA Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Departamento Acadêmico de Alimentos REGULAMENTO PARA O USO DOS LABORATÓRIOS DO DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE ALIMENTOS DA UTFPR CÂMPUS LONDRINA

Leia mais

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE MONITORIA UNIVERSIDADE DA AMAZONIA

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE MONITORIA UNIVERSIDADE DA AMAZONIA 29/02/26 REGULAMENTO DO PROGRAMA DE AMAZONIA Belém 26 29/02/26 Dispõe sobre normas de Monitoria da Universidade da Amazônia. CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS Art. 1º Adotar e estimular a Monitoria Acadêmica, que

Leia mais

FACULDADE DE CIÊNCIAS BIOMÉDICAS DE CACOAL-FACIMED Autorizado Portaria Nº 306, de 20 de maio de Regulamento de Estágio Curricular Supervisionado

FACULDADE DE CIÊNCIAS BIOMÉDICAS DE CACOAL-FACIMED Autorizado Portaria Nº 306, de 20 de maio de Regulamento de Estágio Curricular Supervisionado FACULDADE DE CIÊNCIAS BIOMÉDICAS DE CACOAL-FACIMED Autorizado Portaria Nº 306, de 20 de maio de 2014 CURSO DE BACHARELADO EM ARQUITETURA E URBANISMO Cacoal - RO 2016 2 REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE LICENCIATURA EM FÍSICA CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE LICENCIATURA EM FÍSICA CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE LICENCIATURA EM FÍSICA CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º O presente instrumento dispõe sobre as normas e procedimentos a serem observados

Leia mais

REGULAMENTO DO LABORATÓRIO DE SOLOS DO INSTITUTO FEDERAL GOIANO CAMPUS TRINDADE

REGULAMENTO DO LABORATÓRIO DE SOLOS DO INSTITUTO FEDERAL GOIANO CAMPUS TRINDADE SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA GOIANO CAMPUS TRINDADE REGULAMENTO DO LABORATÓRIO DE

Leia mais