NOVAS DIRETIVAS DA CONTRATAÇÃO PÚBLICA
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- Ana Luiza Madeira Clementino
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1 NOVAS DIRETIVAS DA CONTRATAÇÃO PÚBLICA Fernando Oliveira Silva Instituto da Construção e do Imobiliário 07 março 2015
2 3 Novas Diretivas de contratação pública Diretiva 2014/23/UE (relativa à adjudicação de contratos de concessão) - novidade Diretiva 2014/24/UE (relativa aos contratos públicos e que revoga a Diretiva 2004/18/CE) Diretiva 2014/25/UE (relativa aos contratos públicos celebrados pelas entidades que operam nos setores da água, da energia, dos transportes e dos serviços postais e que revoga a Diretiva 2004/17/CE) Todas do Parlamento Europeu e do Conselho, de 26 de fevereiro, publicadas no JOUE, de 28 de março de 2014
3 Processo de transposição Prazo: 2 anos.... Termina em 18 de abril de 2016 Exceção: contratação pública eletrónica: até 18 de outubro de 2018 Em Portugal - Comissão Revisora do CCP (Despacho a publicar em breve)
4 Processo de transposição E nos outros EM? Reino Unido acabou de transpor a Diretiva Clássica
5 Desafios da transposição Qual o impacto que as novas Diretivas têm no atual Código dos Contratos Públicos? 1 - Devemos limitar-nos a uma mera transposição à inglesa? 2 - Devemos limitar-nos à mera alteração do atual CCP: aditamento de novos artigos, sempre que exigido pelas novas Diretivas? Ex: parceria para a inovação 3 - Ou devemos antes aproveitar o momento para uma revisão completa do CCP?
6 Ponto de partida para a revisão do CCP 1.º - Analisar a extensão e o alcance das alterações das Diretivas de 2014 face às Diretivas de º - Considerar a doutrina e a jurisprudência existente sobre o atual CCP (a voz dos especialistas do Direito!) 3.º - Considerar as sondagens e a opinião pública sobre o atual CCP (a voz dos utilizadores do CCP e dos cidadãos interessados pela contratação pública)
7 As sondagens e a opinião pública em relação ao CCP Densidade do texto e normas excessivamente prescritivas Muitas propostas eliminadas por questões meramente formais (formalidades não essenciais) Excesso de ajustes diretos face aos procedimentos concursais
8 6 anos de Doutrina e Jurisprudência sobre o CCP Área do Direito Administrativo analisada à lupa pela Doutrina Jurisprudência dos Tribunais Administrativos Relatórios de Auditoria e Acórdãos do Tribunal de Contas Recomendações do Conselho de Prevenção da Corrupção
9 Análise da extensão e do alcance das alterações das Diretivas de 2014 face às Diretivas de 2004
10 Diretivas 2014 vs Diretivas 2004: O que muda? LEITURA RECOMENDADA: 138 considerandos da Diretiva 2014/24 Clássica (27 pgs.) 142 Considerandos da Diretiva 2014/25 Setores (28 pgs.) 88 Considerandos da Diretiva 2014/23 Concessões (16 pgs.) Não são textos supérfluos São o pensamento escrito do legislador europeu
11 Diretivas 2014 vs Diretivas 2004: O que muda? Objetivos das Diretivas de 2014: 1. Simplificar e flexibilizar os procedimentos de contratação; 2. Utilizar meios eletrónicos; 3. Facilitar a participação das PME em contratos públicos; 4. Utilizar estrategicamente a contratação pública para atingir objetivos sociais e ambientais; 5. Aumentar a segurança jurídica na aplicação da lei; 6. Incentivar a inovação associada aos contratos públicos; 7. Aumentar a transparência e combater a corrupção e os conflitos de interesses; 8. Regular melhor as concessões; 9. Melhorar a governação dos contratos públicos
12 Diretivas 2014 vs Diretivas 2004: O que muda? A apresentação que se segue não é linear artigo a artigo, numa lógica sequencial É antes uma apresentação estruturada com base nos vários objetivos enunciados! Ver a floresta, em vez de árvore a árvore
13 1. Simplificar e flexibilizar os procedimentos de contratação Prazos de apresentação de propostas e candidaturas mais curtos (artigos 27.º e 28.º) Estímulo à utilização do procedimento de negociação e do diálogo concorrencial (considerandos 42 a 45) Diálogo concorrencial (artigo 30.º) e sistemas de aquisição dinâmicos (artigo 34.º) mais simplificados Novas regras para aquisição transfronteiriça (artigo 39.º) Possibilidade de exclusão de concorrentes que tenham apresentado deficiências significativas e persistentes durante a execução de anteriores contratos públicos (artigo 57.º, nº 4. al. g) Criação do Documento Europeu Único de Contratação Pública, que substitui a apresentação de documentos probatórios (artigo 59.º) Novo regime simplificado para serviços de saúde, serviços sociais e culturais (artigo 74.º)
14 2. Utilizar meios eletrónicos Contratação eletrónica obrigatória para a publicação de anúncios (enotice), a disponibilização dos documentos do procedimento (e-access) e a submissão de propostas (e-submission) (artigo 22.º) a partir de 18 de outubro de 2018 Os sistemas de aquisição dinâmicos (SAD) são simplificados (as empresas podem aderir facilmente e em qualquer altura ao referido sistema durante o respetivo período de validade) artigo 34.º Leilões eletrónicos (artigo 35.º) Nova ferramenta: catálogos eletrónicos (artigo 36.º) Disponibilização eletrónica dos documentos do concurso (artigo 53.º)
15 3. Facilitar a participação das PME em contratos públicos Considerando 2: as regras da contratação pública devem ser revistas para facilitar a participação das PME Considerando 78: os contratos públicos devem ser adaptados às necessidades das PME Regra nos concursos: divisão em lotes para facilitar a participação das PME (artigo 46.º) O volume de negócios exigido para a participação em procedimentos de contratação pública será limitado, no máximo, ao dobro do valor estimado do contrato (artigo 58.º, nº 3) Pagamento direto ao subcontratante (artigo 71.º, nº 3)
16 4. Utilizar estrategicamente a contratação pública para atingir outros objetivos v.g., sociais e ambientais Possibilidade de exigência de rótulos ecológicos (artigo 43.º e considerando 75) Critério de adjudicação da proposta economicamente mais vantajosa, considerando o ciclo de vida do produto, bem ou serviço (artigo 67.º, nº 2 e 68.º) Possibilidade de afastamento do critério preço mais baixo (artigo 67.º, nº 2) Incentivada a integração social: os EM podem reservar contratos, a empresas cujo objetivo principal seja a integração social e profissional de pessoas com deficiência ou desfavorecidos, desde que estas representem pelo menos 30% da força de trabalho da organização (em comparação com os atuais 50%) artigo 20.º
17 5. Aumentar a segurança jurídica na aplicação da lei incorporando Jurisprudência do TJUE Conceito de organismo de direito público: considerando 10 e artigo 2.º, nº 1, 4) importa esclarecer que um organismo que opera em condições normais de mercado, que tem fins lucrativos, e que assume os prejuízos resultantes do exercício da sua atividade, não deverá ser considerado organismo de direito público Idem: financiado maioritariamente = em mais de metade Idem: o financiamento público inclui pagamentos cobrados diretamente aos utilizadores, de acordo com regras de direito público Contratação In-House: as novas Diretivas preveem, pela primeira vez, regras explícitas identificando o tipo de contratos que podem ser celebrados entre entidades do setor público sem necessidade de aplicação das normas estabelecidas para os procedimentos de formação de contratos públicos (artigo 12.º)
18 6. Incentivar a inovação associada aos contratos públicos Novo procedimento para a aquisição de produtos ou serviços inovadores irá estimular a inovação Parceria para a Inovação (artigo 31.º) As autoridades adjudicantes são estimuladas a aceitar propostas variantes (considerando 48); as autoridade adjudicantes podem autorizar ou exigir aos proponentes a apresentação de variantes (artigo 45.º) No critério de adjudicação pode utilizar-se com factor, por exemplo, as caraterísticas inovadoras do produto, serviço ou obra (artigo 67.º, nº 2, al. a)
19 7. Aumentar a transparência e combater a corrupção e os conflitos de interesses Os EM são convidados a adotar medidas para, de forma eficaz, prevenirem, identificarem e corrigirem conflitos de interesses (artigo 24.º) Obrigatoriedade de contratação por meios eletrónicos (artigo 22.º) Formalização de regras sobre a consulta preliminar ao mercado (artigos 40.º e 41.º) Quem tentar influenciar uma entidade pública adquirente ou prestar falsas declarações poderá ser excluído dos procedimentos de contratação pública (artigo 57.º, nº 4, als. h) e i) Será mais fácil identificar as situações em que um contrato público poderá ser modificado após a adjudicação, sem necessidade de abertura de novo procedimento de contratação (artigo 72.º)
20 8. Regular melhor as concessões Primeira Diretiva que regula os contratos de concessão de obras públicas e de serviços (Diretiva 23) Aplica-se a contratos de concessão de obras e serviços cujo valor seja igual ou superior a euros (artigo 8.º) Regras para definir o valor estimado da concessão (artigo 8.º, nºs 2 e 3) Não se aplica a certas concessões (artigos 10.º a 12.º) Regra para definir prazo da concessão: a duração não deverá exceder o tempo razoável necessário para que o concessionário possa recuperar o seu investimento (artigo 18.º) Liberdade procedimental na adjudicação das concessões (artigo 30.º) Regras sobre modificação de concessões (artigo 43.º)
21 9. Melhorar a governação dos contratos públicos Os EM devem certificar-se de que as tarefas de governação são realizadas por uma ou mais autoridades, organismos ou estruturas (artigo 83.º, nº 1) Os EM asseguram o acompanhamento da aplicação das regras de contratação pública comunicando às autoridades competentes as violações ou problemas detetados (artigo 83.º, nº 2) Os resultados das atividades de acompanhamento devem ser postos à disposição do público através de canais de informação adequados (artigo 83.º, nº 3) De 3 em 3 anos, os EM remetem à Comissão um relatório de acompanhamento que abranja, nomeadamente, o nível de participação das PME nos contratos públicos (artigo 83.º, nº 3) Os EM devem assegurar o acesso gratuito a informações e orientações sobre a interpretação e aplicação do direito de contratos públicos; e a disponibilização de apoio às autoridades adjudicantes no que respeita à planificação e execução dos procedimentos de adjudicação de contratos (artigo 83.º, nº 4)
22 Nos setores especiais (água, energia, transportes e serviços postais) A Nova Diretiva estabelece regras similares às referidas a propósito da Diretiva Clássica Mas existem algumas alterações específicas 1. As atividades relacionadas com a prospeção de petróleo e gás natural são excluídas; (considerando 25 e artigo 14.º a contrario). 2. São excluídos certos serviços relacionados com serviços postais (financeiros, logísticos, eletrónicos, selos, etc.) artigo 13.º a contrario 3. Concretização do conceito de direitos especiais ou exclusivos (artigo 4.º, nº 3)
23 Em conclusão As novas diretivas apresentam-nos novos instrumentos e ferramentas para uma melhor contratação pública Assim saibamos utilizá-los
24 Quaisquer sugestões com interesse para a transposição das Diretivas e revisão do CCP: [email protected] MUITO OBRIGADO PELA ATENÇÃO!
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