Supremo Tribunal Federal
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- Edson Gonçalves Fortunato
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1 MANDADO DE INJUNÇÃO DISTRITO FEDERAL RELATORA IMPTE.(S) ADV.(A/S) IMPDO.(A/S) ADV.(A/S) : MIN. CÁRMEN LÚCIA :CARLOS ROBERTO NUNES CRUZ : GUSTAVO SILVA MACEDO E OUTRO(A/S) :PRESIDENTE DA REPUBLICA :ADVOGADO-GERAL DA UNIÃO DECISÃO MANDADO DE INJUNÇÃO. AUSÊNCIA DE NORMA REGULAMENTADORA DO ART. 40, 4º, INC. III, DA CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA. PRECEDENTES. MANDADO DE INJUNÇÃO PARCIALMENTE CONCEDIDO. Relatório 1. Mandado de injunção impetrado por Carlos Roberto Nunes Cruz, em , contra pretensa omissão legislativa imputada ao Presidente da República. 2. O Impetrante informa que é servidor público ocupante de cargo efetivo, médico da Seguridade Social, nível II, grau G, símbolo Z14A, nomeado em 27/07/1982 e lotado no Hospital do Instituto de Previdência dos Servidores do Estado de Minas Gerais IPSEMG (...) conta com 33 anos de efetiva prestação de serviços médicos, dos quais 27 anos foram prestados ao IPSEMG, conforme Certidão de Contagem de Tempo emitida em 05/10/2010 (fl. 1). Sustenta que o exercício do direito constitucional de aposentadoria especial (...) encontra-se gravemente prejudicado em decorrência da falta de iniciativa do Impetrado, em regular a matéria através de lei complementar, conforme previsto no 4º do art. 40 da Constituição Federal, e 1º do art. 36 da Constituição do Estado para o caso dos servidores públicos (fl. 2).
2 Pede: (i) declare a existência da omissão legislativa do impetrado, reconhecendo a situação atual de mora; (ii) determine o afastamento do óbice representado pela inexistência de lei complementar quanto às hipóteses previstas no art. 40, 4º, da Constituição Federal e 36, 1º, da Estadual; (iii) em caráter mandamental reconhecer e determinar que o direito constitucional à aposentadoria especial previsto no art. 40, 4º, da Constituição Federal e 36, 1º, da Estadual possa ser exercido pelo Impetrante no caso concreto, segundo os mesmos critérios previstos no art. 57 da Lei 8.213/91, perante a Administração Pública (fl. 6). 3. Em , determinei ao Impetrante que, no prazo de dez dias, comprovasse a negativa da Administração Pública em conceder a sua aposentadoria especial com fundamento na ausência da norma regulamentadora do art. 40, 4º, inc. III, da Constituição da República, o que ocorreu em (doc. 13). 4. Em 1º , requisitei informações ao Impetrado e determinei vista dos autos ao Procurador-Geral da República (doc. 17). Em , o Presidente da República informou que encaminhara ao Congresso Nacional projeto de lei complementar para regulamentar a aposentadoria especial de servidores públicos que exerçam atividade de risco ou sob condições especiais que prejudiquem a saúde ou a integridade física, o que descaracterizaria a mora legislativa (doc. 20). Argumentou, ainda, que a análise do direito à aposentadoria especial depende do exame de provas quanto ao serviço prestado e ao efetivo exercício em condições prejudiciais à saúde ou que coloquem em risco a integridade física do impetrante (doc. 20). 5. Em , o Procurador-Geral da República opinou pela 2
3 procedência parcial do pedido, nos termos do parecer juntado ao Mandado de Injunção n , Relator o Ministro Ayres Britto (doc. 24). Analisados os elementos havidos nos autos, DECIDO. 6. Inicialmente cumpre ressaltar que este Supremo Tribunal assentou que, enquanto não for regulamentado o art. 40, 4º, da Constituição da República, o Presidente da República é parte legítima para figurar no polo passivo de mandado de injunção em que se discute a aposentadoria especial de servidor público (MI AgR, de minha relatoria, Plenário, julgado em ). 7. Ao apreciar questão de ordem suscitada pelo Ministro Joaquim Barbosa no julgamento do Mandado de Injunção n. 795, de minha relatoria, decidiu-se que os Ministros do Supremo Tribunal poderiam julgar, monocraticamente, os mandados de injunção que objetivassem garantir aos impetrantes o direito à aposentadoria especial a que se refere o art. 40, 4º, inc. III, da Constituição da República, determinando a aplicação da regra do art. 57 da Lei n /1991, no que coubesse. Na espécie vertente, a controvérsia é idêntica àquela decidida por este Supremo Tribunal no Mandado de Injunção n. 795, de minha relatoria, razão pela qual passo à análise desta impetração. 8. O mandado de injunção é garantia constitucional prestante, exclusivamente, a viabilizar direitos ou liberdades constitucionais, bem como a soberania, a cidadania e a nacionalidade, quando não puderem ser exercidos por ausência de norma regulamentadora (art. 5º, inc. LXXI, da Constituição da República). Pressupõe, portanto, a existência de preceito constitucional dependente da regulamentação por outra norma, esta de categoria inferior na hierarquia dos tipos normativos. 3
4 Neste mandado de injunção, o Impetrante alega que a ausência da norma regulamentadora do art. 40, 4º, da Constituição da República tornaria inviável o exercício do seu direito à aposentadoria especial, pois os termos para sua aposentação deveriam ser definidos por lei complementar. 9. O Supremo Tribunal Federal reconheceu a mora legislativa do Presidente da República para regulamentar o art. 40, 4º, inc. III, da Constituição da República e determinou fosse aplicada a regra do art. 57 da Lei n /1991, de modo a viabilizar que a Administração Pública analisasse o requerimento de aposentadoria especial formulado por servidor público que exerce suas atividades em condições insalubres. Confiram-se, a propósito: MANDADO DE INJUNÇÃO - NATUREZA. Conforme disposto no inciso LXXI do artigo 5º da Constituição Federal, conceder-se-á mandado de injunção quando necessário ao exercício dos direitos e liberdades constitucionais e das prerrogativas inerentes à nacionalidade, à soberania e à cidadania. Há ação mandamental e não simplesmente declaratória de omissão. A carga de declaração não é objeto da impetração, mas premissa da ordem a ser formalizada. MANDADO DE INJUNÇÃO - DECISÃO - BALIZAS. Tratando-se de processo subjetivo, a decisão possui eficácia considerada a relação jurídica nele revelada. APOSENTADORIA - TRABALHO EM CONDIÇÕES ESPECIAIS - PREJUÍZO À SAÚDE DO SERVIDOR - INEXISTÊNCIA DE LEI COMPLEMENTAR - ARTIGO 40, 4º, DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL. Inexistente a disciplina específica da aposentadoria especial do servidor, impõe-se a adoção, via pronunciamento judicial, daquela própria aos trabalhadores em geral - artigo 57, 1º, da Lei nº 8.213/91 (MI 721, Rel. Min. Marco Aurélio, Plenário, DJe ). E: 4
5 DIREITO CONSTITUCIONAL E ADMINISTRATIVO. MANDADO DE INJUNÇÃO. SERVIDORA PÚBLICA. ATIVIDADES EXERCIDAS EM CONDIÇÕES DE RISCO OU INSALUBRES. APOSENTADORIA ESPECIAL. 4º DO ART. 40 DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL. AUSÊNCIA DE LEI COMPLEMENTAR. MORA LEGISLATIVA. REGIME GERAL DA PREVIDÊNCIA SOCIAL. 1. Ante a prolongada mora legislativa, no tocante à edição da lei complementar reclamada pela parte final do 4º do art. 40 da Magna Carta, impõe-se ao caso a aplicação das normas correlatas previstas no art. 57 da Lei nº 8.213/91, em sede de processo administrativo. 2. Precedente: MI 721, da relatoria do ministro Marco Aurélio. 3. Mandado de injunção deferido nesses termos (MI 788, Rel. Min. Ayres Britto, Plenário, DJe ). E ainda: MANDADO DE INJUNÇÃO. APOSENTADORIA ESPECIAL DO SERVIDOR PÚBLICO. ARTIGO 40, 4º, DA CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA. AUSÊNCIA DE LEI COMPLEMENTAR A DISCIPLINAR A MATÉRIA. NECESSIDADE DE INTEGRAÇÃO LEGISLATIVA. 1. Servidor público. Investigador da polícia civil do Estado de São Paulo. Alegado exercício de atividade sob condições de periculosidade e insalubridade. 2. Reconhecida a omissão legislativa em razão da ausência de lei complementar a definir as condições para o implemento da aposentadoria especial. 3. Mandado de injunção conhecido e concedido para comunicar a mora à autoridade competente e determinar a aplicação, no que couber, do art. 57 da Lei n /91 (MI 795, de minha relatoria, Plenário, DJe ). 10. O objeto deste mandado de injunção é a ausência de norma regulamentadora do art. 40, 4º, inc. III, da Constituição da República, que inviabilizaria o exercício do direito à aposentadoria especial pelo Impetrante. 5
6 Cabe ao Supremo Tribunal Federal verificar a omissão da norma regulamentadora e a possibilidade de valer-se o Impetrante da regra jurídica aplicável à situação por ele descrita, afastando-se o impedimento que advém da ausência da regulamentação constitucionalmente prevista. Verificada a omissão normativa que estaria a inviabilizar o exercício de um direito constitucional integra-se o direito discutido pelo Impetrante. Porém, não se confunde o objeto deste mandado de injunção com a análise dos requisitos exigidos para a aposentação do Impetrante. Nesse sentido, o seguinte julgado: EMBARGOS DE DECLARAÇÃO NO MANDADO DE INJUNÇÃO. CONVERSÃO EM AGRAVO REGIMENTAL. APOSENTADORIA ESPECIAL DO SERVIDOR PÚBLICO. ARTIGO 40, 4º, DA CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA. APLICAÇÃO DO ART. 57 DA LEI N /1991. COMPETÊNCIA DA AUTORIDADE ADMINISTRATIVA. 1. A autoridade administrativa responsável pelo exame do pedido de aposentadoria é competente para aferir, no caso concreto, o preenchimento de todos os requisitos para a aposentação previstos no ordenamento jurídico vigente. 2. Agravo regimental ao qual se nega provimento (MI ED, de minha relatoria, Plenário, DJe ). O Impetrante comprovou que trabalha em condições insalubres e que a Administração Pública negou seu pedido de aposentadoria especial com fundamento na omissão legislativa apontada. As questões funcionais específicas do Impetrante postas nesta ação devem ser solucionadas pela autoridade administrativa, que o fará podendo aplicar, se for o caso, o art. 57 da Lei n /1991, no que couber. 11. Pelo exposto, reconheço caracterizada a mora legislativa quanto ao art. 40, 4º, inc. III, da Constituição da República e concedo 6
7 parcialmente a ordem pleiteada para garantir ao Impetrante o direito de ter o seu pedido administrativo de aposentadoria especial analisado pela autoridade administrativa competente, à luz do art. 57 da Lei n /1991, que será aplicado, se for o caso, no que couber. Publique-se. Brasília, 7 de abril de Ministra CÁRMEN LÚCIA Relatora 7
DECISÃO PRECEDENTES. MANDADO DE INJUNÇÃO PARCIALMENTE CONCEDIDO. Relatório
DECISÃO MANDADO DE INJUNÇÃO. ALEGADA AUSÊNCIA DA NORMA REGULAMENTADORA DO ART. 40, 4º, INC. III, DA CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA. EXAME DO REQUERIMENTO DE APOSENTADORIA ESPECIAL PELA AUTORIDADE ADMINISTRATIVA.
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EMENTA: MANDADO DE INJUNÇÃO COLETIVO. CONSTITUCIONAL E ADMINISTRATIVO. APOSENTADORIA ESPECIAL DE SERVIDOR PÚBLICO. APLICABILIDADE DO ART. 57 DA LEI FEDERAL Nº 8.213/91 ATÉ QUE SOBREVENHAM AS LEIS COMPLEMENTARES
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