Modelação Dimensional 2
|
|
|
- Manuela Lopes Cabreira
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 INTEGRAÇÃO E PROCESSAMENTO ANALÍTICO DE INFORMAÇÃO Modelação Dimensional 2 António Manuel Silva Ferreira UNIVERSIDADE DE LISBOA FACULDADE DE CIÊNCIAS DEPARTAMENTO DE INFORMÁTICA [email protected]
2 Sumário Modelação dimensional Exemplo do retalhista Chaves candidatas e dimensões degeneradas Dimensão data e hierarquias fixas Chaves substitutas Snowflaking Análise dimensional Legibilidade e desempenho Mais sobre modelação de factos Medidas, aditividade, e semi-aditividade Tabelas de factos sem factos 2
3 Breve Revisão de Conceitos Esquema em estrela Tabelas de dimensões em redor da tabela de factos Tabela de factos Guarda informação referente a um processo de negócio Colunas com medidas e com chaves estrangeiras para as dimensões Tabela de dimensão Guarda atributos de uma mesma dimensão, com o grão apropriado Medida Valor numérico que pode ser usado para avaliar um negócio Dimensão Entidade independente que pode participar na análise de medidas Categorização usada para esmiuçar uma medida agregada Ex: dimensão tempo permite analisar medida vendas por ano, mês, 3
4 Exemplo do Retalhista Empresa de vendas a retalho com registo de vendas em cada loja 100 lojas em 5 países produtos únicos Alguns têm UPCs (universal product code), mas outros não (padaria, charcutaria, peixe, carne,...) Objectivo Entender o impacto dos preços e das promoções no total das vendas 4
5 Perguntas a Responder Qual é o lift derivado de uma promoção? Lift: ganho em vendas num produto porque está a ser promovido Obriga a conhecer o valor base (consulta ao histórico) Detectar deslocações no tempo Clientes armazenam e deixam de comprar o produto por muito tempo Detectar canibalismo Clientes compram o produto promovido em vez de outros Detecção de vendas cruzadas Mais vendas de morangos implicam mais vendas de chantilly Detecção do crescimento do mercado Todos os produtos de uma categoria em promoção subiram nas vendas, durante e depois da promoção Detectar o lucro derivado de uma promoção Considerando todos os aspectos: custos da promoção, lift, deslocações no tempo, canibalismo, e vendas cruzadas 5
6 Construção do Data Warehouse para Vendas a Retalho 1. Identificação dos processos a modelar Vital para sucesso do data warehouse Focar nas vendas a retalho, incluindo promoções 2. Determinação do nível de detalhe da tabela de factos Grão ao nível do item individual vendido numa transacção 3. Escolha e modelação das dimensões Data, produto, loja, promoção IDTransacção 4. Identificação das medidas numéricas na tabela de factos Quantidade, valor de venda, valor de compra Valor de lucro (derivado) 6
7 Chave Candidata da Tabela de Factos Chave candidata da tabela de factos é condicionada pelo grão Regra geral: mais dimensões, mais atributos na chave candidata Cada valor da chave candidata identifica univocamente um facto Exemplos HyperVending Chave candidata: data, sucursal, produto, cliente Item no talão da caixa do supermercado Chave candidata: ID da transacção e código do produto Chave candidata pode não incluir algumas dimensões Desde que estas possam ser referenciadas indirectamente Exemplo: ID da transacção pode incluir a loja, a data, (o cliente), 7
8 Dimensões Degeneradas Algumas dimensões servem apenas para agrupar factos Sem outros atributos próprios Sem tabela de dimensão associada Exemplo: ID de transacção em talão de supermercado Chave candidata é ID da transacção e código de produto ID da transacção é um identificador único que serve apenas para agrupar produtos comprados na mesma transacção Dimensão pode ser descartada se não fizer falta à análise Pode ser substituída por outras dimensões Caixa, loja, cliente, e data 8
9 Dimensão Data Presente em quase todos os data warehouses Quase todos os data marts são séries temporais Nível de detalhe/grão Típico: dia (em que dia aconteceu o facto?) Noutros casos: hora, minuto, segundo, ou mais fino ainda Atributos típicos Feriado ou não, dia da semana, fim de semana Estação: de volta às aulas, Natal, saldos de inverno, férias, Calendário fiscal: trimestre, ano fiscal, Semana do ano 9
10 Dimensões Hierárquicas 1 Permitem a análise de medidas em vários níveis de detalhe Dimensão data é hierárquica Muitos dos seus atributos têm relações de hierarquia Ano > semestre > trimestre > mês > semana > dia Por vezes há mais de uma hierarquia na data Exemplo: calendário fiscal sobreposto ao calendário civil Outras dimensões também têm expressão hierárquica Geografia: continente > país > distrito > cidade Posição na empresa (organigramas) Produtos: tipo > gama > modelo 10
11 Dimensões Hierárquicas 2 Hierarquias podem ou não ser equilibradas Todos os anos têm meses e todos os meses têm dias, Todos os continentes têm países e todos os países têm cidades, Nem todos os departamentos têm o mesmo tipo de funcionários Cada nível hierárquico deve ser um atributo da dimensão Na construção do data warehouse é geralmente possível estabelecer as relações hierárquicas entre os atributos Chave primária de dimensão hierárquica Deve identificar univocamente valores no nível de detalhe mais fino Tabela de factos guarda factos o mais detalhados possível 11
12 Dimensões Hierárquicas 3 Exemplo: número de fotos tiradas em viagens factviagem(data, local, fotos) dimdata(id, ano, semestre, trimestre, mês, semana, dia, data) dimlocal(id, continente, país, distrito, cidade, coordenadas) Dimensões Data: dias em que foram tiradas fotos Possível extrair ainda mais detalhes através do atributo data Local: cidades onde foram tiradas fotos Possível extrair pormenores da localização através das coordenadas Análises ao número de fotos tiradas Por dia, ou contagem agregada por semana, mês, trimestre, Por cidade, ou contagem por distrito, país, continente Ou outra combinação de níveis hierárquicos destas duas dimensões 12
13 Chaves Substitutas em Tabelas de Dimensões 1 Chave primária de tabela de dimensão deve ser substituta Identifica univocamente cada linha da dimensão Sem qualquer significado para o utilizador Sem ligação com os identificadores dos sistemas operacionais Assumpções subjacentes podem ser invalidadas Chave substituta (surrogate key) típica Número inteiro, positivo, e sequencial Primeira linha tem identificador 1, depois 2, 3, Chave substituta serve apenas para permitir a junção da tabela de dimensão com a tabela de factos 13
14 Chaves Substitutas em Tabelas de Dimensões 2 Vantagens Chaves mais pequenas e de pesquisa eficiente Protegem o data warehouse das alterações nos sistemas operacionais Exemplo: reciclagem bianual de códigos de produto Mesmo ID no sistema operacional, mas ID diferente no data warehouse Simplificam a integração de dados de várias fontes Mesmos identificadores usados de forma inconsistente Permitem registar eventos que não existem no sistema operacional Exemplo: identificadores de dados desconhecidos (datas, vendedores, ) Desvantagem Carregamento de dados mais complexo Necessário fazer correspondência entre códigos dos sistemas operacionais e valores das chaves substitutas 14
15 Snowflaking 1 Tabelas de dimensão são não normalizadas Informação redundante proveniente de hierarquias Normalização conduz ao snowflaking Menor redundância Menor ocupação de espaço em disco Escritas mais eficientes Normalização 15
16 Snowflaking 2 Tabelas de dimensões não devem ser normalizadas Aumenta número de tabelas Torna o design lógico mais complexo Interrogações mais difíceis de escrever Resposta mais demorada às interrogações (mais junções de tabelas) Acessos a tabelas de dimensões são tipicamente leituras e não escritas Espaço ocupado pelas dimensões é insignificante quando comparado com o das tabelas de factos Excepções Dimensões MUITO grandes e complexas Exemplo: dimensão cliente inclui morada, família, rendimentos, Muitos clientes e muitos detalhes sobre clientes 16
17 Análise Dimensional 1 Dois conceitos devem ser considerados como uma dimensão ou como duas? Exemplo: Promoções: anúncios, descontos, cupões, e fim de stock Opção A: 4 dimensões, uma para cada tipo de promoção Opção B: 1 dimensão para todas as promoções Factores importantes Como é que os utilizadores pensam nos dados? Frequente promoções serem combinadas (ex. anúncios + cupões) Cada linha da tabela de dimensão representaria uma combinação possível Geralmente melhor ter poucas tabelas design mais simples 17
18 Análise Dimensional 2 Interrogações OLAP limitadas pelos acessos ao disco Mais espaço ocupado no disco geralmente pior desempenho Modelação dimensional afecta directamente o espaço ocupado Exemplo 100 milhões de linhas de factos 3 medidas de factos de 4 bytes cada uma (12 bytes no total) 100 atributos de dimensões, cada um ocupando 20 bytes em média 3 opções de modelação A. Uma dimensão com todos os atributos Casos extremos B. Cada atributo numa tabela de dimensão C. 5 dimensões: data, produto, loja, promoção, IDTransacção 18
19 Análise Dimensional 3 Opção A: uma só tabela de dimensão Tabela de dimensão ilegível Tabela de factos muito estreita 16 bytes/linha = (4+4+4) medidas + 4 fkdimensão Espaço em disco = 100 milhões linhas 16 bytes/linha 1,5 GBytes Tabela de dimensões muito larga 2000 bytes /linha = 20 bytes/atributo 100 atributos de dimensão Tabela dimensões tem mesmo número de linhas que tabela de factos Espaço em disco = 100 milhões linhas 2000 bytes/linha 186 GBytes Espaço total ocupado em disco 190 GBytes 19
20 Análise Dimensional 4 Opção B: uma tabela por atributo de dimensão Designs tipo centopeia (com demasiadas dimensões) Tabela de factos larga Assumindo chaves estrangeiras com 2 bytes 212 bytes/linha = 12 medidas + (100 2) Espaço em disco = 100 milhões linhas 212 bytes/linha 20 GBytes Tabelas de dimensões muito finas e com poucas linhas Cada linha da tabela de dimensão ocupa 22 bytes = 2 chave + 20 atributo 2 bytes da chave primária permitem até = 2 16 valores diferentes Espaço máximo/tabela = linhas 22 bytes/linha 1,4 MBytes Espaço em disco = 100 tabelas 1,4 MBytes/tabela 138 MBytes Espaço máximo ocupado em disco 20 GBytes 20
21 Análise Dimensional 5 Opção C: 5 dimensões naturais Data, produto, loja, promoção, IDTransacção Tabela de factos fina 2 bytes para cada chave estrangeira que referencia data e loja 4 bytes cada referência para produto, promoção, e IDTransacção 28 bytes/linha = 12 medidas + (2 2) + (4 3) Espaço em disco = 100 milhões linhas 28 bytes/linha 2,6 GBytes Tabelas de dimensões largas e com poucas linhas Espaço ocupado muito inferior a 1 GByte para todas as dimensões Espaço total ocupado em disco 3 GBytes 21
22 Medidas e Aditividade Tabelas de factos geralmente contêm medidas aditivas Permitem a soma de potencialmente milhões de valores Soma é das operações mais úteis Exemplos Quantidades, vendas, erros, durações Medidas não aditivas Temperaturas Médias, mínimos, máximos Devem ser apenas guardados dados agregáveis Mês Vendas Abril 1 455,02 Maio 1 845,32 Junho 2 012,23 Q ,57 Em vez de preço unitário, guardar quantidade vendida e valor total Regra geral, guardar o numerador e denominador em vez do resultado 22
23 Medidas Semi-Aditivas Tabelas de facto de tipo snapshot são semi-aditivas Saldos diários de conta bancária Níveis diários de inventário num armazém Nestes casos, medidas só são aditivas em algumas dimensões Não faz sentido adicionar saldos/níveis de inventário ao longo do tempo Mas é legítimo somar níveis de inventário na dimensão produto Soma da quantidade de cada produto é total de produtos no armazém Operações agregadoras semi-aditivas Médias, mínimos, máximos, e contagens 23
24 Tabelas de Factos sem Factos Servem para resolver problema do registo de eventos mesmo sem outra informação relevante Exemplo clássico Registo de presenças em aulas Dimensões: data, aluno, professor, disciplina, sala Nenhuma medida registada Em alguns casos, pode existir uma medida dummy Serve para capturar relações entre dimensões Dummy=1, existe relação, caso contrário, dummy=0 Exemplo: produtos em promoção, em que lojas, e em que dias 24
25 Bibliografia Ralph Kimball e Margy Ross, The Data Warehouse Toolkit: The Complete Guide to Dimensional Modeling, Wiley, 2002 Capítulos 1 e 2 Ralph Kimball e Margy Ross, The Kimball Group Reader: Relentlessly Practical Tools for Data Warehousing and Business Intelligence, Wiley, 2010 Secções 5.1, 6.1, 8.10, 8.17, , 10.1,
Data Warehouse. Debora Marrach Renata Miwa Tsuruda
Debora Marrach Renata Miwa Tsuruda Agenda Passos para a Criação de um Modelo Dimensional Modelagem do Estudo de Caso de Vendas a Varejo Agenda Passos para a Criação de um Modelo Dimensional Modelagem do
1ª Forma Normal. Uma relação está na 1ª Forma normal se todos os seus atributos são valores escalares.
Cláu Antunes 2006 Base de Dados Operacional uma colecção de dados, que descreve as actividades de uma ou mais organizações, relacionadas entre si suportar a realização das operações diárias das organizações
Processo de Criação de um Esquema Estrela
Processo de Criação de um Esquema Estrela Profa. Dra. Cristina Dutra de Aguiar Ciferri Prof. Dr. Ricardo Rodrigues Ciferri Etapas 1. Selecione o processo do negócio 2. Identifique o grão do processo do
Sistemas de Apoio a Decisão
Sistemas de Apoio a Decisão (Inteligência nos Negócios - Business Inteligente) Sistemas de Informação/Ciências da Computação Aran Bey Tcholakian Morales, Dr. Eng. (Apostila 2) Apresentação A tecnologia
EAD-0750 INTELIGÊNCIA DE NEGÓCIOS. Prof. Sérgio Luiz de Oliveira Assis
H1 EAD-0750 INTELIGÊNCIA DE NEGÓCIOS Prof. Sérgio Luiz de Oliveira Assis [email protected] 06 Agenda 1. Ambiente analítico e técnicas de modelagem 2. Rudimentos de Modelagem relacional 3. Elementos de
Conceitos Básicos. Processamento Analítico de Dados Profa. Dra. Cristina Dutra de Aguiar Ciferri Prof. Dr. Ricardo Rodrigues Ciferri
Conceitos Básicos Processamento Analítico de Dados Profa. Dra. Cristina Dutra de Aguiar Ciferri Prof. Dr. Ricardo Rodrigues Ciferri Data Warehousing Engloba arquiteturas, algoritmos e ferramentas que possibilitam
Data Warehouse Toolkit: Telecomunicações e Utilitários (Cap. 10)
Data Warehouse Toolkit: Telecomunicações e Utilitários (Cap. 10) Vinícius Ramos Toledo Ferraz Prof. Dr. Ricardo Rodrigues Ciferri Agenda n Dicas para revisão de projetos n O que está errado neste estudo
Modelação Dimensional 4
INTEGRAÇÃO E PROCESSAMENTO ANALÍTICO DE INFORMAÇÃO Modelação Dimensional 4 António Manuel Silva Ferreira UNIVERSIDADE DE LISBOA FACULDADE DE CIÊNCIAS DEPARTAMENTO DE INFORMÁTICA [email protected] Sumário
Modelo Lógico de Dados (MLD) Origens do modelo relacional
Modelo Lógico de Dados (MLD) O MLD é derivado a partir do MCD pela aplicação de um conjunto de regras bem definidas; A derivação do MLD depende fortemente dos conceitos e tecnologias subjacentes do MLD;
Normalização de dados
1 Normalização de dados Vantagens da normalização A normalização permite: Agrupar os atributos de uma entidade de forma a reduzir o número de dependências funcionais existentes entre os dados numa base
The Data Warehouse Toolkit
The Data Warehouse Toolkit Cap. 9 Serviços Financeiros Vinícius Pereira CONTEÚDO Estudo de caso Triagem de dimensões Dimensão Unidade Domiciliar Dimensão Multivalor Minidimensões Revisitadas Associação
Introdução à teoria de Data Warehouse. Prof. Rodrigo Leite Durães
Introdução à teoria de Data Warehouse Prof. Rodrigo Leite Durães [email protected] Organizações: necessidade de INFORMAÇÃO para tomada de decisões Exemplos: FACULDADE - abertura de mais vagas para
Modelagem Multidimensional - Nível Lógico -
Modelagem Multidimensional - Nível Lógico - Processamento Analítico de Dados Profa. Dra. Cristina Dutra de Aguiar Ciferri Prof. Dr. Ricardo Rodrigues Ciferri Arquitetura de 3 Camadas esquema operações
Sistemas de Apoio a Decisão
Sistemas de Apoio a Decisão (Inteligência nos Negócios - Business Inteligente) Sistemas de Informação/Ciências da Computação Aran Bey Tcholakian Morales, Dr. Eng. (Apostila 2) Apresentação A tecnologia
Modelação Dimensional 3
INTEGRAÇÃO E PROCESSAMENTO ANALÍTICO DE INFORMAÇÃO Modelação Dimensional 3 António Manuel Silva Ferreira UNIVERSIDADE DE LISBOA FACULDADE DE CIÊNCIAS DEPARTAMENTO DE INFORMÁTICA [email protected] Sumário
Roteiro da apresentação
Alexandre Schlöttgen Data Warehouse Curso de Pós Graduação em Ciência da Computação Tópicos Avançados em Modelos de Banco de Dados Profs: Clésio Santos e Nina Edelweiss Junho de 2003 Roteiro da apresentação
Sérgio Luisir Díscola Junior
Capítulo-3: Estoque Livro: The Data Warehouse Toolkit - Guia completo para modelagem dimensional Autor: Ralph Kimball / Margy Ross Sérgio Luisir Díscola Junior Introdução Cadeia de valores Modelo de DW
Arquitetura de um Ambiente de Data Warehousing
Arquitetura de um Ambiente de Data Warehousing Processamento Analítico de Dados Profa. Dra. Cristina Dutra de Aguiar Ciferri Prof. Dr. Ricardo Rodrigues Ciferri Arquitetura Típica usuário usuário... usuário
SISTEMA DE APLICAÇÕES COMERCIAIS
SISTEMA DE APLICAÇÕES COMERCIAIS A NCR Angola coloca à disposição o SAC - Sistema de Aplicações Comerciais, um software de gestão empresarial, que desde 1990 apoia as mais de 3000 empresas angolanas, seja
Modelagem Multidimensional
Modelagem Multidimensional Processamento Analítico de Dados Profa. Dra. Cristina Dutra de Aguiar Ciferri Prof. Dr. Ricardo Rodrigues Ciferri Modelagem Multidimensional Análises dos usuários de SSD representam
Modelagem Multidimensional: Conceitos Avançados
BANCO DE DADOS DISTRIBUÍDOS e DATAWAREHOUSING http://www.uniriotec.br/~tanaka/tin0036 [email protected] Modelagem Dimensional Conceitos Avançados Modelagem Multidimensional: Conceitos Avançados Conformidade
Tecnologias da Informação e Comunicação. Sistemas de Gestão de Bases de Dados Microsoft Access. Aula 53, 54, 55 e 56
Tecnologias da Informação e Comunicação Sistemas de Gestão de Bases de Dados Microsoft Access Aula 53, 54, 55 e 56 Aula 53, 54, 55 e 56 Sumário Introdução às Bases de Dados. Conceitos básicos. Apresentação
2010 Diagrama Entidade - Associação
2010 Diagrama Entidade - Associação Patrícia da Conceição Mega Expansão 01-01-2010 O que é Diagrama de Entidade associação É uma técnica de representação gráfica que auxilia vivamente a visualização das
Manual do Revisor Oficial de Contas. Directriz de Revisão/Auditoria 510 ÍNDICE
Directriz de Revisão/Auditoria 510 PROVA DE REVISÃO/AUDITORIA Abril de 1998 ÍNDICE Parágrafos Introdução 1-3 Prova de Revisão/Auditoria 4-18 Considerações Gerais 4-6 Tipos de Prova 7-14 Apreciação da Prova
Sistemas de Suporte à Decisão. Suporte à Decisão X Operacional. Banco de Dados Avançado. Data Warehouse. Data Warehouse & Data Mart
Sistemas de Suporte à Decisão Sistemas de Suporte a Decisão (SSD) Permitem armazenar e analisar grandes volumes de dados para extrair informações que auxiliam a compreensão do comportamento dos dados Armazenar
Bases de Dados. Apresentação da disciplina. Programa
Bases de Dados Apresentação da disciplina Programa Modelação modelo Entidade Associação modelo e álgebra relacionais Implementação SQL básico e avançado desenvolvimento de aplicações normalização Optimização
Informática II Cap. 5-2 Bases de Dados - MsAccess
Cap. 5-2 Bases de Dados - MsAccess Filipe Caldeira - 2001 1 Introdução Porquê a utilização de Sistemas de Bases de Dados (SBD)? Armazenamento dos dados de uma forma consistente ( a informação não deve
Bases de Dados 2006/2007 Exame
Exame 12 de Janeiro de 2007 Instituto Superior Técnico Departamento de Engenharia Informática Regras O exame tem a duração de 2h30m. A folha de capa deve ser identificada com o nome e número do aluno.
9 Sistemas de ficheiros
9 Sistemas de ficheiros Ficheiros Directórios Implementações de sistemas de ficheiros Exemplos de sistemas de ficheiros 1 Informação a longo-prazo 1. Deve guardar grandes quantidades de dados 2. A informação
Motivação. Pouco conhecimento. Muitos dados e informações. Problemas para tomada de decisão
Motivação Problemas para tomada de decisão Muitos dados e informações Pouco conhecimento Motivação Uso amigável Sistemas computacionais que integram dados oriundos de diversas fontes Grande poder analítico
3. Modelação Evolução histórica
3. Modelação 3.1. Evolução histórica 1 2 Evolução histórica Antes de serem abordados os modelos Ambiental e Comportamental, é importante observar o quadro seguinte, que apresenta a evolução histórica dos
Informática II Cap. 5-1 Modelo Relacional, Normalização e Diagramas E-R
Cap. 5-1 Modelo Relacional, Normalização e Diagramas E-R 1 Programa Chaves Relacionamentos Modelo de Dados relacional Integridade Normalização: 1.ª, 2.ª e 3.ª Forma Normal Diagramas E-R 2 1 Conceito de
Motivação. Análise de Dados. BD x DW OLTP. Data Warehouse. Revisão Quais as diferenças entre as tecnologias de BD e DW? OLAP Modelos Multidimensionais
Data Warehouse Análise de Dados Motivação Revisão Quais as diferenças entre as tecnologias de BD e? Modelos Multidimensionais BD x OLTP dados volume dados granularidade dados atualização dados uso Característica
Bancos de Dados IV. Data Warehouse Conceitos. Rogério Costa
Bancos de Dados IV Data Warehouse Conceitos Rogério Costa [email protected] 1 Data Warehouse - O que é? Conjunto de dados orientados por assunto, integrado, variável com o tempo e nãovolátil Orientado
Bases de Dados. Parte I: Conceitos Básicos
Bases de Dados Parte I Conceitos Básicos 1 Definições Básicas! Base de dados (BD): conjunto de dados que se relacionam entre si.! Dados: factos conhecidos que têm algum significado e que podem ser guardados.!
CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE GESTÃO E PROGRAMAÇÃO DE SISTEMAS INFORMÁTICOS
CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE GESTÃO E PROGRAMAÇÃO DE SISTEMAS INFORMÁTICOS Planificação Anual de Programação e Sistemas de Informação 11º ano Ano Lectivo 2013/2014 Turma: 11º H Professor: João Barbosa
TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO SISTEMAS DE GESTÃO DE BASE DE DADOS O MODELO RELACIONAL
TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO O MODELO RELACIONAL de base de dados é actualmente o modelo de implementação mais utilizado. Este sucesso pode ser explicado pela sua simplicidade e grande capacidade
Técnicas de Modelação de Dados
Técnicas de Modelação de Dados Curso Profissional Técnico de Gestão e Programação de Sistemas de Informáticos Programação e Sistemas de Informação Módulo 13 Técnicas de Modelação de Dados Professora: Sandra
Data Warehousing: Conceitos Básicos e Arquitetura
Data Warehousing: Conceitos Básicos e Arquitetura Profa. Dra. Cristina Dutra de Aguiar Ciferri Prof. Dr. Ricardo Rodrigues Ciferri Visão do Mercado Crescimento explosivo do uso da tecnologia de data warehousing
Bases de Dados. Parte I: Conceitos Básicos
Bases de Dados Parte I Conceitos Básicos 1 Definições Básicas Dados: factos conhecidos que têm algum significado e que podem ser guardados. Base de dados (BD): conjunto de dados que se relacionam entre
CURSO DE GESTÃO DE ENERGIA NA INDÚSTRIA. Tema: Manutenção Industrial Formador: João de Jesus Ferreira
Tema: Manutenção Industrial Formador: João de Jesus Ferreira Miranda do Corvo, Junho de 2006 ÍNDICE: 1. Introdução ao tema da Gestão da Energia e da Gestão da Manutenção. 2. Conceitos sobre a metodologia
Pipelines ETL. Aplicação de conceitos de DW para a construção de pipelines de extração, transformação e carregamento de dados.
Pipelines ETL Aplicação de conceitos de DW para a construção de pipelines de extração, transformação e carregamento de dados Carlos Baqueta Contextualização Contextualização Quem sou eu? (momento filosófico)
Simplex. Investigação Operacional José António Oliveira Simplex
18 Considere um problema de maximização de lucro relacionado com duas actividades e três recursos. Na tabela seguinte são dados os consumos unitários de cada recurso (A, B e C) por actividade (1 e 2),
NORMA INTERNACIONAL DE AUDITORIA 520 PROCEDIMENTOS ANALÍTICOS ÍNDICE
NORMA INTERNACIONAL DE 520 (Aplicável a auditorias de demonstrações financeiras de períodos com início em ou após 15 de Dezembro de 2009) ÍNDICE Introdução Parágrafo Âmbito desta ISA... 1 Data de Entrada
Introdução ao Data Mining. Sumário
Introdução ao Data Mining Instituto Nacional de Estatística 20-24 de Abril de 2009 Módulo 1 - Data Warehousing e Data Mining - André Falcão ([email protected]) Graça Gaspar ([email protected]) Sumário Data-mining
Especificação e aquisição
Especificação e aquisição especificação: utilidade, linguagem e estilo especificação: estrutura e conteúdo o processo de aquisição aquisição: diálogo com os fornecedores Objectivos - sensibilizar para
Modelagem Multidimensional
Profa. Dra. Cristina Dutra de Aguiar Ciferri Prof. Dr. Ricardo Rodrigues Ciferri Análises dos usuários de SSD representam requisições multidimensionais aos dados do DW permitem a identificação de problemas
conteúdos. bases de dados, SGBD e aplicações. conceitos. modelo relacional (DER) conceitos
conceitos 1 conteúdos A necessidade de processamento de DADOS em tempo útil de forma a recolher INFORMAÇÃO relevante, foi sempre uma necessidade sentida pelo Homem. conceitos modelo relacional (DER) 04-01-2012
GESTÃO DE DADOS NAS ORGANIZAÇÕES. Prof. Robson Almeida
GESTÃO DE DADOS NAS ORGANIZAÇÕES Prof. Robson Almeida INFRA-ESTRUTURA DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO 3 CONCEITOS Bit: Menor unidade de dados; dígito binário (0,1) Byte: Grupo de bits que representa um único
Tarefa Orientada 3 Criação de tabelas
Tarefa Orientada 3 Criação de tabelas Objectivos: Criação de Tabelas. Definição de chave primária. Definição de índices. Definição de propriedades (restrições) de campos. O Sistema de Gestão de Bases de
Normalização. Curso: Técnico em Informática (Integrado) Disciplina: Banco de Dados Prof. Abrahão Lopes
AULA 25-26 Normalização Curso: Técnico em Informática (Integrado) Disciplina: Banco de Dados Prof. Abrahão Lopes [email protected] Normalização É uma técnica formal para projeto de banco de dados
Flávia Rodrigues. Silves, 26 de Abril de 2010
Flávia Rodrigues STC5 _ Redes de Informação e Comunicação Silves, 26 de Abril de 2010 Vantagens e Desvantagens da Tecnologia Acessibilidade, quer a nível pessoal quer a nível profissional; Pode-se processar
Gestão de Base de dados Conceitos Básicos
Gestão de Base de dados Conceitos Básicos Ano Letivo 2014/2015 Professora: Vanda Pereira Sumário: Introdução ao módulo 2 Gestão de Base de Dados Conceitos básicos de Gestão de Base de Dados Atividade nº1
PDF, etc]; independentes;
A NCR coloca à disposição o software de gestão SAC, que é uma referência para mais de 3000 empresas e que tem muitos anos de utilização no mercado angolano e é, por isso, adaptado às necessidades do mesmo.
Projecto de Laboratório de Computadores
Projecto de Laboratório de Computadores 2016-2017 Hélder P. Oliveira, Luís Torgo, Rogério Reis DCC@FCUP 1 Introdução O objetivo deste projeto é o desenvolvimento de um sistema de controlo de um supermercado,
NOÇÕES DE INFORMÁTICA ALISSON CLEITON MÓDULO VIII
NOÇÕES DE INFORMÁTICA ALISSON CLEITON MÓDULO VIII 1. O Microsoft Access é uma ferramenta do pacote Office que tem como finalidade principal A) gerenciar dados em tabelas. B) calcular dados e fórmulas em
7 Mecanismos de gestão de memória. Prof. Ricardo Silva
7 Mecanismos de gestão de memória Prof. Ricardo Silva Introdução Um programa reside no disco sob a forma de ficheiro executável Para ser executado, o programa tem de ser colocado em memória e associado
MÓDULO 2 - INTRODUÇÃO AOS SISTEMAS DE GESTÃO DE BASES DE DADOS ACCESS
MÓDULO 2 - INTRODUÇÃO AOS SISTEMAS DE GESTÃO DE BASES DE DADOS ACCESS SUMÁRIO O Ambiente de Trabalho do Microsoft Access. Criação de uma base de dados vazia. Os objectos de uma base de dados. Criação de
Sistemas de Informação
Sistemas de Informação Sistemas empresariais: BI e BSC 1 BI BI Business Intelligence ou Inteligência de Negócios Resolução de problemas complexos Decisões assertivas Manter Vender Comprar Inteligência
Data Warehouse Toolkit Guia completo para modelagem dimensional Capítulo 7 - Contabilidade
Guia completo para modelagem dimensional Capítulo 7 - Contabilidade Data Warehouse e OLAP Debora Marrach Guia completo para modelagem dimensional Forma de apresentação do livro Utiliza a abstração de processos
Nota de Informação Estatística Lisboa, 21 de Fevereiro de 2011
Nota de Informação Estatística Lisboa, 21 de Fevereiro de 2011 Banco de Portugal divulga as Estatísticas da Balança de Pagamentos e da Posição de Investimento Internacional referentes a 2010 O Banco de
PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU. Curso: Banco de Dados. Disciplina: Data Warehouse e Business Intelligence; Laboratório Professor: Fernando Zaidan
PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU Curso: Banco de Dados Disciplina: Data Warehouse e Business Intelligence; Laboratório Professor: Fernando Zaidan Apresentação da disciplina 2016 Apresentações e perfil da turma
Faculdade de Economia do Porto. Curso de Pós-Graduação em Gestão Imobiliária. Ano Lectivo: 2003/2004 PRINCÍPIOS DE ECONOMIA PARA O IMOBILIÁRIO
NOME DO ALUNO: Faculdade de Economia do Porto Curso de Pós-Graduação em Gestão Imobiliária Ano Lectivo: 2003/2004 PRINCÍPIOS DE ECONOMIA PARA O IMOBILIÁRIO Grupo I TESTE A Duração: 1h 30m O conjunto de
!" # Modelos de dados. 1ª geração. 2ª geração. 3ª geração. Modelo Hierárquico Modelo Rede. Modelo Relacional
Nuno Melo e Castro !" # Modelos de dados 1ª geração Modelo Hierárquico Modelo Rede 2ª geração Modelo Relacional 3ª geração Extensões ao modelo relacional Modelo lógico-dedutivo Modelo orientado a objectos
Estrutura das Bases de Dados Relacionais Redução a tabelas de um Esquema ER Álgebra Relacional Operações Estendidas da Álgebra Relacional Modificação
Capítulo 3: Modelo Relacional Estrutura das Bases de Dados Relacionais Redução a tabelas de um Esquema ER Álgebra Relacional Operações Estendidas da Álgebra Relacional Modificação da Base de Dados Vistas
