Circulação Geral da Atmosfera
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- Emanuel Ximenes Domingos
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1 Circulação global: conjunto complexo de ondas e vórtices ciclônicos e anticiclônicos em formação, desenvolvimento, movimento e em declínio Médias temporais retiram os padrões transitórios sistemas são suavizados Sistemas permanentes de maior escala são mantidos => padrões de circulação global (ou geral) da atmosfera Caracterizado por ciclones e anticiclones permanentes ou semipermanentes, e sistemas de vento persistentes 1 Sistemas de vento mais importantes Alíseos (NE e SE): superfície, baixas latitudes Predominantes de W: ar superior, altas latitudes Polares de E Médias mensais ou sazonais destacam outros sistemas Monções asiáticas (verão e inverno) Padrões de circulação global Vento (linhas de corrente): superfície Vento (linhas de corrente): 300 hpa Pressão no nível do mar Altura geopotencial: 500 hpa 2 1
2 Vento na superfície Alíseos de SE e NE: entre 30 S e 30 N Monções são exceção no verão do HN Vórtices anticlônicos de vento divergente sobre os oceanos entre de latitude Também sobre a Ásia no inverno Entre os trópicos e os pólos: região temperada Predominam ventos com componente W Nos pólos: ventos polares de E 3 4 2
3 5 Pressão no nível do mar Há um cinturão de centros de baixa pressão em torno dos pólos. No inverno as pressões são mais baixas Nas regiões polares, em janeiro e julho, há centros de alta pressão As pressões nos pólos e nos anticiclones oceânicos são mais altas no inverno 6 3
4 7 8 4
5 9 10 5
6 Vento em 300 hpa Ventos de W em quase todas as latitudes, exceto próximo ao equador: ventos de leste Há desvios dos ventos na direção meridional: ondas Cavados e cristas Ventos mais fortes nos períodos de inverno, entre de latitude
7 13 Altura geopotencial 500 hpa Julho Alta em superfície baixa em 500 hpa Escoamento hemisférico: vórtice ciclônico circumpolar com 3 ondulações (cavados) Janeiro Espaçamento entre as isóbaras maior => ventos menos intensos Escoamento hemisférico: vórtice ciclônico circumpolar com 3 ondulações (cavados) mais suaves 14 7
8
9 Médias ao longo dos paralelos: componentes zonais dos ventos Seções retas meridionais Isotacas = linhas de mesma velocidade Jatos: mais intensos no inverno Latitude do jato muda ao longo do ano Ventos em superfície: E: entre 30ºN e 30º S Deformado em julho pelas monções na Ásia W: entre latitudes 30º e 60º Ventos em ar superior: Predominam W extratrópicos e E trópicos
10 19 Médias de circulação meridional observadas 3 células de circulação meridionais em cada hemisfério Ar ascendente nas baixas latitudes Ar descendente entre Ar ascendente ~60 Ar descendente nos pólos Intensidade das circulações meridionais é muito menor que das circulações zonais 20 10
11 21 Diferenças de temperatura pólo-equador não faz o escoamento ser predominantemente meridional Aquecimento em baixas latitudes produz: Alta pressão em ar superior, sobre o equador, e baixa pressão nos pólos Na superfície, a pressão será baixa no equador e alta nos pólos Inicialmente, circulação meridional: modelo de circulação ideal Célula de Hadley: circulação devida ao aquecimento maior no equador que nos pólos Efeito de rotação da Terra (Coriolis) desvia as circulações Ventos de leste na superfície Ventos de oeste no ar superior Calor excessivo do equador seria transportado para os pólos 22 11
12 23 Essa circulação está presente nos trópicos, onde os raios dos paralelos variam lentamente com a latitude Nas latitudes temperadas há células invertidas:células de Ferrel Em baixas latitudes: descendente Em altas latitudes: ascendente Tende a levar calor do pólo para o equador Modelo de circulação de 3 células (ainda não é o real) 24 12
13 25 Circulação real: Ventos alíseos entre 30 N e 30 S Onde os sistemas se encontram: ZCIT: zona de convergência intertropical Ventos fracos Caracterizada por nebulosidade (cumulus) e chuva forte/moderada Ramos ascendentes das células de Hadley Bem caracterizada sobre os oceanos 26 13
14 27 Latitudes médias Predominam ventos W, com ondas e vórtices ciclônicos, na superfície Condições de tempo variáveis Entre os alíseos e os predominantes de W Cinturões de alta pressão subtropicais Ventos calmos Ramo de descida das células de Hadley Bom tempo, pouca precipitação 28 14
15 29 Regiões polares Ventos de leste na superfície Frequentemente perturbadas pela passagem de tempestades Ventos na alta troposfera: predominam de W, exceto em uma pequena faixa próxima ao equador Posições dos jatos: limites (lado dos pólos) das células de Hadley Por que predominam ventos W? 30 15
16 31 A atmosfera real é diferente em vários aspectos da circulação idealizada de três células As diferenças devem-se à necessidade de conservação de quantidade de momento angular (q.m.a.) do sistema terraatmosfera q.m.a.: quantidade de movimento rotacional Na ausência de torques externos, a q.m.a. de um corpo deve ser conservada Os ventos alíseos e os polares de E transferem parte de sua q.m.a para os ventos de oeste, por meio de vórtices ciclônicos e ondas meteorológicas (assimétricas) nas latitudes médias 32 16
17 45 S 45 S Ondas de Rossby Deslocam-se de oeste para leste em relação à superfície da Terra Têm um ciclo de vida de alguns dias São responsáveis pela transferência de calor dos trópicos para as regiões subtropicais e subpolares Mantêm o equilíbrio térmico da atmosfera A circulação global é influenciada por: Padrões de circulação médios Sistemas meteorológicos transientes 33 (1) (2) (4) (3) 34 17
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