NORMALIZAÇÃO CONTABILÍSTICA
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- Gabriella Casado Costa
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1 JULHO BOLETIM BDO FORMAÇÃO BDO Página 3 NORMALIZAÇÃO CONTABILÍSTICA Página 12 NOTÍCIAS BDO Página 13 Pela publicação do Decreto Legislativo Regional n.º 24/2016/M, de 28 de junho, o Código Fiscal do Investimento, passa a poder ser aplicado na Madeira. Deste modo, e até 31 de dezembro de 2020, os projetos de investimento cujas aplicações sejam de montante igual ou superior a 1,5 milhões de euros (ilha da Madeira), e 500 mil euros, (Porto Santo) e que cumpram os requisitos legais previstos no diploma, poderão obter benefícios fiscais em sede de IRC, IMI, IMT e Imposto do Selo, a vigorar por um período de 10 anos. No mês de junho, a Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) publicou informações importantes para que os sujeitos passivos possam cumprir adequadamente as suas obrigações, em sede dos principais impostos do Sistema Fiscal. Assim, destacamos (e reproduzimos nesta edição do Boletim BDO), o seguinte: i) Sistema de inventário permanente (SIP) e contabilidade regularmente organizada como condição de atribuição de benefícios fiscais; periodicidade de registo contabilístico em SIP (Ofício circulado 20193, de 23 de junho de 2016); ii) MADEIRA CÓDIGO FISCAL DO INVESTIMENTO IVA - Alimentação e Bebidas verbas 1.8 e 3.1 da Lista II anexa ao Código do IVA (Oficio Circulado nº 30181, de 6 de junho de 2016); iii) Taxa de retenção na fonte a aplicar aos rendimentos de capitais obtidos por entidades enquadradas nas alíneas a) a c) do nº1 do artigo 9º do Código do IRC (Oficio Circulado n.º 20192, de 7 de junho de 2016; iv) Consequências fiscais do desreconhecimento de créditos incobráveis não abrangidos pelo art.º 41.º do CIRC (Informações Vinculativas - Despacho do SEAF XXI n.º 97/2016, de 12 de maio. No que se refere a obrigações fiscais a cumprir em julho, destacamos a realização dos pagamentos por conta, para os sujeitos passivos de IRS (categoria B), até dia 20, e de IRC, até ao final do mês. Para estes últimos, importa igualmente verificar a obrigatoriedade em efetuar o pagamento adicional por conta. Relembramos ainda que, até 22 de julho (foi prorrogado o prazo legal que é de 15 de julho), deverá ser entregue a declaração Informação Empresarial Simplificada IES/ Declaração Anual de informação contabilística e fiscal, cuja aplicação já se encontra disponível no Portal das Finanças. SUMÁRIO Legislação Publicada em Junho de 2016 Jurisprudência Formação BDO Resoluções Administrativas Informações Vinculativas Feiras Nacionais Obrigações Fiscais e Parafiscais Normalização Contabilística Outros Assuntos Notícias BDO
2 2 BOLETIM BDO - JULHO 2016 LEGISLAÇÃO PUBLICADA EM JUNHO DE 2016 FUNÇÃO PÚBLICA - 35 HORAS SEMANAIS Lei n.º 18/2016, de 20 de junho Estabelece as 35 horas como período normal de trabalho dos trabalhadores em funções públicas, procedendo à segunda alteração à Lei Geral do Trabalho em Funções Públicas, aprovada em anexo à Lei n.º 35/2014, de 20 de junho. CONTRIBUIÇÃO SOBRE O SETOR BANCÁRIO Portaria n.º 165-A/2016, de 14 de junho Terceira alteração à Portaria n.º 121/2011, de 30 de março, que regulamenta e estabelece as condições de aplicação da contribuição sobre o setor bancário. ORÇAMENTO DO ESTADO PARA NORMAS DE EXECUÇÃO Declaração de Retificação n.º 10- A/2016, de 9 de junho Retifica o Decreto-Lei n.º 18/2016, de 13 de abril, das Finanças, que estabelece as normas de execução do Orçamento do Estado para 2016, publicado no Diário da República, 1.ª série, n.º 72, de 13 de abril de CONTA GERAL DO ESTADO DE 2014 Resolução da Assembleia da República n.º 119/2016, de 27 de junho Conta Geral do Estado de CÓDIGO DOS VALORES MOBILIÁRIOS Decreto-Lei n.º 22/2016, de 3 de junho Transpõe parcialmente a Diretiva n.º 2013/50/ UE, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 22 de outubro de 2013, que altera a Diretiva n.º 2004/109/CE, do Parlamento Europeu e do Conselho, relativa à harmonização dos requisitos de transparência no que se refere às informações respeitantes aos emitentes cujos valores mobiliários estão admitidos à negociação num mercado regulamentado, a Diretiva n.º 2003/71/CE, do Parlamento Europeu e do Conselho, relativa ao prospeto a publicar em caso de oferta pública de valores mobiliários ou da sua admissão à negociação, e a Diretiva n.º 2007/14/CE, da Comissão, que estabelece as normas de execução de determinadas disposições da Diretiva n.º 2004/109/CE, e procede à vigésima sétima alteração ao Código dos Valores Mobiliários, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 486/99, de 13 de novembro. REGISTO CENTRAL DE VALORES MOBILIÁRIOS Resolução da Assembleia da República n.º 121/2016, de 30 de junho Recomenda ao Governo a criação de um registo central de valores mobiliários no âmbito da transposição da Diretiva (UE) 2015/849 do Parlamento Europeu e do Conselho, de 20 de maio de BRANQUEAMENTO DE CAPITAIS Resolução da Assembleia da República n.º 118/2016, de 27 de junho Recomenda ao Governo a adoção de medidas para troca automática de informações fiscais e prevenção do branqueamento de capitais no quadro da transposição de diretivas comunitárias. BANCO DE PORTUGAL Relatório n.º 7/2016, publicado no DR n.º 106/2016, Série II, de 2 de junho Relatório e Contas do Banco de Portugal relativos ao ano de PENSÕES DE ACIDENTES DE TRABALHO Portaria n.º 162/2016, de 9 de junho Procede à atualização das pensões de acidentes de trabalho, para o ano de ESTADO REGISTO NA INTERNET Resolução do Conselho de Ministros n.º 34/2016, de 16 de junho Determina que todos os órgãos, serviços e estruturas da administração direta do Estado devem registar o seu sítio na Internet sob o domínio classificador.gov.pt., reservando-se a possibilidade da administração indireta do Estado, a título facultativo, proceder ao mesmo registo. HOSPITAIS ADOÇÃO DO SNC- AP Despacho n.º 7368-A/2016, publicado no DR n.º 107/2016, Série II, de 3 de junho Determina que os hospitais, centros hospitalares e ULS do SNS, com natureza de EPE, devem assegurar o desenvolvimento das ações necessárias à plena adoção do referencial contabilístico SNC-AP em 1 de janeiro de 2017 (Revoga o Despacho n.º 3016-A/2015. FUNDAÇÕES Portaria n.º 171/2016, de 20 de junho Regulamenta os termos e a tramitação do parecer prévio a emitir pela Inspeção-Geral de Finanças na realização de transferências para as fundações. PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO RURAL DO CONTINENTE Portaria n.º 157/2016, de 7 de junho Estabelece o regime de aplicação do apoio às operações desenvolvidas no âmbito do plano de ação da Rede Rural Nacional (RRN) para o período de , financiadas pela medida «Assistência Técnica» do Programa de Desenvolvimento Rural do Continente, abreviadamente designado por PDR Portaria n.º 170/2016, de 16 de junho Primeira alteração à Portaria n.º 268/2015, de 1 de setembro, que estabelece o regime de aplicação do apoio , «Conservação e melhoramento de recursos genéticos animais», do PDR Portaria n.º 172/2016, de 20 de junho Alteração à Portaria n.º 18/2015, de 2 de fevereiro, que aprovou o regime de aplicação da ação 6.1, «Seguros», da medida 6 «Gestão do Risco e Restabelecimento do Potencial Produtivo» do Programa de Desenvolvimento Rural do Continente. SETOR AGRÍCOLA Decreto-Lei n.º 27/2016, de 14 de junho Cria duas linhas de crédito garantidas, dirigidas aos produtores de leite de vaca cru e aos produtores de suínos. Portaria n.º 174/2016, de 21 de junho Primeira alteração da Portaria n.º 348/2015, de 12 de outubro, que estabelece as regras do regime de autorizações para a plantação da vinha. REGIÕES AUTÓNOMAS Decreto Legislativo Regional n.º 24/2016/M, de 28 de junho Cria o Código Fiscal do Investimento na Região Autónoma da Madeira. Resolução da Assembleia Legislativa da Região Autónoma da Madeira n.º 22/2016/M, de 15 de junho Recomenda ao Governo da República a renegociação da dívida e sustentabilidade das contas públicas regionais. Resolução da Assembleia Legislativa da Região Autónoma da Madeira n.º 23/2016/M, de 20 de junho Requer ao Tribunal Constitucional a apreciação da inconstitucionalidade e ilegalidade da norma relativa à retenção da sobretaxa de IRS para 2016 por parte do Estado.
3 BOLETIM BDO - JULHO JURISPRUDÊNCIA CÓDIGO DO TRABALHO Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça n.º 10/2016, publicado no DR n.º 112/2016, de 14 de junho «As alterações introduzidas pela Lei n.º 23/2012 de 25 de Junho ao Código do Trabalho, que determinaram a redução do valor do trabalho suplementar e suspenderam pelo período de 2 anos a vigência da cláusula 40.ª do CCTV do setor dos transportes rodoviários de mercadorias, publicado no Boletim do Trabalho e Emprego, n.º 9 de 8/03/1980, com as sucessivas alterações, não se repercutem no valor mensal atribuído à retribuição prevista na Cláusula 74.ª n.º 7 do mesmo CCTV, não determinando a sua redução em função do valor atribuído ao trabalho suplementar». RETENÇÃO NA FONTE SUBSTITUTO TRIBUTÁRIO Acórdão n.º 231/2016, publicado no DR n.º 108/2016, Série II, de 6 de junho Não julga inconstitucional a norma do n.º 4 do artigo 103.º do Código do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares, que dispõe que «tratando-se de rendimentos sujeitos a retenção que não tenham sido contabilizados nem comunicados como tal aos respetivos beneficiários, o substituto assume responsabilidade solidária pelo imposto não retido» CONTRAORDENAÇÕES LABORAIS E DE SEGURANÇA SOCIAL Acórdão n.º 297/2016, publicado no DR n.º 111/2016, Série II, de 9 de junho Não julga inconstitucional a norma do artigo 52.º da Lei n.º 107/2009, de 14 de setembro, «ao prever um prazo único de cinco anos para a prescrição do procedimento por contraordenação laboral, independentemente da gravidade da infração, do grau de culpa do infrator, da sua capacidade económica ou da moldura aplicável». FORMAÇÃO BDO para empresas e outras entidades IRS, IS E IVA - ALTERAÇÕES FISCAIS AO REGIME DO ARRENDAMENTO E A ATIVIDADE DE ALOJAMENTO LOCAL (MÓDULO I) IVA - OPERAÇÕES IMOBILIÁRIAS (MÓDULO II) Dia 12 de Julho (Faro) SUSTENTABILIDADE E RESPONSABILIDADE SOCIAL Dia 16 de setembro de 2016 (Lisboa) e 19 de setembro de 2016 (Porto) AVALIAÇÃO DE EMPRESAS E TESTE DE IMPARIDADE Dias 20 e 21 de setembro de 2016 (Lisboa) e 11 e 12 de outubro de 2016 (Porto) SAIBA MAIS EM:
4 4 BOLETIM BDO - JULHO 2016 RESOLUÇÕES ADMINISTRATIVAS SISTEMA DE INVENTÁRIO PERMANENTE (SIP) E CONTABILIDADE REGULARMENTE ORGANIZADA COMO CONDIÇÃO DE ATRIBUIÇÃO DE BENEFÍCIOS FISCAIS; PERIODICIDADE DE REGISTO CONTABILÍSTICO EM SIP Ofício circulado 20193, de 23 de junho de 2016, do Gabinete da Subdiretora-Geral do IR e das Relações Internacionais Tendo-se suscitado dúvidas relacionadas com o assunto em referência foi, por Despacho de 23 de junho de 2016, da Diretora-Geral, sancionado o seguinte entendimento: 1. O artº. 12.º do Decreto-Lei n.º 158/2009, de 13 de julho, que aprovou o Sistema de Normalização Contabilística, alterado pelo Decreto-Lei n.º 98/2015, de 2 de junho, estabelece a obrigação de adoção do sistema de inventário permanente (SIP) na contabilização dos inventários para as entidades a que seja aplicável o Sistema de Normalização Contabilística ou as Normas Internacionais de Contabilidade adotadas pela União Europeia. 2. Os termos da adoção do SIP encontram-se definidos nas alíneas a) e b) do n.º 1, a saber: «a) Proceder às contagens físicas dos inventários com referência ao final do período, ou, ao longo do período, de forma rotativa, de modo a que cada bem seja contado, pelo menos, uma vez em cada período; b) Identificar os bens quanto à sua natureza, quantidade e custos unitários e globais, de forma a permitir a verificação, a todo o momento, da correspondência entre as contagens físicas e os respetivos registos contabilísticos.» 3. A adoção do SIP implica necessariamente que as entidades procedam ao registo contabilístico das entradas e das saídas de inventários ao longo do período contabilístico, de forma que seja possível (i) conhecer, a todo o momento, o valor dos inventários e (ii) apurar o custo dos inventários vendidos e dos consumidos. 4. Vários diplomas fiscais relativos à atribuição de benefícios fiscais estabelecem como uma das condições de acesso ao benefício que os sujeitos passivos disponham de contabilidade regularmente organizada, de acordo com a normalização contabilística. 5. A Comissão de Normalização Contabilística (CNC), em resposta a pedido formulado pela Direção de Serviços do IRC, entende que: «a) Resulta do ponto 1.3 do Anexo I ao Decreto-Lei n.0 158/2009, de 13 de julho, que o sistema de inventário permanente não é um instrumento contabilístico que integre o Sistema de Normalização Contabilística (SNC), constituindo antes, nos termos previstos do Artigo 12. º desse diploma, uma obrigação das entidades a quem seja aplicável o SNC ou as normas internacionais de contabilidade adotadas pela UE. b) O facto de uma entidade não adotar o sistema de inventário permanente quando a tal estiver obrigada, não permite concluir, por si só, que não foi adotado o SNC e não impede que as suas demonstrações financeiras apresentem de forma verdadeira e apropriada a sua posição financeira, desempenho financeiro e alterações na posição financeira (...). 6. Assim, o facto de uma entidade não adotar o sistema de inventário permanente, estando a tal obrigada, não é só por si razão para se concluir que não foi adotado o SNC e que a contabilidade não se encontra regularmente organizada. 7. Todavia, a inexistência ou insuficiência de elementos de contabilidade que impossibilitem o controlo dos inventários e consequentemente confirmar que as demonstrações financeiras apresentam de forma apropriada a posição financeira, o desempenho financeiro e as alterações na posição financeira devem levar à aplicação de métodos indiretos de determinação da matéria coletável, nos termos do artigo 57.º do Código do IRC e dos artigos 87.º e 88.º da Lei Geral Tributária (LGT). 8. Nestes casos em que há impossibilidade de comprovação e quantificação direta e exata dos elementos indispensáveis à correta determinação do lucro tributável não se deve considerar que a contabilidade está regularmente organizada devendo retirar-se as necessárias consequências, nomeadamente a aplicação de métodos indiretos e a impossibilidade dos sujeitos passivos usufruírem de benefícios fiscais, quando dos respetivos diplomas conste, como condição de acesso, que a contabilidade deve estar regularmente organizada de acordo com a normalização contabilística ou que não sejam aplicáveis métodos indiretos. 9. A periodicidade do registo contabilístico em SIP não está legalmente estabelecida, devendo a mesma atender á natureza das atividades desenvolvidas pela entidade e à relação entre o custo a suportar com a obtenção da informação e o benefício dela resultante. 10. Assim, é aceitável, também para efeitos fiscais, que o registo contabilístico em SIP possa ser efetuado, pelo menos, no final de cada mês. 11. De acordo com o mesmo Parecer da CNC «a aplicação do sistema de inventário permanente na escrituração comercial digráfica, pode basear-se em registos extra contabilísticos, os quais deverão identificar os bens quanto á natureza, quantidade e custos unitários e globais, suscetíveis de permitirem o controlo da correspondência entre os valores constantes dos registos contabilísticos e os valores apurados com base nas contagens tisicas dos inventários». 12. Estes registos extra contabilísticos constituem o suporte dos registos contabilísticos do SIP, os quais, por sua vez, permitem revelar a situação tributária dos contribuintes. Por este facto, são passiveis de ser examinados pelos funcionários da Inspeção Tributária e Aduaneira, nos termos do artigo 29.º do Regime Complementar do Procedimento de Inspeção Tributária e Aduaneira (RCPITA). TAXA DE RETENÇÃO NA FONTE A APLICAR AOS RENDIMENTOS DE CAPITAIS OBTIDOS POR ENTIDADES ENQUADRADAS NAS ALINEAS A) A C) DO Nº1 DO ARTIGO 9º DO CÓDIGO DO IRC Oficio Circulado N.º 20192, de , da Direção de Serviços do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Coletivas Tendo-se suscitado dúvidas acerca da taxa de retenção na fonte a aplicar aos rendimentos de capitais auferidos pelas entidades previstas nas alíneas a) a c) do nº 1 do artigo 9º do Código do IRC foi, por meu despacho de , determinada a divulgação do seguinte entendimento: 1. De acordo com o disposto nas alíneas a) a c) do nº1 do artigo 9º do Código do IRC, o Estado, as regiões autónomas e as autarquias locais, bem como qualquer dos seus serviços, estabelecimentos e organismos, ainda que personalizados, compreendidos os institutos públicos, com exceção das entidades públicas com natureza empresarial e, bem assim, as associações e federações de municípios e as associações de freguesia que não exerçam atividades comerciais, industriais ou agrícolas, as instituições de segurança social e previdência a que se referem os artigos 115. º e 126.º da Lei nº 32/2002 de 20 de dezembro gozam de uma isenção geral de IRC, exceto, nos termos do nº 2 dessa norma, quanto aos rendimentos de capitais, tal como estes são definidos para efeitos de IRS, sem prejuízo do disposto no nº 4 da mesma norma. 2. E, nos termos da alínea a) do nº3 do artigo 94º do Código do IRC, a retenção na fonte tem caráter definitivo quando, nos termos dos
5 BOLETIM BDO - JULHO RESOLUÇÕES ADMINISTRATIVAS artigos 9º e 10º do mesmo diploma, ou nas situações previstas no Estatuto dos Benefícios Fiscais, se excluam da isenção de IRC todos ou parte dos rendimentos de capitais. 3. Nestes casos são-lhes aplicáveis as taxas previstas no artigo 87.º do Código do IRC, por força do disposto no nº5 do referido artigo 94.º do mesmo diploma. 4. As entidades expressamente referidas nas alíneas a) a c) do nº1 do artigo 9º do Código do IRC não desenvolvem predominantemente uma atividade de natureza comercial, industrial ou agrícola. 5. Assim sendo, aos rendimentos de capitais auferidos por estas entidades, deve ser aplicável a taxa prevista no nº5 do artigo 87.º do Código do IRC (21%), taxa essa aplicável ao rendimento global de entidades com sede ou direção efetiva em território português que não exerçam, a título principal, atividades de natureza comercial, industrial ou agrícola. 6. Deste modo, a retenção na fonte a efetuar sobre os rendimentos de capitais auferidos pelas entidades previstas nas alíneas a) a c) do nº1 do artigo 9º do Código do IRC deve corresponder à taxa de 21 %, tendo a mesma caráter definitivo. IVA - ALIMENTAÇÃO E BEBIDAS VERBAS 1.8 E 3.1 DA LISTA II ANEXA AO CÓDIGO DO IVA Oficio Circulado Nº 30181, de , da Área de Gestão Tributária - IVA A Lei n.º 7-A/2016, de 30 de março, que aprovou o Orçamento do Estado para 2016 (OE 2016), introduziu alterações na verba 1.8, na categoria 3 e na verba 3. 1, todas da Lista II anexa ao Código do IVA (CIVA), dando-lhes as seguintes redações: Refeições prontas a consumir, nos regimes de pronto a comer e levar ou com entrega ao domicílio. 3 - Prestações de serviços: Prestações de serviços de alimentação e bebidas, com exclusão das bebidas alcoólicas, refrigerantes, sumos, néctares e águas gaseificadas ou adicionadas de gás carbónico ou outras substâncias. Quando o serviço incorpore elementos sujeitos a taxas distintas para o qual é fixado um preço único, o valor tributável deve ser repartido pelas várias taxas, tendo por base a relação proporcional entre o preço de cada elemento da operação e o preço total que seria aplicado de acordo com a tabela de preços ou proporcionalmente ao valor normal dos serviços que compõem a operação. Não sendo efetuada aquela repartição, é aplicável a taxa mais elevada à totalidade do serviço. Tendo em vista a aplicação uniforme das verbas 1.8 e 3.1 da Lista II anexa ao CIVA, comunica-se aos serviços e demais interessados o seguinte: I - ENQUADRAMENTO 1. QUALIFICAÇÃO DAS OPERAÇÕES A verba 1.8 da Lista II anexa ao CIVA encontra-se sistematicamente integrada na categoria.., 1 - Produtos para alimentação humana A verba determina a aplicação da taxa intermédia do imposto às refeições prontas a consumir, nos regimes de pronto a comer e levar ou com entrega ao domicílio. Para efeitos de IVA, as operações abrangidas pela verba qualificam-se como transmissões de bens, nos termos do artigo 3.º do CIVA. Diferentemente, na verba 3.1 da Lista II, inserida sistematicamente na categoria 3 - Prestações de serviços, determina-se a aplicação da taxa intermédia às prestações de serviços de alimentação e bebidas, com exceção do fornecimento de bebidas alcoólicas, refrigerantes, sumos, néctares e águas gaseificadas ou adicionadas de gás carbónico ou outras substâncias. Estas operações enquadram-se, para efeitos de IVA, no artigo 4º do CIVA- prestações de serviços. 2. CONCEITOS 2.1 SERVIÇO DE RESTAURAÇÃO E DE CATERING O nº 1 do artigo 6º do Regulamento de Execução (UE) nº 282/2011, de 15 de março, cujo objetivo consiste em assegurar a aplicação uniforme do atual sistema de IVA e que tem aplicação direta na ordem jurídica interna, define «serviços de restauração e de catering» como os serviços que consistam no fornecimento de comida ou de bebidas, preparadas ou não, ou de ambas, destinadas ao consumo humano, acompanhado de serviços de apoio suficientes para permitir o consumo imediato das mesmas. O fornecimento de comida ou de bebidas, ou de ambas, constitui apenas uma componente de um conjunto em que os serviços são predominantes. Constituem serviços de restauração os serviços prestados nas instalações do prestador e serviços de catering os serviços prestados fora das instalações do prestador. No nº 2 exclui-se do conceito de «serviços de restauração e de catering» o fornecimento de comida ou de bebidas, preparadas ou não, ou de ambas, incluindo ou não o transporte das mesmas, mas sem qualquer outro serviço de apoio. Assim, nas prestações de serviços de alimentação e bebidas, o fornecimento de alimentação e de bebidas é apenas uma componente de um conjunto em que os serviços são predominantes.
6 6 BOLETIM BDO - JULHO 2016 RESOLUÇÕES ADMINISTRATIVAS 2.2 REFEIÇÕES PRONTAS A CONSUMIR, NO REGIME DE PRONTO A COMER E LEVAR OU COM ENTREGA AO DOMICÍLIO Consideram-se refeições prontas a consumir, no regime de pronto a comer e levar ou com entrega ao domicílio, os pratos ou alimentos acabados de preparar, prontos para consumo imediato, com ou sem entrega ao domicílio (take away, drive in ou semelhantes). Sendo dissociadas de serviços de apoio relevantes como referido no ponto anterior, estas entregas de refeições são consideradas transmissões de bens. II - APLICAÇÃO DAS VERBAS 1.8 E 3.1 DA LISTA II 3. REDAÇÃO EM VIGOR ATÉ 31/12/2011 As verbas 1.8 e 3.1 da Lista II haviam sido revogadas pela Lei n.º 66-8/2011, de 30 de dezembro, que aprovou o Orçamento do Estado para 2012 (OE 2012), passando a aplicar-se a taxa normal de IVA aos itens ali contemplados. A primeira determinava, durante o período da sua vigência, a aplicação da taxa intermédia de IVA a Produtos preparados à base de carne, peixe, legumes ou produtos hortícolas, massas recheadas, pizas, sandes e sopas, ainda que apresentadas no estado de congelamento ou précongelamento e refeições prontas a consumir, no regimes de pronto a comer e levar ou com entrega ao domicilio. A verba 3.1, por sua vez, sujeitava à taxa intermédia as Prestações de serviços de alimentação e bebidas. 4. REDAÇÃO ATUAL (OE 2016) 4.1 VERBA 1.8 DA LISTA II Refeições prontas a consumir, nos regimes de pronto a comer e levar ou com entrega ao domicílio. Comparando a redação em vigor até com a atual, o legislador excluiu desta última a transmissão de produtos preparados à base de carne, peixe, legumes ou produtos hortícolas, massas recheadas, pizas, sandes e sopas, ainda que apresentadas no estado de congelamento ou pré-congelamento, quando estes produtos não constituam refeições confecionadas para consumo imediato. Assim, tomando por exemplo pizas, sandes ou sopas, estas enquadram-se na verba 1.8 da Lista II sempre que consistam em produtos confecionados para consumo imediato. Não estão abrangidos pela verba 1.8 da Lista li, sendo tributados à taxa de IVA que lhes corresponder individualmente (reduzida, intermédia ou normal), os produtos alimentares a seguir exemplificados, ainda que fornecidos em conjunto com refeições prontas a consumir: i) a transmissão de sumos ou néctares de frutos, de iogurtes ou de pão é tributada de acordo com a taxa reduzida de IVA, por aplicação das verbas 1.11, 1.4.5, da Lista 1, respetivamente; ii) a transmissão de águas minerais ou de vinhos comuns é tributada à taxa intermédia, por aplicação das verbas 1.11 e 1.10 da Lista II, respetivamente; iii) a transmissão de demais bebidas alcoólicas, de refrigerantes, de gelados e de produtos de pastelaria são tributados de acordo com a taxa normal do imposto, por falta de enquadramento em qualquer das verbas das Listas I ou li anexas ao CIVA. Este entendimento reflete as orientações administrativas da Autoridade Tributária e Aduaneira relativamente à aplicação da verba 1.8 da Lista II, até à entrada em vigor do OE Supermercados e similares Sublinha-se que os bens alimentares normalmente vendidos em grandes superfícies, supermercados ou similares (ex. enlatados ou boiões de comida para bebé) não se enquadram na verba 1.8 da Lista II, sem prejuízo, naturalmente, das situações em que estes estabelecimentos se dediquem, também, à confeção de refeições para consumo imediato, em regime de pronto a comer e levar ou com entrega ao domicílio. Venda automática (vending) Também não se enquadram na verba 1.8 da Lista II as entregas de bens alimentares efetuadas através de máquinas de venda automática (vending), pelo que, como se referiu, a estes produtos aplica-se a taxa de IVA que individualmente lhes corresponder. Preço global único Quando, no âmbito do fornecimento de refeições prontas a consumir, os produtos sejam transmitidos por um preço global único (por exemplo, piza com refrigerante) a determinação da taxa do imposto deve observar o disposto no n.º 4 do artigo 18.º do CIVA, pelo que, mantendo os bens a sua natureza e individualidade, aplica-se ao valor global dos bens a taxa de IVA que lhes corresponder, desde que esta seja a mesma. Cabendolhes taxas diferentes, aplica-se a mais elevada [alínea a) do n.º 4 do artigo 18.º do CIVA]. 4.2 VERBA 3.1 DA LISTA II Prestações de serviços de alimentação e bebidas, com exclusão das bebidas alcoólicas, refrigerantes, sumos, néctares e águas gaseificadas ou adicionadas de gás carbónico ou outras substâncias. Quando o serviço incorpore elementos sujeitos a taxas distintas para o qual é fixado um preço único, o valor tributável deve ser repartido pelas várias taxas, tendo por base a relação proporcional entre o preço de cada elemento da operação e o preço total que seria aplicado de acordo com a tabela de preços ou proporcionalmente ao valor normal dos serviços que compõem a operação. Não sendo efetuada aquela repartição, é aplicável a taxa mais elevada à totalidade do serviço. São tributados à taxa intermédia de IVA, por aplicação da verba 3.1 da Lista II, os serviços de alimentação e de bebidas, com exceção das bebidas ali expressamente referidas. A verba aplica-se ao fornecimento de alimentação efetuado no âmbito de um serviço de restauração ou de catering, independentemente de se tratar de refeição principal ou não (entradas, aperitivos, sandes, sobremesas, gelados, etc.), para consumo nas instalações do prestador do serviço, no caso do serviço de restauração, ou para consumo no local onde o serviço é prestado, no caso do catering. Fornecimento de bebidas no âmbito do serviço de restauração ou de catering A taxa intermédia a que se refere a verba 3.1 da Lista li é ainda aplicável ao fornecimento, incluído no serviço de restauração ou de catering, de águas naturais ou produtos de cafetaria em geral (chá, café, café com leite, leite com chocolate ou chocolate quente, entre outros) e das demais bebidas que não sejam expressamente excluídas da verba. Quando, em conjunto com os serviços de alimentação e bebidas abrangidos pela verba em questão, forem fornecidas bebidas alcoólicas, refrigerantes, sumos, néctares e águas gaseificadas ou adicionadas de gás carbónico ou outras substâncias, aplica-se a estes últimos a taxa normal do imposto, por estarem excecionados da verba 3.1 da Lista II. Prevendo a verba 3.1 a possibilidade de serem aplicadas diferentes taxas de IVA às várias componentes do serviço, tal circunstância deve ser devidamente refletida na fatura, para um correto apuramento do imposto a entregar ao Estado. Preço global único Tendo presente que no setor da restauração o fornecimento de alimentação e bebidas é, muitas vezes, efetuado mediante o pagamento de um preço global único (ex. menu, buffet ou em eventos que incluem
7 RESOLUÇÕES ADMINISTRATIVAS BOLETIM BDO - JULHO o serviço de alimentação e bebidas) o qual, face à atual redação da verba 3.1 da Lista II, pode incorporar elementos sujeitos a taxas de IVA distintas, o legislador determinou, no segundo parágrafo da mesma verba, os critérios de repartição do valor tributável pelas diferentes taxas de IVA aplicáveis. Assim, para efeitos da repartição do valor tributável pelas taxas a aplicar, deve apurar-se o valor proporcional que cada parcela do serviço representa no preço global fixado, tendo em consideração, para o efeito, o preço de cada uma dessas parcelas do serviço quando faturada individualmente, atendendo-se, para isso, à tabela de preços do estabelecimento ou, na falta desta, ao valor normal dos serviços, determinado nos termos do n.º 4 do artigo 16.0 do CIVA. Quando não seja efetuada a repartição das taxas de IVA por aquele preço único, aplica-se a taxa mais elevada do imposto a todo o valor tributável. EXEMPLO - MENU Menu Tabela de preços do estabelecimento (1) Prato (IVA incluído 13%) Prato- 9 (IVA incluído 13%) Refrigerante (IVA incluído 23%) Refrigerante - 2 (IVA incluído 23%) Café (IVA incluído 13%) Café- 1 (Iva incluído 13%) Preço do menu: 10 Total: 12 1 Para repartição do valor tributável ( 10) pelas diferentes taxas de IVA aplicáveis, pode ser seguido o seguinte procedimento: Estabelecer a relação proporcional entre o preço de cada elemento da operação e o preço que lhe corresponde na tabela de preços. Assim, no exemplo: prato e café representam 83,3% do preço do menu ( 9 + 1) / 12 os serviços à taxa normal (refrigerante) representam 16,7% ( 2 / 12) Aplicar as percentagens obtidas ao preço do menu ( 10): 10 x 83,3%= 8,33 (valor com IVA incluído a 13%) 10 x 16,7 % = 1,67 (valor com IVA incluído a 23%) Uma vez que os valores em causa contêm IVA incluído, a determinação da base tributável é efetuada nos termos do artigo 49.º do CIVA, por exemplo, dividindo-se o valor de 8,33 por 113 e 1,67 por 123, multiplicando-se os quocientes por 100 e arredondando os resultados, por defeito ou excesso, para a unidade mais próxima. Assim, no exemplo, o valor do IVA a entregar ao Estado pelo serviço menu seria 1,27, correspondendo 0,96 à parcela do serviço tributado à taxa intermédia e 0,31 à parcela tributada à taxa normal do imposto. Caso não haja lugar à repartição do valor tributável pelas taxas de IVA, aplica-se a taxa normal à sua totalidade. Neste caso, o IVA a entregar ao Estado seria 1, ARTICULAÇÃO DAS VERBAS 2.17 DA LISTA I E 3.1 DA LISTA II A verba 2.17 da Lista I determina a aplicação da taxa reduzida ao alojamento em estabelecimentos do tipo hoteleiro. Estabelece, ainda, que a taxa reduzida se aplica somente ao preço do alojamento, incluindo o pequeno-almoço, se não for objeto de faturação separada, sendo equivalente a metade do preço da pensão completa e a três quartos do preço da meia pensão. Articulando o disposto nesta verba com a verba 3.1 da Lista li, deve observar-se o seguinte: i) Alojamento com pequeno-almoço incluído: aplica-se a taxa reduzida do imposto, por força da verba 2.17 da Lista I; ii) Regime de pensão completa (alojamento com pequeno-almoço + 1 Na falta de tabela de preços no estabelecimento, havendo repartição do valor tributável pelas diferentes taxas, esta deve ter por base o valor normal dos serviços que compõem a operação, determinado nos termos do nº 4 do artigo 16.º do CIVA. almoço + jantar): 50% do preço é tributado à taxa reduzida de IVA por força da verba 2.17 da Lista I e a restante metade é tributada de acordo com o disposto na verba 3.1 da Lista II; iii) Regime de meia pensão (alojamento com pequeno-almoço+ uma refeição principal): 75% do preço é passível de IVA à taxa reduzida por aplicação da verba 2.17 da Lista I e 25% do preço é tributado de acordo com o previsto na verba 3.1 da Lista II. Quando estes serviços forem objeto de faturação separada, a taxa reduzida apenas é aplicável ao serviço de alojamento, sendo as operações efetuadas no âmbito do serviço de alimentação e de bebidas tributadas em conformidade com a verba 3.1 da Lista II. Aos serviços de restauração e bebidas efetuadas no âmbito da atividade de hotelaria e similares aplica-se o disposto no segundo parágrafo da verba 3.1 da Lista II relativo à fixação de um preço global. Quando não seja efetuada a repartição do valor tributável por cada uma das taxas aplicáveis, se distintas, aplica-se a taxa de imposto mais elevada. Os demais serviços ou bens fornecidos no âmbito do serviço de hotelaria são tributados de acordo com a taxa que lhes corresponder (aluguer de salas, serviços de lavandaria, mini-bar, etc.). III- FATURAÇÃO A alínea b) do nº 1 do artigo 29.º do CIVA determina a obrigação de emissão de fatura para todas as transmissões de bens ou prestações de serviços, incluindo os pagamentos antecipados, independentemente da qualidade do adquirente ou do destinatário dos mesmos, ainda que estes não a solicitem. As faturas devem ser datadas, numeradas sequencialmente e conter os elementos previstos no nº 5 do artigo 36º ou nº 2 do artigo 40º, ambos do CIVA, consoante se trate de fatura ou fatura simplificada. No caso de a operação à qual se reporta a fatura compreender bens ou serviços sujeitos a taxas diferentes de imposto, os seguintes elementos devem ser indicados separadamente, segundo a taxa aplicável: quantidade e denominação usual dos bens transmitidos ou dos serviços prestados; o preço líquido de imposto, as taxas aplicáveis e o montante de imposto devido ou, o preço com inclusão do imposto e as taxas aplicáveis. IV - PRODUÇÃO DE EFEITOS De acordo com o disposto no artigo 146º da Lei do Orçamento do Estado para 2016, as alterações às verbas 1.8 e 3.1 da Lista II anexa ao Código do IVA produzem efeitos a partir de 1 de julho de Em junho a Autoridade Tributária e Aduaneira, publicou ainda as seguintes Resoluções Administrativas: TABELAS DE RETENÇÃO NA FONTE SOBRE RENDIMENTOS DO TRABALHO DEPENDENTE E PENSÕES PARA AÇORES. Circular n.º 4/ /06 TAXAS DE CÂMBIO PARA A DETERMINAÇÃO DO VALOR ADUANEIRO PARA UTILIZAÇÃO A PARTIR DE 1 DE JULHO Ofício Circulado N.º 15499/2016 de 27 de junho
8 8 BOLETIM BDO - JULHO 2016 INFORMAÇÕES VINCULATIVAS Diploma: Código do IRC Artigo: 28.º-B e 41.º Assunto: Desreconhecimento de créditos incobráveis não abrangidos pelo art.º 41.º do CIRC - consequências fiscais Processo: , com Despacho do SEAF XXI n.º 97/2016, de Alteração do entendimento sancionado por Despacho do Diretor- Geral, de , no âmbito do Processo n.º e vertido na ficha doutrinária relativa ao tema Créditos incobráveis não abrangidos pelo art.º 41.º - consequências fiscais do seu desreconhecimento. O anterior entendimento assentou na necessidade de se verificar uma das condições previstas no então parágrafo 30 (agora parágrafo 31) da Norma Contabilística e de Relato Financeiro (NCRF) 27 Instrumentos Financeiros para que pudessem ser desreconhecidos, sem quaisquer consequências fiscais, os créditos de cobrança duvidosa, em mora há mais de 24 meses e com perda por imparidade reconhecida pelo valor total dos mesmos, considerados pelo sujeito passivo como créditos incobráveis mas não abrangidos pelo disposto no artigo 41.º do Código do IRC (CIRC). Reanalisado o assunto e consultada a Comissão de Normalização Contabilística (CNC), foi entendido que as condições identificadas no então parágrafo 30 (agora parágrafo 31) da NCRF 27 para o desreconhecimento de ativos financeiros só são aplicáveis a elementos que verificam o conceito e os critérios de reconhecimento de ativos a que se refere a Estrutura Conceptual (EC) do Sistema de Normalização Contabilística (agora publicada no Diário da República, 2.ª série, n.º 146, de 29 de julho de 2015, através do Aviso n.º 8254/2015), o que não é o caso destes ativos. Assim, não reunindo estes ativos os requisitos para serem reconhecidos como tal, ficou prejudicado o referido entendimento. Neste contexto, divulga-se o entendimento sancionado pelo despacho do Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, n.º 97/2016.XXI, de : 1. Não se aplicando, para efeitos contabilísticos, a exigência de verificação de uma das condições identificadas no atual parágrafo 31 da NCRF 27 ao desreconhecimento de um ativo financeiro que esteja nas condições atrás referidas, uma vez que o elemento já não obedece ao conceito e critérios de reconhecimento de um ativo, permite-se, também para efeitos fiscais que, num cenário de imparidade total, seja removido do balanço e, portanto, desreconhecido, um crédito de cobrança duvidosa que, por estar em mora há mais de dois anos e por ter sido já reconhecida (e aceite fiscalmente) uma perda por imparidade de valor igual ao do crédito, tem uma quantia monetária de zero. 2. Verifica-se um cenário de imparidade total quando uma entidade, depois de ter efetuado as diligências de cobrança consideradas adequadas e reunir as provas disponíveis, concluir que já não existem expetativas razoáveis de recuperação de crédito. 3. Para que possa ser (i) preservada a informação histórica dos créditos que deixaram de figurar no balanço, porque tidos como incobráveis, (ii) salvaguardada a eventual recuperação, total ou parcial, que resulte em rendimento tributável e (iii) feita a prova, se solicitada pela AT, do desfecho da transação, o sujeito passivo deve integrar no processo de documentação fiscal a que se refere o artigo 130.º do CIRC (dossier fiscal), informação individualizada relativa aos créditos desreconhecidos, a qual deve conter, nomeadamente, os seguintes elementos: a) Identificação do cliente (nome, local da sede e NIF); b) Identificação da fatura relativa a cada crédito de cobrança duvidosa (número, data e respetivo montante em dívida o qual não pode incluir o IVA liquidado quando o sujeito passivo tenha acionado o procedimento de regularização a seu favor previsto nos artigos 78.º-A e 78.º-B do Código do IVA); c) Montante das perdas por imparidade contabilizadas, aceites e não aceites fiscalmente; d) Indicação dos seguintes factos, quando e se ocorrerem: i) Liquidação ii) Perdão de dívida iii) Sentença judicial iv) Cessão a título definitivo de créditos vencidos v) Outros. Para além desta informação, o sujeito passivo deve dispor dos comprovativos das diligências de cobrança efetuadas e dos respetivos resultados e de quaisquer outros elementos que atestem que já não existem expetativas razoáveis de recuperação do crédito. Diploma: CIVA Artigo: 4º; 16º Assunto: Indemnizações - Indemnizações que sancionam a lesão de um interesse, sem caráter remuneratório. Indemnizações que se destinam a compensarem os lucros cessantes, ou seja, a repor o nível de rendimento. Processo: nº 10160, por despacho de , do SDG do IVA, por delegação do Director Geral da Autoridade Tributária e Aduaneira - AT. Tendo por referência o pedido de informação vinculativa solicitada, ao abrigo do art 68 da Lei Geral Tributária (LGT), presta-se a seguinte informação. 1. A requerente, sujeito passivo do regime normal, com periodicidade mensal, realiza exclusivamente operações que conferem o direito à dedução e desenvolve a atividade de Comércio Por Grosso Maquinas P/ Ind. Extrativa, Construção e Eng. Civil, com o CAE No âmbito da sua atividade celebra com os seus clientes contratos de prestação de serviços de manutenção e reparação de elevadores, com execução continuada ou periódica com duração de 2 ou 3 anos, renováveis. 3. Alguns contratos celebrados pela requerente contêm as seguintes cláusulas: i) K. ( ) A mora no pagamento por parte do Cliente por um período superior a 90 (noventa) dias, confere à o direito de resolver o presente contrato, com justa causa, reclamando uma indemnização a título de cláusula penal compensatória, correspondente à totalidade das prestações devidas até ao termo do prazo do contrato ( ). ii) P. No caso de denúncia antecipada ou resolução sem justa causa do presente contrato por qualquer das partes, a parte prejudicada poderá reclamar à outra, a título de cláusula penal compensatória, uma indemnização igual ao montante total das prestações devidas até ao termo do prazo do contrato ou de qualquer das suas prorrogações ( ). 4. Segundo a requerente, as cláusulas contratuais acima transcritas contêm em si cláusulas penais que determinam a obrigação de pagamento de indemnização em caso de cessação antecipada do contrato, seja esta determinada por resolução por mora, por resolução sem justa causa, seja ainda por denúncia antecipada do contrato. 5. Face as cláusulas dos contratos a requerente, solicita esclarecimentos sobre determinadas questões, a saber: a) A indemnização decorrente da aplicação das cláusulas acima
9 INFORMAÇÕES VINCULATIVAS BOLETIM BDO - JULHO transcritas no ponto X está sujeita a IVA? b) Em caso de resposta afirmativa à questão anterior, quando deverá a requerente emitir a competente fatura? c) Caso, na resposta à alínea anterior, se conclua que o momento relevante é o da aceitação da indemnização, em que momento se deverá considerar que a mesma ocorre? Deverá considerarse que a aceitação é manifestada por declaração tácita, nomeadamente através do pagamento da indemnização? Ou deverá ser manifestada expressamente através de documento escrito? d) Não havendo aceitação, deverá ser emitida sem IVA? e) Em caso de resposta afirmativa à questão anterior, quando deverá a Requerente emitir a competente fatura sem IVA? No momento em que se constate que não há aceitação? Na data em que a resolução antecipada do contrato produz efeitos? Na data do transito em julgado da fixação judicial da indemnização? f) Do ponto vista tributário, qual a máxima extensão da indemnização a exigir pela Requerente aos seus clientes em caso de resolução antecipada do contrato de forma a reservar o seu cariz de reparacão de danos? Por outras palavras, para ser considerada não sujeita a IVA, qual o montante máximo que poderá ser exigido pela Requerente sob a forma de cláusula penal? Tendo em conta o valor do contrato, qual a percentagem em que sede se deve incluir aquele montante máximo? g) Qual o prazo de emissão da fatura pela indemnização a que se refere a alínea anterior? 6. O IVA, enquanto imposto geral sobre o consumo, incide sobre uma atividade económica, ou seja, sobre aquelas operações que tendo enquadramento nos critérios de incidência objetiva do imposto previstos no artigo 1.º do CIVA, preenchem os pressupostos do n.º1 do artigo 2.º do CIVA, nomeadamente atividades de produção, de comercialização ou de prestação de serviços, incluindo as atividades extrativas, agrícolas e as profissões liberais. 7. De acordo com o n.º 1 do artigo 4.º do CIVA, são consideradas como prestações de serviços, as operações efetuadas a titulo oneroso que não constituam transmissões, importações ou aquisições intracomunitárias de bens. 8. A qualificação de prestação de serviços é aqui de natureza económica e ultrapassa a definição jurídica dada pelo art.º 1154º do Código Civil, na medida em que abrange a transmissão de direitos, obrigações de conteúdo negativo e, ainda, a prestação de serviços coativa. 9. A tributação em sede de IVA de uma determinada operação é, deste modo, feita com base na existência de uma contraprestação associada a uma transmissão de bens ou uma prestação de serviços, enquanto expressão da atividade económica de cada agente. 10. Tendo presente as características do IVA importa precisar o conceito de indemnização e as realidades que a mesma abrange. 11. O conceito de indemnização está associado à responsabilidade civil, uma das fontes de obrigações presentes no Código Civil, e constitui um pagamento que visa repor a situação patrimonial em virtude de uma lesão ou dano. 12. A responsabilidade civil tem duas vertentes, a responsabilidade civil contratual e a responsabilidade civil extracontratual. 13. A responsabilidade civil contratual pressupõe a violação de obrigações que tenham a sua origem em contratos, negócios jurídicos unilaterais ou que resultam da própria lei, enquanto a responsabilidade extracontratual resulta da violação, ainda que lícita, de deveres de caráter genérico ou condutas que causam determinados danos a outrem. 14. O princípio geral da obrigação de indemnização enunciado no artigo 562º do Código Civil determina que (q)uem estiver obrigado a reparar um dano deve reconstituir a situação que existiria, se não tivesse verificado o evento que obriga à reparação. 15. Por sua vez o nº 1 do artigo 564º daquele código estipula que o dever de indemnizar compreende não só o prejuízo causado, como os benefícios que o lesado deixou de obter em consequência de lesão (lucros cessantes). 16. Nesse sentido, a doutrina distingue entre (i) danos emergentes, ou seja prejuízos causados nos bens ou direitos já existentes à data da lesão, e (ii) os lucros cessantes que se traduzem numa valorização que abrange os benefícios que o lesado deixou de obter por causa do facto ilícito, mas a que ainda não tinha direito à data da lesão. 17. Para efeitos do IVA, a tributação de uma determinada operação pressupõe a existência de uma contraprestação, associado a uma transmissão de bens ou a uma prestação de serviços, enquanto expressão da atividade económica de cada agente. 18. Para enquadramento da questão da sujeição ou não das quantias pagas a titulo de indemnização, há que ter em conta o principio subjacente do IVA, como imposto sobre o consumo, e que corresponde ao disposto na Diretiva 2006/112/CE, do Conselho, de 28 de novembro de 2006 (Diretiva IVA) no sentido de que o que o IVA pretende tributar é a contraprestação de operações tributáveis e não a indemnização de prejuízos, quando estes não tenham caráter remuneratório. 19. Assim, se as indemnizações apenas sancionarem a lesão de um interesse, sem caráter remuneratório, porque não remuneram qualquer operação, antes se destinam a ressarcir um dano, não são tributáveis em IVA, na medida em que não têm subjacente uma operação tributável. 20. Também por força do disposto na alínea a) do nº 6 do artigo 16º do CIVA, as quantias recebidas a título de indemnização declarada judicialmente, por incumprimento total ou parcial das obrigações são excluídas de tributação em IVA. FEIRAS NACIONAIS FIL - FEIRA INTERNACIONAL DE LISBOA 5 A 9 DE OUTUBRO DE 2016 INTERCASA 5 A 9 DE OUTUBRO DE 2016 SALÃO IMOBILIÁRIO DE PORTUGAL EXPONOR FEIRA INTERNACIONAL DO PORTO 15 A 18 DE SETEMBRO DE 2016 CERANOR Casa, Hotelaria, Decoração e Brinde 21 A 22 DE SETEMBRO DE 2016 EMPACK A 22 DE SETEMBRO DE 2016 TRANSPORT & LOGISTICS 2016
10 10 BOLETIM BDO - JULHO 2016 INFORMAÇÕES VINCULATIVAS 21. Ao invés, se a indemnização se destinar a compensar os lucros cessantes, ou seja, a repor o nível de rendimento que, por força de um dano, o sujeito passivo deixou de obter, já estaremos perante uma operação sujeita a IVA, devendo ser liquidado imposto na sua atribuição. 22. As penalidades contratuais (indemnizações) que sancionam o atraso na execução de uma obrigação contratual devida pelo fornecedor ao cliente, apenas não são tributáveis em IVA na medida em que não tenham subjacente uma transmissão de bens ou uma prestação de serviços, por força do disposto na alínea a) do n.º 6 do artigo 16.º do CIVA. 23. No caso em apreço, verifica-se que a indemnização tem natureza remuneratória, tendo subjacente uma prestação de serviços sujeita a IVA, pelo que a indemnização é tributada em IVA, à taxa normal em vigor. 24. Nas prestações de serviços, o facto gerador do imposto, ocorre no momento da sua realização (conclusão), conforme o previsto na alínea b) do n.º 1 do artigo 7.º do CIVA pelo que, no caso em apreço, se verifica com a rescisão do contrato. 25. Uma vez que estas operações determinam a necessidade de emissão da correspondente fatura [alínea b) do nº 1 do artigo 29º e do artigo 36º ambos do CIVA], decorre do nº 1 do artigo 8.º do CIVA que a exigibilidade do imposto se verifica, o mais tardar, no quinto dia útil seguinte ao momento em que ocorreu o facto gerador, salvo se a factura for emitida antes do termo desse prazo, caso em que a exigibilidade ocorrerá na data da emissão da fatura. 26. Por fim, e relativamente à questão colocada na alínea f) do ponto 5, cabe referir, que não compete a esta Direção de Serviços, pronunciarse sobre essa matéria. Em junho, a Autoridade Tributária e Aduaneira, publicou ainda as seguintes Informações Vinculativas em sede de IVA: LINK DISPONIBILIZADA EM DIPLOMA ARTIGO VINC. N.º ASSUNTO CIVA Taxas - Transmissão dos cremes fixadores de próteses dentárias CIVA Taxas - Enquadramento - Estabelecimento de ensino que fornece aos alunos uniformes, transportes, atividades de enriquecimento curricular, frequência de salas de estudo e outros serviços CIVA Taxas - Enquadramento - Empresa Municipal que presta serviços de abastecimento de água para consumo público e recolha de efluentes (saneamento de águas residuais) CIVA Taxa - Serviços prestados de advocacia a um sindicato ou associação profissional CIVA Taxas - Transmissão dos produtos bolachas de água e sal e de cream cracker CIVA Taxas - Transmissão de água da rede pública filtrada disponibilizada em máquinas de vending CIVA Valor tributável - Taxas relativas aos serviços cobradas pelo IMT,I.P., devidas pelas escolas de condução, quanto à revalidação de cartas de condução e situações conexas.
11 OBRIGAÇÕES FISCAIS E PARAFISCAIS JUNHO 2016 BOLETIM BDO - JULHO DIA 11 IRS/SEGURANÇA SOCIAL Entrega da Declaração Mensal de Remunerações, por transmissão eletrónica de dados, pelas entidades devedoras de rendimentos do trabalho dependente sujeitos a IRS, ainda que dele isentos, bem como os que se encontrem excluídos de tributação, nos termos dos artigos 2.º e 12.º do Código do IRS, para comunicação daqueles rendimentos e respetivas retenções de imposto, das deduções efetuadas relativamente a contribuições obrigatórias para regimes de proteção social e subsistemas legais de saúde e a quotizações sindicais, relativas ao mês anterior. IVA - REGIME NORMAL MENSAL Entrega das declarações relativas às operações efetuadas no mês de maio de 2015, no exercício das respetivas atividades para os sujeitos passivos enquadrados neste regime. DIA 15 IRS / IMT - DECLARAÇÃO MODELO 11 Entrega da Declaração Modelo 11, por transmissão eletrónica de dados, pelos notários e outros funcionários ou entidades que desempenhem funções notariais, bem como as entidades ou profissionais com competência para autenticar documentos particulares que titulem atos ou contratos sujeitos a registo predial, ou que intervenham em operações previstas nas alíneas b), f) e g do n.º 1 do artigo 10.º, das relações dos atos praticados no mês anterior, suscetíveis de produzir rendimentos. DIA 20 IRS / IRC / IS Pagamento das Retenções na Fonte de IRS/IRC e Imposto do Selo, apuradas no mês anterior. IRS PAGAMENTO POR CONTA Primeiro pagamento por conta do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares (IRS) de titulares de rendimentos da categoria B. IVA - DECLARAÇÃO RECAPITULATIVA Entrega da Declaração Recapitulativa por transmissão eletrónica de dados, pelos sujeitos passivos do regime normal mensal que tenham efetuado transmissões intracomunitárias de bens e/ou prestações de serviços noutros Estados Membros, no mês anterior, quando tais operações sejam aí localizadas nos termos do artigo 6º do CIVA, e para os sujeitos passivos do regime normal trimestral quando o total das transmissões intracomunitárias de bens a incluir na declaração tenha no trimestre em curso (ou em qualquer mês do trimestre) excedido o montante de Entrega da Declaração Recapitulativa por transmissão eletrónica de dados, pelos sujeitos passivos isentos ao abrigo do artigo 53º que tenham efetuado prestações de serviços noutros Estados Membros, no mês anterior, quando tais operações sejam aí localizadas nos termos do artigo 6º do CIVA. SEGURANÇA SOCIAL Pagamento das contribuições que se mostrem devidas, com referência ao mês anterior. FUNDOS DE COMPENSAÇÃO Efetuar as entregas que se mostrem devidas ao Fundo de Compensação do Trabalho (FCT), que se encontram a pagamento entre o dia 10 e o dia 20 de cada mês, por referência ao vencimento e diuturnidades dos trabalhadores relativos ao mês anterior. O pagamento das entregas devidas pela entidade empregadora é efetuado em 2 passos distintos: Através do site a entidade empregadora valida o valor a entregar ao FCT, validação que determina a emissão de um documento de pagamento contendo uma referência multibanco cujo valor engloba a parcela correspondente ao FCT e a parcela correspondente ao Fundo de Garantia de Compensação do Trabalho (FGCT). A liquidação desse documento de pagamento pode ser efetuada em qualquer caixa ATM (pagamento de serviços / compras) ou via Internet, por homebanking. PEDIDO DE COMPENSAÇÃO FORFETÁRIA Entrega, por transmissão eletrónica de dados ou junto de qualquer serviço de finanças, do pedido de compensação forfetária pelos sujeitos passivos de imposto que optaram pelo regime previsto nos artigos 59.º-A a 59.º-E do CIVA, relativamente às operações nele abrangidas e efetuadas no 1.º semestre de DIA 22 IES - INFORMAÇÃO EMPRESARIAL SIMPLIFICADA Entrega da Informação Empresarial Simplificada - IES / Declaração Anual, por transmissão eletrónica de dados, pelos sujeitos passivos de IRS, que disponham ou devam dispor de contabilidade organizada, com os correspondentes anexos. Os sujeitos passivos de IRC, cujo período de tributação seja coincidente com o ano civil, também deverão cumprir esta obrigação declarativa nesta data. DIA 25 IVA COMUNICAÇÃO DAS FATURAS Comunicação por transmissão eletrónica de dados dos elementos das faturas emitidas no mês anterior pelas pessoas singulares ou coletivas que tenham sede, estabelecimento, estável ou domicílio fiscal em território português e que aqui pratiquem operações sujeitas a IVA. DIA 31 IRS/IRC - MODELO 30 Declaração de rendimentos pagos ou colocados à disposição de sujeitos passivos não residentes em maio de A declaração Modelo 30 refere-se a rendimentos que se considerem obtidos em território português, pagos ou colocados à disposição de sujeitos passivos não residentes e deve ser entregue, através de transmissão eletrónica de dados, pelas entidades devedoras desses rendimentos, até ao final do segundo mês seguinte àquele em que ocorre o facto tributário. IRC - PRIMEIRO PAGAMENTO POR CONTA Primeiro pagamento por conta do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Coletivas (IRC) devido por entidades residentes que exercem, a título principal, atividade de natureza comercial, industrial ou agrícola e por não residentes com estabelecimento estável, com período de tributação coincidente com o ano civil. IRC - PRIMEIRO PAGAMENTO ADICIONAL POR CONTA Primeiro pagamento adicional por conta da derrama estadual devido por entidades residentes que exercem, a título principal, atividade de natureza comercial, industrial ou agrícola e por não residentes com estabelecimento estável que tenham no ano anterior um lucro tributável superior a com período de tributação coincidente com o ano civil. IMI Pagamento da 2.ª prestação do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI), referente ao ano anterior, quando o seu montante seja superior a 500,00. IS Pagamento da 2.ª prestação do Imposto do Selo previsto na verba 28 da Tabela Geral, referente ao ano anterior, quando o seu montante seja superior a 500,00. MODELO 28 - CONTRIBUIÇÃO EXTRAORDINÁRIA SOBRE A INDÚSTRIA FARMACÊUTICA Entrega da Declaração Modelo 28 por transmissão eletrónica de dados, pelas entidades a que alude o artigo 2.º do regime da contribuição extraordinária sobre a indústria farmacêutica, aprovado pelo artigo 168.º da Lei n.º 82 -B/2014, de 31 de dezembro e que que não se encontrem isentas da contribuição, ao abrigo do n.º 2 do artigo 5.º do mesmo regime, da contribuição extraordinária sobre a indústria farmacêutica apurada no 2º Trimestre. MODELO 31 - RETENÇÃO NA FONTE A TAXAS LIBERATÓRIAS Entrega da Declaração Modelo 31, por transmissão eletrónica de dados, pelas entidades devedoras dos rendimentos sujeitos a retenção na fonte a taxas liberatórias cujos titulares beneficiem de isenção, dispensa de retenção ou redução de taxa e sejam residentes em território português. MODELO 33 - VALORES MOBILIÁRIOS Entrega da Declaração Modelo 33, por transmissão eletrónica de dados, pelas entidades registadoras ou depositárias de valores mobiliários. MODELO 34- VALORES MOBILIÁRIOS Entrega da Declaração Modelo 34, por transmissão eletrónica de dados, pelas entidades emitentes de valores mobiliários sujeitos a registo ou depósito em Portugal. MODELO 38 - TRANSFERÊNCIAS TRANSFRONTEIRAS Entrega da Declaração Modelo 38, por transmissão eletrónica de dados, por instituições de crédito e sociedades financeiras relativamente às transferências transfronteiras que tenham como destinatário entidades localizadas em país, território ou região com regime de tributação privilegiada mais favorável, com exceção das efetuadas por pessoas coletivas de direito público. MODELO 40 - CATEGORIA B - PAGAMENTOS EFETUADOS ATRAVÉS DE CARTÕES DE CRÉDITO E DE DÉBITO Entrega da Declaração Modelo 40, por transmissão eletrónica de dados, pelas instituições de crédito e sociedades financeiras, relativamente ao valor dos fluxos de pagamentos efetuados, no ano civil anterior, através de cartões de crédito e de débito por sujeitos passivos que aufiram rendimentos da categoria B de IRS. IUC Data limite do pagamento do Imposto Único de Circulação - IUC, relativo a veículos à data do aniversário da matrícula que ocorra no presente mês. As pessoas singulares poderão solicitar a liquidação em qualquer Serviço de Finanças.
12 12 BOLETIM BDO - JULHO 2016 NORMALIZAÇÃO CONTABILÍSTICA COMISSÃO DE NORMALIZAÇÃO CONTABILÍSTICA (CNC) SISTEMA DE NORMALIZAÇÃO CONTABILÍTICA PARA AS ADMINISTRAÇÕES PÚBLICAS Em junho de 2016 foi homologado pelo Senhor Secretário de Estado do Orçamento o Manual de Implementação do SNC-AP. O objetivo deste Manual é proporcionar às entidades que o utilizam um conjunto de orientações práticas consubstanciadas em clarificações, interpretações, explicações, detalhes, modelos e exemplos que lhe sejam úteis quando preparam informação financeira e orçamental e a relatam para a generalidade dos utilizadores. A Versão 1 do Manual (junho de 2016) que é apresentada está orientada principalmente para as Entidades Piloto que aplicarão o SNC-AP em regime de teste no ano de IFRS FOUNDATION E O IASB International Accounting Standards Board proposes narrowscope amendments to IFRS 3 and IFRS 11 O International Accounting Standards Board (IASB) publicou em 28 de junho, para consulta pública, uma proposta de alterações à IFRS 3 Concentração de Atividades Empresariais e à IFRS 11 Acordos Conjuntos. Esta proposta de alteração pretende clarificar a definição de Atividade Empresarial e como contabilizar os interesses previamente detidos. As alterações propostas incluem: Orientações mais claras que auxiliem na distinção entre uma atividade empresarial e um conjunto de ativos, na aplicação da IFRS 3; Clarificação sobre como deverá uma entidade contabilizar os interesses previamente detidos numa atividade empresarial, se adquirir controlo ou controlo conjunto dessa atividade empresarial. BDO PUBLICAÇÕES IFRS No sítio da BDO Internacional, na área das publicações e na área dos serviços de auditoria - IFRS, estão disponíveis para consulta e download várias publicações sobre financial reporting (normas contabilísticas/ relato financeiro), incluindo publicações sobre IFRS e US GAAP e cartas de comentários da BDO sobre estas temáticas. THE IMPLEMENTATION OF IFRS 9 IMPAIRMENT REQUIREMENTS BY BANKS O Global Public Policy Committee (GPPC), composto por representantes das seis maiores firmas de auditoria e ao qual a BDO pertence, publicou um paper intitulado The Implementation of IFRS 9 Impairment Requirements by Banks Considerations for those charged with governance of systemically important banks. A adoção da IFRS 9, a nova IFRS sobre instrumentos financeiros, introduzirá desafios significativos, em particular no setor bancário. O novo modelo de imparidade, baseado nas perdas esperadas, é particularmente desafiante na implementação pelos bancos, e esperase que venha a ser objeto de escrutínio pelos reguladores prudenciais, de mercado e de auditoria, todos eles com expetativas de que a implementação do novo modelo seja de elevada qualidade. O objetivo deste paper é promover uma implementação de elevada qualidade do novo modelo de imparidade da IFRS 9 e apoiar os responsáveis pelo Governance na avaliação do progresso da gestão durante o período de transição e de implementação. Apesar deste paper ser principalmente dirigido aos bancos de maior dimensão, algum do seu conteúdo poderá também ser relevante para os restantes bancos e instituições financeiras. EFRAG EUROPEAN FINANCIAL REPORTING ADVISORY GROUP O EFRAG foi constituído em 2001 para assessorar a Comissão Europeia no endosso das International Financial Reporting Standards (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), providenciando aconselhamento sobre a qualidade técnica das IFRS. EU ENDORSEMENT STATUS REPORT Recentemente, o EFRAG divulgou uma versão atualizada e reportada a 27 de junho de 2016 do seu EU endorsement status report. OUTROS ASSUNTOS IES A aplicação relativa à IES 2015, cujo prazo de entrega termina a 22 de julho de 2016 (para os sujeitos passivos que adotem o ano económico como ano fiscal) está disponível desde o dia 14 de junho. Foi prorrogado o prazo de entrega para 22 de julho e mantém-se os formulários atualmente em vigor AT REALIZA AÇÃO DE LARGA ESCALA DE COMBATE À FRAUDE E EVASÃO FISCAL A AUTORIDADE TRIBUTÁRIA E ADUANEIRA - AT DISPONIBILIZA ATENDIMENTO AOS CONTRIBUINTES SURDOS. LISTA DE DEVEDORES À SEGURANÇA SOCIAL BANCO DE PORTUGAL Atualiza indicadores das empresas não financeiras da Central de Balanços a 2014 O Banco de Portugal atualizou os Quadros do Setor e os Quadros da Empresa e do Setor com nova informação anual relativa aos anos de 2012 a 2014, proveniente da Informação Empresarial Simplificada. Boletim Oficial n.º 6/2016 Divulgação das taxas máximas aplicáveis aos contratos de crédito aos consumidores no 3.º trimestre de 2016 Novas regras aplicáveis aos pagamentos com cartões CMVM A Autoridade Europeia dos Valores Mobiliários e dos Mercados (ESMA), da qual a Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) é membro, submeteu a consulta pública o projeto de parecer técnico para implementação do regulamento da UE relativo aos índices utilizados como índices de referência no quadro de instrumentos e contratos financeiros.
13 NOTÍCIAS BDO BOLETIM BDO - JULHO REUNIÃO ANUAL DA BDO PORTUGAL Ocorreu em 17 de junho, no Sana Lisboa Hotel, a tradicional Reunião Anual da BDO Portugal, onde foram apresentados, pelas várias equipas da firma os resultados do época anterior, que decorreu de 1 de Maio de 2015 a 30 de Abril de Esta reunião, cujo tema foi Crafting BDO Brand Story, contou com a presença do staff dos escritórios de Lisboa, Porto, Faro, Funchal e Angola, num total de mais de 150 colaboradores EUROPEAN SECURITY CONFERENCE THE FUTURE OF CYBERSECURITY Decorreu em 15, 16 e 17 de junho, a 2016 European Security Conference The Future of Cybersecurity, organizada pelo Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG), da Universidade de Lisboa. Esta conferência é a extensão Europeia (em 2016 realizada em Portugal) da Annual Security Conference, que foi realizada em Las Vegas (EUA) por mais de uma década. A conferência incluiu mais de 30 distintos speakers e participantes nacionais e internacionais do meio académico, do governo, do exército e do meio empresarial, que abordaram diversos tópicos centrados no Futuro da Cibersegurança, seus desafios e oportunidades. A BDO esteve representada nesta conferência por Vasco Jara Schiappa, Líder do Departamento de Information Systems (IS) Audit da BDO Portugal. III FÓRUM DA UNIÃO DE EXPORTADORES DA CPLP Vai decorrer em 8 e 9 de julho, em Beja, o III Fórum da União de Exportadores, que tem por objetivo a partilha e promoção de oportunidades de negócios entre as Empresas e Instituições dos 9 países membros da CPLP e representantes de países com o estatuto de observadores da CPLP numa organização conjunta da Confederação Empresarial e da União de Exportadores da CPLP, que engloba uma vertente empresarial, institucional e cultural. A BDO disporá de um stand no espaço da exposição e estará representada por António Carvalho de Barros (Partner da BDO responsável pelo escritório de Faro). CONTACTOS Obtenha mais informações em [email protected] ou Lisboa , Porto , Faro , Funchal A BDO & Associados, SROC, Lda., BDO Consulting, Lda. e a BDO Outsourcing, Serviços de Contabilidade e Organização, Lda., sociedades por quotas registadas em Portugal, são membros da BDO International Limited, sociedade inglesa limitada por garantia, e fazem parte da rede internacional BDO de firmas independentes. BDO é a marca da rede internacional BDO e para cada uma das Firmas Membro BDO.
BOLETIM INFORMATIVO. IVA Alimentação e Bebidas. (Verbas 1.8 e 3.1 da Lista II anexa ao Código do IVA)
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Diploma: CIVA; RITI; DL 186/2009 Artigo: Assunto: FICHA DOUTRINÁRIA art. 3.º e n.º 1 do art. 6.º do CIVA - art.s 1.º al a), 3.º, 8.º; 11.º e 12.º do RITI Localização de operações AICB s, op. triangulares
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