Formação Algarve PROGRAMA FORMAÇÃO ALGARVE
|
|
|
- Martín Penha de Sá
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 PROGRAMA FORMAÇÃO ALGARVE
2 Em que consiste Concessão de um apoio financeiro à renovação, à conversão de contratos de trabalho a termo ou à celebração de novos contratos de trabalho com ex-trabalhadores Dinamização, durante o período da designada época baixa, de um programa de formação e ou requalificação de trabalhadores
3 Grandes Objetivos Combater a sazonalidade do emprego na região do Reforçar a competitividade e a produtividade das entidades empregadoras Contribuir para a aquisição de competências relevantes para o trabalhador
4 Entidades empregadoras elegíveis Pessoa singular ou coletiva de natureza jurídica privada com fins lucrativos Localizada na região do Exerça a atividade principal em área relacionada com a hotelaria, restauração, turismo, comércio e construção civil, entre outras pertencente a um dos seguintes grupos da Classificação das Atividades Económicas
5 Atividades elegíveis Divisão Designação (CAE Rev. 3) 41 Promoção imobiliária (desenvolvimento de projetos de edifícios); Construção de edifícios 42 Engenharia civil 43 Atividades especializadas de construção 46 Comércio por grosso (inclui agentes), exceto de veículos automóveis e motociclos 47 Comércio a retalho, exceto de veículos automóveis e motociclos 55 Alojamento 56 Restauração e similares 77 Atividades de aluguer 79 Agências de viagem, operadores turísticos, e outros serviços de reservas e atividades relacionadas 82 Atividades de serviços administrativos e de apoio prestados às empresas 90 Atividades de Teatro, de música, de dança e outras atividades artísticas e literárias 93 Atividades desportivas, de diversão e recreativas
6 Condições de Acesso Cumulativas e durante o apoio financeiro Entidade regularmente constituída e registada Situação contributiva regularizada perante a administração fiscal e segurança social e não estar em incumprimento financeiro para com o IEFP,IP Contabilidade organizada de acordo com o previsto na lei
7 Destinatários Trabalhadores vinculados às entidades empregadoras candidatas, através de contrato de trabalho a termo certo até 31 de outubro de 2012 Trabalhadores que cessaram os seus contratos de trabalho nos 60 dias anteriores à data de entrada em vigor do programa (ou seja, entre 31 de julho e 28 de setembro de 2012) e que celebrem novo contrato de trabalho com a mesma entidade empregadora
8 Requisitos do apoio Verificados até 31 de outubro 2012 Renovar os contratos de trabalho a termo pelo período mínimo de um ano e a tempo completo OU 1 Converter os contratos de trabalho a termo que terminem até 31 de outubro de 2012 em contratos de trabalho sem termo OU Celebrar novo contrato de trabalho a termo por um período mínimo de um ano ou sem termo, com trabalhador que tenha estado ao seu serviço e cujo contrato tenha cessado entre 31 de julho e 28 de setembro de 2012
9 Requisitos do apoio 2 Garantir a frequência de formação profissional aos trabalhadores abrangidos 3 Manter, durante o período mínimo de 12 meses, o quadro de pessoal permanente apresentado no momento da candidatura
10 Apoio ao Emprego 50% da retribuição base mensal bruta* * Com incidência para a Segurança Social Ou 70% Quando se verifique a celebração de contrato de trabalho sem termo ou a conversão em contrato de trabalho sem termo Quando o trabalhador tenha: idade igual ou inferior a 25 anos idade igual ou superior a 50 anos deficiência ou incapacidade nível de qualificação = ou < ao 3.º ciclo do ensino básico responsabilidade por família monoparental Quando o trabalhador seja do sexo menos representado em setores de atividade que tradicionalmente empregam uma maioria de pessoas do mesmo sexo Máximo de 1,1 indexante dos apoios sociais (461,14 ) X 6 meses
11 Apoio ao Emprego Regime de pagamento às entidades empregadoras Prestações Valor (por trabalhador) Momento de pagamento das prestações 1.ª 2 IAS Após a devolução do Termo de Aceitação devidamente assinado 2.ª 2 IAS Até ao termo do 3.º mês, após a devolução do Termo de Aceitação devidamente assinado 3.ª Valor remanescente A partir do 6.º mês, após a devolução do Termo de Aceitação devidamente assinado
12 Apoio à Formação Quando a formação profissional for ministrada por entidades formadoras certificadas, distintas da rede do IEFP, IP, podem ser concedidos apoios financeiros nos seguintes termos: RUBRICAS Encargos com formandos - transportes Encargos com formadores Encargos com outro pessoal afeto ao projeto Rendas, alugueres e amortizações Encargos diretos com a preparação, desenvolvimento, acompanhamento e avaliação dos projetos Custos Máximos Elegíveis Pagamento das despesas / subsídio de transporte 14,40 /hora 3,00 /hora/formando Encargos gerais do projeto Só são aceites despesas que evidenciem a sua relação com a formação Não são elegíveis as horas de formação prática em contexto de trabalho
13 Apoio à Formação Regime de pagamento às entidades empregadoras Prestações 1.ª Valor (% por trabalhador) 60% do apoio aprovado Momento de pagamento das prestações Após a devolução do Termo de Aceitação devidamente assinado e de declaração de inicio da ação de formação 2.ª (a pedido) 30% do apoio aprovado Após a comprovação de que a despesa realizada e paga perfaz, pelo menos, 80% do 1.º adiantamento 3.ª Valor remanescente Após a conclusão da ação de formação e encerramento de contas
14 Formação profissional Entidades Formadoras Centros de formação profissional de gestão direta ou participada do IEFP, IP Escolas de Hotelaria e Turismo do Instituto do Turismo de Portugal, IP Outras entidades formadoras certificadas A entidade empregadora pode optar por mais que uma entidade formadora
15 Formação profissional Modelo de Formação UFCD de referência Referenciais de formação de nível 2 ou 4 do Catálogo Nacional de Qualificações Outras UFCD do CNQ Referenciais de formação integrados no Catálogo Nacional de Qualificações Formação Extra CNQ Até 25% da duração total da formação A entidade empregadora pode optar por conjugar vários modelos de organização
16 Formação profissional A decorrer entre 1 de outubro 2012 e 31 de maio de 2013 Carga horária total Duração da formação entre 350 e 600 horas Preferencialmente entre 15 e 25 horas semanais Formação em contexto de trabalho Máximo de 25% da carga horária total RVCC Horas contabilizadas para a carga horária total A formação pode ser realizada fora do período normal de trabalho, tendo o trabalhador direito a redução equivalente do tempo de trabalho
17 Formação profissional Outros aspetos Formação em Contexto de Trabalho Potenciar as condições de empregabilidade dos ativos Consolidar as competências adquiridas Desenvolver uma rede de contactos profissionais Grupos de formação Entre 20 a 30 formandos Podem integrar trabalhadores de várias entidades empregadoras e, em determinadas circunstâncias, desempregados inscritos nos Centros de Emprego Local da formação Nas entidades formadoras, nas entidades empregadoras ou noutras entidades com condições logísticas e técnico-pedagógicas adequadas
18 Candidatura Aberta durante o mês de outubro Apresentada em formulário próprio, a ser disponibilizado no portal do IEFP ( Enviada para a Delegação Regional do do IEFP, IP, por correio eletrónico para [email protected] e por carta registada
MEDIDA ESTÁGIOS EMPREGO
MEDIDA ESTÁGIOS EMPREGO Entidades Promotoras: Entidades privadas, com ou sem fins lucrativos e Autarquias Locais. Destinatários: Jovens à procura de emprego, entre os 18 e os 30 anos, inscritos no IEFP
MEDIDA CONTRATO-EMPREGO
MEDIDA CONTRATO-EMPREGO EM QUE CONSISTE A medida Contrato-Emprego é um apoio financeiro aos empregadores que celebrem contratos de trabalho sem termo ou a termo certo, por prazo igual ou superior a 12
MEDIDA ESTIMULO 2012 Regulamento do Instituto do Emprego e Formação Profissional
MEDIDA ESTIMULO 2012 Regulamento do Instituto do Emprego e Formação Profissional No âmbito da medida de incentivos ao emprego "Estímulo 2012", estabelecida pela Portaria n 45/2012, de 13.2, o Instituto
Medida Cheque-Formação
Medida Cheque-Formação Sofia David CTCV Coimbra 15/10/2015 1 O CTCV como entidade Formadora: Desígnios Apoiar as empresas no Desenvolvimento de Projetos que conduzam ao desenvolvimento de competências
PME INVESTE CRESCIMENTO GERAL
PME INVESTE CRESCIMENTO GERAL INFORMAÇÃO SINTETIZADA OBJETO Facilitar o acesso ao crédito por parte das PME, nomeadamente através da bonificação de taxas de juro e da minimização do risco das operações
MEDIDA ESTÁGIO PROFISSIONAL Portaria n.º 131/2017, de 7 de abril
MEDIDA ESTÁGIO PROFISSIONAL Portaria n.º 131/2017, de 7 de abril A portaria n.º 13/2017, de 7 de abril, veio regular a criação da medida Estágios Profissionais. Esta medida consiste no apoio à inserção
PORTARIA N.º 131/2017, DE 7 DE ABRIL, QUE REGULA A CRIAÇÃO DA MEDIDA DE ESTÁGIOS PROFISSIONAIS
PORTARIA N.º 131/2017, DE 7 DE ABRIL, QUE REGULA A CRIAÇÃO DA MEDIDA DE ESTÁGIOS PROFISSIONAIS Foi publicada a Portaria n.º 131/2017, de 7 de Abril, que regula a criação da medida de Estágios Profissionais
MEDIDA VIDA ATIVA. Objetivos, destinatários e operacionalização
Objetivos, destinatários e operacionalização Objetivos - consolidar, integrar e aperfeiçoar um conjunto de intervenções orientadas para a ativação dos desempregados, favorecendo a aprendizagem ao longo
INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P
GUIA PRÁTICO DISPENSA PARCIAL OU ISENÇÃO TOTAL DO PAGAMENTO DE CONTRIBUIÇÕES 1º EMPREGO, DESEMPREGADO DE LONGA DURAÇÃO E DESEMPREGADO DE MUITO LONGA DURAÇÃO INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P FICHA TÉCNICA
MEDIDA CONTRATO-EMPREGO PORTARIA N.º 34/2017, de 18 de janeiro
MEDIDA CONTRATO-EMPREGO PORTARIA N.º 34/2017, de 18 de janeiro A Portaria n.º 34/2017, de 18 de janeiro criou a medida Contrato-Emprego, a qual consiste na concessão, à entidade empregadora, de um apoio
O TURISMO NO PORTUGAL 2020
O TURISMO NO PORTUGAL 2020 Carlos Abade 30 de janeiro de 2016 AGENDA 1 A importância do Turismo em Portugal 2 Portugal 2020: O estado das coisas 3 Desafio: Melhorar os resultados 1 A importância do turismo
INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P
GUIA PRÁTICO DISPENSA PARCIAL OU ISENÇÃO TOTAL DO PAGAMENTO DE CONTRIBUIÇÕES - 1º EMPREGO, DESEMPREGADO DE LONGA DURAÇÃO E DESEMPREGADO DE MUITO LONGA DURAÇÃO INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P FICHA TÉCNICA
LBA NEWS. Direito Laboral. Junho de 2017
LBA NEWS Direito Laboral Junho de 2017 Contatos: Manuel Lopes Barata - [email protected] Diogo Lopes Barata - [email protected] Catarina Correia Soares [email protected] Esta informação
INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P
GUIA PRÁTICO DISPENSA PARCIAL OU ISENÇÃO TOTAL DO PAGAMENTO DE CONTRIBUIÇÕES - 1º EMPREGO, DESEMPREGADO DE LONGA DURAÇÃO E DESEMPREGADO DE MUITO LONGA DURAÇÃO INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P FICHA TÉCNICA
PAECPE (PROGRAMA DE APOIO AO EMPREENDORISMO E À CRIAÇÃO DO PRÓPRIO EMPREGO)
PAECPE (PROGRAMA DE APOIO AO EMPREENDORISMO E À CRIAÇÃO DO PRÓPRIO EMPREGO) Condições de Acesso (Portaria n.º 985/2009 de 4 de Setembro) 0 PAECPE (PROGRAMA DE APOIO AO EMPREENDORISMO E À CRIAÇÃO DO PRÓPRIO
Programa de Promoção de Artes e Ofícios. Decreto- Lei n.º 122/2015, de 30 de junho
Programa de Promoção de Artes e Ofícios Decreto- Lei n.º 122/2015, de 30 de junho Programa de Promoção das Artes e Ofícios - Em que consiste? Consiste num conjunto de modalidades de apoio, no âmbito das
INCENTIVOS À CONTRATAÇÃO DE JOVENS À PROCURA DO PRIMEIRO EMPREGO E DE DESEMPREGADOS DE LONGA DURAÇÃO E DE MUITO LONGA DURAÇÃO Decreto-Lei n.
INCENTIVOS À CONTRATAÇÃO DE JOVENS À PROCURA DO PRIMEIRO EMPREGO E DE DESEMPREGADOS DE LONGA DURAÇÃO E DE MUITO LONGA DURAÇÃO Decreto-Lei n.º 72/2017 O Decreto-Lei n.º 72/2017, de 21 de junho veio estabelecer
Briefing Laboral # 18 1
Briefing Laboral # 18 1 CRIAÇÃO DA MEDIDA ESTÍMULO EMPREGO E ALTERAÇÃO ÀS MEDIDAS ESTÁGIO EMPREGO Portaria n.º 149-A/2014, de 24 de Julho Concessão de Apoio Financeiro à celebração de contrato de Trabalho
Contrato-Emprego. Uma nova modalidade de apoio à contratação. Clique para editar o estilo do subtítulo do Modelo Global
Uma nova modalidade de apoio à contratação Clique para editar o estilo do subtítulo do Modelo Global NERBE, 20 de fevereiro 2017 Portaria n.º 34/2017, de 18 de janeiro 2/20/2017 1 Uma medida integrada
Estágios Profissionais IEFP
MAKE IT HAPPEN 2 Estágios Profissionais IEFP Make it Bizz Consulting (+351) 217 15 16 19 [email protected] Fevereiro 2018 3 Estágios Profissionais IEFP O IEFP suporta 65% das despesas e a entidade assegura
Regulamento do Programa Valorização Profissional
Regulamento do Programa Valorização Profissional 1 - Objectivos: a) Qualificar activos que se encontram em períodos temporários de inactividade por baixa de actividade sazonal comprovada, através de Planos
Guia de Apoio. Orientações para as candidaturas. Tipologia de Intervenção 6.4 (Eixo 6)
Guia de Apoio Orientações para as candidaturas Tipologia de Intervenção 6.4 (Eixo 6) Qualidade dos Serviços e Organizações Formação e Sensibilização de Técnicos e Outros Profissionais de Reabilitação Profissional
IEFP. O Instituto do Emprego e Formação Profissional promove uma série de medidas e programas destinados a fomentar e apoiar o emprego em Portugal.
IEFP O Instituto do Emprego e Formação Profissional promove uma série de medidas e programas destinados a fomentar e apoiar o emprego em Portugal. Desse conjunto, destacamos: I) Apoios à contratação II)
INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P
GUIA PRÁTICO MEDIDAS DE APOIO ÀS EMPRESAS AFETADAS PELO INCÊNDIO DOS CONCELHOS DE CASTANHEIRA DE PERA, FIGUEIRÓ DOS VINHOS, GÓIS, PAMPILHOSA DA SERRA, PEDROGÃO GRANDE, PENELA E SERTÃ INSTITUTO DA SEGURANÇA
PROJETOS AUTÓNOMOS DE FORMAÇÃO
PROJETOS AUTÓNOMOS DE FORMAÇÃO Fase de candidaturas: 10 de Novembro de 2017 a 31 de Março de 2018 Porto Largo Luís de Camões, Edifício Rainha, 9º Andar, Sala 1 3720-232 Oliveira de Azeméis - Portugal Lisboa
Plano de Formação 2009
Vicentina- Associação para o Desenvolvimento do Sudoeste Plano de Formação 2009 Formações Modulares Certificadas Quer elevar as suas qualificações? Temos a formação ideal para si 812- Turismo e Lazer Qualidade
ESCLARECIMENTOS - Avisos n.ºs POISE e POISE
ESCLARECIMENTOS - Avisos n.ºs POISE-24-2016-04 e POISE-31-2016-05 - De acordo com os artigos 111.º e 115.º do Regulamento (UE) n.º 1303/2013, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 17 de dezembro, conjugados
ANEXO I - DOCUMENTOS DE SUPORTE DAS AMOSTRAS FINANCEIRAS ALEATÓRIAS NAS TIPOLOGIAS DE CARÁTER FORMATIVO E DA INCLUSÃO SOCIAL
ANEXO I - DOCUMENTOS DE SUPORTE DAS AMOSTRAS FINANCEIRAS ALEATÓRIAS NAS TIPOLOGIAS DE CARÁTER FORMATIVO E DA INCLUSÃO SOCIAL (Verificações administrativas a realizar aos pedidos de reembolso e de saldo)
Contas Nacionais Trimestrais
Contas Nacionais Trimestrais 30 de Dezembro de 206 3º Trimestre 206 Contacto (s): Próxima edição: 3 Março de 207 José Fernandes [email protected] Produto Interno Bruto aumentou 4,0% em volume
ESTÁGIOS EMPREGO IEFP,I.P. FORMULÁRIO DE CANDIDATURA MINISTÉRIO DA SOLIDARIEDADE, EMPREGO E SEGURANÇA SOCIAL DECLARAÇÃO DE EMPREGABILIDADE
IEFP,I.P. MINISTÉRIO DA SOLIDARIEDADE, EMPREGO E SEGURANÇA SOCIAL FORMULÁRIO DE CANDIDATURA ESTÁGIOS EMPREGO 1. DECLARAÇÃO DE EMPREGABILIDADE Para efeitos de candidatura à Medida Estágios Emprego, a entidade
EVOLUÇÃO DA FORMAÇÃO PROFISSIONAL CONTÍNUA NA RAM
REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA SECRETARIA REGIONAL DE EDUCAÇÃO E CULTURA GABINETE DO SECRETÁRIO REGIONAL Observatório do Sistema Educativo e Cultural da RAM EVOLUÇÃO DA FORMAÇÃO PROFISSIONAL CONTÍNUA NA RAM
