GOLPE REPUBLICANO de1889

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1 GOLPE REPUBLICANO de INTRODUÇÃO Questão religiosa Questão militar Questão sócio-política Movimento republicano Golpe republicano Q U E D A BASE RELIGIOSA IMPÉRIO BASE MILITAR BASE SÓCIO- POLÍTICA PROF. JOÃO GABRIEL DA FONSECA [email protected]

2 2. A QUESTÃO RELIGIOSA: 1864 A. Contexto: Igreja atrelada ao Estado pelo Padroado e Beneplácito. B. Bula Syllabus (Papa Pio IX): maçons expulsos dos quadros da Igreja. C. D. Pedro II proíbe tal determinação no Brasil. D. Bispos de Olinda e Belém descumprem imperador e são presos. Posteriormente anistiados. E. Igreja deixa de prestar apoio ao Imperador.

3 2. A QUESTÃO RELIGIOSA: 1864 F. Em síntese: O contexto histórico da questão religiosa foi marcado pelo conflito entre Igreja X Maçonaria. A postura de alguns bispos de colocar em prática a bula papal Syllabus sem o consentimento do imperador gerou a prisão e muitos destes. Este fato significou a ruptura da Igreja com o Estado imperial e com isso a perda da base religiosa do império.

4 3. QUESTÃO MILITAR A. Exército desprestigiado pelo governo: baixos soldos, pouca aparelhagem e investimentos. B. Exército fortalecido nacionalmente após a Guerra do Paraguai. C. Punições do governo a oficiais que manifestavam-se politicamente. Sena Madureira, Cunha Matos. D. Penetração de idéias abolicionistas e republicanas positivistas nos quadros do exército associam o Império ao atraso institucional e tecnológico do país.

5 3. QUESTÃO MILITAR E. Em síntese: Após a guerra do Paraguai (1864 a 1870), os militares brasileiros voltaram para o Brasil com idéias republicanas e abolicionistas, gerando um confronto com o governo nacional que era imperial e escravista. Foi neste contexto histórico que o imperador D. Pedro II perdeu a sua base de apoio militar. PROF. JOÃO GABRIEL DA FONSECA [email protected]

6 4. QUESTÃO SÓCIO-POLÍTICA. A. Movimento abolicionista: intelectuais, camadas médias urbanas, setores do exército. B. Prolongamento da escravidão por meio de leis inócuas: Lei do Ventre Livre (1871). Lei dos Sexagenários ou Saraiva- Cotegipe (1885).

7 4. QUESTÃO SÓCIO-POLÍTICA. C. Abolição da Escravidão (1888) retira do governo imperial sua última base de sustentação: aristocracia tradicional. D. Em síntese: A abolição dos escravos conseqüência da pressão do capitalismo inglês e da força do movimento abolicionista, acabou determinando a queda da sustentação sociopolítica do império. Devemos destacar que a base sócio-política do império era composta pela a aristocracia latifundiária escravista.

8 5. QUESTÃO REPUBLICANA 1870: Manifesto Republicano (RJ) dissidência radical do Partido Liberal. 1873: Fundação do PRP (Partido Republicano Paulista), vinculado a importantes cafeicultores do Estado. Descompasso entre poderio econômico dos cafeicultores do Oeste Paulista e sua pequena participação política. PROF. JOÃO GABRIEL DA FONSECA [email protected]

9 5. QUESTÃO REPUBLICANA Abolicionismo em contradição com o escravismo defendido por velhas elites aristocráticas cariocas. Ideia do Federalismo maior autonomia estadual FAVORECER AS ELITES LOCAIS. Apoio de classes médias urbanas, também pouco representadas pelo governo imperial.

10 6. A PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA (15/11/1889): Em síntese: A proclamação da república tem que ser vista historicamente não como um movimento popular mais sim como um golpe militar. Este, foi articulado pelo partido republicano que era formado fundamentalmente pelos cafeicultores, classe média e militares. Por isso ao mencionar O Brasil não tem povo, tem público alguns historiadores ressaltavam que mais uma vez o povo brasileiro foi marginalizado do processo histórico do seu país. O POVO BRASILEIRO ASSISTIU A TUDO BESTIALIZADO ARISTIDES LOBO

11 Visconde de Ouro Preto no livro "Advento da ditadura militar no Brasil": O Império não foi a ruína. Foi a conservação e o progresso. Durante meio século manteve íntegro, tranqüilo e unido território colossal. O império converteu um país atrasado e pouco populoso em grande e forte nacionalidade, primeira potência sul-americana, considerada e respeitada em todo o mundo civilizado. O Império aboliu de fato a pena de morte, extinguiu a escravidão, deu ao Brasil glórias imorredouras, paz interna, ordem, segurança e, mas que tudo, liberdade individual como não houve jamais em país algum. Quais as faltas ou crimes de D. Pedro II, que em quase cinqüenta anos de reinado nunca perseguiu ninguém, nunca se lembrou de uma ingratidão, nunca vingou uma injúria, pronto sempre a perdoar, esquecer e beneficiar? Quais os erros praticados que o tornou merecedor da deposição e exílio quando, velho e enfermo, mais devia contar com o respeito e a veneração de seus concidadãos? A República brasileira, como foi proclamada, é uma obra de iniquidade. A República se levantou sobre os broqueis da soldadesca amotinada, vem de uma origem criminosa, realizou-se por meio de um atentado sem precedentes na História e terá uma existência efêmera!

12 7. DIFERENTES PROJETOS REPUBLICANOS: República Positivista: centralização política nas mãos do presidente. Postura predominante entre os militares. Prevaleceu entre 1889 e 1894, durante a chamada República da Espada. República Liberal: federalismo descentralizado com grande autonomia para os Estados. Postura predominante entre os cafeicultores paulistas. Prevaleceu entre 1894 e 1930, durante a chamada República Oligárquica.

13 7. DIFERENTES PROJETOS REPUBLICANOS: República Jacobina: formação de uma república com forte participação popular e favorável a criação de medidas com alcance social. Postura predominante entre setores da classe média urbana que não chegou a se concretizar. PROF. JOÃO GABRIEL DA FONSECA [email protected]

14 01 - (UNESP SP/2016) Observe a charge. (Ângelo Agostini, Revista Illustrada) Publicada em 1887, essa charge de D. Pedro II é uma alusão a) à sua aliança com o grupo português, o que aumentou a ameaça de recolonização. b) à estabilidade política proporcionada pelo parlamentarismo, que diminuiu seu poder. c) a seu descaso em relação aos problemas do país, como a derrota na Guerra do Paraguai. d) à crise pela qual a monarquia passava, que conduziu à proclamação da república. e) à sua abdicação, diante do desrespeito às leis aprovadas pela Assembleia Geral.

15 02 (UNESP/SP 2016) A alienação entre o Exército e o sistema político vigente acirrou-se com a Questão Militar da década de 1880, quando oficiais foram punidos por fazer críticas ao governo em público. [...] Em junho de 1887, eles fundaram o Clube Militar, uma organização para debates totalmente fora da estrutura do Exército, e em outubro daquele ano dissociaram-se das oligarquias agrárias, solicitando à princesa regente que, em nome da humanidade e da honra da própria bandeira que defende, eximisse o Exército da abominável missão de caçar escravos fugidos. O corpo de oficiais, assim, mostrou uma opinião mais afim à dos setores médios urbanos, de onde provinham muitos de seus membros. O excerto revela que o Exército brasileiro, na década de 1880, (Frank D. McCann, Soldados da pátria) a) continuou a recapturar escravos e a discutir política com as oligarquias agrárias. b) contrariou os líderes abolicionistas por defender a atuação dos capitães do mato. c) passou a defender a abolição da escravatura e a questionar o governo monárquico. d) distanciou-se, cada vez mais, das propostas políticas e sociais da classe média urbana. e) manteve seu apoio ao Império e aos interesses econômicos da elite fundiária escravista.

16 03 - (UNESP SP/2014) A proclamação da República não é um ato fortuito, nem obra do acaso, como chegaram a insinuar os monarquistas; não é tampouco o fruto inesperado de uma parada militar. Os militares não foram meros instrumentos dos civis, nem foi um ato de indisciplina que os levou a liderar o movimento da manhã de 15 de novembro, como tem sido dito às vezes. Alguns deles tinham sólidas convicções republicanas e já vinham conspirando há algum tempo [...]. Imbuídos de ideias republicanas, estavam convencidos de que resolveriam os problemas brasileiros liquidando a Monarquia e instalando a República. O texto identifica a proclamação da República como resultado (Emília Viotti da Costa. Da monarquia à república, 1987.) a) da unidade dos militares, que agiram de forma coerente e constante na luta contra o poder civil que prevalecia durante o Império. b) da fragilidade do comando exercido pelo Imperador frente às rebeliões republicanas que agitaram o país nas últimas décadas do Império. c) de um projeto militar de assumir o comando do Estado brasileiro e implantar uma ditadura armada, afastando os civis da vida política. d) da disseminação de ideais republicanos e salvacionistas nos meios militares, que articularam a ação de derrubada da Monarquia. e) de uma conspiração de civis, que recorreram aos militares para derrubar a Monarquia e assumir o controle do Estado brasileiro.

17 04 - (UESPI/2014) O historiador brasileiro José Murilo de Carvalho, tratando do cenário histórico do Brasil no final do século XIX, fez as seguintes considerações: Em frase que se tornou famosa, Aristides Lobo, o propagandista da República, manifestou seu desapontamento com a maneira pela qual foi proclamado o novo regime. Segundo ele, o povo, que pelo ideário republicano deveria ter sido protagonista dos acontecimentos, assistia a tudo bestializado, sem compreender o que se passava, julgando ver talvez uma parada militar (CARVALHO, José Murilo de. Os Bestializados. 1987, p. 09). Ao analisar a Proclamação da República, pode-se afirmar que ela representou: a) um movimento popular que derrubou o chamado Absolutismo brasileiro e implantou a participação democrática no Brasil. b) o fim do período colonial brasileiruma modificação do regime o e a instituição do Estado Nacional em terras locais; c) político nacional, sem participação popular e sem grande reformulação na estrutura econômica e social do País. d) apesar de não ter contado com a participação popular, a República Brasileira introduziu o sistema democrático no país, rompendo com décadas de despotismo monárquico. e) uma profunda transformação na estrutura política e social do Brasil, mesmo sem o envolvimento popular.

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