Interface RS-485 Medidores KRON
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- Nina Delgado Sintra
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1 1. Introdução Este documento tem como objetivo detalhar os aspectos técnicos da interface RS-485 dos medidores fabricados pela KRON, bem como aconselhar quanto ás formas de testes da comunicação de cada instrumento. 2. Especificação Técnica A interface de comunicação para os medidores KRON é padrão RS-485, a dois fios, half-duplex, baudrate de 9600, bps, 38400bps ou bps, 1 start bit, 8 bits de dados, 1 ou 2 stop bits e com ou sem paridade. A comunicação é baseada no protocolo MODBUS-RTU que possibilita a conexão com até 247 módulos MKM/TKE/Mult-K/PA numa linha RS-485. A) Especificações Protocolo = MODBUS Baud Rate = 9600, 19200, 38400bps ou (vide tabela item 4). Paridade = Nenhuma, Par ou Ímpar. Stop Bit = 1 ou 2 Start Bit = 1 RTU (Remote Terminal Unit) Modo de transmissão no qual os dados são transmitidos como caracteres de 8 bits. B) Recomendações Utilizar cabo par trançado 2x24 AWG ou 3x24 AWG, caso se utilize a conexão entre o GND dos instrumentos. Este cabo deverá possuir blindagem e impedância característica de 120R. Conectar dois resistores de terminação de 120R em cada extremidade, ou seja, um na saída do conversor e outro no último instrumento instalado na rede. Conectar dois resistores de polarização de 470R utilizando fonte externa de 5 Vcc conforme diagrama da ilustração anterior. Conectar o terra dos instrumentos utilizando um dos fios disponíveis do cabo e conecte apenas uma das pontas deste fio ao terra da instalação. Não deve ser utilizada a blindagem do cabo para conectar o terra dos instrumentos. Se desejável, utilizar um cabo em paralelo ao da comunicação para a conexão dos terras dos instrumentos. Conectar uma das pontas da blindagem ao terra de instalação. KRON Instrumentos Elétricos - Engenharia de Aplicação 1/16
2 Acima de 32 instrumentos ou distância superior a 1000 metros, deve ser utilizado um amplificador de sinal. Para cada amplificador de sinal instalado, será necessário adicionar os resistores de terminação e polarização conforme diagrama de ligação RS-485. Data - + Data - + Data Vcc Conversor Data + Data - RS-232 ou USB Esquema de Ligação Observações Uso de resistores de terminação Resistores de terminação são necessários nos elementos extremos da rede para minimizar os efeitos de reflexão de dados devido à capacitância e indutância da linha de transmissão. O valor do resistor depende do cabo utilizado e é tipicamente de 120 ohms. Valores menores que 110 ohms não devem ser usados. Para comunicação em baixas velocidades e em pequenas distâncias não é necessária a utilização de resistores de terminação. Isso implica também a retirada dos resistores de pull up e pull down. KRON Instrumentos Elétricos - Engenharia de Aplicação 2/16
3 Logo, é recomendável que na utilização dos terminadores também sejam utilizados os resistores de pull up e pull down como descrito no esquema anterior. Se as linhas têm um comprimento menor do que 100 metros e a velocidade é baixa, como por exemplo, 9600 bauds, o resistor de terminação torna-se desnecessário, a não ser que o fabricante do conversor recomende. 3. Protocolos de Comunicação e Softwares Atualmente os medidores KRON são fabricados com protocolo de comunicação MODBUS (da Modicon) e N2 (da Johnson Controls). Em ambos os casos e para todos os instrumentos, são fornecidos, quando solicitados, os mapas de registros que contém todas as informações necessárias para integração do medidor com um sistema supervisório, por exemplo. Além disso, para leitura e configuração dos instrumentos, são fornecidos gratuitamente pela KRON, os seguintes softwares: Instrumento Protocolo Software TKE-01 TKE-120 MKM-01 MKM-120 MKM-C MKM-D Mult-K 05 RedeMB5 MODBUS Mult-K 120 Mult-K Mult-K Plus Mult-K Grafic MPK-100 PA-01 MKM-02 MKM-02 Reader TKE-01 TKE-120 TKE N2 MKM-01 N2 MKM-D MKM N2 Mult-K 05 * Mult-K 120* KRON Instrumentos Elétricos - Engenharia de Aplicação 3/16
4 4. Velocidade e formato de envio de dados Além do protocolo de comunicação, existe o aspecto da velocidade (baud rate) e do formato de envio de dados dos medidores, conforme segue: A) Parâmetros para instrumentos usando o protocolo MODBUS RTU Linha MKM Modelo Endereçamento Velocidade MKM-D E50, E51, E52, E53 Formato de Envio de Dados MKM-D Software 9600/19200 bps 8N2 IHM e software 8N1, 8N2, 8E1, 8O1, por IHM MKM-C Software N2 MKM-01 Software Opcional: DIP-Switch 9600 bps Opcional: bps 8N2 Opcional: 8N1 MKM bps Opcional: bps 8N2 Opcional: 8N1 MKM-02, MKM-02 com Duas Seriais Serial 1 MKM-02 com Duas Seriais Serial 2 Software 9600/19200/38400 bps configurável por software (Serial 2) 8N1, 8N2, 8E1, 8O1 configurável por software 8N1 e 8N2 configurável por software Linha TKE Modelo Endereçamento Velocidade Formato de Envio de Dados TKE-01 TKE-120 Software 9600 bps 8N2 Opcional: 8N1 Linha PA Modelo Endereçamento Velocidade PA-01 IHM e software 9600/19200/38400/57600 Formato de Envio de Dados 8N1, 8N2, 8E1, 8O1 configurável via IHM KRON Instrumentos Elétricos - Engenharia de Aplicação 4/16
5 Linha Mult-K Modelo Endereçamento Velocidade Mult-K, Mult-K E05 Mult-K E04 Mult-K Plus, Mult-K Plus E10, Mult-K Plus E11, Mult-K Plus E12 Mult-K Grafic Mult-K 05 Mult-K 05 Duas seriais Serial 1 Mult-K 05 Duas seriais Serial 2 Mult-K 120, Mult-K 120 E-01 IHM e software IHM e software IHM e software IHM e software Software e Dip Switch 9600/19200/38400/ /9600/19200/ /19200/38400/ /19200/38400/ /19200/38400/57600 configurável por software 9600/19200/38400 configurável por software Software 9600/19200/38400 configurável por software Software e DIP Switch 9600 /19200/38400/57600 configurável por software MKP-100 IHM e software 9600 /19200/38400/57600 Formato de Envio de Dados 8N1, 8N2, 8E1, 8O1 8N1, 8N2, 8E1, 8O1 8N1, 8N2, 8E1, 8O1 8N1, 8N2, 8E1, 8O1 8N1,8N2,8E1,8O1 configurável via software 8N1,8N2,8E1,8O1 configurável via software 8N1,8N2,8E1,8O1 configurável via software 8N1, 8N2, 8E1, 8O1 configurável via software 8N1, 8N2, 8E1, 8O1 configurável via IHM B)Parâmetros para instrumentos usando o protocolo METASYS N2. Linha MKM Modelo Endereçamento Velocidade Formato de Envio de Dados MKM-D MKM-01 Software N1 Linha TKE Modelo Endereçamento Velocidade Formato de Envio de Dados TKE-01 TKE-120 Software N1 KRON Instrumentos Elétricos - Engenharia de Aplicação 5/16
6 Linha Mult-K Modelo Endereçamento Velocidade Formato de Envio de Dados Mult-K 05 Mult-K-120 Software N1 5. Conversores RS-232/RS-485 O padrão da saída serial da maioria dos PCs e controladores disponíveis no mercado é o RS-232, que possui serias limitações quanto à distância de transmissão e qualidade de sinal. Assim sendo, o padrão utilizado pelos medidores é o RS-485, mais robusto e que permite, como foi citado no item Especificação Técnica, comunicação com diversos escravos e em distâncias longas. Assim sendo, para conectar a rede de medidores ao PC faz-se necessário o uso de um conversor RS-232/RS-485. Uma alternativa de ótimo custo benefício em relação aos conversores RS- 232/RS-485, são os conversores USB/RS-485, utilizado em micros que não possuem porta serial ou esta já esta ocupada, por exemplo. Abaixo citamos modelos testados pela KRON e que tem total compatibilidade com nossos produtos: ADAM 4520 Fabricante: Advantech Possui dip-switch para seleção de velocidade e formato de bits, além de led inteligente para sinalização da transmissão de dados. Site: LR 7520 Fabricante: LR Informática Possui controle automático de velocidade e formato de bits. Conexão de alimentação externa e dados também são feitas por borneira PHOENIX. Telefone: Site: KRON Instrumentos Elétricos - Engenharia de Aplicação 6/16
7 NOVUS ISO485-1 Fabricante: NOVUS Possui controle automático de velocidade e formato de bits, além de leds para sinalização de transmissão de dados. É necessária uma fonte externa (polarização do sinal DTR) para que o mesmo possa operar com medidores KRON. Detalhes são discutidos no documento Procedimento para uso de instrumentos KRON com conversor NOVUS. Telefone: Site: PRODIGITAL RS232 <-> RS-485 Fabricante: PRODIGITAL Possui controle automático de velocidade e formato de bits, bem como Leds que sinalizam transmissão/recebimento de dados. Inclui fonte de alimentação externa. Telefone: (41) Site: INT100A Fabricante: Integral Possui controle automático de velocidade e formato de bits, isolação ótica e galvânica, bem como Leds que sinalizam transmissão/recebimento de dados. Alimentação externa é feita por sinal de 10 à 30Vcc, que não acompanha o produto. Telefone: (11) Site: KRON Instrumentos Elétricos - Engenharia de Aplicação 7/16
8 6. Conversores USB/RS-485 Como alternativa de ótima solução custo-benefício aos conversores RS- 232/ RS-485/ existem os conversores USB/RS-485, próprios para utilização em micros que não possuem porta serial ou em que as portas já estão ocupadas. No computador, utilizando-se um driver especifico do conversor, é emulada uma porta serial. Ou seja, para os softwares da KRON, será como se houvesse um conversor RS-232/RS-485. A KRON comercializa o conversor KR-485/USB cujas características são: Quando conectado a um PC, é automaticamente detectado e instalado como uma porta COM nativa, compatível com qualquer aplicativo existente de comunicação serial. Auto alimentação de energia (pela porta USB). A isolação de 1500 Vcc entre as portas USB e RS485/RS422 protege o computador dos picos, surtos e erros de ligação no barramento de comunicação. Já possuem os resistores de terminação implementados em seu hardware que podem ser habilitados por meio de jumper. KRON Instrumentos Elétricos - Engenharia de Aplicação 8/16
9 7. Implementando a rede RS-485 O primeiro passo ao instalar uma rede de medidores com interface RS-485 é definir qual será o endereçamento de cada medidor e a estrutura física da rede. O endereço é um número inteiro na faixa de 1 a 247 e deve ser único para cada medidor. Ter dois medidores com o mesmo endereço ocasionará conflitos, pois quando o mestre (por exemplo, o PC) requisitar uma informação, receberá duas respostas (provavelmente diferentes) ao invés de apenas uma. Conforme a tabela apresentada no item Velocidade e formato de bits, o endereçamento é possível via software e, em alguns casos, via dip-switch (MKM- 01 c/ DIP-Switch) ou pelas teclas do painel frontal (Mult-K). Um ponto importante é a compatibilização de velocidade, formato e protocolo entre o mestre (PC/CLP) e o escravo (medidores). Os dois devem operar na mesma velocidade e formato de bits e, principalmente, conversarem o mesmo protocolo, MODBUS ou N2. No caso de utilizar a rede conectada a um CLP, é extremamente recomendável que, antes da conexão ao CLP, se faça a conexão utilizando os softwares da KRON, de forma a isolar um possível problema dos medidores. KRON Instrumentos Elétricos - Engenharia de Aplicação 9/16
10 8. O medidor não comunica. O que fazer? Um problema de comunicação, normalmente, é ocasionado por: A) Rede instável Siga a risca o que é indicado no item Especificação Técnica. O aterramento da linha de comunicação em dois pontos, por exemplo, é um freqüente ocasionador de intermitência na comunicação dos medidores. Uma rede do tipo nó ao invés de ponto-a-ponto também ocasiona perda da qualidade do sinal e, muitas vezes, a impossibilidade da comunicação dos instrumentos. Verifique se não existem cabos de alta tensão ou com valores de corrente altos passando próximos aos cabos da comunicação, em especial no caso de não estar sendo utilizado um cabo blindado. O campo eletromagnético gerado por tais cabos pode interferir na comunicação dos medidores. Um ponto que sempre vale a pena ser lembrado é a possibilidade de maus contatos, através de emendas ou outros tipos de conexões. Sempre, ao realizar emendas ou conectar terminais nos fios da comunicação, prefira a solda ao simples contato físico. B) Ligação incorreta Lembre-se que o sinal da comunicação tem polaridade (DATA+ e DATA-). A inversão dos mesmos na conexão dos medidores ao CLP ou dos medidores ao conversor ocasiona a impossibilidade de comunicação. C) Má parametrização do mestre/escravo Verifique, segundo os passos abaixo, a compatibilização entre mestre/escravo: 1. Mestre (CLP ou PC) e o escravo (medidor) comunicam sob o mesmo protocolo? 2. Os dois possuem a mesma velocidade de comunicação? 3. Os dois possuem o mesmo formato de envio de dados? 4. A interface entre o mestre e o escravo, normalmente um conversor RS- 232/RS-485, está compatibilizada em termos de velocidade/formato de envio de dados? 5. O escravo está parametrizado com o endereço que o mestre está buscando? Após o estudo e análise destes itens, caso não se obtenha sucesso na comunicação da rede RS-485, recomenda-se uma tentativa de conexão isolada do KRON Instrumentos Elétricos - Engenharia de Aplicação 10/16
11 medidor, de forma a detectar parâmetros/endereço incorretos, ou ainda se certificar se o problema é no medidor ou na infra-estrutura de rede. D)Comunicação Isolada Consultando a tabela disponível no item 3, verifique qual o software que comunica com o seu instrumento. Caso ainda não possua o software, solicite-o via telefone ou ([email protected] ou [email protected]) para o nosso suporte técnico. 1) Localizando um dispositivo pelo RedeMB5 O RedeMB5 é, conforme a tabela, o software indicado para toda a linha com protocolo MODBUS, exceto o MKM-02. Após instalar o RedeMB5 e executálo, será requisitada uma senha pelo software. Utilize a senha nork0 para ter acesso completo ao mesmo. Clique no menu Sistema e em Comunicação : Selecione a porta serial utilizada e a velocidade do medidor. A tabela disponibilizada no item 4 é útil para sabermos quais velocidades o medidor suporta. O formato de bits (8N1, 8N2, 8E1 ou 8O1) é transparente para o RedeMB5. O campo DTR deve ser ativado sempre que se estiver trabalhando com conversores USB/485. Clique em OK para confirmar a parametrização do software. KRON Instrumentos Elétricos - Engenharia de Aplicação 11/16
12 Clique em Manutenção e em Descobrir número de série. Selecione ordem crescente e clique em Descobrir. Este procedimento irá buscar, endereço a endereço da rede MODBUS um medidor, mostrando seu número de série e código, que nada mais é do que uma identificação de seu modelo. Caso o medidor nunca tenha sido endereçado, este irá constar como endereço 254. No exemplo acima, descobrimos que o medidor está no endereço 4. Vamos supor que este endereço não atenda a nossa necessidade e que desejamos alterá-lo. Para tanto, clica-se em Fechar. Clicando em Dispositivo, Adicionar e preenchem-se os campos relativos a número de série, endereço e descrição. KRON Instrumentos Elétricos - Engenharia de Aplicação 12/16
13 Após a adição do instrumento, o software voltará para a tela principal, indicando o instrumento recém cadastrado e suas características. KRON Instrumentos Elétricos - Engenharia de Aplicação 13/16
14 2) Localizando um dispositivo pelo TKE N2 O TKE N2 é o software destinado à comunicação dos medidores TKE-01 e TKE-120 com protocolo de comunicação N2, utilizado para integração ao sistema Metasys da Johnson Controls. O primeiro passo é a parametrização da porta serial, clicando-se em Change para se definir em qual porta serial está conectado o medidor. Definindo-se a porta serial, clica-se em OK para efetivar a alteração. Para localizar o endereço do medidor, clique em Find selecione Increasing e clique em OK: Caso se deseje alterar o endereço do medidor, clica-se em Set, informa-se o endereço atual, o novo endereço e clica-se em Confirm. KRON Instrumentos Elétricos - Engenharia de Aplicação 14/16
15 3) Localizando um dispositivo pelo MKM N2 O MKM N2 é o software destinado à comunicação dos medidores MKM-01 e MKM-D com protocolo de comunicação N2, utilizado para integração ao sistema Metasys da Johnson Controls. O primeiro passo é a parametrização da porta serial, clicando-se em Change para se definir em qual porta serial está conectado o medidor. Definindo-se a porta serial, clica-se em OK para efetivar a alteração. Para localizar o endereço do medidor, clique em Find selecione Increasing e clique em OK: Caso se deseje alterar o endereço do medidor, clica-se em Set, informa-se o endereço atual, o novo endereço e clica-se em Confirm. KRON Instrumentos Elétricos - Engenharia de Aplicação 15/16
16 4) Localizando um dispositivo pelo MKM-02 Reader Por ser um instrumento com diversas possibilidades de parametrização (9600, ou 38400bps, 8N1, 8N2, 8E1 ou 8O1), o software MKM-02 Reader possui um sistema para detecção da configuração do MKM-02 que, além de buscar em todos os endereços possíveis, busca por todas as possibilidades de parametrização. Para tanto, clique em Manutenção e Obter parametrização. Selecione a porta serial correspondente e, no campo NS digite o número de série do instrumento. Este número de série pode ser obtido pela etiqueta localizada na parte superior do instrumento. Não obtive sucesso em comunicar meu instrumento. O que mais posso fazer? Sinta-se a vontade para solicitar maiores informações com nosso suporte técnico pelo telefone (11) ou pelos s [email protected] e [email protected]. É de extrema serventia ter, ao consultar nosso suporte, os seguintes dados em mãos: Marca e modelo de todos os equipamentos envolvidos: conversores, CLPs, controladores, sistemas supervisórios, etc. Modelo, número de série e data de fabricação dos instrumentos KRON que está se tentando comunicar. KRON Instrumentos Elétricos - Engenharia de Aplicação 16/16
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