Tratamento da Hiperprolactinemia
|
|
|
- Sofia de Sousa Castilho
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 46º Congresso de Ginecologia e Obstetrícia do Distrito Federal Tratamento da Hiperprolactinemia Quando, Como e até Quando? Érica Correia Garcia Érica Correia Garcia
2 Eixo Hipotálamo Hipófise PRL Introdução
3 Causas de hiperprolactinemia Fisiológicas Processos Hipotalâmicos Hipofisários Farmacológica Outros Processos Macroprolactina
4 Causas de hiperprolactinemia Fisiológicas Processos Hipotalâmicos Hipofisários Patologia hipofisária Patologia hipotalâmica/da haste hipofisária Farmacológica Outros Processos Macroprolactina
5 Fisiológicas Causas de hiperprolactinemia Processos Hipotalâmicos Hipofisários Farmacológica Neurolépticos/antipsicóticos Antidepressivos Antihistamínicos H2 Estrógenos: ACO Antihipertensivos: verapamil, metildopa Anestésicos Anticonvulsivantes Opiáceos: cocaína, morfina, heroína Benzodiazepínicos Metoclopramida, domperidona, cisaprida Serotonina, noradrenalina Outros Processos Macroprolactina
6 Causas de hiperprolactinemia Fisiológicas Processos Hipotalâmicos Hipofisários Farmacológica Outros Processos IRC Insuficiência hepática Hipotiroidismo Trauma torácica/herpes zoster Hiperprolactinemia idiopática Macroprolactina
7 Causas de hiperprolactinemia Fisiológicas Processos Hipotalâmicos Hipofisários Farmacológica Outros Processos Macroprolactina Dosar quando há hiperprolactinemia assintomática
8 Objetivos do Tratamento Restauração do eugonadismo pela normalização da hiperprolactinemia Controle de massa tumoral (se for o caso)
9 Quando tratar? Se o paciente apresentar sinais ou sintomas decorrentes da hiperprolactinemia ou decorrentes da massa tumoral!
10 Quando tratar? Efeito da Hiperprolactinemia Hipogonadismo Amenorréia ou Oligomenorréia Infertilidade Disfunção erétil Osteoporose ou Osteopenia Efeito de Massa Hipopitiutarismo Déficit Visual (compressão do quiasma) Acometimento de nervos cranianos Cefaléia
11 1º ) Se hiperprolactinemia por uso de medicações. Tratamento da Hiperprolactinemia Suspender medicação por 3 dias e dosar prolactina no 4º dia ou Substituir por droga alternativa ou Estrogeno ou testosterona em caso de hipogonadismo ou baixa massa óssea de longa data ou Tratamento medicamentoso (agonista dopaminérgico). Como tratar? *obs: Se após suspensão ou substituição da droga, persistir com hiperprolactinemia...
12 Como tratar? 2º) Se hiperprolactinemia por HIPOTIROIDISMO Levotiroxina 3º) Se hiperprolactinemia por outras causas Agonistas do receptor dopominérgico (DA) Bromocriptina Cabergolina
13 Tratamento Medicamentoso Bromocriptina Posologia: geralmente 2 a 3x/dia (é possível 1x) Dose terapêutica: 2,5-15 mg/dia (geralmente 7,5 mg) mg/dia naqueles que demonstram resistência Eficácia: Microprolactinomas: 80 a 90% Macroprolactinomas: 70% Suspensão da droga: geralmente recorrência do PRL Escolha: mulheres que desejam engravidar
14 Tratamento Medicamentoso Cabergolina Mais eficaz que a bromocriptina; menos efeitos colaterais. Droga de escolha! Posologia: geralmente inicio com 1 mg/semana (macroprolactinoma) e 0,5 mg/semana (microprolactinoma) tamanho do tumor: 20% em meses em mais de 80% dos casos; desaparecimento do tumor em 26-36% dos casos Pacientes que não utilizam outro DA tem melhor resposta (82,3% x 60%)
15 Como tratar? Monitoração: PRL, RNM, DMO, Ecocardiograma (se dose acima de 2,0) Campimetria (nos macroadenomas)
16 Como tratar na Gestação? DA ultrapassam barreira placentária Parar o uso do DA assim que souber que está grávida Tratar em macroadenomas selecionados (tumores invasivos ou que tocam o quiasma óptico) Bromocriptina Bromocriptina é a droga de escolha durante a gestação (pela experiência)! Cabergolina
17 Como tratar na Gestação? Cirurgia antes da gestação: Naquelas que não responderam aos DA antes da gestação Intolerância a bromocriptina e cabergolina NÃO realizar: Dosagem de PRL RM hipofisária em microadenomas ou em macroadenomas intraselares RM hipofisária Cefaleia severa Alteração do campo visual
18 Desafio terapêutico: resistência aos DA Insucesso no alcance da normoprolactinemia, insucesso na redução de 50% do tamanho do tumor Alguns pacientes apresentam resistência aos DA 24% a bromocriptina 11% a cabergolina
19 Aumentar a dose do agonista dopaminérgico Substituir a bromocriptina pela cabergolina Aproximadamente 80% dos pacientes com resistência a bromocriptina tem normalização da PRL com a cabergolina Cirurgia transesfenoidal Se sintomático e não responde aos agonistas dopaminérgicos Se sintomático e não tolera altas doses de bromocriptina ou cabergolina Radioterapia Se não respondeu ao tratamento cirúrgico Prolactinomas agressivos ou malignos Temozolamida Prolactinomas malignos Tratamento da Hiperprolactinemia Como tratar a resistência aos DA?
20 Até quando tratar? Por pelo menos 2 anos sem aumento da prolactina e sem remanescente tumoral na RM.
21 46º Congresso de Ginecologia e Obstetrícia do Distrito Federal Direto ao ponto: - Quando? Se sinais ou sintomas decorrentes da hiperprolactinemia ou decorrentes da massa tumoral - Como? Medicamentosa? Suspender medicamento. Hipotiroidismo? Tratar a tireoidopatia. Tumoral ou não? Agonistas dopaminérgicos! A pequena proporção de prolactinomas não responsivos: desafio terapêutico - Até quando? Por pelo menos 2 anos! Tratamento da Hiperprolactinemia Érica Correia Garcia [email protected]
Hiperprolactinemias. Manoel Martins
Hiperprolactinemias Armadilhas no Diagnóstico Manoel Martins Caso clínico Mulher de 40 anos procura o Serviço de Diabetes e Endocrinologia do HUWC por amenorréia há 15 anos. Refere que se queixava ao ginecologista
Revisitando Hiperprolactinemias. Julia Appel
Revisitando Hiperprolactinemias Julia Appel Contextualizando Paciente feminina, 29 anos, com queixa de infertilidade, galactorréia e amenorréia. Prolactina: 188ng/ml RNM: microadenoma 7 mm a direita Contextualizando
Armadilhas no diagnóstico da Hiperprolactinemia. Julia Appel - Endocrinologista
Armadilhas no diagnóstico da Hiperprolactinemia Julia Appel - Endocrinologista Introdução A hiperprolactinemia é a alteração endócrina mais comum do eixo hipotálamo-hipofisário. Indicações dosagem: Alterações
Hormônios hipotalâmicos e hipofisários. (somatostatin)
Anatomia Localiza-se na base do crânio sela túrcica Hipófise anterior: derivada da bolsa de Rathke Hipófise posterior: origem neural, formada por axônios e terminções nervosas dos neurônios hipotalâmicos
Uma abordagem dos Prolactinomas, à luz das evidências científicas atuais.
Universidade do Porto Mestrado Integrado em Medicina 2011-2012 Uma abordagem dos Prolactinomas, à luz das evidências científicas atuais. Diana Isabel Pinto Silva Morada: Rua da Granja nº5, Gondizalves
Índice. Artigo de Revisão: Terapêutica dos Prolactinomas - Tratamento e suas complicações. Mestrado Integrado em Medicina.
Índice Resumo... 2 Abstract... 3 Palavras-chave/ Key-words.... 4 Introdução... 5 Fisiopatologia... 6 Clínica... 7 Vigilância... 12 Terapêutica médica... 12 Terapêutica com hormonas sexuais (Estrogénio/Testosterona)...
Relato de Caso. Macroprolactinoma Resistant to Dopamine Agonists: a Case Report RESUMO
RBGO 26 (8): 663-667, 2004 Resistente aos Agonistas Dopaminérgicos: Resistant to Dopamine Agonists: a Case Report Rosana Maria dos Reis 1, Camila Toffoli Ribeiro 1, Marcos Felipe de Silva Sá 1, Hélio Humberto
FACULDADE DE MEDICINA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS MÉDICAS MARISE RIBEIRO DE SOUSA BERRIEL
1 UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE FACULDADE DE MEDICINA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS MÉDICAS MARISE RIBEIRO DE SOUSA BERRIEL ESTUDO DAS CARACTERÍSTICAS CLÍNICAS, LABORATORIAIS, DE IMAGEM E DE
Bromocriptina mesilato
Material Técnico Identificação Fórmula Molecular: C 32 H 40 BrN 5 O 5.CH 4 O 3 S Peso molecular: 750.72 DCB/ DCI: 01466 - mesilato de bromocriptina / 3365 CAS: 22260-51-1 INCI: não aplicável Sinonímia:
CONHECIMENTO DOS ENFERMEIROS DAS UNIDADES BÁSICAS DE SAÚDE SOBRE HIPERPROLACTINEMIA
relatos de pesquisa CONHECIMENTO DOS ENFERMEIROS DAS UNIDADES BÁSICAS DE SAÚDE SOBRE HIPERPROLACTINEMIA Delmira Beserra Diniz * Silvia Ximenes Oliveira ** Thoyama Nadja Felix de Alencar *** Milena Nunes
DOR PROTOCOLO DO TRATAMENTO CLÍNICO PARA O NEUROLOGISTA. Laura Sousa Castro Peixoto
DOR PROTOCOLO DO TRATAMENTO CLÍNICO PARA O NEUROLOGISTA Laura Sousa Castro Peixoto DOR Dor é uma sensação ou experiência emocional desagradável, associada com dano tecidual real ou potencial. IASP Tratamento
Cabertrix 0,5 mg cabergolina 2 e 8 Comprimidos
Cabertrix 0,5 mg cabergolina 2 e 8 Comprimidos Cabertrix (cabergolina) APRESENTAÇÕES Comprimidos 0,5 mg: embalagem com 2 ou 8 comprimidos. USO ORAL USO ADULTO COMPOSIÇÃO Cabertrix 0,5 mg: Cada comprimido
Cabertrix 0,5 mg cabergolina 2 e 8 Comprimidos
Cabertrix 0,5 mg cabergolina 2 e 8 Comprimidos Cabertrix (cabergolina) MEDICAMENTO SIMILAR EQUIVALENTE AO MEDICAMENTO DE REFERÊNCIA APRESENTAÇÕES Cabertrix 0,5 mg em embalagens contendo 2 ou 8 comprimidos.
Ministério da Saúde Consultoria Jurídica/Advocacia Geral da União
Nota Técnica N 265/2013 Brasília, agosto de 2013. Princípio Ativo: cabergolina Nome Comercial 1 : Dostinex. Sumário 1. O que é a cabergolina?... 1 2. O medicamento possui registro na Agência Nacional de
Hiperprolactinemia: Visão Contemporânea
Hiperprolactinemia: Visão Contemporânea Hiperprolactinemia: Visão Contemporânea Luíz Antônio de Araújo Diretor do Dpto de Neuroendocrinologia da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia SBEM
UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA FACULDADE DE CIÊNCIAS DA SAÚDE PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS DA SAÚDE. Maria de Fátima de Magalhães Gonzaga
UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA FACULDADE DE CIÊNCIAS DA SAÚDE PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS DA SAÚDE Maria de Fátima de Magalhães Gonzaga Prolactinomas resistentes aos agonistas da dopamina: estudo de
INFERTILIDADE ENDÓCRINA
INFERTILIDADE ENDÓCRINA JOANA SIMÕES PEREIRA SERVIÇO DE ENDOCRINOLOGIA, IPOLFG 27.JAN.2017 DEFINIÇÃO DE INFERTILIDADE E INDICAÇÕES PARA ESTUDO Infertilidade envolve o casal e não apenas um dos parceiros.
Cabergolina como Alternativa no Tratamento Clinico de Prolactinomas. Experiência na Intolerância/Resistência à Bromocriptina.
Cabergolina como Alternativa no Tratamento Clinico de Prolactinomas. Experiência na Intolerância/Resistência à Bromocriptina artigo original RESUMO Cabergolina (CAB, Pharmacia) é um agonista dopaminérgico
Cabergolina. Prati-Donaduzzi Comprimido 0,5 mg. Cabergolina_bula_paciente
Cabergolina Prati-Donaduzzi Comprimido 0,5 mg Cabergolina_bula_paciente IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO cabergolina Medicamento genérico Lei n 9.787, de 1999 APRESENTAÇÕES Comprimido de 0,5 mg em embalagem
Imagem da Semana: Ressonância magnética (RM) Imagem 01. Ressonância Nuclear Magnética (RM) de crânio, corte axial, ponderada em T1, sem contraste.
Imagem da Semana: Ressonância magnética (RM) Imagem 01. Ressonância Nuclear Magnética (RM) de crânio, corte axial, ponderada em T1, sem contraste. Imagem 02: Detalhe de Ressonância Nuclear Magnética (RM)
ENDORECIFE 2018 PROGRAMA PRELIMINAR
ENDORECIFE 2018 PROGRAMA PRELIMINAR QUINTA FEIRA - 07 DE JUNHO Curso Pré-Congresso: MEDICINA DO ESTILO DE VIDA 08h45 09h00 Apresentação do curso 09h00 09h20 Novas evidências sobre jejum intermitente 09h20
Patologias psiquiátricas mais prevalentes na atenção básica: Alguns sintomas físicos ocorrem sem nenhuma causa física e nesses casos,
Diretrizes Gerais de Abordagem das Somatizações, Síndromes ansiosas e depressivas Alexandre de Araújo Pereira Patologias psiquiátricas mais prevalentes na atenção básica: Somatizações Transtornos Depressivos
Tratamento de macroprolactinoma com cabergolina em adolescente
Relato de Caso Tratamento de macroprolactinoma com cabergolina em adolescente An adolescent patient with prolactinoma treated with cabergoline Leila Warszawski 1, Daniela Barbosa L. Coelho 2, Andrea Cristina
Relato de Caso. Progressão de Valvopatia Esquerda durante o Uso de Dopaminérgicos. Resumo. Relato do Caso. Palavras-chave
Progressão de Valvopatia Esquerda durante o Uso de Dopaminérgicos Progression of Left Valve Disease during Use of Dopaminergic Drugs Lívia Santana Barbosa, Ana Clara Tude Rodrigues, Shirlei Novillo Pereira,
Amenorréia. Amenorréia Secundária: Ausência de menstruação por três ciclos menstruais normais ou por seis meses (em mulher que já menstruou)
Amenorréia Amenorréia Definição: Amenorréia Primária: Ausência de menstruação aos 14 anos de idade sem características sexuais visíveis, ou aos 16 anos de idade na presença de características secundárias
DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO DA HIPERPROLACTINEMIA
DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO DA HIPERPROLACTINEMIA SERVIÇO DE ENDOCRINOLOGIA DO HUWC FUC. Clêide Maria Furtado Arruda Pires I INTRODUÇÃO A Prolactina (PRL) é um hormônio polipeptídico de cadeia única, contendo
Acromegalia possibilidades terapêuticas: quando não operar?
Acromegalia possibilidades terapêuticas: quando não operar? Fulvio Clemo Santos Thomazelli Prof. Endocrinologia do Curso de Medicina da Universidade Regional de Blumenau De acordo com as normas do Conselho
DOSTINEX cabergolina. COMPOSIÇÃO Cada comprimido de Dostinex contém o equivalente a 0,5 mg de cabergolina. Excipientes: leucina e lactose anidra.
DOSTINEX cabergolina I - IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO Nome comercial: Dostinex Nome genérico: cabergolina APRESENTAÇÕES Dostinex 0,5 mg em embalagens contendo 2 ou 8 comprimidos. VIA DE ADMINISTRAÇÃO:
CABEREDUX. cabergolina CRISTÁLIA PRODUTOS QUÍMICOS FARMACÊUTICOS LTDA. COMPRIMIDOS 0,5 MG BULA DO PROFISSIONAL DA SAÚDE
CABEREDUX cabergolina CRISTÁLIA PRODUTOS QUÍMICOS FARMACÊUTICOS LTDA. COMPRIMIDOS 0,5 MG BULA DO PROFISSIONAL DA SAÚDE Página 1 de 9 CABEREDUX cabergolina 0,5 mg APRESENTAÇÕES Caberedux 0,5 mg - embalagens
ANEXO III ALTERAÇÕES AO RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO E FOLHETO INFORMATIVO
ANEXO III ALTERAÇÕES AO RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO E FOLHETO INFORMATIVO 43 ALTERAÇÕES A SEREM INCLUÍDAS NAS SECÇÕES RELEVANTES DO RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO PARA MEDICAMENTOS
SECONDARY AMENORRHEA: INITIAL INVESTIGATION AMENORREIA SECUNDÁRIA: ABORDAGEM DIAGNÓSTICA INICIAL
SECONDARY AMENORRHEA: INITIAL INVESTIGATION AMENORREIA SECUNDÁRIA: ABORDAGEM DIAGNÓSTICA INICIAL UNITERMOS AMENORREIA; AMENORREIA SECUNDÁRIA Rita Guidotti Feio Marília Maia de Gonçalves Pedro Paes Mariangela
Dostinex cabergolina. Dostinex 0,5 mg em embalagens contendo 2 ou 8 comprimidos.
Dostinex cabergolina PARTE I IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO Nome: Dostinex Nome genérico: cabergolina Forma farmacêutica e apresentações: Dostinex 0,5 mg em embalagens contendo 2 ou 8 comprimidos. USO ADULTO
Oncologia. Caderno de Questões Prova Discursiva
Caderno de Questões Prova Discursiva 2015 01 Mulher de 54 anos de idade, pré-menopausa, apresenta mamografia com lesão sólida de 1,3 cm no quadrante superior externo de mama esquerda e calcificações difusas
Caberedux cabergolina. Cristália Prod. Quím. Farm. Ltda. Comprimido 0,5 mg MODELO DE BULA PARA O PROFISSIONAL DE SAÚDE
Caberedux cabergolina Cristália Prod. Quím. Farm. Ltda. Comprimido 0,5 mg MODELO DE BULA PARA O PROFISSIONAL DE SAÚDE I -IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO Caberedux cabergolina MEDICAMENTO SIMILAR EQUIVALENTE
Doenças hipotálamo-hipofisárias
1 Doenças hipotálamo-hipofisárias Gerald A. Charnogursky, Tiffany A. Karas, Nicholas V. Emanuele, Mary Ann Emanuele e Fadi Nabhan Avaliação do eixo hipotálamo-hipofisário... 33 Exames de imagem do sistema
Cabergolina. Fundação Oswaldo Cruz / Instituto de Tecnologia em Fármacos (Farmanguinhos) Comprimidos. 0,5 mg
Cabergolina Fundação Oswaldo Cruz / Instituto de Tecnologia em Fármacos (Farmanguinhos) Comprimidos 0,5 mg I - IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO Cabergolina Medicamento genérico Lei 9.787, de 1999 Comprimido
DOSTINEX cabergolina. COMPOSIÇÃO Cada comprimido de Dostinex contém o equivalente a 0,5 mg de cabergolina. Excipientes: leucina e lactose anidra.
DOSTINEX cabergolina I - IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO Nome comercial: Dostinex Nome genérico: cabergolina APRESENTAÇÕES Dostinex 0,5 mg em embalagens contendo 2 ou 8 comprimidos. VIA DE ADMINISTRAÇÃO:
Audiência Pública Castração química
Audiência Pública Castração química Data: 06/07/2016 Rodolfo Costa Souza Consultor Legislativo da Câmara dos Deputados Área XVI Saúde Pública e Sanitarismo Introdução O comportamento sexual complexidade
Cabergolina. Fundação Oswaldo Cruz / Instituto de Tecnologia em Fármacos (Farmanguinhos) Comprimidos. 0,5 mg
Cabergolina Fundação Oswaldo Cruz / Instituto de Tecnologia em Fármacos (Farmanguinhos) Comprimidos 0,5 mg I - IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO Cabergolina Medicamento genérico Lei 9.787, de 1999 Comprimido
Modernos Antidepressivos. Profa.Vilma Aparecida da Silva Fonseca
Modernos Antidepressivos Profa.Vilma Aparecida da Silva Fonseca Contexto Antidepressivos Triciclicos: efeitos colaterais perigosos: alteração da condução cardiaca Efeitos desagradaveis: anticolinérgicos
TO 281 ANGELO FRANCISCO MARTINS HIPERPROLACTINEMIA EM PACIENTES FEMININAS: ESTUDO DE SEIS CASOS F LORLANÓPOLIS - SANTA CATARINA
ANGELO FRANCISCO MARTINS TO 281 HIPERPROLACTINEMIA EM PACIENTES FEMININAS: ESTUDO DE SEIS CASOS Trabalho apresentado à Universidade Federal de Santa Catarina para a conclusão do Curso de Graduação em Medicina.
Ministério da Saúde Secretaria de Atenção à Saúde
PORTARIA Nº 1160, DE18 DE NOVEMBRO DE 2015 Aprova o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da Hiperprolactinemia. O Secretário de Atenção À Saúde, no uso de suas atribuições, Considerando a necessidade
Caberedux cabergolina. Cristália Prod. Quím. Farm. Ltda. Comprimido 0,5 mg MODELO DE BULA PARA O PACIENTE
Caberedux cabergolina Cristália Prod. Quím. Farm. Ltda. Comprimido MODELO DE BULA PARA O PACIENTE I -IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO Caberedux cabergolina MEDICAMENTO SIMILAR EQUIVALENTE AO MEDICAMENTO DE
Distúrbios menstruais na adolescência
Distúrbios menstruais na adolescência Cláudia Braga Monteiro Abadesso Cardoso Maria Alice Neves Bordallo Irregularidades menstruais - definição e classificação. Anovulação crônica. Amenorréia primária
Infertilidade conjugal: Definição e Protocolo básico de investigação Paula Andrea Navarro
Infertilidade conjugal: Definição e Protocolo básico de investigação Paula Andrea Navarro Setor de Reprodução Humana Departamento de Ginecologia e Obstetrícia Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto -
Controle hormonal dos adenomas hipofisários pela cirurgia transesfenoidal: evolução dos resultados nos primeiros cinco anos de experiência
Universidade de São Paulo Biblioteca Digital da Produção Intelectual - BDPI Departamento de Cirurgia e Anatomia - FMRP/RCA Artigos e Materiais de Revistas Científicas - FMRP/RCA 2011 Controle hormonal
Vitória Chaves de Souza Dantas de Barros; Valderi Luiz Pereira Neto; Roberta Duarte Pinheiro;Carla Novaes Carvalho
MANEJO DE PACIENTE PORTADORA DE TRANSTORNO DE HUMOR BIPOLAR E HIPERPROLACTINEMIA: COMO MEDICAR QUANDO O USO DE ANTIPSICÓTICO ATÍPICO É LIMITADO DEVIDO A COMORBIDADE DE MICROADENOMA HIPOFISÁRIO Vitória
Uso do Análogo de Ação Prolongada da Somatostatina no Tratamento do Gigantismo e da Acromegalia. caso especial. Mirta Knoepfelmacher
caso especial Uso do Análogo de Ação Prolongada da Somatostatina no Tratamento do Gigantismo e da Acromegalia Mirta Knoepfelmacher A APRESENTAÇÃO DESTE CASO tem o objetivo de discutir as diversas formas
Antipsicóticos 27/05/2017. Tratamento farmacológico. Redução da internação. Convivio na sociedade. Variedade de transtornos mentais
Psicofarmacologia Antipsicóticos Psicose Variedade de transtornos mentais Delírios (crenças falsas) Prof. Herval de Lacerda Bonfante Departamento de Farmacologia Vários tipos de alucinações Esquizofrenia:
Perturbações do ciclo menstrual, infertilidade feminina - situações de hiperprolactinémia ou normoprolactinémia aparente relacionadas com a prolactina
Folheto informativo: Informação para o doente PARLODEL 2,5 mg comprimidos PARLODEL 5 mg cápsulas PARLODEL 10 mg cápsulas Bromocriptina Leia com atenção todo este folheto antes de começar a tomar este medicamento
Opioides: conceitos básicos. Dra Angela M Sousa CMTD-ICESP
Opioides: conceitos básicos Dra Angela M Sousa CMTD-ICESP OPIOIDES OPIOIDES Classificação receptores opióides Receptor opióide clássico MECANISMO DE AÇÃO Conceitos da farmacologia opióide Receptores μ
Antipsicóticos 02/02/2016. Tratamento farmacológico. Redução da internação. Convivio na sociedade. Variedade de transtornos mentais
Psicofarmacologia Psicose Variedade de transtornos mentais Delírios (crenças falsas) Prof. Herval de Lacerda Bonfante Departamento de Farmacologia Vários tipos de alucinações Esquizofrenia: tipo de psicose
HIPERPROLACTINEMIA NA ADOLESCÊNCIA. Erciliene Moraes Martins Yamaguti, Carolina Sales Vieira, Marcos Felipe Silva de Sá
HIPERPROLACTINEMIA NA ADOLESCÊNCIA Erciliene Moraes Martins Yamaguti, Carolina Sales Vieira, Marcos Felipe Silva de Sá É a desordem endócrina mais comum do eixo hipotálamo-hipófise, que se manifesta por
Cronograma das Atividades Didáticas FCFRP/USP - 1 o semestre de 2018
Cronograma das Atividades Didáticas FCFRP/USP - 1 o semestre de 2018 Nome da Disciplina: Farmacologia II - Curso Noturno Código da Disciplina: 6012032 CARGA HORÁRIA TOTAL DE CADA PROFESSOR: Lusiane Maria
OSTEOPOROSE: DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO Bruno Ferraz de Souza Abril de 2018
OSTEOPOROSE: DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO Bruno Ferraz de Souza Abril de 2018 1. BREVE INTRODUÇÃO A osteoporose (OP) é uma doença osteometabólica sistêmica caracterizada por alterações da quantidade e/ou qualidade
RESPOSTA RÁPIDA 106/2014 APRAZ NO TRATAMENTO DA FIBROMIALGIA. Ilma Dra Valéria S. Sousa
RESPOSTA RÁPIDA 106/2014 APRAZ NO TRATAMENTO DA FIBROMIALGIA SOLICITANTE Ilma Dra Valéria S. Sousa NÚMERO DO PROCESSO 0112.13.005931-7 DATA 07/03/2014 SOLICITAÇÃO Trata-se de Ação de Obrigação de Fazer
TRANSTORNOS DE ANSIEDADE E DO SONO. Marco Aurelio Soares Jorge
TRANSTORNOS DE ANSIEDADE E DO SONO Marco Aurelio Soares Jorge Transtornos de Ansiedade Os transtornos ansiosos se caracterizam pelos sintomas de ansiedade e comportamento de evitação, incluindo transtorno
UNIFACISA/FCM. 02. São causas de hipertireoidismo com baixa captação de Iodo-131 na Cintilografia de tireoide, exceto:
UNIFACISA/FCM CURSO: MEDICINA DISCIPLINA: Endocrinologia PROFESSOR (A): Jimena, Marciênio, Fátima e Annelise PERÍODO: 2018. 1 ALUNO (A): MATRÍCULA: - DATA: /06/18 PROVA DE ENDOCRINOLOGIA 2ª AVALIAÇÃO/
ESTRIOL. Estrogênio Hormônio Bioidentico
ESTRIOL Estrogênio Hormônio Bioidentico INTRODUÇÃO O Estriol é um hormônio natural feminino. Nos anos que antecedem ou sucedem a menopausa (natural ou cirúrgica), o Estriol pode ser usado no tratamento
PUBERDADE PRECOCE E TARDIA
HOSPITAL UNIVERSITÁRIO DO OESTE DO PARANÁ LIGA MÉDICO-ACADÊMICA DE PEDIATRIA DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO OESTE DO PARANÁ LIPED-UNIOESTE RESIDÊNCIA MÉDICA DE PEDIATRIA PUBERDADE PRECOCE E TARDIA Acadêmico
ANEXO I RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO
ANEXO I RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO Página 1 de 17 1. NOME DO MEDICAMENTO VETERINÁRIO Finilac 50 microgramas/ml solução oral para cães e gatos 2. COMPOSIÇÃO QUALITATIVA E QUANTITATIVA 1 ml
CLORIDRATO DE ONDANSETRONA dih 2 O
CLORIDRATO DE ONDANSETRONA dih 2 O Classificação: Antiemético Fórmula Estrutural da ondansetrona: O N N N H 3 C CH 3 Fórmula Molecular: C 18 H 19 N 3 O.HCl.2H 2 O Peso Molecular: 365.85 g/ mol DCB: 09418
cloridrato de memantina Medicamento genérico Lei nº 9.787, de 1999.
MODELO DE BULA COM INFORMAÇÕES AO PACIENTE cloridrato de memantina Medicamento genérico Lei nº 9.787, de 1999. APRESENTAÇÕES Comprimido revestido 10mg Embalagens contendo 30, 60 e 500 comprimidos. USO
MEDICAMENTO SIMILAR EQUIVALENTE AO MEDICAMENTO DE REFERÊNCIA
ZIDER cloridrato de memantina MEDICAMENTO SIMILAR EQUIVALENTE AO MEDICAMENTO DE REFERÊNCIA APRESENTAÇÕES Comprimidos revestidos com 10 mg de cloridrato de memantina. Embalagem com 15, 30, 60 ou 120 comprimidos
Endometriose: Diagnóstico e Tratamento
Endometriose: Diagnóstico e Tratamento Alysson Zanatta Diretor de Comunicação, Associação de Ginecologia e Obstetrícia do Distrito Federal Doutor em Medicina, Faculdade de Medicina da Universidade de São
Tratamento com Hormônio da Tiróide (L-tiroxina)
Tratamento com Hormônio da Tiróide (L-tiroxina) O QUE É O INDATIR? O Indatir - Instituto da Tiróide é uma instituição sem fins lucrativos, fundada em dezembro de 2001 em São Paulo, reunindo especialistas
MEDICAMENTO SIMILAR EQUIVALENTE AO MEDICAMENTO DE REFERÊNCIA
ZIDER cloridrato de memantina MEDICAMENTO SIMILAR EQUIVALENTE AO MEDICAMENTO DE REFERÊNCIA APRESENTAÇÕES Comprimidos revestidos com 10 mg de cloridrato de memantina. Embalagem com 15, 30 ou 60 comprimidos
Heimer. (cloridrato de memantina)
Heimer (cloridrato de memantina) Bula para paciente Comprimido revestido 10 mg Heimer (cloridrato de memantina) MEDICAMENTO SIMILAR EQUIVALENTE AO MEDICAMENTO DE REFERÊNCIA Comprimido revestido FORMA FARMACÊUTICA
RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO
RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO 1. NOME DO MEDICAMENTO PARLODEL 2,5 mg comprimidos PARLODEL 5 mg cápsulas PARLODEL 10 mg cápsulas 2. COMPOSIÇÃO QUALITATIVA E QUANTITATIVA Comprimidos 2,5 mg Um
ZIDER (cloridrato de memantina)
ZIDER (cloridrato de memantina) Libbs Farmacêutica Ltda. Comprimidos revestidos 10 mg ZIDER cloridrato de memantina MEDICAMENTO SIMILAR EQUIVALENTE AO MEDICAMENTO DE REFERÊNCIA APRESENTAÇÕES Comprimidos
Folantine. (ácido fólico)
Folantine (ácido fólico) TKS Farmacêutica Ltda Comprimidos Simples 5 MG Folantine ácido fólico APRESENTAÇÕES Comprimidos em embalagens com 30 ou 1005 comprimidos. USO ORAL USO ADULTO COMPOSIÇÃO Cada comprimido
FOLHETO INFORMATIVO. DIAZEPAM LABESFAL, comprimidos
FOLHETO INFORMATIVO DIAZEPAM LABESFAL, comprimidos COMPOSIÇÃO DIAZEPAM LABESFAL 5 mg Diazepam Excipiente 5 mg q.b.p. 1 comp. DIAZEPAM LABESFAL 10 mg Diazepam Excipiente 10,0 mg q.b.p. 1 comp. FORMA FARMACÊUTICA
RADIOTERAPIA EM TUMORES HIPOFISÁRIOS
ARTIGO ORIGINAL ACTA MÉDICA PORTUGUESA 2002; 15:185-190 RADIOTERAPIA EM TUMORES HIPOFISÁRIOS CARLA BAPTISTA, ISABEL PA1VA, LEONOR GOMES, FERNANDO GOMES, MANUELA CARVALHEIRO e M.M. ALMEIDA RUAS Serviço
Medicamentos que atuam no sangue e sistema nervoso central
Medicamentos que atuam no sangue e sistema nervoso central Medicamentos que atuam no sangue A hemostasia normal é um equilíbrio entre processos trombóticos e hemorrágicos, quando alterada, o próprio organismo
CLOPIXOL Zuclopentixol
CLOPIXOL Zuclopentixol USO ADULTO FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO CLOPIXOL comprimidos revestidos. Embalagem contendo 20 comprimidos. Cada comprimido contém 10 mg ou 25 mg de zuclopentixol na forma de
Disfunção Sexual Masculina
VI CURSO PÓS GRADUADO NEDO A ENDOCRINOLOGIA REVISITADA Disfunção Sexual Masculina A. Galvão-Teles Auditório Alto dos Moinhos, 16 a 18 de Abril de 2009 Disfunção sexual eréctil (DSE) Incapacidade em atingir
revisão Incidentalomas Hipofisários Lucio Vilar Monalisa F. Azevedo Gilka Barisic Luciana A. Naves RESUMO
revisão RESUMO Lesões hipofisárias clinicamente inaparentes são demonstradas através da ressonância magnética em aproximadamente 10% da população geral adulta, caracterizando os chamados incidentalomas
T AT A A T M A E M NT N O
Interpretação de exames laboratoriais em RHA Técnicas de Reprodução Assistida Dr. Pedro Augusto Araujo Monteleone [email protected] 24 de fevereiro de 2012 exames laboratoriais em RHA DIAGNÓSTICO
André Luís Montillo UVA
André Luís Montillo UVA Definição: É uma doença sistêmica de origem desconhecida que determina alteração no Processo de Remodelação Óssea. É determinada por osteoclastos anormais que aceleram o remodelamento
