PROVA UNIFICADA II UNIDADE
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- Luzia Palhares Palmeira
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1 CURSO: BACHARELADO EM DIREITO DISCIPLINA: DIREITO DE SEGURIDADE SOCIAL CÓD. DISCIPLINA: PROFESSOR(A): ANTONIO MARCOS ALMEIDA PERÍODO DA DISCIPLINA: 7º PERÍODO TURNO: NOITE SEMESTRE: PROVA UNIFICADA II UNIDADE 01) Em relação aos benefícios previdenciários, considerando a legislação previdenciária em vigor, assinale a a) Logo que conseguiu o seu primeiro emprego, em março de 2012, Julio foi regularmente inscrito na previdência social, na condição de segurado, ocasião em que sua esposa e sua filha eram, de fato, suas dependentes. Em maio do mesmo ano, contudo, Julio veio a ser preso em flagrante pela prática de crime, tendo permanecido preso no curso da respectiva ação penal, ao cabo da qual veio a ser condenado a cinco anos de reclusão. Nessa situação, suas dependentes não terão direito ao auxílio-reclusão, em razão de não se ter completado o prazo de carência para o recebimento desse benefício. b) Regularmente admitida como empregada doméstica, há cinco meses, em uma residência em Campina Grande, Maria trabalhou até o final do expediente. Todavia, como já se completara o nono mês de gestação, naquela mesma noite Maria entrou em trabalho de parto e deu a luz a seu filho, vindo, então, a entrar em gozo de licença maternidade. Nessa situação, a empregadora doméstica deverá assumir o encargo da remuneração de Maria durante quatro meses, tendo em vista que ela não terá direito ao beneficio do salário-maternidade que deveria ser pago pelo INSS. c) Pinto da Silva, segurado obrigatório da Previdência Social, em 16/12/98, possuía 25 anos de contribuição e 48 anos de idade. Parou de contribuir nesta data. Voltou a contribuir novamente para o RGPS, durante 5 anos, entre 2000 e Desde então não voltou mais a contribuir para Previdência. Nessa hipótese, é correto afirmar que ele não teria direito à aposentadoria por tempo de contribuição proporcional. d) O auxílio-acidente tem como características, dentre outras: ser um benefício instantâneo, devido ao segurado, com caráter indenizatório e vinculado às sequelas consolidadas. 02) Em relação aos benefícios previdenciários, considerando a legislação previdenciária em vigor, assinale a a) Antonio, 65 anos de idade, é segurado obrigatório da Previdência Social, para a qual, na qualidade de empregado, contribuiu durante 36 anos. Há exatos dois meses, Antonio, que sempre atuou como comerciário, demitiu-se de seu último emprego, mas somente hoje ele ingressou com pedido de concessão de aposentadoria por tempo de contribuição. É correto afirmar que a idade de Antonio teria relevância para a fixação da renda mensal do benefício de aposentadoria por tempo de contribuição. b) O período de carência correspondente à aposentadoria por invalidez oriunda de doença profissional é de doze contribuições. c) Mário, 65 anos de idade, é segurado obrigatório da Previdência Social, para a qual, na qualidade de empregado, contribuiu durante 35 anos. Nesse caso, Mário tem preenchido os requisitos para duas espécie de aposentadoria do RGPS, porém só pode optar por uma delas.
2 d) Maria, segurada do RGPS na qualidade de empregada, após adotar regularmente uma criança de 4 anos de idade ficou sabendo que a mãe biológica já tinha recebido o salário-maternidade. Maria procurou orientar-se com Beatriz, acadêmica do Curso de Direito da Facisa, acerca da possibilidade dela receber também o saláriomaternidade como mãe adotiva. Em face da consulta, Beatriz respondeu que Maria também tinha direito ao recebimento do salário-maternidade, inclusive pelo mesmo período que foi pago à mãe biológica. Nesse caso, é correto afirmar que Beatriz respondeu corretamente, tendo em vista a atual legislação previdenciária sobre a matéria. 03) Em relação aos benefícios previdenciários, considerando a legislação previdenciária em vigor, assinale a a) Iany, médica e professora universitária, mantém vínculo empregatício com um hospital particular, onde percebe salário de R$ 6.000,00 e com a Faculdade de Ciência Médicas, onde percebe um salário de R$ 6.000,00. Iany, concomitantemente, atende em seu consultório particular, contribuindo para a previdência como segurada contribuinte individual. Sabe-se que a média dos 12 salários de contribuição de Iany nesta atividade foi de R$ 1.000,00. Em abril/2014, Iany deu à luz a um casal de gêmeos. Nessa hipótese, a renda mensal do salário-maternidade que será devido a Iany, durante 120 dias, não poderá ser superior ao teto das aposentadorias pagas pelo RGPS. b) No caso de falecimento da segurada ou segurado que fizer jus ao recebimento do salário-maternidade, o benefício será pago, por todo o período ou pelo tempo restante a que teria direito, ao cônjuge ou companheiro sobrevivente que tenha a qualidade de segurado, exceto no caso do falecimento do filho ou de seu abandono. c) João Bonito, 65 anos, segurado empregado do RGPS, contribuiu para a previdência social por exatos 20 anos, quando resolveu se desligar do emprego que exercia como comerciário, em jan/2010. Desde então, João foi morar com sua esposa Iracema na comunidade indígena de Baia da Traição na Paraíba. Sabe-se que nesse período João não contribuiu para previdência. Em janeiro de 2014, enquanto pescava, João foi mordido por um tubarão, vindo a falecer em virtude dos ferimentos. Nesse caso é correto afirmar que Iracema não terá direito ao benefício de pensão por morte, tendo em vista que na data do óbito João já tinha perdido a qualidade de segurado. d) Após dois anos do contrato de trabalho, Camila, que exercia a atividade de empregada doméstica foi acometida de uma doença que a incapacitou temporariamente para o trabalho de babá que exercia na residência de Dr. Paulo. Com base na situação hipotética acima e considerando o atual plano de benefício da previdência social, podemos afirmar que Camila receberá o auxílio-doença a partir do trigésimo primeiro dia de afastamento do trabalho, até a data em que voltar a trabalhar, devendo os trinta primeiros dias ser pagos por Dr. Paulo. 04) Em relação aos benefícios previdenciários, considerando a legislação previdenciária em vigor, assinale a a) Raimundo, 60 anos de idade, é segurado obrigatório da Previdência Social, para a qual, na qualidade de empregado, contribuiu durante 30 anos. Há exatos dois meses, Raimundo, que sempre atuou como professor de ensino médio, demitiu-se de seu último emprego, mas somente hoje ele ingressou com pedido de concessão de aposentadoria por tempo de contribuição. Nesse caso, o pedido de concessão da aposentadoria de Raimundo deve ser deferido, dado ele ter tempo de contribuição suficiente para lhe conferir direito a aposentar-se, sendo correto afirma que a renda mensal de sua aposentadoria
3 corresponderá ao valor integral do salário-de-benefício e que esse benefício lhe será devido a partir da data em que ele se desligou de seu último emprego. b) O Deputado Zé Previ defendendo o fim do fator previdenciário no plenário da Câmara, assim se pronunciou: Esse famigerado fator previdenciário representa um verdadeiro confisco no valor de qualquer aposentadoria prevista no Regime Geral de Previdência Social no Brasil, e, portanto, em defesa de uma vida digna para o aposentado de qualquer espécie deve ser abolido. Considerando as regras atuais relativas ao cálculo das aposentadorias do RGPS, é correto afirmar que o deputado se pronunciou corretamente. c) Considerando que a data do óbito foi em novembro de 2014, o valor da pensão por morte devida aos dependentes do segurado, não estando este em gozo de nenhum beneficio previdenciário quando do óbito, é de cem por cento do valor da aposentadoria por invalidez a que o segurado teria direito se estivesse aposentado na data do seu falecimento. d) Charles, segurado do RGPS, na qualidade de empregado, que mantém uma união estável homo afetiva com Richard, por mais de dois anos, resolveu adotar uma criança de 6 anos do abrigo Meninos da Esperança, em Campina Grande/PB. Durante o processo de adoção Charles obteve a guarda judicial para fins de adoção. Nesse caso, é correto afirmar que Charles terá direito ao recebimento do salário-maternidade pelo período de 120 dias. 05) Assinalar a a) Não há direito a auxílio-doença ou a aposentadoria por invalidez quando a incapacidade para o trabalho é preexistente ao reingresso do segurado ao Regime Geral de Previdência Social (RGPS), inclusive nos casos de agravamento da doença. b) Manuel, segurado obrigatório do RGPS, enquanto empregado da empresa Só Pregos Ltda. Sofreu, em 01/01/2013, um acidente em que perdeu os dedos da mão direita. Após a cessação do auxílio-doença, em maio/2013, Manuel passou a perceber o benefício de auxílio-acidente no valor de R$ 2.000,00, tendo, ato contínuo, pedido demissão da empresa. Em agosto desse ano, Manuela sua esposa, que há três meses também era empregada da mesma empresa, veio a falecer. Nesse caso, considerando a legislação previdenciária em vigor, é correto afirmar que Manuel não poderá acumular a pensão por morte com o auxílio-acidente. c) Após 8 (oito) meses do contrato de trabalho, Camila, que exercia a atividade de empregada doméstica foi acometida de uma neoplasia maligna (câncer) que a incapacitou temporariamente para o trabalho de babá que exercia na residência de Dr. Paulo. Com base na situação hipotética acima e considerando o atual plano de benefício da previdência social, podemos afirmar que Camila não receberá o auxílio-doença por não ter cumprido a carência exigida para esse benefício. d) A divorciada que voltou a viver com o ex-cônjuge pode ser contemplada com a pensão pela morte do exmarido se demonstrar que com ele manteve união estável, por mais de dois anos, até a data de seu óbito. 06) Em relação aos benefícios previdenciários, considerando a legislação previdenciária em vigor, assinale a a) Juliana, arquiteta, contribuinte individual, realizou dez contribuições para a Previdência Social, no período de janeiro de 2009 a outubro de Em janeiro de 2013, ela engravidou, retomando então as suas
4 contribuições (como contribuinte individual) por exato dois meses, tendo em vista a prestação de serviço para uma empresa de construção civil. Informou também que no período de novembro de 2009 a dezembro de 2012 não exerceu nenhuma atividade remunerada nem contribuiu para ao RGPS. Diante dessa situação, indagou: Agora, depois do nascimento do filho, ela teria direito a algum benefício da Previdência Social? Larissa, advogada especialista em Direito Previdenciário, respondeu que, segundo a legislação previdenciária, Juliana não teria direito ao salário maternidade, tendo em vista que as contribuições anteriores a perda da qualidade de segurada não serão computadas para efeito de carência, porquanto ela não conta, a partir da nova filiação ao Regime Geral de Previdência Social, com, no mínimo, um terço do número de contribuições exigidas para o cumprimento da carência correspondente ao benefício. Nesse caso, a advogada respondeu corretamente ao questionamento. b) Zé do Galo chefe de Torcida Organizada, era segurado facultativo do RGPS, tendo contribuído por exato 2 (dois) anos, quando foi preso em flagrante por ter cometido um crime em Estádio de Futebol, tendo sido condenado a cinco anos de reclusão. Neste momento parou de recolher suas contribuições. Após cumprir um ano de pena, fugiu da unidade penitenciária. Três meses depois, foi novamente encontrado pela polícia e, depois de uma troca de tiros, foi baleado, ficando inválido. Considerando a situação hipotética acima, é correto afirmar que Zé do Galo terá direito ao benefício de aposentadoria por invalidez. c) O auxílio-doença do segurado que exercer mais de uma atividade abrangida pela previdência social será devido mesmo no caso de incapacidade apenas para o exercício de uma delas, devendo a perícia médica ser conhecedora de todas as atividades que o mesmo estiver exercendo. d) Mário, 65 anos de idade, aposentado do RGPS, manteve com Sandra uma união estável durante mais de trinta anos, mas não tiveram filhos em comum e não há qualquer notícia de que ele tenha tido filhos com outra mulher. Sabe-se também que Sandra recebe uma pensão por morte (RGPS) de um filho de casamento anterior. Em 2013 o casal separou-se, tendo Mário ficado com a obrigação de pagar pensão alimentícia a Sandra, no valor de 10% do valor da sua aposentadoria. Caso ficasse comprovado que Mário, após a separação, casou-se com Ana, 19 anos, e que adotaram um filho, Marinho, de 8 meses de idade, é correto afirmar que a pensão por morte seria rateada em duas cotas iguais, apenas entre Ana e Marinho, caso Mário viesse a falecer. 07) Em relação aos benefícios previdenciários, considerando a legislação previdenciária em vigor, assinale a a) Após falecimento de José, sua mãe passa a receber pensão por morte, durante 6 meses, vindo a falecer logo depois. Em virtude desse fato, a pensão passa a ser devida a João, irmão do segurado, o qual dependia economicamente de José, pois tinha 10 anos de idade e é inválido. b) Ana foi casada com Juca, segurado do RGPS, durante mais de vinte anos, mas não tiveram filhos em comum e não há qualquer notícia de que ele tenha tido filhos com outra mulher. Por ocasião do divorcio, Ana renunciou à pensão alimentícia. Entretanto após um ano da separação ficou comprovada a necessidade econômica de Ana, tendo Juca, de forma espontânea, passado a contribuir mensalmente com um percentual de 20% do seu salário para o sustento dela. Nessa hipótese, em caso de falecimento de Juca, Ana não terá direito à pensão por morte em face de ter perdido a qualidade de dependente previdenciária, por ter renunciado à pensão alimentícia judicialmente.
5 c) A aposentadoria especial, uma vez cumprida a carência exigida, será devida ao segurado empregado, trabalhador avulso e contribuinte individual, este de qualquer condição, que tenha trabalhado durante quinze, vinte ou vinte e cinco anos, conforme o caso, sujeito a condições especiais que prejudiquem a saúde ou a integridade física. d) Segundo a legislação previdenciária, o aposentado por invalidez que retornar voluntariamente à atividade terá sua aposentadoria automaticamente cessada, a partir da data do retorno, contudo, o segurado poderá requerer, a qualquer tempo, novo benefício, tendo este processamento normal.
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