Visão geral da respiração vegetal
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- Ágata de Oliveira Frade
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1 UNIDADE VII RESPIRAÇÃO 1. INTRODUÇÃO 2. OS SUBSTRATOS DA RESPIRAÇÃO 3. GLICÓLISE 4. CICLO DO ÁCIDO TRICARBOXÍLICO (CICLO DE KREBS) Visão geral da respiração vegetal A fotossíntese fornece os carboidratos, dos quais as plantas dependem, enquanto que a respiração é o processo pelo qual a energia armazenada nos carboidratos é liberada de maneira controlada. A respiração aeróbica (comum a todos os organismos eucarióticos) em plantas é semelhante àquela encontrada em animais. Embora, existam alguns aspectos específicos da respiração em plantas que diferem daqueles dos animais. 1
2 Visão geral da respiração vegetal Do ponto de vista químico, a RESPIRAÇÃO EM PLANTAS pode ser expressa como a oxidação da sacarose (molécula de 12 carbonos) e a redução de 12 moléculas de O 2. C 12 H 22 O H 2 O 12 CO H e - 12 O H e - 24 H 2 O Resultando na seguinte reação líquida: C 12 H 22 O O 2 12 CO H 2 O G = kcal/mol ou kj/mol (1 caloria = 4,1865 joules) 2
3 SUBSTRATOS DA RESPIRAÇÃO EM PLANTAS CARBOIDRATOS: SACAROSE (principal em plantas); GLICOSE; FRUTOSE; AMIDO (via fosforolítica e via hidrolítica); FRUTANA (armazenada em vacúolos). LIPÍDIOS: TRIACILGLICEROL (sementes de oleaginosas). PROTEÍNAS: PROTEÍNAS (germinação de sementes e folhas senescentes). ÁCIDOS ORGÂNICOS: MALATO - Nas plantas que fazem o CAM. (Dessacidificação escura). ÁCIDO GLICÓLICO - Na fotorrespiração. 3
4 QUOCIENTE RESPIRATÓRIO (Q.R.) Q.R. = moles de CO 2 liberados / moles de O 2 consumidos Glicose (açúcar): C 6 H 12 O O 2 6 CO H 2 O Q.R. = 6 CO 2 / 6 O 2 = 1 Ácido málico (ácido orgânico): C 4 H 6 O O 2 4 CO H 2 O Q.R. = 4 CO 2 / 3 O 2 = 1,33 Ácido palmítico (ácido graxo): C 16 H 32 O O 2 16 CO H 2 O Q.R. = 16 CO 2 /23 O 2 = 0,69 DEGRADAÇÃO DA SACAROSE SÍNTASE DA SACAROSE CITOSOL SACAROSE + UDP FRUTOSE + UDP-GLICOSE UDP-GLICOSE + PPi GLICOSE-1-P + UTP (enzima UDP-GLICOSE PIROFOSFORILASE) Principal enzima em órgãos que armazenam amido (sementes em desenvolvimento e tubérculos) e em tecidos com rápido crescimento. INVERTASE - ALCALINA (CITOSOL ph 7,0) E ÁCIDA (PAREDE CELULAR E VACÚOLO ph 5,0) SACAROSE + H 2 O FRUTOSE + GLICOSE Invertase ácida é ativa no descarregamento apoplástico, enquanto que a invertase alcalina é mais ativa em tecidos maduros. 4
5 DEGRADAÇÃO FOSFOROLÍTICA DO AMIDO 5
6 DEGRADAÇÃO HIDROLÍTICA DO AMIDO Degradação de frutana (Inulina) As frutanas são armazenadas nos vacúolos Gli-Fru-(Fru) n + n H 2 O Frutofuranosidase n Frutose + Sacarose Sacarose + H 2 O Invertase ácida Glicose + Frutose Glicose e Frutose são fosforiladas e utilizadas pela via Glicolítica. Encontradas em: Folhas e caules de trigo e cevada; Tubérculos de alcachofra e dália; Bulbos de cebola; Sementes de cereais. 6
7 Via glicolítica A glicólise ocorre em todos os organismos vivos e, em termos evolucionários, é o mais antigo dos três estágios da respiração. As enzimas que catalisam as reações da glicólise estão localizadas no citosol, em plantas ocorre também nos plastídios, e O 2 não é requerido para converter glicose a piruvato. Isso sugere que a glicólise deve ter sido, provavelmente, o processo fornecedor de energia nas células primitivas, que realizavam a respiração anaeróbica, antes do aparecimento do O 2 na atmosfera e da fotossíntese. Reações da glicólise e fermentação em plantas Fase inicial da glicólise. Substratos de diferentes origens são canalizados para triose-fosfato. Para cada molécula de sacarose que é metabolizada, quatro moléculas de triose-fosfato são formadas. O processo requer a adição de até 4 ATPs. 7
8 Reações da glicólise e fermentação em plantas Fase de conservação de energia da glicólise. A triose-fosfato é convertida a piruvato. NAD + é reduzido a NADH por meio da gliceraldeídofosfato desidrogenase. ATP é sintetizado nas reações catalisadas pela fosfoglicerato cinase e piruvato cinase. Um produto final alternativo, fosfoenolpiruvato, pode ser convertido a malato para oxidação mitocondrial ou armazenagem no vacúolo. NADH pode ser reoxidado durante a fermentação tanto pela lactato desidrogenase como pela álcool desidrogenase. Reações anapleróticas ou de suplementação No final da glicólise, as plantas apresentam duas vias alternativas para o metabolismo do fosfoenolpiruvato (PEP): 1 2 PEP + CO 2 oxaloacetato + Pi malato 1 PEP carboxilase; 2 desidrogenase do malato (malato é transportado para a mitocôndria ou armazenado no vacúolo); PEP + H 2 O piruvato + Pi (a fosfatase do PEP se localiza no vacúolo e sua atividade aumenta em condições de deficiência de fósforo). 8
9 FUNÇÕES DA GLICÓLISE 1. Converter uma sacarose em 4 moléculas de piruvato; 2. Produzir ATP (fosforilação ao nível de substrato) e NADH; 3. Produzir compostos que são precursores para a biossíntese de componentes celulares: Hexose-fosfato Parede celular; Triose-fosfato Ácidos graxos, gorduras, óleos; Triose-fosfato Serina, cisteína proteína; PEP + CO 2 AOA ASP Arginina e outros aminoácidos, além de pirimidinas e alcaloides; Piruvato Alanina, etanol e lactato; 4. Produzir piruvato (presença de O 2 ) Mitocôndria Através do ciclo de Krebs e CTE produz ATP e outros compostos intermediários importantes para a biossíntese de componentes celulares. Fermentação em plantas Embora as plantas superiores sejam organismos aeróbicos obrigatórios, seus tecidos ou órgãos podem estar sujeitos a condições anaeróbicas. Situações típicas ocorrem: 1. Quando suas raízes estão em condições de solos alagados; 2. No início do processo de germinação de sementes grandes; 3. No rebrotamento de tubérculos; 4. Sob condições de estresses hídrico e salino. 9
10 Ciclo do ácido tricarboxílico Em 1937, o inglês Hans A. Krebs propôs um ciclo de reações para explicar como o piruvato é degradado em mitocôndrias de músculo de peito de pombo. Ele denominou este caminho metabólico de ciclo do ácido cítrico ou ciclo do ácido tricarboxílico. Denominado também de ciclo de Krebs. No início da década de 1950 foi demonstrado que o ciclo de Krebs ocorria também em mitocôndrias vegetais. ESTRUTURA DA MITOCÔNDRIA As mitocôndrias são estruturas pleomórficas 10
11 Entrada de piruvato e de malato na mitocôndria Volume de exclusão (V e ) da membrana externa mitocondrial é de daltons. Reações e enzimas do ciclo do ácido cítrico de plantas 11
12 Principais funções do ciclo de Krebs 1. Produção de doadores de elétrons (NADH e FADH 2 ) que serão oxidados na CTE com a produção de ATP; 2. Síntese direta de 1 ATP por volta do ciclo (fosforilação ao nível do substrato); 3. Formação de esqueletos de carbono que podem ser utilizados na síntese de aminoácidos e compostos mais complexos. UNIDADE VII RESPIRAÇÃO 5. CADEIA TRANSPORTADORA DE ELÉTRONS (CTE) 6. SÍNTESE DE ATP ACOPLADA AO FLUXO DE ELÉTRONS 7. VIA DAS PENTOSE FOSFATO 8. A RESPIRAÇÃO E A FORMAÇÃO DE ESQUELETOS DE CARBONO 9. TAXA DE RESPIRAÇÃO NOS ÓRGÃOS VEGETAIS 9.1. EM FUNÇÃO DA IDADE 9.2. ECONOMIA NO USO DE CARBONO 10. FATORES QUE AFETAM A RESPIRAÇÃO DISPONIBILIDADE DE SUBSTRATO LUZ TEMPERATURA OXIGÊNIO 12
13 Na glicólise e no ciclo de Krebs, a oxidação dos substratos é feita por NAD + ou FAD. A quantidade desses cofatores na célula é limitada e as reações da glicólise e do ciclo de Krebs cessariam se não houvesse um mecanismo de reoxidação de NADH e FADH 2. Pode-se afirmar que em todos os organismos aeróbicos o oxigênio molecular (O 2 ) é o agente oxidante. Energia padrão = - nf E 0, onde o E 0 : n número de elétrons envolvidos; F-constante de Faraday (23 kcal x mol -1 ) para NADH/NAD + = - 0,32 V para FADH 2 /FAD = + 0,03 V para H 2 O/O 2 = + 0,81 V E 0 = E 0 (ag. oxidante) - E 0 (ag. redutor) NADH + H + + ½ O 2 NAD + + H 2 O G = kj mol -1 ou - 52,5 kcal mol -1 FADH 2 + ½ O 2 FAD + H 2 O G = kj mol -1 ou - 36,3 kcal mol -1 13
14 Cadeia transportadora de elétrons e fosforilação oxidativa I Inibidores da CTE Complexo I: Rotenona, piericidina; Complexo II: Malonato; Complexo III: Antimicina; Complexo IV: Cianeto, azida e CO; Complexo V: Dinitrofenol, NH 4+, detergentes; Oxidase alternativa: Ácido salicilhidroxâmico (SHAM) 14
15 Principal função da CTE O fluxo de elétrons para o O 2 com a formação de H 2 O, proporciona a formação de ATP, que é denominada de fosforilação oxidativa. Nesta operação, se dá a reoxidação de NADH e FADH 2. Ubiquinona Sua completa redução requer dois elétrons e dois prótons e ocorre em duas etapas. 15
16 15/09/2014 Espádice de Sauromatum guttatum (lírio vodum) da família Araceae. RS alta alta temperatura do espádice (aumento de até 25ºC) volatilização de aminas, indol e terpenos (odor de carne podre) atrai insetos ajuda na polinização. O ácido salicílico tem sido identificado como o sinal químico para iniciar este evento termogênico. Os transportadores trocam substratos e produtos. O gradiente eletroquímico de prótons desempenha um papel importante no movimento de ácidos orgânicos do ciclo de Krebs e de substratos e produtos da síntese de ATP para dentro e para fora das mitocôndrias. 16
17 Balanço energético da respiração Razões ADP:O teóricas e experimentais em mitocôndrias vegetais isoladas. Razão ADP:O Substrato Teórica Experimental Malato Succinato NADH (externo) 2,5 1,5 1,5 2,4-2,7 1,6-1,8 1,6-1,8 Produção máxima de ATP citosólico a partir da oxidação completa da sacarose a CO 2 por via da glicólise, ciclo do ácido cítrico e CTE. Reação parcial Glicólise 4 fosforilações ao nível de substrato 4 NADH Matriz mitocondrial 4 NADH Ciclo do ácido cítrico 4 fosforilações ao nível do substrato 4 FADH 2 12 NADH Total ATP por sacarose 4 x 1,5 4 x 2,5 4 x 1,5 12 x 2,5 Utilizando 12 kcal mol -1 (50 kj mol -1 )para a energia livre da formação de ATP in vivo: 60 x 12 kcal mol -1 = 720 kcal mol -1 ou kj mol -1 [52% da energia livre para a oxidação completa da sacarose ( kcal mol -1 ou kj mol -1 )]
18 Caminho oxidativo da pentose fosfato (COPF) Durante as décadas de , vários bioquímicos (Horecker & Racker, Dichens, Lipman e Warburg) demonstraram a existência de uma outra via de oxidação da glicose em levedura e em tecidos animais. Após 1950, os fisiologistas Gibbs e Axelrod & Beevers demonstraram que as plantas superiores também possuíam esta via oxidativa, que é conhecida como caminho oxidativo da pentose fosfato (COPF), caminho da hexose monofosfato ou caminho do ácido fosfoglucônico. Quando se compara a importância relativa da glicólise e do COPF, verifica-se que o COPF pode ser responsável por 5 20% da oxidação da glicose. A COPF ocorre também nos cloroplastos no escuro. 18
19 Funções da Via das Pentoses 1. Via alternativa de oxidação de glicose; 2. Produzir NADPH: Produção ATP através da CTE; Biossíntese de ácidos graxos e isoprenoides; Redução da glicose a sorbitol; Outras reações biossintéticas. 19
20 3. Produzir eritrose-4-fosfato: Biossíntese de aminoácidos aromáticos e compostos fenólicos (antocianinas, lignina, flavonóides, fitoalexinas) e auxinas. 4. Produzir ribose-5-fosfato: Produção de ribose RNA desoxirribose DNA Produção de nucleotídeos: NADH, NADPH, FAD, FMN; Produção de ATP. A RESPIRAÇÃO E A FORMAÇÃO DE ESQUELETOS DE CARBONO 20
21 Respiração em função da idade do órgão ou da planta Taxas de respiração em função da idade. Esta curva aplica-se à maioria das plantas herbáceas, tecidos e órgãos (Hopkins, 2000). Taxa de respiração e economia no uso de carbono Um ponto importante a ser considerado é que, na maioria das plantas, uma proporção significativa do carbono fotoassimilado é alocado para a respiração: Em espécies herbáceas, de 30 a 60% do ganho diário de carbono na fotossíntese são consumidos na respiração e este valor decresce com a idade; Em espécies lenhosas jovens, estas perdas são cerca de um terço do carbono assimilado, podendo dobrar nas plantas adultas devido ao aumento na proporção de tecidos não fotossintéticos da planta; 21
22 Em áreas tropicais, a respiração pode consumir de 70 a 80% dos fotoassimilados, em função da alta taxa de respiração noturna associada às elevadas temperaturas desta região. Para um melhor entendimento do impacto da respiração sobre a economia no uso de carbono nas plantas, foram propostos os termos respiração de crescimento e respiração de manutenção para se fazer a distinção entre os gastos com o crescimento e os gastos com a manutenção das atividades e das estruturas celulares. RESPIRAÇÃO DE CRESCIMENTO É aquela que inclui o carbono realmente incorporado (produção de esqueletos de carbono para a formação de parede celular, macromoléculas, etc.) mais o carbono respirado para produzir energia sob a forma de ATP e poder redutor (NADH, NADPH e FADH 2 ), necessários para as reações de biossíntese e para o crescimento. RESPIRAÇÃO DE MANUTENÇÃO É aquela que fornece somente energia (ATP) para os processos que não resultam em aumento de matéria seca (não induz crescimento), tais como: o transporte de moléculas orgânicas, manutenção das estruturas de membranas e troca de solutos. 22
23 Relative Respiration Rate Órgão maduro Growth component Órgão jovem Maintenance component Relative Growth Rate Relação entre a taxa de crescimento do órgão e a respiração de manutenção. A respiração de manutenção pode ser estimada pela extrapolação do zero da respiração de crescimento (Hopkins, 2000). Correlação inversa entre a taxa de respiração de manutenção e a taxa de crescimento em genótipos de centeio (Lolium pratense) (Hopkins, 2000). 23
24 Fatores que afetam a respiração Disponibilidade de substratos: Tecido com [açúcar] baixa baixa atividade respiratória Tecido com [açúcar] alta alta atividade respiratória Tecido com [açúcar] baixa adição de açúcar RS aumenta Exemplos: 1. folhas ao amanhecer (RS << RS) folhas no início da noite [açúcar] baixa [açúcar] alta 2. folhas iluminadas (RS >> RS) folhas sombreadas FS alta [açúcar] alta FS baixa [açúcar] baixa LUZ Efeito direto: Luz FS [substrato] alta RS alta Efeito indireto: Fotorrespiração Obs: A taxa de FS é de 6 a 20 vezes maior do que a da RS mit no período luminoso. Já a FRS é cerca de 20 a 40% da taxa da FS. Portanto, a RS mit é baixa na presença da luz. 1. A desidrogenase do piruvato tem 75% menos atividade na luz que no escuro; 2. A RS mit decresce na presença da luz, mas o valor desse decréscimo é incerto; 3. A mitocôndria é quem supre o citosol de ATP e de esqueletos de carbono (α-oxoglutarato). Obs: Mutantes sem o complexo respiratório em folhas fotossintetizantes sofrem tanto inibição do desenvolvimento foliar como da fotossíntese. 24
25 Temperatura Q 10 = RS (T ºC + 10 ºC) RS (T ºC) Como a atividade respiratória responde às variações de concentração de O 2? Efeito Pasteur Ocorre aumento no consumo de glicose na passagem de condições de aerobiose para anaerobiose. 25
26 Consumo de sacarose em condições aeróbicas e anaeróbicas 1 sacarose (12 C) 1 sacarose (12C) 15 sacarose (180 C) 12 CO 2 60 ATP Aerobiose 4 CO etanol (8 C) 60 CO etanol (120 C) 4 ATP Fermentação alcoólica 60 ATP Fermentação alcoólica 26
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