Métodos de Importação para Pesquisa Científica
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- Edite Fialho Beltrão
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1 Fundação de Apoio ao Desenvolvimento do Ensino, Ciência e Tecnologia do Estado de Mato Grosso do Sul Métodos de Importação para Pesquisa Científica Setor de Importação FUNDECT Marcelo Alves Teixeira [email protected] Diretoria Executiva/FUNDECT Marcelo Turine Diretor Presidente Eduardo José de Arruda Diretor Científico Herbet Assunção Diretor Administrativo
2 Importações para Pesquisa As importações de equipamentos e insumos para pesquisa, somente podem ser realizadas por instituições ou pesquisadores credenciados pelo CNPq; O programa Ciência Importa Fácil estabelece que os pesquisadores, como pessoa física, podem ser beneficiados pelos benefícios tributários e administrativos para importação de equipamentos e insumos para pesquisa;
3 Importações para Pesquisa Até então, apenas instituições de pesquisa, sem fins lucrativos, podiam usufruir desses benefícios; As etapas do processo de importação a realizado pelos pesquisadores são as mesmas que das instituições credenciadas;
4 Credenciamento Pesquisadores e Instituições de Pesquisa Nos termos da LEI Federal 8.010/90, alterada pela LEI Federal /04, para Importar com Isenção de impostos; Nos termos do artigo 26-A, do anexo I, do Decreto /98 que regulamenta a isenção de ICMS no MS. Informações complementares estão disponíveis em:
5 Credenciamento Pesquisadores Análise dos pedidos de credenciamento é realizado pelas diretorias técnicas do CNPq. Instituições de Pesquisa Os pedidos de credenciamento das instituições são analisados pela Comissão de Credenciamento e por Comitê Consultivo designados pelo presidente do CNPq. O credenciamento tem validade de 5 anos.
6 Quais instituições podem importar? institutos de pesquisa federais e estaduais; institutos de pesquisa sem fins lucrativos instituídos por leis federais ou estaduais; universidades federais e estaduais; organizações sociais com contrato de gestão com o Ministério da Ciência e Tecnologia; fundações sem fins lucrativos das instituições referidas anteriormente; pesquisadores e cientistas credenciados e no âmbito de projeto aprovado pelo CNPq; fundações de direito privado, sem fins lucrativos, que atendam aos requisitos do art. 14 do Código Tributário Nacional.
7 O que pode ser importado? Máquinas, equipamentos, aparelhos e instrumentos, bem como suas partes e peças de reposição, acessórios, matérias-primas e produtos intermediários necessário à execução de projetos de pesquisa científica e/ou tecnológica;
8 Orçamento Internacional Fatura proforma (proforma invoice) Após o credenciamento, o importador deve obter do fornecedor uma fatura proforma do produto a ser importado; A fatura proforma deve estar em nome do importador INSTITUIÇÃO (caso de importação institucional) ou do PESQUISADOR(caso de importação pelo sistema importa fácil). Informações importantes da fatura proforma: Nome importador, CNPJ ou CPF (se for o caso), Descrição detalhada do produto, validade, tipo de transporte/frete, dados bancários no exterior, tipo de representante no Brasil (se for o caso), tipo de embalagem, pelo líquido, peso bruto, tipo de frete, entre outras.
9 Registro da Importação De posse da proforma o importador deverá fazer o registro eletrônico da importação no SISCOMEX Sistema Integrado de Comércio Exterior da Receita Federal; MODALIDADES: Licenciamento Simplificado de Importação LSI : para importações até US$ ,00 ; Licenciamento de Importação LI: para importações com valor superior à US$ ,00;
10 Licenciamento Simplificado de Importação LSI até US$ ,00 O pesquisador ou importador institucional pode: Utilizar o serviço Importa Fácil Ciência dos Correios; Utilizar o Setor de Importação de sua instituição de vínculo, o qual deve ter acesso HABILITADO ao SISCOMEX; Utilizar o serviço de um Despachante Aduaneiro.
11 Anuência da Importação pelo CNPq Após o registro no SISCOMEX (modalidade LSI ou LI), o sistema fará o direcionamento do licenciamento para análise e anuência do CNPq. Aspectos importantes para anuência: Importador devidamente credenciado; Verificação da filiação institucional do Executor/Coordenador da pesquisa e o respectivo vínculo à instituição credenciada pelo CNPq; Compatibilidade dos itens importados junto ao projeto de pesquisa; Disponibilidade da Cota Global Anual junto ao Ministério da Fazenda.
12 Outros órgãos anuentes Dependendo do tipo de produto que está sendo importado o licenciamento poderá estar sujeito, também, à análise de outros órgãos anuentes, tais como: ANVISA; CNEN; IBAMA; MAPA/VIGIAGRO; Polícia Federal.
13 Pagamento Internacional Com o licenciamento deferido pelo CNPq o importador irá efetuar o pagamento da importação ao exportador se dirigindo a uma agência bancária que esteja autorizada a operar com câmbio ou utilizando cartão de crédito internacional.
14 Procedimentos de Embarque O importador envia as instruções de embarque para o exportador, onde deverão constar todas as informações técnicas necessárias para que a mercadoria chegue ao território brasileiro corretamente; Aguarda que o exportador proceda o embarque da mercadoria; O prazo de embarque depende do exportador, habitualmente esse prazo vem estipulado na fatura proforma.
15 Registro da DI A mercadoria chegando no país, o importador registra no SISCOMEX a Declaração de Importação DI ou Declaração Simplificada de Importação DSI para dar início à liberação alfandegária junto à Receita Federal; A Declaração de Importação é o documento que irá caracterizar a nacionalização do material importado quando da sua entrada na alfândega, compreende o conjunto de informações fiscais e administrativas correspondentes a uma operação de importação.
16 Documentos para Liberação Para proceder a liberação dos materiais o importador deverá apresentar na Receita Federal os documentos emitidos pelo exportador: Via original do conhecimento de carga ou documento equivalente; Via original da fatura comercial, assinada pelo exportador; Romaneio de carga (packing list), onde estão listadas as características do volume.
17 Despacho Aduaneiro Registrada a Declaração de Importação no SISCOMEX é iniciado o procedimento de despacho aduaneiro, a DI ou DSI é submetida à análise fiscal e selecionada para um dos canais de conferência. Tal procedimento da seleção da Receita Federal recebe o nome de parametrização.
18 Casos Especiais Doações de Equipamentos/Materiais Para receber materiais como doações deverá ser solicitada fatura proforma e correspondente carta de doação, visado pelo Consulado Brasileiro, na origem, quando ultrapassar US$ 1.000,00 (Um mil dólares) e para mandar embarcar os materiais tem que obter previamente a LI (licença de importação).
19 Canais de Conferência CANAL VERDE A mercadoria é desembaraçada automaticamente sem qualquer verificação, devendo o importador comparecer à Alfândega apenas para retirar o Comprovante de Importação. CANAL AMARELO Será realizada conferência dos documentos de instrução da DI e das informações constantes na declaração e, não sendo constatada nenhuma irregularidade, é efetuado o desembaraço aduaneiro. CANAL VERMELHO No caso de seleção para o canal vermelho, há, além da conferência documental, a conferência física da mercadoria.
20 Instrução Normativa 799/07 da Receita Federal Com a edição do Decreto 6.262/07 a Receita Federal editou a Instrução Normativa nº 799/07 objetivando simplificar a liberação alfandegária, as simplificações compreendem: 1. fim da seleção obrigatória para canal amarelo; 2. Direcionamento de no mínimo 90% das declarações para o canal verde, com consequente desembaraço; 3. Tratamento prioritário no despacho, quando selecionado para canais de conferência; 4. Redução das exigências documentais, na hipótese de seleção para conferência documental.
21 Referências b?codigomenu=13199&codigonoticia=180&codigoret=13 221&bread=15
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