Aspectos Administrativos Gerais da Importação

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1 Aspectos Administrativos Gerais da Importação Define-se importação como sendo o ato de inserir no país produtos ou serviços oriundos do exterior, sendo que o processo de tal aquisição oportuniza o intercâmbio entre os países, denominado na atualidade como mercado globalizado. Registro da Empresa Importadora A empresa importadora deve estar cadastrada no Registro de Exportadores e Importadores do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Este registro é efetuado através do Sistema Integrado de Comércio Exterior (Siscomex) de maneira automática na primeira operação de importação. Neste ato devem ser informados CNPJ, constituição societária, capital social e demais dados cadastrais, além de todas as informações relativas à operação comercial e à respectiva mercadoria a ser importada, permitindo que sejam emitidos o Licenciamento de Importação (LI), a Declaração de Importação (DI) e o Registro de Operações Financeiras (ROF). Sistema Integrado de Comércio Exterior na Importação (Siscomex) O Sistema Integrado de Comércio Exterior é um software que interliga os importadores ou agentes credenciados, exportadores, despachantes, transportadores, agências bancárias, dentre outros, à Secretaria de Comércio Exterior (Secex), Banco Central e à Secretaria da Receita Federal. Permite processar os registros dos documentos eletrônicos das operações de importação e exportação. Foi instituído pela edição do Decreto nº 660, de 25/09/92 e implantado em 1993, para agilizar e desburocratizar as operações de exportação; em 1997 começou a operar também para as operações de importação. A implantação do Siscomex propiciou a redução significativa do prazo para desembaraço de mercadorias, redução drástica de burocracia e, por conseqüência, redução de custo e do trânsito físico dos documentos entre os diversos órgãos intervenientes no processo, além da diminuição significativa da possibilidade de fraude. No desenvolvimento e concepção desse mecanismo foram harmonizados conceitos, códigos e nomenclaturas, tornando possível a adoção de um fluxo único de informações, que permite a eliminação de diversos documentos utilizados no processamento das operações de importação. Apresentam-se a seguir os principais documentos de importação que podem ser efetuados através do Siscomex: a) Licenciamento não-automático de Importação (LI); b) Registro de Operações Financeiras (ROF); c) Declaração de Importação (DI); d) Comprovante de Importação (CI); e) Comunicado de Compra (CCO).

2 Licença de Importação As importações brasileiras até 1996 estavam sujeitas à prévia autorização do Decex, através da emissão da Guia de Importação. Com a implantação do Siscomex, módulo importação, em janeiro de 1997, a Guia de Importação foi substituída pela Licença de Importação (LI), a qual surgiu do compromisso do Brasil com o Acordo Geral de Tarifas e Comércio de usar o sistema de licenciamento aprovado pelo acordo em janeiro de A licença de Importação é um documento eletrônico processado pelo Sistema Integrado de Comércio Exterior, utilizado para licenciar as importações de produtos cuja natureza ou tipo de operação está sujeita a controles de órgãos governamentais. Para sua obtenção, o importador ou seu representante legal formula a Licença de Importação no Siscomex e a transmite para a base central onde receberá numeração específica, que ficará à disposição do respectivo órgão para aprovação ou autorização para embarque; este analisa e emite um parecer sobre a importação. A Licença de Importação abrange informações referentes ao importador, país de procedência, fornecedor, mercadoria e informações adicionais. Importações Permitidas As importações permitidas podem ter o licenciamento automático ou nãoautomático. Licenciamento Automático Este é o procedimento mais comum, pois é realizado automaticamente no momento do registro da Declaração de Importação no Siscomex quando da chegada da mercadoria no País, com o objetivo de dar início ao Despacho Aduaneiro junto à Secretaria de Receita Federal. Note-se que, mesmo nos casos em que a mercadoria esteja sujeita ao licenciamento automático, é necessário verificar, até o momento do desembaraço, os casos sujeitos a procedimentos especiais, tais como: a) os produtos de origem vegetal ou animal estão sujeitos às exigências sanitárias ou zoossanitárias pelo Ministério da Agricultura e Abastecimento; b) a borracha natural, sintética ou artificial está sujeita às exigências estabelecidas pelo Ibama; c) produto para amianto, defensivos agrícolas, produtos farmacêuticos, produtos de perfumaria e correlatas da área hospitalar. Licenciamento não-automático As mercadorias estão sujeitas à autorização para embarque ou são deferidas pelo órgão anuente, devendo o licenciamento ser obtido antes do embarque da mercadoria no exterior. Neste procedimento o importador deve prestar informações mais detalhadas sobre o produto que está sendo importado. Geralmente, a Licença de Importação é solicitada antes do desembaraço da mercadoria; mas, em determinados casos, deve ser solicitada antes do embarque do produto no exterior.

3 A Licença de Importação é requerida antes do despacho aduaneiro nas seguintes condições: a)importações sujeitas à anuência do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq); b)importações ao amparo dos benefícios da Zona Franca de Manaus e das Áreas de Livre Comércio. Note-se que os órgãos anuentes podem autorizar diretamente no Siscomex o licenciamento anteriormente ao despacho aduaneiro, quando previsto em legislação específica, mantidas as atribuições de cada anuente. Importações Proibidas Nesta categoria encontram-se as importações proibidas, tendo em vista o país de origem e a natureza da operação. Importações Suspensas São as importações de mercadorias suspensas temporariamente ou em caráter definitivo, que por sua natureza venham a colidir com os interesses nacionais. Importações Sujeitas a Controles Especiais Nas importações brasileiras de determinados tipos de produtos que, pelas suas características peculiares, estão sujeitos a controles especiais dos órgãos licenciadores ou dos demais órgãos federais que atuam como anuentes, a importação estará sujeita a licenciamento não-automático antes do embarque da mercadoria no exterior. Chama-se a atenção para o fato de que, como regra geral, as operações sujeitas ao licenciamento não-automático antes do embarque da mercadoria são: a) sujeitas a cota tarifária e não-tarifária; b) sujeitas a exame de similaridade; c)material usado; d)importação com redução de alíquota decorrente do Extarifário. Note-se que a Secretaria de Comércio Exterior do Ministério da Indústria, do Comércio e do Turismo, ao exercer o controle de emissão do licenciamento nãoautomático procura efetuar uma triagem das mercadorias sujeitas a controles de outros órgãos governamentais, alertando o importador da necessidade de procedimentos especiais, inclusive com relação a preços e mercados, como modo de proteger o comércio e a indústria local. Licença Simplificada de Importação É um documento simplificado criado para licenciar importações de até US$ 3, ou o equivalente em outras moedas, cujas mercadorias estejam sujeitas a controles prévios dos órgãos governamentais. O registro da Licença Simplificada de Importação implica na utilização da Declaração Simplifica de Importação para fins de despacho aduaneiro.

4 Declaração de Importação É um documento de extrema importância, uma vez que é por meio dele que é efetuada a nacionalização da mercadoria importada, licenciando-a para consumo ou outra finalidade, de acordo com a natureza da operação. O importador, nessa oportunidade, obriga-se a fornecer à Receita Federal informações detalhadas sobre a operação, tais como: - especificação completa da mercadoria; - forma de pagamento; - meio de transporte; - classificação aduaneira; - eventuais benefícios fiscais, etc. Despacho Aduaneiro de Importação O despacho aduaneiro é um conjunto de atos praticados pelo fiscal da Receita Federal, que tem por finalidade o desembaraço aduaneiro, o qual nada mais é do que a autorização de entrega da mercadoria procedente do exterior, em caráter definitivo. É através do despacho que a Receita Federal confere a exatidão das informações declaradas pelo importador em relação às mercadorias importadas e aos documentos apresentados. O início do despacho aduaneiro de importação é determinado pelo registro da Declaração de Importação no Sistema Integrado de Comércio Exterior, com exceção do despacho antecipado. Portanto, no momento deste registro, o importador deve efetuar o pagamento de todos os tributos federais exigidos, inclusive o Imposto de Importação. Dito pagamento será realizado mediante débito automático em conta corrente do importador junto à agência bancária habilitada pela Receita Federal mediante preenchimento do Documento de Arrecadação de Receitas Federais (Darf). Transcorrido o prazo mencionado no parágrafo anterior sem que tenha havido o início do despacho aduaneiro de importação, o produto localizado no recinto alfandegado será considerado produto abandonado, resultando assim, para o importador, a pena de perdimento do mesmo. De igual modo isso ocorre com os produtos cujo despacho aduaneiro de importação tenha seu curso interrompido durante 60 dias por ação ou por omissão do importador. Despacho Aduaneiro para Admissão O despacho aduaneiro para admissão tem como objetivo o ingresso em caráter transitório de produtos provenientes do exterior, sob o regime suspensivo de tributação, devendo tais produtos permanecer no território aduaneiro por prazo determinado. Como exemplo, podemos citar as importações de obras para exposições artísticas, científicas e culturais.

5 Despacho Aduaneiro para Consumo O despacho aduaneiro para consumo ocorre quando os produtos são importados em caráter definitivo, ou seja, nacionalizados. Como exemplo, podemos citar a importação de matérias-primas, bens de produção e produtos intermediários, bem como aqueles destinados à comercialização. Inclui-se no despacho para consumo os produtos: a) ingressados no País com benefício do regime de drawback; b) destinados à Zona Franca de Manaus, à Amazônia Ocidental e à Área de Livre Comércio; c) procedentes de Zona de Processamento de Exportação, nos termos da legislação específica; d) contidos em remessa postal internacional ou conduzida por viajante, se aplicado o regime de importação comum; e)antes admitidos em regime suspensivo de tributação, que venham a ser destinados ao regime comum de importação. Despacho Aduaneiro para Internação O despacho aduaneiro para internação tem por finalidade a introdução no restante do território nacional de produto procedente da Zona Franca de Manaus, Amazônia Ocidental ou Área de Livre Comércio. Desembaraço Aduaneiro O desembaraço aduaneiro é o ato final do despacho aduaneiro em virtude do qual é autorizada a entrega da mercadoria ao importador após o registro do desembaraço no Siscomex pela autoridade aduaneira. Após o registro do desembaraço das mercadorias no Siscomex, a Autoridade Fiscal emitirá o Comprovante de Importação, que será entregue ao importador, constituindo-se, esse documento, como prova do ingresso legal da mercadoria no País. Comprovante de Importação O Comprovante de Importação é emitido pela Autoridade Fiscal da Secretaria da Receita Federal, após o registro do desembaraço das mercadorias no Siscomex, o qual será entregue ao importador, constituindo-se em documento comprobatório da nacionalização da mercadoria. Território Aduaneiro Segundo o que estabelece o Regulamento Aduaneiro, Livro I, Título I, Capítulo I, arts. 2º e 3º, o território aduaneiro compreende todo o território nacional, sendo que a jurisdição dos serviços aduaneiros se estende por todo o território aduaneiro, abrangendo a zona primária e a zona secundária. Zona Primária Segundo preceito, o regulamento mencionado no parágrafo anterior, a zona primária compreende a área terrestre ou aquática, contínua ou descontínua, ocupada pelos portos alfandegados, a área terrestre ocupada pelos aeroportos alfandegados e a área terrestre que compreende os pontos de fronteira alfandegados. Zona Secundária Entende-se como zona secundária a área que compreende o restante do território aduaneiro, sendo nela incluídas as águas territoriais e o espaço aéreo.

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