Sistemas Distribuídos: Conceitos e Projeto
|
|
|
- Denílson Carrilho Bardini
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Sistemas Distribuídos: Conceitos e Projeto Relógios Francisco José da Silva e Silva Laboratório de Sistemas Distribuídos (LSD) Departamento de Informática / UFMA 11 de junho de 2013 Francisco Silva (UFMA/LSD) SD: Conceitos e Projeto 11 de junho de / 39
2 Agenda 1 Sincronização de Relógios Físicos 2 Relógios Lógicos Francisco Silva (UFMA/LSD) SD: Conceitos e Projeto 11 de junho de / 39
3 Sincronização de Relógios Físicos Francisco Silva (UFMA/LSD) SD: Conceitos e Projeto 11 de junho de / 39
4 Serviços de Tempo Em sistemas centralizados, a representação do tempo é incrementada de forma uniforme e monotônica; Ou seja, não existe ambiguidade com relação a eventos relacionados ao tempo; Em ambientes distribuídos, cada máquina possui sua própria percepção do tempo; Sem um consenso global é difícil coordenar atividades como coleta de lixo ou validação do tempo de expiração de uma mensagem recebida. Francisco Silva (UFMA/LSD) SD: Conceitos e Projeto 11 de junho de / 39
5 Relógios Físicos Algumas aplicações, como aplicações de tempo real, requerem que os relógios de máquinas distribuídas permaneçam sincronizados; Problemas: Como sincronizar os relógios com a hora correta do mundo real? Como sincronizar os relógios entre si? Francisco Silva (UFMA/LSD) SD: Conceitos e Projeto 11 de junho de / 39
6 Precisão do Relógio Cada máquina possui um temporizador que gera H interrupções por segundo (tics). Estes tics são utilizados para manter um relógio de software. Chamemos este relógio de C; Quanto o tempo for t, idealmente teríamos Cp(t) = t para todo p, onde Cp(t) é o tempo na máquina p; Infelizmente cada fabricante define uma constante definida como razão de erro tal que: 1 ρ dc/dt 1+ρ Francisco Silva (UFMA/LSD) SD: Conceitos e Projeto 11 de junho de / 39
7 Medindo o Tempo Desde a invenção dos relógios mecânicos no século XVII, o tempo é medido astronomicamente; Transição do sol: evento do sol atingir o ponto mais alto; Dia solar: intervalo entre duas transições do sol; Segundo solar: 1/ de um dia solar. Em 1940 foi estabelecido que o período de rotação da Terra não é constante e vem diminuindo progressivamente; Acredita-se que a 300 milhões de anos atrás um ano tinha aproximadamente 400 dias; Passou-se a medir o comprimento de um dia utilizando-se muitos dias, obtendo-se a média dos mesmos antes de dividir por O resultado é o segundo solar médio. Francisco Silva (UFMA/LSD) SD: Conceitos e Projeto 11 de junho de / 39
8 Medindo o Tempo Com a invenção do relógio atômico em 1948 passou-se a medir o tempo de forma mais precisa e independente da Terra; 1 segundo é o tempo que o átomo de cesium 133 leva para realizar transações; Periodicamente 50 laboratórios enviam ao BIH (Bureau International de l Heure) em Paris quantos ticks seus relógios atômicos realizaram; A média chama-se TAI (International Atomic Time): quantidade de ticks do cesium 133 desde 1 de Jan de 1958 dividido por Como o dia solar está ficando mais longo, hoje segundos TAI são 3 msec menor que um dia solar médio; Francisco Silva (UFMA/LSD) SD: Conceitos e Projeto 11 de junho de / 39
9 Medindo o Tempo Isso no futuro poderia causar o descompasso do tempo médio com o observado na natureza. Este problema já ocorreu no passado: Em 1582 o papa Gregório XIII decretou que 10 dias do calendário deveriam ser omitidos; Levou 170 anos para que países protestantes adotassem o calendário Gregoriano. Solução: o BIH introduz segundos sempre que a diferença entre o TAI e o tempo solar excede 800 msec; Este tempo é chamado UTC: Universal Coordinated Time. Francisco Silva (UFMA/LSD) SD: Conceitos e Projeto 11 de junho de / 39
10 Fontes UTC NIST (National Institute of Standards and Technology) disponibiliza diversos métodos de acesso com precisão próxima a 1 milisegundo: Através de linhas telefônicas utilizando-se modem; Através de uma estação de rádio de ondas curtas: conhecidos a velocidade de propagação do sinal e a distância do cliente a estação, o tempo de propagação pode ser calculado e o atraso compensado. Utilização do serviço disponibilizado pelo GPS (Global Positioning System); Satélites GPS utilizam órbitas baixas não geoestacionárias (sua distância com relação a Terra varia) o que dificulta o cálculo do atraso de comunicação; Satélites geoestacionários podem ser utilizados mas o tempo de propagação do sinal é alto (aproximadamente 125 milisegundos); TVs a cabo também transmitem informações de tempo. Francisco Silva (UFMA/LSD) SD: Conceitos e Projeto 11 de junho de / 39
11 Arquitetura de um Serviço de Tempo Distribuído Francisco Silva (UFMA/LSD) SD: Conceitos e Projeto 11 de junho de / 39
12 O Problema da Sincronização de Relógios Físicos Em um ambiente distribuído, cada nó possui seu próprio relógio e existe um tempo não negligenciável de comunicação; É teoricamente impossível obtermos um tempo global físico; Devemos, então, buscar uma aproximação do mesmo. Francisco Silva (UFMA/LSD) SD: Conceitos e Projeto 11 de junho de / 39
13 Algoritmo Centralizado (Cristian 1989) Define-se um nó com receptor UTC denominado servidor de tempo (TS); Periodicamente cada nó envia uma msg a TS solicitando o tempo atual; TS responde com seu tempo corrente. Francisco Silva (UFMA/LSD) SD: Conceitos e Projeto 11 de junho de / 39
14 Algoritmo Centralizado: 1 o Problema O tempo informado pode ser maior ou menor que o tempo local; Não se pode atualizar o relógio local abruptamente; Se o tempo informado for menor, uma mudança abrupta poderia contradizer eventos anteriores; Se for maior, poderia confundir processos esperando por um time-out. Este problema é menos sério que o anterior. Francisco Silva (UFMA/LSD) SD: Conceitos e Projeto 11 de junho de / 39
15 Algoritmo Centralizado: 2 o Problema O tráfego da requisição e da resposta leva um determinado tempo; Seja T 0 o tempo de envio da requisição e T 1 o tempo de recebimento da resposta; O tempo de propagação da mensagem poderia ser estimado como: (T 1 T 0 )/2; Cristian sugere realizar uma série de medições e descartar aquelas que excedam um dado valor por terem sido vítimas de congestionamentos na rede. Francisco Silva (UFMA/LSD) SD: Conceitos e Projeto 11 de junho de / 39
16 Algoritmo de Berkley Um time daemon periodicamente consulta todos os nós perguntado por sua hora local; Após coletar as respostas, ele computa a média destes tempos e envia uma mensagem a todos contendo esta média; Ao receber a msg, cada nó atualiza seu relógio local; Este método é aplicável quando não se tem um servidor UTC. Francisco Silva (UFMA/LSD) SD: Conceitos e Projeto 11 de junho de / 39
17 Algoritmo Distribuído Cada nó periodicamente realiza um broadcast de seu tempo local e inicia um temporizador esperando mensagens dos outros nós; Tendo expirado o tempo, cada nó calcula a nova hora de acordo com uma das seguintes abordagens: Média das mensagens recebidas; Exclui as mensagens cujo valor esteja fora de um dado limite e calcula a média das msgs restantes; Descarta m valores mais altos e baixos e calcula a média das msgs restantes. Francisco Silva (UFMA/LSD) SD: Conceitos e Projeto 11 de junho de / 39
18 Algoritmo Distribuído Francisco Silva (UFMA/LSD) SD: Conceitos e Projeto 11 de junho de / 39
19 Múltiplas Fontes UTC Se for necessário uma sincronização muito precisa com o UTC, pode-se equipar o sistema distribuído com múltiplas fontes UTC; Os nós contendo o tempo UTC devem se sincronizar entre si; Cada TS pode realizar o broadcast de uma faixa de tempo UTC ± IC (por ex.:, precisamente a cada minuto UTC); O intervalo de confiança IC é obtido estatisticamente; Cada TS ao receber as mensagens calcula seu novo tempo. Francisco Silva (UFMA/LSD) SD: Conceitos e Projeto 11 de junho de / 39
20 Network Time Protocol (NTP) Largamente adotado pela Internet; Escalável através de uma organização hierárquica; No topo da estrutura estão os servidores primários que estão diretamente conectados com fontes UTC; Cada nível da hierarquia é denominado um stratum; Quanto menor o stratum de um participante, mais preciso é o seu tempo devido a sua proximidade com uma fonte primária. Francisco Silva (UFMA/LSD) SD: Conceitos e Projeto 11 de junho de / 39
21 Arquitetura NTP Francisco Silva (UFMA/LSD) SD: Conceitos e Projeto 11 de junho de / 39
22 Informações NTP NTP disponibiliza aos clientes as seguintes informações relativas ao servidor primário: Clock offset: diferença entre os dois relógios. Ou seja, o quanto que o cliente deve ajustar seu relógio para permanecer sincronizado com o servidor primário; Round-trip delay entre o cliente e o servidor primário; Dispersion: reflete o erro máximo para o relógio local do cliente em relação ao relógio do servidor primário. Quanto maior o fator de dispersão, menos confiável é o tempo no cliente. Francisco Silva (UFMA/LSD) SD: Conceitos e Projeto 11 de junho de / 39
23 Características NTP A precisão da sincronização é obtida através de técnicas estatísticas que requerem muitas comparações de informação de tempo; Tolerância a falhas é obtida através de servidores redundantes e caminhos redundantes entre eles; Segurança é obtida utilizando-se autenticação e verificação de endereço de retorno; Criptografia também pode ser utilizada; No entanto, a camada de segurança no entanto gera um delay que aumenta a imprecisão. Francisco Silva (UFMA/LSD) SD: Conceitos e Projeto 11 de junho de / 39
24 Modos de Sincronização NTP 1 Multicast: o servidor de tempo periodicamente realiza um broadcast de seu tempo corrente. Utilizado em LANs; 2 Cliente/Servidor: o servidor aguarda requisições dos participantes no sistema; 3 Simétrico: consiste de um par de servidores trocando informações de tempo. Francisco Silva (UFMA/LSD) SD: Conceitos e Projeto 11 de junho de / 39
25 Relógios Lógicos Relógios Lógicos Francisco Silva (UFMA/LSD) SD: Conceitos e Projeto 11 de junho de / 39
26 Relógios Lógicos Relógios Lógicos Em geral, podemos utilizar a sincronização de relógios físicos para determinar se um evento ocorreu antes de outro a não ser que eles tenham ocorrido muito próximos uns aos outros; Se a imprecisão no sincronismo UTC é alto ou intervalos UTC de eventos se sobrepõem, não é possível determinar a ordem de ocorrência dos eventos. Para muitas aplicações, os eventos não necessitam ser escalonados ou sincronizados em relação a um relógio real; Muitas vezes, o importante é apenas a ordem da execução de eventos; Algoritmos que permitem a sincronização de eventos desta forma são chamados de relógios lógicos. Francisco Silva (UFMA/LSD) SD: Conceitos e Projeto 11 de junho de / 39
27 Relógios Lógicos Exemplo: Make Se o arquivo fonte input.c possui tempo 2151 e o objeto correspondente input.o 2150, make sabe que input.c foi alterado desde a criação de input.o e, portanto, deve ser recompilado; O que aconteceria em um sistema distribuído sem sincronismo de tempo? Output.c foi modificado após a criação de output.o; No entanto, seu tempo (2143) é menor. Make não o recompilaria; Perceba que o que importa para o make não é o tempo absoluto dos eventos e sim seu tempo relativo (sua ordem). Francisco Silva (UFMA/LSD) SD: Conceitos e Projeto 11 de junho de / 39
28 Relógios Lógicos Algoritmo de Lamport Em 1978 Lamport desenvolveu um algoritmo baseado nas observações: Se dois processos não interagem não é necessário sincronizar seus relógios já que a ausência de sincronismo não será observada; O importante não é que os processos estejam de acordo com uma hora global e sim na ordem de ocorrência dos eventos. Cada processo P i mantêm um relógio lógico C i que é sempre incrementado positivamente na ocorrência de eventos; Em um mesmo processo, se um evento a ocorre antes de b, serão atribuídos tempos tais que C(a) < C(b); Processos interagem através de operações send e receive, que são consideradas eventos; Um par send e receive de P i a P j deve possuir a propriedade C i (send) < C j (receive) já que uma mensagem não pode ser recebida antes de ser enviada. Francisco Silva (UFMA/LSD) SD: Conceitos e Projeto 11 de junho de / 39
29 Relógios Lógicos Relação Aconteceu-Antes O relógio lógico é baseado na relação denominada aconteceu-antes; A expressão a b é lida a aconteceu antes de b e significa que todos os processos acordam que o evento a ocorreu antes do evento b; Esta relação é baseada nas regras: 1 Se a b dentro de um mesmo processo, então C(a) < C(b) 2 Se a é o evento de envio de uma mensagem de P i e b é o evento do recebimento da mensagem em P j, então Ci(a) < Cj(b) Francisco Silva (UFMA/LSD) SD: Conceitos e Projeto 11 de junho de / 39
30 Relógios Lógicos Implementação das Regras do Algoritmo de Lamport A regra 1 pode ser facilmente implementada já que ocorre dentro do mesmo processo; A regra 2 pode ser implementada se o processo emissor enviar na mensagem seu tempo lógico e o processo receptor atualizar seu relógio lógico tal que C j (b) = max(ts a +d,c j (b)), onde TS a é o tempo do evento de envio e d é um número positivo. Francisco Silva (UFMA/LSD) SD: Conceitos e Projeto 11 de junho de / 39
31 Relógios Lógicos Implementação das Regras do Algoritmo de Lamport Figura: Exemplo: à esquerda o algoritmo de Lamport não foi utilizado. Na figura à direita o algoritmo de Lamport corrige os tempos lógicos dos processos. Francisco Silva (UFMA/LSD) SD: Conceitos e Projeto 11 de junho de / 39
32 Relógios Lógicos Propriedades da Relação Aconteceu-Antes É transitiva: Se a b e b c, então a c; Define a causalidade entre dois eventos; Dois eventos, a e b, são ditos disjuntos ou concorrentes caso nem a b nem b a; Relógios lógicos de eventos concorrentes não estão relacionados um ao outro. Francisco Silva (UFMA/LSD) SD: Conceitos e Projeto 11 de junho de / 39
33 Relógios Lógicos Exemplos de Causalidade Figura: Possuem relação de causalidade: [(a,e,c),(a,e,h)]. Eventos concorrentes: [(b,e),(f,h)] Francisco Silva (UFMA/LSD) SD: Conceitos e Projeto 11 de junho de / 39
34 Relógios Lógicos Ordenação Parcial de Eventos Usando as duas regras descritas anteriormente todos os eventos que possuam uma relação causal estarão ordenados por seus relógios lógicos; Isto resulta em um grafo de eventos apenas parcial; Dado dois eventos disjuntos a e b, C i (a) < C j (b) não implica que a b; Além disto é possível que C i (a) = C j (b). Francisco Silva (UFMA/LSD) SD: Conceitos e Projeto 11 de junho de / 39
35 Relógios Lógicos Ordenação Total de Eventos Uma ordenação total de eventos pode ser obtida caso a seguinte regra adicional seja empregada: Para todos os eventos a e b, C(a) C(b) Esta regra pode ser implementada concatenando-se ao valor do relógio lógico o número identificador do processo. Francisco Silva (UFMA/LSD) SD: Conceitos e Projeto 11 de junho de / 39
36 Relógios Lógicos Vetor de Relógios Lógicos Mesmo com a ordenação total, não é possível responder se um evento a ocorreu antes de um evento b caso C i (a) < C j (b) já que eles podem ser concorrentes; Neste método, cada processo P i mantêm um vetor de relógios lógicos associado a cada evento; O vetor lógico associado ao evento a no processador i é denotado por: VC i (a) = [TS 1,TS 2,...,C i (a),...,ts n ] onde: n é a quantidade de processos cooperantes C i (a) é o tempo do relógio lógico do evento a em P i e é também representado por TS i TS k (para todo k = 1...n, exceto i) é a melhor estimativa do tempo do relógio lógico em P k. Francisco Silva (UFMA/LSD) SD: Conceitos e Projeto 11 de junho de / 39
37 Relógios Lógicos Implementação Todos os vetores de relógios são inicializados com zero no início da execução do processo; O relógio lógico dentro de um processo é incrementado da mesma forma da regra 1 utilizada em relógios simples; A regra 2 é modificada da seguinte forma: Seja a o evento de envio de uma mensagem m de P i para P j e b o evento de recebimento da mesma em P j P j atualiza seu vetor VC j (b) tal que TS k (b) = max(ts k (a),ts k (b)) Ou seja, P j atualiza as entradas do vetor para todo k = 1...n com o maior valor entre TS a e TS b além de incrementar seu relógio lógico Francisco Silva (UFMA/LSD) SD: Conceitos e Projeto 11 de junho de / 39
38 Relógios Lógicos Consequências É óbvio que se um evento a em P i aconteceu antes do evento b em P j então VC i (a) < VC j (b), o que significa que TS k (a) TS k (b) para todo k e também TS j (a) < TS j (b) já que existe um caminho causal entre o evento a e o evento b; Para eventos disjuntos, não é possível ter VC i (a) < VC j (b) a não ser que a b, já que o processo P i, que contêm o evento a, certamente possui o valor mais atual de seu próprio tempo que qualquer estimativa de outro processo. Ou seja, C i (a) é maior ou igual a TS i em outros vetores; De forma similar, VC j (b) < VC i (a) somente ocorrerá caso b a. Portanto, podemos concluir que é possível dizer se dois eventos possuem relação causal comparando o valor de seus vetores de relógios lógicos: Se VC i (a) < VC j (b) Então a b Senão a e b são concorrentes Francisco Silva (UFMA/LSD) SD: Conceitos e Projeto 11 de junho de / 39
39 Relógios Lógicos Vetor de Relógios Lógicos: Exemplo Eventos (a, e, c) possuem relação causal e satisfazem VC 1 (a) < VC 2 (e) < VC 3 (h) Eventos disjuntos (b, f) jamais podem satisfazer VC 1 (b) < VC 2 (f) ou VC 2 (f) < VC 1 (b) Francisco Silva (UFMA/LSD) SD: Conceitos e Projeto 11 de junho de / 39
Sistemas Distribuídos. Capítulo 6 - Aula 10
Sistemas Distribuídos Aula Passada Capítulo 6 - Aula 10 Nomeação estruturada Implementação de um espaço de nomes Implementação de resolução de nomes Nomeação baseada em atributo Introdução ao problema
Sincronização de Relógios e Relógios Lógicos. Histórico da comunicação. Tempo Global. Mecanismos de ordenação total
WTF : Computação mini-curso Distribuída LCMI/DAS/CTC/UFSC canismos de ordenação total Sincronização de Relógios e Relógios Lógicos Prof. Lau Cheuk Lung E-mail: [email protected] Departamento de Informática
Sincronização de relógios
Sincronização de relógios STD29006 Engenharia de Telecomunicações Prof. Emerson Ribeiro de Mello http://docente.ifsc.edu.br/mello/std 31 DE OUTUBRO DE 2018 Relógios Físicos Problema 1 Quando acordo 1/22
Sincronização em Sistemas Distribuídos
Sincronização em Sistemas Distribuídos Universidade Federal do ABC Turma: Ciência da Computação Prof. Dr. Francisco Isidro Massetto Sincronização Como as regiões críticas são implementadas em um SD? Como
Tempos e Estados Globais. ECO036 - Sistemas Paralelos e Distribuídos
Tempos e Estados Globais ECO036 - Sistemas Paralelos e Distribuídos Tópicos Abordados - Tempo - Relógios e Ordenação de eventos. - Relação Happened- Before - Relógios Lógicos - Vetor de Relógios - Relógios
Modelos Fundamentais de um SD. Modelo de Interação ou Sincronismo
Modelos Fundamentais de um SD Modelo de Falhas Modelo de Interação ou Sincronismo Modelo de Segurança 1 Modelo de Avarias: Caracteriza o sistema em termos das falhas/avarias, i.e., dos desvios em relação
Roteiro. Introdução Sincronização de Relógio Físico Sincronização de Relógio Lógico Exclusão Mútua
Sincronização Roteiro Introdução Sincronização de Relógio Físico Sincronização de Relógio Lógico Exclusão Mútua Introdução A comunicação entre processos é importante, mas não é só isso que importa; Uma
Sistemas Distribuídos Aula 13
Sistemas Distribuídos Aula 13 Aula passada Modelo computação distribuída RPC Marshalling e stubs Semântica operacional RMI Aula de hoje Relógios Hora de referência Sincronizando relógios Algoritmo de Berkeley
Sincronização. Tempo e Relógios. Sincronização de Relógios - Algoritmo de Cristian - Algoritmo de Berkeley - Network Time Protocol
Sincronização Tempo e Relógios Sincronização de Relógios - Algoritmo de Cristian - Algoritmo de Berkeley - Network Time Protocol 1 Caso mais simples: Sincronização interna entre dois processos num sistema
SISTEMAS DISTRIBUÍDOS
SISTEMAS DISTRIBUÍDOS Sincronização Slide 7 Nielsen C. Damasceno Introdução Utilizando Sistemas Distribuídos, uma grande dificuldade que temos é como garantir o acesso exclusivo a um recurso compartilhado,
Sistemas Distribuídos. Professora: Ana Paula Couto DCC 064
Sistemas Distribuídos Professora: Ana Paula Couto DCC 064 Consistência Causal(3) Neste exemplo temos uma sequência de eventos permitida quando o depósito é consistente por causalidade, mas proibida quando
Modelos Fundamentais de um SD. Modelo de Interação ou Sincronismo
Modelos Fundamentais de um SD Modelo de Falhas/Avarias Modelo de Interação ou Sincronismo Modelo de Segurança 1 Recordando. Modelo de Avarias: Caracteriza o sistema em termos das falhas/avarias, i.e.,
Sistemas Distribuídos. Professora: Ana Paula Couto DCC 064
Sistemas Distribuídos Professora: Ana Paula Couto DCC 064 Sincronização - Relógios Lógicos Capítulo 6 Agenda Relógios Lógicos Relógios de Lamport Relógios Vetoriais Algumas definições... Um sistema distribuído
Sincronização em Sistemas Distribuídos
1 Sincronização em Sistemas Distribuídos 2 Roteiro Sincronização através do clock Relógios Lógicos Solução de Lamport (1978, 1990) Relógios Físicos Algoritmo de Cristian Algoritmo de Berkeley 3 Sincronização
Sistemas Distribuídos Sincronização de Relógios. Edeyson Andrade Gomes www.edeyson.com.br
Sistemas Distribuídos Sincronização de Relógios Edeyson Andrade Gomes www.edeyson.com.br Roteiro da Aula Definições Clock Físico Cristian Berkeley Clock Lógico Lamport 2 Definições Clock Físico Dia Solar
Tempo e Relógios. Sincronização de Relógios - Algoritmo de Cristian - Algoritmo de Berkeley - Network Time Protocol.
Tempo e Relógios Sincronização de Relógios - Algoritmo de Cristian - Algoritmo de Berkeley - Network Time Protocol Relógios Lógicos 1 O papel do tempo Crucial na ordenação de eventos Tempo Real? - Função
Sincronização em Sistemas Distribuídos
Sincronização em Sistemas Distribuídos Prof. Raul Ceretta Nunes Curso de Ciência da Computação ELC1018 - Sistemas Distribuídos 1 Sincronização em SD baseada no tempo real (absoluto) baseada na ordem relativa
Sistemas Distribuídos Aula 10
Sistemas Distribuídos Aula 10 Msc. Daniele Carvalho Oliveira Doutoranda em Ciência da Computação - UFU Mestre em Ciência da Computação UFU Bacharel em Ciência da Computação - UFJF Sincronização Comunicação
SINCRONIZAÇÃO ATRAVÉS DO CLOCK
SINCRONIZAÇÃO ATRAVÉS DO CLOCK _ NOTAS DE AULA _ Prof. Tiago Garcia de Senna Carneiro DECOM/UFOP Em geral, os algoritmos distribuídos têm as seguintes propriedades 1) As informações relevantes estão espalhadas
Sincronização de Relógios
Sistemas de Tempo Real: Sincronização de Relógios Rômulo Silva de Oliveira Departamento de Automação e Sistemas DAS UFSC [email protected] http://www.das.ufsc.br/~romulo 1 Sincronização de Relógios Motivação
Sistemas Distribuídos Capítulo 6 - Aula 10
Sistemas Distribuídos Capítulo 6 - Aula 10 Aula de hoje Introdução ao problema de sincronização Relógios Físicos Algoritmos de Sincronização Aula de hoje Relógios Lógicos Relógios de Lamport Relógios Vetoriais
PADI. Tempo em Sistemas Distribuídos PJPF, LAV INESC-ID/IST
PADI Tempo em Sistemas Distribuídos 2005-14 PJPF, LAV INESC-ID/IST 1 Índice Introdução Relógios, eventos, estados de processos Sincronização de relógios físicos Tempo lógico Relógios lógicos Relógios vectoriais
Sistemas Distribuídos Capítulo 8 - Aula 15
Sistemas Distribuídos Capítulo 8 - Aula 15 Aula de hoje Aula Passada Comunicação Confiável Cliente-Servidor Comunicação Confiável de Grupo Comunicação Confiável de Grupo Multicast Atômico Sincronia Virtual
Sistemas Distribuídos
Sincronização Referência Sistemas operacionais modernos Andrew S. TANENBAUM Prentice-Hall, 995 Seção. pág. 36-325 2 Conteúdo Relógios lógicos Algoritmo de Lamport Relógios físicos Algoritmos para sincronização
Relógio Lógico Algoritmo de Lamport. Relógio Lógico Algoritmo de Lamport. Relógio Físico Algoritmo Centralizado. Relógio Físico Algoritmo Centralizado
Relógio Lógico Algoritmo de Lamport Objetivo: Sincronização de clocks lógicos Os tempos associados aos eventos não são necessariamente próximos ao tempo real. Os processos não precisam estar de acordo
Ordenação. Relógios lógicos
Ordenação Relógios lógicos 1 Índice Ordenação FIFO Ordenação Causal Ordenação Total Algoritmos Tempo Lógico Relógios Lógicos Relógios Vectoriais 2 Introdução Ordenação Objectivo Determinar à posteriori
Introdução Sincronização Interna Sincronização Externa. Prof a Ana Cristina B. Kochem Vendramin DAINF / UTFPR
n n n Introdução Sincronização Interna Sincronização Externa Prof a Ana Cristina B. Kochem Vendramin DAINF / UTFPR Introdução Problema: ausência de um relógio global em SDs; Em um sistema com n computadores,
Sistemas Distribuídos: Conceitos e Projeto Resiliência de Processos
Sistemas Distribuídos: Conceitos e Projeto Resiliência de Processos Francisco José da Silva e Silva Laboratório de Sistemas Distribuídos (LSD) Departamento de Informática / UFMA http://www.lsd.ufma.br
Sincronização em Sistemas Distribuídos
Sincronização em Sistemas Distribuídos problemas clássicos ordenação de mensagens exclusão mútua distribuída eleição de líder... transações ordenação de acontecimentos relógio físico dificuldades relógio
Introdução Tempo Lógico Relógios Lógicos de Lamport Relógios Lógicos Vetoriais. Prof a Ana Cristina B. Kochem Vendramin DAINF / UTFPR
n n n n Introdução Tempo Lógico Relógios Lógicos de Lamport Relógios Lógicos Vetoriais Prof a Ana Cristina B. Kochem Vendramin DAINF / UTFPR Introdução Princípios: Vistos de um processo, os eventos são
Sistemas Distribuídos
Sistemas Distribuídos 2016.1 PROF. MARCIAL PORTO FERNANDEZ [email protected] PROF. ANDRÉ RIBEIRO CARDOSO [email protected] 1 4. Sincronização em Sistemas Distribuídos 2 Sumário Sincronização de
APLICAÇÕES EM SISTEMAS DISTRIBUÍDOS Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar
- Aula 3-1. REVISÃO SOBRE CONCEITOS FUNDAMENTAIS DE SISTEMAS DISTRIBUÍDOS Na segunda parte abordamos o tema tolerância a falhas, assunto este muito relacionado a redes de computadores, mas que nos mostra
Sistemas Distribuídos. Professora: Ana Paula Couto DCC 064
Sistemas Distribuídos Professora: Ana Paula Couto DCC 064 Consistência e Replicação Capítulo 7 Agenda Distribuição de Conteúdo Estado versus operações Protocolos de recuperação de atualizações versus protocolos
Sistemas Distribuídos
Sistemas Distribuídos Comunicação Sincronização Prof. Marcelo de Paiva Guimarães 1 Comunicação de Grupo Grupo É uma coleção de processos que agem juntos em um sistema, de tal forma que quando uma mensagem
Sistemas Distribuídos Estados globais. Vinícius Fernandes Soares Mota
Sistemas Distribuídos Estados globais Vinícius Fernandes Soares Mota 1 2 Tópicos Tempo e relógio lógicos (revisão curta) Relógios vetoriais Estados Globais Snapshot distribuído 3 Antes... Por que a sincronização
Modelos Fundamentais. Introdução. Interação. Falhas. Segurança. Prof. Adriano Fiorese
Modelos Fundamentais Introdução Interação Falhas Segurança 1 Introdução Como entender/classificar o comportamento de um sistema: Quais são as principais entidades do sistema? Como elas interagem? Quais
Sistemas Distribuídos Capítulo 8 - Aula 14
Sistemas Distribuídos Capítulo 8 - Aula 14 Aula Passada Tolerância a Falhas Conceitos básicos Modelos de falha Redundância Resiliência de Processo Aula de hoje Comunicação Confiável Cliente-Servidor Comunicação
Função da camada de sessão
DEFINIÇÃO Redes de Processadores são estruturas bastante complexas que para funcionarem, precisam que os seus diversos componentes funcionem de forma sincronizada e colaborativa. Se cada fabricante de
Relógios Lógicos. Sumário. November 27, Relação Happened-Before. Relógios de Lamport. Relógios Vectoriais
Relógios Lógicos November 27, 29 Sumário Relação Happened-Before Relógios de Lamport Relógios Vectoriais Eventos Nem sempre é necessário ter relógios sincronizados: Muitas vezes, é suficiente estabelecer
Sincronização. Tempo e Relógios. Sincronização de Relógios - Algoritmo de Cristian - Algoritmo de Berkeley - Network Time Protocol
Sincronização Tempo e Relógios Sincronização de Relógios - Algoritmo de Cristian - Algoritmo de Berkeley - Network Time Protocol 1 O papel do tempo Crucial na ordenação de eventos Tempo Real? - Função
Sistemas Distribuídos. Aleardo Manacero Jr.
Sistemas Distribuídos Aleardo Manacero Jr. Conteúdo Conceitos fundamentais Estratégias de controle: relógios e algoritmos de sincronismo Serviços: arquivos e memória Corba Processamento distribuído Sistemas
Sistemas Distribuídos
Faculdades SENAC Análise e Desenvolvimento de Sistemas 1 de agosto de 2009 Modelo de Interação (Clocks e Eventos) Em SDs é difícil estabelecer limites de tempo sobre o tempo tomado para execução de processos,
Sistemas Distribuídos. Professora: Ana Paula Couto DCC 064
Sistemas Distribuídos Professora: Ana Paula Couto DCC 064 Comunicação Confiável de Grupo Capítulo 8 Comunicação Confiável de Grupo Camadas de Transporte oferecem comunicação ponto-a-ponto confiável (TCP)
Sistemas Distribuídos Capítulo 8 - Aula 13
Sistemas Distribuídos Capítulo 8 - Aula 13 Aula de hoje Aula Passada Exclusão Mútua Algoritmos de Eleição Tolerância a Falhas Conceitos básicos Modelos de falha Redundância Resiliência de Processo 1 Tolerância
Sincronização em SDs I. Bruno M. Carvalho Sala: 3B2 Horário: 35T34
Sincronização em SDs I Bruno M. Carvalho Sala: 3B2 Horário: 35T34 Introdução Sincronização em SDs consiste na aplicação de técnicas que fazem com que os processos concordem com o tempo ou a ordem de ocorrência
O Tempo Real. Fundamentos dos Sistemas de Tempo Real. Rômulo Silva de Oliveira ebook Kindle, 2018
O Tempo Real Rômulo Silva de Oliveira ebook Kindle, 2018 www.romulosilvadeoliveira.eng.br/livrotemporeal Outubro/2018 1 Tempo Real 1/2 É o tempo do mundo físico É o tempo do relógio da parede Não é tempo
MC714 - Sistemas Distribuídos. Leandro Villas
MC714 - Sistemas Distribuídos Aula de Hoje Aula Passada Nomeação Aula de Hoje Introdução ao problema de sincronização Relógios Físicos Algoritmos de Sincronização Sincronização de Relógios em Redes sem
Sistemas Distribuídos e Tolerância a Falhas. Tempo e Relógios. Baseado no trabalho de: Ana Sofia Cunha m1892 Christian Lopes a15132 UBI, 2008
Sistemas Distribuídos e Tolerância a Falhas Tempo e Relógios 1 Baseado no trabalho de: Ana Sofia Cunha m1892 Christian Lopes a15132 UBI, 2008 O papel do tempo 2 Crucial na ordenação de eventos Tempo Real?
Prof. Marcelo Cunha Parte 6
Prof. Marcelo Cunha Parte 6 www.marcelomachado.com ARP (Address Resolution Protocol) Protocolo responsável por fazer a conversão entre os endereços IPs e os endereços MAC da rede; Exemplo: Em uma rede
OMNET++ APLICADO À ROBÓTICA COOPERATIVA
OMNET++ APLICADO À ROBÓTICA COOPERATIVA Daniel Costa Ramos Doutorando Disciplina de Redes de Comunicação Professor Carlos Montez 07/2014 2/25 Estrutura da Apresentação Introdução Robótica Cooperativa Material
Sistema de Posicionamento por Satélite (GPS)
Universidade Regional do Cariri URCA Pró Reitoria de Ensino de Graduação Coordenação da Construção Civil Disciplina: p Topografia p g III Sistema de Posicionamento por Satélite (GPS) Renato de Oliveira
SISTEMAS DISTRIBUÍDOS
SISTEMAS DISTRIBUÍDOS Capítulo 7 - Tempo e ordenação de eventos Material de suporte às aulas de Sistemas Distribuídos Copyright DI FCT/ UNL / 1 NOTA PRÉVIA A estrutura da apresentação é semelhante e utiliza
Redes de Computadores
Redes de Computadores Prof. Marcelo Gonçalves Rubinstein Programa de Pós-Graduação em Engenharia Eletrônica Faculdade de Engenharia Universidade do Estado do Rio de Janeiro Ementa Introdução a Redes de
AULA 03: PROCESSAMENTO PARALELO: MULTIPROCESSADORES
ORGANIZAÇÃO E ARQUITETURA DE COMPUTADORES II AULA 03: PROCESSAMENTO PARALELO: MULTIPROCESSADORES Prof. Max Santana Rolemberg Farias [email protected] Colegiado de Engenharia de Computação MULTIPROCESSADORES
Sistemas Distribuídos. Plano de Curso. Plano de Curso 04/03/12 ! EMENTA:
Sistemas Distribuídos Prof. Msc. André Luiz Nasserala Pires [email protected]! EMENTA: Plano de Curso! Conceitos. Comunicação entre processos (IPC). Programação de aplicações cliente- servidor. Sincronização
FUNDAMENTOS DE REDES DE COMPUTADORES TP1
LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES ABAIXO Em sala de aula foram distribuídos pontos em exercícios e atividades extraclasse Número de Questões Total da Avaliação 5 Pontos 10 5 Pontos Cada questão tem peso 0,5
FUNDAMENTOS DE REDES DE COMPUTADORES TP2
LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES ABAIXO Em sala de aula foram distribuídos pontos em exercícios e atividades extraclasse Número de Questões Total da Avaliação 5 Pontos 10 5 Pontos Cada questão tem peso 0,5
Redes de Computadores
edes de Computadores por [email protected] edes de Computadores Nível de ede oteamento Externo edes de Computadores 2 1 Protocolos EP, BP edes de Computadores 3 EP - edes de Computadores 4 2 Nível de
Redes de Computadores
s de Computadores Prof. Macêdo Firmino Modelo TCP/IP e OSI Macêdo Firmino (IFRN) s de Computadores Setembro de 2011 1 / 19 Modelo de Camadas Para que ocorra a transmissão de uma informação entre o transmissor
Sistema de Navegação Global por Satélite
Universidade Regional do Cariri URCA Pró Reitoria de Ensino de Graduação Coordenação da Construção Civil Disciplina: Topografia II Sistema de Navegação Global por Satélite Renato de Oliveira Fernandes
Arquitetura de sistemas distribuídos
Arquitetura de sistemas distribuídos 3. Comunicação nos Sistemas Distribuídos 3.1.Introdução aos modelos de comunicação 3.2 Modelo Cliente-Servidor 3.3.Comunicação através de Sockets 3.3 Chamada a procedimento
Open Shortest Path First (OSPF)
Open Shortest Path First (OSPF) Carlos Gustavo A. da Rocha Introdução Protocolo de roteamento baseado em estado de enlace, padronizado na RFC 2328 Criado para solucionar as deficiências do RIP Roteadores
Modelo de Camadas. Redes de Computadores
Modelo de Camadas Redes de Computadores Sumário Visão Geral de uma Rede de Computadores Protocolos Modelo de Camadas Porque utilizar Tipos de Modelos de Referência Modelo de Referência ISO/OSI Histórico
Sistemas Distribuídos
Sistemas Distribuídos Deadlocks Referência Sistemas operacionais modernos Andrew S. TANENBAUM Prentice-Hall, 1995 Seção 11.5 pág. 340-344 2 Conteúdo Detecção de deadlock distribuído Detecção centralizada
4. Rede de Computador. Redes de computadores e suas infraestruturas
Redes de computadores e suas infraestruturas Definição Uma rede de computadores é formada por um conjunto de módulos processadores capazes de trocar informações e compartilhar recursos, interligados por
Data and Computer Network Endereçamento IP
Endereçamento IP P P P Prof. Doutor Félix Singo Camadas do TCP/IP Data and Computer Network Aplicação: Camada mais alta Protocolos de Aplicações clientes e servidores HTTP, FTP, SMTP, POP Transporte: Estabelece
Sistemas Distribuídos
Introdução: Comunicação, e Coordenação março de 2015 Comunicação entre Processos troca de mensagens é sempre a primitiva básica sobre essa primitiva podemos construir outras visões da comunicação Mensagens
Faculdade de Informática - PUCRS. Sistemas Distribuídos 2. Faculdade de Informática - PUCRS. Sistemas Distribuídos 4. Faculdade de Informática - PUCRS
Algoritmos Distribuídos Processos em um sistema distribuído geralmente buscam atingir cooperação e para tanto utilizam mecanismos de sincronização para que esta cooperação seja realizada de maneira correta.
Vamos fazer um pequeno experimento
1 Vamos fazer um pequeno experimento Dividam-se em dois grupos: Mestre Escravo Projeto de Sistemas Distribuídos Comunicação entre Processos Prof. Msc. Marcelo Iury de Sousa Oliveira [email protected]
Sistemas Distribuídos Grupos
Sistemas Distribuídos Grupos Edeyson Andrade Gomes www.edeyson.com.br Roteiro da Aula Roteiro da Aula Definição de Grupos Tipos Atomicidade Ordenamento 3 RPC Comunicação entre Pares Cliente - Servidor
2) Em relação aos algoritmos de sincronização de relógios:
Curso: REDES Disciplina: SISTEMAS DISTRIBUÍDOS Professor (a): MARCELA SANTOS Data da Aplicação: 23 de maio de 2010 Teste referente à AV2 Nota: Visto do Professor (a): Nome: 1) Sistemas monoprocessados
O que é o NTP e como utilizar o NTP.br
O que é o NTP e como utilizar o NTP.br Licença de uso do material Esta apresentação está disponível sob a licença Creative Commons Atribuição Não a Obras Derivadas (by-nd) http://creativecommons.org/licenses/by-nd/3.0/br/legalcode
GSCT. Gerenciador de Sistemas de Carimbo do Tempo
GSCT Gerenciador de Sistemas de Carimbo do Tempo Sumário Visão Geral... 4 Modelo Geral de Funcionamento do Carimbo do Tempo na ICP-Brasil... 4 Sincronização do tempo... 5 GSCT - Gerenciador de Sistemas
Material baseado nos slides de: Marcos José Santana Regina Helena Carlucci Santana
Universidade de São Paulo Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação Departamento de Sistemas de Computação SSC643 Avaliaçãode Desempenhode Sistemas Computacionais Aula 5 Sarita Mazzini Bruschi
Nível de Rede. Funções do nível de rede GCAR
Nível de Rede Funções do nível de rede Multiplexação Endereçamento Mapeamento entre endereços de rede e de enlace Roteamento Estabeleciment/Liberação conexões de rede Controle de Congestionamento 1 Funções
Organização e Arquitetura de Computadores I
Organização e Arquitetura de Computadores I BARRAMENTO Slide 1 Sumário Introdução Componentes de Computador Funções dos Computadores Estruturas de Interconexão Interconexão de Barramentos Slide 2 Introdução
FUNDAMENTOS DE REDES DE COMPUTADORES AULA 2: MODELO OSI. Professor: LUIZ LEÃO
FUNDAMENTOS DE REDES DE COMPUTADORES Professor: LUIZ LEÃO Conteúdo Desta Aula HISTÓRICO DAS REDES MODELO EM CAMADAS FUNÇÕES DAS CAMADAS OSI 1 2 3 4 5 CLASSIFICAÇÃO DAS REDES MODELO DE REFERÊNCIA OSI PRÓXIMOS
