Upgrade do calorímetro frontal do CMS/LHC
|
|
|
- Nathalie Brás Ferretti
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Upgrade do calorímetro frontal do CMS/LHC Unidade: Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF) Coordenador: Gilvan Augusto Alves I Introdução II Descrição da área de pesquisa em Física de Altas Energias III Descrição do projeto de upgrade do experimento CMS III.1 Upgrade do sistema de calorímetros hadrônicos do CMS III.2 Projeto HPS High Precision Spectrometer IV Objetivos do projeto V Cronograma de execução VI Orçamento e justificativa VII Pessoal envolvido Apêndice A: Breve descrição do Detector CMS com ênfase nos projetos de atuação do grupo de pesquisa.
2 RESUMO Apresentamos um projeto de pesquisa em física experimental de altas energias para desenvolvimento junto ao experimento CMS no LHC. O grupo do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF), juntamente com os grupos da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e do Centro Federal de Educação Tecnológica (CEFET/RJ), participam atualmente do projeto de upgrade da eletrônica de front-end do calorímetro hadrônico (HCAL) do CMS e do projeto de instalação de um espectrômetro de prótons (HPS) os quais serão de grande importância para as medições na área de física frontal a partir dos dados coletados no experimento. O projeto é estimado por três anos: o primeiro ano será dedicado ao desenvolvimento e teste de protótipos de placas eletrônicas do HCAL e ao estudo do desempenho dos detectores de trajetória do HPS; o segundo ano a serviços no desenvolvimento e confecção das placas eletrônicas definitivas do HCAL, além do desenvolvimento do software de simulação para o HPS; durante o terceiro ano planejase que será instalada a nova instrumentação do HCAL e as primeiras estações do HPS no experimento CMS no CERN. Durante o terceiro ano são esperadas diversas publucações sobre a performance dos sub-detectores desenvolvidos, além de análises de dados sobre processos físicos em física frontal. I Introdução O grupo de Física Experimental de Altas Energias do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF) faz parte da colaboração internacional CMS (Compact Muon Solenoid)[1], que construiu e opera o detector CMS no acelerador de partículas LHC (Large Hadron Collider)[2], do Centro Europeu de Física de Partículas (CERN). A colaboração CMS é atualmente formada por cerca de físicos de 150 instituições, provenientes de 50 países diferentes. O LHC é o mais avançado acelerador de partículas existente, colidindo feixes de prótons a energias nunca antes alcançadas. O experimento CMS está em funcionamento desde o início de operação do LHC, no final do ano Entre os projetos do experimento CMS nos quais o grupo está envolvido estão: - Desenvolvimento da eletrônica para o upgrade do sistema de calorímetros hadrônicos do CMS (HCAL); - Desenvolvimento de um Espectrômetro de prótons de alta precisão (HPS High Precision Spectrometer). 2
3 Um projeto de pesquisa, tendo como finalidade o suporte à essas atividades, foi aprovado recentemente dentro do Edital Pensa Rio da FAPERJ (Edital 019/2011), em colaboração com pesquisadores do CEFET e da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). A colaboração do CMS no Rio de Janeiro (CMS-Rio) incluindo CBPF, CEFET e UERJ é formada por 15 pesquisadores e 5 estudantes atualmente em doutoramento. II Física frontal (forward) no experimento CMS A Física frontal e de baixo-x (forward and small-x) tem despertado contínuo interesse nos últimos anos, devido aos estudo detalhados realizados nos experimentos do HERA e do TEVATRON. A medida do fluxo de partículas a baixo ângulo polar é também crucial para a análise de raios cósmicos de altíssima energia, como por exemplo os estudados no experimento Pierre Auger [3]. O experimento CMS oferece oportunidades excelentes para o estudo de física frontal. Além da cobertura do detector central (pseudo-rapidez 1 η < 5,0), possui detectores específicos para estudos dessa região física como os calorímetros HF, CASTOR e ZDC (Zero Degree Calorimeter). Espera-se instalar ainda um sub-detector adicional, chamado HPS (High Precision Spectrometer). Este detector permitiria a identificação e medição de prótons a ângulos muito baixos de espalhamento. Tais sinais são característicos de processos difrativos, ou daqueles chamados de produção central exclusiva, os quais tem despertado interesse especialmente no LHC quando associados à produção do bóson de Higgs ou novas partículas. Uma discussão sobre este tipo de processo e as vantagens de um sistema de detectores como o HPS é feita na Seção III.2. O programa de Física frontal e baixo-x (Forward and Small-x) no CMS inclui medições do fluxo de energia e partículas a altos valores de pseudo-rapidez em processos de escalas a baixo e alto p T, quando associados a jatos ou bósons W/Z [14,15]; medições de processos exclusivos em iterações mediadas por glúons ou fótons [16]; medição da produção de jatos a alto valor de pseudo-rapidez e correlações com jatos centrais [17]; entre outros. Este programa de Física será diretamente beneficiado pelos projetos de upgrade dos 1 A pseudo-rapidez é definida em função do ângulo polar como = - ln(tan( 3
4 sistemas de detectores do experimento CMS, que discutiremos a seguir. III Projetos de upgrade do experimento CMS III.1 Upgrade do sistema de calorímetros hadrônicos do CMS Na fase do upgrade dos detectores que compõe o CMS, a colaboração CMS-Rio tem o compromisso de financiar parte do trabalho e material, em termos de recursos seja em hardware (eletrônica, mecânica) como com trabalho intelectual em geral (desenvolvimento de procedimentos, testes, etc.). O grupo atualmente está engajado no upgrade do sistema de calorímetros hadrônicos do CMS, o HCAL[4], e em especial com um de seus componentes, o calorímetro hadrônico frontal, ou HF. No Apêndice A é feita uma descrição do sistema de calorímetros HCAL e seus componentes. As melhorias propostas para o HCAL são principalmente ligadas à eletrônica de transmissão de sinal e à aquisição de dados. Para isto é importante redesenhar as placas de aquisição de dados e sobretudo redefinir toda a lógica de processamento de sinais e transmissão de dados para o sistema de trigger. Em seguida fazemos uma breve descrição das placas e da eletrônica de Front-End com a qual trabalharemos. A eletrônica de Front-End (EFE) é o primeiro estágio de tratamento dos sinais dos elementos detectores, que no caso do HF são fotomultiplicadoras multianôdo (MAPMT). Sua função é digitalizar a carga elétrica dos sinais, registrar seu tempo de chegada e enviá-los à eletrônica de Back-End. Para o upgrade, essa eletrônica está sendo redesenhada de forma a se adequar à nova configuração de alto fluxo de dados decorrente do aumento programado de energia e luminosidade do LHC. Além disso a informação da medição do tempo do sinal detectado, que atualmente não existe, deverá ser incorporada permitindo a melhora da performance na identificação das partículas incidentes. A EFE será composta basicamente por 3 chips: o QIE (Charge Integrating and Encoding Chip), que encarrega-se de digitalizar a carga elétrica do sinal da MAPMT; uma FPGA (Field Programmable Gate Array), que implementa algumas funções de controle do QIE, além de fazer a checagem de erro e formatar os dados de tempo para o 4
5 link digital; o GBT (Gigabit Transceiver), que é um chip para a formação do link. O GBT está em fase de desenvolvimento por um grupo do CERN. O projeto e fabricação da placa de circuito impresso, PCB (Printed Circuit Board), que acomodará esses três chips e outros componentes periféricos é um dos trabalhos críticos do projeto. Dado o alto número de interconexões entre os chips, a PCB deverá conter entre 10 e 16 camadas. Além disso, dado que essa eletrônica será instalada próximo aos detectores a PCB deve ser concebida levando-se em conta a alta dose de radiação à qual será submetida. O processo de testes das placas, com e sem os componentes eletrônicos montados, deverá também ser desenvolvido. Atualmente a EFE instalada no HCAL é responsável pela leitura de dados de 3 regiões: o HCAL-Barrel (HB), o HCAL-EndCap (HE) e o HCAL-Outer (HO) (ver apêndice). Existe uma versão modificada da EFE do HCAL que é utilizada para ler dados em mais três sub-detectores: o HCAL Frontal (HF) e os calorímetros CASTOR e ZDC. Estes sub-detectores trabalham com uma combinação de tecnologias de fotosensores, por exemplo os sub-detectores HB, HE e HO, que foram construídos com fotodetectores híbridos, serão atualizados para funcionar com fotomultiplicadoras de silício (SiPM); os outros detectores restantes que utilizam tubos fotomultiplicadores também serão atualizados. Os foto-sensores geram pulsos eletrônicos de alta velocidade que são atualmente digitalizados a 40 MHz por um dispositivo ASIC de conversão analógico-digital (ADC) de carga integrada chamado QIE8. As saídas digitais do ASIC QIE8 são agrupadas de três em três e transmitidas serialmente por fibras ópticas para a sala de contagem do experimento. A atualização da EFE apresentará três grandes melhorias no processamento dos sinais dos detectores: a primeira melhoria é o aumento no número de canais para permitir uma segmentação longitudinal do detector e possibilitar a leitura redundante dos dados. No caso do detector HB, o número de canais aumenta de 72 para 256 mantendo-se o módulo de leitura (readout box) existente. A segunda melhoria é a definição das temporizações (timing), necessárias para a rejeição de sinais espúrios de fundo e uma melhor caracterização dos sinais de interesse. Esta melhoria será alcançada com a utilização de um Conversor Tempo-Digital (TDC) que terá uma resolução de 2 ns, contra os 25ns da resolução existente. A terceira melhoria é o aumento no número de bits que serão utilizados na integração de carga do ADC. 5
6 III.2 Projeto HPS High Precision Spectrometer O projeto HPS (High Precision Spectrometer) tem como objetivo desenvolver e instalar um sistema de sub-detectores integrado ao CMS, para medir prótons espalhados a baixos ângulos provenientes de interações próton-próton e próton-núcleo no LHC. Os processos de interesse são aqueles do tipo pp p + X + p, onde os prótons provenientes da interação se mantêm intactos e estão separados do sistema central X por uma região em espaço de rapidez caracterizada pela ausência de atividade hadrônica (denominado um gap de rapidez). Tais processos são chamados de Produção Central Exclusiva (Central Exclusive Production - CEP). A medição das propriedades dos dois prótons são utilizadas na determinação da massa do sistema central X, com alta resolução da ordem de 2 GeV. Como a determinação da massa do sistema central X é feita a partir da detecção dos prótons, esse método pode ser utilizado inclusive para sistemas cujo estado final é composto de jatos ou neutrinos, que são em geral difíceis por métodos tradicionais. Processos de produção central exclusiva onde o sistema central consiste de objetos previstos em extensões ao Modelo Padrão, ou o bóson de Higgs (pp p + H + p), tem sido objeto de estudos recentes [5,6,7,8]. Além da possibilidade de medição da massa do sistema central com alta resolução, esse tipo de processo é caracterizado pela produção, em boa aproximação, de sistemas do tipo J PC = 0 ++, permitindo portanto a determinação dos números quânticos e particularmente do spin de qualquer nova partícula ou ressonância, bastando ela ser observada com esse método. O sistema de detectores proposto no projeto HPS é composto de estações localizadas a uma distância de +/- 240 m e, em uma etapa posterior, +/- 420 m do ponto de interação do CMS. Cada estação consiste de um sistema de medição de trajetórias de tiras ou pixels de silício, e um conjunto de detectores de radiação Cherenkov para a medição do tempo de passagem de partículas atravessando o detector. O conjunto de detectores funciona como um espectrômetro, utilizando os magnetos do LHC entre o ponto de interação do CMS e as estações instaladas ao longo do acelerador que desviam prótons que tenham perdido apenas uma pequena fração de seu momento longitudinal na colisão próton-próton (e analogamente próton-núcleo). Os detectores devem ser movidos próximos ao feixe durante operação, quando a localização transversal deste é conhecida. Durante o processo de injeção e ajuste do feixe, os detectores devem estar no 6
7 entanto afastados. A técnica proposta consiste na instalação de um setor móvel do tubo do feixe, com os detectores integrados. Os detectores são separados por uma janela fina do interior do tubo mantido a alto vácuo. O controle de uma seção móvel do tubo do feixe deste tipo é similar ao sistema de colimação existente para o LHC. O projeto HPS é a evolução do projeto FP420, desenvolvido de forma conjunta entre as colaborações CMS e ATLAS, que estudou a possibilidade de instalar espectrômetros de prótons, compostos por detectores de silício, para medida de posição, e detectores para medição de tempo com alta precisão localizados a +/- 420 m do ponto de interação. Os resultados obtidos pela colaboração FP420 estão detalhados em [9]. A proposta do projeto HPS inclui além das estações a +/- 420 m, estações adicionais a +/- 240 m, como mencionado acima. A instalação do projeto HPS é proposta em uma primeira etapa a +/- 240 m, com duas estações a cada lado do ponto de interação do CMS, durante o período quando o acelerador não estará em funcionamento, e em uma segunda etapa com a instalação de duas estações em cada lado do ponto de interação a +/- 420 m, complementando aquelas a +/- 240 m. A instalação das estações a +/- 420 m pode ser feita durante um período em que o acelerador não esteja em funcionamento por um período de pelo menos 3 meses, a partir de 2015 ou As principais características do sistema de detectores proposto são: I) Detectores de trajetória (tracking) : Os magnetos do LHC entre o ponto interação e as regiões a +/-240 e +/-420 m desviam os prótons que perderam uma pequena fração de seu momento inicial. Detectores de trajetória devem portanto ser instalados próximos à linha do feixe. A medição em alguns pontos sucessivos (em uma distância de cerca de 10 m) da posição e o ângulo dos prótons relativamente ao feixe permite a determinação da sua fração de momento perdido e momento transverso. Em processos centrais exclusivos a fração de momento perdido por ambos os prótons está diretamente relacionada à massa do sistema central, independentemente de seu estado final. Para se obter uma resolução em massa de 2 GeV, uma precisão de 10 μm na medição da posição e 1 μrad na determinação do ângulo do próton, são necessárias. Para aumentar a cobertura para prótons com pequena fração de momento perdido, os detectores devem operar a distâncias de poucos mm da linha do feixe. É portanto importante que a sua área sensível se estenda o 7
8 máximo possível à borda do detector. Estes também devem ser resistentes à níveis de radiação elevados. II) Seção móvel do tubo do feixe : Os detectores devem ser movidos próximos à linha do feixe durante operação, no entanto apenas quando o feixe está em condição estável e sua posição é bem conhecida pelo sistema de monitoramento do acelerador. Em qualquer outro momento e em especial durante a injeção dos feixes eles devem ser colocados a uma distância de segurança. Devido a limitações de espaço, em particular a 420 m do ponto de interação, a solução adotada é a de seções móveis do tudo do feixe, com os detectores integrados. O sistema de controle dessas seções do tubo do feixe são praticamente idênticos àqueles utilizados pelo sistema de colimação do LHC. III) Detectores de medida de tempo e determinação do vértice de interação : Os detectores devem operar a uma luminosidade da ordem de cm -2 s -1, com 20 a 40 interações por cruzamento do feixe (colisões extras de pile-up). Eventos de pile-up que produzam prótons espalhados a baixos ângulos, e que aconteçam simultaneamente a um evento central podem ser confundidos com eventos de produção central exclusiva. A determinação da diferença do tempo de passagem dos prótons de cada lado do ponto de interação nas estações a 240 ou 420 m com resolução da ordem de 10 ps permite associar os prótons ao vértice de interação central com precisão de 2 mm. Dessa forma a contribuição de eventos de pile-up pode ser reduzida a um nível consideravelmente mais baixo. Técnicas de análise levando em consideração a correlação entre as propriedades medidas dos prótons e do sistema central podem reduzir ainda mais essa contribuição. Os detectores a +/- 240 m permitem ainda o envio de um sinal que pode ser incluído no primeiro nível do sistema de trigger do CMS (L1)[10]. Os detectores a 420 m estão muito distantes para que o sinal chegue a tempo. O sistema proposto para os detectores de tempo de vôo é chamado de QUARTIC (QUARtz Timing Cherenkov)[11]. Eles serão integrados nas seções móveis do tubo do feixe. Detectores desse tipo podem ser segmentados, permitindo medir independentemente o tempo de passagem de diversos prótons provenientes do mesmo cruzamento do bunch (e portanto incluindo aqueles provenientes de interações de pile-up). Esse sistema 8
9 depende de um sinal de referência de tempo de baixa distorção entre as estações nos dois lados do ponto de interação. Para os detectores instalados na primeira etapa do projeto HPS, a +/- 240 m, em geral tecnologias já existentes podem ser utilizadas. As seções móveis do tudo do feixe podem ser integradas com o sistema de colimação do LHC. Uma série de protótipos de detectores de tempo QUARTIC foram desenvolvidos nos últimos anos e mostraram alcançar a performance desejada. Os detectores de trajetória devem usar tecnologia similar àquela do sistema de trajetória e vértice do CMS. A eletrônica de captação do sinal também pode ser construída utilizando tecnologia já em uso em outros subsistemas do CMS. 9
10 IV Objetivos do projeto IV.1 Objetivos do projeto e avaliação de desempenho Podemos listar os objetivos deste projeto no que diz respeito à participação dos pesquisadores brasileiros como: Execução do desenho e confecção das placas da Eletrônica de Front-End (EFE); elaboração e instalação da instrumentação no experimento CMS dentro do tempo considerado para o upgrade dos instrumentos; Finalização do estudo de performance do detector de trajetória do HPS e instalação no experimento CMS. A instalação está prevista em duas etapas, primeiro durante o shut-down durante o período se instalarão as estações localizadas a 240m do ponto de interação do CMS e em uma segunda etapa durante um período de shut-down do LHC de pelo menos 3 meses (winter shut-down) a partir de 2015 ou 2016 se instalarão as estações a 420m; Redação de artigos relacionados à performance da nova eletrônica do HCAL; Redação de artigos relacionados à performance do HPS; Redação de artigos de análises em física frontal utilizando as novas componentes instaladas pela equipe brasileira no CMS. IV.2 Infraestrutura e apoio técnico disponível A infraestrutura existente que permitirá o desenvolvimento deste projeto inclui: A colaboração CMS-Rio (CBPF, CEFET e UERJ) que forma parte do CMS está engajada e já obteve um apoio inicial via o projeto do Edital Pensa Rio da FAPERJ para desenvolver as placas eletrônicas relativas ao upgrade do HCAL, além do desenvolvimento dos componentes do projeto HPS; Este projeto está inserido no contexto do programa citado acima. Os laboratórios no CBPF, CEFET e na UERJ, incluindo as bancadas de teste planejadas na execução deste programa, serão parte da infraestrutura necessária para o desenvolvimento do projeto. A colaboração CMS-Rio engloba físicos, engenheiros e técnicos que participarão do projeto e darão suporte técnico. Parte das atividades planejadas e em especial na etapa de testes de protótipos finais dos componentes desenvolvidos e sua eventual instalação devem ser realizados nos 10
11 laboratórios do CERN. IV.3 Ganhos e benefícios para a colaboração CMS-Rio A participação da colaboração CMS-Rio no projeto de upgrade de um dos principais detectores do CMS trará grandes benefícios, tanto para as instituições envolvidas, pela participação institucional em uma atividade de grande impacto dentro do experimento CMS, ampliando portanto a visibilidade dentro do experimento, como para o setor privado em geral, através da possível transferência de tecnologia de ponta e execução de parte do projeto, como a confecção de protótipos e produção das placas da Eletrônica de Front-End. Além destes, a própria formação de pessoal de alto nível, tanto em física como engenharia, representa um benefício que extrapola os limítes da colaboração, sendo um ganho para toda a sociedade. 11
12 V Cronograma de Execução ANO SEMESTRE ATIVIDADES 2013 SET-DEZ Projeto, confecção e testes de protótipos de placas eletrônicas para o HCAL JAN-JUN JUL-DEZ JAN-JUN JUL-DEZ Finalização dos testes de protótipos de placas eletrônicas para o HCAL Construção das placas eletrônicas do HCAL Desenvolvimento do software de simulação para HPS Testes das placas eletrônicas finais do HCAL Envio das placas para o CERN e instalação Instalação e testes no local do HCAL Participação na instalação do detector HPS Observação: O cronograma acima é apenas uma tentativa, dada a dinâmica dos acontecimentos envolvendo o LHC, a programação pode sofrer alterações. 12
13 VI Orçamento e justificativa Item Orçamento 2013 Valor (R$)** Fonte de Alta Tensão 1.5 kv 10mA CAEN SYx527 (8 unid.) ,89 Picoamperímetro Keithley ,55 Sistema modular de contrôle o monitoramento Siemens S ,62 Total ,06 ** câmbio 1 Euro = R$ 2,9; 1 US$ = R$ 2,23 A aquisição das fontes de alta tensão CAEN SYx527, representa uma necessidade para os trabalhos em desenvolvimento da eletrônica de Front-End, uma vez que esse sistema fornece as tensões de alimentação para as fotomultiplicadoras utilizadas no sistema de testes da eletrônica de front-end. O picoamperímetro da Keithley e o sistema de contrôle e monitoramento da Siemens serão usados para contrôle e monitoramento remoto de toda a eletrônica de front-end. Estamos solicitando a aquisição deste sistema, com entrega no CERN, uma vez que estaremos desenvolvendo os trabalhos em conjunto com engenheiros do CERN, sendo que um sistema idêntico será adquirido, para entrega no Brasil, com verba do projeto Pensa Rio. A aquisição dos sistemas desenvolvidos pelos fabricantes citados (CAEN, Keithley e Siemens), representa uma necessidade em razão da compatibilidade com outros componentes da eletrônica de front-end do CMS. 13
14 VII Pessoal envolvido Pesquisadores principais Nome/Instituição Gilvan Alves (CBPF) Luiz Mundim (UERJ) Maria Elena Pol (CBPF) José Afonso Sanches (UERJ) Alberto Santoro (UERJ) Mario Vaz (CBPF) Antonio Vilela (UERJ) Alessandro Zachi (CEFET/RJ) Especialização Física experimental Física experimental Física experimental Engenharia de sistemas Física experimental Engenharia eletrônica Física experimental Engenharia eletrônica Bolsistas de Pós-Doutorado Nome/Instituição Patricia Telles (CBPF) Clemencia Herrera (CBPF) Especialização Física experimental Física experimental Estudantes Nome/Instituição Walter Alda (UERJ) Lucas Cavalcanti (CBPF) Marcos Correa (CBPF) Thiago Martins (CBPF) Diego Figueiredo (UERJ) Nível Doutorado Doutorado Doutorado Doutorado Doutorado 14
15 Apêndice A: Breve descrição do Detector CMS com ênfase no sistema de calorímetros HCAL O Detector CMS O detector CMS (Compact Muon Solenoid), de formato cilíndrico, mede Figura 1: Esquema do detector CMS, com seus principais componentes, incluindo o sistema de calorímetros HCAL. aproximadamente 21,6 m de comprimento, 15 m de diâmetro e pesa toneladas. Entre seus principais componentes está um solenoide supercondutor de 13 m de comprimento, 5,9 m de diâmetro e que fornece um campo magnético de 3,8 Tesla. O retorno do fluxo magnético ocorre por um cilindro de ferro de 1,5 m de espessura, instrumentado com câmaras de múons. O CMS foi projetado para operar em colisões próton-próton, próton-núcleo (Pb) e Núcleo-Núcleo no LHC. Dentro do solenoide, a partir dos detectores mais internos, o CMS inclui um detector de pixel perto do vértice de interação, um detector de fitas de silício, um calorímetro eletromagnético de cristais de tungstênio e um calorímetro hadrônico. Estes detectores possuem componentes nos módulos centrais do CMS (o Barril - Barrel) e nas Tampas frontais (Endcap), além de alguns componentes externos às Tampas, na região Frontal (Forward). As diferentes partes do CMS são divididas em sucessivas camadas de detectores que permitem a observação de partículas produzidas pela colisão no ponto de interação (IP). A Figura 1 mostra uma visão expandida do sistemas de detectores que formam o CMS e seus principais componentes. 15
16 HCAL: Calorímetro Hadrônico do CMS O complexo de calorímetros do CMS inclui os sistemas de calorímetros eletromagnético e hadrônico. O calorímetro hadrônico é por sua vez composto por subdetectores na região do barril (HB HCAL Barrel), na região da tampa do CMS (HE HCAL Endcap) e na região frontal (HF HCAL Forward), além de uma camada localizada na parte exterior ao solenoide supercondutor (HO HCAL Outer). Outros detectores complementam o sistema de calorímetros do CMS na região frontal: os calorímetros CASTOR (Centauro And Strange Objects Research) e ZDC (Zero Degree Calorimeter). Os diferentes componentes são descritos abaixo. Os calorímetros na região do barril, tampa e frontal do CMS são ilustrados na Figura 2. O grupo do CMS no CBPF teve participação na construção, testes e operação do sub-detector CASTOR, que operou com sucesso durante o período de coleta de dados do CMS durante os anos 2010 e O grupo também teve participação no desenvolvimento do software de simulação do detector CASTOR e atualmente participa dos testes e desenvolvimento de componente. Figura 2: Sub-detectores que fazem parte do sistema de calorímetros do HCAL: HB (Hadron Barrel) na região central; HE (Hadron Endcap) na região da tampa do CMS; HF (Hadron Forward) na região frontal; e HO (Hadron Outer) na região externa ao solenoide. 16
17 HCAL-HB (Barril-Barrel) A parte do calorímetro hadrônico na região do Barril (HB - Barrel) cobre um intervalo de pseudo-rapidez 1,3 (veja Fig. 2). O HB é dividido em duas partes (HB+ e HB-), cada uma inserida de cada lado da seção do barril, dentro do solenoide supercondutor. Ele é constituído de 36 cunhas idênticas, que são construídas com placas absorvedoras de latão alinhadas paralelamente à linha do feixe; cada cunha é formada por quatro setores em ângulo azimutal (ϕ). As placas mais internas e mais externas são de aço inoxidável. O meio ativo é composto de cintilador plástico e é dividido em 16 seções em pseudo-rapidez, resultando em uma segmentação. As placas absorvedoras consistem de uma chapa de aço de 40 mm de espessura seguida por 8 chapas de latão de 50,5 mm, seis de 56,5 mm e uma última placa de aço de 75 mm. A absorção total para partículas incidindo perpendicularmente tem comprimento de interação λ = 5,82. A espessura efetiva do calorímetro no entanto cresce para partículas incidindo a mais baixos ângulos e chega a λ = 10,6 para = 1,3. O calorímetro eletromagnético na região do barril (EB), em frente ao HB, corresponde a aproximadamente 1,1 λ extra de material passivo. O sinal dos cintiladores é coletado via fibras ópticas que mudam o comprimento de onda (wavelength shifting fibre) conectadas a fibras claras. Estas por sua vez são ligadas a um conector óptico que é ligado a um fotodiodo híbrido (HPD-Hybrid photodiod). Uma fibra adicional é colocada nos HPD para uso com laser para calibrações e testes. Cada cunha do HB possui quatro divisões em ϕ. As primeiras torres em (1-14) possuem uma captação de sinal única entre suas componentes longitudinais, enquanto as duas torres mais próximas ao HE (15 e 16) são segmentadas longitudinalmente. A segmentação das torres é ilustrada na Figura 3. 17
18 Figura 3: Segmentação das torres das componentes HB, HE e HO relativa a um quarto do detector, no plano R-z. As diferentes cores representam o agrupamento de captação do sinal das camadas de cintiladores. HCAL-HE (Tampa-Endcap) A parte da tampa (HE - Endcap) do calorímetro hadrônico cobre uma região em pseudo-rapidez 1,3 < < 3,0 (o que corresponde a 13,2% do ângulo sólido) e recebe cerca de 34% do fluxo de partículas produzidas nas colisões próton-próton. Uma vez que o calorímetro está inserido no final do solenoide, é importante que o absorvedor seja de material não magnético. Os calorímetros são instalados na estrutura de ferro da tampa (que age como retorno do campo magnético). A parte da tampa do calorímetro eletromagnético (EE) e um detector preshower são montados logo em frente ao HE. Figura 4: Esquema e segmentação no ângulo azimutal do componente HE (Endcap) do sistema HCAL. 18
19 A estrutura absorvedora foi projetada de forma a minimizar os espaços entre o HB e o HE. As placas são agrupadas em camadas sucessivas, em uma configuração sem material passivo adicional na direção entre uma torre no calorímetro e o ponto de interação. As placas de latão têm 79 mm de espessura e espaços de 9 mm para acomodar os cintiladores. Incluindo o calorímetro eletromagnético em frente ao HE, o calorímetro absorve chuveiros com comprimento de interação de cerca de λ = 10. HCAL-HO (Externo-Outer) A componente na parte central do calorímetro hadrônico (HB), em conjunto com a seção análoga do calorímetro eletromagnético (EB), não são suficientes para conter todos os chuveiros hadrônicos. Para assegurar a absorção completa na região central, < 1,3, o calorímetro hadrônico possui uma extensão na parte exterior ao solenoide supercondutor (HCAL HO - Outer). O calorímetro usa a própria estrutura do solenoide como absorvedor adicional e é utilizado para identificar chuveiros que tenham iniciado de forma tardia, bem como para medir a energia do chuveiro depositada depois da seção do HB. Na parte externa ao solenoide, o retorno do fluxo magnético é feito via estruturas de ferro projetadas na forma de cinco anéis de 2,536 m cada (ao longo do eixo-z). O HO é instalado como primeira camada de cada um desses anéis, que são identificados por números -2, -1, 0, +1, +2, na posições -5,342, -2,686, 0, +2,686, +5,342 m. Para partículas incidindo perpendicularmente ( = 0), o HB tem poder de absorção mínimo e o anél central do HO possue duas camadas de cintiladores em cada lado de um bloco de ferro de 19,5 cm, a distâncias de 3,82 e 4,07 m do ponto de interação. A absorção total do calorímetro é extendida dessa forma a um mínimo de 11,8 λ, com exceção de uma pequena região entre o HB e o HE. O HO segue a geometria do sistema de múons. A Figura 5 mostra a posição das camadas do HO nos anéis da estrutura do CMS. A segmentação do calorímetro segue aquela do sistema de múons, cada anel possuindo 12 seções idênticas no ângulo azimutal. 19
20 Figura 5: Esquema e localização do componente HO (Outer) do sistema HCAL. HCAL-HF (Frontal-Forward) O desenho do calorímetro hadrônico frontal (HF) teve como base a necessidade de sobreviver as condições de alto fluxo de partículas na região frontal. O material ativo deve ser em primeiro lugar resistente à radiação e por isso foram escolhidas fibras de quartzo. O sinal é produzido por partículas carregadas com energia suficiente para emissão de luz Cherenkov (190 kev para elétrons). Dessa forma o calorímetro é sensível em sua maior parte à componente eletromagnética do chuveiro. Apenas uma fração da luz produzida, que incida na superfície da fibra a um ângulo maior que o ângulo crítico de 71 o é capturada. As fibras medem cerca de μm de diâmetro considerando seu revestimento. Mais de 1000 km de fibras são utilizados no calorímetro HF. O calorímetro consiste de uma estrutura de aço que age como material absorvedor. As fibras são inseridas com orientação longitudinal à linha do feixe em sulcos. O detector é separado em dois segmentos longitudinais. A metade das fibras se estendem pelo comprimento do calorímetro (165 cm) enquanto as restantes são inseridas a partir de uma distância de 22 cm da frente do detector. Os sinais dos dois 20
21 conjuntos de fibras são lidos separadamente. Esta configuração permite distinguir chuveiros eletromagnéticos gerados por elétrons e fótons, que depositam a maior parte de sua energia nos primeiros 22 cm do material, daqueles gerados por hadrons que produzem em média o mesmo sinal nas duas seções. As duas seções de fibras são identificadas de L (longa) e S (curta) para as fibras medindo o sinal em toda a extensão do calorímetro e aquelas que medem os depósitos de energia a partir de 22 cm do meio de aço, respectivamente. A estrutura do calorímetro é aproximadamente cilíndrica, com o raio externo de 130 cm. A frente do calorímetro é instalada a 11,2 m do ponto de interação. A cavidade interna para o tubo do feixe é cilíndrica, com raio 12,5 cm do centro do feixe. Esta estrutura é dividida em cunhas de 20 o cada e 36 cunhas desse tipo (18 em cada lado do ponto de interação) formam o calorímetro HF. A Figura 6 mostra uma seção transversa do calorímetro. As fibras são agrupadas formando torres que correspondem a uma segmentação de 0,175 x 0,175 em pseudo-rapidez e ângulo azimutal. O detector é instalado dentro de uma estrutura hermética de isolamento para radiação e composta de camadas de 40 cm de aço, 40 cm de concreto e 5 cm de polietileno. Uma estrutura adicional na parte de trás do calorímetro (plug) permite uma proteção adicional à radiação. Figura 6: Seção transversal do calorímetro HF, onde o ponto de interação está à direita, a 11,2 m. A área sensível se estende desde 125 a 1300 mm na direção radial. O meio absorvedor mede 1650 mm na direção do feixe. O sinal é captado na parte de trás do calorímetro via fibras que passam pela estrutura de isolamento (shielding), até fotomultiplicadoras (PMTs) instaladas 21 em unidades RBX (readout boxes). Tubos de aço com fontes radioativas (linhas vermelhas) são instaladas para cada torre e são acessíveis desde a parte externa do detector para calibração.
22 CASTOR O CASTOR ( Centauro and Strange Object Research ) é um calorímetro que estende a cobertura na região frontal e é de grande importância tanto para os programas de próton-próton quanto para o programa de íons pesados, assim como para o estudo de objetos exóticos e a busca pelo Centauro [12,13]. Este calorímetro está dividido em seções eletromagnética (EM) e hadrônica (HAD), ambas utilizando tungstênio/quartzo como material passivo/ativo. Este detector é posicionado em torno ao tubo do feixe, na região mais frontal do CMS (aproximadamente a 14,38 m da região de interação), cobrindo uma região de pseudo-rapidez entre -6,6 e -5,1. Este calorímetro foi projetado de forma a ter excelente linearidade e resolução em energia, bem como ótima resolução espacial. Os materiais envolvidos em sua construção lhe garantem uma resistência à radiação, necessária para esta região mais frontal do CMS. O calorímetro é composto de 16 segmentos azimutalmente simétricos em torno ao tubo do feixe. Este detector também é segmentado longitudinalmente em 14 seções, duas para a parte eletromagnética (EM) e doze para a parte hadrônica (HAD). A Figura 7 mostra uma visão esquemática do CASTOR. Este calorímetro é construído com placas de tungstênio (W) como material absorvedor e quartzo fundido (Q) como material ativo. O sinal é composto pela radiação Cherenkov produzida pela passagem de partículas carregadas do chuveiro (principalmente e +,e - ) através do quartzo. Estas camadas de W/Q formam um ângulo de 45 o com a direção do feixe, de modo a maximizar a produção da radiação Cherenkov. O índice de refração do quartzo é n = 1,46 1,55 para comprimentos de onda na faixa nm. O limiar correspondente para a produção de radiação Cherenkov é de β c = 0,65 0,69. Para β c ~ 1 o ângulo de emissão é de arcos(1/nβ c ) = 46 o 50 o. O calorímetro tem 16x14 subdivisões (224 canais no total) e a luz produzida em cada canal é coletada e focalizada por guias de luz até fotomultiplicadoras (PMTs). Existem cinco 22 Figura 7: Ilustração do calorímetro CASTOR.
23 camadas de tungstênio/quartzo, chamadas de Unidades de Amostragem (SU), por subdivisão, e Unidades de Leitura (RU), em ambas as seções EM e HAD. 23
24 Referências The CMS Collaboration; CMS: The Hadron Calorimeter. Technical Design Report; CERN-LHCC V. A. Khoze, A. D. Martin, and M. G. Ryskin; Prospects for new physics observations in diffractive processes at the LHC and Tevatron; Eur. Phys. J. C23, (2002); DOI: /s ; 6. V. A. Khoze, A. D. Martin, and M. G. Ryskin; Double-diffractive processes in high-resolution missing- mass experiments at the Tevatron; Eur. Phys. J. C19, (2001); DOI: /s ; 7. M. G. Albrow and A. Rostovtsev; Searching for the Higgs at hadron colliders using the missing mass method; (2000) 8. V. A. Khoze, A. D. Martin, and M. G. Ryskin; Can the Higgs be seen in rapidity gap events at the Tevatron or the LHC? ; Eur. Phys. J. C14, (2000). DOI: /s ; 9. M. G. Albrow et al.; The FP420 R&D Project: Higgs and New Physics with forward protons at the LHC; JINST 4, T10001 (2009); DOI: / /4/10/T The CMS Collaboration; The TriDAS project. Technical design report, vol. 1: The trigger systems; CERN-LHCC M. Albrow; Fast timing detectors for forward protons at the LHC; Acta Phys. Polonica B Proceedings, 4 (2011) 65; X. Aslanoglou et al.; First performance studies of a prototype for the CASTOR forward calorimeter at the CMS experiment; Acta Phys. Polon. B39, (2008); X. Aslanoglou et al.; Performance Studies of Prototype II for the CASTOR forward Calorimeter at the CMS Experiment; Eur. Phys. J. C52, (2007); DOI: /epjc/s x; CMS Collaboration; Forward Energy Flow, Central Charged-Particle Multiplicities, and Pseudorapidity Gaps in W and Z Boson Events from pp Collisions at 7 TeV; Eur.Phys.J. C72 (2012) 1839; DOI: /epjc/s
25 ; arxiv: CMS Collaboration; Measurement of energy flow at large pseudorapidities in pp collisions at s =0.9 and 7 TeV; JHEP 1111 (2011) 148, Erratum-ibid (2012) 055; DOI: /JHEP02(2012)055; arxiv: CMS Collaboration; Exclusive photon-photon production of muon pairs in proton-proton collisions at sqrt(s) = 7 TeV; JHEP 1201 (2012) 052; DOI: /JHEP01(2012)052; arxiv: CMS Collaboration; Measurement of the inclusive production cross sections for forward jets and for dijet events with one forward and one central jet in pp collisions at sqrt(s) = 7 TeV; submitted to J. High Energy Phys.; arxiv:
Detectores de Partículas: Tiago dos Anjos
Detectores de Partículas: Uma Introdução ao CMS Tiago dos Anjos Sumário Aceleradores Circulares LHC O Detector CMS - Sistema de Trajetórias - Sistema de Múons - Calorímetro Eletromagnético - Calorímetro
Detector de Neutrinos para o Reator de Angra
Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF) Detector de Neutrinos para o Reator de Angra Detector Central, Sistema de VETO, Eletrônica (resumo das diretivas de projeto) Laudo Barbosa (24 de Maio, 2007)
Multiplexador. Permitem que vários equipamentos compartilhem um único canal de comunicação
Multiplexadores Permitem que vários equipamentos compartilhem um único canal de comunicação Transmissor 1 Receptor 1 Transmissor 2 Multiplexador Multiplexador Receptor 2 Transmissor 3 Receptor 3 Economia
SENSORES REMOTOS. Daniel C. Zanotta 28/03/2015
SENSORES REMOTOS Daniel C. Zanotta 28/03/2015 ESTRUTURA DE UM SATÉLITE Exemplo: Landsat 5 COMPONENTES DE UM SATÉLITE Exemplo: Landsat 5 LANÇAMENTO FOGUETES DE LANÇAMENTO SISTEMA SENSOR TIPOS DE SENSORES
Redes de Computadores
Redes de Computadores Cabeamento Gustavo Reis [email protected] Os cabos são usados como meio de comunicação há mais de 150 anos. A primeira implantação em larga escala de comunicações via
Modos de Propagação. Tecnologia em Redes de Computadores 5º Período Disciplina: Sistemas e Redes Ópticas Prof. Maria de Fátima F.
Modos de Propagação Tecnologia em Redes de Computadores 5º Período Disciplina: Sistemas e Redes Ópticas Prof. Maria de Fátima F. Bueno Marcílio 1 Modos de Propagação Antes de iniciarmos o estudo dos tipos
ESTUDO DOS EFEITOS DE ROTAÇÃO E DESLOCAMENTO ENTRE OS PLANOS DO DETECTOR DO FPD NA DETERMINAÇÃO DAS EFICIÊNCIAS J. L.
ESTUDO DOS EFEITOS DE ROTAÇÃO E DESLOCAMENTO ENTRE OS PLANOS DO DETECTOR DO FPD NA DETERMINAÇÃO DAS EFICIÊNCIAS J. L. Palomino Gallo1,H. da Motta, F.S. Silva2 CBPF 1 2 Bolsista da CAPES, Bolsista do CNPq.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FACULDADE DE CIÊNCIAS INTEGRADAS DO PONTAL
UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FACULDADE DE CIÊNCIAS INTEGRADAS DO PONTAL Física Experimental III - Medidas Elétricas Objetivo O objetivo desta prática é aprender a fazer medições de resistência, tensão
Manual do instalador Box Input Rev. 0.01.000. Figura 01 Apresentação do Box Input.
Pág. 1/10 Apresentação Equipamento para detecção de acionamentos e monitoração de sensores. Comunicação com outros dispositivos por rede CAN. Possui seis entradas digitais optoacopladas com indicação de
Detectores de Partículas: Tiago dos Anjos
Detectores de Partículas: Uma Introdução ao CMS Tiago dos Anjos Sumário Aceleradores Circulares LHC O Detector CMS - Sistema de Trajetórias - Detector de múons - Calorímetro Eletromagnético - Calorímetro
GOVERNO DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO CENTRO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL EZEQUIEL F. LIMA ATERRAMENTO E BLINDAGEM
GOVERNO DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO CENTRO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL EZEQUIEL F. LIMA ATERRAMENTO E BLINDAGEM Os sistemas de cabeamento estruturado foram desenvolvidos
O AMPLIFICADOR LOCK-IN
O AMPLIFICADOR LOCK-IN AUTORES: MARCELO PORTES DE ALBUQUERQUE LEONARDO CORREIA RESENDE JORGE LUÍS GONZALEZ RAFAEL ASTUTO AROUCHE NUNES MAURÍCIO BOCHNER FEVEREIRO 2008 SUMÁRIO RESUMO... 3 1. INTRODUÇÃO...
ESTUDO COMPARATIVO ENTRE AS PLATAFORMAS ARDUINO E PIC
ESTUDO COMPARATIVO ENTRE AS PLATAFORMAS ARDUINO E PIC Tiago Menezes Xavier de Souza¹, Igor dos Passos Granado¹, Wyllian Fressatti¹ ¹Universidade Paranaense (UNIPAR) Paranavaí- PR- Brasil [email protected],
Coerência temporal: Uma característica importante
Coerência temporal: Uma característica importante A coerência temporal de uma fonte de luz é determinada pela sua largura de banda espectral e descreve a forma como os trens de ondas emitidas interfererem
MÓDULO 7 Modelo OSI. 7.1 Serviços Versus Protocolos
MÓDULO 7 Modelo OSI A maioria das redes são organizadas como pilhas ou níveis de camadas, umas sobre as outras, sendo feito com o intuito de reduzir a complexidade do projeto da rede. O objetivo de cada
1.3 Conectando a rede de alimentação das válvulas solenóides
1.3 Conectando a rede de alimentação das válvulas solenóides CONTROLE DE FLUSHING AUTOMÁTICO LCF 12 Modo Periódico e Horário www.lubing.com.br (19) 3583-6929 DESCALVADO SP 1. Instalação O equipamento deve
1 Fibra Óptica e Sistemas de transmissão ópticos
1 Fibra Óptica e Sistemas de transmissão ópticos 1.1 Introdução Consiste em um guia de onda cilíndrico, conforme ilustra a Figura 1, formado por núcleo de material dielétrico (em geral vidro de alta pureza),
LENTES E ESPELHOS. O tipo e a posição da imagem de um objeto, formada por um espelho esférico de pequena abertura, é determinada pela equação
LENTES E ESPELHOS INTRODUÇÃO A luz é uma onda eletromagnética e interage com a matéria por meio de seus campos elétrico e magnético. Nessa interação, podem ocorrer alterações na velocidade, na direção
MÓDULO 4 Meios físicos de transmissão
MÓDULO 4 Meios físicos de transmissão Os meios físicos de transmissão são compostos pelos cabos coaxiais, par trançado, fibra óptica, transmissão a rádio, transmissão via satélite e são divididos em duas
IBM Managed Security Services for Agent Redeployment and Reactivation
Descrição de Serviços IBM Managed Security Services for Agent Redeployment and Reactivation EM ADIÇÃO AOS TERMOS E CONDIÇÕES ESPECIFICADOS ABAIXO, ESSA DESCRIÇÃO DE SERVIÇOS INCLUI AS IBM MANAGED SECURITY
www.vwsolucoes.com Copyright 2013 VW Soluções
1 1. Especificação técnicas: Dimensões do módulo 4EA2SA v1.0: 100 mm x 56 mm Peso aproximado: xxx gramas (montada). Alimentação do circuito : 12 ou 24Vcc Tipo de comunicação: RS232 ou RS485 Tensão de referencia:
5 Entrada e Saída de Dados:
5 Entrada e Saída de Dados: 5.1 - Arquitetura de Entrada e Saída: O sistema de entrada e saída de dados é o responsável pela ligação do sistema computacional com o mundo externo. Através de dispositivos
Fornece novos benefícios para o mercado postal
Entrega de Pacotes e Encomendas Classificação de correspondências e pacotes Vantage TM Sorting Solution Classificadora flexível e de alta velocidade Fornece novos benefícios para o mercado postal A classificadora
Medida da velocidade de embarcações com o Google Earth
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO Instituto de Física Programa de Pós-Graduação em Ensino de Física Mestrado Profissional em Ensino de Física Medida da velocidade de embarcações com o Google Earth
O USO DE UM SENSOR DE LUZ LINEAR COMO RECURSO DIDÁTICO PARA DEMONSTRAR PRINCÍPIOS DE DIFRAÇÃO E ESPECTROSCOPIA
Quim. Nova, Vol. 38, No. 3, S1-S6, 2015 O USO DE UM SENSOR DE LUZ LINEAR COMO RECURSO DIDÁTICO PARA DEMONSTRAR PRINCÍPIOS DE DIFRAÇÃO E ESPECTROSCOPIA Fernando Arruda Mendes de Oliveira a,b, Eduardo Ribeiro
Departamento de Zoologia da Universidade de Coimbra
Departamento de Zoologia da Universidade de Coimbra Armando Cristóvão Adaptado de "The Tools of Biochemistry" de Terrance G. Cooper Como funciona um espectrofotómetro O espectrofotómetro é um aparelho
Estabilizada de. PdP. Autor: Luís Fernando Patsko Nível: Intermediário Criação: 22/02/2006 Última versão: 18/12/2006
TUTORIAL Fonte Estabilizada de 5 Volts Autor: Luís Fernando Patsko Nível: Intermediário Criação: 22/02/2006 Última versão: 18/12/2006 PdP Pesquisa e Desenvolvimento de Produtos http://www.maxwellbohr.com.br
Um carro está andando ao longo de uma estrada reta e plana. Sua posição em função do tempo está representada neste gráfico:
PROVA DE FÍSICA QUESTÃO 0 Um carro está andando ao longo de uma estrada reta e plana. Sua posição em função do tempo está representada neste gráfico: Sejam v P, v Q e v R os módulos das velocidades do
Estudo do grande colisor de hádrons
Estudo do grande colisor de hádrons Felipe BERNARDO MARTINS 1 ; Mayler MARTINS 2 1 Estudante do Curso Técnico em Manutenção Automotiva. Instituto Federal Minas Gerais (IFMG) campus Bambuí. Rod. Bambuí/Medeiros
MÓDULO 9 METODOLOGIAS DE DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS
MÓDULO 9 METODOLOGIAS DE DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS O termo metodologia não possui uma definição amplamente aceita, sendo entendido na maioria das vezes como um conjunto de passos e procedimentos que
INTRODUÇÃO BARRAMENTO PCI EXPRESS.
INTRODUÇÃO BARRAMENTO EXPRESS. O processador se comunica com os outros periféricos do micro através de um caminho de dados chamado barramento. Desde o lançamento do primeiro PC em 1981 até os dias de hoje,
DESCRITIVO TÉCNICO. 1 Alimentador
DESCRITIVO TÉCNICO Nome Equipamento: Máquina automática para corte de silício 45º e perna central até 400 mm largura Código: MQ-0039-NEP Código Finame: *** Classificação Fiscal: 8462.39.0101 1 Alimentador
DESENVOLVIMENTO DE CIRCUITOS CONVERSORES DIGITAL-ANALÓGICOS PARA CONTROLE DE POLARIZAÇÃO
DESENVOLVIMENTO DE CIRCUITOS CONVERSORES DIGITAL-ANALÓGICOS PARA CONTROLE DE POLARIZAÇÃO Aluno: Joaquim Masset Lacombe Dias Garcia Aluna: Ana Sofia Viotti Daker Aranha Orientador: Guilherme Penello Temporão
um experimento dedicado a estudar a composição de partículas primárias de raios cósmicos e interações hadrônicas de altas energias.
Uma análise sobre diferentes parametrizações da atmosfera em simulações de chuveiros atmosféricos extensos de raios cósmicos Stefano Castro TOGNINI; Ricardo Avelino GOMES Instituto de Física Universidade
LEI DE OHM. Professor João Luiz Cesarino Ferreira. Conceitos fundamentais
LEI DE OHM Conceitos fundamentais Ao adquirir energia cinética suficiente, um elétron se transforma em um elétron livre e se desloca até colidir com um átomo. Com a colisão, ele perde parte ou toda energia
RIO TERÁ ICECUBE, 'CUBO' DE GELO COM VOLUME DEZ VEZES MAIOR QUE O PÃO DE AÇUÇAR
COMUNICADO DE IMPRENSA No 4 Núcleo de Comunicação Social / CBPF [Para publicação imediata] O quê: Pesquisadores do IceCube irão apresentar dados sobre a recente detecção dos dois neutrinos mais energéticos
Conversão Analógica Digital
Slide 1 Conversão Analógica Digital Até agora, discutimos principalmente sinais contínuos (analógicos), mas, atualmente, a maioria dos cálculos e medições é realizada com sistemas digitais. Assim, precisamos
Setores Trilhas. Espaço entre setores Espaço entre trilhas
Memória Externa Disco Magnético O disco magnético é constituído de um prato circular de metal ou plástico, coberto com um material que poder magnetizado. Os dados são gravados e posteriormente lidos do
BlackBerry Mobile Voice System
BlackBerry Mobile Voice System BlackBerry Mobile Voice System Comunicações móveis unificadas O Mobile Voice System ( MVS) foi projetado para unificar os recursos do telefone fixo aos smartphones e às redes
APLICAÇÃO PARA ANÁLISE GRÁFICA DE EXERCÍCIO FÍSICO A PARTIR DA PLATAFORMA ARDUINO
APLICAÇÃO PARA ANÁLISE GRÁFICA DE EXERCÍCIO FÍSICO A PARTIR DA PLATAFORMA ARDUINO Alessandro A. M de Oliveira 1 ; Alexandre de Oliveira Zamberlan 1 ; Péricles Pinheiro Feltrin 2 ; Rafael Ogayar Gomes 3
Qualificação de Procedimentos
Qualificação de Procedimentos Os equipamentos em geral são fabricados por meio de uniões de partes metálicas entre si empregando-se soldas. Há, portanto a necessidade de se garantir, nestas uniões soldadas,
Universidade Estadual de Campinas Instituto de Física Gleb Wataghin. Medida do comprimento de onda das ondas de rádio
Universidade Estadual de Campinas Instituto de Física Gleb Wataghin Medida do comprimento de onda das ondas de rádio Aluna: Laura Rigolo Orientador: Prof. Dr. Pedro C. de Holanda Coordenador Prof. Dr.
Processo de Controle das Reposições da loja
Processo de Controle das Reposições da loja Getway 2015 Processo de Reposição de Mercadorias Manual Processo de Reposição de Mercadorias. O processo de reposição de mercadorias para o Profit foi definido
Colaboração na experiência ATLAS (LHC)
Colaboração na experiência ATLAS (LHC) em parceria com FCTUC CFNUL/FCUL e ainda UNL IDMEC/IST UCatFF UM Colaboração internacional ANL (Chicago) Barcelona Clermont-Ferrand Michigan St. Univ. Pisa Praga
Hoje estou elétrico!
A U A UL LA Hoje estou elétrico! Ernesto, observado por Roberto, tinha acabado de construir um vetor com um pedaço de papel, um fio de meia, um canudo e um pedacinho de folha de alumínio. Enquanto testava
Sagômetro Digital. Manual de Instalação e Operação
Manual de Instalação e Operação MANUAL DE INSTALAÇÃO E OPERAÇÃO APRESENTAÇÃO: Esse instrumento foi especialmente desenvolvido para realizar medições de Ságitas em Blocos Oftálmicos onde através de software
4 Arquitetura básica de um analisador de elementos de redes
4 Arquitetura básica de um analisador de elementos de redes Neste capítulo é apresentado o desenvolvimento de um dispositivo analisador de redes e de elementos de redes, utilizando tecnologia FPGA. Conforme
ICORLI. INSTALAÇÃO, CONFIGURAÇÃO e OPERAÇÃO EM REDES LOCAIS e INTERNET
INSTALAÇÃO, CONFIGURAÇÃO e OPERAÇÃO EM REDES LOCAIS e INTERNET 2010/2011 1 Protocolo TCP/IP É um padrão de comunicação entre diferentes computadores e diferentes sistemas operativos. Cada computador deve
IW10. Rev.: 02. Especificações Técnicas
IW10 Rev.: 02 Especificações Técnicas Sumário 1. INTRODUÇÃO... 1 2. COMPOSIÇÃO DO IW10... 2 2.1 Placa Principal... 2 2.2 Módulos de Sensores... 5 3. APLICAÇÕES... 6 3.1 Monitoramento Local... 7 3.2 Monitoramento
GUIA DE TELAS IHM Delta ARVTi 2000
GUIA DE TELAS IHM Delta ARVTi 2000 Revisão 00 de 02/06/10 Direitos Reservados à Todas as informações contidas neste manual são de uso exclusivo da Equipamentos Eletrônicos Ltda., não podendo ser reproduzidas,
Gerenciamento de Projetos Modulo II Ciclo de Vida e Organização do Projeto
Gerenciamento de Projetos Modulo II Ciclo de Vida e Organização do Projeto Prof. Walter Cunha [email protected] http://waltercunha.com PMBoK Organização do Projeto Os projetos e o gerenciamento
5 SIMULAÇÃO DE UM SISTEMA WDM DE DOIS CANAIS COM O SOFTWARE VPI
68 5 SIMULAÇÃO DE UM SISTEMA WDM DE DOIS CANAIS COM O SOFTWARE VPI O software VPI foi originalmente introduzido em 1998 e era conhecido como PDA (Photonic Design Automation). O VPI atualmente agrega os
grandeza do número de elétrons de condução que atravessam uma seção transversal do fio em segundos na forma, qual o valor de?
Física 01. Um fio metálico e cilíndrico é percorrido por uma corrente elétrica constante de. Considere o módulo da carga do elétron igual a. Expressando a ordem de grandeza do número de elétrons de condução
RELATÓRIO DE CONECTIVIDADE FIBRA OPTICA MULTIMODO
Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial E.E.P. Senac Centro Histórico Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego Curso Técnico em Informática JOÃO VITOR ANDRADE RELATÓRIO DE CONECTIVIDADE
EXPERIMENTO N o 6 LENTES CONVERGENTES INTRODUÇÃO
EXPERIMENTO N o 6 LENTES CONVERGENTES INTRODUÇÃO Ao incidir em uma lente convergente, um feixe paralelo de luz, depois de passar pela lente, é concentrado em um ponto denominado foco (representado por
Introdução aos Sistemas de Informação Geográfica
Introdução aos Sistemas de Informação Geográfica Mestrado Profissionalizante 2015 Karla Donato Fook [email protected] IFMA / DAI Motivação Alguns princípios físicos dão suporte ao Sensoriamento Remoto...
APRENDIZAGEM INDUSTRIAL. UNIDADE 6 Cabeamento Residencial
APRENDIZAGEM INDUSTRIAL UNIDADE 6 Cabeamento Residencial Cabeamento residencial Sistema que integra os serviços de telecomunicações em uma residência: Rede local de computadores, acesso à internet, controle
DECODIFICADOR DE DISPLAY DE 7 SEGMENTOS COM LATCH
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA DECODIFICADOR DE DISPLAY DE 7 SEGMENTOS COM LATCH Projeto para a matéria TE130 Projeto de Circuitos Integrados Digitais, ministrada pelo
2. Função Produção/Operação/Valor Adicionado
2. Função Produção/Operação/Valor Adicionado Conteúdo 1. Função Produção 3. Administração da Produção 1 Bibliografia Recomenda Livro Texto: Introdução à Administração Eunice Lacava Kwasnicka - Editora
Estes sensores são constituídos por um reservatório, onde num dos lados está localizada uma fonte de raios gama (emissor) e do lado oposto um
Existem vários instrumentos de medição de nível que se baseiam na tendência que um determinado material tem de reflectir ou absorver radiação. Para medições de nível contínuas, os tipos mais comuns de
Placa Acessório Modem Impacta
manual do usuário Placa Acessório Modem Impacta Parabéns, você acaba de adquirir um produto com a qualidade e segurança Intelbras. A Placa Modem é um acessório que poderá ser utilizado em todas as centrais
Sistema de Leitura da Porta de Mouse do PC
FUNDAÇÃO ESCOLA TÉCNICA LIBERATO SALZANO VIEIRA DA CUNHA Projeto para Trabalho Trimestral de Física Curso: Técnico em Eletrônica Turma: 4312 Data: 18/10/2005 Sala : 224 Aluno: Cleber Moraes n : 5 Aluno:
PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ
PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E DE TECNOLOGIA CCET CURSO DE ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO Henrique Soares Hinke José Eduardo da Silva Rodrigues Matheus Augusto de Queiroz
3. Cite o nome e características do ponto mais alto e do ponto mais baixo de uma onda?
Exercícios: 1. Sobre:Ondas Responda: a. O que é a Natureza de Ondas? b. O que origina as Ondas Mecânicas? c. As Ondas Mecânicas se propagam no vácuo? Explique a sua resposta. d. Quais são os elementos
Ensaio de Emissão Acústica Aplicado em Cilindros sem Costura para Armazenamento de Gases
Ensaio de Emissão Acústica Aplicado em Cilindros sem Costura para Armazenamento de Gases Pedro Feres Filho São Paulo, Brasil e-mail: [email protected] 1- Resumo Este trabalho teve como objetivo apresentar
Referências internas são os artefatos usados para ajudar na elaboração do PT tais como:
Plano de Teste (resumo do documento) I Introdução Identificador do Plano de Teste Esse campo deve especificar um identificador único para reconhecimento do Plano de Teste. Pode ser inclusive um código
Boletim Técnico R&D 03/08 CARACTERÍSTICAS DO DRIVER MPC6006L 14 de março de 2008
Boletim Técnico R&D 03/08 CARACTERÍSTICAS DO DRIVER MPC6006L 14 de março de 2008 O objetivo deste boletim é mostrar as características do driver MPC6006L. Tópicos abordados neste boletim: APRESENTAÇÃO
Introd. Física Médica
Introd. Física Médica Aula 04 Atenuação de RX 2012 http://www.upscale.utoronto.ca/generali nterest/harrison/flash/nuclear/xrayinte ract/xrayinteract.html 2 Propriedades do alvo Boa Condutividade Térmica:
Itinerários de Ônibus Relatório Final
CENTRO UNIVERSITÁRIO SENAC Itinerários de Ônibus Relatório Final Grupo 5 Caio Roque Daniel Nunes Elise Roese José Caneiro Marcos Grignani São Paulo Junho de 2007 1 ÍNDICE 1. Introdução... 3 2. Desenvolvimento...
Inversores de frequência de média tensão Serviços para gerenciar o ciclo de vida, assegurando confiabilidade, disponibilidade e eficiência
Inversores de frequência de média tensão Serviços para gerenciar o ciclo de vida, assegurando confiabilidade, disponibilidade e eficiência 2 Serviços para gerenciar o ciclo de vida dos inversores de média
FACULDADE DE ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO. PROJETO FINAL I e II PLANO DE TRABALHO <NOME DO TRABALHO> <Nome do Aluno> <Nome do Orientador>
FACULDADE DE ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO PROJETO FINAL I e II PLANO DE TRABALHO O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) a ser desenvolvido
ACIONAMENTOS ELETRÔNICOS (INVERSOR DE FREQUÊNCIA)
ACIONAMENTOS ELETRÔNICOS (INVERSOR DE FREQUÊNCIA) 1. Introdução 1.1 Inversor de Frequência A necessidade de aumento de produção e diminuição de custos faz surgir uma grande infinidade de equipamentos desenvolvidos
Scanners Manual Básico. Um guia prático e rápido para conhecer o melhor tipo de equipamento para seus trabalhos.
Scanners Manual Básico Um guia prático e rápido para conhecer o melhor tipo de equipamento para seus trabalhos. Tipos de Scanners Diferentes tipos de scanners funcionam de diferentes maneiras. Conheça
Sensoriamento 55. Este capítulo apresenta a parte de sensores utilizados nas simulações e nos
Sensoriamento 55 3 Sensoriamento experimentos. Este capítulo apresenta a parte de sensores utilizados nas simulações e nos 3.1. Sensoriamento da Simulação O modelo de robô utilizado neste trabalho é o
Cap 01 - Conceitos Básicos de Rede (Kurose)
Cap 01 - Conceitos Básicos de Rede (Kurose) 1. Quais são os tipos de redes de computadores e qual a motivação para estudá-las separadamente? Lan (Local Area Networks) MANs(Metropolitan Area Networks) WANs(Wide
SIMULADO ABERTO ENEM 2015
SIMULADO ABERTO ENEM 2015 1) A figura mostra a bela imagem de um gato ampliada pela água de um aquário esférico. Trata-se de uma imagem virtual direita e maior. A cerca do fenômeno óptico em questão, é
Engenharia de Software III
Engenharia de Software III Casos de uso http://dl.dropbox.com/u/3025380/es3/aula6.pdf ([email protected]) 09/09/2010 O que são casos de uso? Um caso de uso procura documentar as ações necessárias,
Questão 1. Questão 2. Resposta
Questão 1 A energia que um atleta gasta pode ser determinada pelo volume de oxigênio por ele consumido na respiração. Abaixo está apresentado o gráfico do volume V de oxigênio, em litros por minuto, consumido
Automação industrial Sensores
Automação industrial Sensores Análise de Circuitos Sensores Aula 01 Prof. Luiz Fernando Laguardia Campos 3 Modulo Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina Cora Coralina O que são sensores?
CorelDRAW 11 1. UM PROGRAMA DE DESIGN
CorelDRAW 11 1. UM PROGRAMA DE DESIGN Com o Corel você vai trabalhar com um dos aplicativos mais usados no campo do design e da auto-edição, já que permite operar com dois tipos de gráficos (vetoriais
Engenharia de Sistemas Computacionais
Engenharia de Sistemas Detalhes no planejamento UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS Curso de Ciência da Computação Engenharia de Software I Prof. Rômulo Nunes de Oliveira Introdução Na aplicação de um sistema
SISTEMA DE RASTREIO ÓPTICO
SISTEMA DE RASTREIO ÓPTICO 1 SISTEMA DE RASTREIO ÓPTICO VISÃO GERAL O Sistema de Rastreio Óptico, ou simplesmente SISROT, foi desenvolvido com o objetivo de rastrear foguetes nos primeiros instantes de
BARRAMENTO DO SISTEMA
BARRAMENTO DO SISTEMA Memória Principal Processador Barramento local Memória cachê/ ponte Barramento de sistema SCSI FireWire Dispositivo gráfico Controlador de vídeo Rede Local Barramento de alta velocidade
Projeto de controle e Automação de Antena
Projeto de controle e Automação de Antena Wallyson Ferreira Resumo expandido de Iniciação Tecnológica PUC-Campinas RA: 13015375 Lattes: K4894092P0 [email protected] Omar C. Branquinho Sistemas de
BEM-VINDO À SÉRIE NEXGEN
BEM-VINDO À SÉRIE NEXGEN O Bentley NexGen representa o resultado de mais de 20 anos de trabalho conjunto com nossos clientes. O Bentley NexGen representa a última palavra em tecnologia de ponta para análise
A seguir serão detalhados os atuadores da estação com a finalidade de facilitar a visualização e ilustrar os circuitos contidos em anexo.
MANUAL DE OPERAÇÃO Estação de Distribuição MPS Documentação Técnica Estação de distribuição Vista superior da estação Detalhe do terminal de válvulas CPV 2 Descrição da Estação Essa estação tem como principal
Sistemas Distribuídos
Sistemas Distribuídos Modelo Cliente-Servidor: Introdução aos tipos de servidores e clientes Prof. MSc. Hugo Souza Iniciando o módulo 03 da primeira unidade, iremos abordar sobre o Modelo Cliente-Servidor
Tecnologia PCI express. Introdução. Tecnologia PCI Express
Tecnologia PCI express Introdução O desenvolvimento de computadores cada vez mais rápidos e eficientes é uma necessidade constante. No que se refere ao segmento de computadores pessoais, essa necessidade
Arquitetura de Rede de Computadores
TCP/IP Roteamento Arquitetura de Rede de Prof. Pedro Neto Aracaju Sergipe - 2011 Ementa da Disciplina 4. Roteamento i. Máscara de Rede ii. Sub-Redes iii. Números Binários e Máscara de Sub-Rede iv. O Roteador
1 Introdução. 1.1. Motivação
15 1 Introdução Esta dissertação dedica-se ao desenvolvimento de um analisador de erro para Redes Ópticas através da utilização de circuitos integrados programáveis de última geração utilizando taxas que
SERVIÇO DE ANÁLISE DE REDES DE TELECOMUNICAÇÕES APLICABILIDADE PARA CALL-CENTERS VISÃO DA EMPRESA
SERVIÇO DE ANÁLISE DE REDES DE TELECOMUNICAÇÕES APLICABILIDADE PARA CALL-CENTERS VISÃO DA EMPRESA Muitas organizações terceirizam o transporte das chamadas em seus call-centers, dependendo inteiramente
30 cm, determine o raio da esfera.
1. (Ufes 015) Enche-se uma fina esfera, feita de vidro transparente, com um líquido, até completar-se exatamente a metade de seu volume. O resto do volume da esfera contém ar (índice de refração n 1).
Introdução. Arquitetura de Rede de Computadores. Prof. Pedro Neto
Introdução Arquitetura de Rede de Prof. Pedro Neto Aracaju Sergipe - 2011 Ementa da Disciplina 1. Introdução i. Conceitos e Definições ii. Tipos de Rede a. Peer To Peer b. Client/Server iii. Topologias
Aumento da Capacidade de Armazenamento do SPRACE
Julho 2010 Aumento da Capacidade de Armazenamento do SPRACE São Paulo Regional Analysis Center Sergio Ferraz Novaes Sumário I. IDENTIFICAÇÃO DA PROPOSTA... 3 II. QUALIFICAÇÃO DO PROBLEMA... 3 III. OBJETIVOS
TRABALHO COM GRANDES MONTAGENS
Texto Técnico 005/2013 TRABALHO COM GRANDES MONTAGENS Parte 05 0 Vamos finalizar o tema Trabalho com Grandes Montagens apresentando os melhores recursos e configurações de hardware para otimizar a abertura
