3 - Cablagem estruturada
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- Letícia Sampaio Farias
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1 Capítulo Cablagem estruturada 1 Os problemas Porquê organizar as cablagens? É fácil manter a organização da cablagem A identificação de um cabo é imediata (basta pôr-lhe a etiqueta correcta!!!!) 2 1
2 Cablagem Suporte físico das infra-estruturas de comunicações de um edifício ou conjunto de edifícios (campus) Conjunto dos equipamentos passivos: cabos, conectores, tomadas, armários de distribuição e interligação, etc. Permitem a interligação dos equipamentos activos: hubs, routers, bridges, switches, etc. Numa rede informática: componente de maior vida útil (mínimo de 10 anos, tipicamente 15 anos) corresponde a menos de 20% do investimento total pode ser responsável por 80% do tempo de inoperacionalidade As cablagens devem: ser incluídas nos edifícios e no campus, na fase de construção ou remodelação, a par das redes eléctricas, de gás, de água, etc. ser genéricas, suportando várias tecnologias e aplicações ser flexíveis de modo a poderem resistir a alterações na utilização dos espaços e à evolução das tecnologias de comunicação obedecer a normas - soluções abertas (independência relativamente a fabricantes) Permite a certificação após a instalação 3 Normas Principais especificações das normas Meios de transmissão a utilizar Comprimento máximo dos cabos Topologia Elementos de interligação (fichas, conectores, etc.) Norma ANSI TIA/EIA-T568B de origem americana, mas usada em muitos outros países Norma ISO/IEC de âmbito internacional Norma EN com influência a nível europeu 4 2
3 Norma ANSI TIA/EIA ANSI TIA/EIA-T568B: subsistemas 6 3
4 Norma ISO/IEC Estrutura de cablagem Elementos funcionais Distribuidor de campus (CD) Cablagem de backbone de campus Distribuidor de edifício (BD) Cablagem de backbone de edifício Distribuidor de piso (FD) Cablagem de piso (ou cablagem horizontal) Tomada de telecomunicações (TO) Cablagem de área de trabalho 7 Norma ISO/IEC Estrutura de cablagem (2) 8 4
5 Norma ISO/IEC Subsistemas de cablagem Subsistema de backbone de campus Interliga os edifícios dentro do campus Inclui o distribuidor de campus (CD), os cabos de backbone de campus e as terminações destes Pode também incluir cablagem entre distribuidores de edifícios Subsistema de backbone de edifício Interliga o distribuidor de edifício (BD) e os distribuidores de piso (FD) Inclui o distribuidor de edifício (BD), os cabos de backbone do edifício e as terminações destes Pode também incluir cablagens entre distribuidores de piso Subsistema de piso (ou cablagem horizontal) Interliga os distribuidores de piso (FD) e as tomadas de telecomunicações (TO) Inclui os distribuidores de piso, a cablagem horizontal e as tomadas de telecomunicações (TO) Subsistema da área de trabalho (zona) Agrega os elementos para interligar as TOs aos postos de trabalho (chicotes de interligação, adaptadores, etc.) Possibilidade de ligações horizontais entre FDs ou BDs, para permitir redundância 9 Norma ISO/IEC Subsistemas de cablagem (2) 10 5
6 Arquitectura óptica centralizada Só cablagem óptica Um único distribuidor em cada edifício Eliminação do subsistema de backbone de piso Vantagens: maior capacidade facilidade de operação e manutenção melhor economicamente em edifícios de grandes dimensões com pontos de acesso muito dispersos 11 Cabos recomendados 12 6
7 Comprimentos máximos 13 Cablagem horizontal 14 7
8 Backbone de edifício 15 Backbone de campus 16 8
9 Distribuidor Características principais: de montagem rack de 19 de largura altura em função das necessidades com painéis passivos com tomadas RJ45 (ISO 8877) destinadas à ligação dos cabos de cobre com painéis passivos para fichas ST ou SC destinadas à ligação dos cabos de fibra óptica com guias de patching para a arrumação dos chicotes entre os equipamentos activos e os painéis passivos 17 Painéis de interligação (patch-panels) onde são implementadas as interfaces com a rede pública e com o equipamento activo de telecomunicações onde é feita a terminação dos cabos dos vários subsistemas de cablagem a ligação ao equipamento activo é feita através de chicotes de interligação (patchcords) instalados nos distribuidores 18 9
10 Equipamentos de interligação Dispositivo (ou conjunto de dispositivos) destinados à interligação de cabos: tomadas, patch pannels, blocos de patching automático, etc. O equipamento de interligação deve ser instalado nos seguintes locais: No distribuidor de campus (CD) permitindo ligações à cablagem de backbone de campus, à cablagem de backbone de edifício e ao equipamento activo No distribuidor de edifício (BD) permitindo ligações à cablagem de backbone de edifício e ao equipamento activo No distribuidor de piso (FD) permitindo ligações à cablagem horizontal e ao equipamento activo Nas tomadas de telecomunicações (TO) 19 Equipamentos de interligação (2) O equipamento de interligação deve: Possibilitar a interligação de cabos através de jumpers, chicotes (patching cords), etc. Possibilitar a identificação das cablagens para efeitos de instalação e administração Permitir a gestão ordenada dos cabos Permitir a monitorização e teste do equipamento activo Garantir protecção contra danos físicos que afectem a continuidade Possibilitar uma instalação compacta das terminações dos cabos Possibilitar acomodação das blindagens, sempre que estas estejam presentes nos cabos 20 10
11 Equipamentos de interligação para fibra óptica 21 Equipamentos de interligação para cabos de cobre 22 11
12 Localização dos distribuidores Os distribuidores (bastidores) devem ser colocados em: salas de equipamento (ER - equipment rooms) Deve existir uma por edifício Zona central do edifício m 2 para edifício de m 2 Destinada à instalação de: CD e BD Central telefónica equipamento central de telecomunicações, sinalização, monitorização e vigilância ou em compartimentos de telecomunicações (TC - telecommunication closets) Deve existir uma ou mais por piso (uma por cada 1000 m 2 ) Mínimo de 5 m 2 próximo do centro geográfico do piso (para minimizar cabos) Destinada à instalação de: FD Equipamentos de controlo de piso 23 Especificações das zonas técnicas Alimentação eléctrica alimentação eléctrica estabilizada; protegida com circuito de terra e contra sobretensão; Ligada à rede de emergência do edifício (caso exista) Iluminação adequada (mínimo 500 lux); altura >= 2,6m; evitar lâmpadas de descarga (néon, fluorescente) Controlo ambiental evitar exposição directa aos raios solares; com ventilação natural ou controlo ambiental Temperatura: 18 a 26ºC (óptima) / 5 a 30ºC (limite) Humidade relativa: 30 a 55% (óptima) / 10 a 80% (limite) Controlo de acesso porta de acesso de largura superior a 90cm, a abrir para o lado de fora; com fechadura de segurança Não deve ter canos de água ou gás a passar sobre a sala Excepto protecção contra incêndios Materiais de construção De preferência com chão falso; Chão que minimize a poeira e a electricidade estática (ex.: ladrilhos); Materiais não combustíveis 24 12
13 Dimensionamento Tomadas de telecomunicações (TO) Localizadas na parede ou no chão, nas proximidades de cada posto de trabalho Devem existir no mínimo duas tomadas por cada 10 m 2 de área de trabalho (uma para voz e outra para dados) Cada compartimento deve ter pelo menos uma tomada Devem ser etiquetadas de forma visível e indelével Distribuidores de piso (FD) Deve existir pelo menos um FD por cada 1000 m 2 Deve existir pelo menos um FD por cada piso (excepto pisos de dimensões reduzidas) Quando um piso é pouco povoado de tomadas pode ser servido a partir de um dos pisos adjacentes Tentar minimizar o número de FDs 25 Teste e certificação Todos os componentes da cablagem devem ser testados de forma a ser verificada a sua compatibilidade com as normas subjacentes Na certificação das cablagens de cobre (UTP, STP ou S/UTP) são usados Cable scanners Na certificação das cablagens de fibra óptica são usados equipamentos de OTDR (reflectrometria óptica) A certificação automática deve ser complementada com inspecção visual dos componentes instalados 26 13
14 Como identificar falhas 27 Time Domain Reflectometry 28 14
15 Administração de cablagem Identificadores Todos os elementos de uma cablagem devem ser identificados de forma única e indelével Um único identificador deve ser atribuído a uma tomada, extremos do cabo e posição do painel distribuidor correspondente Nomeação alfabética sequencial Distribuidor de edifício A Distribuidores de piso B, C, D, etc. (por ordem de proximidade ao BD) Registos Devem ser mantidos registos relativos à cablagem Os registos devem indicar as tomadas activas e identificar os equipamentos a elas ligados Também devem ser mantidos registos de todos os testes e certificações efectuados 29 a evitar! 30 15
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