ISEP INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA
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- Maria do Mar Carreiro Castilho
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1 ISEP INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA CLOSED CIRCUIT TELEVISION CCTV António Gomes 1
2 Enquadramento Cada vez é maior o recurso à vigilância através dos sistemas de CCTV, quer como elementos isolados de vigilância, quer como complemento da vigilância humana. Além de uma vigilância em tempo real, estes sistemas permitem a gravação e arquivo de imagens, que posteriormente poderão ser consultadas. Os sistemas de CCTV, não são habitualmente sistemas de segurança, mas antes sistemas de vigilância. Não existe portanto, uma vigilância com detecção automática, mas apenas, vigilância de suporte para intervenção humana. 3 Enquadramento No entanto existem dispositivos pertencentes ao CCTV, que podem fazer a detecção de intrusão. Neste caso, o sistema de CCTV já funciona como um sistema de segurança, embora não seja sua missão substituir os sistemas tradicionais de detecção de intrusão, mas sim surgir como seu complemento. 4 2
3 Áreas de Intervenção de um Sistema de CCTV Vigilância de edifícios, áreas comerciais, áreas públicas, recintos de exposições, recintos desportivos,..., com vista à detecção de furtos e/ou de actos de vandalismo; Registo em suporte magnético ou digital das imagens recolhidas pelas câmaras para posterior utilização; Alarmes locais e/ou à distância em caso de intrusão. 5 Utilização de Sistemas de CCTV - Comércio O CCTV é largamente utilizado no comércio a retalho onde a probabilidade de furto é bastante elevada; Funciona como sistema de vigilância activo e como auxiliar da segurança já implantada; Entre as inúmeras vantagens de instalar um equipamento CCTV no seu estabelecimento, contam-se as seguintes: Protecção activa 24H por dia, facilita a detecção de quem comete o furto e previne que outros o façam; Rentabiliza o seu investimento através de um melhor controlo sobre empregados e clientes; Melhora substancialmente a segurança e desempenho dos empregados. 6 3
4 Utilização de Sistemas de CCTV - Indústria Não só protege bens e instalações, como controla, vigia e regista situações onde a vigilância humana está ausente; Reforça a segurança das instalações, sendo uma ferramenta indispensável para guardas nocturnos; Pode ser utilizado para controlo e vigilância de linhas de produção, estaleiros e, cais de cargas e descargas; Permite o registo e catalogação de erros ou falhas com vista a serem tomadas medidas preventivas; Permite a vigilância de áreas interditas à presença humana tais como : fornos, zonas toxicas, submersas, etc... 7 Utilização de Sistemas de CCTV Outras Aplicações Observa e grava possíveis roubos e vandalismo pela monitorização do espaço de venda, edifícios de escritórios, armazéns, locais de carga, parques de estacionamento, estradas, recintos desportivos,... Monitoriza colégios, áreas comuns, ou áreas de elevado risco de modo a garantir a segurança de instituições e universidades; Ajuda a reduzir a gravidade de alguns acidentes pelo expedito e atempado aviso da segurança, polícia, bombeiros e pessoal médico de urgência. 8 4
5 Tipo de Sistemas 9 Analógico IP Estrutura Pode ser dividido em quatro grupos : 10 Recolha de imagem Responsável pela conversão da zona visualizada num sinal de vídeo. Transmissão do sinal Responsável pelo transporte do sinal recolhido pelo grupo anterior, até à zona de visualização. Processamento do sinal Responsável pelo processamento e visualização da imagem proveniente do grupo de recolha. Monitorizarão da Imagem Permite a visualização das imagens. 5
6 Estrutura Sistema Tradicional 11 Estrutura Sistema com Gravador Digital Simples 12 6
7 Estrutura Sistema com Transmissão por TCP/IP 13 SISTORE AX ADSL ISDN PSTN Ethern et SISTORE AX Remote Access Software (RAS) Network Analog video Recolha de Imagem Corresponde às unidades que fazem a transformação do sinal óptico (imagem) em sinal eléctrico. 14 7
8 Recolha de Imagem Lente Focagem variável ou fixa; Íris manual ou automática Filtros IR 15 Recolha de Imagem Lente 16 8
9 17 Recolha de Imagem Câmara Fixas P/B MiniDome COR SpeedDome D/N 18 Recolha de Imagem Câmara 9
10 Recolha de Imagem Suportes Interiores / Exteriores 19 Parede Pendulares Poste Recolha de Imagem Housing EXTERIOR IP66 20 ANTIVANDALISMO 10
11 Transmissão do Sinal Elementos de interligação dos sistemas de aquisição de imagem, sistemas de controle e comandos e monitorização de imagem. 21 Transmissão do Sinal Analógico Cabo coaxial RG59/RG11 Comprimento máximo 150/300 m
12 Transmissão do Sinal Fibra óptica Utilizado para cobrir distâncias elevadas 23 Não há distorção do sinal recebido; Não há formação de correntes à terra como nos casos dos cabos coaxiais; Não há formação de interferências no sinal pela proximidade de cabos de energia; Possibilita a transmissão de sinais a distâncias grandes (sinal de 850nm 5km ; sinal de 1300nm 10 km) Transmissão do Sinal Micro-ondas 24 Permite a transmissão quer de sinais de vídeo quer de dados, desde que em linha-devista; Operam na banda dos 23 GHz, e têm um alcance de aproximadamente 16 km. 12
13 Transmissão do Sinal Cabo IP 25 Transmissão do Sinal Par torçado 26 13
14 Processamento do Sinal Controle e comandos 27 Corresponde às unidades que executam comandos no sistema, e que fazem selecção e comutação de imagem. Processamento do Sinal Consolas de comando 28 Permitem controlar todo o sistema, não só no que respeita à programação, mas também a operação. 14
15 Processamento do Sinal Selectores e sequenciadores 29 Permitem seleccionar manualmente qualquer uma das câmaras que lhe estão ligadas e visualiza-las ou criar sequências de visualização, num monitor ligado a este. Processamento do Sinal Multiplexadores 30 Permitem observar num mesmo monitor, por repartição do espaço, várias imagens ao mesmo tempo. 4, 8, 9, 16 e 32 CANAIS 15
16 31 Processamento do Sinal Matrizes de comutação de imagens São constituídos por placas de outputs e imputs, que permitem a gestão de sistemas de grandes dimensões, com elevado número de entradas (câmaras) e de saídas (monitores ou outros equipamentos). 32 Monitorização da Imagem São equipamentos de recepção do sinal de vídeo, que voltam a fazer a transformação do sinal eléctrico em sinal óptico, observável pelo olho humano. 16
17 Monitorização da Imagem Monitores CRT 33 Monocromáticos; Policromáticos. Monitorização da Imagem Monitores TFT 34 17
18 Gravação da Imagem Gravadores Digitais São aparelhos que permitem a gravação do sinal de vídeo em formato digital num disco duro. 35 Gravação da Imagem Gravadores Digitais 36 Alarm Event Este tipo de gravador permite a gravação de imagens e som a partir do momento em que o alarme é recebido. O período de tempo de gravação é programável. 18
19 Gravação da Imagem Disco Duro de Computadores 37 Legislação 38 Decreto-Lei 35/ 2004 Utilização de sistemas de videovigilância pelos serviços de segurança privada e de autoprotecção Lei 1/ 2005 Regula a videovigilância pelas forças de segurança em locais públicos de utilização comum Decreto-Lei 207/ 2005 Regula os meios de vigilância electrónica rodoviária utilizados pelas forças de segurança Lei 51/ 2006 Regula a utilização de sistemas de vigilância rodoviária pela EP e pelas concessionárias rodoviárias 19
20 Legislação Lei 33/ 2007 Regula a instalação e utilização de sistemas de videovigilância em táxis 39 Portaria 1164-A/ 2007 Portaria 1164-A/ 2007 aprova o modelo de aviso de videovigilância em táxis Legislação 40 Videovigilância: O que é e quais os Riscos? O que é? Câmaras nos Espaços Públicos Videovigilância no Espaço Privado 20
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