RELATÓRIO FINAL DE PROJETO DE PESQUISA
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- Igor Silveira Ferretti
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1 RELATÓRIO FINAL DE PROJETO DE PESQUISA Título: REAÇÃO DE GENÓTIPOS DE ALGODOEIRO A DOENÇAS E NEMATÓIDES, SAFRA Relatório técnico referente ao Projeto de pesquisa apresentado ao Instituto Matogrossense do Algodão (IMAmt) para o ano de N 0009/2009. Pesquisador Coordenador: MSc. RAFAEL GALBIERI Primavera do Leste-MT, 10 de fevereiro de 2011
2 RESUMO Doenças e nematóides constituem um dos principais problemas enfrentados pelos produtores de algodão no estado de Mato Grosso. A medida de controle mais eficiente e sustentável de doenças na cultura é a utilização de genótipos resistentes. Assim, fica evidente a necessidade de eficiente classificação desses materiais, tanto no nível de cultivar fornecendo informação direta ao produtor como de linhagem, dentro de programas de melhoramento genético dessa cultura. O projeto teve como objetivo: a) avaliação da reação de cultivares de algodoeiro, mais plantadas no estado de Mato Grosso, à mancha de Ramularia, doença azul, mosaico das nervuras atípico, ramulose, mancha-angular, murcha de fusarium, Meloidogyne incognita e Rotilenchulus reniformis; b) dar suporte em fitopatologia (isolamento, multiplicação de inóculo, inoculação, avaliação da reação de genótipos de algodoeiro a doenças e nematóides) em programas de melhoramento do IMA, EMBRAPA e IAC na busca de Resistência Múltipla a Doenças. O total de caracterizações para doenças e nematóides realizadas no projeto, foram de aproximadamente 4.159, compreendendo oito patógenos. Observou-se grande variação entre os genótipos avaliados, situação mais confortável, no que diz respeito à resistência, foi relatado para a manha angular e doença azul, em condição intermediária estão a murcha de fusarium, mosaico das nervuras atípico e tolerância a M. incognita, já em pior situação estão as doenças de mancha de ramularia, ramulose e resistência de genótipos a nematóides. Também no projeto foram inoculados patógenos causadores da mancha angular e mancha de ramulária em aproximadamente plantas (populações segregantes do programa de melhoramento do IMA) com seleção de % com níveis de resistência as duas doenças.
3 1 INTRODUÇÃO O cultivo do algodoeiro nas condições do cerrado se caracteriza por extensas áreas, alta mecanização com elevada produtividade. Devido às condições favoráveis, doenças e nematóides constituem-se um dos principais problemas enfrentados pelos produtores, dependentes de um manejo adequado e específico que, quando não sustentável, implica em elevados custos de produção. De acordo Mehta & Menten (2006), as perdas na produção devido a doenças podem chegar a 14 % no estado de Mato Grosso. Esse fato é potencializado já que o estado corresponde aproximadamente 50 % de toda a área plantada no País, o que favorece a disseminação e o aumento do potencial de inóculo a cada ano agrícola. Em determinadas regiões, há relatos de até 11 aplicações de fungicidas com média de 5-6 na safra de Também, a cada ano vem aumentando a ocorrência de fitonematóides no algodoeiro em áreas onde o problema não existia e intensificando em locais onde sua presença já fora observada. Sabendo que a medida mais eficiente para o controle de doenças é a utilização de genótipos resistentes, fica evidente a necessidade de eficiente classificação desses materiais, tanto no nível de cultivar fornecendo informação direta ao produtor como de linhagem, dentro de programas de melhoramento genético dessa cultura. Pois esses programas, necessitarão de incorporação de Resistência Múltipla as Doenças (RMD) em seus genótipos. 2 OBJETIVOS Os objetivos do projeto foram: a) Avaliação da reação de cultivares de algodoeiro, mais plantadas no estado de Mato Grosso, à mancha de Ramularia, doença azul, mosaico das nervuras atípico, ramulose, manchaangular, murcha de fusarium, Meloidogyne incognita e Rotilenchulus reniformis.
4 b) Dar suporte em fitopatologia (isolamento, multiplicação de inóculo, inoculação e avaliação da reação de genótipos de algodoeiro a doenças e nematóides) em programas de melhoramento do IMA, EMBRAPA e IAC na busca de Resistência Múltipla a Doenças. 4 MATERIAL E MÉTODOS O trabalho consistiu em fornecer informação direta ao produtor a respeito do comportamento de cultivares com relação a doenças e nematóides e indireta através da avaliação de materiais genéticos oriundos de programas de melhoramento atuantes no IMA, EMBRAPA e IAC. As doenças e nematóides estudas, em condição de campo, foram: ramulose, ramularia, mancha angular, mosaico das nervuras atípico, M. incognita e R. reniformis e, em condições de casa de vegetação com inoculação dos patógenos: ramularia, mancha-angular, murcha de fusarium, doença azul, mosaico das nervuras atípico, M. incognita e R. reniformis (tabela 1). Dos genótipos avaliados foram 18 cultivares/linhagens avançadas representativas da cotonicultura do Mato Grosso, mais linhagens finais em fase de VCU dos programas de melhoramento do IMA e EMBRAPA MT. Também, para algumas doenças, foram avaliadas linhagens intermediárias do IMAmt. Somado a isso, foram inoculados, em condições de casa de vegetação o fungo R. areola e a bactéria causadora da mancha angular em populações segregantes ( plantas) no decorrer do ano agrícola. As plantas que apresentaram suscetibilidade as doenças foram eliminadas ao passo que as apresentaram níveis de resistência foram selecionadas para a produção de sementes, as quais, foram repassadas ao programa de melhoramento para dar continuidade no processo de melhoramento.
5 Tabela 1. Condição de avaliação de genótipos de algodoeiro a doença e nematóides. Condição Doenças e Nematóides 1 Rama. Vir AT Vir Mi T Ramo. Rr T Mi R Rr R M.ang FUS Campo X X X X X X Casa de vegetação X X X X X X X 1 Rama = mancha de ramularia; Vir AT = mosaico das nervuras atípico; Vir = doença azul; Mi T = M. incognita tolerância; Rr T = R. reniformis tolerância; Mi R = M. incognita Resistência; Rr R = R. reniformis Resistência; M.ang = mancha angular; FUS = murcha de fusarium. Em parceria com a EMBRAPA foram avaliadas mais 44 linhagens em fase final do melhoramento para as principais doenças da cultura. Também foram avaliados genótipos para os projetos: Obtenção e disponibilizarão de germoplasma com RMD, para utilização em programas de melhoramento genético no Brasil (22 genótipos) e Avaliação de linhagem e cultivares disponíveis no Brasil para doenças e nematóides VND (18 cultivares), ambos projetos coordenados pelo Instituto Agronômico de Campinas (IAC), também financiados pelo IMA. Essas atividades estão esquematizadas a baixo:
6 PRODUTOR (demanda) PROJETO FITOPATOLOGIA INFORMAÇÃO (RESULTADOS) DIRETA INDIRETA RESISTÊNCIA DE CULTIVAR (N, RAL, RLO, FUS, BACT, VIR, VIR AT)* Reação DE GENÓTIPOS (N, RAL, RLO, FUS, BACT, VIR, VIR AT)* IMA EMBRAPA IAC! " # $ %& * N: Nematóides (Meloidogyne e Rotylenchulus); RAL: ramularia; RLO: ramulose, FUS: murcha de fusaium; BACT: mancha-angular, VIR: doença azul, VIR AT: mosaico das nervuras atípico A severidade das doenças foram avaliadas mediante escala de notas de 1 a 5, crescentes com os sintomas, conforme os critérios expostos CIA et al. (2007). De modo geral, as avaliações foram realizadas entre 60 e 100 dias de idade das plantas, em ensaios de campo e em casa de vegetação de 30 a 60 dias.
7 Os genótipos foram caracterizados, quanto ao desempenho em face de doenças, mediante Índices de Resistência, quer específicos, para cada patógeno, quer múltiplos para conjuntos de doenças. Para tanto o procedimento constou de: a) cálculo e uniformização de índices a partir das notas, para expressão da resistência em uma única escala, quais quer que fossem os métodos e critérios de avaliação; b) expressão dos Índices Específicos em termos relativos a testemunhas resistentes, para cada doença; e c) cálculo de Índices de Resistência Múltipla, parâmetro médio cuja determinação foi possibilitada pela escala única dos Índices de Resistência Específicos. Para cálculo e uniformização dos Índices de Resistência Específicos foi empregado o método proposto por GRIDI-PAPP et al. (1982), que estabelece escala de 0 a 1, em que 0 corresponde à suscetibilidade máxima e 1 à resistência máxima, segundo o critério de avaliação adotado. De posse dos índices de resistência específicos, foram então calculados os Índices Relativos de Resistência Específica, expressos em função de uma Testemunha Resistente, a cujo índice de resistência se atribui o valor 1, escolhida dentre os genótipos de melhor desempenho para a doença considerada. O comportamento dos genótipos para um conjunto de doenças determinadas (o total ou parte das doenças estudadas) foi então expresso pelo Índice de Resistência Múltipla, calculado pela média geométrica dos Índices Relativos de Resistência Específica envolvidos. Finalmente, em consonância com a classificação da resistência a doenças adotada no formulário para o registro de cultivares no Brasil, os genótipos foram classificados conceitualmente, com base nos Índices de Resistência Específicos e Múltiplos, conforme proposto por CIA et al. (2002). '
8 RESULTADOS E DISCUSSÕES Na tabela 2 encontram-se todas as informações da Reação de genótipos de algodoeiro a doenças e nematóides avaliados pelo projeto na safra Cada material foi caracterizado para no máximo oito doenças/patógenos. É possível observar diferenças entre as doenças avaliadas, mas de modo geral, constata-se alta variação entre os genótipos. O total de caracterização foi de Para a mancha de ramulária apenas 8 % dos genótipos foram classificados com algum nível de resistência (Resistente e Moderadamente Resistente), o mesmo pode ser colocado para ramulose e resistência ao M. incognita com 18 e 5 % (R e MR), respectivamente. Para a resistência ao nematóide das galhas também Galbieri et al. (2009) relatou o mesmo fato. Nesse sentido, a de se somar esforços para obtenção de genótipos de algodoeiro mais resistentes para esses três patógenos através de cruzamentos direcionados e união entre melhoramento genético, fitopatologia e biologia molecular para tentar reverter ou minimizar esse quadro atual. Em uma situação intermediária estão às doenças como mosaico das nervuras atípico (MNA), murcha de fusarium e a tolerância de genótipos a M. incognita com valores de 64, 67 e 69 % dos genótipos em classes moderadas (Moderadamente Resistentes e Moderadamente Suscetível), respectivamente. No primeiro caso (MNA) ainda é válido mencionar que determinados genótipos resistentes a doença azul, apresente suscetibilidade a essa virose (GALBIERI et al., 2010), permanecendo cuidados com níveis de controle de pulgão do decorrer da safra, e, principalmente no início do desenvolvimento da cultura. Agora em uma classe mais confortável (Resistente e Moderadamente Resistente) está a doença azul, mancha angular, tolerância para Rotylenchulus reniformis. Para esses patógenos o melhoramento genético mostra-se eficiente, principalmente para doença azul e mancha angular com 76,8 e 84,3 % dos genótipos resistentes, respectivamente. De acordo com a tabela 3, fazendo uma análise somente das cultivares utilizadas no estado, mais linhagens avançadas de programas de melhoramento genético em atividade no MT, (
9 compreendendo 18 genótipos, para a mancha de ramulária destacaram-se os materiais FMT 705 e IMA , classificados como resistentes nas condições (isolados) de Mato Grosso. Também em boa posição está à linhagem IMACD como moderadamente resistente. Cuidados a de ser tomados com a utilização dos materiais FMT 523, DELTAOPAL e BRS 286, ambos altamente suscetíveis a doença. Para a ramulose destacaram-se os genótipos: LDCV 03, FM 966, IMA , IMACD , IMACD , LDCV 22 e CNPA apresentando determinada resistência a doença. Precauções tem que ser tomadas para os genótipos CNPA e IMACD 408, apresentando suscetibilidade, exigindo monitoramento constante na lavoura. Para a doença azul, quase todos os genótipos portaram-se como resistente, menos a IMACD como nível moderado de resistência e FM 966 suscetível a virose. Já para o mosaico das nervuras atípico os materiais de melhor comportamento foram: CNPA , FMT 523, DELTAOPAL, CNPA e LDCV 22 e os piores foram: IMACD , IMACD , IAC 25-RMD, FM 993, FMT 701, FM 910 e IMACD 408. Para a murcha de fusarium destacaram-se os materiais IMACD 408, BRS 286, FM 966, IMA e CNPA , e, em pior posicionamento ficou a FMT 523. Para mancha angular quase todos os genótipos foram resistentes os que apresentaram níveis moderados de suscetibilidade foram IMA , CNPA e LDCV 03. Na avaliação para o nematóide das galhas os genótipos mais tolerantes foram: IMA , IAC 25-RMD e CNPA e os mais intolerantes: FMT 523 e BRS 286. Já para o nematóide reniformis, os genótipos mais tolerantes foram IMA e IMACD e os menos tolerantes: BRS 286, IMACD 408, LDCV 22, FMT 705, LDCV 03, FM 966 e FMT 523. O material que foi classificado como mais tolerante para os dois nematóides foi a IMACD e em caso oposto (intolerantes) foram BRS 286 e FMT 523. Fazendo uma análise conjunta de todos os patógenos estudados através do índice múltiplo de doença, apenas a IMA e IAC 25 RMD )
10 estão em grupo superior. No inferior ficaram: LDCV 03, FM 966, IMACD 408, BRS 286 e FMT 523. Por fim, atendendo também um dos objetivos do projeto, mas voltado ao auxílio direto ao melhoramento genético para resistência a doença, foram inoculadas, em condições de casa de vegetação, os agentes causais da mancha angular e da mancha de ramulária, no sentido de selecionar as plantas com níveis de resistência e descartar as que apresentaram suscetibilidade. Foram um total de plantas inoculadas, sendo selecionadas, levando em consideração as duas doenças, % do total, Figura 01. Tabela 2. Distribuição de classes de resistência/tolerância de genótipos de algodoeiro caracterizados pelo departamento de Fitopatologia do IMA na safra doenças/nematóides Classe de resistência/tolerância 1 R MR MS S AS Total avaliado Mancha de ramulária 2,2 3 6,0 18,2 70,3 3,1 733 Ramulose 2,5 16,3 18,2 54,0 8,0 558 Doença azul 76,8 10,8 6,3 4,9 1,0 672 Mosaico das nervuras atípico 22,6 43,1 21,5 12,3 0,7 380 Murcha de fusairum 25,3 54,2 12,6 7,2 0,6 166 Mancha angular 84,3 6,5 3,2 5,1 0,7 705 Meloidogyne incognita 0,9 4,5 17,3 77,1 0,0 219 nematóides T 2 MT MI I AI Meloidogyne incognita (T) 2,3 36,4 32,3 28,0 0,9 560 Rotylenchulus reniformis (T) 19,8 59,0 10,2 9,6 1, : R = Resistente, MR = Moderadamente resistente, MS = Moderadamente Suscetível, S = Suscetível, AS = Altamente suscetível; 2 : T = Tolerante, MT = Moderadamente tolerante, MI = Moderadamente intolerante, I = Intolerante, AI = Altamente intolerante; 3 : Porcentagem (%). *
11 Tabela 3. Reação de cultivares e linhagens de algodoeiro a doenças e nematóides, safra Genótipos Doenças/nematóides 1 Ramu- Ramu- Doença Virose Murcha M. Nemat. Nemat. laria lose azul atípica Fusari. angular galha renifor. Índice Múltiplo CNPA ,35 2 0,72 1,00 0,98 0,89 0,90 0,74 0,70 0,75 CNPA ,42 0,64 1,00 0,92 0,92 0,96 0,84 0,84 0,79 CNPA ,46 0,30 1,00 0,79 0,85 0,68 0,90 0,79 0,68 BRS-286 0,28 0,43 1,00 0,74 0,99 1,00 0,23 0,56 0,57 DELTAOPAL 0,30 0,38 1,00 0,96 0,86 1,00 0,73 0,73 0,69 FM-910 0,47 0,54 0,91 0,60 0,73 1,00 0,64 0,85 0,70 FM-966 0,57 0,85 0,46 0,90 0,97 1,00 0,32 0,40 0,63 FM-993 0,50 0,43 1,00 0,60 0,74 1,00 0,78 0,91 0,71 FMT-523 0,31 0,56 1,00 0,96 0,52 1,00 0,26 0,35 0,55 FMT-701 0,43 0,52 0,92 0,60 0,85 0,75 0,78 0,88 0,70 FMT-705 0,97 0,52 1,00 0,88 0,80 1,00 0,55 0,49 0,75 IAC-25-RMD 0,63 0,98 1,00 0,60 0,87 1,00 0,88 0,82 0,83 IMA ,96 0,84 0,92 0,70 0,94 0,68 0,85 0,96 0,85 IMACD ,51 0,80 0,90 0,80 0,79 1,00 0,52 0,88 0,76 IMACD ,71 0,84 0,84 0,69 0,67 1,00 0,63 0,95 0,78 IMACD-408 0,44 0,21 1,00 0,57 1,00 1,00 0,52 0,54 0,59 LDCV-03 0,41 0,88 0,92 0,90 0,87 0,47 0,63 0,41 0,65 LDCV-22 0,35 0,76 0,97 0,91 0,70 1,00 0,55 0,51 0,68 1 Mancha de ramularia; ramulose; doença zul; mosaico das nervuras atípico; mancha angular; murcha de fusarium; Meloidogyne incognita, Rotylenchulus reniformis 2 Índice de resistencia = de 1 mais resistente a 0 mais suscetível.
12 Figura 01. Plantas selecionadas com níveis de resistência - (15-20 %) em um total de 900 vasos (6 plantas/vaso = plantas) cada teste - previamente inoculadas com Xanthomonas axonopodis pv. malvacearum e Ramularia areola em condições de casa de vegetação no IMAmt em Primavera do Leste-MT, na safra Foto: RAFAEL GALBIERI (2010).
13 REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA CIA, E.; GALBIERI, R.; FUZATTO, M.G. et al. Comportamento de genótipos de algoeiro na presença de patógenos e nematóides. Rer. bras. ol. fibros., Campina Gande, v. 11, n. 2, p , CIA, E.; FUZATTO, M.G.; PIZZINATTO, M.A.; BORTOLETTO, N. Uma escala para classificação da resistência a doenças do algodoeiro. Summa Phytopathologica, v. 28, p , GALBIERI, R., CIA, E.; FUZATTO, M. G., FRANZON, R.C.; BELOT, J.L.; SOUZA DIAS, J.A. Transmissibilidade e reação de genótipos de algodoeiro a uma forma atípica do vírus do mosaico das nervuras. Tropical Plant Pathology, v. 35, n.2, p , GALBIERI, R., FUZATTO, M. G., CIA, E., LÜDERS, R. R., MACHADO, A. C. Z., BOLDT, A. F. Reação de cultivares de algodoeiro a Meloidogyne incognita em condições de campo e casa de vegetação no estado de Mato Grosso. Tropical Plant Pathology, v. 34, n.1, p , GRIDI-PAPP, I.L.; CIA, E.; FUZATTO, M.G. Uniformização de índices de avaliação em programas de melhoramento para resistência múltipla a fatores adversos. In: Reunião Nacional do Algodão, 2., Salvador. Resumos. Campina Grande: EMBRAPA-CNPA, p. 236, MEHTA, Y.R. & MENTEN, J.O.M. Doenças e seu controle. In: MORESCO, E. (org). Algodão Pesquisas e Resultados para o Campo. v. 2, Cuiabá-MT, FACUAL, p , 2006.
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