TUBOS DE AÇO, CONEXÕES E ACOPLAMENTOS
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- Kevin Barata Salgado
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1 SISTEMA K / K E SISTEMA RANHURADO TUBOS DE AÇO, CONEXÕES E ACOPLAMENTOS 0 1
2 Índice Sistemas Tubulares: criando conexões, estabelecendo alianças 04 O conceito Alvenius 0 Produtos e serviços Tubos Helicoidais 0 Sistema Alvenius K Acoplamentos K Conexões-Padrão (K) 30 Anéis de aço 54 Sistema K com aplicação em tubos de aço inoxidável 55 Procedimento para solda de anel de aço em campo 5 Relação entre tubos e acoplamentos K 57 Anéis de vedação - Sistema K 57 Sistema Ranhurado 5 Preparação da extremidade do tubo 59 Dimensões das ranhuras 0 Tabelas de tubo Acoplamentos ranhurados 4 Conexões-Padrão (Ranhuradas) 70 Curvas de raio longo 71 Válvulas e Filtros 7 Anéis de vedação - Sistema Ranhurado 73 Revestimentos 74 Apoio técnico Montagem - Sistema K ou Sistema Ranhurado 7 Lubrificante 77 Teste hidrostático e instalação de tubos enterrados 7 Carregamento / Descarregamento / Armazenagem 79 Suporte para tubulações de aço com acoplamentos flexíveis 0 Fotos
3 04 Sistemas Tubulares criando conexões, estabelecendo alianças Líder brasileira na fabricação de tubos e conexões em aço carbono que utilizam união através de acoplamentos mecânicos, a Alvenius hoje oferece diversos sistemas de tubulação. O objetivo é propor soluções completas para atender aos principais mercados em que o transporte de fluido é demandado. Desde 1954 no Brasil, a Alvenius tem, em sua essência, o compromisso de fornecer produtos e serviços de qualidade, em meio a um relacionamento sólido com seus clientes, fornecedores e funcionários, sempre visando à inovação como fonte de inspiração para oferecer o que há de melhor ao mercado. Sabe-se que cada projeto é algo único, que necessita de atenção e adequação específicas. Para que sua aplicação seja coerente, a Alvenius conta com equipes especializadas para dar suporte pré-venda e pós-venda. Uma das ferramentas que os envolvidos podem utilizar é este catálogo, que serve de referência para consulta técnica acerca da linha de tubos, conexões e acoplamentos K, K e ranhurados, fabricados ou distribuidos pela companhia. * A Alvenius reserva-se o direito de atualizar os dados e informações contidos neste catálogo sem prévio aviso. Unidade de negócio controlada pela Alvenius: Distribuição Master:
4 05 Fornecimentos ao redor do mundo Já foram instalados milhares de quilômetros de tubos e um número incalculável de acoplamentos e conexões ao redor do mundo, aplicados em diferentes setores. Isso demonstra a solidez da empresa e a versatilidade de seu portfólio.
5 0 O conceito Alvenius O objetivo da Alvenius é fornecer sistemas tubulares que proporcionam benefícios técnicos pela minimização de riscos de instalação, facilidade na montagem de seus produtos e durabilidade do equipamento. A utilização de tubos, conexões e acoplamentos fornecidos pela Alvenius elimina definitivamente o processo de solda na obra, gerando economia operacional. O tempo de montagem dos sistemas de acoplamentos é consideravelmente menor que os métodos tradicionais de união, como solda ou flange. Isso proporciona agilidade no cronograma de instalação de novos projetos e também redução de homem/hora e tempo de parada durante as manutenções. A redução desse tempo de parada gera economia de milhões de reais em um empreendimento. Tubulação sem revestimento $ TUBO PRETO ACOPLAMENTO MAIOR ECONOMIA NO CURTO PRAZO MENOS MÃO-DE-OBRA ESPECIALIZADA MENOR NECESSIDADE DE EQUIPAMENTOS EM CAMPO MENOR TEMPO DE PARADA Tubulação de alta performance com revestimento $ TUBO REVESTIDO ACOPLAMENTO MAIOR ECONOMIA NO LONGO PRAZO MENOS MÃO-DE-OBRA ESPECIALIZADA MENOR NECESSIDADE DE EQUIPAMENTOS EM CAMPO MENOR TEMPO DE PARADA DURABILIDADE Por uma decisão estratégica, os principais projetistas, empresas de engenharia, instaladoras e clientes finais reconhecem e aprovam a utilização dos seus acoplamentos por causa da vantagem competitiva que proporciona e por suas características técnicas. A Alvenius possui um departamento de engenharia capacitado para orientar, especificar e adequar cada projeto ao sistema de tubulação mais adequado, inclusive indicando o revestimento ideal à aplicação específica.
6 07 Tempo de montagem Mão de obra (HH) 4,5.000 Tempo de Execução (mês) 4,0 3,5 3,0,5,0 1,5 1,0 0,5 Solda Flange Acoplamento Total Mão de Obra (R$) Solda Flange Acoplamento 0,0 Método de União 0 Método de União Materiais Custo total instalado Total Materiais (R$) Solda Flange Acoplamento Valor Total (R$) Solda Flange Acoplamento Método de União Método de União Principais premissas utilizadas para os gráficos acima: adutora para transporte de água diâmetro: 3" (mm) espessura: 9,50mm comprimento: 30 Km (cada tubo com.000mm) Nota: consulte a Alvenius para maiores detalhes. Mercados Agronegócio Edifícios Energia Exportação Galpões Industrial Infraestrutura Mineração Papel & Celulose Petróleo/Naval Saneamento Shopping Disciplinas Adutora para água bruta Adutora para água potável Adutora para fluidos abrasivos Adutora para fluidos corrosivos Detecção & Alarme de Incêndio Sistemas de combate a incêndio Transporte de água pluvial Tubos para estaca Tubulação para água de reuso Tubulações de AVAC-R Tubulações de utilidades
7 0 Tubos Helicoidais Material: aço carbono comercial (SAE 0 a ou equivalentes); aço carbono estrutural (ASTM A3 / ASTM A3 Gr.C ou equivalentes); aço carbono patinável (CSN COR 4 / CST COR / USI SAC 300 ou equivalentes); outro material mediante consulta. Processo de fabricação dos tubos Alvenius: com costura helicoidal por arco submerso, conforme ASTM A134, ASTM A139, AWWA C0 e NBR Dimensões: diâmetros: de mm (4 ) até 9mm (3 ); espessuras: de,00mm até 9,50mm; comprimentos: ou metros (padrão), 5, ou 11, metros para exportação ou outros mediante consulta. Extremidade: com anel de aço K/K; ranhurada por corte ou laminação; flangeada; ponta lisa ou biselada. Processo de fabricação dos tubos comercializados: com costura longitudinal, conforme NBR 550 ou NBR 5590 ou outra especificação mediante consulta.
8 09 Tubos Alvenius - Fabricação Normas - Fabricação de Tubos Norma Material Aplicação Processo de Solda Processo de Fabricação Ensaios Destrutivos Ensaios Não Destrutivos Alvenius ASTM A134 ASTM A139 AWWA C0 NBR 9797 SAE J403 (SAE 0/) ou ASTM A3; ASTM A3C ou CSN COR 4; USI SAC 300; CST COR NBR 591; NBR ; ASTM A0; ASTM A4 ou Conforme Norma Condução de líquidos, ar comprimido e uso geral Condução de líquidos, vapor, gás, estruturas e uso geral Condução de Água Arco Submerso Helicoidal Dobramento Hidrostático Arco Submerso Helicoidal Tração e Dobramento Hidrostático NBR 550 NBR 5590 Baixo carbono e acalmado Conforme Norma Condução de líquidos, vapor, gás e uso geral Indução de alta frequência Longitudinal Achatamento e Dobramento Hidrostático Eletromagnético Tolerâncias - Fabricação de Tubos Norma Diâmetro Intervalo de Espessura Tolerância Circunfêrencia Espessura Comprimento Ovalização Altura da Solda Interna Externa Alvenius 3½" a 3" 3/" ±1% até 19mm da chapa utilizada ± mm ±1% - - ASTM A134 " 3/4" ±0,5% Øext. da chapa utilizada ±1% ASTM A139 4" 1" ±,7mm ±1% - ±1% até 19mm AWWA C0 " 1" ±1% -,5% - NBR da chapa utilizada ±1% ±1% 1,5mm 3,0 mm NBR 550 1/" à " 1/4" ± 0mm NBR /" à " ⅜ ± 50mm ±1% -,5% ±1% - - Comercialização de tubos Normas - Comercialização de Tubos Norma Material Aplicação Processo de Solda Processo de Ensaios Ensaios Fabricação Destrutivos Não Destrutivos NBR 550 NBR 5590 Baixo carbono e acalmado Conforme norma Condução de líquidos, vapor, gás e uso geral Indução de alta frequência Longitudinal Achatamento; alargamento e dobramento Hidrostático Norma Tolerâncias - Comercialização de Tubos Intervalo de Tolerância Diâmetro Espessura Circunferência Espessura Comprimento Ovalização Altura da Solda Interna Externa NBR 550 1/" à " 1/4" ±1% -,50% NBR /" à ".3/"
9 Qualidade Controle de qualidade Os tubos, acoplamentos e peças são fabricados de acordo com as normas nacionais e internacionais, e utilizam matérias-primas certificadas, desde o recebimento dos materiais até a entrega do produto final. Em todo o processo produtivo são realizados inspeções e testes, e são emitidos relatórios para garantir a qualidade dos produtos acabados. Inspeções Recebimento da matéria-prima Rolos de aço: tipo de material (composição química e características mecânicas) e tolerância de espessura; ASTM A3, ABNT NBR 33 materiais galvanizados: aspecto superficial, camada de zinco, excesso de zinco, aderência, aspereza geral, empenamento e ovalização; Procedimentos e padrões Alvenius realização por amostragem. Produção de tubos Verificação de conformidade, espessura e tolerância do aço laminado a quente: ABNT NBR 9797 altura do cordão de solda (externo e interno); ABNT NBR 9797 empenamento; ASTM A134/A139 comprimento; ABNT NBR 9797, ASTM A134/A139 ovalização; ABNT NBR 9797 variação do diâmetro nominal; ABNT NBR 9797, AWWA C0 alinhamento das bordas; Procedimentos e padrões Alvenius ortogonalidade e montagem de terminais. Testes Tubos São realizados testes hidrostásticos em 0% dos tubos. Consulte a Alvenius para maiores informações. Normas: ASTM A134, ASTM A139, ABNT NBR 9797, AWWA C0, Alvenus. Testes de solda por amostragem seguindo as normas: ASTM A370, ABNT NBR 153. Peças Testes de estanqueidade em 0% da produção, procedimentos e padrões Alvenius. Acoplamentos Testes de verificação por amostragem de acordo com a norma AWWA C-0; Conformidade dimensional, estanqueidade e resistência. Produção de peças Procedimentos e padrões Alvenius verificação das variações dimensionais e angulares e das especificações de solda.
10 11 Fluxograma de produção desbobinamento solda interna / externa preparação das pontas e inspeção dimensional corte a plasma solda de anel de aço, realização de ranhuras, solda de flanges ou biselamento
11 Aço carbono comercial Utilizado em conformação simples, suas principais aplicações são em relaminação, construção civil, tubos, componentes e peças. Na maioria das especificações, é garantida apenas a composição química dos aços; outras garantias devem ser atendidas mediante acordo prévio. AÇO COMERCIAL NORMA LE LR SAE 0 SAE 30 LE: Limite de Escoamento [MPa] (histórico do mínimo encontrado) LR: Limite de Resistência [MPa] Aço carbono estrutural Com garantia de composição química e propriedades mecânicas, os aços estruturais p o d e m o u n ã o c o n t e r e l e m e n t o s microligantes. São amplamente utilizados em componentes estruturais que precisam ter desempenho mecânico aliado a boas características de soldabilidade, como: pontes, torres de linha de transmissão, caçambas e estruturas de máquinas. Hoje os aços estruturais são largamente utilizados na conformação de tubos mecânicos e de condução. AÇO ESTRUTURAL NORMA LE LR ASTM A3 50 à 550 ASTM 3C 5 30 à 515 LE: Limite de Escoamento Mínimo [MPa] LR: Limite de Resistência [MPa] Notas Gerais: 1. A Alvenius recomenda que sempre sejam consultadas as usinas siderúrgicas para detalhamento das especificações dos aços usados neste catálogo.. Consulte a Alvenius para verificar a disponibilidade de outros materiais com especificações técnicas distintas, de acordo com cada usina siderúrgica.
12 13 Aço carbono estrutural resistente à corrosão atmosférica (patinável) Os aços patináveis (ou aclimáveis) são aços de baixo carbono para uso em estruturas em geral, com limite de escoamento mínimo de 300 MPa. São largamente empregados na construção civil, têm garantia de composição química, boa tenacidade e soldabilidade e alta resistência mecânica. Com adição de elementos de liga, tais como Cu, Cr, Si e P, desenvolvem uma camada de óxido altamente protetora, durante o contato com o meio ambiente, conferindo ótima resistência à corrosão atmosférica, no mínimo quatro vezes superior aos aços estruturais convencionais. As principais vantagens da sua utilização são: aumento da durabilidade dos componentes, melhoria da rigidez mecânica dos conjuntos montados e ótima relação custo/benefício obtida em projetos da construção civil e da indústria em geral. São utilizados na linha de fabricação aços fornecidos pelas seguintes usinas siderúrgicas: CSN [COR 4], CST [COR ] e USIMINAS [USI SAC 300 (antigo USI SAC 41MG)]. Outros aços com limite de escoamento superior a 300 MPa poderão ser fornecidos mediante consulta e de acordo com a programação das usinas. AÇO ESTRUTURAL RESISTENTE À CORROSÃO ATMOSFÉRICA USINA SIDERÚRGICA CSN CST USIMINAS NORMA LE LR COR COR 30 COR 300 à 50 COR 345 USI SAC à 550 USI SAC à 50 Nota: Aço patinável não tem resistência à corrosão pela passagem de fluidos agressivos. LE: Limite de Escoamento Mínimo [MPa] LR: Limite de Resistência [MPa] Equivalência às normas: ABNT NBR, NBR 591, ASTM A4, ASTM A0 Notas Gerais: 1. A Alvenius recomenda que sempre sejam consultadas as usinas siderúrgicas para detalhamento das especificações dos aços usados neste catálogo.. Consulte a Alvenius para verificar a disponibilidade de outros materiais com especificações técnicas distintas, de acordo com cada usina siderúrgica.
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14 15 Comparativo de Diâmetros Nominais e Externos Diâmetro Nominal NPS DN [polegada] [mm] [mm] [polegada] [mm] [mm] ,4 1 33,7 34,0 1 ¼ 3 4, 1 ¼ 4,4 4,7 1 ½ 40 4,3 1 ½ DN 40 4, 50 0,3 DN 50 0,5 ½ 5 73,0 ½ - - 7,1 - DN 5 7,3 3 0,9 3 DN 0 0A 3 ½ 90 1, 3 ½ DN ,3 4 DN 0 0 A 5 133, ,7 - DN 5 139, 1, , ,1 - DN 150 5,, , Diâmetro Externo ASME B3., - - -, A 19,1 DN 0-1, , A 73,0 DN 50-31, A 33,9 DN , DN A 3, ,4 DN A 419, , 1 DN A, ,0 DN A, ,0-550 A 57, ,0 4 DN A, ,0-50 A 711,0 DN , ,0 3 DN ,0 3 DN ,0 40 DN ,0 4 DN 00 - DIN JIS Alvenius [mm] NPS (Nominal Pipe Size) (Diâmetro Nominal) [polegada] DN (Nominal Diameter) (Diâmetro Nominal) [milímetro]
15 Fórmula para cálculo de Pressão Teórica de Trabalho para Líquidos Exemplo do uso da fórmula de pressão de trabalho Aço: SAE Ø externo: mm (") Espessura:,00mm Aço: ASTM A 3 Ø externo: mm (") Espessura:,00mm Onde: cs = 0,5 (líquidos); LE = 3,45 kgf/cm² (SAE = 30 MPa) Então: Onde: cs = 0,5 (líquidos); LE = 5,5 kgf/cm² (ASTM A 3 = 50 MPa) Então: 0,5 3,45,00 0,5 5,5,00 1,5 1,5 34 kgf/cm² 37 kgf/cm²
16 17 Pressão Teórica de Trabalho de Tubos de Aço Para líquidos 1 Limite de escoamento adotado (LE): 30Mpa [3,45kgf/mm²] Qualidade do Aço: SAE Ø Espessura [mm] Externo Nominal,00,5 3,00 3,75 4,75,30,00 9,50 mm pol kgf/cm² PSI kgf/cm² PSI kgf/cm² PSI kgf/cm² PSI kgf/cm² PSI kgf/cm² PSI kgf/cm² PSI kgf/cm² PSI 3 1 ¼ ½ ½ ½ (a) (a) (a) (a) (a) (a) (a) (a) (a) (a) (a) (a) (a) Padrão ASME B3.M (1) Histórico do mínimo encontrado Consulte a Alvenius para saber a pressão do teste de produção. Nota: a Alvenius pode fabricar tubos com espessura de 1,50mm mediante consulta prévia e de acordo com a disponibilidade das usinas siderúrgicas.
17 1 Pressão Teórica de Trabalho de Tubos de Aço Para líquidos Limite de escoamento: (LE): 50Mpa [5,5 kgf/mm ] Qualidade do aço: ASTM A3/A3 GR.C Ø Espessura [mm] Externo Nominal,00,5 3,00 3,75 4,75,30,00 9,50 mm pol kgf/cm² PSI kgf/cm² PSI kgf/cm² PSI kgf/cm² PSI kgf/cm² PSI kgf/cm² PSI kgf/cm² PSI kgf/cm² PSI 3 1 ¼ ½ ½ ½ (a) (a) (a) (a) (a) (a) (a) (a) (a) (a) (a) (a) (a) Padrão ASME B3.M Consulte a Alvenius para saber a pressão do teste de produção. Nota: a Alvenius pode fabricar tubos com espessura de 1,50mm mediante consulta prévia e de acordo com a disponibilidade das usinas siderúrgicas.
18 19 Pressão Teórica de Trabalho de Tubos de Aço Para líquidos Limite de escoamento: (LE): 300Mpa [30, kgf/mm ] Qualidade do aço: patinável SAC/COR Ø Espessura [mm] Externo Nominal,00,5 3,00 3,75 4,75,30,00 9,50 mm pol kgf/cm² PSI kgf/cm² PSI kgf/cm² PSI kgf/cm² PSI kgf/cm² PSI kgf/cm² PSI kgf/cm² PSI kgf/cm² PSI 3 1 ¼ ½ ½ ½ (a) (a) (a) (a) (a) (a) (a) (a) (a) (a) (a) (a) (a) Padrão ASME B3.M Consulte a Alvenius para saber a pressão do teste de produção. Nota: a Alvenius pode fabricar tubos com espessura de 1,50mm mediante consulta prévia e de acordo com a disponibilidade das usinas siderúrgicas.
19 Fórmula para cálculo de Pressão Teórica de Trabalho para Ar Comprimido Exemplo do uso da fórmula de pressão de trabalho Ø externo: mm (") Espessura:,00mm Aço: SAE Onde: cs = 0,0 (ar comprimido); LE = 3,45 kgf/cm² (SAE = 30 MPa) Então: 0,0 3,45 1,5 4 kgf/cm²,00 Mínima proteção sugerida (galvanização) Sistemas de ar comprimido ineficientes poderão acarretar em aumento significativo nos custos de operação. O ar atmosférico é uma mistura de gases, principalmente de oxigênio e nitrogênio, e contém contaminantes de três tipos básicos: água, óleo e poeira (sólido). Durante o processo de compressão, o ar comprimido também é contaminado pelo óleo lubrificante do compressor e por partículas sólidas provenientes do desgaste das peças móveis. Já na tubulação de distribuição, o ar comprimido ainda pode arrastar ferrugem (óxido de ferro). O ar atmosférico contém sempre uma quantidade determinada de vapor de água, onde grande parte é retirada do sistema através de equipamentos destinados a esse fim, mas, ainda assim, uma porcentagem deste vapor segue para as linhas de ar comprimido. Para se ter uma ideia do volume de vapor condensado, um sistema com um compressor de 50 m³/h, trabalhando em um ambiente sob temperatura de 5 C e umidade relativa de 75%, no final de 4 horas introduzirá no sistema litros de água diários. A fim de evitar que essa condensação forme partículas de óxido de ferro, ocasionando a obstrução dos filtros, desgaste prematuro nos equipamentos pneumáticos, redução na eficiência das máquinas e o custo elevado com suas paradas, sugere-se que todo o sistema tubular das linhas de ar comprimido seja galvanizado.
20 1 Pressão Teórica de Trabalho de Tubos de Aço Para ar comprimido Limite de escoamento adotado (LE): 30Mpa [3,45kgf/mm²] Qualidade do aço: SAE Ø Espessura [mm] Externo Nominal,00,5 3,00 3,75 4,75,30,00 9,50 mm pol kgf/cm² PSI kgf/cm² PSI kgf/cm² PSI kgf/cm² PSI kgf/cm² PSI kgf/cm² PSI kgf/cm² PSI kgf/cm² PSI 3 1 ¼ ½ ½ ½ (a) (a) (a) (a) (a) (a) (a) (a) (a) (a) (a) (a) (a) Padrão ASME B3.M Consulte a Alvenius para saber a pressão do teste de produção. Nota: a Alvenius pode fabricar tubos com espessura de 1,50mm mediante consulta prévia e de acordo com a disponibilidade das usinas siderúrgicas.
21 Peso Teórico de Tubos de Aço com Água [kg/m] Ø Externo Nominal Espessura [mm],00,5 3,00 3,75 mm pol Tubo Água Σ Tubo Água Σ Tubo Água Σ Tubo Água Σ 3 1 ¼ 1,5 0,,1 1,9 0,,5 4 1 ½,0 1,1 3,1, 1,1 3, 4,3 1,5 3, 3,0 1,4 4,4 0 ½,9,5 5,3 3,7,3, , 4,1 7,7 4, 3,9,7 5,4 3, 9, 9 3 ½ 4,3 5,7,0 5, 5,5 11,1,4 5,4 11, 4 4,9 7,5,5,5 7,3 13, 7,3 7,, 9,1 7,0,1 1 4 (a) 5,5 9,5 15,0 7,3 9,3,, 9, 17,4,,9 19, ,5 13,1 19,5,5, 1,3 9,,7,3,0,4 4,3 1 5 (a),9,7 1, 9,0,5 3,5,,3 4,5,7,0,7 7,4 17, 4, 9,,9,7 11,0,7 7, 13,7,4 30,1 (a), 1,1 9,3,, 31,,, 3, 15,, 35,4 7, 4,3 33,1 11, 4,0 35, 13,1 3, 3,9,3 3,4 39,7 9,9 31,1 41,0 13,1 30,7 43,, 30,5 45,3 1,4 30,0 4,4 19 (a),7 3,3 47,0,1 35,9 50,0,0 35, 51, 19,9 35,1 55,0 54,4 49,1 1,5,4 4, 5,0 1, 4,3,9 3,1 47,7 70,9 1, 51,9 4,,9 51,4, 19,1 51,1 70, 3, 50,5 74,3 73 (a) 13,4 5, 70, 17,7 5,3 74,0,0 5,0 7,0 4,9 55,4 0, , 77,4 93,0, 7, 97,4 3,3 7,5 99, 9,1 75,7 4, 33 (a) 15, 79,9 95,,9 79,3 0, 3,7 7,9, 9,5 7, 7,7 355 (a) 3,0 9,0 119,1,0 95,7 1,7 3,5 94, 7,3 3 3,9 3,3 7, 7,0,9 9,9 33,7,1 135, (a),4,1,5 9, 5,7 155,5 37, 4,7 1, , 134,4 1, 30, 134,0 4,7 3,4 133,0 171, (a) 33, 159, 193,3 41,9 15,7 0, 1 34, 9,1, 43,1,0 11,1 50 (a) 37,4 197,9 35,3 4, 19,7 43,4 3,3,3 4, 47, 7,1 54,9 55 (a) 41,1 39,3,4 51,3 3,0 9,3 57 4,1 51, 93,7 5, 50,3 30, 09 4 (a) 44, 5, 330,4 5,0 4, 340,1 4 45, 9,0 343, 57, 9, 353, 0 0,7 334,4 395, ,4 3,7 454, Ø Externo Nominal mm pol Tubo Água Σ Tubo Água Σ Tubo Água Σ Tubo Água Σ 3 1 ¼ 4 1 ½ 4 0 ½ ½ 4 11,4,7 1,1 1 4 (a),, 1, ,0,0 7,0 1 5 (a),0 13, 9,5 17, 15,9 33,, 15,3 37,9 (a) 19,1 19,7 3,9 5,1 19,0 44,1 7,5, 43,4 7,0,0 49,0 3, 9,4 5, 30,,5 59,0 3,5 7,5 5,9 19 (a) 5,1 34,5 59, 33,0 33,5,5 41, 3,4 74,0 54 9, 47,0 7,1 3,5 45, 4,3 4,5 44,5 93,0 1 30,0 49,7 79,7 39, 4,5,0 49,9 47,1 97,1 5,9 4,0 4,9 73 (a) 31,4 54,5,0 41,4 53,3 94,7 5,3 51,9 4, 1,7 50,7 1,4 31 3,7 74,7 111,4 4,4 73,3 1,7 1, 71, 13, 7,3 70,,5 33 (a) 37,3 77, 1,5 49, 75,7 4,9,1 74,0 13, 73,4 7,,0 355 (a) 41,0 93, 134, 54, 9,1,3,5 90,3 15,7 0,9,7 9, 3 4, 0,9 3,5 5, 99, 155,4 71,0 97,3,3 4,0 95,7 179,7 (a) 47,0 3,5 170,5,1 1, 13,7 7,5 119,5 19,0 9,9 117,, ,5 131,7, 4,1 9,7 193, 1,1 7,, 95,9 5,7 1, (a) 53,0 157,3,3 70,0 155,1 5,1,,7 41,3 4, 150,7 55,5 1 54,5, 1,1 7,0 4,3 3,4 91,1 1,9 53,0 7,9 159, 7, 50 (a) 59,0 195, 54,1 77,9 19, 70,7 9, 190,1, 1, 17, 304, 0,5 5,5,0 0,0,0 3,0 1, 0,3 301,5 119, 197,9 317, 55 (a) 4, 3,3 301,1 5,7 33, 319,3,5 30,7 339,,5, 35,7 57,4 4,5 315,0 7,9 45, 333,7 111,3 4, 354,1 131, 40, 37, (a) 70,,3 353,1 93, 79,4 373,0 11, 7, 394, 0,5 73,4 413,9 4 7,3 94, 37,0 95,7 91,7 37,3 1,1,4 409, 3,5 5, 49,1 (a) Padrão ASME B3.M Espessura [mm] 4,75,30,00 9,50 0 7, 33,3 409,1 1, 39, 430,7, 35,7 454,4,4 3,7 475,1 711,7 3,5 49, 9,5 33,1 49, 13,7 379,4 51,1 4,4 37,1,4 30,7 444,7 533,4 117,4 441,1 55,5, 437,1 55, 17,3 433, 09,9 3 94, 505, 00,4 5, 501,9 7,1 15, 497, 5,3 1,0 493,9 1,9 9 3,5 4, 749,1 1,0 3, 779, 17,7 33,3,1 11,9 9,1 41,0 Nota: a Alvenius pode fabricar tubos com espessura de 1,50mm mediante consulta prévia e de acordo com a disponibilidade das usinas siderúrgicas.
22 3 Tabela Dimensional de Área Ø Externo Nominal Ø Int. Área Ext. Área Int. Σ Ø Int. Área Ext. Área Int. Σ Ø Int. mm pol [mm] [m²/m] [m²/m] [m²/m] [mm] [m²/m] [m²/m] [m²/m] [mm] 3 1 ¼,0 0,1 0,0 0,1,7 0,1 0,04 0, 4 1 ½ 3,0 0,13 0,119 0,51 3,7 0,13 0,115 0, ,0 0,151 0,13 0,9 4,7 0,151 0,134 0,5 0 ½ 5,0 0,1 0,17 0,34 54,7 0,1 0,17 0, ,0 0,39 0, 0,45 70,7 0,39 0, 0,41 70,0 0,39 0, 0, ½ 5,0 0, 0,7 0,547 3,7 0, 0,3 0,543 3,0 0, 0,1 0, 4 9,0 0,3 0,30 0, 9,7 0,3 0,304 0,4 9,0 0,3 0,30 0, 94,5 0,3 0,97 0, (a) 1,0 0,35 0,34 0,704,7 0,35 0,341 0,,0 0,35 0,339 0,97,5 0,35 0,335 0, ,0 0,41 0,405 0,3 7,7 0,41 0,401 0,19 7,0 0,41 0,399 0,17 5,5 0,41 0,394 0, 1 5 (a) 137,0 0,443 0,430 0,73 135,7 0,443 0,4 0,9 135,0 0,443 0,44 0,7 133,5 0,443 0,419 0,,0 0,47 0,45 0,94,7 0,47 0,41 0,93,0 0,47 0,459 0,93 4,5 0,47 0,454 0,931 (a) 4,0 0,5 0,515 1,043,7 0,5 0,511 1,039,0 0,5 0,509 1,037 0,5 0,5 0,504 1, ,0 0,55 0,553 1,11 174,7 0,55 0,549 1,1 174,0 0,55 0,547 1,1 17,5 0,55 0,54 1,7 199,0 0,3 0,5 1,3 197,7 0,3 0,1 1,59 197,0 0,3 0,19 1,57 195,5 0,3 0, 1,5 19 (a) 15,0 0, 0,75 1,33 13,7 0, 0,71 1,359 13,0 0, 0,9 1,357 11,5 0, 0,4 1, ,0 0,79 0,75 1,53 4,7 0,79 0,71 1,579 4,0 0,79 0,779 1,577 4,5 0,79 0,774 1, ,0 0, 0,07 1,7 55,7 0, 0,03 1,3 55,0 0, 0,01 1,1 53,5 0, 0,79 1, 73 (a) 9,0 0,5 0,45 1,703 7,7 0,5 0,41 1,99 7,0 0,5 0,39 1,9 5,5 0,5 0,34 1,9 31 3,0 0,999 0,9 1,95 3,7 0,999 0,9 1,91 3,0 0,999 0,90 1,979 3,5 0,999 0,975 1, (a) 319,0 1,015 1,00, ,7 1,015 0,99, ,0 1,015 0,99, ,5 1,015 0,991, (a) 349,7 1,115 1,099, 349,0 1,115 1,09, 347,5 1,115 1,09,7 3 3,7 1,15 1,139,9 3,0 1,15 1,137,93 30,5 1,15 1,133,9 (a),7 1,75 1,59,534,0 1,75 1,57,53 39,5 1,75 1,5, ,7 1,3 1,300, 413,0 1,3 1,97, 411,5 1,3 1,93, (a) 451,0 1,43 1,417,53 449,5 1,43 1,4,4 1 44,0 1,477 1,45,934 4,5 1,477 1,453, (a) 50,0 1,59 1,577 3,173,5 1,59 1,57 3, 515,0 1,37 1,1 3,55 513,5 1,37 1,13 3,50 55 (a) 55,0 1,753 1,734 3,47 550,5 1,753 1,79 3,4 57 5,0 1,797 1,77 3,575 54,5 1,797 1,773 3, (a) 03,0 1,913 1,94 3,0 01,5 1,913 1,90 3,03 4,0 1,954 1,935 3,9,5 1,954 1,931 3,5 0 5,5,073,050 4, ,5,34, 4, ,00,5 Espessura [mm] Área Ext. [m²/m] 3,00 Área Int. [m²/m] 3,75 Σ Ø Int. Área Ext. Área Int. Σ [m²/m] [mm] [m²/m] [m²/m] [m²/m] Ø Externo Nominal Ø Int. Área Ext. Área Int. Σ Ø Int. Área Ext. Área Int. Σ Ø Int. Área Ext. Área Int. Σ Ø Int. Área Ext. Área Int. Σ mm pol [mm] [m²/m] [m²/m] [m²/m] [mm] [m²/m] [m²/m] [m²/m] [mm] [m²/m] [m²/m] [m²/m] [mm] [m²/m] [m²/m] [m²/m] 3 1 ¼ 4 1 ½ 4 0 ½ ½ 4 9,5 0,3 0,91 0, (a) 4,5 0,35 0,3 0, ,5 0,41 0,3 0,0 1 5 (a) 131,5 0,443 0,413 0,5,5 0,47 0,44 0,95 139,4 0,47 0,43 0,915 (a) 15,5 0,5 0,49 1,0 155,4 0,5 0,4 1, ,5 0,55 0,53 1,1 7,4 0,55 0,5 1, ,5 0,3 0,0 1,4 190,4 0,3 0,59 1,3 17,0 0,3 0,57 1,5 19 (a) 9,5 0, 0,5 1,34,4 0, 0,4 1,33,0 0, 0,3 1, ,5 0,79 0,7 1,5 41,4 0,79 0,75 1,55 3,0 0,79 0,74 1, ,5 0, 0,790 1, 4,4 0, 0,70 1,00 45,0 0, 0,770 1,590 4,0 0, 0, 1,50 73 (a) 3,5 0,5 0, 1,5 0,4 0,5 0,1 1,7 57,0 0,5 0,07 1,5 54,0 0,5 0,79 1, ,5 0,999 0,99 1,9 305,4 0,999 0,959 1,95 30,0 0,999 0,949 1,94 99,0 0,999 0,939 1,93 33 (a) 313,5 1,015 0,95,000 3,4 1,015 0,975 1, ,0 1,015 0,94 1, ,0 1,015 0,955 1, (a) 345,5 1,115 1,05,1 34,4 1,115 1,07, ,0 1,115 1,05, 33,0 1,115 1,05, ,5 1,15 1,, 355,4 1,15 1,117,73 35,0 1,15 1,, 349,0 1,15 1,09,53 (a) 39,5 1,75 1,4, 393,4 1,75 1,3, ,0 1,75 1,5,501 37,0 1,75 1,, ,5 1,3 1,,03,4 1,3 1,77, ,0 1,3 1,,5,0 1,3 1,57, (a) 447,5 1,43 1,,4 444,4 1,43 1,39,3 441,0 1,43 1,35,1 43,0 1,43 1,37, 1 40,5 1,477 1,447,93 457,4 1,477 1,437,9 454,0 1,477 1,4, ,0 1,477 1,417,93 50 (a) 49,5 1,59 1,5 3, 495,4 1,59 1,55 3, 49,0 1,59 1,54 3, 49,0 1,59 1,53 3,13 511,5 1,37 1,07 3,44 50,4 1,37 1,597 3,34 505,0 1,37 1,57 3,3 50,0 1,37 1,577 3, 55 (a) 54,5 1,753 1,73 3,47 545,4 1,753 1,713 3,4 54,0 1,753 1,703 3,45 539,0 1,753 1,93 3, ,5 1,797 1,77 3,54 559,4 1,797 1,757 3,554 55,0 1,797 1,747 3, ,0 1,797 1,737 3, (a) 599,5 1,913 1,3 3,797 59,4 1,913 1,74 3,77 593,0 1,913 1,3 3,77 590,0 1,913 1,54 3,77 4,5 1,954 1,94 3,7 09,4 1,954 1,9 3,9 0,0 1,954 1,904 3,5 03,0 1,954 1,94 3,4 0 50,5,073,044 4,117 47,4,073,034 4,7 44,0,073,03 4,097 41,0,073,0 4, ,5,34,4 4,437 9,4,34,194 4,4 95,0,34,13 4,417 9,0,34,174 4, ,5,394,34 4,75 749,4,394,354 4,74 74,0,394,344 4,73 743,0,394,334 4,7 3 0,5,551, 5,07 799,4,551,511 5,0 79,0,551,501 5,05 793,0,551,491 5, ,5,71,4 5, ,4,71,3 5,703 9,0,71,1 5,93 95,0,71, 5,3 (a) Padrão ASME B3.M Espessura [mm] 4,75,30,00 9,50 Nota: a Alvenius pode fabricar tubos com espessura de 1,50mm mediante consulta prévia e de acordo com a disponibilidade das usinas siderúrgicas.
23 4 Tabela dimensional Inércia Flexão Torção Momento Polar Ø,00 Espessura [mm],5 3,00 3,75 Externo Nominal mm pol I [cm 4 ] r [cm] 3 W [cm ] 3 Wt [cm ] 4 Jp [cm ] I [cm 4 ] r [cm] W [cm 3 ] Wt [cm 3 ] Jp [cm 4 ] I [cm 4 ] r [cm] W [cm 3 ] Wt [cm 3 ] Jp [cm 4 ] I [cm 4 ] r [cm] W [cm 3 ] 3 1 ¼,1 1,0 1,3,7 4 1 ½ 5,0 1,4,4 4,,1,4 1,39 3,0,1,7 4 7,7 1,3 3,,4 15,3 9,7 1,1 4,1,1 19,5 0 ½ 15,3,05 5,1, 30,7 19,7,03, 13,1 39, ,,,4, 3,7 41,1,0, 1,, 45,9,5,1 4, 91, 9 3 ½ 51,7 3,0 11, 3,3 3,5 7,1 3,05 15,1 30,1 134,1 75,0 3,04,9 33,7 150,0 4 7, 3,54 15,4 30, 157,1,1 3,51,0 40,0 4, 1,4 3,50,4 44,9, 139,9 3,4 7,4 54,9 1 4 (a) 1,4 3,9 19,4 3,7, 3, 3,94 5, 50,4 7,5 1, 3,93,3 5, 3,5 197, 3,90 34,7 9, , 4,3, 53,1 353, 30, 4,1 34,7 9,3 41, 59,0 4,0 3,9 77,9 517,9 31, 4,57 47,9 95,7 1 5 (a) 11,0 4,91 9,9 59,9 41,9 75,7 4,9 39,1 7, 551,4 309, 4, 43,9 7,9 19,5 31,0 4,5 54,0,1 5,1 5,30 34,9 9, 530, 34, 5, 45, 91,3 93, 39,9 5,7 51,3, 779,7 40,1 5,4 3,,3 (a) 359,3 5,7 4, 5, 71,, 5,5 5,0 1,0 941, 59,4 5,3 3,0,0 1.05, 5,9 5,1 77,7 155, ,0,9 49, 9,4,0 50,,7 4,5 9,0 1.1,3 53,5, 7, 5, 1.30,9 0,,3 9, 179,3 37,9 7,11, 5,7 1.75,7 37,0 7,0,5 4,9 1.74,1 94,7 7,07 9,9 15, 1.5,4 1.5,3 7,05 1, 9, 19 (a) 0, 7,7 73,3, 1.05, 1.054,0 7,5 9,3 19,5.,0 1.17,5 7,4,4,9.375,0 1.49,1 7,1 134,, ,0,91 99,0 197,9.513,9 1.5,7,9 130,1 0, ,4 1.3,,7,7 93,4 3.7,4.30,4,5 11, 33, , 9, 4, 9,1.79, , 9,13 137,5 75,0 3.59,3.03,5 9, 155,1 3, ,0.507,5 9, 19,1 34,3 73 (a) 1.53, 9,5 1,5 9,0 3.,4.05,5 9,5 150,7 301, ,0.319,1 9,55 9,9 339, 4.3,3.75,0 9,5, 41, 31.47,4 11,17 155,9 311,7 4.95, 3.3,7 11,15 5,3 4,5.57,5 3., 11, 31, 43, 7.35, 4.570,7 11,11 7,5 574,9 33 (a).597,9 11,35 0,9 31, , 3.41,4 11,33 11,9 43,7.4,9 3.0,7 11,31 39,1 47,1 7.71,5 4.79,3 11,9 9,7 593,5 355 (a) 4.55,5,4 5,5 513,0 9.5,1 5.13,,45 9,5 579,0.77,1.3,5,4 359, 719, ,,9 75, 551,7.150,5 5.79,1,91 311,4, , ,, 3, 773,7 (a).9,, 33,4 7, 13.5, ,,5 379,9 759,7 15.4,3 9.55,, 47, 944, ,0,7 35,5 717,0 15.0,0.41,7,71 404,9 09,7.93,4.545,, 503,4 1.00, (a) 11.04,7,05 4,5 95,0.049, ,1,03 00,1 1.0, ,1,51 5, 1.01, 3.99,3.97,1,4 35, 1.70,4 50 (a) ,0 17,5 597, , ,9 1., 17,3 743,4 1.4,.375,1 1,31, 1.57, 3.750,3.30,5 1,9 7,4 1.54,7 55 (a).0, 19, 71, , 40.1, 5.074,3 19,0 9, , ,5, 75, , ,0 7.0,7,09 944, 1.9, (a).1, 1,43 1,0 1.7, , 3.5, 1, ,3.4, ,4 1,9 9,5 1.79,9 55.4, , 1, 1.119,0.3, ,1 3, 1.1,.5, Momento Inércia Raio de Inércia Módulo Flexão Módulo Torção Momento Polar Momento Inércia 4,3,7 Raio de Inércia Módulo Flexão Módulo Torção Momento Polar 1,04 1,7 3,3 5,3 Momento Inércia Raio de Inércia Módulo Flexão Módulo Torção Momento Polar Momento Inércia Raio de Inércia Módulo Flexão Módulo Torção Wt [cm 3 ] 5.09,1 5, ,5.931,0 Momento Polar Jp [cm 4 ] 79,7 395,1 3,5,0 90, 1.305, 1.13,3.330,.93, 4., 5.015, ,1 9.1,3 9.54,.75,0.35, , ,4 7.4,1 9.54, 37.74, ,1 50., , ,4 9.03, 3.4,1 4.19,3 Ø 4,75 Espessura [mm],30,00 9,50 Externo Nominal mm pol I [cm 4 ] r [cm] W [cm 3 ] Wt [cm 3 ] Jp [cm 4 ] I [cm 4 ] r [cm] W [cm 3 ] Wt [cm 3 ] Jp [cm 4 ] I [cm 4 ] r [cm] W [cm 3 ] Wt [cm 3 ] Jp [cm 4 ] I [cm 4 ] r [cm] W [cm 3 ] Wt [cm 3 ] 3 1 ¼ 4 1 ½ 4 0 ½ ½ Momento Inércia 4 17,0 3,44 33,7 7,4 343,9 1 4 (a) 43,7 3,7 4, 5,5 47, ,0 4,54 59,3 11,5 7,0 1 5 (a) 47,4 4, 7,0 134,0 944, 59, 5,1 7,4 15,9 1.19,3 7, 5, 0,9 1, ,3 (a), 5,77 9,7 193,4 1.4, , 5,7 4,7 49,4.095, ,7, 111, 3,3.009,4 1.9,3,15 4,3,5.59, (a) Padrão ASME B3.M Raio de Inércia Módulo Flexão Módulo Torção Momento Polar Momento Inércia Raio de Inércia 1.454,3 7,01 3,3,.90,5 1.4,,9 15,7 371,4 3.79,5.333,4,90 9,9 459, 4.,7 19 (a) 1.35,4 7,5 7, 335, 3.70,.3, 7,5 17, 435, 4.75,.955,4 7,47 9,9 539, 5.9,9 54.9,5,1 7,5 455,0 5.77,9 3.,4,7 9, 59,5 7.54,7 4.1,,70 3, 737,3 9.33, Módulo Flexão Módulo Torção ,7 9,0 40, 41,.79, ,3 9,01 313,4,9., 5.09,7,95 390, 70,5.15, ,1,90 455,4 9, 73 (a) 3.01,7 9,49 3,9 57,7 7.,4 4.95, 9,43 344,0, , 5.51,7 9,37 4,7 57, ,4.34, 9,3, , ,9 11,0 30,7 71, , 7.495,3 11,0 471,4 94,.990, 9.35,4,9 59,0 1.17, ,7.93,,91 9, ,1 33 (a).013,9 11,5 37,4 744,.07, 7.1,7 11, 4, 973, 15.73,4 9.5,7 11, 0,4 1., 19.51, , 11,09 7,4 1.44, 355 (a).0,,3 451, 903,.03,4.493,0,33 591, 1.,3.95, ,,7 739, ,., ,7, 7, ,0 3.94,,4 4,0 97,0 17.4,4 11.7,,79 3,4 1.7,9 3.41,1.4,7,73 797, ,0 9.39,3 17.1,1, 934, 1.9,7 (a).05,0,19 593,7 1.17,4 4.4,0 15.0,0,13 77,4 1.55, 31.03,9 19.,1,07 97,1 1.95,1 39., 3.,,0 1.,.9, ,7,5 33,0 1.,0.53, ,,59 30,3 1.0,5 34.7,4 1.19,3, ,5.03,0 43.3,5 5.31,,4 1.3,5.44, (a) 17.55,9 15,99 755, 1.5, ,.54, 15,94 991,4 1.9, ,3.44,4 15, 1.44,9.49, 5.9, ,1 15,3 1.43,.97, ,0,45 799,4 1.59, ,0 4.71,3, ,.099, , 30.9,9, ,7.37, , 3.44,, 1.550,9 3.1, 50 (a) 3.77,3 17,79 93,1 1.7, ,5 31.4,5 17, ,.40,4.493,0 39.,0 17, 1.54,5 3.09, ,9 4.31,4 17,3 1.,1 3.40,3 5.,7 1,5 95, , , ,7 1, 1.95,.590, ,3 4.43, 1, 1.,5 3.57,1 4.47, 49.94,5 1, , 3.34,4 55 (a) ,0 19,5 1.13,3.4,5 3., ,5 19, ,.97, ,0 5.79,3 19, , 3.747, 4.55, 1.50, 19,40.7, 4.4, ,, ,5.31,1.09, ,3,00 1.5, 3.13,4 9.5, 5.373,4 19, ,1 3.94, 1.74,9.4,3 19,9.3, 4.44, (a) ,7 1, ,.703,.311,5 54.9,1 1, , ,9.33,.,3 1,5.40,1 4.40, 13.4,7 0.,7 1,.40,4 5., ,5 1, 1.4,.1, 7.739, , 1,77 1.5, , 115.,4 7.73,5 1,71.33,7 4.77,3 5.45, ,5 1,.757,1 5.5, ,4 3, ,3 3., 4.90, , 3,11.094,4 4.1, 13.31, 7.07,9 3,05.39,0 5.7, ,9.711, 3,00 3.1,5.4, , 4,97 1.4,5 3.9, ,.5,1 4,9.435, 4.71, ,1 9., 4, 3.070,7.1,3 1.34,3.09,0 4,0 3.3,3 7.4, ,,77.,0 4.5,0.001,3.777,3,7.0, 5.05, , 134.3,0, 3.535, ,0 9.3, ,9, ,0.34, ,9,54.4,9 4.33, , ,, ,3.374, 5.07, 3.90,5, ,9.043,9 3.51,1 19.3,, , 9.499, ,7 3,15 3.0,3.13,.443, , 3, ,9.097, , ,4 3,03 5.1,7.5, , ,1 31,9 Momento Polar Momento Inércia Raio de Inércia Módulo Flexão Módulo Torção Momento Polar Momento Inércia Raio de Inércia Módulo Flexão Módulo Torção.041,4.0,9 Momento Polar Jp [cm 4 ] 11.,3 13.,5 1.97, 3.0, , , 4.53,3 51.3,.94, 7.93, 9.4,7 99.5,0 3.1,1 13.3,7 0.01, ,0 5.4,5 57.1, , 35.4,3 55.1, Nota: a Alvenius pode fabricar tubos com espessura de 1,50mm mediante consulta prévia e de acordo com a disponibilidade das usinas siderúrgicas.
24 5
25 Sistema Alvenius K Tubos com anel de aço sobreposto (K) Facilidade e rapidez A simplicidade dos acoplamentos Alvenius dispensa a utilização de mão de obra especializada e ferramentas especiais, facilitando sua montagem. O Sistema Alvenius K é montado com dois, três, quatro, seis ou oito parafusos, dependendo do diâmetro e do tipo de acoplamento. A instalação, sem o processo de solda, resulta em uma grande vantagem para diversos usuários e pode ser até seis vezes mais rápida quando comparada a sistemas tradicionais, como: rosca, flange ou solda. Qualquer serviço de inspeção ou manutenção é realizado rapidamente e de maneira independente entre os diversos componentes da linha, diminuindo, assim, o tempo de parada. Compatibilidade com outros sistemas São fornecidas diversas conexões para intercâmbio com sistemas tubulares preexistentes, como: flange, ponta/bolsa, rosca ou ponta lisa biselada para solda. Consulte a Alvenius para maiores informações técnicas.
26 7 Vantagens do Sistema Tubular Alvenius 1. Vedação Perfeita O Sistema garante uma vedação perfeita. O design do anel de vedação em borracha com desenho único em forma de C proporciona uma vedação tripla.. Vácuo Os anéis de vedação em borracha foram projetados para propiciar uma vedação adequada quando submetidos a condição de vácuo de até pol.hg (absoluta) / 50mmHg (absoluta). 3. Resistência Longitudinal Apesar de ser uma junta flexível, o acoplamento Alvenius está dimensionado para resistir a grandes pressões internas que geram grandes tensões longitudinais, racionalizando a utilização dos suportes e ancoragens. 4. Movimentação Longitudinal (Expansão e Contração) Devido ao espaço entre as extremidades dos tubos no interior do acoplamento, movimentos longitudinais (expansão/contração) são absorvidos. A somatória destes movimentos ao longo de uma linha permite a eliminação de juntas de dilatação com a vantagem de igualdade na distribuição destes movimentos. 5. Deflexão e Flexibilidade Devido a folga entre as extremidades, as deflexões angulares são permitidas em qualquer direção, sem comprometer a estanqueidade do acoplamento. Esta característica permite a tubulação se adaptar as configurações topográficas irregulares, executando curvas de grande raio, o que elimina a necessidade de curvas ou peças especiais.. Absorção de Vibrações As extremidades dos tubos flutuam no interior do acoplamento onde o anel de vedação em borracha trabalha como amortecedor de vibrações, que são progressivamente eliminadas ao longo da linha. Assim, diminuem-se as tensões oriundas da montagem e do desalinhamento da tubulação, protegendo válvulas, bombas e outros equipamentos contra a ruptura. 7. Rotação O acoplamento permite a rotação sobre o eixo longitudinal da linha, possibilitando que no transporte de fluidos abrasivos sejam executadas pequenas rotações periódicas. Mesmo com a linha cheia e despressurizada, com um leve desaperto dos parafusos é possível girar os tubos e assim distribuir o desgaste ao longo do perímetro da tubulação e aumentar sua vida útil.. Eficiência Operacional A facilidade no manuseio do acoplamento permite que qualquer serviço de montagem, inspeção, ampliação e manutenção possa ser realizado de maneira rápida e independente entre todos os equipamentos tubulares, diminuindo assim o tempo de parada. 9. Economia e Alta Resistência A fabricação dos tubos é feita de acordo com a pressão de trabalho definida pela necessidade de cada projeto, propiciando a melhor combinação e alta resistência.
27 Sistema Alvenius K Modelo K - Flexível Desenho para referência da tabela do acoplamento K Acoplamento K Externo Ø Nominal C Deflexão Dimensões Parafusos e Porcas Pressão Máxima de por Especificação Trabalho Tração Máx. por Tubo A B L Peso Quant Chave Acopl. [Rosca Métrica] [mm] [pol] [mm] [Kgf/cm²] [PSI] [Kgf] [ º ] [mm/m] [mm] [mm] [mm] [kg] [pç] ØxL [mm] [mm] 3 1 ¼ 3, , ,5 4 1 ½ 4, , , M x , , , ½ 5, , , M x , , ,1 9 3 ½ 5, , ,4 4, , ,7 M x , , , , , , 19, , ,5 M x 70, , ,7 7, , ,, , ,3 19, , , 1, , ,7 M x , , , ,0, ,0 0, ,0 3, 3 1,0, ,5 0, , 5, 4 M x 90 M4 x 3 3, , ,0 57, , ,4 4, , , 0, , ,0 711, , ,0 M30 x , , ,0 3, , ,0 9 3, , , 40, , ,0 19 4, , ,0 M4 x 0 5 Consulte a Alvenius para maiores informações técnicas. ADVERTÊNCIA: A pressão máxima de trabalho do acoplamento pode ser aumentada em até 1,5 vezes aos valores apresentados, SOMENTE PARA TESTE ÚNICO DE CAMPO.
28 9 Sistema Alvenius K Modelo K - Flexível Desenho para referência da tabela do acoplamento K Acoplamento K Ø Pressão Nominal de Deflexão Dimensões Parafusos e Porcas C Externo Nominal Trabalho Especificação Tração Máx. por Acopl. por Tubo A B L Peso Quant Chave [Rosca Métrica] [mm] [pol] [mm] [Kgf/cm²] [PSI] [Kgf] [ º ] [mm/m] [mm] [mm] [mm] [kg] [pç] ØxL [mm] [mm] 5, , 3 39,0 M x , , ,5 M x 70 1, , , M x , , ,5 M x , , , , , ,3 M x 7 4 1, , ,5,9, ,4 7 75,5 59,5 1,1 57, , ,5 49,,5, 4 M x , ,3 5 43,7 703, 7,1 3, M x 5 0, ,3 5 95,5 7 9,5 53,0 M4 x 3, , ,7 9,3 9, M4 x 0 3 Consulte a Alvenius para maiores informações técnicas. ADVERTÊNCIA: A pressão máxima de trabalho do acoplamento pode ser aumentada em até 1,5 vezes aos valores apresentados, SOMENTE PARA TESTE ÚNICO DE CAMPO.
29 30 Conexões-Padrão (K) A Alvenius fabrica conexões em aço carbono que variam de 3mm (1 ¼ ) a 19mm (4 ). Até o diâmetro de 9mm (3") as conexões são fabricadas a partir de tubos helicoidais. Nos diâmetros de mm (40") e 19mm (4") as conexões são fabricadas a partir de tubos calandrados. As peças são preparadas com anéis de aço K ou K em suas extremidades para união por acoplamentos mecânicos tipo K. As extremidades também podem ser de ponta lisa biselada para solda ou flangeada. Sempre especifique qual será o método de união utilizado no projeto para que a Alvenius possa orientar quanto à melhor solução. Nas próximas páginas encontra-se o detalhamento técnico de cada conexão-padrão fabricada pela Alvenius. Entre em contato para maiores esclarecimentos sobre o fornecimento de peças especiais.
30 31 Curvas Nota: Todas as conexões podem ser ponta lisa. Favor especificar no pedido. Ø Curvas Externo Nominal 11,5, Raio Longo [mm] [pol] Cota Raio Cota Raio Cota Raio Cota Raio Cota Raio Cota Raio Cota Raio "A" "A" "A" "A" "A" "A" "A" [mm] [mm] [mm] [mm] [mm] [mm] [mm] [mm] [mm] [mm] [mm] [mm] [mm] [mm] 3 1¼ ½ ½ ½ Curva até 30 Curva maior que 30 até 0 Curva maior que 0 até 90 Curva Raio Longo 90
31 3 Tee e Cruzeta Tee e Tee com Redução Ø Cruzeta Tee Nota: Cotas A e B são para Sistema K Cotas A1 e B1 são para Sistema Flangeado, mesmo que apenas um dos lados seja flangeado. Todas as conexões podem ser ponta lisa. Favor especificar no pedido. Cruzeta Externo Nominal Externo Nominal [mm] [pol] [mm] [pol] Principal Ramal 3 4 1¼ 1½ ½ 3 3½ ¼ 1¼ 1½ 1½ 1¼ 1½ ½ 1¼ 1½ ½ 3 1½ ½ 3 3½ ½ 3 3½ 4 ½ 3 3½ 4 4 ½ 3 3½ ½ 3 3½ Cota "A" Cota "B" Cota "A1" Cota "B1" Cota "A" Cota "B" Cota "A1" Cota "B1" [mm] [mm] [mm] [mm] [mm] [mm] [mm] [mm] Continua
32 Tee e Cruzeta Continua [mm] [mm] [mm] [mm] [mm] [mm] [mm] [mm] Cota "A1" Cota "B1" Cota "A" Cota "B" Cota "A1" Cota "B1" Cota "A" Cota "B" Externo Nominal Externo Nominal [mm] [pol] [mm] [pol] Ramal Ø Cruzeta Tee Principal ½ 3 3½ ½ 3 3½ ½ 3 3½ ½ ½
33 Tee e Cruzeta Externo Nominal Externo Nominal [mm] [pol] [mm] [pol] Ramal Ø Cruzeta Tee Principal [mm] [mm] [mm] [mm] [mm] [mm] [mm] [mm] Cota "A1" Cota "B1" Cota "A" Cota "B" Cota "A1" Cota "B1" Cota "A" Cota "B" Continua
34 Tee e Cruzeta Continua Externo Nominal Externo Nominal [mm] [pol] [mm] [pol] Ramal Ø Cruzeta Tee Principal [mm] [mm] [mm] [mm] [mm] [mm] [mm] [mm] Cota "A1" Cota "B1" Cota "A" Cota "B" Cota "A1" Cota "B1" Cota "A" Cota "B" 35
35 Tee e Cruzeta Externo Nominal Externo Nominal [mm] [pol] [mm] [pol] Ramal Ø Cruzeta Tee Principal [mm] [mm] [mm] [mm] [mm] [mm] [mm] [mm] Cota "A1" Cota "B1" Cota "A" Cota "B" Cota "A1" Cota "B1" Cota "A" Cota "B" Continua 3
36 Tee e Cruzeta Continua Externo Nominal Externo Nominal [mm] [pol] [mm] [pol] Ramal Ø Cruzeta Tee Principal [mm] [mm] [mm] [mm] [mm] [mm] [mm] [mm] Cota "A1" Cota "B1" Cota "A" Cota "B" Cota "A1" Cota "B1" Cota "A" Cota "B" 37
37 Tee e Cruzeta Continua Externo Nominal Externo Nominal [mm] [pol] [mm] [pol] Ramal Ø Cruzeta Tee Principal [mm] [mm] [mm] [mm] [mm] [mm] [mm] [mm] Cota "A1" Cota "B1" Cota "A" Cota "B" Cota "A1" Cota "B1" Cota "A" Cota "B" 3
38 39 Tee e Cruzeta Ø Tee Cruzeta Externo Nominal Externo Nominal [mm] [pol] [mm] [pol] Principal Ramal Cota "A" Cota "B" Cota "A1" Cota "B1" Cota "A" Cota "B" Cota "A1" Cota "B1" [mm] [mm] [mm] [mm] [mm] [mm] [mm] [mm] Ypsilon 45 e 90 Ø Ypsilon 45 Ypsilon 90 Externo Nominal Cota "A" Cota "B" Cota "A" Cota "B" [mm] [pol] [mm] [mm] [mm] [mm] 3 1¼ ½ ½ ½ Nota: Todas as conexões podem ser ponta lisa. Favor especificar no pedido. Ypsilon Ypsilon
39 40 Tee Radial e Derivação Tee Radial Derivação Nota: Todas as conexões podem ser ponta lisa. Favor especificar no pedido. Ø Tee Radial Derivação Externo Nominal Externo Nominal Cota "A" Cota "B" Cota "C" Cota "A" Cota "B" Cota "C" [mm] [pol] [mm] [pol] Principal Ramal [mm] [mm] [mm] [mm] [mm] [mm] 3 1¼ 3 1¼ ½ 3 1¼ ½ ½ ½ 3 1¼ ½ ½ ¼ ½ ½ ½ 4 1½ ½ ½ ½ ½ ½ ½ ½ ½ ½ ½ Continua
40 Tee Radial e Derivação Continua Cota "A" Cota "B" Cota "C" Cota "A" Cota "B" Cota "C" [mm] [mm] [mm] [mm] [mm] [mm] Externo Nominal Externo Nominal [mm] [pol] [mm] [pol] Principal Ramal Tee Radial Ø Derivação ½ 3 3½ ½ 3 3½ ½ 3 3½ ½ ½
41 Tee Radial e Derivação Continua Externo Nominal Externo Nominal [mm] [pol] [mm] [pol] Principal Ramal Tee Radial Ø Derivação Cota "A" Cota "B" Cota "C" Cota "A" Cota "B" Cota "C" [mm] [mm] [mm] [mm] [mm] [mm] 4
42 Externo Nominal Externo Nominal [mm] [pol] [mm] [pol] Principal Ramal Tee Radial Ø Derivação Tee Radial e Derivação Continua Cota "A" Cota "B" Cota "C" Cota "A" Cota "B" Cota "C" [mm] [mm] [mm] [mm] [mm] [mm] 43
43 Tee Radial e Derivação Continua Externo Nominal Externo Nominal [mm] [pol] [mm] [pol] Principal Ramal Tee Radial Ø Derivação Cota "A" Cota "B" Cota "C" Cota "A" Cota "B" Cota "C" [mm] [mm] [mm] [mm] [mm] [mm]
44 Tee Radial e Derivação Externo Nominal Externo Nominal [mm] [pol] [mm] [pol] Principal Ramal Tee Radial Ø Derivação Cota "A" Cota "B" Cota "C" Cota "A" Cota "B" Cota "C" [mm] [mm] [mm] [mm] [mm] [mm] Continua 45
45 Continua Tee Radial e Derivação Externo Nominal Externo Nominal [mm] [pol] [mm] [pol] Principal Ramal Tee Radial Ø Derivação Cota "A" Cota "B" Cota "C" Cota "A" Cota "B" Cota "C" [mm] [mm] [mm] [mm] [mm] [mm] 4
46 47 Tee Radial e Derivação Ø Tee Radial Derivação Externo Nominal Externo Nominal [mm] [pol] [mm] [pol] Principal Ramal Cota "A" Cota "B" Cota "C" Cota "A" Cota "B" Cota "C" [mm] [mm] [mm] [mm] [mm] [mm]
47 4 Reduções Nota: Todas as conexões podem ser ponta lisa. Favor especificar no pedido Ø Reduções Ø Reduções Externo [mm] Principal Nominal [pol] Externo [mm] Ramal Nominal [pol] Cota "A" [mm] Cota "A1" [mm] 3 1¼ ½ 3 1¼ ½ ½ 3 1¼ 9 4 1½ ¼ 9 4 1½ ½ ½ 4 1½ ½ ½ ½ ½ ½ ½ ½ ½ ½ ½ ½ ½ ½ ½ Externo [mm] Principal Nominal [pol] Redução Concêntrica Externo [mm] Ramal Nominal [pol] Cota "A" [mm] Cota "A1" [mm] 9 3½ ½ Notas: Cota A é para Sistema K Cota A1 é para Sistema Flangeado Redução Excêntrica Continua
48 49 Reduções Ø Reduções Ø Reduções Externo [mm] Principal Nominal [pol] Externo [mm] Ramal Nominal [pol] Cota "A" [mm] Cota "A1" [mm] Externo [mm] Principal Nominal [pol] Externo [mm] Ramal Nominal [pol] Cota "A" [mm] Cota "A1" [mm] Continua
49 50 Reduções Ø Reduções Ø Reduções Externo [mm] Nominal [pol] Externo [mm] Nominal [pol] Cota "A" [mm] Cota "A1" [mm] Externo [mm] Nominal [pol] Externo [mm] Nominal [pol] Cota "A" [mm] Cota "A1" [mm] Principal Ramal Principal Ramal Registro Gaveta Ø Registro Gaveta Externo Nominal Cota "C" Cota "H" [mm] [pol] [mm] [mm] Material Classe de Pressão 3 1¼ 3 13 Bronze PN 4 1½ Bronze PN Bronze PN 0 ½ 0 Bronze PN FºFº PN 9 3½ 94 Bronze PN FºFº PN FºFº PN FºFº PN FºFº PN FºFº PN FºFº PN FºFº PN FºFº PN FºFº PN FºFº PN FºFº PN FºFº PN FºFº PN 3 71 FºFº PN FºFº PN FºFº PN FºFº PN Registro Gaveta 1 FºFº PN FºFº PN 57 9 FºFº PN
50 51 Conexões K e Plug Ø K x Bolsa K x Flange K x Mangote K x PL K x Rosca Plug Externo Nominal Cota "A" Ø Nominal da Bolsa Cota "A" Cota "A" Cota "A" Cota "A" Cota "B" Rosca Cota "A" [mm] [pol] [mm] [mm] [mm] [mm] [mm] [mm] [mm] [pol] [mm] 3 1¼ " 3 4 1½ ¼" ½" 3 0 ½ " ½" ½ " " " " " " " Conexão K x Bolsa Conexão K x Flange Conexão K x Mangote Conexão K x PL Conexão K x Rosca Plug
51 5 Terminais Terminal K Alvenius com 0 saídas RSC macho Terminal K Alvenius com 04 saídas RSC macho Terminal K Alvenius com 0 saídas RSC macho Ø Externo [mm] Nominal [Pol] 1¼ ½ 3 3½ De* 1/" 3/4" 1" 1/" 3/4" 1" 1/" 3/4" 1" 1/" 3/4" 1" 1/" 3/4" A B " 1/" 3/4" 1" 1/" 3/4" 1" 1/" 3/4" 1" 1/" 3/4" 1" 1/" 3/4" 1" 1/" 3/4" 1" 1/" 3/4" 1" 1/" 3/4" 1" 1/" 3/4" 1" 1/" 3/4" 1" Externo [mm] Ø Nominal [Pol] 1¼ ½ 3 3½ De* 1/" 3/4" 1" 1/" 3/4" 1" 1/" 3/4" 1" 1/" 3/4" 1" 1/" 3/4" 1" 1/" 3/4" 1" 1/" 3/4" 1" 1/" 3/4" 1" 1/" 3/4" 1" 1/" 3/4" 1" 1/" 3/4" 1" 1/" 3/4" 1" 1/" 3/4" 1" 1/" 3/4" 1" 1/" 3/4" 1" A B Externo [mm] Ø Nominal [Pol] De* ¼ ½ 3 3½ /" 3/4" 1" 1/" 3/4" 1" 1/" 3/4" 1" 1/" 3/4" 1" 1/" 3/4" 1" 1/" 3/4" 1" 1/" 3/4" 1" 1/" 3/4" 1" 1/" 3/4" 1" 1/" 3/4" 1" 1/" 3/4" 1" 1/" 3/4" 1" 1/" 3/4" 1" 1/" 3/4" 1" 1/" 3/4" 1" A B * Rosca NBR NM-ISO 7-1 Externa * Rosca NBR NM-ISO 7-1 Externa * Rosca NBR NM-ISO 7-1 Externa Condensador Alvenius K Externo [mm] Ø Nominal [Pol] 1¼ ½ 3 3½ A Ø B C D
52 53 Flanges Flange AET 150Lbs Ø DN Ø D [mm] Ø B [mm] Ø C [mm] Ø F [mm] Nº Furos E [mm] E1 [mm] Peso [kg] Pol mm 1.1/4" , 1, 1.1/" , 1,30 " ,,30.1/" , 3,0 3" , 4,30 3.1/" , 5, 4" 5" " " " " " " 1" " " 4" , 1, 1, 1, 1, 1, 1, 1, 1, 1, 1, 1, 5,0,30 7,70,0,30 4,30 31,50 40, 43, 54,50,0 77, , 1, 1, 1, 1, 1, 1, 1, 1, 1, 1, 1, 5,40 5,90,90 11,0 15, 3,70 9,40 37,0 40, 50,90 5, 7,0 Flange ANSI 150Lbs Ø DN Pol mm Ø D [mm] Ø B [mm] Ø C [mm] Ø F [mm] Nº Furos E [mm] E1 [mm] Peso [kg] 1 33, ,0 0,90 1.¼ 4, ,0 1,40 1.½ 4, ,0 1,40 0, ,0,30.½ 73, ,0 3, 3, ,0 3,90 3.½ 1, ,0 5,00 4 1, ,0 5,90 5 1, ,0,0, ,0,0 19, ,0 13,0 73, ,0 19,50 33, ,0 9,00 355, ,0 41,00, ,0 44, , ,0 59,00 50, ,0 75, , ,0 99,0
53 54 Anéis de Aço Anel K Anel K especial Anel K Ø Peso Ø Peso Acoplamento Externo Nominal Unitário Externo Nominal Unitário a ser [mm] [pol] [kg] [mm] [pol] [kg] utilizado 3 1 ¼ 0, ,70 K ½ 0, , K 4 0,0 0,9 K 0 ½ 0,03 3,5 K 7 3 0,0 19 5,9 K ½ 0, ,9 K , 33 1,4 K , 355 3,9 K ,19 5,7 K 419 0, ,73 K 0, ,07 K 7 0,4 55 7,75 K 57 0, ,1 K 19 1,11 1 1,5 73 1,37 31,0 3, ,91 1 3,71 4,3 57 5,9 4 5,74 0, ,34 30,5 3 15, , 40 4, 19 4,99 Ø Peso Externo Nominal Unitário [mm] [pol] [kg] 0,1 0,31 1 0,9 31 1,55 3 1,7 419,3 1,3 3, ,0 4 4,31 0 5,0 3,70
54 55 Sistema K com aplicação em tubos de aço inoxidável O Sistema K é massivamente utilizado para união de tubos em aço carbono, porém existem aplicações específicas que lhe permitem o aproveitamento também em tubos de aço inox. Beneficiando-se das mesmas vantagens técnicas e operacionais, a união de tubulações em aço inox com acoplamentos K permite diversidade em instalações cuja necessidade das propriedades do inox é algo imprescindível. Principais aplicações: l casas de bomba para transporte de vinhaça; l adutoras para transporte de fluidos agressivos. Os anéis de aço inox soldados na extremidade dos tubos devem ser do mesmo grau da tubulação e, necessariamente, devem seguir seus dimensionais. A Alvenius fornece anéis de aço inoxidável 304 (L) ou 3 (L). São fornecidos acoplamentos K para diversos diâmetros. Consulte a tabela na página para maiores detalhes. Para maiores informações sobre procedimento de solda dos anéis de aço inox em campo veja a página 5.
55 5 Procedimento para solda de anéis de aço K em campo O Sistema Alvenius foi desenvolvido para atender às necessidades de diversos projetos com tubos nos comprimentos padrão de m, m (adutoras) e 5,m (para exportação). Existe ainda a possibilidade da fabricação tubos em outros comprimentos especiais de até m. No caso da necessidade de adaptar à tubulação in loco, seguem instruções referentes ao corte e a solda nos tubos Alvenius: 1) Corte 1.1) Verificar o comprimento desejado. 1.) Fazer a marcação em toda a circunferência do tubo com uma tira paralela. 1.3) Realizar o corte com uma serra ou maçarico sobre a marcação..) Realizar um teste de ar em todo o cordão de solda, passando espuma na parte interna e aplicando ar comprimido do lado externo do anel. Caso verifique a formação de bolhas internamente, abra a solda no local do vazamento com uma lixadeira e refaça-a. Obs.: Para a soldagem de aços comerciais, utilizar o eletrodo revestido E 701; para aços patináveis (SAC), utilizar o eletrodo revestido E 701-G. 3) Procedimento de soldagem do anel de aço K 1.4) Remover o cordão de solda externo (se houver) para colocação do anel de aço K 1.5) Fazer o acabamento com uma lima ou lixadeira, removendo todas as rebarbas. ) Processo de montagem e solda dos anéis de aço K.1) Verificar se a região onde receberá a solda está isenta de óleo, graxa, tinta, oxidação e só então continuar com o processo de soldagem..) Colocar o anel de aço na ponta do tubo, deixando uma distância t, conforme tabela A, da extremidade do tubo e realizar um ponto de solda no lado interno do anel. e [mm] t [mm] e = 3, ,00 < e =,35 +1,35 < e = 9,50 +1 Tabela A.3) Rodar o tubo graus, e com a ajuda de um esquadro verificar se o anel de aço K está alinhado com o tubo. Realizar outro ponto de solda fixando-o. Caso não esteja no esquadro, com o auxílio de um pequeno martelo, faça com que o anel fique alinhado e só então dê o ponto de solda..4) Realizar o processo de soldagem dos anéis de aço K conforme procedimento da tabela B e, para os anéis de aço especiais K, conforme tabela C. Anel de Aço K Anel de Aço K Figura de Soldagem Ø = 3 mm ( ) Ø = 31 mm ( ) 1 Ø > 3 mm ( ) Ø > 31 mm ( ).5) Utilizar o procedimento conforme tabela C para o processo de soldagem dos anéis de aço especiais K. Anel de Aço Figura de Acoplamento K Especial K Soldagem 1 mm 133 mm 3 1 mm mm 3 mm mm mm mm 73 mm 31 mm Tabela B Tabela C.) Ter o cuidado ao executar a solda externa, pois ela deve ficar com altura de 3mm. Caso o cordão de solda fique muito alto ele interferirá no desempenho do acoplamento, podendo se soltar durante os testes de liberação da montagem ou futuramente..7) Remover todas as escórias dos cordões de solda ao término das soldagens, verificando se o cordão não ficou com falhas. 4) Acabamento nos anéis de aço K Após o processo de soldagem, verificar se há algum respingo de solda nas superfícies do anel de aço K. Havendo, retire-os usando uma lima com o cuidado de não o ferir. Caso seja demasiadamente afetado, a vedação do acoplamento estará prejudicada, podendo haver vazamentos imediatamente após a montagem ou no futuro. 5) Proteção anticorrosiva (tubos galvanizados) 5.1) Limpar os pontos onde a proteção será aplicada, isentando-os de óleos, graxas, oxidação, umidade e poeira. 5.) Aplicar a galvanização a frio (tinta com teor mínimo de 5% de zinco) nos pontos limpos. 5.3) Em ambientes mais severos são recomendadas duas demãos, perfazendo uma espessura mínima seca de 70μm. Cada aplicação a pincel depositará de 40/50 μm (espessura de filme seco). 5.4) Todos os procedimentos de aplicação devem ser consultados antes com o fornecedor da galvanização a frio.
56 57 Relação entre tubos e acoplamentos K Relação entre Tubos e Acoplamentos K Relação entre Tubos e Acoplamentos K Ø Alvenius ASME B3. Acoplamento Anel de aço Ø Alvenius ASME B3. Acoplamento Anel de aço Externo Nominal Ø Nominal a ser a ser Externo Nominal Ø Nominal a ser a ser [mm] [pol] [pol] utilizado utilizado [mm] [pol] [pol] utilizado utilizado 3 1 ¼ 1 K 3mm K 3mm 4 1 ½ 1 ¼ K 4mm K 4mm 4 1 ½ K 4mm K 4mm 0 ½ K 0mm K 0mm 73 3 ½ K 7mm Especial K 73mm K 7mm K 7mm 9 3 ½ 3 K 9mm K 9mm 4 3 ½ K mm K mm K 1mm 1 K 1mm K 133mm K 133mm K mm Especial K 1mm - K mm K mm K mm 3 K mm 7 - K mm K mm - K mm K mm 19 K 19mm 4 K 19mm 1 - K 1mm K 1mm 73 K 73mm 5 K 73mm 31 - K 31mm K 31mm 33 K 31mm K 33mm 355 K 3mm K 355mm 3 - K 3mm K 3mm K 419mm K mm K 419mm K 419mm K mm K 457mm 1 - K mm K mm 50 K mm K 50mm - K mm K mm 55 K 57mm K 55mm 57 - K 57mm K 57mm K mm K 09mm 4 K mm K mm 0 K 0mm K 0mm 711 K 711mm K 711mm K mm K mm 3 3 K mm K mm K 9mm K 9mm K mm K mm K 19mm K 19mm Pode também ser utilizado: 1) Acoplamento K 133mm com anel de aço especial K 1mm ) Acoplamento K mm com anel de aço especial K mm 3) K mm com anel de aço especial K mm para acoplamento K mm 4) K 1mm com anel de aço especial K 19mm 5) K 31mm com anel de aço especial K 73mm para acoplamento K 31mm Anéis de vedação K (anéis de borracha) São fabricados em diversas composições, dependendo da aplicação e da necessidade de resistência a altas temperaturas: borracha natural ou sintética, conforme a Norma ASTM D00. Temperatura [ºC] Resistência Material Máxima Mínima Ácidos Diluídos Ácidos Concentrados Hidrocarbonetos Alifáticos (Gasol./Naftal.) Hidrocarbonetos Aromáticos (Toluol/Xilol) Oxigenados (Cetonas) Óleos Lubrificantes Óleo Animal Óleo Vegetal Natural SBR EPDM Neoprene Nitrilica Silicone Fluorelastômero 90 - Regular Regular Pouca Pouca Boa Pouca Pouca 0 - Regular Regular Pouca Pouca Boa Pouca Pouca Excelente Boa Pouca Pouca Boa Pouca Boa 0-40 Muito Boa Boa Boa Regular Pouca Boa Boa 0-30 Boa Boa Excelente Boa Pouca Muito Boa Excelente 0-0 Regular Regular Pouca Pouca Regular Regular Regular 0-70 Excelente Excelente Excelente Excelente Pouca Excelente Excelente Pouca Boa Excelente Boa Boa Excelente Excelente
57 5 Sistema Ranhurado Anel de vedação Ranhura Segmento Utiliza acoplamentos mecânicos rígidos ou flexíveis, que são montados em tubos com extremidade ranhurada por corte ou por laminação. A definição do tipo de ranhura depende da aplicação e da espessura dos tubos, conforme os quadros abaixo. O Sistema Ranhurado é usado em setores onde existem constantes interferências e necessidade de ajustes em campo. Linha de produtos para tubulação ranhurada Parafuso / Porca Sistema Ranhurado O processo é limpo, simples, e a portabilidade das máquinas de execução das ranhuras tornam o método versátil e prático, reduzindo consideravelmente os tempos de parada na manutenção. As ranhuras podem ser feitas, inclusive, nos tubos com costura helicoidal da Alvenius. Ranhura por Laminação (Roll Grooved) Ranhura por Corte (Cut Grooved) Ø Ranhura Ø Externo do Tubo Ø Ranhura Ø Externo do Tubo Ø Ranhura Ø Externo do Tubo Ø Ranhura Ø Externo do Tubo Aplicação Recomendada: transporte de água ou ar comprimido. (fluídos não abrasivos) Tubos: SCH-05 até SCH-STD, ou tubos com costura helicoidal com espessura equivalente. Aplicação Recomendada: transporte de água ou fluidos abrasivos. Tubos: SCH-STD até SCH-0, ou tubos com costura helicoidal com espessura equivalente. Ranhura por Corte para Revestimento em Borracha ou Poliuretano somente para Abrasão (Cut Grooved MRL) Ranhura por Corte para Revestimento em Borracha ou Poliuretano para Abrasão e Corrosão (Cut Grooved MRL) Aplicação Recomendada: transporte de fluidos abrasivos. Tubos: SCH-STD até SCH-0, ou tubos com costura helicoidal com espessura equivalente. Aplicação Recomendada: transporte de fluidos abrasivos e corrosivos. Tubos: SCH-STD até SCH-0, ou tubos com costura helicoidal com espessura equivalente. Consulte a Alvenius para maiores informações técnicas.
58 59 Preparação da extremidade do tubo Como processar a ranhura por laminação Os sistemas para tubulações ranhuradas requerem o processamento de uma ranhura por laminação ou corte nas extremidades dos tubos a serem unidos. O acoplamento das chavetas dos segmentos nas ranhuras é integral, proporcionando uma união segura e estanque. É essencial que as ranhuras sejam devidamente processadas para o desempenho ideal da união. Tubo Segmento Chaveta Tubo com extremidade lisa e tubo com extremidade biselada Embora tubos com extremidades lisas sejam mais adequados, o uso de tubos com extremidades biseladas é aceitável, contanto que a espessura de parede seja de 0,375 /9,5 mm ou mais fina e o bisel seja de 37½ ± ½ ou 30, conforme especificado nas normas ANSI B.5 e ASTM A-53, respectivamente. 37½ ou 30 Anel de borracha Ranhura Acoplamento total Tubo com Extremidade Biselada (ANSI B.5 / ASTM A-53) Diâmetro nominal do tubo Os acoplamentos e conexões são identificados pelo diâmetro nominal dos tubos IPS em polegadas ou diâmetro nominal dos tubos (DN) em milímetros. Sempre verifique o diâmetro externo real do tubo e das conexões que estão sendo unidas, pois, em alguns mercados, é comum referir-se a tubos com diâmetros externos diferentes com o mesmo diâmetro nominal. Perfil da ranhura por laminação As ranhuras por laminação devem ser as mais definidas possível. Para obter o máximo desempenho da união, a dimensão K deve ser a menor possível. Ao processar a ranhura por laminação, o operador da máquina deverá controlar a pressão de alimentação do rolo superior de maneira a obter o melhor perfil possível da ranhura. Espessura de parede aplicável do tubo As ranhuras por laminação normalmente são aplicáveis em tubos de aço carbono, tubos de aço inoxidável, tubos de cobre, tubos de alumínio e tubos de PVC com espessura superior ou inferior a 0,375 /9,5 mm, dependendo do tipo de máquina de ranhura e conjunto de rolos utilizados. Espessuras de parede e diâmetros diferentes requerem o uso de diferentes jogos de rolos. Entre em contato com o fabricante da máquina de ranhura por laminação para mais informações. Espessura de parede pesada Quando tentar fazer a ranhura por laminação em tubos com paredes superiores a 0,375 /9,5 mm, o metal poderá se deformar formando abas nas margens da ranhura, ao invés de se deformar radialmente, e formar uma saliência no interior do tubo. O excesso de metal poderá causar falha da união. Neste caso, você deverá esmerilhar o excesso de metal para obter uma superfície de vedação plana e lisa. Um revestimento anticorrosivo adequado deverá ser aplicado na superfície esmerilhada. Recomenda-se o processamento de ranhuras por corte em tubos com parede pesada ou grossa. Tubo ERW Os tubos ERW são um dos tipos mais populares de tubos usados atualmente. Dependendo do tubo e seu fabricante, os cordões de solda podem permanecer na superfície (interna e externa) do tubo. Sempre remova os cordões de solda prejudiciais próximos às extremidades dos tubos, pois eles podem causar solavancos na máquina de ranhura por laminação, resultando em ranhuras imprecisas. Tubo galvanizado Os tubos galvanizados são aceitáveis, contanto que a superfície de assentamento do anel seja lisa e isenta de crostas e imperfeições que poderiam afetar a vedação do anel. Sempre que remover os cordões de solda ou projeções da superfície de vedação de um tubo galvanizado, tenha cuidado para não esmerilhar excessivamente a superfície. Sempre aplique um revestimento anticorrosivo adequado na área esmerilhada. Tubo com solda helicoidal Os tubos com solda helicoidal podem ser utilizados, contanto que os cordões de solda sejam removidos da superfície de assentamento do anel de vedação. Também é aceitável e recomendado soldar uma conexão com extremidade ranhurada na extremidade do tubo, conforme mostrado abaixo. Sempre que remover os cordões de solda ou projeções da superfície de assentamento do anel, tenha cuidado para não esmerilhar excessivamente a superfície. Soldado Tubo com solda helicoidal com conexão ranhurada Espessura superior a 9,5 mm (0,375 ) Nenhuma ou pouquíssima saliência
59 0 Dimensões das Ranhuras por Laminação para Tubos ANSI B3., BS 137 (M) e AS-74 (M) As dimensões nominais das ranhuras por laminação atendem à norma ANSI/AWWA C0-0 Tabela 5 com tolerâncias ligeiramente ajustadas para incorporar normas internacionais, incluindo as normas CSA B4, ISO/FDIS -, VdS -en e JPF MP-00. O.D A B C t F d Diâmetro Nominal pol./mm Nominal pol./mm Diâm. Ext. do Tubo A B C Tolerância ±0,7 ±0,030 ±0,7 ±0,030 +0,00 +0,000 pol./mm pol./mm pol./mm pol./mm pol./mm Parede Mín. Profundidade da Diâm. Máx. Perm. t Ranhura d (ref) da Extremidade pol./mm pol./mm pol./mm ¾ ¼ ½ ½ mm mm mm mm mm mm mm mm Diâmetro Externo do tubo: As tolerâncias máximas para extremidades cortadas em esquadro são de 0,03 para diâmetros até 3 ½ ; 0,045 para 4 até ; e 0,00 para diâmetros de e acima.. A superfície de assentamento A do anel de vedação deve estar livre de riscos profundos, marcas ou depressões que possam impedir uma vedação positiva. 3. As dimensões C são valores médios. A ranhura deve apresentar uma profundidade uniforme ao redor de toda a circunferência do tubo. Use um gabarito ou trena de ranhura Shurjoint para veri car o diâmetro da ranhura. 4. t corresponde à espessura de parede mínima permitida na qual pode ser processada a ranhura por laminação. 5. d é apenas para referência. A profundidade da ranhura deverá ser determinada pelo diâmetro da ranhura C.. Diâmetro da Extremidade: O diâmetro da extremidade do tubo que pode ser alargado quando a ranhura é laminada deve car dentro deste limite, quando medido na extremidade do tubo.
60 1 Dimensões das Ranhuras por Corte para Tubos IPS, BS, AS, ISO, JIS e KS O.D. A B C t 1. Diâmetro Externo do tubo: As tolerâncias máximas para extremidades cortadas em esquadro são de 0,03 para diâmetros até 3 ½ ; 0,045 para 4 até ; e 0,00 para diâmetros de e acima.. A superfície de assentamento A do anel de vedação deve estar livre de riscos profundos, marcas ou depressões que possam impedir uma vedação positiva. 3. A largura da ranhura é para ser mensurada entre os ancos verticais das paredes laterais da ranhura. 4. As dimensões C são valores médios. A ranhura deve apresentar uma profundidade uniforme ao redor de toda a circunferência do tubo. 5. t corresponde à espessura de parede mínima permitida na qual pode ser processada a ranhura por corte.. d é apenas para referência. A profundidade da ranhura deverá ser determinada pelo diâmetro da ranhura C. d Diâmetro Nominal pol./mm Diâm. Ext. do Tubo Tolerância Nominal pol./mm pol./mm pol./mm A B C ±0.031 ± ±0.79 ± Parede Mín. t pol./mm Profundidade da Ranhura d (ref) pol./mm ¾ ¼ ½ ½ mm mm mm mm mm mm mm JIS JIS JIS
61 Pressão Teórica de Trabalho e Peso de Tubos de Aço com Costura Helicoidal Limite de escoamento: (LE): 50Mpa [5,5 kgf/mm ] Qualidade do aço: ASTM A3/A3 GR.C Ø Externo Alvenius Espessura [mm],00,5 3,00 3,75 4,75,30,00 9,50 mm Kgf/ PSI Kg/m Kgf/ PSI Kg/m Kgf/ PSI Kg/m Kgf/ PSI Kg/m Kgf/ PSI Kg/m Kgf/ PSI Kg/m Kgf/ PSI Kg/m Kgf/ PSI Kg/m cm² cm² cm² cm² cm² cm² cm² cm² , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,5 5 03, , , , , , ,0 0 57, , , , , , , , , , 34 40, 45 3, , , , , , , , , , , , , , , , , 19 3,7 34 4, , , , , , ,4 30 4, , , , , , , 9 409, , , , , , , , , , , , , , , 4 33, , , , , , , , 3 331, , , , , 70 99, , , , , , , 4 90, , , , , , , 7 71, ,0 1 3, , 37 37, ,0 44 5, , , , 30, , , , , , , , , , , , , , ,5 3 7,0 4 91,1 57 7, , , , , , , 3 3, , 37 0, , , , , , , , ,5 4, , , 4 335, , , , , ,0 3 70, , , 44 0, , , 30 7, , , , ,7 90 7, , 34 4, 41 50, ,4 19 9, , , , ,1 1 51, , , , , , 313 5, , , , 15 9,5 7 1, , ,9 * Outras espessuras mediante consulta.
62 3 Tabela Geral de Tubos de Aço com Costura Longitudinal ANSI B3. - ASTM A53 / ABNT NBR 5590 Ø Nom. Ø Ext. Ø Ext. Sch Sch Sch 30 Sch STD Sch 40 Sch XS Sch 0 [pol] [mm] [mm] # [mm] [kg/m] # [mm] [kg/m] # [mm] [kg/m] # [mm] [kg/m] # [mm] [kg/m] # [mm] [kg/m] # [mm] [kg/m] 1 33,4 33,4,77, ,3,50 3,3,50 4,55 3,4 4,55 3,4 1 ¼ 4, 4,,77, ,5 3,39 3,5 3,39 4,5 4,47 4,5 4,47 1 ½ 4,3 4,3,77 3, , 4,05 3, 4,05 5,0 5,41 5,0 5,41 0,3 0,3,77 3, ,91 5,44 3,91 5,44 5,54 7,4 5,54 7,4 ½ 73,0 73,0 3,05 5, ,,3 5,,3 7,01 11,41 7,01 11,41 3,9,9 3,05, ,49 11,9 5,49 11,9 7, 15,7 7, 15,7 3 ½ 1, 1, 3,05 7, ,74 13,57 5,74 13,57,0 1,4,0 1,4 4 1,3 1,3 3,05, ,0,0,0,0,5,3,5,3 5 1,3 1,3 3,40 11, ,55 1,77,55 1,77 9,53 30,97 9,53 30,97,3,3 3,40 13, ,11, 7,11,,97 4,5,97 4,5 19,1 19,1 3,7 19,97,35 33,3 7,04 3,,1 4,55,1 4,55,70 4,4,70 4,4 73,0 73,0 4,19 7,7,35 41,7 7,0 51,01 9,7 0,9 9,7 0,9,70 1,53 15,09 95,9 33,9 33,9 4,57 35,99,35 49,73,3 5,1 9,53 73,,31 79,73,70 97,47 17,4 13,09 355, 355,,35 54,9 7,9 7,91 9,53 1,33 9,53 1,33 11,13 94,55,70 7,40 19,05 15,11,4,4,35,5 7,9 77,3 9,53 93,7 9,53 93,7,70 3,31,70 3,31 1,44, ,0 457,0,35 70,57 7,9 7,71 11,13,3 9,53 5,17,7 155,1,70 139, 3,3 54,57 50,0 50,0,35 7,5 9,53 117,15,70 155,13 9,53 117,15 15,09 13,43,70 155,13,19 311,19 559,0 559,0,35,55 9,53 9,,70 171, 9,53 9, - -,70 171,,5 373,5 4,0,0,35 94,53 9,53 1,,7 9,5 9,53 1, 17,4 55,43,70 17,0 30,9 44,11 DIN 440 / ABNT NBR 550 Ø Nom. Ø Ext. Classe Leve Classe Média Classe Pesada [pol] [mm] # [mm] [kg/m] # [mm] [kg/m] # [mm] [kg/m] 1 33,70,5,03 3,35,51 3,75,77 1 ¼ 4,40,5,0 3,35 3,3 3,75 3,57 1 ½ 4,30 3,00 3,35 3,35 3,71 3,75 4, 0,30 3,00 4,4 3,75 5,3 4,50,19 ½ 7,* 3,35,01 3,75,9 4,50 7,95 3,90 3,35 7,07 4,00,3 4,50 9,37 3 ½ 1,0 3,75 9,05 4,5, 5,00 11,91 4 1,30 3,75, 4,50,19 5,0 15, ,70* - - 4,75 15,1 5,0 1,5 5,* - - 5,00 19,74 5,0,03 A Alvenius não se responsabiliza por erros de especificação no projeto ou solicitados pelo comprador. Os dados contidos nesta tabela são baseados nas Normas ANSI B3., DIN 440 e DIN 441. ASTM (American Society for Testing and Materials) - ASTM A53 - Standard Specification for Pipe, Black and Hot-Dipped, Sinc-Coated, Welded and Seamless. ABNT (Associação Brasileiras de Normas Técnicas) - NBR Tubos de aço carbono com ou sem costura, pretos ou galvanizados por imersão a quente, para condução de fluidos. ABNT (Associação Brasileiras de Normas Técnicas) - NBR Tubos de aço carbono para usos comuns na condução de fluidos. OBSERVAÇÕES: As tubulações no diâmetro ANSI com diâmetro externo de ½ (73,0mm), 5 (1,3mm) e (,3mm) devem usar acoplamentos e conexões no padrão ANSI. As tubulações no diâmetro DIN com diâmetro externo de ½ ( 7,1mm), 5 (139,7mm) e (5,1mm) devem usar acoplamentos e conexões no padrão DIN. Especifique no pedido o tipo de tubo que será utilizado no projeto. Compatível com o acoplamento para diâmetro de 33,4mm. * Podemos oferecer conexões conforme norma DIN mediante consulta e programação prévia.
63 4 Acoplamento Rígido Padrão Modelo Z07 Especificações: Segmentos: ferro fundido de acordo com ASTM A53 Gr e ou ASTM A395 Gr Anel de vedação: EPDM, Silicone, Cloroprene, Fluorocarbono, Epiclorohidrin e Butil Halogenado Parafusos e porcas: conforme ASTM A449 e ASTM A13 Gr. Fabricação: de acordo com a norma AWWA C0 B C A Diâmetro nominal pol./mm Diâm. E. pol./mm Pressão máxima de trabalho PSI/Bar Carga máxima nal Lbs/kN Deslocamento axial pol./mm A pol./mm Dimensões B pol./mm C pol./mm Tamanho do parafuso N pol./mm Peso Lb/Kg 1¼ ~ ⅜x⅛ ~ M x ½ ~ ⅜x⅛ ~ M x ~ ⅜x¾ ~ M x ½ ~ ⅜x¾ ~ M x ~ ⅜x¾ mm ~1.7 4 M x ~ ½ x ~ M x ~ ½ x ~ M x ~ ⅝x3½ mm ~ M x ~ ⅝x3½ ~ M x ~ ⅝x3½ mm ~ M x ~ ⅝x3½ ~ M x ~ ¾ x 4¾ ~ M x ~ ⅞x½ ~ ~ ⅞x½ ~ ~ ¾ x 4¾.3 0 JIS ~ M x ~ ⅞x½ JIS ~ ~ ⅞x½ JIS ~ Especificações e fotos apenas para referência. Consulte o site para detalhamento atualizado.
64 A A A 5 B C Acoplamento Flexível Padrão Modelo 7707 A Diâmetro nominal pol./mm Diâm. E. pol./mm Pressão máxima de trabalho PSI/Bar Carga máxima nal Lbs/kN Deslocamento axial pol./mm Movimento Angular Dimensões Por Por tubulação A B C Tamanho união ( ) pol./pé mm/m pol./mm pol./mm pol./mm N pol./mm Peso Lb/Kg B C Acoplamento Flexível Padrão Modelo 7707N A Movimento Angular Diâmetro Pressão máxima Carga Deslocamento Dimensões Parafusos Peso nominal Diâm. E. de trabalho máxima nal axial Por Por tubulação A B C Tamanho pol./mm pol./mm PSI/Bar Lbs/kN pol./mm união ( ) pol./pé mm/m N Lb/Kg pol./mm pol./mm pol./mm pol./mm ⅞x½ x ½ x ½ x ½ ⅛x½ ⅛x½ ⅞x9⅝ Acoplamento Flexível Padrão Modelo 7707L Diâmetro nominal pol./mm Diâm. E. pol./mm Pressão máxima de trabalho PSI/Bar Carga máxima nal Lbs/kN Deslocamento axial pol./mm Dimensões A B C pol./mm pol./mm pol./mm N Parafusos Tamanho pol./mm Peso Lb/Kg B C B C ~ 4 ~ 3 B C Especificações e fotos apenas para referência. Consulte o site para detalhamento atualizado. 40 ~ 4
65 Acoplamento Rígido Modelo Z05 B C A Diâmetro nominal pol./mm Diâm. Ext. do tubo pol./mm Pressão de Trabalho Máx. PSI/Bar Carga Final Máx. Lbs/kN Deslocamento Axial pol/mm A pol./mm B pol./mm C pol./mm Especif. do Parafuso 1¼ ~ ⅜ x ⅛ ~ 1. 4 M x ½ ~ ⅜ x ⅛ ~ M x ~ ⅜ x ¾ ~ M x ½ ~ ⅜ x ¾ ~ M x ~ ⅜ x ¾. 7.1 mm ~ M x ~ ⅜ x ¾ ~ M x ~ ⅜ x ¾ 3..0 mm ~ M x ~ ⅜ x ¾ ~ M x ~ ½ x mm ~ M x ~ ½ x mm ~ M x ~ ½ x ~ M x ~ ½ x mm ~ M x ~ ½ x mm ~ M x ~ ½ x ~ M x ~ ⅝ x 5 ₅ /₁₆ ~ M x ~ ¾ x 4¾ JIS ~ M x N⁰ pol./mm Peso Lb/Kg Especificações e fotos apenas para referência. Consulte o site para detalhamento atualizado.
66 7 Acoplamento Flexível Modelo 7705 B C A Diâmetro nominal pol./mm Diâm.Ext. do Tubo pol./mm Pressão de Trabalho Máx. PSI/Bar Carga Final Máx. Lbs/kN Deslocamento Axial pol./mm Movimento Angular Por Acoplamento ( ) Por Tubo pol./pé mm/m A pol./mm Deflexão ou movimento angular é o valor máximo que o acoplamento permite sem nenhuma pressão interna. Todos os acoplamentos 7705 com diâmetro DIN até DN150 e o acoplamento 7705H DN0 são aprovados pela VdS, além das aprovações culus e FM. Dimensões B pol./mm C pol./mm Especi cação do Parafuso pol./mm ⅜ x 1¾ M x ¼ ⅜ x ⅛ M x ½ ⅜ x ⅛ M x ⅜ x ⅛ M x ½ ⅜ x ⅛ M x ⅜ x ⅛ mm M x ½ x M x ½ x mm M x ½ x mm M x ½ x M x ⅝ x 3½ mm M x ⅝ x 3½ mm M x ⅝ x 3½ M x ⅝ x 3½ mm M x ⅝ x 3½. 5.1 mm M x ⅝ x 3½ M x ⅝ x 3½ M x (7705H) ¾ x 4¾ M x ¾ x 4¾ M x ⅞ x ½ ¾ x 4¾. 0 JIS M x ¾ x 4¾ JIS M x ⅞ x ½. 300 JIS Peso Lb/Kg Especificações e fotos apenas para referência. Consulte o site para detalhamento atualizado.
67 Acoplamento Rígido Extra Pesado - XH-00 B C A Diâmetro Diâm. Ext. Pressão de Carga Final Deslocamento Dimensões Parafusos Nominal do Tubo Trabalho Máx. Máx. Axial A B C Especi cação pol./mm pol./mm PSI/Bar Lbs/kN pol./mm pol./mm pol./mm pol./mm Nº pol ~ ⅝ x ¾ ~ ½ ~ ⅝ x ¾ ~ ~ ⅝ x ¾ ~ ~ ¾ x 4¾ ~ ~ ⅞ x 5⅛ ~ ~ x 5½ ~ ~ x 5½ ~ ~ x 5½ ~ Peso Lb/Kg Acoplamento Rígido Extra Pesado - XH-70EP Com anel de vedação para proteção da extremidade (EP) B C A Anel de Vedação EP Diâmetro Diâm. Ext. Pressão de Carga Final Dimensões Parafusos/Porcas Peso do Nominal do Tubo Trabalho Máx. Máx. A B C Especi cação Torque Parafuso pol./mm pol./mm PSI/Bar Lbs/kN pol./mm pol./mm pol./mm Nº pol. Lbs-pé/Nm Lb/Kg ⅝ x ¾ ½ ⅝ x ¾ ⅝ x ¾ ¾ x 4¾ ⅞ x 5½ x 5½ x 5½ x 5½ Especificações e fotos apenas para referência. Consulte o site para detalhamento atualizado.
68 9 Acoplamento de redução Modelo 770 Característica Acoplamento de Redução Diâmetros Derivações (tees mecânicos) Modelo 771 Modelo 77 Característica Tee mecânico rosca Diâmetros de " X ½" até " X 4" Característica Tee mecânico ranhura Diâmetros de " X 1" até " X 4" Juntas de Expansão Modelo 50N Modelo 51 Característica Junta de expansão Diâmetros de até Característica Junta de expansão Diâmetros de 1 ¼ até Especificações e fotos apenas para referência. Consulte o site para detalhamento atualizado.
69 70 As conexões já vêm com ranhura em suas extremidades para a montagem dos acoplamentos. Material: ferro fundido de acordo com ASTM A53 Gr e ou ASTM A395 Gr Nota: Podemos oferecer conexões de até 4" em segmento de aço soldado (SW). Modelo 71 Modelo 7111 Modelo 71 Modelo 7113 Modelo 71LR / W1LR Modelo 7111LR / W111LR Modelo 71G Modelo 7137 Modelo 70 Modelo 71 Modelo 7135 Modelo 7130 Modelo 70 Modelo 70H Modelo 7150 Modelo 7151 Modelo 7041 Modelo 7043 Modelo 7 Modelo 7170 Especificações e fotos apenas para referência. Consulte o site para detalhamento atualizado.
70 71 Curvas de Raio Longo 3D MODELO L90-3D CURVA FORJADA 3D 90 L0-3D CURVA FORJADA 3D 0 L0-3D CURVA FORJADA 3D MODELO 0 L30-3D CURVA FORJADA 3D 30 L-3D CURVA FORJADA 3D -1/ L11-3D CURVA FORJADA 3D 11-1/ As curvas forjadas de 90 de raio longo 3D, 5D e D em diâmetros de até 4 são fornecidas com o comprimento das tangentes de 4" ( mm); os diâmetros entre 5 e são fornecidos com o comprimento das tangentes de 1D e os diâmetros entre e 4 são fornecidos com o comprimento das tangentes de (305 mm). Outros comprimentos de tangentes poderão ser fornecidos mediante consulta.. Preparação da Ponta: Ranhuradas por laminação ou por corte de acordo com AWWA C0-04 e/ou ISO/FDIS -. Para tolerâncias dimensionais de conexões fundidas, consulte a Alvenius. Ponta lisa ou ponta biselada também estão disponíveis sob consulta. 3. Material: tubulação de aço ASTM A53, Grau B schedule standard (outros materiais disponíveis mediante consulta). 4. Tolerância de C-E: de " a " ± 1/ (3,mm); de a ± 1/4 (,4mm); de 1 a 4 ± 3/ (9,5mm). 5. Todos os pesos são aproximados com base no peso calculado da tubulação.. Para a medida C-E das curvas 5D e D, favor entrar em contato com a Alvenius. C-E C-E C- E C -E R=3D C-E C -E L90-3D L0-3D L45-3D L30-3D L-3D L11-3D Modelos L90-3D / L0-3D / L45-3D / L 30-3D / L-3D / L11-3D Curvas Forjadas Nominal L90-3D L0-3D L45-3D L30-3D L -3D L11-3D Diâm D.E. Curva de 90 Curva de 0 Curva de 45 Curva de 30 Curva de 1/ Curva de 11 1/4 Tubo Tubo C-E Peso C-E Peso C-E Peso C-E Peso C-E Peso C-E Peso pol pol mm Kgs mm Kgs mm Kgs mm Kgs Mm Kgs mm Kgs mm mm pol Lbs pol Lbs poi Lbs pol Lbs poi Lbs poi Lbs ½ ½ Nota: Consulte a Alvenius para detalhes sobre as curvas 5D e D. Especificações e fotos apenas para referência. Consulte o site para detalhamento atualizado.
71 7 Válvulas Borboleta - Esfera - Retenção Válvula borboleta Difusores de Sucção / Filtros
72 73 Guia de Seleção dos Anéis de Vedação - Sistema Ranhurado Nos últimos 50 anos, foram feitos grandes avanços nas tecnologias de elastômeros sintéticos, o que é permitido oferecer uma grande variedade de materiais de anéis de vedação para uma ampla gama de aplicações em tubulações. São utilizados os melhores materiais disponíveis nos anéis de vedação, projetados para atender e exceder as normas industriais, como ASTM D00, AWWA C0, NSF1, IAPMO etc. Contínuas pesquisas, desenvolvimentos e testes colaboraram para o avanço neste campo. A seleção do anel de vedação adequado para a aplicação de serviço pretendida requer a consideração cuidadosa de diversos fatores, para garantir a durabilidade máxima do anel. Esses fatores incluem temperatura, uido e concentração, e continuidade do serviço. O código de cor dos anéis de vedação ajuda a identi car o grau e composto do anel. Tabela de Grau dos Anéis de Vedação Composto Grau Código de Cor Recomendações Gerais de Serviço Maximum Temp. Range EPDM E Listra verde Adequado para água fria e quente até +30 F (+1 C). Também é adequado para serviços de água com ácido, água com cloro, água desionizada, água do mar e água de esgoto, ácidos diluídos, ar isento de óleo e outros produtos químicos. Não é recomendado para óleos à base de petróleo, óleos minerais, solventes e hidrocarbonetos aromáticos. -30 F (-34 C) to +30 F (+1 C) Nitrila T Listra laranja Adequado para óleos à base de petróleo, óleos minerais, óleos vegetais, hidrocarbonetos não aromáticos, diversos ácidos e água a +150 F (+5 C). - F (-9 C) to + F (+ C) EPDM EH Listra verde + vermelha Adequado para água fria e quente até +50 F (+1 C). Também é adequado para serviços de água com ácido, água com cloro, água desionizada, água do mar e água de esgoto, ácidos diluídos, ar isento de óleo e outros produtos químicos. Não é recomendado para óleos à base de petróleo, óleos minerais, solventes e hidrocarbonetos aromáticos. -30 F (-34 C) to +50 F (+1 C) EPDM E-pw Listra verde dupla Composto especialmente para serviços de água potável fria a + F (+30 C) e quente a + F (+ C). O composto é classi cado pela UL de acordo com a norma ANSI/NSF 1. + F (+ C) EPDM Nitrila Branca Lube-E A Listra violeta* Anel de vedação branco Anel de vedação pré-lubri cado especialmente fabricado para a indústria de combate a incêndios. Adequado para produtos e processamento de alimentos oleosos e gordurosos, bem como para a fabricação de produtos farmacêuticos e cosméticos. Composto por matérias primas aprovadas pela FDA (CFR Título 1 Parte ). -30 F (-34 C) to +30 F (+1 C) + F (-7 C) to + F (+ C) Silicone L Anel de vedação vermelho Adequado para serviços de ar quente e seco sem hidrocarbonetos e algumas aplicações para produtos químicos a alta temperatura. Também pode ser usado em sistemas secos de combate a incêndios. -30 F (-34 C) to +350 F (+177 C) Neoprene V Listra amarela Adequado para óleos lubri cantes quentes e certos produtos químicos. -30 F (-34 C) to + F (+ C) Fluorelastômero (Viton) O Listra azul Adequado para diversos ácidos oxidantes, óleos à base de petróleo, hidrocarbonetos halogenados, lubri cantes, uidos hidráulicos, líquidos orgânicos e ar com hidrocarbonetos até +300 F (+9 C). + F (-7 C) to +300 F (+9 C) Epichloro-hydrin M Listra branca Adequado para combustíveis aromáticos a baixas temperaturas e também para água na temperatura ambiente. -40 F (-40 C) to +0 F (+71 C) * Os anéis de vedação Lube-E fabricados antes de foram codi cados com uma listra verde, igual aos anéis de vedação de EPDM. Portanto, veri que na embalagem original para determinar se o anel de vedação é Lube-E ou padrão E. Para mais informações, contate a Alvenius. Anéis de Vedação para Tubos de Ferro Dúctil AWWA Composto Grau Código de Cor Recomendações Gerais de Serviços Maximum Temp. Range Nitrila S Listra vermelha Composto especialmente para uso em tubulações de ferro dúctil AWWA e usados para produtos à base de petróleo, óleos minerais, óleo vegetais e ar com vapores de óleo. - F (-9 C) to + F (+ C) Butil halogenado M Listra marrom Adequado para serviços de água, ácidos fracos diluídos, ar isento de óleo e diversos produtos químicos. O composto é classi cado pela UL de acordo com a norma ANSI/NSF 1 (Uso em tubulações de ferro dúctil AWWA). - F (-9 C) to +0 F (+93 C) Observe que os anéis de vedação de EPDM Grau EH podem ser usados em todas as aplicações e serviços para os quais os anéis de vedação de EPDM Grau E são adequados. CUIDADO! Os anéis de vedação de EPDM para serviços de água não são recomendados para serviços de vapor, a menos que os acoplamentos ou componentes estejam acessíveis para a substituição periódica do anel. A seleção incorreta do anel de vedação e composto adequados pode causar vazamento ou falha da união, resultando em danos pessoais ou à propriedade. Os anéis de vedação nunca devem ser expostos a temperaturas que se encontram fora de sua faixa de temperatura.
73 74 Revestimentos O Sistema Tubular Alvenius ou Sistema Ranhurado são compatíveis com a maioria dos revestimentos existentes no mercado, aplicando-se interna e/ou externamente, de acordo com o tipo de instalação, aérea ou enterrada, conforme as propriedades físicoquímicas dos fluidos a serem transportados, proporcionando um aumento da vida útil da tubulação. TUBO REVESTIDO ACOPLAMENTO Durabilidade: mantendo a integridade da extremidade da tubulação Borracha natural É o produto primário da coagulação do látex da seringueira. Tem como principais características a alta resistência à abrasão e alta elasticidade. É utilizada em fluidos de alta abrasividade. Norma Aplicação Processo de Revestimento ASTM D00 Interna Vulcanização de manta de borracha na tubulação Poliuretano É um polímero que compreende uma cadeia de unidades orgânicas. Sua proteção antiabrasiva proporciona uma proteção maior do que a oferecida pelo aço. É utilizado em fluidos de alta abrasividade. Norma Aplicação Processo de Revestimento - Interna Centrifugação de Poliuretano líquido ou Vazamento de Poliuretano líquido Cerâmica Apresenta-se com elevada pureza e considerável inércia química, não sofrendo o processo de corrosão nem envelhecimento. É um excelente material para ser aplicado como revestimento antidesgaste no interior de tubulações e equipamentos em que o sistema esteja sujeito a condições extremamente abrasivas e corrosivas. Norma Aplicação Processo de Revestimento - Interna Adesão de placas de alta alumina à superfície da tubulação com utilização de adesivos base PU ou Epóxi ou mesmo a utilizando-se de fixação mecânica. Fita adesiva em polietileno Fita de polietileno composta de um filme laminado exclusivo, recoberto por um adesivo betuminoso, com excelente resistência à abrasão, ao impacto e à corrosão. Possui baixo coeficiente de atrito e propriedades antiaderentes. É utilizada em tubulações enterradas. Norma Aplicação Processo de Revestimento AWWA C Externa Envolvimento com fita adesiva
74 75 Galvanização É um processo de aplicação de revestimento em estruturas de aço ou ferro fundido através da imersão em um banho de zinco fundido para prevenir a corrosão. Tem forte resistência a maresias e variações climáticas. É utilizada em ambientes de alta agressividade e fluidos agressivos em geral. Norma Aplicação Processo de Revestimento ASTM A3 ABNT NBR 33 Interna e Externa Imersão Poliamida 11 Polímero produzido a partir de matéria-prima renovável de origem vegetal. Possui boa resistência ao desgaste e UV, grande flexibilidade mecânica, grande resistência à cavitação e baixo coeficiente de atrito. É utilizado em tubulações imersas, ambientes marinhos, ambientes com alto grau de desprendimento catódico e transporte de produtos químicos e de produtos corrosivos. Norma Aplicação Processo de Revestimento AWWA C4 SABESP NTS 03 Interna e/ou Externa Imersão em leito fluidizado com pó em suspensão; Pulverização de flocos FBE É um termofixo de consagrada utilização em todo o mundo há mais de 70 anos. Tem alta resistência à abrasão e à corrosão química e alta aderência ao substrato metálico; também possui proteção contra descolamento catódico. É utilizado para gás natural, petróleo, água e esgoto. Norma Aplicação Processo de Revestimento AWWA C4 Interna e/ou Externa Spray de Ar (flocking); Revestimento eletrostático Polietileno É um termoplástico derivado do eteno. Proporciona alta resistência ao impacto, mesmo em baixa temperatura, boa resistência química e excelente resistência à abrasão e à corrosão. É utilizado para gás natural, petróleo e mercado naval. Norma Aplicação Processo de Revestimento Petrobrás I-ET PCI-001 Interna e/ou Externa Pistola Nota: Outros revestimentos mediante consulta. Empresa do Grupo Alvenius AKote TS-300 Poliamida 11 FBE Polietileno Fluoropolímeros Maiores informações consulte
75 7 Montagem - Sistema K ou Sistema Ranhurado Passo a passo para a montagem do acoplamento: 1) As pontas dos tubos devem estar em formato redondo, (sem deformação) e as superfícies de assentamento do anel de vedação deverão estar livres de qualquer entalhe, projeções, marcas ou defeitos prejudiciais, como tinta solta, escamas, sujeiras, lascas, graxa e ferrugem. Para evitar que o anel de vedação seja mordido, aplique uma fina camada de lubrificante Alvenius no exterior e lábios de vedação e/ou interior dos segmentos de acoplamento. 1.1) Puxe totalmente o anel de vedação sobre uma das extremidades do tubo. Atenção: Consulte a página seguinte para orientações quanto ao uso da pasta lubrificante. Instruções de montagem de tubulações de aço carbono ou aço inox com acoplamentos K ou Ranhurado ) Alinhe e aproxime a extremidade do outro tubo. Deslize o anel de vedação até a posição central, dividindoo sobre as extremidades dos tubos. O anel de vedação sempre deverá ficar situado no centro dos dois anéis de aço ou nas extremidades dos tubos ranhurados e em todo o seu contorno. Em hipótese alguma o anel de vedação deverá apoiar sobre a superfície do tubo. 1) As tubulações em aço carbono, quando enterradas, devem obrigatoriamente ser protegidas com algum revestimento. ) Evitar enterrar adutoras em aço carbono próximas de linha de transmissão (obedeça o afastamento mínimo em relação ao eixo de m) para evitar as possibilidades de corrosão por correntes de fuga. 3) As adutoras aéreas devem ser colocadas sobre apoios, evitando o contato direto com o solo. Neste caso, não é necessário o revestimento externo, desde que se utilize o aço carbono patinável ou aço inox e o ambiente não seja agressivo. 4) Deve-se evitar enterrar tubulações em aço carbono próximas de outras linhas que possuam proteção catódica. Neste caso, recomenda-se deixá-las aéreas ou, caso seja inevitável, enterrá-las com proteção catódica. 3) Monte inicialmente a(s) parte(s) inferior(es) do acoplamento sobre o anel de vedação e as extremidades do tubo e, posteriormente, a(s) parte(s) superior(es). Assegurar-se de que a face interna do acoplamento envolva os anéis de aço ou a ranhura de ambos os tubos. 4) Aperte as porcas alternadamente, fazendo com que as superfícies dos segmentos do acoplamento se encostem por igual, e finalize com um torque de até ¼ de volta. Torque excessivo não é necessário. O aperto irregular nos parafusos pode ocasionar uma mordedura no anel de vedação, gerando vazamento.
76 77 Lubrificante Sabão pastoso resultante da reação de Ácido Graxo Vegetal e Hidróxido de Potássio A Alvenius recomenda o uso do lubrificante para que a montagem dos acoplamentos seja realizada de maneira mais prática, ágil e segura. Sua utilização evita a mordedura do anel de vedação de borracha, visando à instalação correta do acoplamento e sem vazamentos. NOTA IMPORTANTE: Este lubrificante é recomendado para tubulações metálicas. Não é recomendado para tubos de PEAD (Polietileno de Alta Densidade). A Alvenius recomenda lubrificantes de óleo vegetal ou base de silicone para esta aplicação. Modo de usar Com o auxílio de uma trincha, aplicar uma fina camada de lubrificante: 1) Em toda a parte externa do anel de vedação. Diâmetro Número de anéis de vedação Diâmetro Número de anéis de vedação Diâmetro nominal Polegadas mm Por Pote Diâmetro nominal Polegadas mm Por Pote ) Nos lábios internos de vedação. 3) Na cavidade interna dos segmentos Obs.: Valores aproximados. Podem variar dependendo do instalador.
77 7 Teste hidrostático 1) Tubulação aérea Sugere-se utilizar os métodos da Norma ABNT NBR Verificação da estanqueidade no assentamento de adutoras e redes de água. 1.1) Após a montagem das tubulações, abrir todas as ventosas, válvulas e o final da linha. 1.) Realizar o enchimento da linha de forma lenta e gradual, fechando as ventosas e o final da linha quando começar a sair apenas água. 1.3) Pressurizar a tubulação até alcançar a pressão de teste especificada. 1.4) Deixar nesta pressão e fazer inspeção visual ao longo da adutora, e verificar se está ocorrendo vazamentos nas uniões. 1.5) Caso haja vazamento, efetuar o reparo e testar novamente. ) Tubulação enterrada.1) Após a montagem das tubulações dentro da vala, a cada trecho que compreenda um volume de m³ (um caminhão-pipa) fechar as extremidades e preencher com água..) Pressurizar a tubulação até alcançar a pressão de teste especificada..3) Deixar nesta pressão e fazer injeção visual ao longo da adutora, e verificar se está ocorrendo vazamentos nas uniões..4) Caso não haja vazamento, esvaziar a tubulação e iniciar o aterro e compactação..5) Caso haja vazamento, efetuar o reparo e testar novamente. Instalação de tubos revestidos enterrados 1) Revestimento com fita de polietileno adesiva 1.1) Preparar a superfície do tubo retirando totalmente oxidações, poeiras, graxas, rebarbas etc., o que pode ser realizado através de um processo manual (escovamento) ou mecanizado (jato). 1.) Aplicar um primer para a proteção da limpeza e para proporcionar uma melhor adesão entre o tubo e a manta de polietileno ) Aplicar a manta de polietileno. A aplicação deve ser feita na forma helicoidal, pelo processo manual ou mecânico, com uma compressão uniforme, evitando, assim, a formação de bolhas de ar. Deve haver uma sobreposição mínima de 53% para garantir uma dupla camada. 1.4) Para a proteção mecânica ao revestimento, aplicar um filme de polietileno de forma helicoidal com compressão uniforme e com sobreposição de 53%. Nas extremidades e nas emendas, utilizar um anel circular de manta de polietileno. ) Inserindo o tubo dentro da vala.1) Antes da colocação dos tubos dentro da vala, é necessário verificar se o revestimento está em perfeitas condições em toda a área aplicada..) O içamento do tubo deve ser feito através de cintas de nylon, com o cuidado de não bater nas laterais da vala ou em outros equipamentos, sempre verificando se as cintas não estão afetando a integridade do revestimento..3) Ao chegar ao fundo da vala, descanse o tubo com cuidado. Em seguida, as cintas são retiradas e o local deve ser analisado para verificar se não houve nenhum dano ao revestimento. 3) Vala 3.1) A vala deve estar de acordo com as especificações e com largura suficiente para o trabalho, tendo o fundo plano. 3.) Para o assentamento dos tubos de aço revestidos, deve-se ter um leito de assentamento em areia com uma espessura mínima de 0mm. 3.3) Após a montagem do acoplamento e a realização do teste hidrostático, deve-se aplicar o revestimento sobre o acoplamento, deixando-o totalmente envelopado e isolado do solo. 3.4) Em seguida, deve-se realizar uma envoltória em todo o tubo e estendê-la até 0mm acima da geratriz superior do mesmo. Após isso, pode-se terminar o reaterro com o material da escavação, sem pedras de grande tamanho. Envoltória Reaterro Tubo com acoplamento Leito de assentamento
78 79 Carregamento / Descarregamento Para um perfeito carregamento e/ou descarregamento dos tubos, é recomendável usar equipamentos adequados e de potência suficiente. Na colocação e retirada dos tubos dos caminhões, faz-se necessário levantar os tubos na horizontal, guiando-os do início ao fim das manobras, evitando balanços e choques. Quanto maior for o diâmetro do tubo, maior deve ser a preocupação no carregamento e descarregamento. Convém usar cintas de proteção para envolver corretamente cada tubo no processo de descarregamento, com o auxílio de um balancim, para evitar o escorregamento perigoso do mesmo e a perda de equilíbrio. Recomenda-se não descarregar os tubos em áreas de circulação de veículos e pessoas. Não arrastar ou rolar os tubos sobre superfícies abrasivas para não danificar os anéis de aço (caso o tubo esteja preparado para atender ao Sistema K). Não soltar os tubos sobre pneus ou areia para evitar amassamento. Transportar os tubos separadamente em camadas com berços de madeira. Armazenagem Tubos A área de estocagem deve ser plana e o solo não pode ser pantanoso, sem estabilidade ou com presença de detritos corrosivos. Não se devem misturar, na mesma pilha, tubos de diâmetros e espessuras diferentes. É necessário usar espaçadores e calços de madeira resistentes e construir pilhas de leitos sobrepostos, cujos anéis de aço (caso aplicado) devem ser alternados. Colocar os tubos do 1º leito a uma altura mínima de 150mm em relação ao solo. Acoplamentos e anéis de borracha Para que sejam mantidas as qualidades, as propriedades e a durabilidade dos acoplamentos, ou seja, segmentos, anéis de borracha, porcas e parafusos, são recomendados os seguintes cuidados na estocagem: armazenar em área abrigada/coberta; evitar a ação de luz solar direta ou de outra fonte rica em raios ultravioleta; evitar estocagem em locais demasiadamente úmidos ou secos; evitar áreas onde as peças sejam passíveis de impacto.
79 0 Suportes de tubulações de aço carbono com acoplamentos mecânicos flexíveis Alvenius ou flexíveis no Sistema Ranhurado 1) Definição Por definição, os suportes para tubulações são dispositivos destinados a suportar os pesos e os demais esforços exercidos pelos tubos ou sobre os tubos, transmitindo esses esforços diretamente ao solo, às estruturas vizinhas, a equipamentos, 1 ou ainda, a outros tubos próximos. Os suportes podem ser apoiados, isto é, transmitindo os pesos para baixo, diretamente ao solo ou a outros equipamentos. Estes são os suportes mais simples e práticos. Existem também os pendurados, isto é, transmitindo os pesos para cima, que são utilizados em tubulações dentro de galpões ou prédios, onde são fixados nas lajes ou em estruturas existentes. É de responsabilidade do instalador e/ou projetista a definição do tipo de suportação que deverá ser utilizada de acordo com sua aplicação/norma. 1 TELLES, Pedro C. Silva. Tubulações Industriais: Materiais, Projeto, Montagem. ª Edição. Rio de Janeiro: LTC, 03. ) Localização A localização dos suportes é estabelecida em função do vão máximo admissível para os tubos. Essa localização pode sofrer pequenas variações para atender situações particulares durante a montagem. Nos sistemas tubulares unidos através de acoplamentos mecânicos flexíveis, deve-se utilizar pelo menos um suporte por tubo. Esse suporte deve estar situado a uma distancia L entre 300 e 00mm da extremidade do tubo, conforme figura abaixo. 3) Tipos de suportes 3.1) Suporte em base de concreto com laterais em vergalhão de aço
80 1 3.) Suporte em berço de concreto 3.3) Suporte em berço metálico 3.4) Suporte em viga de madeira 3.5) Suporte em viga de madeira com cunha 3.) Outros
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