Comboios em Portugal
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- Elisa Bergmann Rocha
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1 Comboios em Portugal Caracterização e evolução dos comboios de passageiros Grupo CIV213: Ana Rita Pereira Magalhães André Filipe Campos Alberto Carolino Rui Gonçalves Mateus David Emanuel Santos Magalhães Isabela Neves Azevedo João Francisco Rodrigues de Oliveira FEUP, Outubro 2010
2 2 Comboios em Portugal Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto
3 Agradecimentos: Gostaríamos de agradecer à nossa monitora Vânia Teixeira e à nossa supervisora, a professora Cecília Vale, pela ajuda e total empenho que depositaram neste projecto. Auxiliaram-nos em todas as circunstâncias e indicaram-nos o melhor caminho para o sucesso. Um especial obrigado ao professor Francisco Piqueiro que também nos ajudou a nível de pesquisa, indicando-nos os melhores sítios para obter a informação necessária para a elaboração deste relatório. 3 Comboios em Portugal
4 Resumo: Este relatório, no âmbito da unidade curricular Projecto FEUP, do 1º ano do curso de Engenharia Civil, da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto destina-se a estudar a evolução dos comboios de passageiros em Portugal e como se caracterizam esses mesmos comboios para a circulação ferroviária. Um comboio é um conjunto de veículos que circulam sobre carris e que se deslocam puxados por uma locomotiva e, como meio de transporte que é, possui uma grande importância no dia-a-dia da população, na medida em que permite às pessoas a deslocação entre cidades, por questões familiares, de trabalho ou mesmo de lazer. Actualmente é um dos meios de transportes mais utilizados. Desde a criação do primeiro comboio, este tem vindo a evoluir, tornando as viagens mais rápidas, seguras e cómodas. Neste documento é possível estudar a evolução do comboio, não só a nível histórico mas também a nível científico (em termos de geometria e características mecânicas). Como efeito dessa evolução existe o metropolitano (também conhecido por metro ) que não é mais do que um tipo de comboio destinado apenas ao transporte de passageiros. O metro, em Portugal, existe apenas nas regiões do Porto e Lisboa, mas já existem projectos para o alargamento territorial deste meio de transporte. Também a nível futuro existe o projecto TGV que, como é possível analisar neste documento, é um comboio com características especiais, que visa a maior rapidez e comodidade das viagens. 4 Comboios em Portugal
5 Índice: 1. Lista de imagens 6 2. Introdução 7 3. História do comboio em Portugal 8 4. Tipos de comboios Vapor Diesel Eléctricos Evolução da automotora em Portugal Borsig ME Nohab 0100/ "Foguete" Allan UDD UTE 2000/50/ Comboios que circulam actualmente Alfa Pendular Intercidades Regional Urbanos e suburbanos Operadores de transporte ferroviário de passageiros em Portugal Rede Ferroviária Nacional Metro Porto Lisboa e Margem Sul do Tejo TGV Conclusão Apêndice Bibliografia 32 5 Comboios em Portugal
6 1. Lista de Imagens: Figura 1 Comboios a Vapor 10 Figura 2 Comboio Eléctrico 12 Figura 3 Automotora Borsig 13 Figura 4 Automotora ME Figura 5 Automotora Nohab Figura 6 Automotora Foguete Figura 7 Automotora Allan Figura 8 Automotora UDD Figura 9 Automotora UTE Figura 10 Alfa Pendular 18 Figura 11 Comboio Intercidades 19 Figura 12 Comboio Regional 19 Figura 13 Comboio Urbano e Suburbano 20 Figura 14 Símbolo CP 21 Figura 15 Comboio CP 21 Figura 16 Comboio Fertagus 21 Figura 17 Símbolo do Metro do Porto 24 Figura 18 Mapa das Linhas do Metro do Porto 24 Figura 19 Mapa da rede do Metropolitano de Lisboa 25 Figura 20 - Mapa da rede do Metro Sul do Tejo 26 Figura 21 Mapa da rede ferroviária portuguesa 29 Figura 22 Projecto Eixo Porto-Vigo 30 Figura 23 Projecto Eixo Lisboa-Madrid 30 Figura 24 Projecto Eixo Lisboa-Porto 31 6 Comboios em Portugal
7 2. Introdução Em resposta às questões Como se caracterizam os comboios para a circulação ferroviária de passageiros em Portugal? e Como evoluíram esses veículos ao longo do tempo? fez-se uma pesquisa detalhada dos comboios que circulam (ou já circularam) em Portugal. Este documento visa a esclarecimento da evolução dos mesmos, desde a primeira locomotiva até aos actuais e futuros comboios. Para tal pesquisouse e analisou-se outros documentos que esclarecessem o funcionamento dos comboios de passageiros, visto que, nos dias de hoje, este meio de transporte possui uma grande importância para a população. Após a investigação reuniu-se toda a informação de modo a caracterizar de forma clara e concisa o meio de transporte que desempenha um papel fundamental na sociedade de hoje. 7 Comboios em Portugal
8 3. História do comboio em Portugal Foi a invenção da máquina a vapor e a sua aplicação à indústria que levou os governos europeus a criar novos meios de transporte para escoar com rapidez os produtos saídos das fábricas. Desapareceram assim as carroças e nasceram os caminhos-de-ferro, que tomaram este nome porque os veículos se deslocavam em carris de ferro. (Novas Blogspot 2008) Após 1825, data da construção da primeira linha-férrea em Inglaterra, defendeu-se a sua introdução em Portugal, como uma das formas de modernizar o país. Mas Portugal ainda não tinha recuperado das convulsões políticas e das guerras civis que enfrentou, não permititindo obter os capitais necessários para tão importante investimento. (CP 2004) O transporte ferroviário viria então a surgir em Portugal, na segunda metade do século XIX durante o reinado de D. Pedro V. A empresa que ficou encarregue de construir a primeira linha férrea em território nacional foi a Companhia Central Peninsular dos Caminhos de Ferro de Portugal, (criada em Londres a 14 de Maio de 1852), do inglês Hardy Hislop. A construção da linha Lisboa Carregado foi iniciada em 1853 e demorou cerca de 3 anos a ser edificada. A tarde de 28 de Outubro de 1856 ficou para a História de Portugal como o início da circulação de comboios em Portugal. A 1ª viagem teve o seu início em Lisboa (Santa Apolónia) com destino ao Carregado, tendo o percurso de cerca de 40 quilómetros, demorando 40 minutos. (CP 2004) A viagem foi pequena, mas atribulada. A locomotiva não teve potência para puxar todas as carruagens, tendo ficado a dos convidados do rei para trás. 8 Comboios em Portugal
9 A partir de então outras linhas foram criadas ao longo de todo o país. A Linha do Norte ficou concluída até Vila Nova de Gaia no dia 7 de Julho de 1864, um ano após a linha do Leste chegar a Badajoz, no dia 4 de Julho. Para o sul do país os obstáculos foram maiores: a falta de investidores interessados, mesmo com grandes apoios do estado, deixa nas mãos deste a responsabilidade de levar o comboio ao Algarve. A 1 de Julho de 1889, 25 anos depois de ter chegado ao Norte, o comboio chega finalmente a Faro. (Wikipédia 2001) 9 Comboios em Portugal
10 4. Tipos de comboios 4.1. Vapor Os primeiros comboios apareceram no séc. XIX e eram movidos por motores a vapor, o mais popular tipo de comboios até final da Segunda Guerra Mundial. A primeira locomotiva foi construída por Richard Trevithick, fazendo a sua primeira travessia em Fevereiro de A velocidade máxima atingida por este tipo de locomotivas foi de 203 Km/h (num percurso inclinado). Em Portugal, o primeiro comboio a vapor surgiu em Veio revolucionar a indústria do país e qualidade de vida da sociedade portuguesa por ser um transporte com elevadas características. Era utilizado para transporte de passageiros, mercadorias em militares, sendo a sua velocidade média na ordem dos 30 Km/h e a sua capacidade de transporte de 30 toneladas distribuídas em 15 carruagens. Figura 1 - Comboios a Vapor 4.2. Diesel Os comboios a diesel surgiram com o principal objectivo de melhorar a performance do comboio a vapor, tanto a nível de velocidade como a nível de capacidade de carga. Foram inúmeras as tentativas de criação de um comboio a diesel rentável, sendo os motores de vários tipos: Diesel-mecânico: as locomotivas a diesel-mecânico têm uma maneira semelhante aos automóveis de passar energia do motor às rodas, que é através da caixa de velocidades. Este tipo de motor nos comboios é dos mais antigos e dos mais problemáticos pois, a nível da transmissão, 10 Comboios em Portugal
11 quando se muda a velocidade há elevado atrito, desgastando rapidamente as engrenagens. Diesel-eléctrico: este tipo de motor nos comboios surgiu para colmatar os problemas do diesel-mecânico. Neste tipo de motor há um motor primário a diesel que acciona um gerador eléctrico que transmite a potência para os motores de tracção (directamente ligados às rodas), não existindo conexão mecânica entre o motor primário (a diesel) e as rodas de tracção. Este tipo de comboios só surgiu em Portugal em 1948, sendo utilizado para transporte de passageiros e mercadorias. Atinge velocidades máximas na ordem dos 120 Km/h. Diesel-hidraulico: neste tipo de motores é usada uma transmissão hidráulica para enviar potência do motor a diesel para as rodas. É dos motores mais eficientes, sendo mais eficiente até que o diesel-eléctrico (principalmente pelo peso reduzido) e ao mesmo tempo dos mais complexos Eléctrico As automotoras eléctricas têm um sistema de alimentação externo, ou por meio de catenárias (cabos eléctricos ao longo da rota que percorre) ou por um terceiro carril (menos usual). Embora o custo de electrificação de linhas seja bastante elevado, os comboios eléctricos são compensatórios pois a sua operação em manutenção é significativamente mais barata que os comboios a diesel e possuem uma maior capacidade de aceleração e desaceleração, sendo ideais para transporte de passageiros em zonas urbanas. 11 Comboios em Portugal
12 Em Portugal o primeiro comboio eléctrico foi introduzido em Este tipo de comboios é característico por ter só uma carruagem e é unicamente usado para transporte de passageiros. É o comboio mais fiável, barato e menos poluente. Figura 2 - Comboio Eléctrico 12 Comboios em Portugal
13 4. Evolução da automotora em Portugal: 4.1 Borsig Em Portugal, a automotora surge em 1906 com as unidades a vapor "Borsig", totalizando apenas duas unidades. Estas unidades adquiriram o nome da casa que as fabricou e estiveram maioritariamente encarregues das ligações Barreiro Seixal - Barreiro. Figura 3 - Automotora Borsig Dispunham de um interior subdividido em 2ª e 3ª classe e tinham uma capacidade total de 60 passageiros. (Transportes XXI 2004) Especificações Técnicas: Construtor: A. Borsig Ano de construção: 1906 Ano de retirada ao serviço: 1942 Comprimento: 18,1 metros Peso: 40 toneladas 4.2 ME 51 Em 1941 a Companhia de Caminhos de Ferro do Vale do Vouga decide dinamizar o transporte de passageiros e inicia a construção de cinco automotoras a gasolina. A aceitação por parte da população foi bastante boa, pois se tratava de um transporte Figura 4 Automotora ME Comboios em Portugal
14 rápido, cómodo e até luxuoso para os padrões da época. A idade certa do seu abate não é conhecida, mas existem registos destas unidades em serviço ainda na década de 80. (Transportes XXI 2004) Especificações Técnicas: Ano de construção: Velocidade máxima: 89 km/h Comprimento: 8,72 metros Potência: 90 cavalos 4.3 Nohab 0100/050 A 11 de Setembro de 1948 inicia-se em Portugal a era das automotoras como as conhecemos hoje com a encomenda de seis Nohab 050 e quinze Nohab A popularidade destas automotoras foi tal que a CP viu-se obrigada a aumentar o número de carruagens. Trabalharam principalmente nas linhas do Alentejo e Évora. Eram capazes de suportar os rigores atmosféricos e longos anos de duro serviço. Nenhuma se encontra ao serviço em território nacional, mas algumas foram recentemente vendidas à Argentina, onde continuam a trabalhar regularmente. (Transportes XXI 2004) Especificações Técnicas: Construtor: NoHAB Ano de Construção: 1948 Ano de retirada ao serviço: 2007 Velocidade máxima: 100 km/h Comprimento: 22,49 metros Potência: 252 cavalos Transmissão: Hidráulica Figura 5 Automotora Nohab Comboios em Portugal
15 4.4 "Foguete" 0500 Em 1953 a CP recebeu três unidades que se tornaram num dos marcos inequívocos da ferrovia nacional. Equipadas com ar condicionado e bar, foram imediatamente colocadas ao serviço na linha entre as cidades do Porto e Lisboa (percurso que completavam num tempo recorde de 4 horas e 20 minutos). Terminaram a sua vida útil em 1982, tendo sido transferidas para Elvas onde aguardam pela recuperação. (Transportes XXI 2004) Figura 6 - Automotora Foguete 0500 Especificações Técnicas: Construtor: FIAT Ano de construção: 1953 Ano de retirada ao serviço: 1988/1989 Velocidade máxima: 120 km/h Comprimento (total): 83,34 metros Potência: 480 cavalos Transmissão: Mecânica 4.5 Allan 0300 As terceiras automotoras diesel e certamente das mais marcantes de todos os tempos em Portugal chegam em 1954, vindas da casa Holandesa Allan. Automotoras com performances bem acima da sua modesta potência, foram presença assídua na Linha do Oeste assim como na Linha da Beira Baixa. 15 Comboios em Portugal
16 Chegada a década de 90 estas unidades mostraram o efeito de 40 anos de serviço e manutenção nem sempre adequada às necessidades, tendo sido então renovadas. (Transportes XXI 2004) Especificações Técnicas: Construtor: NV Allan Ano de Construção: 1954/55 Ano de retirada ao serviço: Velocidade máxima: 100 km/h Comprimento:23,63 metros Potência: 440 cavalos Transmissão: Eléctrica Figura 7 - Automotora Allan UDD 0400 As UDD 0400 eram consideradas automotoras de luxo para a época em que foram construídas: dispunham de 1ª e 2ª classes, serviço de bar e uma pequena divisão para transporte de bagagens e diversas cargas. Foram colocadas nas linhas Porto Vigo e Porto - Madrid. A vida delas foi relativamente desafogada e nenhuma das 19 unidades originais foi abatida tendo-se avançado para a modernização destas unidades entre 1999 e 2001, após o qual foram numeradas (Transportes XXI 2004) Figura 8 - Automotora UDD 0400 Especificações Técnicas: Construtor: Sorefame Ano de Construção: Comboios em Portugal
17 Ano de retirada/modernização: Velocidade máxima: 110 km/h Comprimento: 51,96 metros Potência total: 510 cavalos Transmissão: Hidráulica 4.7 UTE 2000/50/80 Coube à Sorefame a produção das primeiras automotoras eléctricas em corrente alterna a circular em Portugal. Totalizando 29 unidades, destacaramse no transporte de passageiros pelas electrificadas linhas do país, Sintra e Norte. A linha de Sintra revelou-se um terreno desafiador devido ao elevadíssimo número de passageiros que resultava muito frequentemente na sobrelotação das unidades. Não obstante, resistiram em serviço até 2005 e as unidades que foram vendidas à Argentina, continuam a trabalhar regularmente. (Transportes XXI 2004) Especificações Técnicas: Construtor: Sorefame Ano(s) de Construção: 1956, 1962, 1966 Ano de retirada ao serviço: 2005 Velocidade máxima: 90 km/h Comprimento: 71,06 metros Potência: 1810 cavalos Figura 9 - Automotora UTE Comboios em Portugal
18 5. Comboios que circulam actualmente: 5.1. Alfa Pendular Comboio de velocidade elevada que faz a ligação das cidades de Braga, Porto, Aveiro, Coimbra, Lisboa e Faro, entre outras cidades intermédias. Atinge uma velocidade máxima de 220 Km/h. A sua tecnologia pendular permite-lhe fazer curvas e velocidades mais elevadas que os comboios convencionais. Figura 10 Alfa Pendular Estes comboios foram desenvolvidos para proporcionar conforto e segurança aos passageiros. Oferecem serviços de cafetaria, mini-bar, canais de áudio e vídeo, WC e lugares adaptados a pessoas com mobilidade reduzida. O Alfa Pendular possui uma técnica que o permite andar a altas velocidade em todo o percurso, a técnica do pendolino. A técnica do pendolino surgiu com o intuito de um comboio não perder velocidade em curvas e consiste na inclinação do comboio para o lado que está a curvar, com a amplitude igual à curva (chegando a atingir os 8 ). É criado um equilíbrio de forças centrífugas e, por sua vez, no centro de gravidade do comboio possibilita que as curvas sejas feitas a altas velocidades sem provocar o desconforto dos passageiros nem a queda dos objectos no seu interior. 18 Comboios em Portugal
19 5.2. Intercidades São comboios rápidos que circulam nas linhas do Norte e nas linhas da Beira Baixa até à Covilhã, da Beira Alta até à Guarda, do Sul até Faro e na linha do Alentejo até Évora e Beja. Estes comboios atingem velocidades entre os 70/100 Km/h em troços difíceis e os Figura 11 Comboio Intercidades 200/220 Km/h. Diferem do Alfa Pendular na medida em que param em mais estações, sendo a diferença entre os dois comboios de cerca de 30 minutos. Este serviço está vocacionado para deslocações de lazer, familiares, turismo ou de negócios. Dispõe de horários variados que permitem uma melhor organização do tempo. Oferecem serviços de cafetaria, bar e WC Regional Comboios que não são nem expressos nem de alta velocidade e que param em quase todas as estações e apeadeiros. Apenas são mais rápidos que os urbanos e suburbanos. Assegura a ligação aos centros urbanos em veículos modernizados, que tornam a viagem mais confortável para os passageiros. Figura 12 Comboio Regional 19 Comboios em Portugal
20 5.4. Urbanos e suburbanos São os comboios mais lentos, uma vez que param em todas as estações e apeadeiros. Em Portugal existem os urbanos de Lisboa, do Porto e o troço suburbano Figueira da Foz Coimbra. São comboios que facilitam a deslocação nessas áreas urbanas, aumentando a qualidade de vida das pessoas que lá vivem, Figura 13 Comboio Urbano e Suburbano através do descongestionamento do tráfego rodoviário e da redução de emissões poluentes. 20 Comboios em Portugal
21 6. Operadores de transporte ferroviário de passageiros em Portugal: O principal operador de transporte ferroviário de passageiros português é a CP (Comboios de Portugal, E.P.) embora tenhamos também como operador a Fertagus. A CP é uma empresa pública que foi Figura 14 Símbolo CP fundada em Hoje em dia transporta cerca de 178 milhões de passageiros por ano. Esta empresa encontra-se subdividida em CP Regional, CP Suburbanos do Porto, CP Suburbanos de Lisboa, CP Longo Curso, CP Frota, CP Serviços e CP Carga. Actualmente dedica-se apenas ao transporte e actividades relacionadas, deixando a gestão das infra-estruturas da rede ferroviária nacional (desde 1997) a cargo da REFER (Rede Ferroviária Nacional, E.P.). Foi nomeada como entidade reguladora do sector ferroviário português o IMTT (Instituto da Mobilidade e dos Figura 15 Comboio CP Transportes Terrestres, I.P.). A Fertagus opera entre a estação de Roma-Areeiro em Lisboa e a estação de Setúbal. Trata-se de uma empresa portuguesa pertencente ao Grupo Barraqueiro. O serviço suburbano que presta é concessionado pelo Estado 21 Comboios em Portugal Figura 16 Comboio Fertagus
22 Português. Em 2010 esta empresa responsabiliza-se por permitir cerca de 85 mil deslocações por dia. 7. Rede Ferroviária Nacional: A rede ferroviária nacional é constituída pelas linhas ferroviárias e suas estações, pelos veículos que nelas circulam e pelos utilizadores dos serviços prestados por esta rede. Em Portugal existem várias linhas ferroviárias, algumas com tráfego regular e outras que se encontram de momento desactivadas ou suspensas. Encontram-se actualmente activas: Linha do Minho Ramal de Braga Linha de Circunvalação do Porto Linha do Douro Linha do Norte Linha de Guimarães Linha do Vouga Linha da Beira Alta Ramal de Alfradelos Linha do Oeste Ramal de Tomar Ramal de Cáceres Linha do Leste Linha de Sintra Linha da Cintura de Lisboa Linha de Cascais Linha de Vendas Novas Linha do Sul Linha de Sines Linha do Algarve Linha da Matinha Ramal de Neves Corvo. 22 Comboios em Portugal
23 No entanto existem linhas que se encontram desactivadas tais como: Ramal de Montemor Ramal do Montijo Ramal de Mora Ramal de Moura Ramal de Portalegre Ramal de Reguengos Linha do Sabor Linha do Dão Ramal do Seixal Linha da Póvoa (convertida em parte das linhas do Metro do Porto). Existe ainda outro tipo de linhas, nas quais, de momento, não ocorre circulação mas a situação tem carácter provisório. São exemplos dessas linhas: a Linha do Tâmega, a Linha do Corgo e o Ramal da Figueira da Foz, que se encontram à espera de obras de beneficiação; a Linha do Tua que se encontra suspensa entre Tua e Cachão enquanto aguarda obras de beneficiação; o Ramal da Lousã que está com a circulação suspensa uma vez que se encontra em conversão para o Metro de Mondego e a receber obras de beneficiação em parte da linha; a Linha da Beira Baixa que se encontra suspensa entre Covilhã e a Guarda devido às obras de beneficiação que decorrem; as linhas de Évora e do Alentejo que se encontram suspensas devido a obras de beneficiação que estão a ocorrer na via. 23 Comboios em Portugal
24 8. Metro: 8.1. Porto O Metro do Porto é um sistema de transportes públicos do Porto. Consiste numa rede ferroviária electrificada, subterrânea nalguns locais e à superfície noutros. A operadora responsável pela Operação e Manutenção Do Sistema de Metro Ligeiro da área Metropolitana do Porto é a ViaPORTO desde 1 de Abril Figura 17 Símbolo do Metro do Porto de O consórcio ViaPORTO integra as empresas Grupo Barraqueiro, Keolis, Arriva e Manvia. O Metro do Porto de momento tem cinco linhas activas e um total de 80 estações. A Linha A (linha azul) que liga a estação Estádio do Dragão à estação Senhor de Matosinhos, a Linha B (linha vermelha) que faz a ligação da estação Póvoa de Varzim à estação Estádio do Dragão (esta linha tem serviço expresso, este serviço não pára em todas as estações da linha e apenas une a estação Póvoa de Varzim à estação Trindade), existe também a linha C (linha verde) em que se pode transitar entre as estações Campanhã e ISMAI. A linha D (linha amarela) faz a ligação entre as estações Hospital São João e D.João II e na linha E (linha lilás) transita-se entre as estações Estádio do Dragão e Aeroporto. 24 Comboios em Portugal Figura 18 Mapa das Linhas do Metro do Porto
25 8.2. Lisboa e Margem Sul do Tejo O metropolitano de Lisboa tem um funcionamento semelhante ao do Metro do Porto embora seja sempre subterrâneo. O metropolitano de Lisboa foi a primeira rede de metropolitano a ser construída em Portugal. A operadora responsável pelo funcionamento do Metropolitano de Lisboa foi criada a 26 de Janeiro de Figura 19 Mapa da rede do Metropolitano de Lisboa 1948 e denomina-se Metropolitano de Lisboa, EPE (Entidade Pública Empresarial). A operadora responsável pela Rede do Metropolitano Ligeiro da Margem Sul do Tejo (mais conhecido como Metro Sul do Tejo) é a Sociedade Concessionária MTS (Metro, Transportes do Sul, S.A.) desde 12 Dezembro de 2002 e durante um período previsível de 30 anos. O principal accionista da Sociedade Concessionária MTS é o Grupo Barraqueiro. O Metropolitano de Lisboa tem quatro linhas activas e um total de 52 estações. A linha Azul ou da Gaivota (linha A) que faz a ligação entre as estações Santa Apolónia e a estação Amadora Este. A linha Amarela ou do Girassol (linha B) que faz a ligação entre a estação Rato e a estação Odivelas. A linha Verde ou da Caravela (linha C) em que se pode transitar entre a estação Cais do Sodré e a estação Telheiras. Enquanto que a linha vermelha ou do Oriente (linha D) liga a estação São Sebastião e a estação Oriente. 25 Comboios em Portugal
26 O Metropolitano Transportes do Sul tem 3 linhas e um total de 19 estações. A linha 1 (linha azul) liga a estação de Cacilhas à estação de Corroios, enquanto que a linha 2 (linha vermelha) liga a paragem Corroios à paragem Pragal. A linha 3 (linha amarela) faz ligação entre a estação Cacilhas e a estação Universidade. Figura 20 - Mapa da rede do Metro Sul do Tejo 26 Comboios em Portugal
27 9. TGV O TGV é um comboio de alta velocidade, destinado ao transporte de passageiros. É capaz de atingir velocidades na ordem dos 320 quilómetros por hora, sendo que a locomotiva é movida a energia eléctrica, com um sistema de alta tecnologia. Circula em linhas especializadas, denominadas LGV (Linhas de Grande Velocidade), que permitem que este comboio atinja velocidades elevadas em todo o seu trajecto, nomeadamente em curvas. O TGV é também capaz de circular em linhas convencionais, no entanto a sua velocidade não é tão elevada. O TGV foi originalmente introduzido em França onde, durante um teste de velocidade, atingiu velocidades na ordem dos 570 quilómetros por hora, na linha de Paris Estrasburgo. A tecnologia do TGV foi adaptada por outros países, nomeadamente Portugal, (RAVE, rede de alta velocidade), Espanha (AVE) e ligando a Grã-Bretanha à França e à Bélgica (Eurostar). O projecto do TGV em Portugal consiste em três eixos de linhas LGV, sendo o eixo Porto-Vigo (que passa em Braga, Figura 22), o eixo Lisboa-Porto (que tem como estações intermédias Aveiro, Coimbra e Leiria, Figura 24) e o eixo Lisboa-Madrid, ficando assim uma rede bastante coesa, com cerca de 600km de extensão de linha só em Portugal, interligando as cidades mais populacionais de Portugal e a capital espanhola e o norte da Península Ibérica. 27 Comboios em Portugal
28 10. Conclusão Após a realização do relatório, cada membro do grupo ficou a conhecer melhor o meio de transporte que por vezes temos necessidade de recorrer diariamente. Ficando assim cada um de nós mais alertado para os pormenores do comboio. Assim, ao fim do tratamento da informação que cada elemento do grupo teve que executar, conseguimos efectuar este trabalho que nos vai ser bastante útil ao longo destas próximas semanas no âmbito da disciplina Projecto FEUP. 28 Comboios em Portugal
29 11. Apêndice: Figura 21 Mapa da rede ferroviária portuguesa 29 Comboios em Portugal
30 Figura 22 Projecto Eixo Porto-Vigo Figura 23 Projecto Eixo Lisboa-Madrid 30 Comboios em Portugal
31 Figura 24 Projecto Eixo Lisboa-Porto 31 Comboios em Portugal
32 12. Bibliografia: Novas Blogspot Os Comboios. (accessed October 4, 2010) CP (Comboios de Portugal) Os Caminhos de Ferro. 0VgnVCM b01a8c0RCRD (accessed October 6, 2010). Wikipédia Trem. (accessed October 6, 2010) Transportes XXI Automotoras. (accessed October 8, 2010) Wikipédia Alfa Pendular. (accessed October 10, 2010) CP (comboios de Portugal) Características do Alfa Pendular. 0VgnVCM b01a8c0RCRD (accessed October 4, 2010) Wikipédia Intercidades. (accessed October 10, 2010) CP (comboios de Portugal) Caracteríticas do Intercidades. VgnVCM b01a8c0RCRD (accessed October 4, 2010) wikipédia Comboio regional. (accessed October 10, 2010) CP (comboios de Portugal) Características do Regional. 0VgnVCM b01a8c0RCRD (accessed October 4, 2010) 32 Comboios em Portugal
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