Audiência Pública - CME
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- Kléber Prado Assunção
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2 Audiência Pública - CME Dificuldades dos Órgãos Ambientais na Emissão de Licenças e seus Impactos nos Empreendimentos dos Setores Elétrico e Mineral do País Câmara dos Deputados Comissão de Minas e Energia CME 13/05/2015 2
3 Associados Subcomitê de Meio Ambiente das Empresas Eletrobras SCMA 3
4 Atuação Órgãos Reguladores Poder Legislativo Judiciário ONGs Ministério Público Poder Executivo MME e MMA Academia Organismos Internacionais Mídia CNI/COEMA 4
5 Imprevisibilidade e Atrasos Excessivos Prazos médios de licenciamento de UHEs - Entre Requerimento do empreendedor e Termo de Referência (TR) : 34 meses - Entre TR e Estudo Ambiental (EA): 18 meses (prazo do empreendedor) - Entre EA e Licença Prévia (LP): 18 meses (UHE Xingó levou 11 anos) - Entre Projeto Básico Ambiental (PBA) e Licença de Instalação (LI): 9 meses - Entre LI e Licença de Operação (LO): 3,5 anos (UHE Machadinho levou 14 anos) Pelas normas atuais, prazo total entre pedido e LO seria de +/- 6 anos. 5
6 Desafio 1 Descumprimento de prazos para análise dos Estudos Ambientais e Emissão das Licenças. Prazo médio de emissão dos Termos de Referência (TRs) tem sido de 34 meses. Prazo da Portaria Interministerial 60/2015 é de 2 meses. Destaque para atrasos decorrentes da demora das manifestações dos órgãos intervenientes (FUNAI, IPHAN, Fund. Palmares, Ministério da Saúde). Necessário (i) unificar ambiente num BALCÃO ÚNICO DE LICENCIAMENTO, que otimize comunicação e análise do processo, e (ii) padronize TRs por tipologia de empreendimento 6
7 Desafio 2 Restrição da atuação dos técnicos dos órgãos ambientais licenciadores frente à possibilidade de responsabilidade criminal. Atuação do Ministério Público. Técnicos não emitem autorizações e licenças quando órgãos intervenientes não se manifestam ou manifestam-se de forma extemporânea. Necessário (i) restringir responsabilidade criminal do agente licenciador somente à conduta dolosa (art. 66 a 69-A da Lei nº 9.605/98, de Crimes Ambientais) e (ii) que órgão ambiental assuma efetivamente a função de gestor do processo, cf. Portaria Interministerial 60/
8 Desafio 3 Desproporção entre medidas mitigatórias/compensatórias impostas pelos órgãos ambientais/intervenientes e os impactos do empreendimento, acarretando imprevisibilidade dos custos de implantação e operação. Exigências de condicionantes sociais e medidas compensatórias mesmo na fase de operação e de renovação da LO. Necessária (i) análise crítica pelo órgão licenciador das manifestações dos órgãos intervenientes, com possibilidade de desconsideração (art. 16 da Portaria 60/15), e (ii) atuação Estatal prévia nas regiões dos empreend. estratégicos e estruturantes. 8
9 Desafio 4 Dificuldade de obtenção de autorizações pontuais durante o processo de implantação do empreendimento, o que provoca atraso nas obras. Necessária a emissão de autorizações pontuais indispensáveis à implantação do empreendimento (ex. Autorização de Supressão de Vegetação, Autorização de Manejo e Resgate de Fauna, Documento de Origem Florestal e outras) concomitante à emissão da LI e com prazos mais adequados. 9
10 1 0 Desafio 5 Emissões de licenças com prazos reduzidos ou injustificados, a critério exclusivo do órgão licenciador, especialmente de LOs Necessária (i) a padronização de prazos das licenças ambientais, em especial das LOs, e (ii) a renovação automática das LOs, nos casos de monitoramento do empreendimento pelo órgão ambiental e nos casos de comprovada regularidade ambiental pelo empreendedor, mediante relatórios de cumprimento das condicionantes impostas.
11 1 1 Conclusão - Necessidade de maior PREVISIBILIDADE DOS PRAZOS, ainda que sejam longos, devem ser máximos e serem cumpridos; - Necessidade de padrões mínimos de Termos de Referência por tipologia de empreendimento, bem como padronizar o máximo possível os procedimentos; - Capacitar técnicos dos órgãos ambientais e dos órgãos intervenientes e dar garantias para que não receiem criticar ou desconsiderar manifestações dos órgãos intervenientes;
12 OBRIGADO Mario Menel 1 2
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