Serviço Geológico do Brasil CPRM
|
|
|
- Thomas Camilo Fortunato
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Serviço Geológico do Brasil CPRM AQUÍFEROS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO Flávia M. F. Nascimento Eng. Geóloga GEHITE GERÊNCIA DE HIDROLOGIA E GESTÃO TERRITORIAL CPRM - SUREG BH
2 Serviço Geológico do Brasil CPRM Sumário: q Obje&vo q Jus&fica&va q Síntese da evolução geotectônica do RJ q Tipos de Aquíferos: Aquíferos fraturados Aquíferos Sedimentares q Estudos hidrogeólogicos nos Planos de bacias q Recomendações
3 Serviço Geológico do Brasil CPRM Objetivo: q REUNIR A BIBLIOGRAFIA EXISTENTE PARA ESTABELECER UMA CLASSIFICAÇÃO GERAL E A CARACTERIZAÇÃO DOS AQUÍFEROS PARA AUXILIAR NA ELABORAÇÃO DO MAPA HIDROGEOLÓGICO DA FOLHA RIO DE JANEIRO, DO PROJETO SIG- HIDROGEOLÓGICO 1: , EM DESENVOLVIMENTO PELA CPRM.
4 JUSTIFICATIVA: Eventos Geológicos Domínios tectono-magmáticos sedimentares 80% - aquíferos fraturados 20% - aquíferos sedimentares. Indispensável para avaliar a potencialidade dos aqüíferos e subsidiar o planejamento das obras de infra-estrutura hídrica e geotécnicas destinadas à melhoria da qualidade de vida da população dos municípios.
5 Síntese da Evolução Geotectônica do RJ A origem dos terrenos tectono- magmá&cos Evento Brasiliano (transição Neoproterozóico/ Cambriano) Aglu&nou as paleoplacas fragmentadas do Supercon&nente Rodínia para formar o Supercon&nente Gondwana
6 Fonte: Hasui, SUL DE MINAS, RIO DE JANEIRO E OESTE DE SÃO PAULO
7 Blocos crustais delimitados por gravimetria Fonte: Hasui et al.,1993 e Hasui, 2010). Experimento de modelagem tectônica envolvendo os blocos BSP BV, BB; e formação dos cinturões de cisalhamento: CTRPS Cinturão Transpressivo Rio Paraíba do Sul e CTCM Cinturão transpressivo Campo do meio gerados devido à esforços tectônicos de direção E- W Fonte: (Ebert et al., 1993)
8 SINTESE EVOLUTIVA FECHAMENTO DO OCEANO ADAMASTOR ENTRE O TERRENO OCIENTAL ((TOC) E PLACA SÃO FRANCISCANA (SF) Ma FORMAÇÃO DO ARCO MAGMÁTICO RIO NEGRO NO SEGMENTO CENTRAL DA PROVINCIA MANTIQUEIRA Ma COLISÃO DO TERRENO ORIENTAL CONTRA O TERRENO SÃO FRANCISCO Ma Fonte: Heibron et al. ( 2004).
9 COLISÃO DO TERRENO CABO FRIO CONTRA O TOC+TOR Ma COLAPSO EXTENSIONAL COM ZONAS DE CISALHAMENTO DÚCTIL-RÚPTIL LONGITUDINAIS À ABERTURA DO ATLÂNTICO E COM VERGENCIA PARA OESTE MA Fonte: Heibron et al. ( 2004).
10 Após um longo período de estabilidade tectônica no Paleozóico e início do Mesozóico, os terrenos sofreram uma tectônica extensional com o desenvolvimento do Rifte Sul Atlântico - RSA, evento denominado reativação Wealdeniana (Almeida (1967).
11 Desenvolvimento do Rifte Sul Atlântico. Duração ( Ma) Fonte: a) Bueno (2004) e b) Azevedo (2004 Modificado de Palma et al e Macedo 1991).
12 Alinhamento de rochas alcalinas Poços de Caldas (MG)-Cabo Frio (RJ) e sua continuidade na Cadeia Vitória-Trindade. Fonte: Tomaz Filho & Rodrigues (1999). Após cessado o RSA iniciou-se o soerguimento neocretácico (89-65 Ma) (levantamento epirogenética) da crosta continental em resposta à passagem da Placa Sul-Americana sobre uma anomalia térmica (hot spot de Trindade). (Zalan & Oliveira, 2005).
13 Fases tectônicas Cenozóicas no Sudeste do Brasil segundo diferentes autores e regiões 1. Transcorrência sinistral E- W; 2. Distensão NW- SE; 3. Transcorrência sinistral E- W; 4. Transcorrência dextral E- W; 5a. Distensão NW- SE; 5b. Distensão E- W; 6. Compressão E- W. Fonte: Adaptado de Silva e Mello (2011).
14 Ricomini, et al in Freitas, 2007
15 Bacia de Campos e com indicação da zona de charneira cretácea (entres cotas ba&métrica de 200 e 2000 m) e cicatrizes de deslizamento que indicam o basculamento das bacias para NW. Fonte: Schreiner et. al. (2007).
16 Perfil morfoestrutural interpretado do Rifte do Paraíba do Sul (Gráben de Taubaté) e do Rifte Litorâneo (Sub-Gráben de Paraty). Perfil típico de tectônica dominó. Linha vermelha representa interpretação da atitude atual da SAJ - Superfıcie de Aplainamento Japi Fonte: (Zalán & Oliveira, 2005 in Freitas, 2007).
17 O Sistema de Riss da Serra do Mar (Almeida, 1976) ou Sistema de Rises Cenozóicos do Sudeste do Brasil (SRCSB) (Zalán e Oliveira, 2005) é uma feição tectônica estreita, alongada e deprimida segundo a direção ENE, com extensão de aproximadamente 800 km, que engloba as bacias cenozóicas.
18 O aporte sedimentar para a plataforma continental da bacia de Campos - desenvolvido por mecanismos neotectônicos que provocaram a mudança da desembocadura do rio Paraíba do Sul (avulsão fluvial) (Castro, 1992). a) Delta intra-lagunar, ilhas barreiras, fluxos marinhos e desembocaduras antiga e atual do Rio Paraíba do sul. Fonte: (Martin et al.,1997) b) Platô de São Paulo com os sedimentos da Bacia de Campos. Fonte: Azevedo (2004)
19 Fonte: Heibron et al. ( 2004)
20
21 II Aquíferos Fraturados
22 Aquíferos Fraturados
23 Aquíferos Fraturados
24 Aquíferos sedimentares Terciários e Quaternário Emboré, Barreiras (raso e profundo) e Aluvionar de Campos
25 Aquíferos sedimentares Terciários e Quaternário Emboré, Barreiras (raso e profundo) e Aluvionar de Campos
26 ü Nova coluna estratigráfica da Petrobras a Fácies São Tomé passa a ser membro São Tomé da Formação Emboré, Grupo Campos. (Fonte: Winter et al., 2007)
27 Aquíferos Sedimentares Terciários Resende, Volta Redonda e Macacu
28 Aquíferos Sedimentares Quaternários Piranema e da Plataforma Costeira: Piratininga, Itaipuaçu, Camboinhas
29 ESTUDOS HIDROGEOLÓGICOS NOS PLANOS DE BACIAS
30 ESTUDO HIDROGEOLÓGICO NOS PLANOS DE BACIAS Fonte: INEA, 2012.
31 Fonte: INEA, 2012.
32 RECOMENDAÇÕES Proposta de Integração Interins&tucional para subsidiar os comitês de bacias nos Estudos Hidrogeológicos Escala 1:50.000
33 RECOMENDAÇÕES: ATLAS BRASIL (ANA, 2012 Abastecimento urbano nos municípios do Rio de Janeiro por poços tubulares. Fonte: Atlas Brasil (ANA, 2012).
34 Serviço Geológico do Brasil CPRM AGRADECIMENTOS: CPRM E ABAS OBRIGADA PELA ATENÇÃO!
Evolução da Paisagem Geomorfológica no Médio Vale do Rio Paraíba do Sul: o papel do pulso erosivo do Atlântico. Marcelo Motta MorfoTektos
Evolução da Paisagem Geomorfológica no Médio Vale do Rio Paraíba do Sul: o papel do pulso erosivo do Atlântico Marcelo Motta MorfoTektos Seminário PosGeo UERJ outubro 2015 Almeida, 1978 N 68 36 0 A 8
DEFORMAÇÃO NEOTECTÔNICA DOS TABULEIROS COSTEIROS DA FORMAÇÃO BARREIRAS ENTRE OS RIOS PARAÍBA DO SUL (RJ) E DOCE (ES), NA REGIÃO SUDESTE DO BRASIL
DEFORMAÇÃO NEOTECTÔNICA DOS TABULEIROS COSTEIROS DA FORMAÇÃO BARREIRAS ENTRE OS RIOS PARAÍBA DO SUL (RJ) E DOCE (ES), NA REGIÃO SUDESTE DO BRASIL Carolina da Silva Ribeiro 1 & Claudio Limeira Mello 2 [email protected]
RELATÓRIO DE CAMPO - GEOMORFOLOGIA II
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FACULDADE DE FILOSOFIA, LETRAS E CIÊNCIAS HUMANAS. RELATÓRIO DE CAMPO - GEOMORFOLOGIA II Comentado [AVAL1]: NOTAS: INTRODUÇÃO: 0 DESENVOLVIMENTO: 6,0 CONSIDERAÇOES E BIBLIOGRAFIA:
O relevo e suas formas MÓDULO 12
O relevo e suas formas MÓDULO 12 RELEVO São as formas que a crosta terrestre foi adquirindo durante o seu período de formação. O movimento de separação dos continentes, a partir da movimentação das placas
ESTUDO HIDROGEOLÓGICO E GEOFÍSICO NA BORDA DA BACIA POTIGUAR, FAZENDA MACACOS, LIMOEIRO DO NORTE/CE.
10409 - ESTUDO HIDROGEOLÓGICO E GEOFÍSICO NA BORDA DA BACIA POTIGUAR, FAZENDA MACACOS, LIMOEIRO DO NORTE/CE. CAIO C. A JUCÁ ¹ EDUARDO N. C. ALVITE ¹, CRISTIAN D. A. DA SILVA ¹, LEONARDO R. L. GONÇALVES
Clima controlados por massas equatoriais e tropicais, climas tropicais, alternadamente, secos e úmidos
Relatório de campo de geomorfologia II profª Bianca quinta-feira tarde Aluno Clayton Santos Ferreira Ponto 2 y7438012 x416905 Clima controlados por massas equatoriais e tropicais, climas tropicais, alternadamente,
COLÉGIO 7 DE SETEMBRO DISICIPLINA DE GEOGRAFIA PROF. RONALDO LOURENÇO 1º ANO CAPÍTULO 05 ESTRUTURA GEOLÓGICA
COLÉGIO 7 DE SETEMBRO DISICIPLINA DE GEOGRAFIA PROF. RONALDO LOURENÇO 1º ANO CAPÍTULO 05 ESTRUTURA GEOLÓGICA Equilíbrio isostático Rochas magmáticas ou ígneas Rochas Sedimentares: rochas resultantes
INTRODUÇÃO À GEOTECNIA (TEC00249)
INTRODUÇÃO À GEOTECNIA (TEC00249) Geodinâmica Interna: Orogênese, Falhas, Dobras e Vulcanismo Prof. Manoel Isidro de Miranda Neto Eng. Civil, DSc Tipos de Limites de Placas Modelos de Limites Convergentes
03/06/2017 TRABALHO DE CAMPO VALE DO PARAÍBA MUNICÍPIOS DE JACAREÍ, SÃO JOSÉ DOS CAMPOS E TREMEMBÉ - SP
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FACULDADE DE FILOSOFIA LETRAS E CIÊNCIAS HUMANAS DEPARTAMENTO DE GEOGRAFIA GEOMORFOLOGIA II FLG - 1252 PROGRAMA de 2017 Diurno e Noturno- Quartas Feiras das 14 às 18 hs e 19:30
19 e 21/05/2016 TRABALHO DE CAMPO VALE DO PARAÍBA MUNICÍPIOS DE JACAREÍ, SÃO JOSÉ DOS CAMPOS E TREMEMBÉ - SP
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FACULDADE DE FILOSOFIA LETRAS E CIÊNCIAS HUMANAS DEPARTAMENTO DE GEOGRAFIA GEOMORFOLOGIA II FLG - 1252 PROGRAMA de 2016 Diurno e Noturno- Quintas Feiras das 14 às 18 hs e 19:30
INFLUÊNCIA ESTRUTURAL NA COMPARTIMENTAÇÃO DO RELEVO NA BACIA DO RIO JUNDIUVIRA SP
INFLUÊNCIA ESTRUTURAL NA COMPARTIMENTAÇÃO DO RELEVO NA Oliveira, P.S.S. 1 ; Arruda, E.M. 2 ; 1 UFSCAR Email:[email protected]; 2 UFSCAR Email:[email protected]; RESUMO: Este trabalho é oriundo
3. ARCABOUÇO TECTÔNICO
3. ARCABOUÇO TECTÔNICO 3.1 Localização e Embasamento Tectônico A região auscultada pela linha L3 compreende o Triângulo Mineiro e a porção central do Estado de Minas Gerais. Essa linha possui direção aproximada
AULA 7: TIPOS DE BORDAS ESTRUTURAS MAIORES
GEOTECTÔNICA TECTÔNICA GLOBAL Prof. Eduardo Salamuni AULA 7: TIPOS DE BORDAS DE PLACAS E SUAS ESTRUTURAS MAIORES TIPOS DE BORDAS DE PLACAS Divergentes (ou de criação): cadeias mesooceânicas Convergentes
FLUXO SUBTERRÂNEO DO SISTEMA AQUÍFERO GUARANI NA REGIÃO DE GRAVATAÍ/RS.
FLUXO SUBTERRÂNEO DO SISTEMA AQUÍFERO GUARANI NA REGIÃO DE GRAVATAÍ/RS. Da Silva, R.C.¹; Coelho, O.G.W.¹ RAFAELA CHRIST DA SILVA OSMAR GUSTAVO WÖHL COELHO ¹ Unisinos Universidade do Vale do Rio dos Sinos.
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO RELATÓRIO DE CAMPO GEOMORFOLOGIA II. Profa. Dra. Bianca Vieira. Olívia Ibri Thaís Montagna Tavares
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FACULDADE DE FILOSOFIA, LETRAS E CIÊNCIAS HUMANAS DEPARTAMENTO DE GEOGRAFIA Comentado [AVAL1]: NOTAS: INTRODUÇÃO: 1,0 DESENVOLVIMENTO: 6,5 CONSIDERAÇOES E BIBLIOGRAFIA: 0,5 FIGURAS
GEOMORFOLOGIA. Conceitos básicos
GEOMORFOLOGIA Conceitos básicos Geomorfologia Estudo das paisagens e sua evolução, resultante da competição entre processos de levantamento e rebaixamento da crosta Planícies, depressões, desfiladeiros
GEOMORFOLOGIA GERAL E DO BRASIL
GEOMORFOLOGIA GERAL E DO BRASIL ESTRUTURA GEOLÓGICA DA TERRA Manto Superior Manto Inferior Núcleo SIAL SIMA TECTÔNICA DE PLACAS TECTÔNICA DE PLACAS FORÇAS TECTÔNICAS DERIVA CONTINENTAL MAIOR EXTINÇÃO EM
GEOGRAFIA - 1 o ANO MÓDULO 07 ESTRUTURA GEOLÓGICA BRASILEIRA
GEOGRAFIA - 1 o ANO MÓDULO 07 ESTRUTURA GEOLÓGICA BRASILEIRA Como pode cair no enem? A partir dos dados apresentados, assinale a alternativa correta. a) A maior quantidade de minerais concentra-se em áreas
Grade curricular do curso de graduação em Geologia da Universidade Federal do Espírito Santo
1 ENG 05501 Álgebra Linear e Geometria Analítica - Obr 30-30-0 3 60 1 ENG 05504 Cálculo I - Obr 30-30-0 3 60 1 ZOO 05228 Química Básica - Obr 15-0-30 2 45 1 DPV 05631 Ecologia Básica - Obr 60-0-0 4 60
PROCESSOS OCEÂNICOS E A FISIOGRAFIA DOS FUNDOS MARINHOS
PROCESSOS OCEÂNICOS E A FISIOGRAFIA DOS FUNDOS MARINHOS O RELEVO DOS OCEANOS # Estima-se que a área da crosta terrestre recoberta pelos oceanos represente cerca de 70% da superfície total. 1. Oceano pacífico
Geologia do Brasil. Página 1 com Prof. Giba
Geologia do Brasil O território brasileiro é formado, basicamente, por dois tipos de estrutura geológica: os escudos cristalinos (blocos cratônicos) e as bacias sedimentares. As formações serranas originaram-se
ESTRUTURA GEOLÓGICA E AS FORMAS DE RELEVO
ESTRUTURA GEOLÓGICA E AS FORMAS DE RELEVO ROCHAS: Aglomerado de um ou mais minerais ÍGNEAS OU MAGMÁTICAS (cristalinas) - intrusivas ou plutônicas - extrusivas ou vulcânicas SEDIMENTARES - detríticas -
Estrutura Geológica do Planeta
Estrutura Geológica do Planeta O é também conhecido como tempo da natureza, visto que ele data as transformações naturais que acontecem sobre o nosso planeta, que são extremamente lentas. A escala de tempo
Geomorfologia do relevo brasileiro. Prof. Vanessa Cristina de Sousa
Geomorfologia do relevo brasileiro ESTRUTURA GEOLÓGICA Para compreender a estrutura geológica do Brasil é necessário, primeiramente que recordemos a história geológica da Terra... Outro elemento importante
Geografia. Estrutura Geológica do Brasil. Professor Luciano Teixeira.
Geografia Estrutura Geológica do Brasil Professor Luciano Teixeira Geografia ESTRUTURA GEOLÓGICA DO BRASIL Formas de Relevo Montanhas Montanhas constituem grandes elevações da superfície, cujas altitudes
PROPOSTA DE PADRONIZAÇÃO DAS DENOMINAÇÕES DOS AQUÍFEROS NO ESTADO DE SÃO PAULO. José Luiz Galvão de Mendonça 1
PROPOSTA DE PADRONIZAÇÃO DAS DENOMINAÇÕES DOS AQUÍFEROS NO ESTADO DE SÃO PAULO José Luiz Galvão de Mendonça 1 Resumo - A falta de padronização das denominações dos aquíferos que ocorrem no Estado de São
Relevo e Geologia do Brasil. Willen Ferreira Lobato
Relevo e Geologia do Brasil Willen Ferreira Lobato Geomorfologia é o ramo da Geografia que estuda as formas e a dinâmica do relevo Relevo é o termo aplicado ao modelado terrestre Existem uma infinidade
GEOLOGIA GERAL CIÊNCIAS BIOLÓGICAS
GEOLOGIA GERAL CIÊNCIAS BIOLÓGICAS Quarta 14 às 18h museu IC II Aula 2 Deriva continental e Tectônica de placas Turma: 2016/01 Profª. Larissa Bertoldi [email protected] Dinâmica da Terra Deriva continental
CLASSIFICAÇÃO DO RELEVO BRASILEIRO. Prof.º Elves Alves
CLASSIFICAÇÃO DO RELEVO BRASILEIRO Prof.º Elves Alves www.professorelves.webnode.com.br ERAS GEOLÓGICAS ERAS GEOLÓGICAS Cenozoica (Terciário e Quaternário): Dobramentos modernos: Alpes, Andes, Himalaia,
3 Caracterização do Sítio Experimental
Caracterização do Sítio Experimental 3 Caracterização do Sítio Experimental 3.1 Localização Os trabalhos de campo foram realizados no município de São Sebastião do Passé, a nordeste do estado da Bahia,
Água subterrânea... ou... Água no subsolo
ÁGUA SUBTERRÂNEA Água subterrânea... ou... Água no subsolo Celso Dal Ré Carneiro Miguel D. de Oliveira Martins Depto. Geociências Aplicadas ao Ensino Instituto de Geociências, Unicamp 2002 Aqüíferos São
Mapa Geológico do Estado do Rio de Janeiro - a evolução do conhecimento da Geologia do Rio de Janeiro através dos Serviços Geológicos e Universidades
Mapa Geológico do Estado do Rio de Janeiro - a evolução do conhecimento da Geologia do Rio de Janeiro através dos Serviços Geológicos e Universidades Miguel Tupinambá 1. Rio de Janeiro centro de produção
Geologia para Ciências Biológicas
UNIVERSIDADE REGIONAL DO CARIRI URCA PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO PROGRAD Centro de Ciências Biológicas e da Saúde CCBS Departamento de Ciências Biológicas DCBio Geologia para Ciências Biológicas
Geologia e relevo. Bases geológicas e Classificação do relevo
Geologia e relevo Bases geológicas e Classificação do relevo Bases Geológicas Placas tectônicas Formação geológica brasileira é antiga e estável, pois são escudos cristalinos e bacias sedimentares Essa
Estrutura Geológica e o Relevo Brasileiro
Estrutura Geológica e o Relevo Brasileiro Estrutura Geológica e o Relevo Brasileiro 1. Sobre a estrutura geológica e relevo brasileiro é correto afirmar que: a) a formação recente das estruturas geológicas
Estruturas geológicas e formas do relevo Brasileiro. Professora: Jordana Costa
Estruturas geológicas e formas do relevo Brasileiro Professora: Jordana Costa As marcas do tempo geológico A litosfera não é contínua, ela é formada por imensos blocos rochosos: - Placas tectônicas. -
Universidade Metodista de Angola Faculdade de Engenharia Departamento de Construção Civil
Universidade Metodista de Angola Faculdade de Engenharia Departamento de Construção Civil Curso de Construção Civil Disciplina: Geologia em Engenharia Ano: 4to Professor: Dr. Silva Pereira Ginga (PhD)
Cinturões montanhosos e a evolução das massas continentais
Cinturões montanhosos e a evolução das massas continentais! Cinturões montanhosos são constituídos por cadeias de montanhas que somam 1000s de kms em comprimento! Frequentemente posicionados na borda das
COMPARTIMENTAÇÃO HIDROGEOLÓGICA DA FORMAÇÃO CAPIRU NA REGIÃO NORTE DE CURITIBA-PR, BRASIL. Ernani Francisco da Rosa Filho 1, Marcos Justino Guarda 2
COMPARTIMENTAÇÃO HIDROGEOLÓGICA DA FORMAÇÃO CAPIRU NA REGIÃO NORTE DE CURITIBA-PR, BRASIL Ernani Francisco da Rosa Filho 1, Marcos Justino Guarda 2 RESUMO O número de habitantes da Região Metropolitana
TECTÔNICA QUATERNÁRIA E ANOMALIAS DE DRENAGEM NA REGIÃO CENTRO- NORTE DO ESPÍRITO SANTO
TECTÔNICA QUATERNÁRIA E ANOMALIAS DE DRENAGEM NA REGIÃO CENTRO- NORTE DO ESPÍRITO SANTO Claudio Limeira Mello 1 ; Helen Belfort Rodrigues 1 ; Raphael Siston Hatushika 2 1 Depto. Geologia, UFRJ( [email protected]
João Paulo Nardin Tavares
João Paulo Nardin Tavares Histórico Nos séculos XVII e XVIII elaborou-se uma noção mais clara sobre as escalas temporais da história do planeta (idade geológica). Mesmo assim, os estudiosos não ousavam
A Terra tem aproximadamente 4,6 bilhões de anos; Ela surge após o Big Bang, há 15 bilhões de anos;
EVOLUÇÃO DA TERRA Evolução da Terra A Terra tem aproximadamente 4,6 bilhões de anos; Ela surge após o Big Bang, há 15 bilhões de anos; A teoria do Big Bang é elaborada por Edwin Hubble, quando este observou
Geografia de Santa Catarina
Geografia de Santa Catarina Geologia Geral Geologia de Santa Catarina Geomorfologia Geral (Formas de Relevo) Geomorfologia (Relevo) de Santa Catarina - Prof. José Carlos Rabello Geologia Geral O que Geologia
é a herança para os nossos filhos e netos com a sua atmosfera rica em oxigénio, permite-nos respirar com a camada de ozono, protege-nos das radiações
é a herança para os nossos filhos e netos com a sua atmosfera rica em oxigénio, permite-nos respirar com a camada de ozono, protege-nos das radiações ultravioletas com a água evita a desidratação com as
Decifrar as formas. Nesta aula, vamos acompanhar o trabalho
A UU L AL A Decifrar as formas Nesta aula, vamos acompanhar o trabalho do geógrafo na interpretação das formas que as diferentes paisagens assumem. Vamos perceber que a crosta terrestre, ou litosfera,
de lençóis subterrâneos, bacias brasileiras
Aula 03 Ciclo hidrológico, tipos de lençóis subterrâneos, bacias brasileiras A água é uma substância predominante na Terra, sendo encontrada na atmosfera, na forma de vapor; na superfície, sob a forma
BRASIL: RELEVO, HIDROGRAFIA E LITORAL
BRASIL: RELEVO, HIDROGRAFIA E LITORAL Estrutura geológica Geomorfologia: ciência que estuda as formas de relevo. Relevo condiciona o processo de produção e organização do espaço geográfico. (...) a maior
Manifestações magmáticas na parte sul da Bacia de Campos (Área de Cabo Frio) e na Bacia de Jequitinhonha
Manifestações magmáticas na parte sul da Bacia de Campos (Área de Cabo Frio) e na Bacia de Jequitinhonha Magmatic occurrences in the southern part of the Campos Basin (Cabo Frio Area) and in the Jequitinhonha
ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE PROFESSORES DE BIOLOGIA E GEOLOGIA. Apartado COIMBRA /
ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE PROFESSORES DE BIOLOGIA E GEOLOGIA Apartado 3109 3001-401 COIMBRA / 239 821 884 e-mail: [email protected] www.appbg.rcts.pt PROPOSTA DE CORRECÇÃO DO EXAME NACIONAL DE GEOLOGIA (102)
GEOLOGIA E GEOMORFOLOGIA:ESTRUTURA GEOLÓGICA, TIPOS DE ROCHAS E RECURSOS MINERAIS. MÓDULO 04 GEOGRAFIA I
GEOLOGIA E GEOMORFOLOGIA:ESTRUTURA GEOLÓGICA, TIPOS DE ROCHAS E RECURSOS MINERAIS. MÓDULO 04 GEOGRAFIA I COMPOSIÇÃO INTERNA DO PLANETA COMPOSIÇÃO INTERNA DO PLANETA NÚCLEO temperaturas que ultrapassam
ANÁLISE MORFOESTRUTURAL NA BACIA DO RIO IPANEMA, REGIÃO DE SOROCABA SP
ANÁLISE MORFOESTRUTURAL NA BACIA DO RIO IPANEMA, REGIÃO DE SOROCABA SP Prates de Souza, E. (UFSCAR - CAMPUS DE SOROCABA) ; Martins Arruda, E. (UFSCAR - CAMPUS DE SOROCABA) RESUMO O trabalho se baseia na
APRECIAÇÃO COMPARATIVA ENTRE AS BACIAS SEDIMENTARES DE SÃO PAULO (BSP) E CURITIBA (BSC)
APRECIAÇÃO COMPARATIVA ENTRE AS BACIAS SEDIMENTARES DE SÃO PAULO (BSP) E CURITIBA (BSC) São Paulo LUIZ F. VAZ THEMAG ENGENHARIA 5/dez/2012 Curitiba Twin Ci9es Solos das Regiões Metropolitanas de São Paulo
Geografia 1ª série E.M. - Estrutura geológica da Terra, tipos de rocha e recursos minerais
Geografia 1ª série E.M. - Estrutura geológica da Terra, tipos de rocha e recursos minerais 1. Formação geológica da Terra Observando a densidade e a gravidade do globo terrestre, os cientistas chegaram
AULA 6: AMBIENTES CRUSTAIS E LITOSFÉRICOS
GEOTECTÔNICA TECTÔNICA GLOBAL Prof. Eduardo Salamuni AULA 6: AMBIENTES TECTÔNICOS - TIPOS CRUSTAIS E LITOSFÉRICOS INTRODUÇÃO As Litosferas Continental e Oceânica são subdivididas em porções relativamente
- Principal agente das mudanças de estado: Tectônica Global.
Classificação de bacias sedimentares: mecanismos de subsidência e contexto tectônico - Bacias sedimentares: áreas da superfície terrestre que sofrem ou sofreram subsidência continuada. - Subsidência resposta
Geologia e Geomorfologia na Gestão Ambiental. Aula 2. Organização da Aula. Dinâmica Interna da Terra. Contextualização. Margens Continentais
Geologia e Geomorfologia na Gestão Ambiental Aula 2 Profa. Aline Nikosheli Nepomuceno Organização da Aula Agentes internos formadores do relevo Margens continentais Deformações rochosas Unidades estruturais
Geologia e Relevo do Brasil. Matheus Lemos
Geologia e Relevo do Brasil Matheus Lemos A Formação da Terra Cerca de 4,6 bilhões de anos A Formação da Terra Arqueozóico: rochas magmáticas e metamórficas; Arqueo-Proterozóico: escudos cristalinos; Proterozóico:
Geografia do Brasil - Profº Márcio Castelan
Geografia do Brasil - Profº Márcio Castelan 1. (FUVEST-SP 2008) O vulcanismo é um dos processos da dinâmica terrestre que sempre encantou e amedrontou a humanidade, existindo diversos registros históricos
GRANDES ESTRUTURAS GEOLÓGICAS
Enquadramento Tectónico GRANDES ESTRUTURAS GEOLÓGICAS Trabalho realizado por: Ana Taborda nº2 12º A TEORIA DA TECTÓNICA DE PLACAS Em 1965, o geólogo J. Tuzo Wilson, propôs um modelo tectónico à escala
PALEOAMBIENTE DEPOSICIONAL DA FORMAÇÃO BARREIRAS NA PORÇÃO CENTRO-SUL DA ÁREA EMERSA DA BACIA DE CAMPOS (RIO DE JANEIRO)
PALEOAMBIENTE DEPOSICIONAL DA FORMAÇÃO BARREIRAS NA PORÇÃO CENTRO-SUL DA ÁREA EMERSA DA BACIA DE CAMPOS (RIO DE JANEIRO) Thaís Coelho BRÊDA 1 ; Claudio Limeira MELLO 1 ; Bruno Lopes GOMES 1 [email protected]
Estrutura geológica, relevo e riquezas minerais da Amazônia 1. Estrutura geológica, relevo e riquezas minerais na Amazônia Professor : Rubenilton
Estrutura geológica, relevo e riquezas minerais da Amazônia 1. Estrutura geológica, relevo e riquezas minerais na Amazônia Professor : Rubenilton Rodrigues 2. Rubenilton Rodrigues Arcabouço geológico e
Análise Geológica-Estrutural auxiliada por Sensoriamento Remoto aplicada aos Estudos Geoambientais no Sub-Gráben Guandu-Sepetiba - RJ.
Análise Geológica-Estrutural auxiliada por Sensoriamento Remoto aplicada aos Estudos Geoambientais no Sub-Gráben Guandu-Sepetiba - RJ. Romário José Fernandes Candido 1 Fernando Machado de Mello 1 Gustavo
AULA 5: O CICLO DE WILSON CICLOS TECTÔNICOS
GEOTECTÔNICA TECTÔNICA GLOBAL Prof. Eduardo Salamuni AULA 5: O CICLO DE WILSON MOTOR CICLOS TECTÔNICOS CICLO DE WILSON 1. Histórico John Tuzo Wilson (1965), defensor da teoria de expansão e contração do
Universidade Federal do Espírito Santo
Nível: Grau Conferido: Turno: Tipo: Modalidade: Funcionamento: Ensino Superior Geólogo Integral Curso Bacharelado Em atividade Documento de Autorização: Resolução n.º 44/2005 - CUn de 16/11/2005 Documento
RELEVO BRASILEIRO: Continental e submarino. Prof. Esp. Franciane Borges
RELEVO BRASILEIRO: Continental e submarino Prof. Esp. Franciane Borges ESTRUTURA A América do Sul constitui a porção continental da Placa Sul-Americana. Composta de: Área instável a Cadeia Andina e o Bloco
CARACTERIZAÇÃO DA DINÂMICA DA PAISAGEM GEOMORFOLÓGICA SOBRE A PORÇÃO SUL DA BACIA DO ALTO PIABANHA DO DISTRITO SEDE DO MUNICÍPIO DE PETRÓPOLIS-RJ
CARACTERIZAÇÃO DA DINÂMICA DA PAISAGEM GEOMORFOLÓGICA SOBRE A PORÇÃO SUL DA BACIA DO ALTO PIABANHA DO DISTRITO SEDE DO MUNICÍPIO DE PETRÓPOLIS-RJ Aluno: Stephany Emiliane L. da Silva Orientador: Marcelo
Rafael Ferreira Destro
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO CENTRO DE CIÊNCIAS MATEMÁTICAS E DA NATUREZA INSTITUTO DE GEOCIÊNCIAS DEPARTAMENTO DE GEOLOGIA Rafael Ferreira Destro ANÁLISE ESTRUTURAL DA ÁREA DE DORÂNDIA, PARTE
ESTUDO DAS ANOMALIAS DE DRENAGEM COMO INDICADOR DE NEOTECTÔNICA NA BACIA DO RIO DOURADINHO, MUNICÍPIO DE LAGOA DA CONFUSÃO TO.
ESTUDO DAS ANOMALIAS DE DRENAGEM COMO INDICADOR DE NEOTECTÔNICA NA BACIA DO RIO DOURADINHO, MUNICÍPIO DE LAGOA DA CONFUSÃO TO. Diana Fernandes Neres 1 Fernando Morais 2 1 Aluno do Curso de Geografia Bacharelado
GEOGRAFIA DOS MARES E OCEANOS
GEOGRAFIA DOS MARES E OCEANOS Os oceanos e mares cobrem quase ¾ da superfície terrestre, mais especificamente 70.8% da superfície. Porém, a água não se distribui de modo homogêneo: No hemisfério sul a
A EVOLUÇÃO DOS CONTINENTES: TEORIAS DE MOVIMENTAÇÃO DE CROSTA E TECTÔNICA DE PLACAS
CURSO PRÉ-VESTIBULAR TRIU A EVOLUÇÃO DOS CONTINENTES: TEORIAS DE MOVIMENTAÇÃO DE CROSTA E TECTÔNICA DE PLACAS Geografia IU Professor: Thiago Manhães Tiago Pires DERIVA CONTINENTAL O conceito de deriva
GEOTECTÔNICA TECTÔNICA GLOBAL
GEOTECTÔNICA TECTÔNICA GLOBAL Prof. Eduardo Salamuni AULA 8: REGIMES TECTÔNICOS REGIMES TECTÔNICOS As faixas afetadas por estes movimentos são designadas de cinturões divergentes, cinturões transcorrentes
Estrutura da Terra e Tectônica de Placas
Estrutura da Terra e Tectônica de Placas Terremoto Japão março 2011 Tsunami Japão março 2011 Decifrando a Terra Teixeira, Toledo, Fairchild & Taioli Ed.Oficina de Textos Para Entender a Terra Press, Siever,
RELEVO CONTINENTAL: AGENTES INTERNOS. PROFº Me- CLAUDIO F. GALDINO - GEOGRAFIA
RELEVO CONTINENTAL: AGENTES INTERNOS PROFº Me- CLAUDIO F. GALDINO - GEOGRAFIA Oferecimento Fábrica de Camisas Grande Negão RELEVO É toda forma assumida pelo terreno (montanhas, serras, depressões, etc.)
GEOLOGIA GERAL PROF. ROCHA
GEOLOGIA GERAL PROF. ROCHA video1 CAMADAS DA TERRA CAMADAS DA TERRA Video 2 Video 3 A crosta e as rochas A crosta é formada por rochas e minerais. As rochas são agrupamentos de minerais: Minerais são
7ºs anos Professor Daniel Fonseca
Salesiano Dom Bosco Capítulo 3 Geologia, Solo e Relevo 7ºs anos Professor Daniel Fonseca ROCHAS: Aglomerado de um ou mais minerais ÍGNEAS OU MAGMÁTICAS (cristalinas) - intrusivas ou plutônicas - extrusivas
é a herança para os nossos filhos e netos com a sua atmosfera rica em oxigénio, permite-nos respirar com a camada de ozono, protege-nos das radiações
é a herança para os nossos filhos e netos com a sua atmosfera rica em oxigénio, permite-nos respirar com a camada de ozono, protege-nos das radiações ultravioletas com a água evita a desidratação com as
Geografia Física Geral Agentes Internos. Prof. Diego Moreira
Geografia Física Geral Agentes Internos Prof. Diego Moreira ESTRUTURAS GEOLÓGICAS TEMPO GEOLÓGICO TEMPO HISTÓRICO B A C I A S S E D I M E N T A R E S DOBRAMENTOS MODERNOS ESCUDOS CRISTALINOS AS CAMADAS
GEOGRAFIA - 1 o ANO MÓDULO 06 GEOLOGIA E RECURSOS MINERAIS
GEOGRAFIA - 1 o ANO MÓDULO 06 GEOLOGIA E RECURSOS MINERAIS Como pode cair no enem? (UNIFESP) A estrutura geológica do perfil AB do mapa pode ser caracterizada como: (REBOUÇAS, in: Patrimônio Ambiental
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FACULDADE DE FILOSOFIA LETRAS E CIÊNCIAS HUMANAS Departamento de Geografia FLG1252 - Geomorfologia II Profª. Dra. Bianca Carvalho Vieira RELATÓRIO DE CAMPO GEOMORFOLOGIA II VALE
DERIVA CONTINENTAL E TECTÔNICA DE PLACAS
DERIVA CONTINENTAL E TECTÔNICA DE PLACAS Entende-se como deriva continental os deslocamentos que as placas apresentam. A tectônica de placas consiste na teoria que explica a causa desses deslocamentos.
UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO INSTITUTO DE AGRONOMIA DEPARTAMENTO DE GEOCIÊNCIAS CURSO DE GEOLOGIA
UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO INSTITUTO DE AGRONOMIA DEPARTAMENTO DE GEOCIÊNCIAS CURSO DE GEOLOGIA REATIVAÇÃO NEOTECTÔNICA DA ESCARPA DE BORDA DO SUBGRABEN GUANDU-SEPETIBA, GRÁBEN DA GUANABARA,
27/08/ CICLO DAS ROCHAS 3. CLASSIFICAÇÃO DE ROCHAS MAGMÁTICAS 2. MAGMA: CARACTERÍSTICAS E PROCESSOS DE CONSOLIDAÇÃO
MÓDULO 02: Litologia e Relevo 2.1 Relevo Associado à Rocha Magmática 2.2 Relevo Associado à Rocha Sedimentar 2.3 Relevo Associado à Rocha Metamórfica 2.4 Papel das Estruturas Geológicas no Relevo 1. CICLO
Bacia do Paraná. Rodrigo Fernandez
Bacia do Paraná Rodrigo Fernandez Roteiro Localização Infraestrutura e Condições Operacionais Histórico Exploratório Evolução Tectonoestratigráfica Sistemas Petrolíferos Plays Área em Oferta Considerações
2 Geologia Regional. 2.1 Aspectos Genéricos
12 2 Geologia Regional 2.1 Aspectos Genéricos A Província Tocantins é uma mega-entidade litotectônica, de direção aproximadamente N-S, erigida entre os Crátons Amazônico e São Francisco-Congo (Almeida
