Relatório Estatístico 2010/2011 RA01
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- Aparecida Peres Benevides
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1 RA01 Relatório Estatístico 2010/2011 1
2 Índice Dados Econômicos...3 Dados sobre a Produção de Celulose...6 Dados sobre a Produção de Papel...16 Dados sobre Reciclagem...25 Dados sobre Comércio Exterior...29 Empresas Associadas...33 Apêndice
3 DADOS ECONÔMICOS 3
4 Faturamento Anual em R$ correntes Var. Pastas de Alto Rendimento - PAR ,1% Celulose Química e Semiquímica ,6% Papel ,0% Artefatos * ,4% Total ,4% * Refere-se às empresas integradas Impostos e Taxas Pagos em R$ correntes Celulose+Papel+Artefatos Var. Municipais ,4% Estaduais ,0% Federais ,0% Total ,2% Mão-de-Obra Empregada - (31/12/2010) de dezembro Celulose+Papel+Artefatos Var. Administração ,9% Fabricação ,4% Manutenção ,2% Terceirizada ,2% Total ,2% 4
5 Salários Pagos no Ano em R$ correntes Var. Celulose+Papel ,9% Artefatos * ,1% Total ,2% * Refere-se às empresas integradas Encargos Sociais Pagos no Ano em R$ correntes Var. Celulose+Papel ,2% Artefatos * ,5% Total ,7% * Refere-se às empresas integradas 5
6 DADOS SOBRE A PRODUÇÃO DE CELULOSE 6
7 Evolução da Produção de Celulose por tipos em toneladas Ano Branq. Não Branq. Soma Branq. Não Branq. Soma ,4% ,0% ,2% ,5% ,8% ,5% ,1% ,6% ,8% ,5% ,7% ,2% ,1% ,1% ,6% ,0% ,3% ,8% ,9% ,4% Var. 2010/2009 Fibra Curta Química e Semiquímica Fibra Longa 6,7% 6,7% 6,7% 10,9% 5,2% 5,6% 6,6% 0,5% 6,4% Total Pastas de Alto Rendimento Total Var. Anual 7
8 Evolução da Composição da Produção de Celulose 6,3% 6,2% 5,1% 4,9% 4,8% 4,4% 4,3% 4,0% 3,2% 3,0% 19,4% 18,8% 16,7% 16,0% 14,8% 12,7% 12,3% 12,4% 11,4% 11,3% 74,3% 75,0% 78,3% 79,1% 80,3% 82,8% 83,4% 83,6% 85,4% 85,7% Fibra Curta Fibra Longa Pastas de Alto Rendimento 8
9 Evolução da Produção de Pastas de Alto Rendimento em toneladas Ano Pasta Mecânica Pasta Quimimecânica Pasta Termomecânica Pasta Quimitermo-mecânica Total Var. Anual ,4% ,0% ,7% ,8% ,9% ,6% ,2% ,7% ,5% ,9% ,6% ,7% ,3% ,4% ,3% ,4% ,8% ,6% ,6% ,5% Var. 2010/2009 4,3% -100,0% 1,5% 3,4% 0,5% 9
10 Destino da Produção Brasileira de Celulose por tipos em toneladas Var. Consumo Próprio ,5% Fibra Curta ,1% Branqueada ,1% Não-branqueada ,4% Fibra Longa ,2% Branqueada ,7% Não-branqueada ,3%.Pastas de Alto Rendimento - PAR ,2% Vendas no Mercado Doméstico ,2%.Fibra Curta ,3% Branqueada ,2% Não-branqueada ,9%.Fibra Longa ,1% Branqueada ,7% Não-branqueada ,5%.Pastas de Alto Rendimento - PAR ,0% Exportações * ,8%.Fibra Curta ,7% Branqueada ,7% Não-branqueada Fibra Longa Branqueada Não-branqueada Pastas de Alto Rendimento - PAR Total Geral ,4% 10
11 Composição do Destino da Produção Brasileira de Celulose CONSUMO PRÓPRIO 30% EXPORTAÇÕES 59% VENDAS NO MERCADO DOMÉSTICO 11% 11
12 Evolução do Consumo Aparente de Celulose por Categorias em mil toneladas Celulose - Total Produção Importação Exportação Consumo Aparente Pastas de Alto Rendimento Produção Importação Exportação Consumo Aparente Celulose Química e Semiquímica Produção Importação Exportação Consumo Aparente Fibra Curta - Total Produção Importação Exportação Consumo Aparente Fibra Curta Branqueada Produção Importação Exportação Consumo Aparente Fibra Curta Não Branqueada Produção Importação Exportação Consumo Aparente Fibra Longa - Total Produção Importação Exportação Consumo Aparente Fibra Longa Branqueada Produção Importação Exportação Consumo Aparente Fibra Longa Não Branqueada Produção Importação Exportação Consumo Aparente Exp/Imp - Fonte: SECEX/MDIC Obs. Não inclui celulose solúvel (dissolução) e aparas (reciclados). 12
13 Evolução Anual da Produção, Exportação e Importação de celulose em mil toneladas Produção Exportação Importação
14 Evolução da Capacidade de Produção de Celulose em toneladas Ano Fibra Curta Química e Semiquímica Fibra Longa Branq. Não Branq. Soma Branq. Não Branq. Soma ,4% ,2% ,2% ,0% ,6% ,1% ,8% ,5% ,4% ,7% ,9% ,8% ,1% ,5% ,0% ,7% ,0% ,4% ,9% ,7% Total Var. Anual Var. 2010/2009 0,9% 0,0% 0,8% 0,0% 0,0% 0,0% 0,7% 14
15 Evolução da Capacidade de Produção de Pastas de Alto Rendimento em toneladas Ano Pasta Mecânica Pasta Quimimecânica Pasta Termomecânica Pasta Quimi- termo- Total Var. Anual ,4% ,3% ,0% ,7% ,0% ,1% ,2% ,2% ,8% ,0% ,1% ,3% ,8% ,5% ,4% ,8% ,1% ,1% ,3% ,1% Var. 2010/2009 3,4% 0,0% 0,0% 0,0% 1,1% 15
16 DADOS SOBRE A PRODUÇÃO DE PAPEL 16
17 Evolução Histórica da Produção de Papel em toneladas Ano Imprensa Imprimir e Var. Embalagem Fins Sanitários Papelcartão Demais Total Escrever Anual ,2% ,3% ,2% ,7% ,6% ,5% ,5% ,1% ,5% ,6% ,3% ,5% ,8% ,8% ,7% ,5% ,3% ,5% ,2% ,4% Var. 10/09-2,6% 4,2% 4,6% 4,2% 6,9% 1,7% 4,4% Evolução da Composição da Produção de Papéis 5,1% 5,1% 5,2% 5,1% 5,0% 4,6% 4,5% 4,2% 4,4% 4,3% 7,1% 7,2% 7,2% 6,9% 6,9% 7,1% 7,2% 7,6% 7,9% 8,1% 8,3% 8,7% 8,6% 8,7% 9,0% 9,0% 9,0% 9,0% 9,2% 9,2% 47,4% 47,8% 47,7% 49,0% 48,6% 48,5% 49,1% 50,7% 49,3% 49,4% 28,9% 28,1% 29,3% 28,7% 28,9% 29,2% 28,6% 26,9% 27,8% 27,8% 3,1% 3,2% 2,1% 1,6% 1,5% 1,5% 1,6% 1,5% 1,4% 1,3% Imprensa Imprimir e Escrever Embalagem Fins Sanitários Papelcartão Demais 17
18 Produção de Papel por Tipos em toneladas Tipos Var. % Imprensa ,6% Imprimir e Escrever ,2% Apergaminhado (Bond) ,4% Bíblia ,0% Bouffant de 2a ,3% Couché (revestido) ,5% Jornal (comercial) ,3% Monolúcido de 1a ,6% Offset ,0% Super Bond (Bond Cores) ,3% Embalagem ,6% Capa de 1a (Kraftliner) ,5% Capa de 2a (Testliner) ,9% Estiva e Maculatura ,0% Glassine, Cristal ou Pergaminho ,9% Kraft Branco ou em Cores ,6% Kraft Natural ou Cores para Outros Fins ,9% Kraft Natural para Sacos Multifoliados ,2% Manilha-HD-Hamburguês-Havana-LD-Macarrão ,0% Manilhinha e Padaria ,0% Miolo (Fluting) ,7% Seda ,0% Strong de 1a ,0% Strong de 2a ,5% Tipo Kraft de 1a ,3% Tipo Kraft de 2a ,6% White Top Liner ,9% Sanitários ,2% Folha Dupla de Alta Qualidade ,7% Folha Simples de Alta Qualidade ,3% Folha Simples de Boa Qualidade ,7% Guardanapo ,8% Higiênico Popular ,1% Lenço ,2% Lençol Hospitalar ,9% Toalha de Cozinha ,9% Toalha de Mão ,0% Papelcartão ,9% Duplex ,6% Sólido (Folding) ,5% Triplex ,2% Demais ,7% Absorvente Base para Laminado ,3% Base para Carbono ,1% Cartolina Branca e Cores para Impressos ,4% Cigarro ,8% Crepado ,2% Filtrante ,0% Outras Branca e Cores (Cartolina) ,0% Demais Papéis ,2% Papéis Químicos ,4% Papelão Cinza ,1% Papelão Madeira ou Papelão Paraná ,2% Polpa Moldada ,9% Ponteiras ,8% Total ,4% 18
19 Principais Tipos Produzidos de Papel em toneladas Produção Participação Tipos de Papel Offset ,4% 21,5% Capa de 1a. (Kraftliner) ,9% 16,8% Miolo (Fluting) ,5% 15,4% Capa de 2a. (Testliner) ,3% 7,8% Duplex ,1% 6,4% Couché ,6% 4,5% Kraft Natural p/ Sacos Multifolhados ,8% 3,7% Folha Simples de Alta Qualidade ,4% 3,3% Higiênico Folha Dupla ,4% 1,7% Estiva e Maculatura ,8% 1,7% White Top Liner ,5% 1,6% Toalha de Mão ,4% 1,4% Folha Simples de Boa Qualidade ,6% 1,4% Triplex ,3% 1,3% Imprensa ,4% 1,3% Apergaminhado (Bond) ,3% 1,1% Papelão Cinza ,7% 0,8% Kraft Branco ou em Cores ,6% 0,7% Papéis Químicos ,6% 0,7% Outros ,5% 7,0% Total
20 Evolução das Vendas Domésticas de Papel em toneladas Ano Imprensa Imprimir e Var. Embalagem Fins Sanitários Papelcartão Demais Total Escrever Anual ,5% ,0% ,9% ,6% ,7% ,5% ,2% ,4% ,8% ,6% ,3% ,4% ,2% ,0% ,4% ,4% ,7% ,2% ,3% ,2% Var. 10/09 1,6% 2,1% 7,2% 4,3% 15,0% 0,3% 5,2% 20
21 Destino da Produção Brasileira de Papel por Tipos em toneladas Var. Consumo Próprio ,7% Imprensa Imprimir e Escrever ,3% Embalagem ,7% Sanitários Papelcartão Demais ,5% Vendas no Mercado Doméstico ,3% Imprensa ,7% Imprimir e Escrever ,0% Embalagem ,5% Sanitários ,5% Papelcartão ,2% Demais ,3% Exportações * ,3% Imprensa Imprimir e Escrever ,1% Embalagem ,8% Sanitários ,3% Papelcartão ,6% Demais ,0% Expedição Total ,7% 21
22 Composição do Destino da Produção de Papel Exportações 21% Consumo Próprio 26% Vendas Mercado Doméstico 53% 22
23 Evolução do Consumo Aparente de Papel por Categorias em mil toneladas Papel - Total Produção Importação Exportação Consumo Aparente Consumo Per Capita (kg/hab.) Imprensa Produção Importação Exportação Consumo Aparente Consumo Per Capita (kg/hab.) Imprimir e Escrever Produção Importação Exportação Consumo Aparente Consumo Per Capita (kg/hab.) Embalagem Produção Importação Exportação Consumo Aparente Consumo Per Capita (kg/hab.) Papelcartão Produção Importação Exportação Consumo Aparente Consumo Per Capita (kg/hab.) Sanitários Produção Importação Exportação Consumo Aparente Consumo Per Capita (kg/hab.) Outros Produção Importação (*) Exportação (*) Consumo Aparente Consumo Per Capita (kg/hab.) Obs.: População em 2010 = , hab. - Fonte FIBGE Importação/Exportação - Fonte: SECEX/MDIC (Dados Revisados) (*) Inclui produtos acabados 23
24 Evolução da Capacidade de Produção de Papel em toneladas Ano Imprensa Imprimir e Var. Embalagem Fins Sanitários Papelcartão Demais Total Escrever Anual ,2% ,1% ,1% ,1% ,1% ,0% ,0% ,4% ,9% ,1% ,6% ,2% ,2% ,6% ,6% ,3% ,4% ,2% ,6% ,0% Var. 10/09 26,7% -1,3% 0,0% 0,0% 0,0% 0,4% 0,0% 24
25 DADOS SOBRE RECICLAGEM 25
26 Papéis Recicláveis - Aparas e Papéis Usados Evolução do Consumo Nacional de Aparas para Produção de Papel por Tipos em mil toneladas Tipos Aparas Paraná 12,4 11,6 10,9 12,8 13,2 11,4 11,2 10,4 9,2 6,6 Branca I 89,1 104,9 105,1 106,2 98,6 98,2 94,2 77,0 98,8 94,2 Branca II 125,4 128,8 133,4 138,6 124,7 124,9 154,7 169,2 110,2 111,3 Branca III 30,5 31,1 32,3 31,6 24,4 25,8 24,7 23,5 23,7 24,5 Branca IV 79,3 88,1 104,8 138,5 159,4 167,1 165,5 174,7 272,3 240,8 Branca V 9,3 11,7 11,6 13,2 13,7 15,6 12,5 8,9 8,0 34,9 Branca VI 0,0 2,5 2,4 2,8 3,3 3,3 3,3 2,1 2,1 2,4 Cartolina I 55,8 69,0 62,7 73,6 55,4 62,8 34,0 60,1 76,7 85,7 Cartolina II 36,3 39,8 27,0 31,4 24,8 25,6 22,9 25,1 23,4 24,4 Cartolina III 11,5 7,2 10,0 10,9 7,7 7,0 7,0 7,0 9,1 8,9 Jornais 131,0 124,2 127,0 137,0 157,7 157,1 160,8 153,7 125,2 124,0 Kraft I 102,7 131,0 134,8 146,2 144,8 153,1 150,2 192,1 262,6 276,7 Kraft II 76,5 90,5 97,8 99,2 99,4 103,8 110,9 82,4 66,9 73,6 Kraft III 13,6 13,3 14,0 15,5 17,9 18,1 18,0 14,1 8,3 9,6 Misto I 100,4 101,9 99,1 110,4 111,0 114,4 94,3 97,1 104,9 105,9 Misto II 68,8 69,2 66,5 67,0 68,1 70,7 77,5 78,6 65,6 70,9 Misto III 35,2 34,8 37,8 41,0 40,7 43,6 41,9 43,9 34,6 28,4 Ondulado I 614,2 689,9 712,5 740,3 789,1 799,7 917,1 948,5 875,4 837,5 Ondulado II 900,5 994,2 950, , , , , , , ,4 Ondulado III 178,7 178,3 176,3 221,7 228,2 227,6 245,9 248,1 262,7 291,3 Revistas 26,5 23,7 23,0 35,7 43,4 42,9 44,3 39,3 44,3 45,6 Tetrapak 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 6,0 5,0 1,2 16,5 27,4 Tipografia 79,3 71,7 65,3 78,6 80,8 83,6 93,7 94,3 82,3 80,6 Total 2.777, , , , , , , , , ,6 Crescimento Anual 6,3% 8,7% -0,4% 11,8% 2,3% 1,7% 4,2% 5,1% 2,3% 2,9% 26
27 Taxa de Recuperação de Aparas - Consumo de Aparas sobre Consumo Aparente de Papéis Consumo Aparente de Papéis Consumo de Aparas t ,4 % 43,9 % 44,7 % 45,8 % 46,9 % 45,4 % 45,0 % 43,7 % 46,0 % 43,5 % Composição do Consumo de Aparas por Tipos Cartolinas 3,1% Jornais 4,8% Mistas 5,1% Kraft 9,6% Brancas 14,1% Ondulados 63,4% 27
28 Consumo Aparente de Aparas e de Papéis de Origem em 2010 Por Grupos de Aparas em mil toneladas Família de Aparas Consumo Aparente de Aparas Consumo Aparente de Papéis de Origem* Taxa de Recuperação Ondulados + Kraft ,7% Imprimir / Escrever ,9% Imprimir / Escrever com Pastas ,5% Papelcartão/Cartolinas ,6% Sanitários Especiais Total ,5% Total sem Papéis Não Recicláveis ,8% * Estimado 28
29 DADOS SOBRE COMÉRCIO EXTERIOR 29
30 Balança comercial do setor de celulose e papel US$ milhões FOB Var. % EXPORTAÇÃO ,4.Celulose ,7.Papel ,1 IMPORTAÇÃO ,8.Celulose ,8.Papel ,3 SALDO ,0.Celulose ,2.Papel ,4 Fonte: SECEX 30
31 Evolução Histórica da Balança Comercial do Setor em US$ Milhões FOB Ano Exportação Importação Saldo Celulose Papel Total Celulose Papel Total Celulose Papel Total Var. 2010/ ,7% 19,1% 35,4% 48,8% 40,3% 41,8% 43,2% -20,4% 33,0% Evol. Média Anual 2010/ ,0% 8,8% 13,4% 7,8% 11,3% 10,5% 17,1% 3,2% 14,7% Fonte: SECEX 31
32 Evolução do Saldo Comercial do Setor Exportação Importação Saldo US$ Milhões Exportações Brasileiras de Celulose e Papel Por Região de Destino Celulose Papel Ásia / Oceania 10,2% África 0,1% China 33,1% América Latina 0,7% América do Norte 13,5% África 7,1% Ásia / Oceania 6,9% China 2,4% América Latina 51,9% América do Norte 15,9% Europa 40,1% Europa 18,1% US$ 3,3 bilhões US$ 1,7 bilhão 32
33 EMPRESAS ASSOCIADAS 33
34 Sócios Produtores Adami S.A. Madeiras Ahlstrom Indústria de Papeis Especiais S.A. Ahlstrom Louveira Ltda. Arauco do Brasil S.A. Arjo Wiggins Ltda. Bahia Specialty Cellulose Bignardi Indústria e Comércio de Papéis e Artefatos Ltda. Bonet Madeiras e Papéis Ltda. Cartonifício Valinhos S.A. Celulose Irani S.A. Celulose Nipo-Brasileira S.A. - Cenibra Cocelpa Companhia de Celulose e Papel do Paraná Copapa - Cia Paduana de Papéis 34
35 Facepa - Fábrica de Celulose Papel da Amazônia S.A. Fernandez S.A. Indústria de Papel Fibria S.A. Ibema Cia Brasileira de Papel Iguaçu Celulose, Papel S.A. International Paper do Brasil Ltda. Jari Celulose S.A. Kimberly-Clark Brasil Indústria e Comércio de Produtos de Higiene Ltda. Klabin S.A. KM Indústria e Comércio de Papel Ltda. Lwarcel Celulose e Papel Ltda. com.br Manikraft Guaianazes Indústria de Celulose e Papel MD Papéis Ltda. Melhoramentos Florestal S.A. www2.melhoramentos.com.br/florestal 35
36 Melhoramentos Papéis Ltda. Miguel Forte S.A. Mili S.A. Multiverde Papéis Especiais Ltda. Nobrecel S.A. Celulose e Papel Norske Skog Pisa Ltda. Orsa Celulose, Papel e Embalagens S.A. Papirus Indústria de Papel S.A. Primo Tedesco S.A. Rigesa Celulose, Papel e Embalagens Ltda. Sanovo Greenpack Embalagens do Brasil Ltda. Santa Maria Cia. de Papel e Celulose Santher - Fábrica de Papel Santa Therezinha S.A. SWM 36
37 Stora Enso Arapoti Indústria de Papel Ltda. Suzano-Papel e Celulose S.A. Trombini Industrial S.A. Veracel Celulose S.A. Vitopel do Brasil Ltda. Sócios Colaboradores Albany Internacional Tecidos Técnicos Ltda. ww3.albint.com/locations/pages/brasil.aspx Arbogen Tecnologia Florestal Ltda. Carbocloro S.A. Indústrias Químicas Eka Chemicals do Brasil S.A. Poyry Tecnologia Ltda. Viscofan do Brasil Sociedade Comercial e Industrial. Ltda. 37
38 APÊNDICE 38
39 DEFINIÇÃO PARA IDENTIFICAÇÃO DAS MATÉRIAS PRIMAS FIBROSAS, VIRGENS, UTILIZADAS PARA A FABRICAÇÃO DE PAPEL OU PARA DISSOLUÇÃO SOLUÇÃO - VISCOSE Por definir um papel entende-se descrevê-lo de a) finalidade, b) composição e c) sinônimos e correspondentes praticados no mercado. Com estes três critérios dosados, poder-se-á chamar um papel A por X ou Y e ele será sempre aquele definido. A nomenclatura, por sua vez, toma em conta primordialmente as práticas de mercado, nacionais e internacionais, procurando batizar ou confirmar o batismo, de modo a que não haja dúvidas sobre o que deve ser, para que serve, ou como é o papel conhecido por um nome dado. No caso das aparas de papel, sua nomenclatura foi recentemente objeto de trabalho elaborado pela ABNT, que resultou na criação da norma ABNT NBR Aparas de papel e papelão ondulado - Classificação, que pode ser adquirida no site da ABNT: Por ser objeto de direitos autorais, deixamos de reproduzi-la neste relatório. PASTA QUÍMICA (CELULOSE) É o material que, após cozimento, atinge pelo menos o grau ROE 10, equivalente ao número de Permanganato (TAPPI) 50, com um conteúdo máximo de lignina ao redor de 10%. Se os valores, após o cozimento, indicarem pasta mais dura, classificar o produto como pasta semiquímica ou a que corresponder. PASTA SEMIQUÍMICA É a pasta cuja remoção de lignina foi apenas parcial, atingindo grau ROE de 10 a 28, equivalente ao número de Permanganato (TAPPI) de 50 a 140. Geralmente, depois do cozimento, segue-se um desfibramento mecânico. Se os valores, após o cozimento, indicarem pasta mais dura, classificá-la como pasta mecanoquímica. PASTAS DE ALTO RENDIMENTO a) PASTA MECÂNICA É a pasta de materiais ligno-celulósicos obtida por processo puramente mecânico. b) PASTA MECANOQUÍMICA É a pasta de materiais ligno-celulósicos, obtida por processo de desfibramento, sofrendo um tratamento químico posterior ao desfibramento, atingindo grau ROE 28 ou maior, equivalente ao número de Permanganato (TAPPI) de 140 ou maior. c) PASTA QUIMIMECÂNICA (CMP) É a pasta de materiais ligno-celulósicos prévia e levemente tratados com reagentes químicos, obtida por desfibramento a pressão atmosférica. d) PASTA TERMOMECÂNICA (TMP) É a pasta obtida por desfibramento em desfibrador a disco, sob pressão, de materiais ligno-celulósicos previamente aquecidos com vapor saturado. e) PASTA QUIMITERMOMECÂNICA (CTMP) É a pasta obtida por desfibramento em desfibrador a disco, sob pressão, de materiais ligno-celulósicos prévia e levemente tratados com reagentes químicos. 39
40 BRANQUEAMENTO É considerada branqueada a pasta cujo grau de alvura é igual ou maior do que 80º GE e semi-branqueada quando seu grau de alvura situar-se entre 59 a 79º GE. CELULOSE PARA DISSOLUÇÃO Estas pastas podem ser ao sulfito ou ao sulfato, branqueadas, intensamente refinadas com um alto teor de fibras puras de alfa-celulose. O seu uso final normal é a produção de rayon, celofane, acetato, explosivos, etc. DEFINIÇÃO PARA IDENTIFICAÇÃO DOS DIVERSOS TIPOS DE PAPÉIS 1. PAPÉIS DE IMPRIMIR BÍBLIA Papel fabricado com pasta química branqueada, gramatura máxima de 50 g/m 2, com alto teor de carga mineral e elevada opacidade. Usado para impressão de bíblias e similares, podendo conter ou não linhas d'água. BOUFFANT a) BOUFFANT DE 1a. Papel fabricado essencialmente com pasta química branqueada, não colado, com alta carga mineral (mais de 10%), bem encorpado e absorvente. Usado para impressão de livros, serviços tipográficos e cópias mimeográficas, podendo ter ou não linhas d'água. b) BOUFFANT DE 2a. Papel de impressão, semelhante ao "Bouffant de 1a.", porém contendo pasta mecânica. COUCHÉ Papel de impressão, que possui o máximo das qualidades necessárias para a reprodução perfeita de "clichés", resultante do seu revestimento com cargas minerais em uma ou duas faces. Vide subitens para melhor classificação: a) BASE PARA COUCHÉ Papel fabricado para ser revestido em sua superfície com cargas minerais na máquina de revestir. b) COUCHÉ FORA DE MÁQUINA Papel "Base para Couché" (suporte) revestido com cargas minerais aglutinadas com colas, em uma ou nas duas faces, na máquina de revestir. c) COUCHÉ DE MÁQUINA Papel fabricado e revestido totalmente na própria máquina de papel, em uma ou nas duas faces. IMPRENSA Papel de impressão de jornais e periódicos, fabricado principalmente com pasta mecânica ou mecanoquímica, com 45 a 56 g/m 2, com ou sem linhas d'água no padrão fiscal, com ou sem colagem superficial. 40
41 JORNAL Papel de impressão, similar ao "Imprensa", porém, sem limitação de gramatura, alisado ou monolúcido. Usado para impressos comerciais, blocos de rascunho etc. MIMEÓGRAFO (Excluído, classificar em "Bouffant") MONOLÚCIDO Papel caracterizado pelo brilho em uma das suas faces, obtido em máquinas dotadas de cilindro monolúcido. Vide subitens para melhor classificação: a) MONOLÚCIDO DE 1a. Papel fabricado essencialmente com pasta química branqueada, com brilho em uma das faces. Usado para rótulos, cartazes, sacolas, embalagens e papéis fantasia. b) MONOLÚCIDO DE 2a. Papel semelhante ao "Monolúcido de 1a.", porém contendo pasta mecânica ou aparas. OFFSET Papel de impressão, fabricado essencialmente com pasta química branqueada com elevada resistência da superfície. Usado geralmente para impressão em "Offset". 2. PAPÉIS DE ESCREVER APERGAMINHADO a) APERGAMINHADO COM MARCA (BOND COM MARCA) Papel fabricado essencialmente com pasta química branqueada, com marca d'água, alisado, colado e com boa opacidade. Usado geralmente para correspondência. b) APERGAMINHADO (BOND) Papel fabricado essencialmente com pasta química branqueada, alisado, colado e com boa opacidade. Usado para correspondência em geral, formulários, impressos, cadernos escolares e envelopes. c) SUPER BOND (BOND CORES) Papel semelhante ao Apergaminhado, porém, em cores. Usado para os mesmos fins que aquele. 2as. VIAS ("FLOR POST") Papel fabricado essencialmente com pasta química branqueada, geralmente com gramatura até 32 g/m 2, branco ou em cores. Usado geralmente para segundas-vias em correspondência ou formulários impressos. 41
42 3. PAPÉIS DE EMBALAGEM 3.1 Papéis de embalagens leves e embrulhos ESTIVA E MACULATURA Papel fabricado essencialmente com aparas, em cor natural, acinzentada, geralmente nas gramaturas de 70 a 120 g/m 2. Usado para embrulhos que não requerem apresentação, podendo atingir até 400 g/m 2 para tubetes e conicais. MANILHINHA - PADARIA Papel fabricado com aparas, pasta mecânica ou semiquímica, em geral nas gramaturas de 40 a 45 g/m 2, monolúcido ou não, geralmente na cor natural e em folhas dobradas. Usado essencialmente nas padarias. MANILHA - HD - HAMBURGUÊS - HAVANA - LD - MACARRÃO Papéis fabricados com aparas, pasta mecânica e/ou semiquímica, em geral nas gramaturas de 40 a 100 g/m 2, monolúcidos em cores características ou cor natural. Usado para embrulhos nas lojas, indústrias e congêneres. TECIDO Papel de embalagem, fabricado com pasta química e pasta mecânica ou aparas limpas, nas gramaturas de 70 a 120 g/m 2, com boa resistência mecânica e geralmente nas cores creme, bege e azul. Usado essencialmente para embrulho de tecidos e na fabricação de envelopes. FÓSFORO Papel de embalagem, essencialmente fabricado com pasta química, com 40 g/m 2, monolúcido ou não, na cor azul característica. Usado essencialmente para forrar caixas de fósforos. STRONG a) STRONG DE 1a. Papel de embalagem, fabricado com pasta química geralmente sulfito e/ou aparas de cartões perfurados, com 40 a 80 g/m 2, geralmente monolúcido, branco ou em cores claras. Usado essencialmente para a fabricação de sacos de pequeno porte, forro de sacos e para embrulhos. b) STRONG DE 2a. Papel similar ao "Strong de 1a.", porém, fabricado com a participação de aparas limpas e/ou pasta mecânica. SEDA Papel de embalagem, fabricado com pasta química branqueada ou não, com 20 a 27 g/m 2, branco ou em cores. Usado para embalagens leves, embrulhos de objetos artísticos, intercalação, enfeites, proteção de frutas, etc. IMPERMEÁVEIS Papel de embalagem, com baixa permeabilidade a substâncias gordurosas. Vide subitens, para melhor classificação: 42
43 a) GLASSINE, CRISTAL OU PERGAMINHO Papel fabricado com pasta química branqueada, trabalhada com elevado grau de refinação, para que em conjunto com a supercalandragem obtenha sua característica típica, que é a transparência. Quando tornado opaco com cargas minerais, adquire aspecto leitoso translúcido. Fabricado geralmente a partir de 30 g/m 2 e com impermeabilidade elevada. Usado essencialmente para embalagens de alimentos, base de papel auto-adesivo, proteção de frutas nas árvores, etc. b) GRANADO Papel similar ao "Glassine, Cristal ou Pergaminho", porém com menor transparência e impermeabilidade que estes, devido à presença de outras pastas. Fabricado também em cores. c) GREASEPROOF Papel de elevadíssima impermeabilidade às gorduras, fabricado com pasta química branqueada, geralmente nas gramaturas de 30 a 80 g/m 2. Translúcido, sem super-calandragem e de coloração branca ou ligeiramente amarelada. Usado essencialmente para embalagens de substâncias gordurosas. d) FOSCO Papel de baixa impermeabilidade, fabricado com pasta química, geralmente a partir de 40 g/m 2, translúcido, sem supercalandragem, de coloração natural. Usado para desenho, embalagem descartável para alimentos, etc. 3.2 Papéis de embalagens pesadas KRAFT Papel de embalagem, cuja característica principal é sua resistência mecânica. Vide subitens, para melhor classificação: a) KRAFT NATURAL PARA SACOS MULTIFOLHADOS Papel fabricado com pasta química sulfato não-branqueada, essencialmente de fibra longa, geralmente nas gramaturas de 80 a 90 g/m 2. Altamente resistente ao rasgo e com boa resistência ao estouro. Usado essencialmente para sacos e embalagens industriais de grande porte. b) KRAFT EXTENSÍVEL Fabricado com pasta química sulfato ou soda não branqueada, essencialmente de fibra longa, geralmente nas gramaturas de 80 a 100 g/m 2. Altamente resistente ao rasgo e a energia absorvida na tração. Possui alongamento no sentido longitudinal maior ou igual a 8%. Usado para embalagem de sacos de papel. c) KRAFT NATURAL OU EM CORES PARA OUTROS FINS Fabricado com pasta química sulfato, não-branqueada, essencialmente de fibra longa, geralmente com 30 a 150 g/m 2, monolúcido ou alisado, com características de resistência mecânica similar ao "Kraft Natural para Sacos Multifolhados". Usado para a fabricação de sacos de pequeno porte, sacolas e para embalagens em geral. 43
44 d) KRAFT BRANCO OU EM CORES Fabricado com pasta química sulfato branqueada, essencialmente de fibra longa, geralmente com 30 a 150 g/m 2, monolúcido ou alisado. Usado como folha externa em sacos multifolhados, sacos de açúcar e farinha, sacolas e, nas gramaturas mais baixas, para embalagens individuais de balas etc. e) TIPO KRAFT DE 1a. Papel de embalagem, semelhante ao "Kraft Natural ou em Cores", porém com menor resistência mecânica que este, fabricado com pelo menos 50% de pasta química, geralmente com mais de 40 g/m 2, monolúcido ou não. Usado geralmente para saquinhos etc. f) TIPO KRAFT DE 2a. Papel semelhante ao "Tipo Kraft de 1a.", porém com resistência mecânica inferior, geralmente com mais de 40 g/m 2, monolúcido ou não. Usado para embrulhos e embalagens em geral. PARA PAPELÃO ONDULADO Papel de embalagem, usado na fabricação de papelão ondulado. Vide subitens, para melhor classificação: a) MIOLO (Fluting) Papel fabricado com pasta semiquímica e/ou mecânica e/ou aparas, geralmente com 120 a 150 g/m 2. Usado para ser ondulado na fabricação de papelão ondulado. b) CAPA DE 1a. (Kraftliner) Papel fabricado com grande participação de fibras virgens, geralmente com 120 g/m 2 ou mais, atendendo as especificações de resistência mecânica requeridas para constituir a capa ou forro das caixas de papelão ondulado. c) CAPA DE 2a. (Testliner) Papel semelhante ao "Capa de 1a.", porém com propriedades mecânicas inferiores, conseqüentes da utilização de matérias-primas recicladas em alta proporção. d) WHITE TOP LINER Papel fabricado com grande participação de fibras virgens, geralmente com 150 a 385 g/m 2, atendendo as especificações de resistência mecânica requeridas para constituir parte das caixas de papelão ondulado. 4. FINS SANITÁRIOS HIGIÊNICO a) POPULAR Papel fabricado com pasta mecânica e/ou aparas, em folha única, natural ou em cores com gramatura ao redor de 35 g/m 2. 44
45 b) FOLHA SIMPLES DE BOA QUALIDADE Papel fabricado com celulose química e/ou PAR não branqueada e/ou pasta mecânica e/ou aparas de boa qualidade - tratadas quimicamente, em folha única, semibranco ou em cores, nas gramaturas de 25 a 30 g/m 2. c) FOLHA SIMPLES DE ALTA QUALIDADE Papel fabricado com celulose química branqueada e/ou PAR branqueada aparas de boa qualidade - tratadas quimicamente, macio, em folha única, branco ou em cores, nas gramaturas de 25 a 28 g/m 2. d) FOLHA DUPLA DE ALTA QUALIDADE Papel fabricado com celulose química branqueada e/ou PAR branqueada, incluindo ou não aparas de boa qualidade tratadas quimicamente, macio, nas gramaturas de 16 a 18 g/m 2, para uso em folha dupla, branco ou em cores. TOALHA DE COZINHA E DE MÃO Papel fabricado para fim específico, natural ou em cores, nas gramaturas entre 25 e 50 g/m 2. Usado em folha única ou dupla. GUARDANAPO Papel crepado ou não, fabricado com pasta química branqueada, incluindo ou não aparas de boa qualidade tratadas quimicamente, para fim específico, nas gramaturas de 18 a 25 g/m 2, para uso em folha única ou dupla, branco ou em cores. LENÇO Papel fabricado com pasta química branqueada, incluindo ou não aparas de boa qualidade tratadas quimicamente, nas gramaturas de 15 a 18 g/m 2, para uso em folhas múltiplas na confecção de lenços faciais e de bolso, branco ou em cores. LENÇOL HOSPITALAR Papel fabricado com pasta química branqueada, incluindo ou não aparas de boa qualidade tratadas quimicamente, nas gramaturas de 15 a 30 g/m 2, para uso específico. 5. PAPELCARTÃO PAPELCARTÃO O papelcartão é um produto resultante da união de várias camadas de papel e sobrepostas, iguais ou distintas, que se adere por compressão. Nessas camadas pode ser utilizada celulose virgem (recursos renováveis) e materiais celulósicos recicláveis. Independente do tipo, o papelcartão é fabricado na faixa de gramatura de 200 a 500 g/m 2, com ou sem revestimento superficial. 45
46 Entre os tipos mais comuns de papelcartão destacam-se: a) DUPLEX Possui a superfície branca e apresenta miolo e verso escuros. É utilizado geralmente em embalagens de sabão em pó, medicamentos, cereais, gelatinas, mistura para bolos, caldos, biscoitos, brinquedos, conicais têxteis, caixas de fósforo, fogos de artifício, auto peças, displays, promocionais, eletro e utencílio doméstico. b) TRIPLEX A superfície e verso são brancos e miolo escuro. É normalmente utilizado em embalagens de chocolates, cosméticos, medicamentos, fast food, caixas bombons e bebidas. c) SÓLIDO (FOLDING) Apresentada todas as suas camadas brancas. Usado em embalagens de cigarros, cosméticos, medicamentos, higiene pessoal, fast food, capas de livros e cartões postais. CARTOLINA Produzida por massa única (mono camada) com ou sem revestimento superficial, pode apresentar-se em várias cores. a) PARA COPOS Rigidez controlada, resistente a recravagem, com alta colagem, fabricado com pasta química branqueada, nas gramaturas de 150 a 270 g/m 2, para confecção de copos (fundo e corpo) b) BRANCA E CORES PARA IMPRESSOS Cartolina fabricada essencialmente com pasta química branqueada, em uma só massa e uma só camada, com ou sem tratamento superficial, alisado ou super calandrado, com gramaturas de 120 a 290 g/m 2, usado para impressos, pastas para arquivos, cartões de visita e comerciais, confecção de fichas e similares. c) OUTRAS BRANCA E CORES Cartolinas fabricadas com pastas químicas, semiquímicas, aparas e/ou pasta mecânica, em uma só massa e em várias camadas, na máquina de papel ou de colar (bristol), alisado ou monolúcido, com gramaturas de 120 a 290 g/m 2. Usado para confecção de pastas para arquivos, calendário, etiquetas, encartes escolar, fichas pautadas, cartões de ponto, capas de livros e cadernos, separadores de matéria, etc. PAPELÃO Cartão de elevada gramatura e rigidez. Fabricado essencialmente de pasta mecânica e/ou aparas, geralmente em várias camadas da mesma massa. Sua cor, em geral, é conseqüência dos materiais empregados na sua fabricação. Usado na encadernação de livros, suporte para comprovantes contábeis, caixas e cartazes para serem recobertos. Comercializado em formatos e identificados por números que indicam a espessura das folhas contidas num amarrado de 25 quilos. Vide subitens para melhor classificação: a) PAPELÃO MADEIRA OU PAPELÃO PARANÁ É o cartão fabricado com fibras geralmente virgens de pasta mecânica ou mecanoquímica. O papelão pardo obtido de pasta mecânica em toras pré-impregnadas com vapor deverá ser incluído 46
47 neste item. b) PAPELÃO CINZA É o cartão obtido a partir de aparas recicladas. c) PAPELÃO LAMINADO Papelão fabricado essencialmente de aparas, obtido por colagem de folhas sobrepostas, não revestidos na superfície, gramaturas de 349 a 1749 g/m 2, em folhas. POLPA MOLDADA Produto obtido a partir da desagregação ou separação das fibras de aparas de jornal e outras em geral, que misturadas a água e produtos químicos, formam uma massa natural ou em cores, que dará origem a produtos como: bandejas para acondicionamento, transporte e proteção de hortifrutigranjeiros, calços para lâmpadas, celulares, geladeiras e fogões. 6. PAPÉIS ESPECIAIS BASE PARA CARBONO Papel para fim específico, fabricado com pasta química, geralmente com gramaturas até 24 g/m 2, branco ou em cores. Usado como base para fabricação de papel carbono. CIGARRO E AFINS a) CIGARRO Papel para fim específico, fabricado com pasta química branqueada, de fibras têxteis e/ou madeira, geralmente contendo carga mineral até 26%, nas gramaturas de 13 a 25 g/m 2, não colado, de alta opacidade, com marca d'água, "velin" ou marca filigrana, com combustibilidade controlada, com ou sem impregnantes. Usado em bobinas para confecção mecânica de cigarros ou em resmas e mortalhas, quando para confecção manual. b) PONTEIRAS Papel fabricado com pasta química branqueada, nas gramaturas de 30 a 40 g/m 2, com alta opacidade, branco ou em cores, usado como envoltório externo de filtro de cigarros. c) BASTÃO Papel fabricado com pasta química branqueada, nas gramaturas de 25 a 30 g/m 2, para envoltório interno de filtro de cigarros, ou seja, diretamente em contato com o filtro. CREPADOS Papel para fins específicos, com crepagem obtida durante a fabricação para aumentar sua elasticidade e maciez, fabricado essencialmente com pasta química. Usado para reforço de costura em sacos multifolhados, base para fitas adesivas, germinação de sementes, base para lençóis plásticos, etc. 47
48 DESENHO Papel para fim específico, fabricado com pasta química, geralmente nas gramaturas de 100 a 280 g/m 2, com acabamento de máquina e tratado na massa ou na superfície, de modo a resistir a ação da borracha. HELIOGRÁFICO Papel para fim específico, fabricado com pasta química branqueada, com baixo teor de ferro, com absorção uniforme, nas gramaturas de 40 a 120 g/m 2, bem colado, alisado, branco ou levemente colorido. ABSORVENTE E FILTRANTE Papéis para fins específicos. Vide subitens para melhor classificação: a) FILTRANTE Papel fabricado geralmente com pasta química, nas gramaturas de 80 a 400 g/m 2, com características definidas quanto ao uso. b) ABSORVENTE BASE PARA LAMINADOS Papel fabricado com pasta química sem colagem, com formação e espessura uniformes, de alta absorção, geralmente com 150 a 270 g/m 2, utilizado para impregnação com resinas sintéticas na fabricação de laminados plásticos. c) PAPEL KRAFT ABSORVENTE PARA IMPREGNAÇÃO Papel fabricado com pasta química essencialmente de fibra longa, com formação uniforme, isento de furos, com alta absorção e gramaturas entre 18 e 150 g/m 2, de acordo com as finalidades a que se destinam, usado para impregnação com resinas fenólicas e outras sintéticas, na fabricação de tubos e placas. 7 NÃO CLASSIFICADOS KRAFT ESPECIAL PARA CABOS ELÉTRICOS Papel kraft neutro fabricado com celulose kraft natural isenta de metais e outros materiais condutores de eletricidade, com elevada resistência mecânica e elétrica, com gramaturas de 30 a 150 g/m 2, sem furos ou grumos, usado para fabricação de cabos elétricos. KRAFT ESPECIAL PARA FIOS TELEFÔNICOS Papel kraft natural ou cores (verde, azul e vermelho), com elevada resistência mecânica, fabricado nas gramaturas de 30 a 60 g/m 2, sem furos ou grumos, e usado no espiralamento individual de cada fio condutor de cabos telefônicos. KRAFT ESPECIAL PARA CONDENSADORES Papel fabricado com pasta química sulfato e/ou pastas de fibras de algodão ou outras fibras anuais. Com porosidade, absorção de líquidos e eletrolíticos e pureza química específicos, isento de cloretos solúveis. 48
49 PAPÉIS PARA UTILIZAÇÃO EM ENVELOPES Papéis produzidos a partir de pasta química de madeira de fibra curta branqueada, misturada com pasta mecânica ou pasta química de fibra longa, geralmente nas gramaturas entre 60 e 150 g/m 2. PAPÉIS DECORATIVOS Papéis produzidos a partir de pasta química de madeira de fibra curta branqueada, misturada com pasta química de fibra longa, geralmente nas gramaturas entre 30 e 150 g/m 2. Usado para revestimento de chapas de madeira ou compensados, utilizados em móveis e pisos. PAPÉIS QUÍMICOS Papéis que recebem tratamento químico em sua superfície, o que possibilita a obtenção de cópias, através de reação química. O tratamento químico prevê revestimento que, em conjunto, originam vários tipos de papéis químicos. Utilizado em notas fiscais, formulários, aparelhos de fax, etc. 49
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Publicações que utilizaram papéis certificados têm o direito de imprimir o selo como garantia da procedência da matéria-prima.
PAPEL Há uma grande variedade de tipos de papéis disponíveis no mercado. Isso serve como ferramenta a ser agregada ao projeto gráfico. Como parte integrante da criação, deve estar em harmonia com o contéudo
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