LOTEAMENTO DO PARQUE EMPRESARIAL DE EIRAS
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- Raphaella Aldeia Rios
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1 LOTEAMENTO DO PARQUE EMPRESARIAL DE EIRAS REGULAMENTO DE ATRIBUIÇÃO E VENDA DE LOTES Artigo Primeiro (Objecto) O presente regulamento estabelece as regras de atribuição e venda dos lotes do loteamento municipal, designado por Parque Empresarial de Eiras. Artigo Segundo (Condições de venda) 1. Os lotes serão vendidos, em propriedade plena, a entidades privadas. 2. Os lotes serão vendidos, tal como se encontrarem no momento da venda, sendo da inteira responsabilidade dos adquirentes: a) efectuar os trabalhos necessários à implantação das edificações, os quais deverão observar o disposto no Regulamento do Loteamento e demais legislação aplicável; b) proceder ao reforço das infra-estruturas existentes e/ou à construção de estações de pré-tratamento de efluentes, sempre que tal se mostre necessário ao exercício da actividade a instalar. 3. Poderá ser vendido mais do que um lote por candidato se o projecto de investimento o justificar devidamente. Artigo Terceiro (Candidaturas) 1. As candidaturas deverão ser formuladas através de requerimento dirigido ao Presidente da Câmara acompanhado do dossiê tipo, fornecido pelo GDEPE devidamente preenchido, e dos restantes elementos indicados no presente regulamento, nomeadamente: 1
2 a) projecto empresarial a instalar, da qual devem constar os elementos necessários à avaliação dos critérios de ponderação a que se refere o n.º 3 do art.º seguinte; b) demonstração sumária da viabilidade económica- financeira do projecto; c) declaração de aceitação das regras constantes do presente Regulamento, das regras para a instalação e gestão do loteamento e, bem assim das regras que venham a ser estabelecidas pelo Município ou por sociedade por ela participada para o condomínio empresarial; d) quaisquer outros elementos considerados convenientes para uma boa apreciação da candidatura. 2. As candidaturas deverão ser entregues na Repartição de Atendimento da Câmara Municipal de Coimbra (Praça 8 de Maio Coimbra) durante o horário normal de expediente (das 8.30 às 16.30), na Loja do Cidadão (2.ª a 6.ª feira das 8.30 às 19.30, Sábados 9.30 às 15 horas) ou ser remetidas pelo correio até à data limite indicada nos anúncios publicados na imprensa. Artigo Quarto (Selecção dos candidatos) 1. A selecção será feita pelo Gabinete de Desenvolvimento Económico e Política Empresarial, tendo por base os critérios e ponderações definidos no presente artigo, submetendo à Câmara Municipal a decisão final de atribuição e venda dos lotes. 2. Os interessados na aquisição de lotes deverão apresentar um Plano de Negócios caracterizador da empresa de onde conste, designadamente, a actividade desenvolvida, o seu volume de negócios, o número de trabalhadores existentes e /ou novos postos de trabalho a criar, o montante do investimento a realizar, factores de inovação da empresa e outros elementos que entenderem relevantes para a candidatura. 3. Na atribuição dos lotes constituirão factores preferenciais de ponderação para a decisão pela Câmara Municipal: a) competitividade da empresa pós-projecto (20%);. inovação nos produtos e serviços a prestar; 2
3 . viabilidade económica; b) recursos humanos (15%):. número de postos de trabalho a criar;. número de postos de trabalho qualificado a criar;. número de licenciados/postos de trabalho; c) valorização da estrutura económica e empresarial (15%):. volume de investimento;. volume de investimento/área solicitada;. número de postos de trabalho/área solicitada; d) normas, processos e procedimentos ambientais (10%); e) capacidade / características de inovação, reconhecimento da actividade por actividades por instâncias nacionais ou internacionais (prémios, certificações, entre outras) (25 %); f) mérito para a política económica do concelho (15 %). 4. Um dos lotes com funções terciárias destinar-se-á à instalação de serviços comuns para a gestão do Parque Empresarial de Eiras. 5. Por deliberação da Câmara Municipal de Coimbra, poderá ser atribuído e vendido um lote à Sociedade de Porcelanas, S.A., bem como, eventualmente, a outras empresas que se encontram em situação de constrangimento económico e/ou em vias de encerramento ou de deslocalização, neste caso, desde que o número de postos de trabalho, volume de investimento, sua relevância para a política económica e de emprego para o concelho o justifiquem. Artigo Quinto (Preço de venda) 1. O preço da venda para os lotes é o constante da tabela anexa, que se considera parte integrante do presente regulamento. 2. O preço de venda dos lotes será actualizado anualmente pela Câmara Municipal por aplicação da taxa de inflação publicada pelo Instituto Nacional de Estatística. 3
4 Artigo Sexto (Contrato promessa de compra e venda) 1. No prazo máximo de 30 dias após a comunicação da deliberação prevista no n.º 1 do art.º 4.º será celebrado, com os candidatos seleccionados, contrato promessa de compra e venda. 2. Aquando da celebração do contrato promessa de compra e venda os candidatos seleccionados pagarão ao município, a título de sinal e princípio de pagamento, 50% do preço de venda dos lotes. Artigo Sétimo (Escritura pública de compra e venda) 1. A escritura de compra e venda dos lotes só será realizada após o deferimento, pela Câmara Municipal e demais entidades que hajam de intervir no processo, do pedido de licenciamento ou de autorização administrativa das construções a implantar. 2. Sem prejuízo do previsto no número anterior, a escritura pública de compra e venda terá de ser realizada no prazo máximo de quinze meses após a notificação da deliberação da atribuição do lote, salvo nos casos em que a sua não realização se deva a motivo não imputável ao adquirente. 3. Em casos devidamente justificados, a Câmara Municipal poderá prorrogar, por 4. A não realização da escritura pública nos prazos previstos nos números anteriores, implica a caducidade do direito à aquisição do lote, com a consequente resolução do contrato promessa de compra e venda e a perda da quantia paga a título de sinal. 5. Da escritura pública de compra e venda de cada lote constará a obrigação de cada adquirente suportar os custos de gestão e manutenção dos espaços e serviços comuns do Parque Empresarial de Eiras, na proporção da permilagem atribuída ao seu lote. 4
5 6. Aquando da celebração da escritura pública de compra e venda, os candidatos seleccionados pagarão ao Município a parte restante do preço de venda dos lotes. Artigo Oitavo (Pedido de licenciamento / autorização das obras de construção) 1. O pedido de licenciamento ou de autorização administrativa das construções a implantar nos lotes deve dar entrada na Câmara Municipal no prazo máximo de três meses contados da comunicação da deliberação a que se refere o n.º 1 do art.º 4.º. 2. Em casos devidamente justificados, a Câmara Municipal poderá prorrogar, por 3. O não cumprimento dos prazos fixados nos números anteriores implica a implica a caducidade do direito à aquisição do lote, com a consequente resolução do contrato promessa de compra e venda e a perda da quantia paga a título de sinal. Artigo Nono (Início das obras de construção) 1. O início das obras de construção das edificações nos lotes deverá ocorrer, no máximo, nove meses após a emissão do alvará de autorização de construção, nos termos do art. 71º do Regime Jurídico da Urbanização e Edificação 4. Em casos devidamente justificados, a Câmara Municipal poderá prorrogar, por 5. O não cumprimento do prazo fixado no número anterior implica a reversão do lote para o Município. Artigo Décimo (Conclusão das obras de construção) 1. As obras a que se refere o artigo anterior devem estar concluídas no prazo de doze meses contados da celebração da escritura pública de compra e venda. 5
6 2. Em casos devidamente justificados, a Câmara Municipal poderá prorrogar, por seis meses, o prazo previsto no número anterior. 3. O não cumprimento do prazo fixado no número anterior implica a reversão do lote para o Município. Artigo Décimo Primeiro (Início de laboração) 1. Os adquirentes devem, no prazo máximo de três meses após a conclusão da obra, requerer a autorização de utilização, e dar início à actividade que pretendem desenvolver no lote, no máximo, três meses após a emissão do respectivo alvará de autorização de utilização. 2. Em casos devidamente justificados, a Câmara Municipal poderá prorrogar, por 3. O não cumprimento, por motivo imputável ao adquirente, dos prazos fixados nos números anteriores implica a reversão do lote para o Município. Artigo Décimo Segundo (Indemnizações) 1. Em caso de caducidade do direito à aquisição dos lotes ou de reverão destes para o Município não haverá lugar ao pagamento de qualquer indemnização pelas benfeitorias a que se refere o n.º 2 do art.º 2.º. 2. Nos casos de reversão dos lotes, as indemnizações a pagar pelo Município pelas edificações que ali hajam sido implantadas serão fixadas por três peritos, sendo um deles nomeado pelo adquirente do lote, outro pela Câmara Municipal e um terceiro designado por acordo das partes. Artigo Décimo Terceiro (Alienação dos lotes) 1. Salvo o disposto no número seguinte, os adquirentes não poderão, sob pena de reversão para o Município alienar os lotes e as construções nele implantadas pelo período de três anos contados da data do início de actividade. 6
7 2. É permitida a alienação de lotes com vista à celebração de contrato de leasing imobiliário, contando que o locatário seja a pessoa a quem o lote foi atribuído. Artigo Décimo Quarto (Direito de preferência) O Município goza do direito de preferência, em caso de transmissão dos lotes, incluindo as construções neles edificadas, pelo prazo de 10 anos contados do fim o prazo a que se refere o n.º 1 do artigo anterior. Artigo Décimo Quinto (Casos omissos) Os casos omissos ou dúvidas que surjam na aplicação do presente Regulamento serão decididos pelo Gabinete de Desenvolvimento Económico e Política Empresarial. 7
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